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quinta-feira, 4 de março de 2021

Meditação/Nadia Malta/AS PALAVRAS DO SENHOR JAMAIS PASSARÃO!

AS PALAVRAS DO SENHOR JAMAIS PASSARÃO! 

                                                                                 


Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. Mateus 24:32-35. 


O texto todo desta parábola vai do versículo 32 até o 44. O texto é um chamado, uma exortação à preparação e a Vigilância. Em maio de 1948 foi a data do florescimento do Estado de Israel: O florescimento da Figueira, árvore símbolo daquele povo amado! Este acontecimento marca um tempo profético. Este é o primeiro e mais significativo sinal da Segunda Vinda do Cristo. Assim como o florescimento da figueira aponta para a proximidade do verão, o surgimento de Israel como Estado constituído aponta para a Vinda do Senhor!

O relógio de Deus não atrasa! Assim, estamos vivendo um tempo de preparação. E esta geração distraída não tem se apercebido daquilo que está acontecendo à sua volta. Nada do que têm acontecido em nossos dias, como catástrofes, guerras e seus rumores, violência e promiscuidade exacerbada, fome e pestes é surpresa para os cristãos que vivem em oração, prontidão e vigilância. O Senhor ainda diz no texto: “Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado. Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra deixada. Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor”. Temos aqui a nítida impressão que o contexto fala do Arrebatamento da Igreja, a primeira fase da Segunda Vinda. Embora haja muitas interpretações acerca deste assunto, há textos como este que apontam para um rapto súbito da Igreja. Este acontecimento requer preparação, prontidão e santificação.

Tudo será de repente. Num abrir e fechar de olhos. Na verdade é interessante ler todo este capítulo vinte e quatro deste Evangelho. Aqui temos o grande sermão Escatológico do Senhor. Hoje há uma preocupação tão grande com coisas terrenas em detrimento das espirituais. Que possamos despertar do sono, da mornidão espiritual e voltar à prática das primeiras obras.  O que somos instados a fazer? Que possamos consagrar tudo que somos, que temos e sabemos ao Senhor! Tudo será usado por ele para louvor de sua excelsa glória!  Priorizemos o seu Reino e sua justiça, as demais coisas nos serão acrescentadas. Realinhemos as nossas prioridades, abandonemos a carnalidade que nos tem embaraçado os pés para que aquele dia não nos apanhe de repente como um laço! Nadia Malta

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/SEJAMOS GRATOS!

 SEJAMOS GRATOS!

                                                                               




Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz. Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano”. Lucas 17.15,16. 


O texto citado no inicio fala da cura de dez leprosos. O episódio se deu quando Jesus passava com seus discípulos na divisa da Galileia com Samaria. Dos dez curados apenas um voltou para agradecer e isto surpreende o Mestre que diz: "Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove?” e ainda: “Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?". Aqueles que não voltaram supervalorizaram a dádiva em detrimento do doador dela. O Texto mostra que são muitos os que recebem a dádiva, mas poucos são os que reconhecem o valor do doador dela. O assunto gratidão tem sido recorrente neste pequeno espaço. Temos insistido com o tema, porque sua prática tem sido tão negligenciada pelos filhos de Deus! Muitas vezes encontramos corações infinitamente mais agradecidos dentre os que não confessam o nome do Senhor, que o contrário! O que é uma triste realidade!

Ouço muitas pessoas nesta minha caminhada de escutas contínuas e muitas vezes dolorosas. E confesso com tristeza que muitas dessas escutas causam uma dor dilacerante ao meu coração. E se uma simples pecadora como eu sente tanta tristeza ao perceber a ingratidão dos corações, fico imaginando o coração bondoso do Pai Celestial que foi às ultimas consequências em seu amor por nós! Ele enviou o seu Santo Filho para morrer em nosso lugar, sem que houvesse nenhum merecimento de nossa parte! Razão mais que suficiente para se agradecer ininterruptamente enquanto vida tivermos nesta terra! Quantos corações ingratos seguem em suas murmurações difamando o Senhor com as suas insatisfações! Há uma busca frenética por teres e haveres. Quanto mais se tem mais se deseja. Reaprendamos a agradecer como aquele samaritano que não só reconheceu o valor da dádiva, mas foi ao doador dela! Quanto aos demais, sua pior lepra talvez fosse a própria ingratidão! Temos recebido tanto do Senhor, apesar de nós! A lepra era uma enfermidade grave, incurável e segregadora. Seus portadores eram excluídos da comunidade habitando fora das cidades.

O que aprendemos aqui? Gratidão tem sido uma prática negligenciada por nós. Muitos têm supervalorizado a dádiva em detrimento do doador dela. A maior de todas as dádivas já recebemos: a lepra também tipifica o pecado. Assim todos nós estávamos separados de Deus por causa da lepra do pecado, mas o Senhor por causa do seu grande amor nos purificou por meio da sua Graça encarnada: Jesus Cristo! Fomos justificados pela fé e agora temos paz com Deus por meio do Cristo, diz o apóstolo Paulo, já não estamos mais segregados, separados dele. Passamos de meras criaturas à condição de filhos! O que mais queremos? Glorifiquemos ao Senhor doador de toda boa dádiva e de todo dom perfeito e agradeçamos sempre! Nadia Malta

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/AGUARDE A RESPOSTA DO SENHOR: CHEGA JÁ!

 AGUARDE A RESPOSTA DO SENHOR: CHEGA JÁ!

                                                                                   


No dia vinte e quatro do primeiro mês, estando eu à borda do grande rio Tigre, levantei os olhos e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos de ouro puro de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, o seu rosto, como um relâmpago, os seus olhos, como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido; e a voz das suas palavras era como o estrondo de muita gente. Só eu, Daniel, tive aquela visão; os homens que estavam comigo nada viram; não obstante, caiu sobre eles grande temor, e fugiram e se esconderam. Fiquei, pois, eu só e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma. Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo-a, caí sem sentidos, rosto em terra”. Daniel 10:4-9. 


