segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/SÓ A GRAÇA DE DEUS NOS FAZ ADORAR NA AGONIA!

 SÓ A GRAÇA DE DEUS NOS FAZ ADORAR NA AGONIA!

                                                                             


Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”. At. 16. 25, 26. 


Que sejamos estimulados como povo de Deus a oferecer ao Senhor sacrifícios de louvor no meio das nossas agonias. Foi o que aconteceu na cidade de Filipos, região da Macedônia, na Ásia menor. Numa prisão da cidade o Apóstolo Paulo e Silas, seu companheiro de jornada, sob a falsa acusação de estarem tumultuando a cidade. Eles oravam e louvavam ao Senhor, apesar da situação. O texto nos ensina pelo menos três preciosas lições: Estar fazendo a obra não nos isenta de passar por horas de suores frios; No meio da agonia mais atroz é possível ver Aquele que é invisível, mas real, foi o que aconteceu com aqueles servos; A nossa libertação repercute na vida de muitos, assim como aconteceu naquela situação. Depois de serem tremendamente usados por Deus para libertar uma mulher cativa de um espírito de adivinhação e do Senhor operar maravilhas através deles, esses homens, por uma artimanha maligna, são açoitados e presos. Eles podiam enxergar a vitória através do véu denso daquela prisão insalubre. Eles podiam declarar a fé do tipo “ainda que...”

Na prisão eles oravam e cantavam, porque sabiam em quem criam e sabiam também que de um jeito ou de outro seriam libertos. Sim, somos libertos quer na vida quer na morte! Quem louva ao Senhor no meio da agonia enxerga Aquele que é invisível, mas real! Creio que o Espírito Santo de Deus quer falar com todos os que recebem esta palavra, se sentem assim e carecem de uma estratégia do Alto para sair da situação onde se encontram. Uma grande estratégia do céu é “oferecer a Deus sempre por meio de Jesus sacrifício de louvor que é fruto de lábios que confessam o seu nome”, diz o autor de Hebreus. E não estou falando de algo mecânico, mas de uma fé viva que sabe em quem crê, apesar das circunstancias. Aliás, há dois sacrifícios que precisamos aprender a oferecer ao Senhor em meio às nossas lutas: Um é o sacrifício de louvor oferecido tão eficazmente por Paulo e Silas naquela prisão de Filipos, o outro é o sacrifício de ações de graças tão usado pelos salmistas em suas lutas diárias. Enquanto primeiro é um cântico na agonia que é entoado para glorificar o Senhor no meio do sofrimento, o segundo é a gratidão pela vitória antes mesmo do fim do combate.

Agora, preste atenção aqui! Não importa o tipo, o local ou o nome da sua prisão. A de Paulo era em Filipos. A sua pode ser o medo, um vício, uma inclinação.  Uma rejeição, um relacionamento, uma enfermidade, uma situação ou circunstancia não importa. O Deus que operou nos dias de Paulo e Silas opera hoje, então ore e louve ao Deus que tudo pode. A força daquela atitude de fé de Paulo e Silas moveu céus e terra a favor deles. A mesma coisa pode acontecer com todo aquele que agir de igual modo. Por isso ore e cante você mesmo. O Senhor deseja ouvir a sua voz, mesmo em lágrimas. À semelhança de Paulo e Silas, quando você for liberto, os que estão ao seu redor também serão em nome do Senhor Jesus Cristo. As cadeias de todos foram abertas. Quantos estão se sentindo assim, necessitados de liberdade, de folga? Sentem-se aprisionados, criticados, acusados injustamente, feridos, perseguidos, encurralados e desesperadamente necessitados de uma intervenção poderosa de Deus em suas vidas. Muitas vezes essas cadeias não são físicas, mas emocionais ou espirituais. Muitos em nosso meio encontram-se presos ao medo, à intransigência, a jugos insuportáveis, à ansiedade, ou mesmo a vícios e inclinações. Há muitos cativos em nosso meio que o Senhor deseja libertar. O que tem faltado?  Passos ousados de fé! Glorifiquemos ao Senhor no meio das nossas agonias! Nadia Malta

domingo, 30 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/CUIDADO COM A CONIVÊNCIA COM O MAL DENTRO DA IRMANDADE!

 CUIDADO COM A CONIVÊNCIA COM O MAL DENTRO DA IRMANDADE!

                                                                                     


“Exortamos-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimes para com todos”. Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes”. I Tessalonicenses 5.14; II Tessalonicenses 3.6. 


Segundo um relatório trazido por Timóteo, alguns irmãos na igreja em Tessalônica andavam desordenadamente sem observar a sã doutrina, deixando de trabalhar e explorando uns aos outros. Paulo escreve de Corinto para aquela comunidade, exortando-a a manter uma conduta digna e ordeira tanto na comunhão dos santos quanto na vida pessoal. O apóstolo traz algumas ordenanças ao final da primeira epístola com o propósito de levar aqueles irmãos a um andar digno da vocação a que foram chamados, especialmente no que diz respeito ao cuidado e responsabilidade de uns para com os outros. O apóstolo não está ensinando segregação, acepção ou distinção entre uns e outros. Ele está falando de um tipo específico de pessoas que se infiltra nas comunidades com o fim de tirar a paz e minar a comunhão. Esses não querem o Cristo, mas apenas aquilo que podem aproveitar dos irmãos. Fiquemos atentos. As palavras aqui trazidas também se aplicam aos cristãos contemporâneos de forma muito oportuna. Atentemos para elas. Peçamos ao Senhor que sonde o nosso coração e onde houver caminhos maus, Ele com toda liberdade os conserte, nos reconduzindo ao Caminho eterno.

O apóstolo Paulo traz aqui severas exortações, tanto aos cristãos daquela época quanto aos dos nossos dias: Os textos pressupõem uma responsabilidade que devemos ter uns com os outros; O apóstolo torna-se prático em suas exortações dizendo o que deve ser feito por nós, e O apóstolo torna-se mais enfático ainda e mostra que infelizmente há aqueles que andam desordenadamente sem arrependimento ou mudança, dos quais devemos nos afastar. Entendemos que muitos agem como Caim, que ao ser perguntado por Deus onde estava seu irmão, respondeu: “Acaso sou eu tutor do meu irmão?”. Somos sim, responsáveis pelos nossos irmãos na fé. O dever de cuidar não é só do pastor, mas todos nós somos cuidadores uns dos outros e num certo grau pastoreamos. Contudo, vale a pena refletir até onde deve ir a nossa responsabilidade com o outro? A igreja não é um museu de santos, mas um hospital de pecadores. Mas há os que não se deixam tratar e permanecem nas comunidades com o propósito de contaminar os outros com a sua amargura e malignidade disfarçada de vitimismo. A palavra aqui é: CUIDADO!

