terça-feira, 30 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/ SIGAMOS SEM DESANIMAR!

 SIGAMOS SEM DESANIMAR!

                                                                                           


 Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus. Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas”. 2 Coríntios 4:15-18. 


Crer no Cristo e recebê-lo como Senhor e salvador não nos isenta de passar pelas aflições, mas nos fortalece para atravessarmos águas turbulentas. Nos momentos de grande aflição é sempre proveitoso olharmos para aqueles que atravessaram os mesmos sofrimentos e saíram contundidos, mas vitoriosos como Jacó no Val de Jaboque.  Aliás, a prova da verdadeira fé, não vem através de condecorações ou aplausos, mas de escoriações, de marcas que servem de memoriais daquilo que vivemos.  O apóstolo Paulo é um dos grandes heróis da fé perseverante. Ele possuía o dom da fé e manifestava a atitude condizente com o dom. Todo o capítulo quatro desta epístola fala das lutas enfrentadas pelo apóstolo em seu ministério, bem como do seu reconhecimento de ser um vaso frágil de barro, cujo poder e força vinham exclusivamente de Deus. Os versículos lidos trazem luz ao nosso entendimento, revelando o propósito e efeito das aflições em nossas vidas!

Definitivamente, Deus tem caminhos estranhos e incompreensíveis para nós, limitados mortais. Contudo, por sua misericórdia, ele permite que através de sua Santa Palavra possamos aqui e acolá entender alguns desses estranhos caminhos. O sofrimento revela não apenas a fraqueza humana, mas a glória e o poder de Deus. As provas pelas quais passamos imprimem autenticidade ao nosso testemunho. Há um batismo de fogo, pelo qual todos passamos, mais cedo ou mais tarde. O Senhor nos batizou com o seu Espírito Santo, para podermos suportar o batismo de fogo. Quando oramos entregando uma demanda ao Senhor, nunca imaginamos os caminhos usados por ele para nos dar o fim que desejamos. De repente esse reboliço pelo qual estamos passando faz parte da grande resposta ao nosso pedido de oração. Toda grande arrumação demanda uma grande desarrumação. Não dá para arrumar sem desarrumar. O texto citado nos ensina que todo sofrimento enfrentado por Paulo lhe deu três certezas: Ele estava certo de que DEUS SERIA GLORIFICADO; Ele estava certo de que as suas tribulações COOPERARIAM PARA O SEU BEM; e Ele estava certo de que O MUNDO INVISÍVEL ERA REAL.

Aprendemos aqui que nenhum sofrimento é desperdiçado: Deus usa a nossa dor para ministrar a nós e a outros e também para glorificar seu nome. De que forma Deus é glorificado em nossas aflições? Ao nos conceder a “graça abundante” de que precisamos para manter a fé, a alegria e a força para atravessar essas aflições. O apóstolo Paulo usado pelo Espírito Santo nos ajuda aqui a ajustar o foco de nossa visão. Ele chama a tribulação do presente de “leve e momentânea” em comparação com a glória por vir. A aflição é chamada de megafone de Deus para chamar a nossa atenção. Somos chamados pelo amor e pela dor, cabe a nós escolhermos a maneira de nos achegar a ele. As coisas deste mundo nos parecem tão reais porque podemos vê-las senti-las e tocá-las, mas são todas temporárias e estão fadadas a desaparecer. Tudo vem com um prazo de validade, até o nosso corpo físico. Somente as coisas invisíveis aos nossos olhos humanos permanecerão eternamente, porque são espirituais. Deus tem um futuro glorioso para seus filhos que o amam e crêem nele. Por isso, continuemos andando e crendo! Nadia Malta

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/EXULTEMOS NO DEUS DA NOSSA SALVAÇÃO!

 EXULTEMOS NO DEUS DA NOSSA SALVAÇÃO! 

                                                                                       


Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente”. Hc 3.16-19. 


Ao longo deste livro, notamos que o profeta foi do Vale da dúvida e dos questionamentos, ao Alto da torre de vigia à espera da resposta do Senhor a sua queixa. O mais assombroso do livro, é percebermos que ao contrário do que muitos apregoam, não houve mudança na situação em si, como resultado da oração do profeta, no entanto, houve uma mudança profunda no interior do profeta que o fez permanecer firme no Senhor, mesmo à despeito da situação. Precisamente aqui encontramos a idéia central desse texto. Se formos muito sinceros e deixarmos cair as máscaras da hipocrisia religiosa, admitiremos que não é fácil permanecer firmes no Senhor em todo o tempo. Há momentos que somos tão impactados com as situações inusitadas e ameaçadoras, que chegamos a pensar que o Senhor se esqueceu de nós. Ou por outra, questionamos como Habacuque: “Onde está Deus em meio a isso tudo?”.  E aí, Oramos: “Senhor, livra-nos das horas dos suores frios”. Mas invariavelmente, essas horas nos alcançam. Por isso devemos mudar a nossa oração e pedir que o Senhor nos fortaleça para as horas dos suores frios.

Quando esses conflitos nos assolam, somos impulsionados pela nossa humanidade a rejeitar o sofrimento. Devemos então olhar, para os servos de Deus do passado. Ao fazermos isso, sentimos certo alívio por descobrirmos que estavam sujeitos aos mesmos momentos de abatimento, fraqueza e inquietações que nós e foram acudidos por Deus nas mais ardentes fornalhas. O refrigério veio em meio ao ardor do fogo. Como Habacuque, devemos falar aberta e sinceramente com Deus, sobre nossas dificuldades e questionamentos. Esse profeta era um homem de questionamentos, ele queria respostas, como a maioria de nós. Não devemos ter vergonha de admitir isso. O texto lido, ao contrário de significar falta de fé, é traduzido como a mais autêntica, lúcida e contundente confissão de fé das Escrituras Sagradas. Manter-se firme no Senhor quando tudo nos vai bem é facílimo!