 Ler o livro profético de Daniel é sempre reconfortante, pois ali percebemos de uma maneira mais portentosa e visual as intervenções de Deus nas horas mais dramáticas de nossas batalhas nas arenas desta vida! Daniel tem uma dessas visões arrebatadoras das aparições teofanicas do Cristo pré-encarnado. A visão foi tão tremenda e arrebatadora que não lhe restou força nenhuma. Deixando-o quase desfalecido. Daniel recebeu uma revelação de Deus e ao discerni-la entra em consagração e busca ao Senhor de todo seu coração. Ele precisava de respostas. As lutas que temos enfrentado são imensas e não poucas. Em certas ocasiões temos a nítida impressão que não vamos suportar. As forças nos fogem. Contudo, é precisamente nesses momentos que mais devemos buscar o Senhor numa consagração contínua. Esta é estratégia eficaz de combate. Há uma necessidade de atenção e vigilância constante. O adversário tem estado furioso contra o povo da Cruz!

A disposição para a busca do Senhor em consagração deve ser uma constate. Às vezes temos a impressão que perdemos a disposição para a luta, para a busca de Deus no meio das nossas agonias. Busquemos o Senhor em consagração genuína, não para barganhar com Deus, mas para estreitar o nosso relacionamento com Ele. É precisamente aí que recebemos grandes revelações da parte do Senhor. Quem busca o Senhor encontra.  Quando buscamos o Senhor de todo o coração Ele se deixa encontrar. E nos revela coisas grandes e ocultas que não sabemos como foi dito a Jeremias. Diante da majestade do Senhor nenhum mortal permanece de pé. Vivemos em um tempo de absoluta irreverência diante do Senhor. As pessoas falam com ele dando ordens e determinando o que ele tem que fazer. Humilhemo-nos sob a mão poderosa do Senhor e ele em tempo oportuno nos exaltará. Instrui o apóstolo Pedro.

Só o Senhor é quem pode fortalecer e consolar seus servos. Daniel é consolado. Muitas vezes a demora de Deus em responder é porque Ele está pelejando por nós! Houve uma resistência maligna por vinte e um dias. Havia uma batalha sendo travada nas regiões celestes para impedir que a resposta do profeta chegasse. Nossas lutas não são contra seres humanos, embora eles sejam agentes do mal muitas vezes, para nos afrontar e atingir. Nossa real luta é contra seres espirituais do mal agindo ininterruptamente ao nosso redor. Aqui é mencionado o príncipe da Pérsia e o da Grécia. Não se trata de pessoas, mas agentes satânicos que se opõem ao Senhor e seus servos. Precisamos nos dispor a buscar mais o Senhor em consagração contínua. Continuemos o nosso clamor em santificação. A resposta pode até parecer atrasada, mas ela virá e seremos fortalecidos, consolados e livrados. Nadia Malta

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/ UMA CERTEZA QUE NÃO SE ABALA!

 UMA CERTEZA QUE NÃO SE ABALA!

                                                                                   


Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem. De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”. Hebreus 11.1, 6. 


O capítulo onze desta epístola é chamado de Galeria dos heróis da fé. Aqui encontramos um elenco de homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. Eles exercitaram sua fé indo até as ultimas consequências. Viveram e morreram por ela. Nada os demovia da certeza inabalável dos agires de Deus. Eles tiveram fé para viver ou morrer pelo que acreditavam. Não a fé pela fé. Muitos têm fé em muitas coisas, mas aqui se trata da fé no Senhor, O Deus Todo Poderoso que fez os céus e a terra e sustenta tudo com a palavra do seu poder. Aquele que mesmo nas situações adversas não perde o controle de nada. Os versículos citados nos apresentam algumas verdades acerca da verdadeira fé: Fé é a certeza das coisas que esperamos. Aqui não se trata de confissão do pensamento positivo, mas certeza das infinitas possibilidades de Deus; É convicção de fatos que ainda não são vistos. Não são vistos, mas são fatos no reino espiritual; Sem fé não agradamos a Deus.

A dúvida já nos leva a derrota e  é o porém que estraga a fé! Aproximemo-nos de Deus na certeza que ele existe. Deus é real, não uma lenda humana. Ele recompensa aqueles que o buscam nessa convicção. Nenhum dos que esperam nele e recorrem a ele será envergonhado. Vale a pena ler todo capítulo e ver o testemunho de cada um, a começar pelo justo Abel passando pelos santos profetas que viveram no passado. Lista a qual podem ser acrescentados muitos outros nomes que viveram tanto tempo depois, até mesmo em nossos dias. Aqui cabe uma pergunta: Se fé é a firme convicção de fatos, como ainda não são vistos? Arrisco um palpite: Creio que se trate de algo que já podemos contemplar com os olhos espirituais. Essa certeza é comunicada ao nosso interior pelo Espírito de Deus! Quando essa certeza se estabelece em nosso coração dessa maneira, ninguém pode demovê-la de nós!

A corrida da fé é ganha olhando firmemente para o Autor e Consumador da nossa fé, Jesus, o Cristo de Deus! É Ele quem traz à existência o que ainda não existe do ponto de vista humano, mas já é uma realidade no reino espiritual. Conheço muitos “heróis” da fé contemporâneos tanto homens quanto mulheres de Deus que experimentaram a sua fé da maneira mais profunda. Eles possuíam essa certeza inabalável. Fé é um dos aspectos do fruto do Espírito. Seu canteiro é a situação adversa. Deus é real e se torna presenteador daquele que o busca de todo coração, tendo a certeza que Ele existe. Não falamos às paredes quando oramos, mas ao Deus Vivo que age e interage conosco. Por meio do profeta Jeremias o Senhor diz: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração; serei achado de vós e farei mudar a vossa sorte!”. Tão somente confiemos! Nadia Malta

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/SOMOS INSTADOS A CONFIAR NO SENHOR SEMPRE!

 SOMOS INSTADOS A CONFIAR NO SENHOR SEMPRE!

                                                                                  


Os que conhecem o teu nome confiam em ti, pois tu, Senhor, jamais abandonas os que te buscam”. Salmos 9.10. 