Somos exortados de maneira imperativa pelo apóstolo a: Aconselhar os insubmissos, consolar os desanimados, amparar os fracos e ser tolerantes para com todos. Creio que o apóstolo está ordenando essas práticas em relação aos irmãos em Cristo, que acatam esses cuidados e se dispõem a ser ministrados. Mas há muitos que não se deixam cuidar! São como pés de mandacaru cheios de espinhos, impossível abraçá-los! Neste caso, recuemos sem culpa e apenas oremos por eles. Precisamos buscar do Senhor discernimento para perceber quais são aqueles que se misturam em nosso meio, mas não são dos nossos. Infiltram-se com o propósito de tirar vantagem e, sobretudo, tirar a paz da comunidade semeando contendas. Querem as bênçãos, mas não compromisso com o Abençoador!  São arrogantes, acusadores e ingratos. São maledicentes, caluniadores, encrenqueiros e espalham contendas. Têm dois pesos e dias medidas, com uma postura na comunidade outra lá fora. São usurpadores e exploradores dos irmãos. São como o Mar Morto que só recebe sem dar nada. Querem ser ajudados, mas não ajudam ninguém. Meu pai costumava dizer: “Um amigo bom ajuda o outro, tem gente que quer ser o outro a vida toda!”. Estejamos atentos e sempre que necessário digamos BASTA! E sem culpa! Nadia Malta

sábado, 29 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE FAZER UMA VARREDURA EM NOSSOS CAMINHOS!

 TEMPO DE FAZER UMA VARREDURA EM NOSSOS CAMINHOS!

                                                                                


 Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados. Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o SENHOR”. Lamentações 3.39-40. 


O profeta Jeremias começa o contexto com uma pergunta: “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados”. A partir dessa pergunta ele propõe que esquadrinhemos e provemos os nossos caminhos para só então, voltarmos ao Senhor! O profeta Jeremias faz uma pergunta. Dá uma resposta e propõe a solução em três ações. Esquadrinhemos os nossos caminhos! Esquadrinhar pressupõe: “Examinar de maneira minuciosa; analisar detalhadamente”. Façamos um auto-exame de nossas próprias ações e suas consequências. Talvez assim encontremos explicações para aquilo que experimentamos hoje! Gostaria de fazer hoje a mesma pergunta feita pelo profeta ao povo de Deus do passado: De que temos nos queixado? Será que a razão dos nossos estreitos não seria aquelas coisas que insistimos em não confessar? O nosso grande receio é que estejamos sendo cauterizados em nossa capacidade de julgar a nós mesmos.

Depois de examinar cuidadosamente nossos caminhos devemos provar a autenticidade das nossas intenções mais entranhadas. Estamos ficando craques em engolir camelos e nos engasgarmos com facilidade com pequenos mosquitos. Sobretudo, quando os camelos são nossos e os mosquitos são dos outros. Somos rápidos no gatilho para apontar os erros dos outros. Esses, enxergamos com potentes lentes de aumento. E quanto aos nossos pecados, aqueles que escondemos à sete chaves nos porões de nossas almas? Esquecemos que toda acusação acontece sob a eficácia de satanás e sob as máscaras da nossa própria hipocrisia. Nada ficará oculto diante daquele que sonda mentes e corações. Hoje tendemos a extremos. Tende-se ao neofarisaismo ou ao liberalismo. Enquanto o primeiro enxerga pecado em tudo e em todos, o segundo diz que nada é pecado, tudo é permitido. Nem liberalismo, nem farisaísmo. Todo zelo cego é fanatismo, todo liberalismo é anárquico! Busquemos antes um andar equilibrado no Caminho que é Cristo!

Voltemos ao Senhor! Voltemos à pergunta inicial feita pelo profeta. Paremos de acusar os outros pelos reveses que sofremos. Queixemo-nos dos nossos próprios pecados! Antes de buscar saídas externas para as nossas encrencas pessoais, esquadrinhemos os nossos próprios caminhos. Façamos esse exame dentro de nós. Chequemos as intenções do nosso coração enganoso, submetendo-o a sondagem do Espírito Santo. Voltemos então, para Deus em arrependimento sincero de coração e oremos confessando a ele o nosso pecado.  O Senhor é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Que o Senhor sonde o nosso coração enganoso e nos quebrante para que voltemos para ele com o coração puro e as mãos limpas! Nadia Malta

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE PERSEVERAR APESAR DE TODOS OS PESARES!

 TEMPO DE PERSEVERAR APESAR DE TODOS OS PESARES!

                                                                          


Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem? Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas”. Mateus 7.7-12. 


Sim perseveremos na oração e na fé. Mais uma vez busquemos encorajamento para não desistir de pleitear as nossas causas diante de Deus. O texto é bem conhecido e faz parte do Sermão do Monte, no qual Jesus dá instruções acerca da oração persistente. Observemos os princípios que Jesus traz no texto bem como os contrastes trazidos para ilustrar o nosso dever de orar sempre sem esmorecer: Primeiro princípio: O que pede recebe; Segundo princípio: O que busca encontra; Terceiro princípio: O que bate abrir-se-lhe-á; e Quarto princípio: Façamos aos outros exatamente o que gostaríamos que fizessem a nós! Contraste entre os homens que são maus e o Deus que é bondade. Vivemos em um tempo de imediatismo e instantaneidade. E queremos transportar esse conceito para as coisas de Deus. Enquanto esperamos, Ele nos ensina confiança e quietude. No salmo 40.1 o salmista diz: “Esperei com confiantemente pelo Senhor; Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro!”. Perseverança e confiança andam juntas. Não podemos dissociá-las.

O que pedimos ao Senhor com instancia e humildade atrai a sua compaixão. Enquanto a exigência arrogante é alvo de repúdio! O que busca encontra. Ouvi outro dia uma frase atribuída ao Padre Fábio de Melo, que diz assim “Sofra a demora de Deus com paciência, pois o que Ele fará por você será inexplicável!”. Um bom conselho aos apressados! Sejamos insistentes em nossas orações: Peçamos, Busquemos e Batamos. Sem esmorecer ou desistir. Façamos isto humildemente.  Façamos aos outros exatamente o que gostaríamos que fizessem a nós! Pratiquemos a regra de ouro, o que queremos que façam a nós façamos aos outros. Se os homens são em sua essência malignos e mesmo assim sabem dar boas dádivas aos seus filhos, o Pai celestial não fará infinitamente mais que seres humanos imperfeitos? Não duvidemos das infinitas possibilidades que vem do Senhor. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem Dele, do Pai das Luzes. Contudo, chequemos a razão do nosso pedido e peçamos, busquemos e batamos sempre sem nos esquecer de ao final dos nossos rogos dizer sempre: “Contudo, faça-se a tua vontade, não a minha!”.