Em sua confissão de fé Habacuque tomou três decisões: “Esperarei no Senhor”; “Eu me alegrarei no Senhor”; e “Confiarei no Senhor”. Toda grande arrumação é precedida por uma grande desarrumação. Ao olhar para dentro de si, viu-se tremendo de medo e ao olhar ao redor viu todo o sistema prestes a se desintegrar. Quantas vezes não nos sentimos assim, chocados com nossas próprias percepções? Essa confissão de fé de Habacuque é também chamada de cântico na escuridão. Ele não podia cantar por causa das circunstancias, mas podia cantar a fidelidade e a imutabilidade de Deus. Um exemplo e tanto para seguirmos! Aos olhos humanos, a postura de Habacuque parece loucura. Creio que se minhas pernas estivessem tremendo e o meu coração acelerasse, a minha primeira reação seria procurar um lugar seguro onde me esconder e relaxar.  Mas, o profeta começou a saltar montanha acima como uma corça. Por causa de sua fé em Deus, ele pode ficar de pé, correr firme e velozmente, chegando aos lugares mais altos jamais alcançados. Apesar de todos os pesares o profeta decidiu exultar no Deus da sua salvação e quanto á nós? Reflitamos! Nadia Malta

 

domingo, 28 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/QUE APRENDAMOS COM AS NOSSAS ESCOLHAS!

 QUE APRENDAMOS COM AS NOSSAS ESCOLHAS!

                                                                                  


“Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. Continuou: Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente”. Lucas 15:10-13.


Infelizmente em nossos dias, não ouvimos muito falar em graça de Deus. Parece que este assunto tornou-se obsoleto e tem sido relegado a um segundo plano por aqueles que pregam tanto o evangelho raso e de facilidades, quanto o evangelho de legalismos e terrorismo espiritual imposto por homens. Por isso, as pessoas têm perdido de vista algo que é o cerne da mensagem da cruz: A Graça Amorosa de um Deus Apaixonado por Pecadores arrependidos! A minha oração é para que nenhum de nós deixe de compreender essa verdade. Não importa quem você é ou o que fez, Deus ama você e quer recebê-lo de volta do jeito que está! Ele próprio irá transformá-lo! A religião pode mudar o comportamento por algum tempo, mas só o Senhor Jesus Cristo muda o caráter e a natureza do homem para todo o sempre. O texto lido traz três revelações acerca do caráter gracioso de Deus: Deus é o Pai que espera que aprendamos com as nossas escolhas; Deus é o Pai que ama incondicionalmente e não despreza um coração quebrantado que se volta para ele; e Deus é o Pai que restaura e restitui aquilo que seu filho perdeu por causa do pecado

Quem é pai ou mãe conhece o caráter do filho. Era assim também com o pai do filho pródigo. Possivelmente ele deve ter imaginado o fim daquela história, conhecia aquele menino, sabia que ele com certeza botaria fora tudo que levou uma vida inteira para ajuntar, mas não fez nada para impedir, respeitou a vontade do filho. Quando Deus é deixado de fora das nossas escolhas, o prazer torna-se escravidão. “As piores dificuldades de um indivíduo começam quando ele tem a possibilidade de fazer o que bem entende”. A maior ênfase aqui não é a pecaminosidade do filho, mas o amor gracioso do pai. Foi essa lembrança do amor e da bondade do pai que levou àquele jovem ao arrependimento e ao perdão. Note que quando aquele moço é avistado, seu pai corre ao seu encontro, e era desonroso um homem adulto correr dentro daquela cultura, mas aquele pai amoroso não se conteve ante a alegria de receber de volta e abraçar o filho perdido.

O Senhor é o Pai que respeita as nossas decisões, que nos ama apesar de nós, mas ele também restaura a nossa vida, restituindo a dignidade perdida, quando nos voltamos para ele com sinceridade de coração. Ele voltou a fazer parte da família! Tudo que o filho perdera com sua inconseqüência, lhe seria restituído pelo pai. O perdão de Deus apaga as nossas transgressões e nos purifica de toda injustiça. O Senhor lança os nossos pecados nas profundezas do mar. O Senhor nos perdoa, zera a nossa vida e reescreve a nossa história. O Cristão verdadeiro não tem passado, “porque ele é nova criatura, as coisas velhas passaram e tudo se fez novo”. Nadia Malta

 

sábado, 27 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/AFINAL, QUE TIPO DE CASA ESPIRITUAL SOMOS NÓS?

 AFINAL, QUE TIPO DE CASA ESPIRITUAL SOMOS NÓS?

                                                                                      


Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem-construída. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa”. Lucas 6: 46-49. 


O texto lido mostra Jesus falando da questão inegociável da obediência. Ele ilustra seu ensino com a figura dos dois construtores: O prudente, que construiu sobre a rocha e o insensato que construiu sobre a terra. Conhecemos um bom alicerce na hora da tempestade. Só as construções sólidas conseguem resistir aos ventos devastadores e contrários. Do mesmo modo conhecemos um bom alicerce espiritual na hora das provações. A maioria dos cristãos contemporâneos tem construído sobre a areia. Percebemos isto na hora da dificuldade. Muitos não resistem e abandonam o Senhor.

O texto nos mostra o que acontece com os dois tipos de construtores. O Construtor Prudente.  Este foi cuidadoso, cavou, abriu profunda vala até encontrar a rocha que daria sustentação a sua edificação e sobre ela lançou seu alicerce. O Senhor afirma que este construtor é aquele que vai a ele, ouve a sua palavra e a pratica. Cristo é o firme fundamento, a Rocha Eterna, sobre o qual devemos lançar nosso alicerce. Se fizermos assim, quando vierem as provas e elas certamente virão nossa edificação espiritual não será abalada. A escolha do tipo de alicerce tem repercussão na eternidade: boa ou má. Cabe a nós investir numa boa edificação.

O Construtor insensato, imprudente. Este é o tolo que construiu sobre a terra, um alicerce sem profundidade. Este ouve e não pratica. Na hora da prova não resiste e abandona o Senhor. Vivemos em um tempo em que é imprescindível construirmos sobre a Rocha. São muitas as demandas, muitas vezes as oposições partem de dentro de nossas casas ou igrejas. Se perdermos o foco que é Cristo, certamente não suportaremos a hora da prova pela qual todos mais cedo ou mais tarde passamos. Afinal, Que tipo de casa espiritual temos construído? Fica a reflexão! Nadia Malta

 

 

 

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/PERMANEÇAMOS VIGILANTES E FIRMES NA FÉ!

 PERMANEÇAMOS VIGILANTES E FIRMES NA FÉ!

                                                                            


Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos. Todos os vossos atos sejam feitos com amor”.  I Co 16.13,14. 


