sexta-feira, 22 de junho de 2018

Meditação/Nadia Malta/BENDITO O QUE CONFIA NO SENHOR!


BENDITO O QUE CONFIA NO SENHOR!

Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta seu coração do Senhor! Porque será como um arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem; antes, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão não se perturba nem deixa de dar frutos”. Jr. 17.5-8. 

Procuremos não nos deixa assombrar pelas circunstancias! Confiemos no Senhor! O livro do profeta Jeremias trata da situação espiritual do povo de Deus durante o cativeiro em Babilônia. O texto lido fala especificamente à nação de Judá, o reino do sul cuja capital era Jerusalém, a idolatria do povo feria o coração de Deus, o povo confiava mais nas habilidades humanas que no Senhor. A nação prestava culto a deuses estranhos nos lugares altos, através de postes-ídolos ou debaixo de árvores sagradas! Ali se oferecia oferendas em troca dos favores dos “deuses”. A opressão e a adversidade revelam a fidelidade ao Senhor ou a falta dela.

Mesmo o profeta se dirigindo ao povo chamado pelo nome do Senhor, ele percebe que nem todos que faziam parte da nação visível poderiam ser contados entre os fiéis. Ele, então, estabelece um contraste de certa forma até contundente entre os fiéis e os infiéis. Com os olhos espirituais Jeremias descobre que mesmo em meio a tanta idolatria e infidelidade havia um remanescente fiel que continuava firme no Senhor mesmo apesar do cativeiro opressor. Isso acontecia no passado e acontece também hoje em nossos dias. Quantas vezes temos ferido o coração de Deus por não confiar inteiramente nele?

Aprendemos que para a nossa fé gerar fidelidade precisa estar alicerçada sobre uma rocha. Não uma rocha qualquer, mas a ROCHA ETERNA, que se chama CRISTO JESUS, nosso Senhor e Salvador. Mesmo que muitas vezes as nossas emoções (coração enganoso) destruam o nosso corpo físico (homem exterior), o nosso homem interior (nosso espírito) se renova de dia em dia porque sabe em quem crê. O que anda em fidelidade (fé + obediência) enxerga Aquele que é invisível. Gostaria de chamar atenção aqui para certas teologias ufanistas que descartam a possibilidade da dor e dos estreitos pelos quais precisamos passar para alcançar nossas vitórias mais retumbantes. Muitos em nosso meio por causa dessas teologias, não compreendem o agir soberano de Deus nas situações à nossa volta em meio às dores mais atrozes. Mas de uma coisa temos absoluta certeza: Ainda que o caminho para nossas vitórias nos faça atravessar uma tormenta ou mesmo o vale da sombra da morte, “O Senhor estará conosco, sua vara e o seu cajado nos consolarão”.

O homem Ímpio descrito por Jeremias aqui, faz da carne mortal o seu braço. Ele age e reage sempre confiado em sua habilidade. Por melhores que sejam as suas intenções elas partem de um coração enganoso e corrupto. Ele será sempre como um arbusto solitário que não frutifica. Sua terra espiritual será sempre desértica, estéril, salgada e inabitável. Ele é como um arbusto estéril, árido. As suas obras más ou a ausência de frutos o denunciam. Por mais que esse homem tenha bens materiais e recursos deste mundo ele será sempre: miserável, cego, pobre e nu. Por outro lado o profeta também descreve o homem piedoso ou justo. Esse homem é chamado por Jeremias de bendito. Ele está debaixo da proteção do Senhor, quer na vida quer na morte. Ele confia inteiramente em Deus e descansa em sua confiança. A Esperança desse homem é o Senhor. Confiança não é uma fé árida, requer obediência e isto agrada ao Senhor. Ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro. Ele não receia quando vem o calor (a adversidade), pois sabe em quem crê, por sua fidelidade (fé+obediência) ele enxerga Aquele que é invisível, mas real. Qual o grande diferencial deste homem? Ele é uma árvore bendita. Seus frutos são benditos porque procedem de uma árvore bendita que mesmo em terreno árido busca beber nas águas profundas do Espírito Santo de Deus. Que sejamos encontrados no feixe dos que são fiéis! Que possamos glorificar o Senhor em tudo e em todo tempo!. Que sejamos um Aleluia da cabeça aos pés! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Meditação/Nadia Malta/EXPULSANDO OS GIGANTES QUE IMPEDEM NOSSAS VITÓRIAS!

