terça-feira, 30 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ A VITÓRIA ESTÁ RESERVADA AOS QUE PERSEVERAM NA FÉ!

 A VITÓRIA ESTÁ RESERVADA AOS QUE PERSEVERAM NA FÉ!

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma”. Hebreus 12.1-3. 


Ouvimos do apóstolo Paulo em Rm.12.3 que o Senhor repartiu uma medida de fé com cada um de nós. Já partimos do princípio de que todos nós temos fé. Cabe a nós agora cuidar desta semente adubando-a com a Palavra de Deus, regando-a muitas vezes com as nossas lágrimas para que ela se torne frutífera. A fé é além de um dom dado por Deus, também um aspecto do fruto do Espírito Santo, e como tal se desenvolve em situação adversa. Somos colocados em circunstancias nas quais a nossa fé é treinada a confiar Naquele que existe e se torna galardoador dos que o buscam. Qual o objetivo deste treinamento? Até que aquela medida inicial de fé, se torne uma certeza inabalável daquilo que esperamos, uma firme convicção de fatos que ainda não são vistos com os olhos humanos. Por que devemos crer assim? Porque quem fez a promessa é fiel! Hb.10.23.

O texto citado traz algumas instruções quanto ao exercício da fé genuína! Vejamos: Olhemos para os que ousaram crer antes de nós; Desembaracemo-nos de todo o peso e do pecado que tenazmente nos assedia; Corramos com perseverança a carreira da fé proposta; Olhemos firmemente para o Autor e consumados da nossa fé – Jesus; E Consideremos os sofrimentos de Cristo, para não esmorecermos em nossas próprias lutas! Somos chamados pelo autor da epístola a olhar para a grande nuvem de testemunhas dos chamados heróis da fé do capítulo anterior. Homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. O texto fala primeiro de peso que atrapalha, que embaraça. Do que ele está falando de fato? Quantas coisas no meio de uma luta que enfrentamos acabam nos distraindo e nos impedindo de crer de fato! São conselhos, práticas, inclinações, pensamentos que confundem nosso foco. Depois o texto fala de pecado, não apenas os pecados específicos, mas da nossa própria pecaminosidade. Estejamos atentos em meio às nossas lutas, pecados precisam ser confessados e abandonados para que alcancemos misericórdia!

Não podemos deixar que nada impeça, distraia ou nos embarace na corrida da fé. Isto tanto para a salvação, quanto para a vitória. Olhar para Cristo sem desviar o olhar, é o segredo para se chegar ao destino mais que vencedores. Quando focamos nEle estamos prontos para viver ou morrer para a sua glória exclusiva. O Senhor Jesus é ao Autor e consumador de nossa fé. Ele é o nosso verdadeiro modelo a ser seguido. O que aprendemos aqui? Somos desafiados a crer perseverantemente, independente das circunstâncias. A medida de fé recebida precisa ser cultivada para crescer e frutificar. Muitas vezes a rega desta semente é feita com lágrimas. Devemos nos desembaraçar de tudo que impeça o crescimento desta semente. Devemos olhar para Cristo, focar nEle e, sobretudo, considerar seus sofrimentos cada vez que tendermos a esmorecer. Aleluia, Amém! Nadia Malta

 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE OS NOSSOS OLHOS TORNEM A VER!

 QUE OS NOSSOS OLHOS TORNEM A VER!

E foram para Jericó. Quando ele saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado à beira do caminho e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora”. Mc 10.46-52. 


 Marcos é o mais específico dos evangelistas, apesar de ter escrito o menor dos evangelhos. Quando Jesus estava saindo da Velha Jericó e entrando na Nova Jericó, encontrou um homem que tinha nome, chamava-se Bartimeu, seu pai era conhecido chamava-se Timeu. E essa poderia ser a história de qualquer um de nós ou de qualquer pessoa que conhecemos. Aquele homem por alguma razão perdera a visão. O texto diz que ele vivia esmolando à beira do caminho. Quantos ministérios têm sido negligenciados, quantos talentos escondidos! Quantas vidas de salvos, mas miseravelmente infelizes, porque houve uma perda da visão! Quantos em nosso meio tinham uma visão nítida de seu chamado e de repente, quase sem perceber foram encurtando a visão e se tornaram míopes espiritualmente até que cegaram completamente e passaram a viver à margem do Caminho! Não há nada mais triste do que encontrar alguém que andava desembaraçadamente no Caminho e de repente perdeu a visão. Se uma cegueira adquirida, do ponto de vista físico nos choca e comove o que se dirá de uma cegueira espiritual?

 Quando Jesus se fez homem por amor de nós, a sua intenção não era tratar os problemas do mundo, mas resolver o grande, único e crucial problema do homem: A sua salvação. O homem salvo, justificado pela fé em Cristo precisa crescer na graça e no conhecimento de Deus, essa santificação progressiva dura o tempo que ele tiver de vida sobre a terra. Salvação genuína não se perde, mas os salvos podem perder a visão e precisam se aperceber disso e clamar por Cristo. Em nenhum lugar nas Escrituras encontramos Jesus implantando uma religião, mas buscando um relacionamento íntimo com todos os que por Ele foram restaurados: Cegos, coxos, leprosos, endemoninhados, lunáticos, enfermos, até mesmo mortos ressurretos. Mas, como o Senhor é Deus misericordioso e compassivo e também de oportunidades, Ele está sempre nos proporcionando chances de renovarmos a nossa visão concernente ao Reino, bem como ao nosso próprio chamado. Estejamos atentos! A experiência de Bartimeu aponta para algumas atitudes que devem ser tomadas urgentemente por aqueles que perderam a visão espiritual. Vejamos: Ele Clamou ao Senhor com sinceridade de coração e não se deixou abater pelas críticas e repressões; Ele Lançou de si a capa e foi ao encontro do Senhor; E Ele foi extremamente objetivo e específico em seu pedido ao Senhor!

 Mesmo à despeito de toda oposição, Bartimeu clamou ao Senhor, chamando-o pelo seu título messiânico: “Filho de Davi”. Ele sabia quem, era Jesus e não se deixou intimidar. Assim devemos fazê-lo com toda a força do nosso coração. Bartimeu reconheceu que só o Senhor era a saída para aquela sua situação. Ele não podia perder aquela chance de ser restaurado e foi à luta. Ele não podia enxergar, mas podia gritar e assim ele fez e nós podemos fazer também. A capa pode ser: Uma pessoa; uma situação; um trabalho; bens materiais; a própria religiosidade e o “igrejismo”; tudo que de certa maneira embaraça nossos passos e impede de irmos a Jesus, que é nossa verdadeira segurança. Algo permanecia vivo no coração daquele homem, apesar da cegueira. E esta semente viva o fez clamar pelo Cristo! Outra coisa que o texto nos ensina é ser objetivos quanto ao que necessitamos. Por que fazemos tantos rodeios em relação ao que precisamos? O que esse texto nos ensina? Se você se encontra numa situação semelhante a de Bartimeu e não enxerga saídas; então, pare agora mesmo e clame ao Senhor com toda a força do seu coração. Lance fora toda capa que tem embaraçado seus passos; renuncie tudo que tem representado uma falsa esperança e corra para Jesus; confie nele e a resposta virá. A sua visão será restaurada. Diante do Senhor, seja específico e exercite a sua fé; você certamente sairá de posse de vitória. Uma vez restaurada a visão, retome o Caminho. Nadia Malta

 

domingo, 28 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS A SABEDORIA DO ALTO!