Os versículos lidos são as exortações finais feitas pelo apóstolo Paulo aos cristãos coríntios. O apóstolo traz uma prática exortação àqueles que desejam andar em santidade e pureza moral de forma perseverante, tanto na Corinto dos dias de Paulo, quanto para a igreja de nossos dias.  É interessante observar que para onde nos viramos hoje, há sempre uma oferta de fórmulas mágicas, sobretudo, para resolver problemas, que vão desde a obesidade, às enfermidades em geral e até mesmo às coisas mais simples. As pessoas estão ávidas por respostas, soluções e possibilidades, desde que não tenham que fazer nenhum esforço ou sacrifício. No entanto, toda mudança requer atitudes. Mas, e quanto ao povo de Deus, que tem sido açoitado tanto por ventos doutrinários cada vez mais devastadores, quanto por tribulações cada vez mais angustiantes? Muitos cristãos têm andado de forma trôpega, vacilante diante dessas assolações. Será que não há nada que possamos fazer que nos assegure um andar firme e perseverante em Cristo? Será que não existe algo que possa restabelecer nossos joelhos trôpegos e nossos passos vacilantes?

O apóstolo Paulo responde através do texto a essas questões. As ordenanças dadas por ele nos versículos lidos precisam gerar atitudes por parte dos que experimentam o Cristo que vivifica. Só a partir daí, essas atitudes serão tomadas com leveza e “sobrenaturalidade”, na dependência do Espírito Santo.  O apóstolo aponta cinco atitudes imperativas que asseguram um andar firme e perseverante em Cristo: Primeira Atitude: Sede Vigilantes! Segunda Atitude: Permanecei Firmes na Fé! Terceira Atitude: Portai-vos Varonilmente! Quarta Atitude: Fortalecei-vos! E Quinta Atitude: Todos os vossos atos sejam feitos com amor! A atitude de vigilância tem sido negligenciada pela maioria absoluta de nós. A vigilância que precisa estar sempre acompanhada da oração é uma questão de sobrevivência para todos os que servem a Deus. Somos espreitados incessantemente por ações e presenças demoníacas, que se colocam ao nosso derredor, para nos derrubar de nossa posição em Cristo.  Precisamos entender que não estamos de férias na terra, mas numa grande arena de guerra.

O Senhor repartiu uma medida de fé com cada um de nós. Contudo, essa medida de fé precisa ser multiplicada ouvindo e acatando a Palavra de Deus. Quanto mais a ouvimos, mais essa Palavra vai sendo consolidada se transformando em certeza inabalável. Tem faltado Maturidade espiritual e esta se adquire quando nos alimentamos, meditamos e praticamos a Palavra de Deus. Não existe outro método. Precisamos também de fortalecimento, que é experimentado pela leitura da Palavra de Deus e dependência do Espírito Santo diariamente. Nada fazemos de nós mesmos, somos tão somente instrumentos nas mãos de um Deus soberano e gracioso.  Finalmente vem A manifestação do amor desinteressado (ágape) que é credencial de cristão verdadeiro. Os atos concretos de amor de cada cristão, sobretudo, pelos que não merecem, testemunham de Cristo, não só lá fora, mas especialmente para os de sua casa. Que estejamos sempre em prontidão diante de Deus! Nadia Malta

 

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/SE O SENHOR É O NOSSO PASTOR NADA NOS FALTARÁ!

 SE O SENHOR É O NOSSO PASTOR NADA NOS FALTARÁ!

                                                                                     


O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre” Salmo 23. 


O salmo 23 é a mais bela e comovente das canções de Davi, o rei salmista. É chamado de salmo da intimidade e da comunhão com Deus. O homem contemporâneo vive a maior crise de necessidades de todos os tempos. As pessoas necessitam de tudo, de: esperança no amanhã; de cuidado; de amparo; de segurança; de provisão; de refrigério; de alimento; de água (a água do planeta está ameaçada); e, sobretudo de descanso. O mundo está acima de tudo cansado e necessitado de Deus. Falta suficiência! Quando olhamos para essas necessidades do homem contemporâneo, percebemos o quanto a Palavra de Deus é atualíssima e sempre à frente de seu tempo. Certa ocasião, Jesus olhou para as multidões e se compadeceu delas porque estavam aflitas e exaustas e eram como ovelhas que não tinham pastor. Os pastores orientais guardavam suas ovelhas, as conduziam, proviam alimento e água para elas, cuidavam delas quando estavam cansadas, feridas ou doentes, as livravam dos perigos, conheciam as suas ovelhas pelo nome e elas por sua vez, ouviam a voz deles e os seguiam.

Davi usa a sua própria experiência, como pastor zeloso por suas ovelhas para ministrar aos seus leitores o cuidado do Senhor, como Supremo Pastor, e a sua suficiência provida para conosco. Todas as necessidades do homem geram um imenso vazio em seu coração e esse vazio só pode ser preenchido por uma única pessoa: JESUS CRISTO, o Maravilhoso Pastor de nossas almas. Davi cantou essas belas palavras, porque tinha certeza que o Senhor era verdadeiramente o Seu Pastor e o estava pastoreando continuamente e nada lhe faltaria. As bênçãos e promessas contidas neste salmo são para as ovelhas do Senhor. Você já é uma ovelha do Senhor? O “NADA” referido pelo salmista está diretamente vinculado ao relacionamento PASTOR/OVELHA. Sendo assim, o que Ele não vai nos deixar faltar? CUIDADO/SUFICIÊNCIA; CONDUÇÃO/DIREÇÃO; e PROTEÇÃO.

O Pastor sempre honra as suas ovelhas preparando-lhes uma MESA na presença de seus adversários. MESA aqui não é um móvel, mas um lugar espaçoso, onde as ovelhas encontram alimento abundante e os inimigos não têm acesso, olham apenas de longe. O verdadeiro alimento leva à unção, à santificação que dá poder e autoridade para vencer os ataques adversários. As ovelhas no final do dia, antes de se recolherem eram ungidas com óleo para evitar os ataques de moscas e outros insetos e o pastor ainda se deitava à porta do aprisco para evitar a entrada de intrusos durante o repouso das ovelhas. Deus faz assim conosco, nos cobrindo com seu Santo Espírito e acampando os seus anjos ao nosso redor. E finalmente ele promete às suas ovelhas, que a sua bondade e misericórdia as seguirão por todos os dias de suas vidas e que ainda habitarão na Casa do Senhor para todo o sempre. Assim, confiemos no Supremo Pastor das nossas almas, O Senhor Jesus Cristo! Nadia Malta

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/PRECISAMOS CRER PARA VER!