Neste salmo de ação de graças, o salmista exalta o nome do Senhor por todos os seus feitos. Não se conhece a situação histórica que inspirou este salmo, mas sendo Davi um homem de muitas demandas não é difícil imaginar as lutas e perseguições enfrentadas. Que bom ouvir essa afirmação gloriosa, sobretudo, em tempos de perdas, incertezas e tanto desalento! Não há segurança em nenhum lugar, só em Deus! Há lutas por fora, temores por dentro, uma sensação de desamparo tão grande que nem em casa nos sentimos seguros.  Sem falar na falta de confiabilidade e nas emboscadas que a vida nos prepara à nossa revelia. Isto faz lembrar os insondáveis caminhos de Deus. Há duas verdades que tranqüilizam o nosso coração quando estamos atravessando momentos difíceis: Para confiar é preciso conhecer; e O Senhor não abandona os que o buscam. Os que conhecem o nome do Senhor confiam nele. E conhecer o nome aqui não é apenas um saber intelectual, teórico, mas experiencial. Esses sabem o que significa servir e seguir ao Cristo. É ter presença, socorro, segurança e suprimento sempre.

Tenho pensado muito em nossa vida enquanto cristãos! Quanta pergunta tem povoado a nossa mente! São Porquês e para quês sem conta e insistentes. Quanta coisa não faz sentido algum ao nosso limitado entendimento. Contudo, nada em nossa vida é aleatório, obra do acaso. São tantas situações dolorosas que temos que enfrentar! E nesses momentos as forças se esvaem quase completamente. Perguntamos ao Senhor a razão de tudo. Pedimos que ele sonde o nosso coração para ver se há em nós caminhos maus e como respostas só um silencio ensurdecedor! O que consola é saber que o silencio de Deus pode significar um tempo de grandes preparações! A saída nos é também apontada no versículo citado no inicio: O Senhor não abandona os que o buscam. Ele é o Pastor que não abandona seus escolhidos. Nada nos falta quando somos ovelhas do Supremo Pastor, nem tribulação se esta fizer parte de sua estranha pedagogia! O Senhor sempre socorreu o salmista de modo visível contra inimigos reais que demandavam sua vida e paz!

Quantas vezes já não nos sentimos à semelhança do salmista perseguidos, assolados, caluniados, fustigados por inimigos humanos que se colocam como instrumentos de seres espirituais do mal! Contudo, o Senhor é nosso Alto Refúgio quando nos oprimem e Torre segura na hora da adversidade!  O salmista em sua oração ainda diz: “Aquele que pede contas do sangue derramado não esquece; ele não ignora o clamor dos oprimidos. Levanta-te, Senhor! Não permitas que o mortal triunfe! Julgadas sejam as nações na tua presença”. Parece que a natureza daquela luta era institucional, vinha do poder constituído, pois ele pede que as nações sejam julgadas.  Quanta semelhança com as nossas lutas não só em termos de país no qual habitamos, mas as lutas pessoais e os temores que nos assombram! Levanta-se ó Senhor, e pelas misericórdias do teu Filho Jesus julga a nossa causa contra os nossos adversários que são muitos e nos odeiam de forma cruel! Nadia Malta

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS FAZER A VONTADE DE DEUS!

 BUSQUEMOS FAZER A VONTADE DE DEUS!

                                                                                   


Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano. Eis o que devem fazer: Falem somente a verdade uns com os outros, e julguem retamente em seus tribunais; não planejem no íntimo o mal contra o seu próximo, e não queiram jurar com falsidade. Porque eu odeio todas essas coisas", declara o Senhor”. Salmos 143.10; Zacarias 8.16,17. 


Busquemos fazer a vontade de Deus em nossas vidas. A oração do salmista pedindo ao Senhor que o dirija por terreno plano é respondida de maneira prática pelo Senhor através do profeta Zacarias. Como essas palavras do Senhor soam atualíssimas como se tivessem acabado de ser proferidas! Estamos vivendo uma deflação de verdade. Tudo é feito às ocultas. Tramado nas trevas. Usa-se e abusa-se dos sofismas e a confiabilidade desceu pelo ralo faz tempo. Em sua oração o salmista pede ao Senhor para ensiná-lo a fazer a sua vontade e fazê-lo andar em terreno plano. Como é oportuna esta oração para nós, os cristãos contemporâneos. Que o Senhor nos ajude a discernir a mão direita da mão esquerda e ao discernir possamos usar de sabedoria para aplicar o que aprendemos.

O Senhor por meio de Zacarias adverte severamente primeiro que falemos a verdade uns com os outros e se julgue retamente em nossos tribunais. Que a compulsão pela mentira deixe o nosso meio. Que sejamos verdadeiros com os nossos semelhantes. Por que as instituições estão desacreditadas? Porque aqueles que as dirigem mentem vergonhosamente. Há sempre um motivo escuso debaixo dos panos. O prevalecente jogo de interesses perpassa os limites da ética e da vergonha. O que fazer diante do quadro aterrador que vivemos? Voltarmos ao Senhor de todo o nosso coração com choro e quebrantamento de espírito confessando o nosso pecado tanto pessoalmente quanto como nação. Em seguida o Senhor ordena que não se planeje o mal contra o próximo, nem se testemunhe falsamente. A razão para esta ordenança tão severa? Ele odeia estas coisas.

 

Deus é santo e exige santidade dos seus filhos. E olhe que nem estamos falando do que acontece com aqueles que não servem ao Senhor, pois, entre esses tudo isto é prática comum. Mas alianças com o mundo são feitas entre aqueles que se dizem cristãos para proveito próprio. Joio no meio do trigo? Quem sabe! O que podemos pensar ou fazer diante de tudo que temos visto e experimentado? Tudo que podemos fazer é clamar ao Eterno e dizer: Maranata, ora vem Senhor Jesus! Nadia Malta

domingo, 10 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/VIVER NA SUFICIÊNCIA DO SENHOR É PRECISO!

 VIVER NA SUFICIÊNCIA DO SENHOR É PRECISO!

                                                                                    


Pediram, e ele fez vir codornizes e os saciou com pão do céu. Fendeu a rocha, e dela brotaram águas, que correram, qual torrente, pelo deserto. Porque estava lembrado da sua santa palavra e de Abraão, seu servo”; “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”. Salmos 105:40-42; Mateus 6.34. 