E não nos esqueçamos: Deus não trabalha de acordo com nossos cronogramas apressados! Pratiquemos a perseverança em nossas orações. Há situações difíceis que só o Senhor para entrar com a providencia. Em relação a essas não há nada humano que possamos fazer. Hora de recuar e clamar sem desistir. Não nos esqueçamos: Os princípios as serem observados são: Pedir, Buscar, Bater e sempre fazer aos outros aquilo que queremos que nos façam (agir com justiça e equidade). E também não nos esqueçamos se os homens maus sabem dar boas coisas aos seus filhos o que não fará O Pai das Luzes? Nadia Malta

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE FAZER A DIFERENÇA: FAÇAMOS!

 TEMPO DE FAZER A DIFERENÇA: FAÇAMOS!

                                                                                    


 Ninguém, depois de acender uma candeia, a põe em lugar escondido, nem debaixo do alqueire, mas no velador, a fim de que os que entram vejam a luz. São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas, se forem maus, o teu corpo ficará em trevas.  Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas. Se, portanto, todo o teu corpo for luminoso, sem ter qualquer parte em trevas, será todo resplandecente como a candeia quando te ilumina em plena luz. Ao falar Jesus estas palavras, um fariseu o convidou para ir comer com ele; então, entrando, tomou lugar à mesa. O fariseu, porém, admirou-se ao ver que Jesus não se lavara primeiro, antes de comer. O Senhor, porém, lhe disse: Vós, fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade. Insensatos! Quem fez o exterior não é o mesmo que fez o interior? Antes, dai esmola do que tiverdes, e tudo vos será limpo. Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas. Ai de vós, fariseus! Porque gostais da primeira cadeira nas sinagogas e das saudações nas praças. Ai de vós que sois como as sepulturas invisíveis, sobre as quais os homens passam sem o saber!”. Lucas 11.33-44. 


O quanto da Luz que é o Cristo tem refletido através de nós? Neste capítulo Jesus traz ilustrações sobre a repercussão da palavra de Deus no coração de quem a ouve. O texto citado mostra Jesus extraindo da vida cotidiana o exemplo da candeia, que deve ser colocada no alto do velador para iluminar toda a casa. Em seguida ele aplica a ilustração dada à vida de um religioso que o convida para jantar e se choca por Jesus não obedecer ao ritual de purificação antes de comer. Que lição aquele religioso recebeu! Jesus lança três “Ais” sobre os religiosos que se achavam iluminados pela palavra de Deus: Primeiro Ai: Contra os que colocam a religiosidade exterior acima da justiça ou do amor de Deus; O Segundo Ai: Contra os que valorizam o prestígio, o aplauso e a honra dos homens mais que a glória de Deus e Terceiro Ai: Contra Aqueles que são fontes de contaminação ao invés de instrumentos da graça salvífica. Prestemos atenção ao poder revelador da Palavra de Deus. Não, não estou falando desse poder na vida do outro, mas em nossa própria vida. Sejamos luz! Façamos a diferença com atos concretos de amor!

O Senhor não está preocupado com o cerimonialismo de fachada, antes Ele deseja que o glorifiquemos com atos concretos de amor. O grande desafio para os cristãos de todas as épocas é fazer com  que aquilo que falamos se reflita no que fazemos. Do contrário, somos grandes farsas! O Senhor sempre coloca em nosso caminho  oportunidades de fazer brilhar a sua luz! Essas oportunidades são como fotômetros de Deus para ver quanto de sua luz há em nós, que dizemos ser cristãos! Que a luz que dizemos que há em nós não seja trevas!O poder revelador da palavra de Deus, semelhante ao poder da luz se revela sem esforço. Nada fica oculto diante dela.  A Palavra de Deus é luz que brilha neste mundo escuro e expõe as obras ocultas das trevas, principalmente as que estão no coração do homem. Não é de se admirar que as palavras mais duras do Senhor foram dirigidas aos religiosos de sua época. E o que nos faz pensar que seria diferente com os religiosos de nosso tempo? Esta semana li um artigo muito bem escrito que falava do pior pecado e no início o articulista trazia algumas perguntas instigantes para fazer o leitor imaginar qual seria o pior dos pecados. E ao final ele revelava que o pior dos pecados é aquele sem arrependimento. Assim, o pior pecado é achar que não temos pecados! Fomos chamados para fazer a diferença, temos feito? Cada um de nós é controlado pela luz ou pelas trevas.

Não há meio termo, o destino do filho de Deus é a aurora não o crepúsculo. Muitas pessoas até começam a andar na luz, mas com o passar do tempo retrocedem, endurecem o coração, tornam-se opacas, resistentes à penetração da luz e as trevas acabam prevalecendo. Outros acreditam estar seguindo a luz, mas a sua religiosidade é tão repulsiva que na realidade estão seguindo a escuridão, como os religiosos dos dias de Jesus e acabam afastando aqueles que querem seguir ao Senhor. Felizmente há os que são verdadeiros luzeiros no meio de uma geração pervertida e corrupta, brilham como candeias em lugar tenebroso, e aonde quer que estejam revelam a luz do Cristo. Reflitamos sobre isto! Quanto da luz que é o Cristo tem brilhado em nós? Nadia Malta

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

NÃO NOS DEIXEMOS ABATER CONFIEMOS NO SENHOR!

 NÃO NOS DEIXEMOS ABATER CONFIEMOS NO SENHOR!

                                                                                     




 Tendo Ezequias recebido a carta das mãos dos mensageiros, leu-a; então, subiu à Casa do SENHOR, estendeu-a perante o SENHOR  e orou perante o SENHOR, dizendo: Ó SENHOR, Deus de Israel, que estás entronizado acima dos querubins, tu somente és o Deus de todos os reinos da terra; tu fizeste os céus e a terra. Inclina, ó SENHOR, o ouvido e ouve; abre, SENHOR, os olhos e vê; ouve todas as palavras de Senaqueribe, as quais ele enviou para afrontar o Deus vivo”. II Reis 19.14-16. 


Que possamos nos encorajar como povo de Deus a estender perante o Senhor as ameaças recebidas e confiar na sua providencia. O texto lido trata da grande ameaça sofrida pelo rei Ezequias de Judá, por parte do rei Senaqueribe da Assíria, que prometia invadir o pequeno reino de Judá e ainda diz palavras insolentes contra o Senhor: “Assim falareis a Ezequias, rei de Judá: Não te engane o teu Deus, em quem confias, dizendo: Jerusalém não será entregue nas mãos do rei da Assíria. Já tens ouvido o que fizeram os reis da Assíria a todas as terras, como as destruíram totalmente; e crês tu que te livrarias?” II Reis 19.10,11. Atitude do rei Ezequias ante aquela afronta e a resposta de Deus: Atitude do rei: O Rei estende perante o Senhor a afronta recebida e ora; Resposta de Deus: O Senhor ouve, responde e entra com a providencia. Na verdade, quando um verdadeiro servo de Deus é afrontado, o próprio Deus é afrontado, pois somos chamados pelo seu nome.