 PRECISAMOS CRER PARA VER!

                                                                                    


E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis”. Mt. 21.22. 


Temos falado exaustivamente sobre confiança em Deus, sobretudo, em um tempo em que a maioria dos cristãos além de não gostar de estudar as Escrituras, comem tudo que tem sido servido ali e acolá sem submeter ao crivo da palavra de Deus. Gostaria hoje de fazer mais uma aplicação específica da palavra viva de Deus que deve ser recebida com tremor: Essa palavra viva é geradora de uma fé verdadeira que produz resultados visíveis e é isso que precisamos experimentar. Quero deixar bem claro que não estou falando de evangelho de prosperidade ou do triunfalismo ufanista dos seguidores do positivismo determinista, mas de uma fé verdadeira, operante associada à vontade de Deus não a do homem. Para entendermos uma escritura precisamos colocá-la à luz de outras escrituras da Palavra de Deus. Se retaliarmos um versículo, corremos o risco de fabricar heresias. Certamente o texto lido é um dos mais citados pelos papas da prosperidade irresponsável e um dos mais mal interpretados também.

O povo de Deus precisa se tornar ousado em sua fé e essa fé tanto para salvação quanto para a vitória vem pelo ouvir a Palavra do Senhor. Correr atrás de vitórias sem intimidade com o Senhor por meio de Cristo é correr atrás do vento. Ainda que essas vitórias sejam um direito nosso como povo da aliança, elas precisam ser conquistadas através de uma vida de testemunho e comunhão com o Senhor. E para isto montes precisam ser tirados do caminho e o maior deles é sem dúvida a incredulidade. O autor de Hebreus diz que um perverso coração de incredulidade pode nos afastar do Deus Vivo. O texto chama a atenção para dois princípios quando pleiteamos uma causa diante de Deus: Não duvidar. A dúvida é inimiga da fé de resultados; e Colocar  a fé em ação. Quem crer sem duvidar, na certeza da vontade de Deus, colocando a fé em ação verá e fará maravilhas. O Senhor queria mostrar aos seus discípulos o poder da fé que precisa ser exercitado por todos os que professam segui-lo. Mesmo uma minúscula fé pode abalar montes, contudo, a fé verdadeira que produz resultados é uma certeza de fatos que não são vistos ainda com os olhos humanos, mas são comunicados pelo Espírito Santo ao nosso coração.

O Senhor ministrou aos discípulos que o poder da palavra proferida com fé é gerador de resultados visíveis, extraordinários como deslocar montes de seus devidos lugares. Claro, que Ele não fala aqui de montes literais, mas usa a analogia dos montes para falar dos obstáculos que se interpõem entre nós e nossas bênçãos prometidas. O cristão não pode perder de vista que a vontade de Deus é sempre boa, agradável e perfeita. Quaisquer coisas que pedirmos que não se encaixe nesses três adjetivos não vêm de Deus. Muitas vezes lutamos por algo que até pode ser classificado como bom ou agradável, mas se não for perfeito, certamente não vem de Deus. Nada que não possa glorificar a Cristo vem de Deus! O reformador Lutero disse: “Qualquer ensinamento que não se enquadre na Bíblia deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias!”. Nadia Malta.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/SERVIMOS AO DEUS DE SAÍDAS IMPENSÁVEIS!

 SERVIMOS AO DEUS DE SAÍDAS IMPENSÁVEIS!

                                                                                   


Disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta o teu bordão, estende a mão sobre o mar e divide-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. Então, Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o Senhor , por um forte vento oriental que soprou toda aquela noite, fez retirar-se o mar, que se tornou terra seca, e as águas foram divididas. Os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas lhes foram qual muro à sua direita e à sua esquerda”. Êxodo 14:15,16, 21,22. 


O povo de Deus na sua fuga do Egito se viu numa situação absolutamente sem saídas humanas. Atrás a perseguição de faraó e seu exército. Dos lados uma geografia íngreme e na frente o mar. O que fazer diante de tal situação?  O próprio Senhor pergunta em sua palavra: “Acaso há, coisa demasiado difícil ou maravilhosa demais para mim?”. Apesar da incredulidade e murmuração do povo, havia alguém ali, que testemunhava e confiava em Deus: Esse alguém era Moisés! Então, a desculpa de que só você é cristão em sua casa, não funciona, se você crer verdadeiramente, verá a glória de Deus na situação. Um só com Deus é maioria!  Quando exercitamos a nossa fé, como Moisés, descobrimos que faraó e seu exercito não representam nenhuma ameaça para nós, porque o Senhor é quem peleja por nós. Naquela situação desesperadora e sem saída, o Senhor entra com a única saída impensável: Abrir o mar!

O nosso Deus é Deus de milagres; Deus de maravilhas; Deus de saídas inesperadas, de soluções impossíveis e impensáveis. Tudo o que precisamos é crer e confiar. O resto é com ele. O milagre em nossa vida é uma possibilidade absolutamente real. Falo do verdadeiro milagre, não do milagre vendido, comercializado, fabricado que é tão facilmente propagado em nossos dias pela igreja eletrônica. Onde dão ordens ao Senhor como se ele fosse um empregado celestial, determinando-se que seja feita a vontade do homem, não a de Deus. O milagre acontece na vida daqueles que plantam sementes gloriosas de fé. Foi assim com Moisés e com tantos homens e mulheres de Deus do passado e do presente. O autor de Hebreus diz que Moisés: “permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível”. Que assim seja conosco!