 BUSQUEMOS A SABEDORIA DO ALTO!

https://youtu.be/6TZ_f_uN6ps

 Por essa razão, desde que ouvi falar da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor que demonstram para com todos os santos, não deixo de dar graças por vocês, mencionando-os em minhas orações. Peço que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes dê espírito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele. Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força”. Ef 1. 15-19                                                 


 Esta epístola foi escrita como uma encíclica (uma carta circular) que deveria ser enviada a todas as igrejas gentílicas da Ásia menor, com o objetivo de apresentar a igreja como o Corpo Vivo de Cristo sobre a terra. Nos dias de Paulo, a igreja enfrentou a ação nefasta dos judaizantes. Eles tentavam impedir a obra realizada pelo apóstolo para edificação da igreja, infiltrando no meio dela vários ensinos heréticos que feriam a liberdade da graça. Nos versículos 15 e 16 deste contexto, encontramos o apóstolo mencionando a fé e o amor daqueles irmãos uns pelos outros. No entanto, ainda faltava algo essencial na vida espiritual daqueles queridos: Sabedoria e discernimento. Parece que essa é também uma necessidade da igreja do século XXI. Por ser o Corpo de Cristo, a igreja precisa se revestir da sabedoria do Senhor, que é o seu cabeça. Esta oração apostólica é um clamor por esta sabedoria e o discernimento, tão necessários para a nossa sobrevivência espiritual em tempos de relativismos. Que comecemos cada dia orando por sabedoria e discernimento. Tem faltado isto em nosso meio!

 Façamos uma pausa nas nossas necessidades materiais e físicas para nos aplicarmos neste clamor tão oportuno em nossos dias.  Sendo esta uma carta circular, também é endereçada a nós hoje, sobretudo, porque temos enfrentado muitos ventos doutrinários contrários à Santa Palavra de Deus, além de uma tentativa diabólica de transformar em libertinagem a graça do Senhor. O clamor de Paulo naqueles dias nos alcança hoje, façamos coro com o apóstolo. Há quatro petições centrais neste clamor apostólico pela igreja de todas as épocas. Vejamos: Primeira petição: Que o Deus do Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória conceda a igreja Espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dEle; Segunda petição: Que a igreja tenha os olhos do coração iluminados para compreender a esperança do seu chamamento; Terceira petição: Que a igreja aprenda a apreciar a riqueza da glória de Cristo sobre ela; E Quarta petição: Que a igreja possa meditar continuamente na Suprema Grandeza do poder de Deus para com ela, segundo a eficácia da força do Seu poder.

 O que o Senhor deseja aqui? Ele deseja: Que busquemos a sabedoria e a revelação procedentes dEle para que não sejamos enganados ou levados de um lado para outro pelos ventos de doutrina que insistem em soprar em nossa direção, nem sejamos manipulados por líderes inescrupulosos com suas teologias muitas vezes tiradas até mesmo de demônios. Que busquemos o discernimento para compreender a verdadeira natureza de nosso chamamento. Ele tem grandes coisas para realizar em nós e por meio de nós. Que reconheçamos a riqueza da Sua excelsa glória em nós com temor e tremor! Somos transportes da vida de Deus, seus santuários vivos sobre a terra. É muito privilégio, mas ao mesmo tempo muita responsabilidade! Que meditemos na Suprema Grandeza do Seu poder, que não só nos resgatou das trevas, mas nos fez seus filhos: lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro. O maligno não tem poder de tocar em nosso espírito recriado, porque somos de Deus. Ele pode até tocar no corpo e nas emoções, mas nunca no espírito nascido de novo do cristão genuíno. Há um carimbo santo em nós, que é o penhor do Espírito Santo sobre as nossas vidas! Atentemos! Nadia Malta

 

 

sábado, 27 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR JÁ NÃO TARDA!

QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR JÁ NÃO TARDA!

Ao anjo da igreja em Filadélfia escreva: Estas são as palavras daquele que é santo e verdadeiro, que tem a chave de Davi. O que ele abre ninguém pode fechar, e o que ele fecha ninguém pode abrir." Conheço as suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome. Veja o que farei com aqueles que são sinagoga de Satanás e que se dizem judeus e não são, mas são mentirosos. Farei que se prostrem aos seus pés e reconheçam que eu o amei. "Visto que você guardou a minha palavra de exortação à perseverança, eu também o guardarei da hora da provação que está para vir sobre todo o mundo, para pôr à prova os que habitam na terra. "Venho em breve! Retenha o que você tem, para que ninguém tome a sua coroa. Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce dos céus da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Ap 3.7-13. 


A releitura da carta à Filadélfia é oportuna, pois esta é a igreja fiel que espera a volta iminente de Jesus, é também chamada de a igreja do ARREBATAMENTO. Filadélfia representa a genuína igreja Cristã dos últimos dias. Ela não é uma igreja local, mas aponta para um remanescente fiel encontrado em cada igreja. A igreja precisa estar preparada para os dias que virão e certamente serão tempos difíceis. As palavras do apóstolo Paulo falando a Timoteo em (II Tm 3.1-4) nunca soaram tão atuais como nos dias de hoje. Há uma inversão tremenda de valores e as pessoas têm uma atração fatal por tudo que nega a Deus. O desafio da igreja hoje é muito grande. Mais do que em qualquer outra época precisamos à semelhança de Filadélfia, nos mantewr fieisiladelfia 4isto..dos, enfatuados e mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.es, desafeiçoados, implacr fieis, não transigindo com o mundo para tornar a Palavra palatável aos incomodados! Jesus abre para Filadélfia uma porta de oportunidade ministerial, mas havia dois obstáculos a serem vencidos: Primeiro: A falta de força; E Segundo: A oposição dos falsos judeus da cidade. A igreja não era grande nem forte. Não possuía influencia política, nem era uma igreja de multidão, mas o Senhor a elogia por sua fidelidade, perseverança e firmeza na Palavra. Não é o tamanho nem a força da igreja que determinam à autenticidade do seu ministério, mas sim, a sua fé no chamado e autoridade do Senhor. E isso pressupõe comunhão, serviço abnegado e mentoria contínua.

Todos somos responsáveis por todos! Numa certa medida, todos pastoreamos a todos. Esses a quem Jesus chama de “Sinagoga de Satanás”, podiam ser judeus segundo a carne, mas estavam longe de fazer parte do Verdadeiro Israel de Deus, no sentido neo-testamentário. Esses falsos judeus se opunham ostensivamente ao ministério Cristão de Filadélfia, assim como faziam em Esmirna. Eles faziam falsas acusações contra a pequena igreja de Filadélfia. Quantas oposições a igreja do Senhor tem enfrentado hoje em toda a face da terra! Quantos têm deixado de seguir a Cristo por não aguentar o peso da Palavra cortante do Senhor! Contudo, não podemos esquecer que até Jesus perdeu seguidores por pregar uma mensagem politicamente incorreta do ponto de vista humano! Pregar a Palavra sem aliviar ou maquiar seu conteúdo gera grandes oposições! Estejamos preparados para avançar mesmo em meio às oposições. Pensemos e oremos por isso! Para encorajar àqueles irmãos, o Senhor faz três promessas maravilhosas. Vejamos: O Senhor trataria com os inimigos de Filadélfia; O Senhor livraria Filadélfia da hora da tribulação; E O Senhor prometeu que honraria os fiéis em Filadélfia! Assim, Não temamos!