Aprendamos a viver na suficiência de Deus! O salmista no texto citado evoca os feitos de Deus do passado durante a travessia do deserto saindo do Egito rumo à terra Prometida. Aquela travessia era um tipo da que empreendemos hoje rumo a Pátria Celestial. Tudo será devidamente providenciado. Nada do que realmente necessitarmos nos faltará, nem tribulação se esta for um meio de nos ensinar algo. O Senhor no Sermão do Monte também adverte o povo a não se preocupar com o futuro! Os textos citados nos levam a algumas verdades em meio às angústias que nos assaltam no hoje: Lembrar das provisões de Deus do passado. Deus não esquece a sua Aliança com o seu povo. Atentar para a advertência de não sofrer de véspera é preciso. O Senhor é o nosso Pastor e nada nos faltará diz o salmista com muita propriedade! Ele fala experiencialmente, não apenas de ouvir falar. Quando olhamos para o passado no meio das nossas agonias presentes nos confrontamos com as verdades eternas vivenciadas por muitos servos do Senhor. O Senhor além de todos os seus infinitos atributos, Ele é Também o nosso provedor. Ele é o Senhor de toda Suficiência e Senhor da Aliança feita com seus servos do passado! Esta Aliança alcançará toda posteridade espiritual.

O Salmista se alegra nas promessas do Senhor como alguém que encontra grandes despojos. Sim, é verdade. Dia a dia somos enriquecidos com aquilo que nos é revelado pela santa e gloriosa palavra de Deus. Por que cremos que as Promessas do Senhor se cumprirão? Porque Deus é Fiel e jamais falha! Aquietemo-nos! Tem um dito popular que diz: “Quem vive de promessa é santo!”.  Exatamente!  Nada poderia se adequar de maneira tão perfeita aos cristãos como esta afirmação. Esperar pelas promessas de Deus demanda perseverança constante. Os que são da fé esperam pela promessa, pois confiam na Aliança! Atentemos para a suficiência providenciada pelo Senhor em tudo que necessitamos para a travessia por esta terra. Por que então nos desesperamos tanto? Inquietamo-nos tanto com o amanhã antecipando angústias por algo que não está acontecendo e talvez nem aconteça! Sofremos por antecipação. Adoecemos de véspera, que coisa mais louca! Descobrimos aqui que a preocupação é filha do medo.

Escutem isto aqui: Nada nos faltará, pelo menos, nada do que realmente necessitarmos para completar a travessia repetindo! Assim poderíamos ter uma vida abundante, aquela prometida pelo Senhor. Por que não desfrutamos dessa promessa gloriosa? Por causa da ação nefasta do velho ladrão e homicida que nos persegue desde tempos ancestrais. Aquele que veio para “roubar, matar e destruir!”. Roubar a fé confiante, matar a esperança perseverante e destruir em nosso coração a capacidade de enxergar a glória de Deus nas situações. Tempo de acordar para esta realidade! Tempo de abraçar a promessa gloriosa de uma vida interior abundante. Tempo de dar um basta em tanta morte, em tanto roubo e em tanta destruição em nossas vidas! O Senhor quer que desfrutemos com alegria da sua Abundancia! Nadia Malta

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/APROVEITEMOS O TEMPO DA OPORTUNIDADE: A PORTA AINDA ESTÁ ABERTA!

 APROVEITEMOS O TEMPO DA OPORTUNIDADE: A PORTA AINDA ESTÁ ABERTA!

                                                                               


   

Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá: Conheço as tuas obras — eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar — que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome”. Apocalipse 3:7,8




Cartas foram escritas da parte do Senhor através do apóstolo João às sete igrejas da Ásia Menor com o propósito de exortar, edificar, admoestar. Uma dessas igrejas contempladas foi a que estava em Filadélfia. O Significado dos nomes tanto das cidades quanto das pessoas nos escritos bíblicos é de grande importância para que compreendamos o sentido do que está sendo ensinado. Filadélfia, por exemplo, significa amor fraternal. Esta igreja fazia jus ao nome.  Esta pequena igreja recebe da parte do Senhor: Um elogio: O Senhor conhece as obras da igreja e sabe que ela perseverou na fé e guardou a sua palavra; Uma promessa tripla: O Senhor fará que os inimigos reconheçam o valor desta igreja amada do Senhor. O Senhor guardará esta igreja da hora da provação que virá sobre toda terra e fará do vencedor coluna no seu santuário sobre a qual terá escrito o nome do Senhor e o nome da cidade santa; Um Conselho: A igreja deve guardar o que tem, pois ele vem sem demora, para que ninguém tome a sua coroa (galardão).

Gostaria de chamar a atenção para o que fora dito pelo Senhor à pequena igreja de Filadélfia. O que foi dito àquela igreja serve para todos os cristãos fieis de todas as épocas. Diz o Senhor: “Conheço as suas obras!”. Não nos iludamos! O Senhor é o que sonda mentes e perscruta corações. Isto para dar a cada um segundo as suas obras. E ele conhece de verdade as nossas obras, tanto pessoalmente quanto como igreja. Isto pode ser uma bênção ou pode nos colocar numa grande encrenca. Exterioridades não impressionam o Senhor. Temos repetido isto muitas vezes. Há uma porta aberta diante de nós tanto de privilégios quanto de responsabilidades. Não podemos negligenciá-la. O Senhor deseja que a atravessemos para evangelismo, testemunho e socorro. A pergunta é: temos atravessado com temor e tremor esta porta? Muitas vezes a única Bíblia que os que estão à nossa volta terão oportunidade de ver é o nosso próprio testemunho. Preguemos com palavras, mas, sobretudo, com a nossa vida. Assim, evangelismo, testemunho e socorro precisam caminhar lado a lado.

A pequena igreja naquela cidade tinha pouca força política e representativa. Contudo, aquela pequena igreja recebeu da parte do Senhor um elogio, uma tríplice promessa e uma exortação. Não há aqui nenhuma reprimenda. São muitos os privilégios que temos como escolhidos de Deus sobre a terra. Privilégios demandam responsabilidades. Não dá para dissociá-los. Precisamos atentar para isto. As igrejas da Ásia Menor tanto eram igrejas locais quanto figuras representativas da história da igreja em todas as épocas. Podemos ver traços de cada uma delas dentro das igrejas locais da atualidade, através dos seus membros e lideranças. Aqui o Senhor faz uma tríplice promessa e aconselha como Pai amoroso. Estejamos atentos para continuar em fidelidade. Jesus está vindo e nos pedirá contas! Nadia Malta.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR ESTÁ EM NÓS E JUNTO A NÓS, SEMPRE!

 O SENHOR ESTÁ EM NÓS E JUNTO A NÓS, SEMPRE!

                                                                                     


Pois assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: Habito num lugar alto e santo, mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito!”. Isaías 57.15. 