A primeira ordem do Senhor é para não temer! Quando sentimos um medo muito grande, recebemos uma violenta descarga de adrenalina, que nos faz reagir e enfrentar a situação ou ficamos simplesmente paralisados e tentamos fugir; com Israel aconteceu a segunda situação. Moisés manda o povo se aquietar. Era preciso que naquela hora de tremenda crise, o povo parasse de se debater e tentar saídas humanas; a hora era de aquietar-se para assistir o agir de Deus. Conosco é também assim, toda vez que as saídas humanas cessam, é chegada a hora de Deus. O povo deveria se calar. Crente “reclamão” não recebe nada de Deus. Moisés sabia disso e queria fazer cessar a voz de lamentação. O povo continuava clamando. O fato de Israel estar diante do mar, não era problema para Deus.  Mar representa na Bíblia tribulação; grande dificuldade. O Senhor continua querendo abrir os mares que se acham à nossa frente! Finalmente, Precisamos aprender a marchar como bons soldados de Cristo, ao comando dele, nosso General. O Senhor é o mesmo e continua abrindo mares para que o seu povo passe a pé enxuto. Israel passa a pé enxuto e o mar se fecha sobre os egípcios que o perseguia. A vitória sempre chega para os crêem! Muitas vezes aguardamos a nossa vitória em lágrimas, mas na certeza que ela virá! A Ele toda honra toda glória e todo o louvor! Nadia Malta

 

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/A INGRATIDÃO AGRIDE A BONDADE DE DEUS!

 A INGRATIDÃO AGRIDE A BONDADE DE DEUS!

                                                                                   


Queixou-se o povo de sua sorte aos ouvidos do Senhor; ouvindo-o o Senhor, acendeu-se-lhe a ira, e fogo do Senhor ardeu entre eles e consumiu extremidades do arraial. Levantou-se, pois, toda a congregação e gritou em voz alta; e o povo chorou aquela noite. Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Tomara tivéssemos morrido na terra do Egito ou mesmo neste deserto! E por que nos traz o Senhor a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos para o Egito? E diziam uns aos outros: Levantemos um capitão e voltemos para o Egito”. Números 11:1; 14:1-4. 


Os contextos nos quais os versículos lidos estão inseridos mostram a jornada do povo de Israel no deserto. Os israelitas foram libertos do Egito sob a mão poderosa e portentosa de Deus, no meio de grandes sinais e prodígios, contudo tinham a memória fraca e um coração ingrato, se levantaram contra Deus e contra Moisés e em coro começaram a murmurar com saudades do Egito. A inclinação para a murmuração é antiga como vimos. Hoje as coisas não são diferentes. Recebemos as bênçãos de Deus, nos esquecemos de agradecer e ainda desandamos a murmurar, cantando um cântico de vitoria para o adversário.

O povo de Deus tem esquecido que um coração ingrato acende a ira de Deus! Por isso tem tanto cristão passando pela prova e definhando a cada dia. É tempo de mudar essa atitude e passarmos a contar as muitas bênçãos e por elas darmos graças ao Senhor porque ele e bom e a sua misericórdia dura para sempre! Temos insistido em implantar uma cultura de ações de graças no seio da Igreja. Todos os anos fazemos a campanha de CEM DIAS DE GRATIDÃO SEM MURMURAÇÃO! Contudo, tem sido difícil as pessoas aprenderem a contar as bênçãos! Os textos lidos apontam três sintomas e dois resultados da ingratidão

Primeiro Sintoma da Ingratidão: Descontentamento e murmuração que são frutos da falta de confiança em Deus e de uma insatisfação patológica. Para esses nada é suficiente. Estão sempre querendo mais e mais; Segundo Sintoma da Ingratidão: Saudades da velha Vida. Esses estão sempre olhando para o passado e perdem a bênção do Presente; Terceiro Sintoma da Ingratidão: Fastio de Deus, o mais triste dos sintomas.  Primeiro Resultado da Ingratidão: Ela Acende a Ira de Deus. Esquecemos que bondade e severidade são atributos do mesmo Deus. Segundo Resultado da Ingratidão: Ela nos faz perder a bênção. O Senhor pode até atender os murmuradores satisfazendo-lhes o apetite físico, mas faz definhar-lhe a alma, como diz através do salmista no Salmo 106.15. Ainda há tempo de restaurar a porta da gratidão em nosso coração para não entristecer o Espírito de Deus e não acender a ira do Senhor! Nadia Malta

domingo, 21 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/NÃO PRECISAMOS TEMER DEUS PELEJA POR NÓS SEMPRE!

 NÃO PRECISAMOS TEMER DEUS PELEJA POR NÓS SEMPRE!

                                     




Nem eu, nem meus irmãos, nem meus moços, nem os homens da guarda que me seguiam largávamos as nossas vestes; cada um se deitava com as armas à sua direita”. Ne. 4.23.


O livro de Neemias é uma lição viva sobre oração, prontidão, trabalho conjunto e unidade de fé. Essas características devem pautar a vida de todo cristão genuíno. Neemias desistiu de uma posição privilegiada e bem remunerada junto ao rei da Pérsia para em obediência ao Senhor reedificar os muros de Jerusalém e reunir os judeus como uma nação novamente. Aprendemos aqui que nem sempre estar no centro da vontade de Deus é estar no lugar mais cômodo. Quando os judeus começaram a servir ao Senhor e a glorificar o nome de Deus, o inimigo entrou em ação. É sempre assim que ele age, por isso precisamos estar atentos. Spurgeon disse: “Deus teve somente um Filho sem pecados, mas nunca teve um filho sem tribulações”. O nome Neemias significa “o Senhor consolou” e foi exatamente o que o Senhor fez ao seu povo depois de um longo período de tristeza, fracasso, abatimento e jugo. A consolação de Deus veio através do seu instrumento, dando vitória ao seu povo, mas não sem luta. A idéia central aqui é mostrar o valor da unidade da fé, da oração vigilante, bem como da diligencia na obra de Deus.

Quando as coisas estão indo bem, devemos ficar atentos às possíveis investidas do inimigo, pois ele não quer ver a obra de Deus progredir. A oposição dos homens, além de ser um sinal da aprovação do céu, é também uma oportunidade de crescimento espiritual. Já reparou que ninguém atira pedras numa árvore que não dá frutos? Quando a oposição é muito ferrenha e sem causa, é sinal que estão sendo liberadas muitas e grandes bênçãos do céu para nós. Guarde essa verdade! O que temos a fazer nesses momentos é orar para que Deus nos fortaleça e nos dê estratégias da parte dele para lidar com a situação, usando as armas do Senhor, não armas e influencias de homens. Este capítulo mostra quatro armas do adversário em oposição à obra do Senhor: Zombaria (escárnio); Conspirações ameaçadoras; Desânimo; e Medo.