EXPULSANDO OS GIGANTES QUE IMPEDEM NOSSAS VITÓRIAS! 
                                                                                           
Vejam, o Senhor, o seu Deus, põe diante de vocês esta terra. Entrem na terra e tomem posse dela, conforme o Senhor, o Deus dos seus antepassados, lhes disse. Não tenham medo nem se desanimem. Vocês, contudo, não quiseram ir, e se rebelaram contra a ordem do Senhor, o seu Deus. Queixaram-se em suas tendas, dizendo: "O Senhor nos odeia; por isso nos trouxe do Egito para nos entregar nas mãos dos amorreus e destruir-nos. Para onde iremos? Nossos compatriotas nos desanimaram quando disseram: O povo é mais forte e mais alto do que nós; as cidades são grandes, com muros que vão até o céu. Vimos ali os enaquins". Deuteronômio 1:21, 26-28.                                                                                                   

Precisamos nos encorajar mutuamente como povo de Deus a ter ousadia e conquistar a nossa vitória lutando por aquilo que já nos foi dado pelo Senhor. O texto lido está em um contexto maior vai do versículo 1 ao 30 e mostra o relatório negativo dos espias, que além de difamar a Deus, contaminou a nação inteira. Por causa da rebelião e da incredulidade do povo, um percurso que deveria ter sido feito em 13 dias durou 40 anos. Promessa de Deus não significa ausência de luta. A terra foi prometida, mas precisava ser conquistada. Os acontecimentos do passado apontam para o futuro e nos ensinam lições preciosas. Assim como foi com Israel dos dias passados, acontece hoje. Bênçãos ordenadas têm sido postergadas por causa da nossa postura preguiçosa, rebelde, murmuradora e medrosa. A visão de gafanhotos nos faz ver tudo à nossa volta como gigantes. Esses gigantes precisam ser banidos de nossa vida para que as nossas bênçãos desçam sobre nós. A Bíblia nos afirma em II Pedro 1.3: “Seu divino poder nos deu todas as coisas de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude”. Por que não desfrutamos da plenitude dessas coisas que conduzem à vida e a piedade? Porque tem nos faltado conhecimento e é exatamente ai que o adversário alcança vantagem sobre nós.

Há quatro gigantes que precisam ser expulsos da nossa vida. Quais são eles? A Preguiça. A Falta de disposição para a luta já nos faz derrotados. O povo não quis subir à terra; não tinha disposição para isso. Tem muito crente preguiçoso, “indisposto” para lutar por sua bênção. A Terra havia sido prometida; o Senhor havia dado a posse de toda aquela região, mas havia ali gigantes que deveriam ser vencidos e expulsos. A Terra precisava ser conquistada. As portas que dão acesso as nossas bênçãos não se abrem automaticamente. Tem sempre uma placa puxe e empurre. Isso demanda sempre uma atitude, um esforço de nossa parte. A preguiça é esperta e quando ela vê que está perdendo terreno, se disfarça em piedade. É comum ouvirmos no meio de irmãos que não trabalham nem estudam, vivem numa eterna estagnação: “O que Deus tem pra mim ele vai colocar em minhas mãos!”. Esta é a oração típica do preguiçoso.

Certo pensador cristão disse: “Devemos trabalhar como se tudo dependesse de nós e orar sempre e fervorosamente como se tudo dependesse de Deus”. A Rebeldia. Todo espírito de rebelião é demoníaco e precisa ser banido da nossa vida. Você se reconhece um rebelde e tem andado na contra mão da vontade de Deus em alguma área de sua vida? Descubra a fortaleza da rebelião em sua vida e destrua-a. A Murmuração. Murmurar é cantar vitória para o adversário. Precisamos aprender a louvar e agradecer. É sempre oportuno voltarmos a esse assunto. Murmuração tem destruído a vida de muitos em nosso meio.  O Medo. Os que temem permanecem estagnados não chegarão a lugar nenhum. O Israel indisposto, rebelde e murmurador também teve medo. Por causa disso toda uma geração de murmuradores medrosos pereceu no deserto. Medo é derrota antecipada. O que Deus prometeu, ele fará!

Agora preste atenção aqui: Deus nunca nos ordena fazer algo ilegal. Ousadia no Espírito não é irresponsabilidade. Servo de Deus não anda na ilegalidade. Cuidado com os cheques pré-datados (sem fundos), com o uso indiscriminado do cartão de crédito sem uma renda, cuidado com os cheques especiais e com os agiotas. Você pode argumentar: mas todo o mundo faz isso, não o servo de Deus que anda em fidelidade. Portanto, não faça débito para Deus pagar. Muitos têm lançado mão desses recursos dizendo ser direção de Deus. Isso não é verdade! Então dê um basta a tudo isso hoje. Derrube em nome de Jesus Cristo as fortalezas da Preguiça, da Rebeldia, da Murmuração e do Medo da sua vida. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Meditação/Nadia Malta/PRONTOS PARA GUERREAR! ESTAMOS?