Deus se encarrega da luta do crente fiel que cuida da sua obra e usa as armas espirituais, não as carnais. A igreja fiel que conservar a Palavra e o Testemunho será guardada daquele dia. Aleluia! Filadélfia não transigiu, nem cedeu às pressões. Preferiu ser pequena e insignificante aos olhos do mundo do que ser grande e mundana como Laodicéia. Pregar a Palavra sem aliviar ou maquiar seu conteúdo gera grandes oposições! Estejamos preparados para avançar mesmo em meio às oposições. Pensemos e oremos por isso! O vencedor será coluna no Santuário de Deus e de lá ninguém o derribará. Numa terra de terremotos essa promessa era significativa. O vencedor terá gravado em sua vida um novo nome: O nome de Deus, o nome da Jerusalém Celestial e o novo nome de Cristo. Esses nomes permanecerão para sempre. O que as palavras de Jesus à Filadélfia nos ensinam hoje? A porta está aberta para a salvação, para a santificação, para a comunhão e para o serviço abnegado. Jesus espera que  aproveitemos o tempo de oportunidade e façamos a sua obra. Precisamos nos manter fiéis e conservar o que já recebemos. Vamos cuidar da obra do Senhor para que Ele cuide da nossa, ou seja, para que Ele trate com todos aqueles que têm se levantado aleivosamente contra nós. Ele diz: “VENHO SEM DEMORA, CONSERVA O QUE TENS!”.  Que estejamos vigilantes, o Senhor já não tarda! Nadia Malta

 


sexta-feira, 26 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ A GRAÇA VIVA DE DEUS PARA NOS ALCANÇAR, SUSTENTAR, ASSISTIR E ACOLHER!

 SÓ A GRAÇA VIVA DE DEUS PARA NOS ALCANÇAR, SUSTENTAR, ASSISTIR E ACOLHER!

 Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disseIsaías 1.18-20                                              


 O texto lido mostra o profeta Isaías usado por Deus para trazer uma mensagem de salvação para uma nação rebelde e contenciosa. Isaías traz um convite profético da irresistível graça de Deus, setecentos anos antes dessa Graça encarnar na pessoa de Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo. O texto de Isaías é extremamente contemporâneo e chama a atenção para o fato de que o Senhor é o Deus da oportunidade e Ele espera que aqueles que o ouvem, sejam sensíveis à sua voz. Aqui, a depravação total do homem é confrontada com o juízo e a Graça de Deus. A Palavra de Deus tem sido tão banalizada, tão mercadejada e tão negligenciada em nossos dias que nunca foi tão difícil anunciá-la. Mas, Deus não desiste! Glórias sejam dadas a Ele por isso. Creio mesmo que os anjos já desceram para a ceifa, os campos estão brancos para a grande colheita de almas dos últimos dias. E veremos se cumprir a promessa de Deus de que a sua “glória cobrirá a terra como as águas cobrem o mar”. Os que estão à nossa volta têm sede e fome, mas não de água e alimento. Sede e fome da Palavra do Senhor. Por isso, apesar do que vemos em termos de testemunhos negativos de muitos que professam o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, não podemos desistir de anunciar essa Palavra de Vida Eterna.

 O texto citado traz um convite da Graça de Deus e duas consequências, uma positiva e uma negativa. O Convite: Os leitores de Isaías são chamados pelo profeta para arrazoar, ouvir a sua argumentação no que diz respeito à Graça de Deus. Essa argumentação é irrefutável, não tem o que discutir. A proposta aqui é zerar a vida e a história pessoal daqueles que aceitarem o convite. A chance é imperdível, pois é presente de Deus, iniciativa de Deus e não do homem. Há um convite explícito. Se a Graça convida é sinal que alcançamos o favor de Deus, sem que haja nenhum merecimento de nossa parte. O mais encantador na Graça de Deus é que tudo que o pecador precisa fazer é dizer: SIM, EU ACEITO O CONVITE! E crerá e receberá esse convite todo o que foi destinado para a vida eterna. A Consequência positiva para os que aceitam o convite: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra”. O tratamento celestial é VIP. No Kit da salvação vem tudo que precisamos para esta vida e a vindoura. Passamos a ser chamados de Filhos e herdeiros de Deus.  Saímos da condição de meras criaturas, para condição honrosa de filhos de Deus! O Senhor quer nos dar o melhor desta terra. E com toda certeza Ele não está falando de superficialidades, mas da Suficiência dessa Graça salvadora, libertadora, sustentadora, firmadora e fortalecedora vinda do próprio Deus. Passamos a viver na terra, mas na perspectiva do céu.

 A consequência negativa para os que rejeitam o convite da graça de Deus: Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse” – v.20: O que Deus requer de nós? Obediência. Ele deseja que os que ouvem seu convite respondam afirmativamente, tanto para a salvação quanto para a vitória. Se a nossa atitude for de rebelião, seremos devorados à espada. De que espada o Senhor está falando aqui? Da Sua Santa Palavra que é a Espada do Espírito. Os que rejeitam o convite da Graça sofrerão os efeitos dessa Espada. O que o Senhor está requerendo de nós hoje? Que sejamos sensíveis ao convite da Graça de Deus, talvez a última chance seja hoje. Deus deseja fazer tudo novo em nossa vida; tudo que precisamos fazer é dar o passo de fé em sua direção e dizer: SIM, EU ACEITO SENHOR O SEU CONVITE E RECEBO JESUS COMO MEU SENHOR E SALVADOR! O Senhor tem o melhor para cada um de nós! O caminho da rebelião contra Deus é árduo e doloroso. Ao final dele espera a Espada do juízo de Deus. Só há dois caminhos: Céu e Inferno, não há uma terceira opção. Pense nisso! Portanto “Se ouvires hoje a voz do Senhor não endureçam os seus corações!”. Nadia Malta

 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ SOMOS CHAMADOS À MUITAS TRAVESSIAS!

 SOMOS CHAMADOS À  MUITAS TRAVESSIAS!

https://youtu.be/l2dzZaxSG1U

Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: "Vamos para o outro lado". Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam. Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este ia se enchendo de água. Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: "Mestre, não te importas que morramos”? Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: "Aquiete-se! Acalme-se!" O vento se aquietou, e fez-se completa bonança. Então perguntou aos seus discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?". Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?" Marcos 4. 35-41. 