Em sua angustia, Ezequias vestiu-se de roupas de luto e entrou no templo do Senhor. Enviou mensageiros ao profeta Isaías e ali derrama seu coração numa das orações mais tocantes da palavra de Deus. O rei estende diante de Deus, a carta recebida de Senaqueribe. Quantas mensagens do inferno nós temos recebido nos últimos tempos! Quer sejam escritas ou de viva voz. São notícias ameaçadoras de todas as partes, instrumentos malignos são usados como porta-vozes, mas a fonte é uma só: o inimigo das nossas almas! São intimações de justiça que nos apanham de surpresa. São notícias de dívidas que não fizemos. São resultados de exames que apontam para doenças graves. São demissões inesperadas, quando há tantos compromissos a serem honrados. São ordens de despejo. Pedidos de divórcio, quando achávamos que estava tudo bem. Palavras maledicentes que machucam e entristecem os nossos corações. A lista é interminável. Contudo, seja qual for o conteúdo dessas mensagens do inferno, o propósito é desestabilizar a nossa fé e atingir em cheio a nossa interioridade para nos tirar de combate. E no final das contas afrontar o Deus vivo. O que fazer, então? Ir à sala do Trono do Juiz do Universo! Diante de qualquer demanda, luta, ou ameaça, recorramos ao Senhor, estendamos diante Dele aquilo que nos aflige e vem para nos afrontar. Façamos isto com absoluta sinceridade de coração.

Fiquemos atentos, pois enquanto esperamos Deus envia consolo. Não podemos deixar que o nosso desespero nos impeça de ouvir a voz de Deus através de vários instrumentos levantados para nos consolar. Aguardemos já em ação de graças aquilo que Deus fará. E estejamos certos, será muito mais de que tudo aquilo quanto pedimos ou sequer pensamos. O que fazer diante das demandas da vida? Confiar no Senhor e apresentar diante dele as nossas inquietações. Esperar, confiar e descansar no Senhor, pois a resposta vem, aliás, já está vindo em nome de Jesus Cristo, amém! Nadia Malta.

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/DEIXEMOS QUE A NOSSA MENTE SEJA TRANSFORMADA PELA PALAVRA!

 DEIXEMOS QUE A NOSSA MENTE SEJA TRANSFORMADA PELA PALAVRA! 

                                                                                         


Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Rm 12.1,2.


O contexto desses versículos nos leva a compreender que o Senhor tem uma maneira segura de nos fazer conhecer a sua vontade para nós, mas para isto, algumas ordenanças precisam ser observadas. O que o Senhor está nos ordenando aqui? Oferecei-vos! Não vos conformeis! Transformai-vos! O Senhor ordena uma consagração contínua. Um jejum ininterrupto. Um Culto racional, que passa por nossa vontade. O que o Senhor está requerendo de nós aqui? Entreguemo-nos a Deus sem reservas. Paremos de resistir a esse trabalhar. Ele não deseja que lhe sacrifiquemos coisas, mas que nos entreguemos a nós mesmos a cada dia como um sacrifício vivo numa consagração contínua. O padrão de Cristo é altíssimo e vai alem da religiosidade exterior dos escribas e fariseus. Fomos alcançados pela graça salvadora para uma santificação progressiva. Com essa obra sendo completada dia a dia em nós, poderemos desfrutar da plenitude que ele planejou para nós. Ler a palavra, meditar nela, fazendo que ela ocupe o nosso pensamento nos fará praticá-la.  Os nossos atos são sempre, o resultado do que temos no nosso coração (mente).

A boca sempre fala do que está cheio o coração. Contudo, o que efetivamente tem ocupado a nossa mente? Entreguemos os membros do nosso corpo no altar do sacrifício, especialmente aquelas áreas de vulnerabilidade. Que os nossos membros sejam instrumentos de graça e justiça de Deus, não de desgraça e iniquidade. Se os nossos membros nos fazem pecar, os ofereçamos sem reservas no altar do sacrifício! Matemos a nossa carne de fome no tocante aos seus desejos. Aqui o apóstolo propõe que nos entreguemos ao Senhor num sacrifício vivo e contínuo. Será que estamos dispostos? Temos andado assim ou somos só religiosos de fachada? Jesus nos ordena a não nos amoldar ao mundo. Não imitemos o mundo ou nos conformemos com ele, somos cidadãos do Céu e apenas peregrinos e forasteiros nesta terra. O mundo tem se revelado cada vez mais insalubre. Cada vez mais irrespirável. O grande perigo é que tendemos a nos conformar, nos amoldar. Contudo, conformismo com o mundo cheira a morte! Por isto, Paulo ordena um não conformismo! Uma transformação pela renovação da nossa mente.

Renovemos a nossa mente através da Santa Palavra de Deus. Leiamos a Bíblia, meditemos nela e a pratiquemos. Substituamos aquele velho lixo, adotando o padrão de santidade proposto pelo Senhor e só então veremos manifestação da vontade boa, agradável e perfeita do Pai Celestial. Ele planejou para nós uma vida plena, abundante. Mas, será que temos experimentado essa plenitude? O que tem nos faltado? Vamos à igreja, lemos superficialmente a Palavra de Deus para cumprir uma disciplina espiritual, jejuamos, dizimamos, oramos, no entanto, temos dificuldade de experimentar a vontade de Deus em nossas vidas.  É fato que estamos distantes de experimentar a plenitude que Jesus prometeu. De quem é a culpa? Nossa, é claro! O maior problema para a maioria esmagadora dos crentes, é que a Palavra de Deus não é uma regra de fé e prática. Acatemos as três ordenanças: Ofereçamo-nos! Não nos conformemos ao mundo! Transformemo-nos! Só assim conheceremos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus! Nadia Malta

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/QUE VOLTEMOS A ANSIAR PELOS ÁTRIOS DO SENHOR!

 QUE VOLTEMOS A ANSIAR PELOS ÁTRIOS DO SENHOR!

                                                                           


Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!”. Salmos 84.1, 2. 


O cerne deste texto é a necessidade profunda e vital que temos da comunhão contínua com o Senhor. Essa comunhão com Deus e com o irmão vai além do ativismo e da religiosidade de fachada. Ser cristão é uma das coisas que não podemos fazer sozinhos, isolados. A comunhão junto com a pregação da palavra e a oração são os pilares que sustentam a igreja. Infelizmente a igreja ocidental tem sofrido de tédio e não tem se alegrado em ir à Casa do Senhor! Para a grande maioria o Senhor deixou de ser atraente. Tem que haver uma atração circense para que as pessoas queiram ir à igreja! Lamentável! O prazer do salmista está no Senhor! Precisamos aprender ou reaprender a viver na perspectiva de nos encontrarmos com o nosso amado Senhor e Salvador. Todo cristão fiel sente um tipo de saudade inexplicável da casa do Pai, anseia por proteção e luz neste mundo de densas trevas. Inconformados por estarmos fora do nosso lugar de origem, voltar para casa é tudo que desejamos. E quanto a nós, onde está o nosso verdadeiro prazer?