A zombaria é chamada de “linguagem do diabo”. Vem para depreciar e enfraquecer, principalmente aqueles que já estão com uma autoestima baixa. Muitos servos de Deus já sofreram ataques dessa arma poderosa: Davi foi escarnecido por Golias; Jesus foi escarnecido pelos soldados e pelo populacho. O povo de Deus estava cercado por todos os lados. Essa tem sido uma grande estratégia do adversário para nos assombrar, nos cercar por todos os lados. Já reparou que um problema nunca vem sozinho? Note como os ímpios são capazes de se unir contra a obra de Deus. O povo de Deus precisa aprender unidade, por isto o Senhor nos chamou de Corpo. O desânimo é uma velha e eficaz arma do nosso adversário e já foi usada com sucesso muitas vezes. Cuidado com as notícias e com as interpretações que aqueles que parecem estar ao nosso lado dão à situação enfrentada. Muitas vezes, pela imaturidade ou falta de vigilância, são instrumentos para nos assolar. Preste atenção! O medo, além de nos paralisar, é contagioso. Quando enfrentamos uma situação que faz brotar o medo em nosso coração, devemos nos lembrar da grandeza de Deus. Quando os inimigos descobriram que o povo de Deus estava armado e preparado recuaram. Deus havia frustrado a sua conspiração. O segredo da vitória de Neemias: Colocar tudo diante de Deus em oração, sempre; Trabalhar em Unidade; Ter em mente a certeza das promessas e da presença de Deus conosco; e Manter-se ocupado, não parar a obra, permanecer sempre em prontidão! Avancemos na força que o Senhor supre! Nadia Malta

sábado, 20 de novembro de 2021

editação/Nadia Malta/QUE OS NOSSOS OLHOS ESTEJAM POSTOS UNICAMENTE EM DEUS!

 QUE OS NOSSOS OLHOS ESTEJAM POSTOS UNICAMENTE EM DEUS! 

                                                                                     


Ah! Nosso Deus, acaso, não executarás tu o teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti”. II Cr 20.12. 


O texto lido na verdade, é bem longo, são trinta versículos, que contam a grande tribulação enfrentada pelo rei Josafá de Judá, quando três exércitos se levantam contra seu pequeno e aparentemente indefeso reino. O aparato militar daqueles reinos que vieram contra Judá era muito grande. Era impossível vencê-los com o pequeno arsenal de Judá. Josafá se dispôs a buscar o Senhor, jejuar e orar juntamente com todo o povo. Vemos aqui a importância da oração de unidade. A igreja é um corpo e precisa agir em unidade de fé. O seu clamor chegou à Santa Habitação de Deus e a resposta desceu.  O rei Josafá, como qualquer um de nós, diante de uma situação daquela sentiu medo, mas não deixou que o medo o paralisasse e o levasse ao desespero e a murmuração. Ele recorreu à única saída possível: O DEUS TODO PODEROSO, que por nós tudo executa. Invariavelmente nessas situações nos sentimos absolutamente impotentes para encontrarmos as saídas. Desespero cega o entendimento. Mas qual o propósito dessas grandes investidas contra nós? Quando essas coisas não vêm como consequência de pecados, só me vem uma resposta: são testes de fé, onde o Senhor pode usar até mesmo nossos inimigos para nos provar, edificar e amadurecer.

Note que essas situações vêm sempre de repente para abalar a nossa estrutura emocional e espiritual. São os negócios que desandam de repente; uma perseguição acirrada naquele emprego dos seus sonhos; o estremecimento ou a ruptura com o cônjuge; uma doença que surge de repente; o desemprego quando você acabou de comprar um apartamento ou carro novo cujas prestações são altíssimas e você não tem como honrar; um vizinho que resolve encrencar se opondo a você gratuitamente; uma dívida monstruosa que aparece de repente; um acidente com o carro onde a perda é total e você esqueceu-se de fazer o seguro; aquela cirurgia complicada que o médico diz que você tem que fazer com urgência e tantas outras situações que chegam sem avisar e de uma só vez. Misericórdia! Nesses momentos gosto de olhar para as grandes e poderosas intervenções de Deus no passado, elas me dão ânimo. Gosto também de rastrear a caminhada de fé dos homens e mulheres de Deus do passado, há sempre lições preciosíssimas a serem aprendidas com a experiência deles. O apóstolo Paulo falando aos romanos diz que a tribulação produz perseverança, a perseverança produz experiência e a experiência produz esperança. Por isso é proveitoso e didático fazermos releituras dos textos bíblicos que nos encorajam a não desistir da luta.

A oração de Josafá revela três elementos indispensáveis na hora da batalha: A certeza do agir de Deus (fé); O reconhecimento da própria impotência (humildade); e Ter os olhos postos somente em Deus (esperança). O Senhor, então, dá a estratégia de ação: Josafá não deveria temer, nem pelejar; apenas marchar ao encontro das forças inimigas cantando em louvor de Deus; ele e o povo desceriam ao encontro, mas diante do inimigo ficariam parados, vendo o agir de Deus. Qual o resultado daquela estratégia? O Senhor pôs emboscadas entre os três exércitos e eles se destruíram entre si. As riquezas dos inimigos foram transferidas para o povo de Judá. Invariavelmente saímos mais ricos das nossas lutas mais renhidas. Eles terminaram celebrando um grande culto de ação de graças e o lugar da peleja foi chamado de Vale de Bênção. Que os nossos olhos estejam sempre postos em Deus! Nadia Malta

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/QUE CRISTO HABITE EM NOSSO CORAÇÃO VERDADEIRAMENTE!

 QUE CRISTO HABITE EM NOSSO CORAÇÃO VERDADEIRAMENTE!

                                                                              


Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém”! Efésios 3:14-21. 


No texto lido, o apóstolo Paulo traz uma das mais ousadas orações em favor da igreja, movido pelo Espírito Santo. Ele ousou pedir algo que vai além do nosso entendimento. Paulo se põe de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda a família, tanto no céu como na terra para que a igreja faça a diferença na terra. É necessário retomar a nossa verdadeira vocação. Cada dia se percebe menos inclinação por parte dos cristãos para orar em favor da igreja como um todo, para que ela, real e efetivamente assuma a sua vocação como Corpo vivo de Cristo sobre a terra, através do qual Ele opera.  As lideranças estão mais preocupadas em resultados imediatos aqui e agora: curas, empregos, conquistas, crescimento numérico, construção de mega templos entretenimento. Jesus está às portas precisamos nos preparar. Definitivamente precisamos nos empenhar para que a igreja faça a diferença sobre a terra.