Aquela convocação de Jesus mesmo tendo sido literal, trazia consigo um sentido parabólico para aqueles discípulos. Este outro sentido só poderia ser compreendido pelos ouvidos treinados de suas ovelhas. Jesus estava falando de uma travessia para um nível de espiritualidade que requeria fé, graça, resistência e resiliência. Se isso foi válido para os dias de Jesus andando com seus discípulos visivelmente aqui na terra, o que dizer nos dias de hoje? Tenho a impressão de ainda ouvir o Senhor Jesus fazendo a mesma convocação feita aos discípulos dos dias de sua carne sobre a terra: “passemos para a outra margem” e dessa vez não de forma parabólica, mas explicitamente convocando as suas ovelhas para atravessarem o lago da superficialidade, da barganha, do sacrifício barato, do voto de tolo, do mercadejamento da fé, do toma lá da cá espiritual que tem marcado a religiosidade de nossos dias. O que realmente o homem precisa não é encher os bolsos de dinheiro ou fazer parte da lista dos dez mais. O que na verdade ele precisa é preencher o vazio em seu coração. Ele precisa resolver o problema que afeta a sua interioridade: A falta de paz que excede todo o entendimento e aquela alegria completa e indizível que só é possível na presença do Senhor. Há três coisas no texto que chamam a nossa atenção de modo especial. Vejamos: A convocação de Jesus aos seus discípulos para passarem para a outra margem; Mesmo Jesus estando com eles no barco, não os livrou de passar por tempestades; E Tudo, absolutamente tudo, está no controle soberano do Senhor!

 Aquela era na verdade uma convocação para que seus discípulos participassem de uma “parábola viva”, onde eles próprios seriam os protagonistas. Eles viveriam naquele barco (figura representativa da igreja) o que experimentariam em suas vidas. O Senhor os convoca para um nível de espiritualidade que vai além da superficialidade e requer além de fé, graça, resiliência  e resistência para enfrentar o que pode surgir em nosso caminho. Estamos vivendo um tempo que é imperioso termos a compreensão dessa santa convocação do Senhor que ecoa em nossos dias, do contrário abandonaremos a fé que um dia abraçamos como muitos têm feito. Como cristãos somos chamados a enxergar a vida com os olhos de quem realmente foi transformado pelo poder de Deus. Isso nos faz andar no Caminho, na Luz, na Verdade, livres de pesos e culpas ou máscaras, mas não nos isenta de passar por tempestades. A proximidade e intimidade com o Senhor não torna a nossa vida mais fácil do ponto de vista circunstancial. No entanto, nos torna mais maduros, mais capazes de enfrentar a vida com lucidez e equilíbrio. Ajuda-nos a escolher as coisas mais excelentes, não nos contentando com superficialidades. O aparente sono de Jesus no barco não significa inação, descaso ou apatia. Esse sono faz parte de sua didática. O que Ele deseja é que confiemos em sua suficiente graça, numa atitude de fé e perseverança.

 Descobrimos aqui que nada do que venha a nos acontecer está fora de sua área de controle e cuidado amoroso. Ele não nos promete livrar de passar por vales sombrios, de entrar em fornalhas ardentes, de atravessar desertos abrasadores, de enfrentar gigantes, mas garante a sua presença em todo o tempo. Por isso aqueles discípulos foram severamente repreendidos por Ele por causa de sua falta de fé e timidez diante da tempestade. O que Espírito Santo deseja nos ensinar hoje? Jesus nos convoca hoje a passar a uma outra margem com Ele. Ele deseja para nós um nível de espiritualidade que vai muito além da superficialidade religiosa do toma lá da cá das igrejas-mercado. Ele deseja que alcancemos uma espiritualidade de alicerce profundo cavado na Rocha eterna que é ELE próprio. Mesmo estando conosco no barco, e Ele certamente está, não estamos livres de enfrentar tempestades em nossa jornada por esta vida. O aparente sono do Senhor não significa apatia, descaso ou inação, mas faz parte de sua didática. É um recurso, uma oportunidade de manifestarmos ousadia, fé e resistência confiantes na sua suficiente graça. Jamais devemos esquecer que o nosso Senhor é Aquele que até o vento e o mar lhe obedecem, portanto, ELE está no controle de absolutamente tudo e nos concedeu autoridade. Nadia Malta

 

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/GLORIFIQUEMOS AO SENHOR COM O NOSSO VIVER!

 GLORIFIQUEMOS AO SENHOR COM O NOSSO VIVER!

https://youtu.be/-M4gAgPDutc

 Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus; sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria, dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz”. Cl.1.9-12.          


Colossenses é uma das cartas de Paulo escritas da prisão, provavelmente em Roma. A epístola em si, é assim como Efésios, uma carta circular (uma encíclica) que foi dirigida aos cristãos (santos e fieis) que se encontravam não só na própria cidade de Colossos, mas em toda a Ásia Menor. Colossenses mostra Jesus como cabeça da igreja. As orações paulinas feitas da prisão têm uma característica curiosa, ele nunca pede por questões pessoais sejam materiais ou físicas. O grande alvo dessas orações é pelas necessidades espirituais dele e do povo de Deus de maneira geral. É interessante observar que na maioria das nossas reuniões de orações, a grande motivação provém das necessidades de cada um: Saúde, finanças, relacionamentos, famílias e causas na justiça. Embora, não haja nada de errado em orar por essas coisas, precisamos aprender com Paulo a priorizar a nossa vida espiritual, o nosso viver com Deus, esta na verdade é a nossa principal e maior necessidade. Um simples levantar as mãos na igreja numa atitude de “entrega da vida ao Senhor”, não faz de nós cristãos genuínos. Essa atitude é só o primeiro passo. Precisamos nos manter firmes em nossa caminhada, andando e vivendo de modo digno do nosso Senhor e Salvador. Jesus está às portas e nunca foi tão necessário preparação e prontidão por parte de sua Noiva, a Igreja.

 

Mas o que significa realmente viver de modo digno? Será que Jesus tinha em mente nos enclausurar, nos fechar em um mosteiro para que não víssemos o que acontece no mundo? Acho que a própria vida e ministério de Cristo nos respondem a essas perguntas. Ele próprio recebia pecadores e comia com eles, sem precisar praticar as suas obras. O grande desafio para nós como igreja é viver no mundo sem nos deixar contaminar por suas obras malignas, nem fazer concessões aos seus apelos. Fomos chamados para ser santos, não santarrões estereotipados. O tempo para construir um santo dentro de nós é a vida inteira. O que seria, então, esse viver de modo digno do Senhor, segundo a visão paulina: Vejamos: Que Tenhamos uma cabeça sábia; Que Tenhamos pés firmados na Palavra; Que Tenhamos as mãos ocupadas; Que Tenhamos as costas fortes para enfrentar as dificuldades; E Que Tenhamos o rosto alegre, que sejamos perseverantes, e gratos a Deus! Essa inteligência espiritual mencionada aqui precisa ser desenvolvida para que não nos deixemos levar pelos ventos de doutrinas que sopram à nossa volta, bem como pelas ofertas do mundo, pelos apelos da carne ou os estímulos do diabo. Os pés firmados na Rocha é uma consequência dessa inteligência espiritual, que leva o cristão a uma obediência prática àquilo que é ordenado pela Santa Palavra de Deus.

 

O que aprendemos aqui? Na vida cristã conhecimento e obediência andam juntos. Aqui fala de testemunho. Trabalhar para o Senhor é um ato adorador, para isso não é necessário um púlpito ou pregação formal, como já fora dito, mas um compartilhar diário daquilo que Cristo fez por nós. É necessário trabalhar enquanto é dia, a noite vem quando não poderemos mais trabalhar. Conhecimento, obediência e serviço também precisam estar associados ao caráter moral do filho de Deus. O cristão precisa ser fortalecido no Senhor para não esmorecer diante das dificuldades, nem sucumbir às fraquezas e inclinações da carne. Certo pensador cristão disse: “Alegria é negócio sério no céu. O cristão triste é um difamador do seu Senhor”. “Se não há alegria em nossa vida, há algum vazamento em nosso depósito espiritual”. Atentemos e reflitamos! Nadia Malta

terça-feira, 23 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR TEM E ESTÁ NO CONTROLE DE ABSOLUTAMENTE TUDO! CONFIEMOS!