A força do salmista aqui está no Senhor! Aquele cuja força está no Senhor, mesmo quando precisa passar pelo Vale Árido (Vale de Baca), faz dele um manancial. Dali ele tira lições preciosas, porque seu coração cheio de fé é um caminho aplanado. Bom é receber uma bênção, mas melhor ainda é ser uma bênção. Aquele cuja força está em Deus, faz do deserto um jardim regado. Os verdadeiros peregrinos “vão indo de força em força”. Vão subindo de degrau em degrau, de glória em glória, de vitória em vitória até chegar ao lar celestial. Os olhos do peregrino não estão no tamanho, nem nos percalços da estrada, mas no seu final, na alegria da chegada. O combustível do peregrino é a sua vida de oração e a sua vida intima de comunhão com Deus. Onde ou em quem temos buscado nos fortalecer? A confiança do salmista está no Senhor! Quando caminhamos pela fé, colocamos o Senhor e sua vontade em primeiro lugar, só a partir daí, podemos alinhar nossas prioridades. Os filhos de Corá eram levitas encarregados de guardar as portas do santuário, um cargo importante e honrado. Na verdade o cartão de vistas da entrada ao templo. O salmista distante do templo sentia saudades daquela tarefa. Percebemos com tristeza que a igreja ocidental tem trocado a Casa do Senhor por qualquer coisa! Como é difícil encontrar almas que anseiem e desfaleçam pelos átrios do Senhor!

A mesa do banquete tem estado posta, mas os convidados não têm sido dignos! Ainda há tempo de mudar essa triste realidade! Busquemos ao Senhor e não nos conformemos com o mundo! O mundo definitivamente não é o nosso lugar, por isso, peregrinar aqui não é fácil. A jornada do peregrino não é linear, antes é cheia de curvas, obstáculos e segue ladeira acima. Livremo-nos dos pesos e do pecado que tem nos assediado! O fiel busca os altares do Senhor! Mais uma vez nos lembramos da igreja ocidental: desdenhosa, irreverente, vazia de conteúdo doutrinário, barulhenta, farta de liberdade e recursos, fastiosa das coisas de Deus e do próprio Deus. Temos nos contaminado com as fórmulas e estratégias de entretenimento do mundo e as importamos para a igreja. Esses “atrativos” servem de iscas, não para as verdadeiras ovelhas, mas para bodes insatisfeitos. Mas cadê o anseio e o desfalecimento das nossas almas pelos átrios do Senhor? A maior dificuldade que enfrentamos hoje é a própria insensibilidade dos corações, sobretudo, para reconhecer que só JESUS é a esperança para todas as dores do homem!  E o pior é que percebemos isto dentro da própria igreja. Reflitamos! Nadia Malta

domingo, 23 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/NÃO PERMITAMOS QUE AS CARGAS NOS FAÇAM PERDER O FOCO E A FÉ!

 NÃO PERMITAMOS QUE AS CARGAS NOS FAÇAM PERDER O FOCO E A FÉ!

                                                                                


Naquele mesmo dia, pois, deu ordem Faraó aos superintendentes do povo e aos seus capatazes, dizendo: Daqui em diante não torneis a dar palha ao povo, para fazer tijolos, como antes; eles mesmos que vão e ajuntem para si a palha. E exigireis deles a mesma conta de tijolos que antes faziam; nada diminuireis dela; estão ociosos e, por isso, clamam: Vamos e sacrifiquemos ao nosso Deus. Agrave-se o serviço sobre esses homens, para que nele se apliquem e não deem ouvidos a palavras mentirosas. Então, saíram os superintendentes do povo e seus capatazes e falaram ao povo: Assim diz Faraó: Não vos darei palha. Ide vós mesmos e ajuntai palha onde a puderdes achar; porque nada se diminuirá do vosso trabalho. Então, o povo se espalhou por toda a terra do Egito a ajuntar restolho em lugar de palha. Os superintendentes os apertavam, dizendo: Acabai vossa obra, a tarefa do dia, como quando havia palha”. Êxodo 5.6-13. 


O texto mostra o momento na história do povo de Deus, quando o Senhor levanta Moisés para libertá-lo. Sempre que algo grande da parte de Deus está vindo para o seu povo escolhido, o adversário entra em cena para tentar tirar o olhar das bênçãos de Deus e colocar nas cargas impostas pelo outro. O objetivo disso é nos fazer deixar de adorar e antes murmurar contra Deus! Estamos vivendo dias difíceis sobre a terra e especialmente em nossa nação. E o pior é que estamos distraídos e sobrecarregados com o acúmulo de cargas impostas pelo adversário para que não adoremos, nem sirvamos ao Senhor. Há enfermidades e tribulações muitas. Há ocupações que nos deixam de fora das assembléias solenes. Tudo e nada tem sido motivo para não nos ajuntarmos para adorar ao Senhor. Enquanto isto na “sala da injustiça”, o adversário tem tramado projetos iníquos contra o povo do Senhor. Acordemos!

Gostaria de chamar atenção para alguns princípios do texto que nos servem de alerta: O adversário toma conhecimento dos planos de Deus para o seu povo e tenta boicotá-los; O Adversário enfurecido começa a impor cargas e cargas ao povo escolhido, desafiando o Senhor; O Alvo do adversário é atingido, o povo começa a se queixar do Senhor; e Moisés intercede pelo povo e o Senhor promete livrá-lo. Tudo foi registrado ali para nos servir de instrução e orientação, sobretudo, para que estejamos sempre em estado de alerta! Sejamos sábios e vigilantes, o lema do adversário continua o mesmo: “Roubar, matar e destruir”!

Sempre que grandes cargas nos sobrevém tem bênção grande vindo para nós! Cuidado para não nos deixar sobrecarregar com essas cargas impostas pelo adversário com o fim de tirar a nossa atenção da grande bênção que se avizinha. O alvo do adversário é atingido quando começamos a nos queixar de Deus e em nossas murmurações o acusamos. O Senhor sempre vem em nosso socorro! Acordemos! Nadia Malta

 

sábado, 22 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/SEJAMOS DISPENSEIROS DA MULTIFORME GRAÇA DE DEUS!

 SEJAMOS DISPENSEIROS DA MULTIFORME GRAÇA DE DEUS!

                                                                  


Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e não se regozije o teu coração quando ele tropeçar; para que o SENHOR não veja isso, e lhe desagrade, e desvie dele a sua ira”. Provérbios 24.17,18. 