O contexto todo fala da mensagem de paz do Senhor para os arrependidos de todas as épocas! O Deus Transcendente e Imanente mesmo assentado num Alto e Sublime Trono habita também com o abatido e contrito de espírito. O desejo do Eterno é trazer paz ao coração do angustiado de espírito e novo ânimo àquele que tem seu coração quebrantado e aflito. Como estamos todos necessitados de uma ação sobrenatural do Senhor em nossas vidas! Quantas demandas, meu Senhor têm nos sobrevindo, especialmente nestes dias! Não há consolação em nenhuma ação humana. Aquilo de que realmente necessitamos é que o Senhor nos impacte com a sua presença restauradora e consoladora. A Bíblia afirma que “bem-aventurados os que não viram e creram!”, contudo, há momentos que precisamos ser abraçados pela graça de modo vivo. Precisamos de um toque de Deus na aridez dos nossos desertos e na solidão dos nossos vales áridos!

O Texto traz três verdades as quais não podemos esquecer: O Alto e Sublime Deus que habita no lugar alto e santo também habita no coração do contrito e abatido de espírito. Ele tanto controla quanto consola. Ele é que traz novo ânimo ao coração do humilde e novo alento ao coração do contrito. O Senhor é Aquele que ocupa todos os espaços siderais. É o Senhor do macro e do micro, mas que por um ato da sua misericórdia e soberania resolveu habitar também no coração imperfeito do homem. Isto tudo é maravilhoso demais aos nossos olhos. Embora não compreendamos os desígnios soberanos do Eterno, entendemos que tudo traz à  reboque um propósito edificador e santificador, mas não é fácil enfrentar esses treinos do céu! Assim como o atleta precisa de disciplina e de uma alimentação adequada para enfrentar a duras horas de treinos, nós também precisamos estar bem nutridos espiritualmente por meio do santo alimento que é a Bíblia Sagrada.

Os atletas mencionados lutam por um prêmio perecível, nós lutamos pelo prêmio da soberana vocação. O alvo é a santificação, sem a qual não veremos a Deus!  A nossa “leve e momentânea tribulação produzirá para nós eterno peso de glória acima de toda comparação”. Por isso quem nos treina é a graça sustentadora que nos fortalece e firma nossos passos, nos dando equilíbrio para que não pendamos nem para a direita nem para a esquerda. Que em nossas orações haja seis petições continuamente: Dá-nos ânimo, Senhor! Guia-nos ao teu oásis, ó Senhor! Capacita-nos, Senhor! Estende a tua mão e toca em nós! Acalenta-nos, ó Senhor! Ajuda-nos a completar o treino, Senhor! Tudo em nome de Jesus Cristo, nosso amado Redentor e Senhor!Nadia Malta.

domingo, 3 de janeiro de 2021

Meditção/Nadia Malta/AGUARDEMOS VIGILANTES: O SENHOR JÁ NÃO TARDA!

 AGUARDEMOS VIGILANTES: O SENHOR JÁ NÃO TARDA!

                                                                                 


Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão”. 2 Pedro 3.3,4, 8-10. 


Chegamos ao primeiro domingo do novo ano. Atravessamos dias turbulentos e de incertezas. Não sabemos o que nos aguarda, mas sabemos quem nos aguarda e quem caminhará conosco durante a nova jornada a ser empreendida, aconteça o que acontecer: Jesus, o Cristo! Têm sido requeridos de nós preparação e vigilância. Começamos mais uma travessia: Nada melhor e mais consolador que adentrar o novo ano seguindo a trilha da promessa gloriosa da Vinda do Senhor! Vejamos o que nos mostra o apóstolo Pedro em sua segunda carta. O texto na verdade vai desde o versículo primeiro até o dezoito nos dando uma visão ampla do ensino petrino sobre o assunto. Assim como acontece com toda Escritura, há uma unidade no ensino sobre a Segunda Vinda. Cada escritor bíblico aborda à sua maneira, mas todos em perfeita unidade são unânimes em afirmar que a Segunda Vinda é um fato já estabelecido por Deus para Aquele dia e hora, não uma mera conjectura.

Os falsos mestres daqueles dias se infiltravam nas igrejas locais para disseminar seu ensino apócrifo. Aqueles falsos mestres tinham seu ensino fundamentado no que eles chamavam de falsa esperança e escarneciam a esse respeito. A promessa do Reino da Justiça parecia para aqueles que andavam segundo as suas próprias paixões como algo surreal. Não se podem enquadrar as promessas de Deus nos formatos humanos ou na forma de conceber as coisas do ponto de vista da nossa humanidade limitada. Deus prometeu, Ele cumpre no tempo e ao modo dele nunca no nosso. Não podemos perder isto de vista. O Apóstolo fecha a questão em relação às afirmações maliciosas dos falsos mestres dizendo que: “para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns”. Pedro também ratifica algo que já fora dito em outros escritos que a Vinda do Senhor acontecerá repentinamente como vem o ladrão à noite. E esta ilustração demanda vigilância e preparação constante.

Pedro termina sua admoestação nos seguintes termos: “Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam. Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém”.  O que aprendemos aqui? E quanto a nós? Será que temos nos colocado em sobriedade e vigilância ou temos vivido como se esse dia jamais fosse chegar? Se as palavras do apóstolo foram tão urgentes naqueles dias, o que diremos em relação à hoje? Vivemos em um tempo que se apressa para o fim. Despertar é preciso! Não durmamos como os demais! Preparemo-nos, Ele vem e já não tarda! Nadia Malta

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/ O SENHOR COMPLETARÁ A OBRA COMEÇADA EM NÓS!

 O SENHOR COMPLETARÁ A OBRA COMEÇADA EM NÓS!

                                                                                  


“Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse”. João 14.26.


Terminemos o velho ano e adentremos o novo ano aquietando nossos corações, pois o Senhor completará a sua obra começada em nós. Hoje é o ultimo dia do ano. Foi um ano difícil para todos, mas até aqui nos ajudou o Senhor! É bom terminarmos a jornada do ano na certeza de que nada foge ao controle do nosso Senhor. Precisamos sempre nos lembrar disto! Há um pensamento atribuído a John Stott que diz o seguinte: “O cristão precisa ser mais lembrado que instruído!”. Já citamos o pensamento muitas vezes. E testificamos a veracidade do seu conteúdo. Temos realmente uma memória fraca, sobretudo, para as verdades eternas. Mas o Senhor providenciou uma solução para isto. Aliás, esta é uma das muitas atribuições do Espírito Santo, além é claro, de nos convencer “da justiça, do juízo e do pecado”.