 O SENHOR TEM E ESTÁ NO CONTROLE DE ABSOLUTAMENTE TUDO! CONFIEMOS!

Tu guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em ti confia. Confiem para sempre no Senhor, pois o Senhor, somente o Senhor, é a Rocha eterna. A minha alma suspira por ti durante a noite; e logo cedo o meu espírito por ti anseia, pois, quando se vêem na terra as tuas ordenanças, os habitantes do mundo aprendem justiça. Senhor, tu estabeleces a paz para nós; tudo o que alcançamos, fizeste-o para nós”. Isaías 26:3,4, 9, 12. 


Este capítulo é um cântico de confiança na proteção divina. Aqui, o profeta faz uma ousada declaração de confiança irrestrita no Deus Todo Poderoso que tudo faz esplendidamente! Não é fácil manifestar a nossa fé quando tudo parece demorado demais, sobretudo, aquilo que para nós tem caráter de urgência! E ultimamente essas demandas “urgentes” têm sido cada vê mais “urgentes”, pelo menos para nós! O que o Senhor quer nos ensinar com essas esperas tão “prolongadas”? Creio que só há uma resposta a essa pergunta: A própria espera faz parte da resposta! Enquanto o Senhor prepara a nossa resposta, nos prepara para recebê-la! São testes de fé e confiança irrestrita na providencia do Senhor! Estamos sendo treinados! Nada é irremediável, há esperança! Ele vive não há o que temer! Não podemos esquecer que não há ressurreição sem cruz! A cruz é a grande plataforma para a ressurreição! Ao pleitear uma causa diante do Eterno precisamos ter firmeza de propósito, pois só firmados nEle sentimos paz! Primeiro precisamos entender o significado da palavra propósito: “Projeto, desígnio. Aquilo que se busca alcançar; objetivo, finalidade, intuito”. E no caso aqui, não se firmar no propósito do que se deseja alcançar, mas firmar o propósito em Deus!

Por mais angustiosos que sejam os dias em que estamos vivendo em termos de mundo, precisamos experimentar a certeza que estava no coração fiel do profeta. Ele experimenta a paz sobrenatural, não porque tudo estivesse bem, mas porque ele tem ao Senhor. E é exatamente isto que faz a diferença! Reavaliemos os nossos propósitos, chequemos os nossos alicerces. Se eles estiverem firmados na Rocha Eterna que é o Senhor experimentaremos essa paz que vai além de todo o entendimento. A alma do fiel precisa antes de qualquer coisa ansiar pelo Senhor, desejar a sua presença. Será que poderíamos entoar este cântico de confiança na proteção divina, assim como o profeta? Há aqui um suspiro ansioso por Deus no coração de Isaias. Ele sabe que só quando os juízos ou ordenanças de Deus se manifestam, os habitantes do mundo aprendem justiça! E este é um fato inquestionável. Temos insistido nos últimos tempos para que os servos do Senhor busquem a sua presença, que peçam perdão representativamente como mundo caído, que peçam a intervenção poderosa dEle no meio desse caos em que estamos mergulhados. Precisamos reconhecer que tudo vem do Senhor, nada procede de nós mesmos e isto nos faz sentir paz no coração! Firmados em Deus e desejosos de sua presença, Ele estabelece a paz em nossos corações!

O que aprendemos aqui? O profeta faz nos versículos citados uma grande declaração de fé e confiança no Senhor, seguida de uma afirmação de reconhecimento de que tudo procede dEle. E é o que tem faltado em nós. Não sabemos o que nos aguarda ou o que nos reserva o futuro, mas devemos crer Naquele que nos aguarda e tem reservado o melhor para aqueles que nEle esperam e confiam. Assim, firmemos o nosso propósito no Senhor, confiemos, esperemos e descansemos nEle! Celebremos a presença do nosso Senhor com este cântico de confiança. Ele vive não há o que temer! Há esperança para nós! Não podemos esquecer que não há ressurreição sem cruz! A cruz é a grande plataforma para a ressurreição! Confiemos no Senhor, Ele é a nossa Rocha! Nadia Malta

 

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR JÁ ORDENOU: FAÇAMOS A SUA OBRA!

 O SENHOR JÁ ORDENOU: FAÇAMOS A SUA OBRA!

 “Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: "Quem enviarei? Quem irá por nós? “E eu respondi: "Eis-me aqui. Envia-me a mim”! Isaías 6.8. 


O contexto todo deste capítulo fala do chamamento portentoso do profeta Isaias para a obra de Deus! Ele teve uma visão arrebatadora do Cristo na sua glória!  No ano da morte do rei Uzias descreve Isaías: “Eu vi o Senhor assentado num trono alto e exaltado, e a aba de sua veste enchia o templo. Acima dele estavam serafins; cada um deles tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés, e com duas voavam. E proclamavam uns aos outros: "Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos, a terra inteira está cheia da sua glória". O Senhor em todas as épocas tem levantado homens e mulheres para a sua obra! Ele jamais aplica a sua severidade antes de manifestar exaustivamente a sua misericórdia! Há muito a se dizer sobre essa visão do profeta e, sobretudo, à respeito do fato de ter acontecido exatamente no ano da morte do rei Uzias. Esse rei fora muito amado pelo seu povo que experimentou um período de grande prosperidade, durante seu reinado. Ele passou a ser idolatrado pela nação, se ensoberbeceu e acabou sendo ferido de lepra. Mas o fato é que todos confiavam cegamente nele.

 Depois da morte do rei o Senhor levanta o profeta Isaias para uma grande obra: Levar a sua palavra a uma nação contenciosa, de coração empedernido e rebelde. O cativeiro de Babilônia foi uma vara de Deus para disciplina do seu povo. O Senhor continua clamando a quem tenha ouvidos para ouvir: "Quem enviarei? Quem irá por nós”?  Quantos estarão dispostos a responder como Isaías: "Eis-me aqui. Envia-me a mim”!  O Senhor deseja encontrar corações disponíveis para fazer a sua obra. Parece que a maioria dos que se dizem servos estão ocupados demais para atender ao chamado do Senhor. Todos estão mais interessados nas suas próprias conquistas do que nas conquistas para o Reino de Deus. Ele poderia usar seu exército de anjos e a obra seria feita num piscar de olhos, mas resolveu usar a você e a mim para uma vez alcançados, alcançarmos a muitos. Uma vez reconciliados nos tornarmos canais de reconciliação! Ele não faz substituição e de um jeito ou de outro faremos o que Ele ordena à semelhança do profeta Jonas! Melhor cooperar! Obedecer é sempre melhor que sacrificar!

