terça-feira, 26 de março de 2024

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS O CRISTO, SÓ ELE É O CAMINHO E O DESTINO ETERNO!

 BUSQUEMOS O CRISTO, SÓ ELE É O CAMINHO E O DESTINO ETERNO!

Faze-me ouvir do teu amor leal pela manhã, pois em ti confio. Mostra-me o caminho que devo seguir, pois a ti elevo a minha alma”. Salmos 143.8.

                                                                                


Mais uma vez encontramos o rei salmista angustiado de espírito clamando por libertações e direções. A situação histórica aqui é desconhecida, mas a sensação de desamparo e angústia é bem conhecida de todos nós. Mudam-se os protagonistas, os endereços e as razões, mas o cenário é o mesmo: Necessidade de amparo, refrigério, folga e abrigo em Deus! Sim, porque humanamente não há nada que possamos fazer nas situações que nos assolam! Enfrentamos oposições dentro e fora das nossas famílias! E haja sobressaltos e “malassombros” para nos inquietar o espírito já combalido pelas muitas batalhas da vida. E essas situações todas tendem a nos aprisionar em suas teias, se não cuidarmos a tempo buscando socorro em Deus. De todo modo, somos provados! E haja graça para resistir! Não há super cristãos! Há o Super Deus que tudo pode, recorramos a Ele!

O que o salmista fez e nos ensina a fazer no meio das nossas lutas contínuas? Ele vai ao Senhor e detalha a sua dor. Aquilo que nos aflige deve ser exposto. Não que o Senhor já não saiba, mas é agradável a ele a declaração da nossa confiança nele no meio das nossas encrencas; E Ele expõe a sua petição. Ele clama por direção e providencia divina!  O salmo todo como já fora dito é um clamor por libertações. Não é assim que temos nos sentido vezes sem conta? Então façamos como o salmista, rasguemos o nosso coração diante do Eterno e misericordioso Deus. Declaremos aquilo que nos aflige! Ele anseia por ser ouvido pelo Senhor. Ele reconhece que só do Eterno vem o seu socorro contra tantos adversários que se levantam para lhe demandar a vida e a paz. Somos de carne e ossos, mas temos que viver como se fôssemos de ferro, contudo, não podemos esquecer que ferro enferruja pela ação do tempo. Assim como nós, sofremos o desgaste da “ferrugem” das aflições e dos temores que nos assaltam. Tempo de buscarmos o Senhor de todo o nosso coração e ele se deixará achar e mudará a nossa sorte!

O que aprendemos aqui? Precisamos da direção de Deus para cada passo a ser dado. Não somos autônomos. Os tempos atuais definitivamente não têm sido fáceis para nenhum de nós. As lutas por fora têm vindo de todos os lados e os temores por dentro se agigantam ao ponto de quase nos matar. Mas de repente, erguemos os olhos da nossa dor e os colocamos nAquele que é tanto o Caminho quanto a Direção a seguir: Jesus. E este Caminho é apertado, cheio de desfiladeiros íngremes que nos levará a uma porta também estreita. Atravessá-la não é fácil!  Precisamos nos livrar de todas as bagagens da velha vida e desapego é coisa difícil, mas à medida que andamos com o Senhor vamos sendo dia a dia preenchidos por ele. Os nossos espaços vão sendo ocupados por essa presença generosa e suficiente. Aí, todas as perdas se converterão em ganhos. Todas as ausências se esvaziam de sentido e todas as indiferenças já não serão mais importantes.  O salmista clama: “Livra-me dos meus inimigos, Senhor, pois em ti eu me abrigo”. Quem são os nossos piores inimigos? São as velhas inclinações da nossa velha carne pecaminosa. Abriguemo-nos em Deus! Nadia Malta


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