O que nos é dito aqui pelo Senhor acerca do Espírito Santo? 1º Ele é o nosso Supremo Conselheiro enviado pelo Pai em nome de Jesus. 2º Ele é o Mestre que nos ensinará todas as coisas. 3º Ele nos fará lembrar de tudo que já nos foi dito pelo Senhor. O que podemos aprender aqui para nos aquietar diante das dificuldades? O cristão mesmo que saia temporariamente do prumo de Deus, ainda que tropece ou mesmo caia em um momento ou outro ele voltará para o Senhor que não desiste dele. É interessante quando lidamos com as pessoas e temos o nosso olhar e a nossa escuta treinados para enxergar e ouvir além do que é dito ou mostrado. Muitas vezes o Senhor nos faz recuar e apenas orar pelas situações ou pessoas. Isto ajuda a frear nossos impulsos humanos. Precisamos ter sensibilidade para perceber determinados moveres específicos de Deus em determinadas pessoas. Em certos casos somos levados à ação em outros à oração somente. Como assim, somente? Orar é tudo sempre, não nos esqueçamos disto! 

Quaisquer tentativas nossas de agir ou manipular essas situações sem que Deus conduza, só redundará em mais dor. Por mais difícil que seja para nós seres humanos apressados, a própria espera, às vezes faz parte da resposta que tanto desejamos. Ir com (C)alma. Isso mesmo! Tem alma na palavra calma. Isto remete à sensibilidade de perceber a direção do Senhor em cada momento específico. Nada está fora do seu controle soberano! O salmista diz que o “que a nós diz respeito o Senhor levará a bom termo!”. Creio demais nisto. Como também creio que esse desfecho não acontece antes de um trabalhar especifico em cada um de nós! O Espírito Santo nosso Supremo Conselheiro é especialista em falar aos seus escolhidos de modo eficazmente preciso. Ele nos ensinará e nos fará lembrar tudo que temporariamente esquecemos em relação à sua palavra e aos ditames de Deus. Nenhum dos seus ficará fora do prumo. Mesmo que isto implique em sofrimento e dor. A voz mansa e suave não poucas vezes se transforma em voz de trovão até que seja impossível não ouvi-la! Que adentremos o novo ano na perspectiva dessas palavras do Senhor! Pensemos nisto! Nadia Malta

domingo, 27 de dezembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/NOSSA ESPERANÇA EM CRISTO NÃO SE LIMITA A ESTA VIDA!

 NOSSA ESPERANÇA EM CRISTO NÃO SE LIMITA A ESTA VIDA!

                                                                                   


“Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam.  Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens”. 1 Coríntios 15.12-19.


O apóstolo Paulo falando aos Coríntios traz uma dura reprimenda àqueles que negavam a ressurreição do Cristo, mesmo depois de terem ouvido pregações bem fundamentadas a esse respeito. A igreja de Corinto se deixava levar facilmente pelos modismos que nela adentravam. Eram conceitos, falácias e doutrinas espúrias que aqui e acolá trazia divisão aquela igreja. Hoje as coisas não são muito diferentes, muito pelo contrário, parece que as coisas até de certo modo se agravaram. Muitos têm sido facilmente ludibriados pelas palavras sedutoras de outros. No caso dos irmãos da igreja de Corinto, chegaram alguns ao absurdo de dar ouvidos a uma facção que negava a própria ressurreição de Cristo. Cerne do Cristianismo. Como entender algo assim? Fácil, parece que em todas as épocas são poucos os que gostam de estudar com afinco a Palavra de Deus. Esses preferem a dar ouvidos aos que se acham mestres segundo seu próprio entendimento. E aí, mora o perigo. Normalmente são agentes malignos que se infiltram nas igrejas para disseminar seus ensinos. É preciso cuidado, vigilância e conhecimento da Verdade. Só a verdade pode combater o engano!

O ano está terminando e nada melhor do que falar em ressurreição como uma nota de esperança diante de tudo que temos vivido! Acompanhemos a argumentação do Apóstolo Paulo em defesa da Ressurreição de Cristo: As pregações sobre a ressurreição eram recorrentes naqueles dias. Ninguém poderia alegar que jamais ouvira sobre o assunto. Se Cristo não ressuscitou seria inútil a pregação e inútil a própria fé. E ainda os que pregam seriam tidos por falsas testemunhas. Além de inútil a fé que professamos seria também trágico, porque estaríamos irremediavelmente presos aos nossos pecados. E aqueles que morreram nessa esperança estariam perdidos. Se a esperança em Cristo se atem apenas a esta vida somos os mais infelizes de todos os mortais. Negar a ressurreição é negar a esperança do cristianismo. Sem ressurreição a pregação se torna inútil e a fé sem eficácia.

Jesus é a própria Ressurreição. Ele diz: “Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá”; João 11:25. Nesses dias em que muitos têm estado mergulhados em intensa tristeza por causa dessa pandemia que tem ceifado tantas vidas, é oportuno parar e considerar todas essas coisas. A ressurreição é a grande nota de esperança para os crêem, repito. Ele vive e é o penhor, a garantia da nossa própria ressurreição. Ele vive, nós viveremos eternamente. Ele é as primícias dos que dormem. Ou seja, ele ressuscitou, nós ressuscitaremos! Aleluia! O nosso Senhor e Salvador não é o Cristo morto apresentado numa cruz derrotado pela morte. Ele venceu a morte. Sua Cruz está vazia. Seu túmulo está vazio. Ele ocupa Soberano o seu Trono nos mais altos céus! Cristo vive! Podemos crer no amanhã! Nadia Malta

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/ JESUS CONTINUA NASCENDO NOS CORAÇÕES: RENDAMOS GRAÇAS!

 JESUS CONTINUA NASCENDO NOS CORAÇÕES: RENDAMOS GRAÇAS!

                                                                                     


Assim, temos ainda mais firme a palavra dos profetas, e vocês farão bem se a ela prestarem atenção, como a uma candeia que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em seus corações”. 2 Pedro 1.19. 