O autor de provérbios traz palavras que nos fazem estremecer nas bases! Se o nosso inimigo cai, tropeça e nos regozijamos, isto desagrada o Senhor. E ele desviará do nosso inimigo a sua ira. Advinha para cima de quem? Ao Senhor pertence a vingança, não a nós. Isso é sério demais! Afinal somos filhos da Graça ou da desgraça? Sabemos que o Senhor é misericórdia e também justiça. Bondade e severidade são lados da mesma moeda! Contudo, Ele não autorizou seus filhos a aplicarem a sua severidade. Antes fomos chamados para ser santos e misericordiosos como Ele é Santo e Misericordioso. Quantas vezes desejamos que descesse fogo do céu e consumisse os nossos adversários! A velha natureza é sempre evidenciada quando estamos em litígio com alguém. É nessas horas que emerge de nós o que tempos de pior! “Cheios de razão”, sempre tendemos a querer justiça de Deus para os outros e a sua graça para nós!

Manifestamos o DNA de filhos do trovão ao proferir imprecações contra os nossos inimigos. João que antes era chamado de Filho do Trovão e quis pedir fogo do céu sobre Samaria, transformou-se em apóstolo do amor.  Temos visto com tristeza no meio dos que se dizem servos a prevalência da ação dos “Filhos do Trovão”. Não precisamos sair dos guetos eclesiásticos para encontrá-los.  Esquecemos que as situações experimentadas por nós dentro e fora dos nossos redutos. Dentro e fora dos nossos lares são oportunidades dadas por Deus para exercitarmos a graça e a misericórdia que recebemos apesar de nós! O que realmente merecíamos era que descesse fogo do céu e nos consumisse. Aliás, as misericórdias do Senhor renovadas sobre nós, manhã após manhã são a causa de não sermos consumidos. O que temos visto? Maridos amaldiçoando esposas e vice versa, esquecendo-se que são herdeiros da mesma graça de vida, como também da mesma desgraça. Amaldiçoar o cônjuge é se amaldiçoar! Filhos desonrando e amaldiçoando pais e vice versa. Irmãos se digladiando. É, o amor tem realmente esfriado dos corações! Vivemos à espreita, emboscando a queda dos que se opõem a nós para que festejemos. Que cristianismo é este que achamos que praticamos? Coremos de vergonha!

O que temos feito com as ordens do Senhor: De andar a segunda milha? De dar também a túnica ao que nos tira a capa? De espalhar brasas vivas sobre a cabeça do inimigo saciando-lhe a fome e a sede? De oferecer a outra face? De sermos benignos e compassivos até com os ingratos e maus? De amar os inimigos e orar pelos que nos perseguem?  Confessemos diante de Deus as palavras malditas proferidas contra os nossos semelhantes! Palavras são bumerangues! Sempre voltam para nós! Tenhamos cuidado com as inclinações da nossa carne, elas dão para a morte! As armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus para destruir fortalezas, anulando nós os sofismas que nós mesmos proferimos! Por que oramos e não vemos respostas? Por causa da malignidade abrigada nos porões escuros dos nossos corações! O padrão de Cristo é altíssimo e a sua ordem é perdoar 70 x 7, detalhe, por dia! Ainda há tempo de mudar a rota e nos transformar em discípulos do amor! Tenhamos cuidado para não sermos irremediavelmente desmascarados pelos nossos pecados!  Que a transformação comece em cada um de nós! Que sejamos transformados de filhos da desgraça em filhos da graça! Nadia Malta

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/CUIDADO PRA CASA NÃO CAIR!

 CUIDADO PRA CASA NÃO CAIR!

                                                                                  


Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa.”. Lucas 6.46-49. 


O texto lido faz parte do Sermão do Monte e aqui Jesus chama a atenção dos seus ouvintes para a necessidade de estar em obediência. Chamá-lo de Senhor implica em dar a ele o senhorio de nossas vidas! Jesus usa aqui a ilustração da casa bem alicerçada para ensinar à respeito da casa espiritual, mesmo sujeita à reveses, se mantém de pé. Vistoriemos a nossa casa espiritual! O Senhor traz aqui duas ilustrações à respeito daqueles que o chamam de Senhor: Aquele que o ouve e o obedece é o construtor prudente; e Aquele que o ouve e não o obedece é o construtor imprudente. Casas bem alicerçadas são resistentes! Construções sólidas com fundamentos profundos esta é a ilustração feita pelo Senhor à respeito das edificações espirituais daqueles que confiam Nele e lhe obedecem. Ouvir a Palavra de Deus e negligenciá-la é arranjar uma grande encrenca.

Somos comparados a uma construção, resta saber que tipo de construção. Os dias em que vivemos demandam fé e obediência, talvez mais que em qualquer outra época. A Vinda de Cristo se avizinha, precisamos estar bem firmados.  São muitas as enchentes, os vendavais e toda sorte de adversidades que se levantam contra nós. Sem contar com os “bate estacas” da vida que nos surpreendem a cada momento. Tudo concorre para nos fazer esmorecer na fé e derrubar a nossa estrutura espiritual. O nosso alicerce precisa estar bem fundamentado sobre a Rocha que é o próprio Cristo. O Senhor começa o texto com uma pergunta que nos faz parar para pensar: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?”. Reflitamos sobre como lhe responderemos! Lemos a Palavra, decoramos versículos, mas rejeitamos a sua prática. É como se comêssemos cardápios e esperássemos ser nutridos, como disse certo ministro da palavra. Temos ouvido a Palavra e tendido a garimpar versículos que respaldem os nossos desejos carnais. Rejeitando aqueles que pressupõem consertos e mudanças efetivas. Queremos as bênçãos, mas não o compromisso com o Senhor das bênçãos!

Chamar Jesus de Senhor significa que Ele tem o senhorio de nossa vida. Significa que Ele requer obediência e fé. A letra do velho hino diz: “Quantos que corriam bem, de ti longe agora vão!”. O que aconteceu com esses? Creio que fizeram uma péssima edificação. Suas casas não tinham alicerces profundos eram edificações na areia, poderiam até ser belas por fora, mas a estrutura era frágil. Seus construtores não cavaram profunda vala para encontrar a Rocha e ali edificar a sua casa. Quando os rios transbordam, quando os ventos açoitam e as tempestades descem com a sua fúria arrastam o que não tem base sólida. Todos nós mais cedo ou mais tarde enfrentamos intempéries. Sabemos que elas passam, resta saber o que ficará de pé! O coração anda triste com tudo que tenho visto e ouvido, sobretudo, no meio dos que se dizem cristãos. Quanta fragilidade nas construções espirituais! Misericórdia! Que possamos buscar a profundidade dessa Rocha Eterna.  Deixemos de transitar na superficialidade! Que o Senhor nos fortaleça, ajude e sustente! Nadia Malta

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/ABRE SENHOR, OS OLHOS DO TEU POVO!