O que aprendemos aqui? O “IDE” continua valendo! Na verdade, mais que nunca precisamos acordar e entender que esse “IDE” é mais um “INDO”, ou seja, algo contínuo que não pode cessar até que a obra seja terminada. Vamos INDO a partir do lugar onde estamos até os confins da terra se for esse o caso. Jesus está às portas e precisamos fazer a obra enquanto é dia. A noite da grande perseguição já se aproxima e ali não vamos mais poder trabalhar. Coloquemo-nos em disponibilidade para a obra de Deus. Ofereçamos a ele os nossos talentos, dons e haveres. Que os nossos saberes humanos sirvam como instrumentos, canais para que a graça flua na vida de quantos ainda não conhecem o Senhor. Será que podemos dizer como o profeta Isaías: "Eis-me aqui. Envia-me a mim”? Quem é o “Uzias” da sua vida que precisa morrer para que você se disponibilize para Deus? Que o Senhor nos faça despertar do sono para que possamos efetivamente colocar a mão no seu arado! O sangue de muitos será requerido das nossas mãos omissas! E essa requisição pode acontecer de maneira dolorosíssima para muitos! Atentemos! Nadia Malta

domingo, 21 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/CHAMADOS A FRUTIFICAR EM TODO TEMPO!

 CHAMADOS A FRUTIFICAR EM TODO TEMPO!

https://youtu.be/QWuuYGdFmy0

Mas bendito é o homem cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nele está. Ele será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro. Ela não temerá quando chegar o calor, porque as suas folhas estão sempre verdes; não ficará ansiosa no ano da seca nem deixará de dar fruto". Jeremias 17:7,8. 


O texto citado traz preciosas afirmações sobre aquele que confia no Senhor. Vejamos: Ele é bendito, abençoado, bem-aventurado; Ele é comparado a uma árvore plantada junto às águas; Ele não teme as altas temperaturas do tempo de sequidão; E Ele é frutífero em todo o tempo. Bem-aventurado não é apenas alguém feliz, mas é aquele que goza de altos privilégios. E não há privilegio maior que se relacionar intimamente com o nosso Deus Pai e Criador. É bendito sob todos os aspectos aquele que cuja confiança e esperança estão no Senhor. Que mesmo em meio às muitas lutas consegue permanecer frutífero! Ele é como aquela árvore plantada junto às águas que estende suas raízes para o ribeiro e não teme o calor e as altas temperaturas das muitas aflições desta vida.

Conheci muitas pessoas que diziam: Quando Deus me abençoar com um novo emprego vou fazer a sua obra! Quando Deus me responder às orações e eu conseguir me aposentar irei me dedicar ao evangelismo! E tantas outras afirmações irresponsáveis e inconsequentes. O interessante é que essas pessoas mesmo depois de terem as suas orações respondidas não cumpriram aquilo que haviam prometido. E estavam sempre apresentando uma demanda diante do Senhor e uma desculpa para não fazer a sua obra. Os que assim agem são eternos insatisfeitos e nunca reconhecem o valor das dádivas e muito menos do doador delas. Parece que essa inclinação para a ingratidão continua valendo. E toda uma legião de insatisfeitos segue murmurando suas ingratidões. Cada dia que começa é mais um tempo de oportunidades da parte do nosso Deus para que façamos diferente e mais que isto, façamos a diferença na aridez deste mundo tão cheio de desafios. Somos figueira bendita do Senhor! Fomos chamados para frutificar mesmo sem que seja tempo de frutos. E Ele tem sentido fome e vindo buscar frutos em sua figueira, mas só tem encontrado folhas. Por isso há tanta figueira seca até a raiz. O segredo da nossa frutificação em tempos de seca é estarmos plantados em local onde as nossas raízes possam beber das águas benditas do Rio do Espírito Santo. Este Local/ Pessoa é o próprio Cristo!

O que aprendemos aqui? Os versículos citados trazem um grande desafio sobrenatural, o de confiar no Senhor apesar de todos os nossos pesares e também apesar de nós. A consequência dessa bendita confiança é uma frutificação ilimitada apesar das altas temperaturas das nossas aflições. Quantas vezes precisamos fazer a obra de Deus em lágrimas! Quantas vezes o desejo do nosso coração é nos esconder de tudo e de todos para chorar as nossas próprias dores! Mas é exatamente aí que Ele nos chama à ação! Ele nos convoca a trocar a preocupação pela ocupação em sua obra, e então, as coisas começam a fluir para nós. Cuidemos de sua obra enquanto Ele cuida da nossa. Confiança irrestrita em Deus gera bem-aventurança sem fim! Sigamos e prossigamos em conhecer o Senhor.  Nadia Malta

 

 

sábado, 20 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ TÃO SOMENTE CONFIEMOS NO SENHOR, A RESPOSTA JÁ ESTÁ CHEGANDO!

 TÃO SOMENTE CONFIEMOS NO SENHOR, A RESPOSTA JÁ ESTÁ CHEGANDO!

Não se aborreça por causa dos maus, nem tenha inveja dos ímpios, pois não há futuro para o mau, e a lâmpada dos ímpios se apagará. Tema ao Senhor e ao rei, meu filho, e não se associe aos dissidentes, pois terão repentina destruição, e quem pode imaginar a ruína que o Senhor e o rei podem causar?”. Provérbios 24.19-22. 


Percorramos a sabedoria atualíssima de Provérbios! Os assuntos tratados aqui nos deixa perplexos tal a sua atualidade. Tudo que temos visto parece tão desesperador, mas me recuso a perder a esperança. Creio firmemente, e já falamos sobre isto outras tantas vezes, que tudo que estamos vivendo é por causa do coração impenitente do povo, sobretudo, o povo que se diz do Senhor. Deus é bondade, mas é severidade também. A violência dos últimos tempos tem sido absurda em todos os níveis: Familiar, social e política. E cada vez mais, violência tem gerado mais violência. Uma grande bola de neve vem provocando avalanches sem conta! O poder de destruição de determinadas ações tem sido incalculável! Temos acompanhado de perto casos de violência familiar por parte de cônjuges. Mulheres e filhos agredidos. Nas ruas ninguém pode olhar para o outro com a cara mais fechada, pois já se interpreta como agressão pessoal e logo vem o revide.

Tudo é tão absurdo! A confiabilidade em todas as instancias foi á óbito! Que A VERGONHA E O CARÁTER RESSUSCITEM nesta nação que agoniza! É sempre oportuno e esclarecedor buscar respostas na Santa Palavra de Deus. Só essa Fonte de Eterna e Verdadeira Sabedoria pode trazer alento aos nossos corações já tão combalidos. O autor de Provérbios nos traz aqui um conselho precioso: “Não se aborreça por causa dos maus, nem tenha inveja dos ímpios, pois não há futuro para o mau, e a lâmpada dos ímpios se apagará”. Sim, todos esses que praticam a iniquidade dizendo: “Quem nos vê?”. As obras de todos serão irremediavelmente trazidas à luz, NADA ficará oculto! Os ímpios serão desarraigados da terra, não haverá futuro para eles, a sua lâmpada será apagada definitivamente. Quebrantados sem que haja cura! Vivemos na terra sob o estigma do medo. As instituições perderam a sua credibilidade. Desconfia-se de tudo e de todos. Haja graça sobre graça!