Temos falado muito em gratidão e sempre que abordamos o assunto nos lembramos das bênçãos recebidas. Daquilo que o Senhor tem feito nas nossas vidas, de tudo que temos recebido de maneira visível e palpável da parte do nosso Senhor.  E quase nunca nos lembramos dos atributos eternos de Deus ao render graças. Estamos sempre querendo coisas! Há sempre uma demanda em pauta a ser reivindicada, ou exigida como muitos fazem. No salmo 136 o salmista corrige essa deficiência humana. Nos vinte e seis versículos o salmista termina dizendo: “Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre”. Todo o dia é dia de especialmente render graças ao Senhor e gostaria de pontuar algumas coisas: Que bom que nos reunimos para agradecer ao Senhor por tudo, especialmente por ter ele enviado o Cristo para nos resgatar do império das trevas nos transportando para o Glorioso Reino do Filho do seu amor!

Estamos no tempo em que se comemora o primeiro advento, embora não saibamos ao certo a data do nascimento do Cristo e o mundo segue comemorando um Natal sem Jesus, para nós, no entanto, é significativo lembrar que ele veio ao mundo por amor de nós. Confesso que ando tão cansada das discussões teológicas áridas, destituídas de amor e sensibilidade. Que possamos fazer uma pausa nos nossos saberes acadêmicos para meditar um pouco em um fato irrefutável: Jesus Nasceu! Contra fatos não há argumentos. Não importa se o nascimento foi em qualquer dos meses do ano. O fato é que ele veio em carne! Nasceu! Tabernaculou! O Deus Vivo despojou-se da sua glória e se vestiu de humanidade para viver a nossa vida e morrer a nossa morte e ressuscitou para que um dia possamos estar para sempre com ele. Isto é motivo mais que suficiente para que comemoremos todos os dias do ano. Então, que tal se nós parássemos de ser “uns estraga prazeres” e nos curvássemos diante de tão grande acontecimento?

Voltemos ao versículo citado no início: “Assim, temos ainda mais firme a palavra dos profetas, e vocês farão bem se a ela prestarem atenção, como a uma candeia que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em seus corações”. Todos estão encerrados nas mais densas trevas até que o dia clareie e a Estrela da Alva nasça nos corações. Sim, Jesus é a Brilhante Estrela da Manhã que veio ao mundo para nos vivificar e resgatar. Éramos defuntos aprisionados. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados. E Ele, Jesus, a Brilhante Estrela da Alva, veio e nos deu vida e vida em abundancia, mais que isto Ele próprio nasceu em nossos corações. Isto é razão mais que suficiente, repito, para uma comemoração eterna. Não importa se a festa nasceu para cumprir um calendário pagão, nenhum falso deus tem o direito de usurpar esta comemoração. Cristianizemos o Natal! Nenhum povo da terra tem mais motivos para comemorar o Nascimento do Cristo do que o povo de Deus. Assim, não embarquemos em discussões sem futuro e anunciemos mais e mais o Cristo. E que Ele continue nascendo a cada dia nos corações de muitos! Que seja Feliz Natal continuamente em nossos corações! Nadia Malta

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/QUE PERMANEÇAMOS FIRMES NA ROCHA ETERNA!

 QUE PERMANEÇAMOS FIRMES NA ROCHA ETERNA!

                                                                                    


Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se pode abalar, mas permanece para sempre. Como os montes cercam Jerusalém, assim o Senhor protege o seu povo, desde agora e para sempre”. Salmos 125.1,2. 


Aqui o salmista compara a segurança dos que confiam no Senhor com a própria segurança da Cidade Santa ladeada de montes. O CRISTÃO fiel está firme no Senhor, apesar de todos os pesares. A firmeza do fiel depende do seu alicerce. E este alicerce não é fundamentado em homens, mas numa Rocha Eterna chamada Cristo. As palavras de encorajamento do salmista aos seus leitores nos alcançam hoje. Creio que em nenhuma outra época os filhos de Deus precisam ter a segurança de um alicerce sólido e profundo. Parece que tudo concorre para nos abalar, nos tirar do eixo, do prumo de Deus para nós! São tantos os instrumentos que são usados para nos abater! Misericórdia!

Os dias são realmente maus como adverte o apóstolo Paulo. Ansiamos pela Vinda do Senhor mais que os guardas das antigas cidades fortificadas ansiavam pelo raiar da manhã.  Para vencer os dias maus que estamos vivendo precisamos ter os nossos pés alicerçados sobre a Rocha Eterna que é o Cristo. Da nossa ligação visceral com Ele depende a nossa quietude diante das lutas enfrentadas. O nosso coração humano pode entristecer com tudo que nos cerca, mas não somos abalados, tirados da presença do Senhor. Embora esse seja o intento do adversário. Em sua oração pelos efésios Paulo ora assim: “Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite em seus corações mediante a fé; e oro para que vocês, arraigados e alicerçados em amor, possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus”.

Qual o objetivo desse alicerce? É nos fazer compreender o tamanho do amor de Cristo que excede todo o entendimento e possamos nos encher da plenitude de Deus. É disso que efetivamente precisamos. Com os corações cheios de Deus não haverá espaço para o domínio das inquietações que nos cercam e muito menos para os apelos da nossa carnalidade. Estamos todos sendo tratados, treinados pelo Fiel Guarda de Israel. Ele não dormita nem dorme. Ele sempre protege o seu povo desde agora e para sempre. Tão somente confiemos sem vacilar! Nadia Malta

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/ ESTAMOS SENDO MOLDADOS!

 ESTAMOS SENDO MOLDADOS!

                                                                                    


Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras. Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas. Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu. Então, veio a mim a palavra do SENHOR: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? – diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”. Jeremias 18.2-6. 


Há quatro verdades aqui que não podemos perder de vista: Precisamos aprender a descer sem resistência; Jeremias desce em obediência; A obra por uma série de fatores pode se estragar, mas o oleiro não desiste; O Oleiro tem feito assim conosco. O profeta foi levado a descer a casa do Oleiro. O Vale tem sido através dos séculos a grande escola de humildade do servo de Deus. É lá que podemos ouvir sem interferência as palavras que o Senhor deseja nos ensinar. O Senhor leva seu profeta a um lugar perfeito para uma ministração irrefutável: A Casa do Oleiro. Lá ele olha atento aos ensinamentos do Senhor. Aprendamos a observar! Aquele era sem dúvida um “data show” em 3D. Nunca mais o profeta esqueceria o que viu ali. Estejamos também atentos aos ensinamentos de Deus através dos múltiplos recursos que Ele usa para nos ensinar. Enquanto o Oleiro manuseava o vaso, este se estragou em suas mãos. Mas Ele não despreza o barro escolhido, antes refaz a obra. Ah, quando o Senhor entende de nos refazer!