 ABRE SENHOR, OS OLHOS DO TEU POVO!

                                                                               


E foram para Jericó. Quando ele saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado à beira do caminho e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora.”.  Marcos 10.46-52.


O texto é dos mais conhecidos e conta a história do cego de Jericó. Não sabemos a razão que o fizera perder a visão. Havia outros cegos, inclusive de nascença, mas este um dia havia enxergado e por alguma razão que desconhecemos perdera a visão e à beira do caminho esmolava. Também não sabemos por quanto tempo estivera naquela situação. A história deste cego é para mim inspiradora por várias razões. Gosto da sua consciência do real senso de necessidade. Gosto da prontidão e da rapidez com que busca o Cristo. E mais ainda da rapidez de sua resposta objetiva ao ser indagado sobre o que queria que o Senhor lhe fizesse. Aquele cego era alguém conhecido e deveria fazer parte do povo da aliança. O texto diz que ele se chamava Bartimeu e era filho de certo Timeu. Ou seja, era alguém conhecido, além do que deveria ser um filho da Aliança, pois conhecia o Título messiânico de Jesus: Filho de Davi! Era alguém da vizinhança.

Ele não era cego de nascença. Ele pede para tornar a ver. Certa vez conversei com um oftalmologista acerca deste texto. Perguntei-lhe sobre as razões que levam alguém a perder a visão. Aquele jovem médico me trouxe uma lista enorme de razões, mas duas delas me chamaram a atenção: O excesso de determinados tipos de luz incidindo sobre os olhos sem proteção (a luminosidade produzida pelas soldas, por exemplo) e a ausência total de luz.  Aqui cabem algumas perguntas: Por que muitos são atraídos por determinados tipos de luminosidade, mesmo sabendo que elas podem lhes tirar a visão? Por que a verdadeira Luz, que é o Cristo é repulsiva para outros que preferem permanecer na escuridão? Por que outros ainda, mesmo tendo andando por certo tempo no Caminho Luminoso preferem o caminhar marginal e trôpego das sombras? A resposta para a todas as perguntas é uma só: O prazer fugaz do pecado pede escuridão, anonimato. Esses esquecem que a Verdadeira Luz é perscrutadora e reveladora! Nada lhe fica oculto!

Ele não perde a chance de clamar pelo Filho de Davi e é objetivo quanto à sua real necessidade. E ainda larga aquilo que era a sua aparente segurança. Aquele cego por alguma razão perdera a visão, mas ao ouvir que Jesus se aproximava não perdeu tempo e clamou por Ele. Felizmente há os que mesmo tendo perdido momentaneamente a visão, têm a chance de ouvir Jesus passar e conseguem gritar por Ele! E o que é melhor, são ouvidos por Ele! Perderam a visão física para a ganhar a espiritual. É inevitável aqui não compararmos esta situação com a de muitos que até “Corriam bem, mas do Senhor, longe agora vão!”. O que aconteceu? O que os levou à miopia e consequentemente à cegueira? Na situação que chegara a sua única segurança era a sua capa e ele a lança de si e de um salto vai ter com o Senhor. Que aqueles que perderam a visão, possam ouvir o Cristo, lançar de si as suas velhas e surradas capas. Que de um salto possam ir ter com o Cristo e tenham sua visão restaurada! Voltemos ao Senhor! Nadia Malta

 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE PEPARAÇÃO E PRONTIDÃO!

 TEMPO DE PEPARAÇÃO E PRONTIDÃO!

                                                                              


Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa;  porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.  Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios”. I Tessalonicenses 5.1-6. 


                                      

Este é mais um dos textos escatológicos do apóstolo Paulo que nos instrui quanto à necessidade de acordarmos para aquele dia glorioso.  O texto nos lembra de que relativo aos tempos e épocas, já fomos inteirados que este acontecimento tão esperado pelos cristãos de todas as épocas virá de repente. Aqueles que são de Cristo devem viver como se Ele viesse já. Aqui o apóstolo aponta a forma e um sinal que antecederá aquele dia glorioso: A Forma: É dito que o Senhor virá como ladrão à noite. Essa figura aponta para algo repentino, sem aviso prévio. Façamos uma pausa nas nossas lutas diárias para olharmos para o horizonte sobrenatural e contemplarmos com os olhos da fé a Vinda do Senhor que é certa e repentina! O que estamos vivendo e vendo é o princípio das dores. Aqui cabem algumas perguntas quanto à nossa própria vida espiritual: Como tem sido o nosso andar enquanto cristãos professos? Será que o nosso testemunho tem impactado os que estão à nossa volta? Se Cristo viesse hoje, onde estaríamos nós, dentre os que estão acordados e atentos ou entre os que dormem?

O Sinal: Quando estiverem falando de paz e segurança eis que virá repentina destruição! Somos chamados como filhos da Luz a andar em vigilância e sobriedade. Temos andado assim? Estejamos atentos, sobretudo, ao que deixamos de fazer. Invertemos prioridades. Machucamos com atitudes. Investimos no material em detrimento do que tem peso de eternidade. Corremos como malucos de um lado para o outro buscando bens e prazeres transitórios desta terra, enquanto o tesouro do céu continua em baixa, cada vez mais vazio! Ausentamo-nos do Cristo e das pessoas amadas, filhos, pais, irmãos, cônjuges numa busca desenfreada pelo ter em detrimento do ser. A frase que mais ouvimos hoje é: “não tenho tempo!”.

Tenhamos cuidado com as sementes plantadas, elas germinam, quer sejam boas ou más! E a colheita pode ser bem dolorosa! Aquele dia poderá ser de luz ou trevas, dependendo do lado em que estivermos! Que o Senhor nos fortaleça e prepare para aquele dia tão esperado. Nada daquilo que corremos tão avidamente para alcançar levaremos conosco, só o amor com que nos amarmos uns aos outros! Atentemos para isto!  O texto de Paulo nos chama ao despertamento, à prontidão, à santidade e à preparação! Nadia Malta

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/ANDEMOS DIGNAMENTE COMO EM PLENO DIA!

 ANDEMOS DIGNAMENTE COMO EM PLENO DIA!

                                                                                     


E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”. Romanos 13.11-14. 