Fomos chamados para ser o povo da esperança, o povo da alegria, a nação santa, o sacerdócio real, o povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamarmos as virtudes daquele que nos transportou das trevas para a sua maravilhosa luz, como diz o apóstolo Pedro. Ao invés disso o que temos visto? Cristãos assustados com medo de tudo e de todos, práticas mundanas no seio da igreja, competitividade, ciúmes e contendas, invejas ministeriais, lares destruídos, as patologias emocionais atingindo em cheio o povo de Deus. A Igreja precisa assumir a sua santa vocação e exercer a sua autoridade como Corpo vivo de Cristo sobre a terra! Como Corpo Vivo de Cristo sobre a terra, a igreja precisa entender quatro verdades: A Igreja precisa entender que é um povo fortalecido com o poder do Espírito Santo; A igreja precisa entender que é um povo habitado por Deus; A igreja precisa entender que é um povo firmado no amor de Cristo; e A quarta verdade não aparece no texto, mas gostaria de ministrá-la a igreja: A igreja precisa parar de olhar com pena para si mesma e tomar consciência do poder e plenitude de Deus que já lhe foram outorgados por ele.

Só uma igreja cheia do Espírito Santo e fortalecida com o poder de Deus pode prevalecer neste mundo tenebroso e sair mais que vitoriosa na luta contra o mal. Quanto mais cheios do Espírito estivermos, mais vazios de nós mesmos estaremos. A igreja é o Corpo vivo de Cristo. É transporte de sua vida. Somos embaixadores de Deus. Aonde chegamos o Senhor chega e seu poder se manifesta. Ele poderia se manifestar através de anjos, mas por um ato de sua soberania resolveu se manifestar através de você e de mim. Quando entendemos que somos verdadeiramente habitados por Deus, a vida do Senhor é demonstrada ao mundo através de nós, sobretudo, em atos concretos de amor. Paulo ora para que a igreja seja arraigada (usa a figura da árvore sustentada pelas raízes); pede também que ela seja alicerçada (usa a figura da construção, que precisa ter um alicerce forte). Tanto nossas raízes como nosso alicerce devem estar firmados no amor de Cristo. A igreja que somos nós precisa tomar consciência do que já recebeu de Deus e se tornar ousada em suas ações, reações e orações. Que a Graça viva nos assista. Nadia Malta

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/TRANSFORMAÇÃO É MUDANÇA PROFUNDA!

 TRANSFORMAÇÃO É MUDANÇA PROFUNDA!

                                                                                    


 Porque, no oitavo ano do seu reinado, sendo ainda moço, começou a buscar o Deus de Davi seu pai; e, no duodécimo ano, começou a purificar a Judá e a Jerusalém dos altos, dos postes-idolos e das imagens de escultura e de fundição. Na presença dele, derribaram os altares dos baalins; ele despedaçou os altares do incenso que estavam acima deles; os postes-idolos e as imagens de escultura e de fundição, quebrou-os, reduziu-os a pó e os aspergiu sobre as sepulturas dos que lhes tinham sacrificado”. II Cr. 34. 3, 4.


Temos ouvido muito nesses dias sobre o relacionamento que devemos ter com o Senhor. Contudo, para que este relacionamento aconteça é necessário nos achegar cada vez mais a Ele numa íntima e contínua comunhão. Essa comunhão leva a santificação, que por sua vez leva a um genuíno avivamento. Quanto mais se aproxima o dia da volta de Cristo mais se faz necessário que o seu povo persiga a santificação de forma radical. Não estou falando de “santarronice” exterior, mas de uma legitima inclinação para fazer a vontade do Pai celestial e uma profunda consciência de sua presença aonde quer que estejamos. Por isso hoje gostaria de compartilhar com a igreja a experiência radical do rei Josias ao purificar o santuário e renovar a aliança com o Senhor. A palavra radical tem sido muito usada em nossos dias para designar esportes, posturas e estilos de vida, sobretudo, dos jovens. Contudo, creio que essa palavra tem a sua aplicação mais apropriada na vida dos verdadeiros cristãos. É impossível alguém ser meio cristão! É comum ouvirmos que certas pessoas são amigas do evangelho, mas ainda não se converteram. Ninguém é amigo do evangelho a não ser os próprios cristãos!

Estratégias de Josias que podem ser aplicadas à nós hoje: Ele começou a buscar o Senhor; Ele começou a purificar o Santuário e o Culto; Ele mandou reparar a Casa do Senhor; Ele consulta o Senhor; e Ele renova a aliança com o Senhor. O nome Josias =significa dado pelo Senhor. Na verdade, ele foi concedido à nação por um ato da misericórdia de Deus. Note que ele veio de uma família terrivelmente desestruturada espiritualmente. Tanto seu pai quanto seu avô fizeram o que era mau perante o Senhor, mas quando um homem só se posiciona diante de Deus as maldições são quebradas. Mesmo sendo moço e inexperiente, diante da situação caótica em que estava mergulhada a nação de Judá, ele buscou o Senhor com sinceridade de coração. Oração é tudo! O Senhor ouviu o clamor de Josias e veio em seu auxílio. Quando nos encontramos com o Senhor de verdade, há uma mudança total, os modelos, padrões e práticas antigas já não atraem nem nos servem mais. Josias percebeu isso e logo tratou de fazer as mudanças necessárias. Tanto no santuário quanto no próprio culto.

Josias diligenciou a restauração do Templo, já livrado de toda sorte de imundície.  Quando abandonamos a idolatria, precisamos de uma obra de restauração em nosso interior. Essa obra é feita através da ação efetiva do Espírito Santo por meio da Palavra Deus. Há um lavar regenerador do Espírito em nós que repara o que foi danificado pelo pecado. Apesar da impiedade da nação, o Senhor responde a oração do rei, prometendo-lhe paz durante os dias de sua vida. Ele havia se quebrantado diante do Senhor e isso lhe foi agradável.  Consultar o Senhor em relação a cada ato, a cada decisão, cada necessidade que temos faz parte da nova vida e é segurança para nós. Oramos, buscamos a Ele em todas as situações, mas é preciso aprender a esperar nele até que a resposta venha, como fez Josias. Depois de sua obra de purificação e conserto, Josias juntamente com o povo renova a aliança com o Senhor, que havia sido profanada pela idolatria e rebelião. Gostaria de chamar a atenção para uma renovação pessoal da nossa aliança com o Senhor, com o quebrantamento devido e a consciência da necessidade de voltarmos ao Senhor de todo o nosso coração. Que assim seja, em nome de Jesus Cristo, Amém! Nadia Malta

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/ANDEMOS EM SANTIDADE, EM AMOR E EM DIGNIDADE!