Na verdade todos nós estamos em processo de transformação radical. Santificação é isto, transformação radical. Estamos todos na roda do Oleiro Divino experimentando o doloroso processo de sermos refeitos. O mesmo processo seguido para a transformação do barro em vaso útil seria usado pelo Senhor na transformação do seu povo escolhido! O Senhor não perde vaso escolhido. Jeremias precisava saber disto para que não esmorecesse diante das aflições do cativeiro. O Senhor não desperdiça o barro, antes desfaz a obra estragada e com o mesmo barro Ele trata de fazer um novo vaso. O processo para se fazer um vaso é longo e demorado. Vai desde a escolha do barro passando pela remoção das impurezas, acrescenta-se material apropriado para deixá-lo resistente. Depois o barro é curtido levando sol e chuva até a modelagem propriamente dita quando o vaso já pronto passará pelo forno da olaria até ficar resistente pronto para o uso. A grande noticia aqui é que o Oleiro Divino não despreza barro escolhido.  

Quando o Senhor entende de nos modelar para o seu serviço, pode estar certo de que Ele completará a obra doa o quanto doer. A obra será terminada sem apelação. Seremos sacudidos, amassados, remexidos, jogados de um lado para outro. As nossas impurezas emergirão e serão tiradas. Receberemos aquilo que necessitarmos para a transformação. E por fim passaremos pela fornalha das aflições onde seremos preparados para servir. É o lugar da maturidade. O Senhor não chama meninos na fé para a sua obra. Ele busca varonilidade e para isto nos tira da nossa zona de conforto. Deus não quer jarros para adorno. A beleza está no serviço não na exterioridade. Ele procura vasos utilitários. Muitas vezes não compreendemos o papel de determinadas pessoas ou circunstancias em nossas vidas. São formões de Deus para nos moldar, nos esculpir até que estejamos prontos para o que Ele quer. A melhor postura do barro é a não resistência a esse agir efetivo do Oleiro. Que a obra termine e nos tornemos vasos de honra! Nadia Malta.

domingo, 6 de dezembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE ENTREGA PLENA!

 TEMPO DE ENTREGA PLENA! 

                                                                                    


Passado algum tempo, Deus pôs Abraão à prova, dizendo-lhe: "Abraão!”Ele respondeu: "Eis-me aqui". Então disse Deus: "Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei". Quando chegaram ao lugar que Deus lhe havia indicado, Abraão construiu um altar e so­bre ele arrumou a lenha. Amarrou seu filho Isa­que e o colocou sobre o altar, em cima da lenha. Então estendeu a mão e pegou a faca para sacrificar seu filho. Mas o Anjo do Senhor o chamou do céu: "Abraão! Abraão!" "Eis-me aqui", respondeu ele. "Não toque no rapaz", disse o Anjo. "Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho. ". Gênesis 22.1, 9, 11, 13. 


O patriarca Abraão é chamado de Pai da fé. Com esse homem de Deus aprendemos que nunca somos velhos demais para enfrentar novos desafios, lutar novas batalhas e aprender novas revelações de Deus. Aqui aprendemos que Deus exige uma entrega plena de tudo que somos, temos e sabemos a ele. O texto aponta em primeiro lugar para o grande, único e perfeito sacrifício de Cristo na Cruz do Calvário em favor de nós. Isaac é um tipo de Cristo. Abraão esperou toda a vida por uma promessa de Deus, quando ela finalmente chega, o Senhor requer o objeto dessa promessa, que é seu filho Isaac. É inevitável perguntar: “Por que o Senhor requereu Isaac do velho e sofrido Abraão?”. A resposta a essa pergunta também é a ideia central desse texto: Um dos estágios da Escola da Fé é a entrega absoluta tanto de nós mesmos, quanto de tudo que reputamos como imprescindível em nossas vidas: Família, entes queridos, bens, conhecimento e até mesmo a nossa própria vida. Foi assim com Abraão, é assim com cada um de nós. Deus deseja nos libertar, mas para isso é preciso reconhecer os ídolos e entregá-los no altar do sacrifício. Que tal listá-los e depois fazer uma entrega solene?

Deus nos confronta com os nossos ídolos e requer aquilo que nos é mais caro! O Senhor é aquele que conhece mente e sonda corações, por isso ele sabe quais são os nossos ídolos, mesmo quando eles estão disfarçados. Abraão certamente não possuía mais ídolos de pedra e cal, mas em seu lugar entronizou outro ídolo e desta vez em seu coração: seu filho Isaac. Deus requereu de Abraão, não algo que ele amava superficialmente, mas aquilo que lhe era único, imprescindível e preciosíssimo: seu filho Isaac. O destronar dos nossos ídolos é uma grande prova exigida por Deus, para que o nosso coração fique livre para adorá-lo em verdade. Quando Deus requer de nós o que nos é caro, devemos nos concentrar nas promessas e não nas possíveis explicações! Aprendemos aqui que Deus não exige de nós algo que não nos custe nada. Apesar de sofrido, Abraão creu que Deus jamais entraria em conflito com suas próprias promessas.

Na hora da prova precisamos aprender a depender unicamente da provisão de Deus! Essa instrução nos ensina que as grandes provas de Deus são requeridas dos servos mais maduros, não dos meninos na fé. Abraão conhecia o seu Deus. O próprio Deus se revelou ali como Jeovah Jiréh, o Deus que provê. Descobrimos aqui, que quando abrimos mão para Deus daquilo que nos é caro, ele nos restitui. O Senhor não confisca bênção, mas nos prova para saber se estamos prontos para recebê-la e às vezes a guarda por algum tempo para devolvê-la mais tarde. Ele não está falando aqui em sermos desleixados com a família, mas de priorizá-lo acima de tudo e de todos. Espere confiantemente e com uma expectativa positiva aquilo que Deus tem reservado para você! Deus não desperdiça nenhum sofrimento. Abraão saiu daquela prova abençoadíssimo! Nadia Malta

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