Os versículos citados apontam para a Segunda Vinda de Cristo. Há outros textos escatológicos do apóstolo Paulo, mas este aqui especificamente apela solenemente aos cristãos, não apenas de Roma daqueles dias, mas aos cristãos de todas as épocas a viverem de modo digno do Senhor. É tempo de restauração da santidade! Os últimos acontecimentos mundiais chamam à nossa atenção e reacende o interesse e a especulação quanto ao Dia glorioso da Vinda do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Muitas tem sido as profecias, as visões à esse respeito. Temos visto e ouvido muitas coisas nesses dias. A palavra ou palavras de ordem continuam as mesmas do passado: Vigilância e Santidade. A grande pergunta aqui é: Se Jesus voltasse hoje, quem subiria? O apóstolo Paulo traz aqui algumas advertências pertinentes: Os que conhecem o tempo precisam despertar do sono, sobretudo,  em relação à negligencia para com a obra de Deus; O dia está amanhecendo precisamos nos desvencilhar das obras das trevas e nos revestir das armas da Luz; e Revistamo-nos do Senhor Jesus Cristo sem nada dispor para a carne no tocante aos seus apetites.

Precisamos acordar e deixar de olhar desdenhosamente, para o que está acontecendo aos nossos irmãos no oriente. Não estamos excluídos da perseguição! O apóstolo diz que seus leitores conhecem o tempo, ele não fala de datas literais, mas daquilo que há de acontecer! Embora não saibamos o dia e a hora da Segunda Vinda do Senhor, estamos vendo os sinais à nossa volta e isto desde que os pais adormeceram. Esses sinais que têm se intensificado a cada dia, são ecos daquele Dia tão esperado! A nossa indolência em nos envolver efetivamente na obra tem impedido que muitos recebam a Palavra de vida eterna. O nosso Salvador está agora mais perto de que quando no princípio cremos. Os últimos acontecimentos mundiais são ecos dessa vinda, repito! Desde que Jesus voltou ao Pai e o Espírito Santo desceu sobre a Igreja, tem sido requerido desta uma preparação para aquele dia glorioso da Vinda do nosso amado Senhor!

Somos chamados pelo apóstolo Paulo a andar dignamente como em pleno dia. Muito, muito sério! Essa chamada do apóstolo reacende a discussão, especialmente sobre cristianismo praticado no ocidente. Contendas, ciúmes ministeriais. Estrelismos na indústria Gospel de musica. Divisões dentro das igrejas locais. A visão limitada de guetos tem tomado o lugar da visão de Reino unido. Condutas de uma transigência perniciosa que só depõem contra o evangelho de Cristo. Cadê a preparação requerida à nós? E se Cristo voltasse hoje, quem subiria? Há guerras e rumores de guerra. Fome e peste por todos os lados. O amor tem esfriado dos corações, mais que isto, tem congelado nos corações. Há insensibilidade por todos os lados!  Paulo radicaliza e propõe aqui que nos revistamos do próprio Cristo e nada disponhamos para a carne no que diz respeito aos seus desejos. Nada menos que isto é suficiente! A igreja como um todo precisa olhar para fora dos seus portões. Os campos estão brancos para a ceifa, cadê os trabalhadores? É tempo de acordar e agir enquanto podemos! Lembremo-nos do refrão do velho hino: “Acordai! Acordai! Despertai! Despertai! Sim, cantai! Sim, Cantai! O Senhor não tardará!”. Nadia Malta

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Meditação/Nadia Malta/ATENÇÃO POVO DA CRUZ: É TEMPO DE ACORDAR!

 ATENÇÃO POVO DA CRUZ: É TEMPO DE ACORDAR!

                                                                                   


 Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela”. Mateus 7.13, 14. 


O Senhor em sua instrução no Sermão do Monte fala desses dois caminhos e dessas duas portas. São portas que levam à caminhos diametralmente contrários. Resta saber por qual porta entramos e que caminho estamos de fato percorrendo! Duas portas e dois caminhos. Figura ilustrativa do Caminho que leva a pátria celestial e do caminho que leva à perdição eterna. É tempo de reflexão! Temos assistido em nossos dias barbáries cometidas contra os cristãos em todo o mundo. São assassinatos à luz do dia, anunciados e perfidamente colocado em vídeos editados com legendas e título para que o mundo assista em suas salas de estar comendo pipoca, sem constrangimento ou indignação. Aliás, há muito perdemos a capacidade de nos indignar. Perdemos a capacidade de orar com sofreguidão pelos irmãos perseguidos. Se não orarmos e nos indignarmos, não haverá quem ore por nós quando chegar a nossa vez de sermos perseguidos institucionalmente!  Esquecemos que a perseguição àqueles irmãos do oriente não nos exclui. Se somos membros do mesmo Corpo, quando um membro sofre, todos os demais devem sofrer com ele. Os algozes nos chamaram de a Nação da Cruz. Somos sim, com muita honra. Hajamos como cidadãos do Reino! Precisamos voltar ao Evangelho raiz! Cristão Nutela, em suas igrejas/clube, não chegará a lugar nenhum. O Senhor aponta duas portas e dois caminhos com destinos diferentes. Por qual deles estamos andando? A Porta estreita e o Caminho apertado. Percorrido por poucos e A porta larga e o caminho espaçoso. Percorrido por muitos!

Aquele que foi realmente alcançado pela graça transformadora tem uma profunda convicção da sua cidadania celestial e sabe que tanto a Porta, quanto o Caminho apontam para a pessoa do Cristo. Por que é difícil adentrar essa Porta e percorrer esse Caminho? A estreiteza aqui não permite que adentremos por esta Porta e muito menos que percorramos o Caminho levando conosco as velhas bagagens da velha vida. Esse peregrino precisa ter os pés desembaraçados! É necessário que haja uma mudança na essência. O nascer e criar-se num lar cristão não faz de nós cristãos de fato. A experiência de novo nascimento é individual. Os que verdadeiramente nasceram de novo superam os percalços do Caminho, porque entendem que Jesus é tanto a Porta de acesso ao Reino, quanto o Caminho, assim como o Destino. Esses são perseguidos, assolados, caluniados, em sua trajetória. Esses experimentam toda sorte de aflição e tribulação, mas têm bom ânimo porque sabem em quem crêem.  Muitos em nosso tempo têm experimentado a estreiteza do Caminho literalmente, tendo a própria vida ceifada por amor ao Cristo! São os mártires do nosso tempo!

Cristianismo é entrega, é abnegação é altruísmo é adoração em espírito e em verdade. O Senhor continua procurando os verdadeiros adoradores para lhes conferir a cidadania celestial. Esses adentrarão perseverantemente pela Porta estreita e completarão a jornada pelo Caminho apertado, pois sabem quem os espera. Quanto aos que buscam as facilidades da porta larga e do caminho espaçoso, embora, muitas vezes arrolados no rol da membresia da igreja visível, não possuem a cidadania celestial de fato. Esses barganham facilmente a sua adoração por bens materiais e os reinos do mundo conferidos por aquele que disse: “Tudo isto te darei se prostrado me adorares!”. Enquanto muitos estão ocupados em suas questões de só menos importância, tem se levantado uma grande perseguição sobre a terra contra a nação da Cruz. Acordemos! Nadia Malta

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...