 ANDEMOS EM SANTIDADE, EM AMOR E EM DIGNIDADE!

                                                                                 


Finalmente, irmãos, nós vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, como de nós recebestes, quanto à maneira por que deveis viver e agradar a Deus, e efetivamente estais fazendo, continueis progredindo cada vez mais; porque estais inteirados de quantas instruções vos demos da parte do Senhor Jesus. Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo. No tocante ao amor fraternal, não há necessidade de que eu vos escreva, porquanto vós mesmos estais por Deus instruídos que deveis amar-vos uns aos outros; e, na verdade, estais praticando isso mesmo para com todos os irmãos em toda a Macedônia. Contudo, vos exortamos, irmãos, a progredirdes cada vez mais e a diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar”.1 Tessalonicenses 4:1-12. 


No texto lido, o apóstolo Paulo escreve à igreja de Tessalônica, fundada por ele em sua segunda viagem missionária, para exortá-la quanto à pureza moral, ao amor fraternal e à diligencia no trabalho diário. Aqui encontramos a idéia central do texto. O apóstolo Paulo inúmeras vezes associa ou compara a vida cristã a uma caminhada, ou a um andar. Assim, O CRISTÃO PRECISA ACERTAR O PASSO! Andar em sincronia com o Cristo deve ser o nosso alvo. Toda caminhada, seja física ou espiritual, começa com um primeiro passo. A vida cristã começa com um passo de fé, que conduz a uma caminhada de fé. Quem caminha, não permanece no mesmo lugar. Caminhar também requer esforço e Deus prometeu nos ajudar, sustentar e fortalecer. No entanto, é preciso nos certificar se verdadeiramente estamos “andando na luz”, pois o adversário está sempre à espreita preparando armadilhas para os nossos pés, às vezes essas armadilhas são tão sutis que não percebemos. Para evitar tropeços o apóstolo Paulo descreve aqui três maneiras, segundo as quais o cristão deve andar para acertar o passo com o Cristo: Andar em Santidade; Andar em Amor uns pelos outros; e Andar em Dignidade.

Não era fácil para os novos crentes viverem uma vida de santidade. O ambiente moral do Império Romano era absolutamente promíscuo. Por que devemos andar em santidade? Devemos andar em santidade para agradar a Deus.  Devemos andar em santidade para obedecer a Deus. Devemos andar em santidade para glorificar a Deus. Devemos andar em santidade para sermos poupados do julgamento de Deus. Aqui o apóstolo Paulo volta à exortação recorrente em todo o Novo Testamento: o amor com que devemos amar uns aos outros. Ele enfatiza a necessidade dos seus leitores progredirem no exercício do amor fraternal. Note que a natureza determina a ação: Os cristãos amam porque têm a natureza de Deus e Deus é Amor.

A ênfase aqui quanto ao andar em dignidade fala do testemunho do cristão no dia a dia. A grande preocupação de Paulo era que os cristãos de Tessalônica trabalhassem honestamente; que tivessem honradez ao empenhar a palavra; que não usassem de meios ilícitos para conseguir isso ou aquilo. Por estarem desocupados e ociosos, acabavam se intrometendo na vida dos outros. “Mente vazia é oficina do diabo”. De certa maneira estavam imitando o proceder dos gregos, que desprezavam o trabalho manual que ficava por conta dos escravos. Que nosso andar honre ao Senhor! Nadia Malta

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/ATENTEMOS PARA O ALTÍSSIMO PADRÃO DE DEUS PARA OS REGENERADOS!

 ATENTEMOS PARA O ALTÍSSIMO PADRÃO DE DEUS PARA OS REGENERADOS!

                                                                                      


Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo. Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós, Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave”. Efésios 4:25-32; Efésios 5:1,2.


No texto lido o apóstolo Paulo traça um perfil de santidade requerido pelo Senhor dos seus escolhidos. Aqueles que permanecem em Cristo vão se conformando dia a dia à sua imagem. Aliás, Paulo já começa o capítulo quatro rogando aos seus leitores que andem de modo digno da vocação a que foram chamados. Que vocação é essa? O alto padrão de santidade exigido por Deus àqueles que foram alcançados e regenerados por ele. O padrão de santidade exigido por Deus aos seus escolhidos que foram regenerados e nasceram de novo, contrasta frontalmente com o padrão do mundo que tem adentrado à igreja com o nosso consentimento.

É tempo de preparação e precisamos ter discernimento dessas coisas. Os crentes dos nossos dias têm se mostrado permissivos e coniventes com práticas que só se adéquam ao velho padrão mundano, não à novidade de vida exigida pelo Senhor ao seu povo escolhido. Fomos chamados para ser santos como ele é santo. No Sermão do Monte Jesus afirma enfaticamente que “Se a vossa justiça não exceder e muito a dos escribas e fariseus jamais entrareis no Reino dos Céus!”.

O apóstolo Paulo aponta algumas mudanças visíveis naqueles que abraçam o novo padrão requerido por Deus. O Abandono da mentira; O Abandono da intemperança; O Abandono da desonestidade;  O Exercício de um falar sadio, que transmita graça para não entristecer o Espírito Santo; e O Exercício do amor, da abnegação e do perdão uns para com os outros. Como podemos alcançar esse padrão exigido por Deus aos seus escolhidos? A ordenança de Efésios 5.1 responde a essa pergunta: Paulo falando pelo Espírito ordena que imitemos a Deus como filhos amados (todo filho precisa apresentar características do pai). Como podemos fazer isso? Olhando o andar de Cristo. Jesus nos revela o Pai. Ele não veio impor formalismos religiosos, mas atos concretos de amor a partir de mudanças interiores. Guardemos essa ordenança: “Sede, pois, imitadores de Deus como filhos amados!”. Nadia Malta

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...