 Temos assistido a morte do respeito, da honra! Misericórdia, Jesus! Que mundo é este? Que legado vamos deixar para os nossos filhos e netos? O autor de Provérbios também adverte aqui para temer ao Senhor e não nos ajuntar com revoltosos ou dissidentes, pois sobre eles virá “repentina destruição!”. “Quem lança mão da espada por ela perecerá”, não só a espada, mas toda forma de arma ou agressão que ela representa. O que aprendemos aqui? Façamos o nosso coração sossegar. A justiça de Deus descerá reta e oportuna, aliás, já está descendo! Ninguém permanecerá impune diante do Reto, Soberano e Justo Juiz! Ele já decretou a sentença! CUMPRA-SE! Se realmente quisermos ver uma mudança radical nesta nação usemos a arma bélica mais poderosa do universo: A Oração do justo! Ela pode muito por sua eficácia. Muitos impérios em seus desgovernos foram derrubados pela força de homens e mulheres com seus joelhos dobrados! Clamemos sem cessar até que o Senhor ouça dos altos céus, perdoe o nosso pecado e sare a nossa terra! Nadia Malta

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/GLORIFIQUEMOS AO SENHOR!

 GLORIFIQUEMOS AO SENHOR!

“Louvem o Senhor, todas as nações; exaltem-no, todos os povos! Porque imenso é o seu amor leal por nós, e a fidelidade do Senhor dura para sempre. Aleluia”! Salmos 117.1,2. 


No versículo citado o Salmista convoca todas as nações para louvarem e exaltarem o nome do Senhor! Por uma simples razão: Porque imenso é o seu amor leal por nós, e a fidelidade do Senhor dura para sempre. Aleluia”! Assim precisamos ser um “Aleluia da cabeça aos pés”! Como tem sido difícil encontrar corações gratos em meio às insatisfações e reclamações patológicas do nosso tempo! Será que esses louvores das nações têm o mesmo formato? Será que uma tribo na África e um aborígene da Floresta amazônica ou da distante Austrália louvarão do mesmo jeito com pianos, teclados e os demais instrumentos de sopro e corda que conhecemos? As noticias de missionários que estiveram na África, por exemplo, dão conta de que os atabaques são os instrumentos usados ali. E o louvor daquele povo dura horas, enquanto eles dançam, cantam e glorificam ao Senhor! Assim tiremos dos baús da nossa cultura os nossos instrumentos musicais, sejam eles de sopro, de cordas, teclados, acústicos ou de percussão, mas louvemos ao nosso Deus e Pai sem reservas. Esse louvor sincero chegará com aroma agradável às narinas de Deus!

O nosso país é multirracial, muitos povos passaram aqui deixando seu legado trazido de terras distantes. A nossa região é muito rica culturalmente. Temos uma diversidade de sons e ritmos muito grande. Que vai desde o efervescente frevo, passando pelo forró, cirandas e maracatus, dentre outros. Somos o maior celeiro de missionários do planeta exatamente por essa diversidade. Temos a cara de muitos povos! Por que, então, tanto preconceito ainda com os nossos ritmos? O texto de II Samuel diz: “Davi e todos os israelitas iam cantando e dançando perante o Senhor, ao som de todo o tipo de instrumentos de pinho, harpas, liras, tamborins, chocalhos e címbalos” (2 Samuel 6:5). O Salmista ainda ordena: “Comecem o louvor, façam ressoar o tamborim, toquem a lira e a harpa melodiosa” (Salmos 81:2).

O que aprendemos aqui? Não existe um formato engessado para se glorificar ao Senhor. O tempo que perdemos com críticas ácidas é tempo precioso que deveria ser investido na adoração verdadeira, com sinceridade de coração. Celebremos, exaltemos ao Senhor, louvemos o Deus da nossa Salvação, façamos isto em espírito e em verdade.  Com o coração cheio de gratidão! Louvemos sem as amarras dos achismos. Que sejamos um “Aleluia da cabeça aos pés”! Nadia Malta

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS GRATOS AO SENHOR!

 QUE SEJAMOS GRATOS AO SENHOR!

https://youtu.be/GHCk4PVRDHU

“Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Provérbios 30:7-9. 


Tem faltado gratidão em nosso meio! Vivemos uma pandemia de insatisfação sem precedentes, misericórdia! Em sua sabedoria vinda do Alto o autor de Provérbios, traz  a percepção da suficiência  nos versículos citados. O dicionário, dentre outras coisas, diz que suficiente é o quanto baste! Nem mais, nem menos. Creio que esta é uma lição oportuna para o nosso tempo de tanta competição, exigências, demandas e insatisfações. As pessoas em várias áreas da vida querem “bater a meta” como se diz na linguagem do comércio e das grandes corporações. Outro dia ouvi de uma pessoa conhecida sobre o stress experimentado pelas exigências por parte dos seus superiores, em “bater a tal meta”. Ela falava da angustia sentida e das noites de sono por causa da exigência sob pena de ser demitida. Nos versículos citados o autor do texto faz dois pedidos ao Senhor que remetem à suficiência e deveríamos considerar em nossas orações: Que haja suficiência da palavra empenhada e proferida com retidão sem mentiras ou falsidade; E Que haja suficiência no ter. Suficiência gera gratidão e o inverso também é verdade! O salmista fez aquietar e sossegar a sua alma como a criança desmamada nos braços de sua mãe. Como a nossa alma é exigente! Estamos sempre às voltas tentando satisfazer um desejo ou anseio. E em geral acabamos metendo os pés pelas mãos para conseguir tal intento. Estamos sempre recomeçando seja um novo dia, mês ou ano e começar agradecendo é algo agradável ao Senhor. Foram tantas dádivas e até aquilo que não foi tão agradável de viver, veio como bênção disfarçada. Caso não tenhamos descoberto o propósito ainda, logo, logo descobriremos. Nada em nossa vida é obra do acaso!

A idéia de suficiência trazida a nós pelos versículos nos ajuda a compreender que nos cansamos demasiadamente correndo atrás do vento, como disse o mesmo autor em outro momento. Ele pede ao Senhor duas coisas, a primeira: “Mantém longe de mim a falsidade e a mentira”. Aqui também ele nos remete a um tipo de suficiência, a da palavra proferida e empenhada com retidão. Quanta falsidade e quanta mentira até mesmo em nosso meio! É impressionante o quanto se mente compulsivamente das mínimas às grandes coisas. Há uma crise de confiabilidade sem precedentes. Falta a suficiência de uma falar sincero, honesto, onde o sim, seja sim e o não, seja não. Sobre isso Jesus ordena de maneira enfática: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno". (Mateus 5:37).  Tiago (5.12) em sua epístola faz a seguinte recomendação: “Sobretudo, meus irmãos, não jurem nem pelo céu, nem pela terra, nem por qualquer outra coisa. Seja o sim de vocês, sim, e o não, não, para que não caiam em condenação”. Que as coisas ditas sejam exatamente o que dizem ser!

O segundo pedido do autor de provérbios aqui é: “Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Esse outro pedido é de uma lucidez que impressiona! O que tem em demasia pode desdenhar de Deus orgulhoso pelos muitos haveres e conquistas. O que tem de menos pode vir a roubar envergonhando e desonrando o nome do Senhor. Por isso o autor do texto pede suficiência. O apóstolo Paulo traz mais luz a questão dizendo: “A minha suficiência vem de Deus”! Apenas o quanto baste. Nem mais, nem menos! Clamemos assim! O que aprendemos aqui? Que Busquemos também nós um falar confiável. Que o que dizemos seja o quanto baste. Que haja suficiência em nosso falar. Que busquemos a suficiência no ter. Nem mais nem menos, apenas o quanto baste. Que possamos dizer como o apóstolo Paulo: “A minha suficiência vem de Deus!”, porque a sua graça nos basta! Nadia Malta

 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS O SOCORRO DO SENHOR!