PRONTOS PARA GUERREAR! ESTAMOS?
                                                                                             
Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes”. Ef 6.10-12.                                                        

Despertemos e nos preparemos tanto individualmente quanto como igreja para o combate espiritual no qual já estamos engajados. O texto lido na verdade vai até o versículo 18. Aqui o apóstolo Paulo apresenta ao cristão a sua roupa e equipamentos de combate. Precisamos despertar espiritualmente no sentido de compreendermos que fomos arregimentados, como bons soldados de Cristo, não para um combate puramente físico, mas contra as forças espirituais do mal no mundo invisível. Como cristãos, enfrentamos três tipos de inimigos: o mundo, o diabo e a carne. O mundo é o sistema à nossa volta, a sociedade sem Deus. A carne é a velha natureza pecaminosa, herdada de Adão e o diabo é o velho homicida, ladrão, destruidor, mentiroso, acusador e adversário, líder de legiões de anjos caídos. Essas três frentes inimigas trabalham em conjunto e se opõem unidas a Deus e ao seu povo.  É a trindade maligna. Como cristãos, não estamos lutando para conquistar a vitória, mas em vitória, porque estamos do lado do Vencedor. Jesus é o Forte dos Fortes, o Valente dos Valentes. O Senhor dos Senhores, o Rei dos Reis!

O Espírito Santo nos capacita para que nos apropriemos pela fé, da vitória em Cristo. O povo de Deus precisa agir em unidade. A Unidade de Inteligência Militar desempenha papel crucial em uma guerra. Essa Força tarefa permite que os oficiais conheçam e compreendam as ações táticas  e estratégias do adversário.  A Igreja é essa Força Tarefa. Se negligenciarmos isso, subestimando a capacidade e o poder destrutivo do nosso inimigo, seremos esmagadoramente derrotados. Não estamos lutando contra seres humanos, mas contra seres espirituais demoníacos, cujo único propósito é destruir a obra e o povo de Deus. Esses seres estão sob o comando de satanás. A igreja precisa estar alerta às suas astutas ciladas. O que o cristão precisa para sair vitorioso dessa guerra? Fortalecer-se no Senhor e na força do seu poder; Revestir-se de toda Armadura de Deus; Entender que estamos lutando contra um inimigo astuto; Perceber que a nossa luta não é física, mas espiritual. Precisamos nos fortalecer da força que o Senhor supre.

Esse fortalecimento passa pelo arrependimento e confissão de pecados. Reconhecer-nos profundamente dependentes de Deus e nos humilhar na sua presença. A armadura de Deus com suas diversas peças, não é algo místico, usado como se fosse um amuleto. Essa Armadura deve ser plasmada em nós, através da profunda convicção daquilo que somos e temos em Cristo Jesus. As admoestações de Paulo indicam que o adversário é astuto e nos arma ciladas. Não devemos subestimar o seu poder e capacidade de persistência, ele não desiste nunca, apenas muda de estratégia. A nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os exércitos de espíritos do mal que nos desafiam no mundo invisível. O apóstolo apresenta a roupa de guerra: O Cinto da Verdade. O cinto mantinha unidas as outras peças da armadura. A Verdade é o elemento de integração na vida do cristão vitorioso. Como cristãos somos seguidores da Verdade, que é o próprio Cristo.

A Couraça da justiça. Simboliza a justificação em Cristo Jesus. As Sandálias do Evangelho da paz. Os nossos pés precisam estar firmados sobre o Evangelho e a Paz de Cristo para não nos resvalar os pés. Essas sandálias também apontam para a prontidão em anunciar o Cristo. O Escudo da Fé. A fé viva nos move a andar e agir em unidade. Quando os cristãos se unem, a derrota do adversário é certa. Os escudos dos soldados romanos tinham um formato que permitia que eles encaixassem um escudo no outro e marchavam em unidade contra o adversário.  O Capacete da Salvação. Refere-se à mente controlada por Deus. Em nossa mente se travam as mais mortais batalhas. Precisamos protegê-la com a certeza da salvação. A Espada do Espírito. Essa Espada é a Palavra de Deus. É a arma ofensiva que Deus nos dá. Quanto mais conhecemos a Palavra de Deus, mais fácil fica detectar as mentiras do inimigo. Finalmente, A postura de Guerra: oração e vigilância. Que o Senhor nos ajude a ser bons combatentes! Despertemos estamos em guerra! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...