 BUSQUEMOS O SOCORRO DO SENHOR!

https://youtu.be/4bsrjAu5uys

“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve". Mateus 11.28-30.                                         


Nos versículos citados, o Senhor faz um convite singular para uma troca de fardo e de jugo. Contudo para isto precisamos ir a Ele. Só nEle conseguimos desfrutar dessa leveza. Ele diz nesse convite duplo: Vinde a mim todos os cansados e sobrecarregados e eu vos darei descanso. Fora do Cristo não há descanso nem refrigério. Por isso aqui Ele chama para o relacionamento, para a intimidade. Quem não está cansado e sobrecarregado em nosso tempo? O jugo de Jesus que Ele deseja que tomemos é a obediência à sua Palavra. Aprendamos com Ele mansidão e humildade. Pelas pisaduras de Jesus já fomos sarados no âmbito do nosso espírito. Sarados e Vivificados. O propósito dessa intervenção sobrenatural é que já não vivamos nós, mas Cristo passe a viver em nós! E quanto às cargas, os problemas que tão insistentemente nos esmagam? Lancemos tudo, pecados e problemas sobre os largos de Jesus. Na verdade Ele nos convida a ir a Ele e a trocar de fardo e de jugo com Ele. Ele diz que assim acharemos descanso para as nossas almas! Será que levamos à serio essa ordenança do mestre ou insistimos em arrastar as velhas cargas com as nossas próprias forças? Tenho a impressão que optamos pela segunda escolha!

O apóstolo Paulo falando aos Gálatas os manda carregar os fardos uns dos outros. Essa ordenança é uma referencia ao novo mandamento de amar uns aos outros. O amor empático faz com que nos compadeçamos uns dos outros e oremos uns pelos outros por causa dos pecados que carregamos. São as inclinações da nossa carne que nos levam a pecar e sofrer as consequências dessas ações malditas. Esses fardos são os pecados que tenazmente nos assediam dos quais precisamos nos desembaraçar e correr com desenvoltura a carreira proposta. Podemos ajudar a carregá-los em oração. Algo que tenho aprendido ao longo dessa caminhada com o meu Senhor: Podemos orar, sentir a dor do outro, mas ele terá que carregar seu próprio fardo. As lutas da vida têm um propósito didático de Deus. E não podemos passar pela prova no lugar do outro. Paulo no mesmo contexto da outra citação ensina: “pois cada um deverá levar a própria carga”. Assim, levamos o fardo de amar o outro apesar dele, pois muitas vezes esse tipo de amor é sacrificial! Todavia, não levamos o fardo de viver os seus problemas, pois, eles foram permitidos para um aprendizado.

O que aprendemos aqui? Gostaria de trazer uma informação: O nome do profeta Amós, significa carregador de fardos. Há muitos Amós em nosso meio. Temos dificuldade de lançar o nosso fardo. A mãe de Agostinho, bispo de Hipona, certa vez foi procurar seu conselheiro espiritual para pedir orientação sobre seu filho antes da conversão daquele. Agostinho vivia uma vida de devassidão completamente ausente dos caminhos do Senhor e sua mãe em lágrimas foi falar com aquele líder religioso. E ele lhe disse: “Volte para casa e se aquiete, pois é impossível que o filho dessas lágrimas não seja resgatado”! Assim, lancemos sobre o Senhor os nossos fardos e busquemos sobre nós o seu jugo suave e seu fardo leve. Que na hora do maior cansaço sejamos encontrados no feixe dos que são do Senhor! Que o único peso que possamos carregar seja a administração da fé e do tempo de espera até que a vitória chegue às nossas mãos! Deixemos que ele carregue os nossos fardos! Nadia Malta

 

terça-feira, 16 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SOMOS DESAFIADOS A RENDER GRAÇAS AO SENHOR EM MEIO A TUDO!

 SOMOS DESAFIADOS A RENDER GRAÇAS AO SENHOR EM MEIO A TUDO!

Em tudo, daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. 1 Tessalonicenses 5.18.                                            


O versículo citado faz parte da lista de diversos preceitos do apóstolo Paulo aos irmãos de Tessalônica e a todos os cristãos de todas as épocas. Notemos que aqui ele não ordena a render graças “por tudo”, mas ”em tudo”. Isso faz toda diferença. Quando agimos assim, declaramos que o Senhor tem propósito em tudo que acontece nas vidas dos seus filhos! E esse propósito é didático! A lista vai do versículo 12 ao 22. Vale conferir toda a lista e meditar responsivamente em cada um deles. O que diz o versículo sobre a gratidão? Ele ordena que devemos dar graças “em” tudo ou em meio a todas as circunstancias. Não é agradecer por tudo, mas em tudo, repito! Qual a razão para essa ordenança? A segunda parte do versículo responde: “porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. Tenho a impressão que ao escrever essas palavras do versículo citado, o apóstolo Paulo tinha em mente Romanos 8.28: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. Ainda estamos longe desse padrão de maturidade espiritual e emocional. Na verdade, o nosso primeiro impulso diante do sofrimento é fugir para bem longe dele. Em outra versão diz: “Em tudo daí graças”!

O apóstolo nos chama a atenção para o propósito de todas as coisas que nos sucedem, não para as situações, mas para o fim delas. Ninguém agradece por uma tragédia, por exemplo! Contudo, somos instruídos por ele aqui a compreender que as situações que atingem os servos de Deus por mais dolorosas que sejam no momento que as experimentamos tem um propósito edificador da parte de Deus para nós. Por outro lado, a murmuração no meio do povo de Deus é algo ancestral. Em todas as épocas percebemos isto! E essa murmuração patológica fez grande parte do povo perder o direito à Terra prometida! Que tal recomeçarmos outra vez aquele desafio de “Cem Dias de Gratidão Sem Murmuração”? Tudo é treino da parte do nosso Pai Celestial! Quem sabe não criaremos o hábito de agradecer! O Senhor tem sido extremamente misericordioso para conosco, apesar de nós! Vale conferir o contexto todo no qual está inserido o versículo citado no início. Imediatamente antes da recomendação aqui mencionada, Paulo diz: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente”. Gratidão demanda alegria e oração. Têm faltado ambas em nosso meio.

Os cristãos contemporâneos já contaminados pelo imediatismo mundano querem tudo para ontem. Esquecemos que o padrão de Deus não muda! Na sequência do versículo citado Paulo diz: “Não apaguem o Espírito”! O Espírito de Deus não age em um templo sombrio e Gratidão é luz! Falando aos Colossenses ele recomenda: “Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos”. O que aprendemos aqui?  Perdemos de vista as dádivas, porque nos esquecemos de considerar o Doador delas. Aliás, a memória é fraca para as coisas boas, e pródiga para as coisas que trazem pesares e dores. O efeito das últimas é devastador, provocando um mergulho no vitimismo. Há estudos científicos que mostram os benefícios da gratidão no cérebro humano. Que o Senhor nos ajude a sair desse fosso profundo da ingratidão. Que possamos enxergar o Senhor através do véu denso das situações aflitivas e emergir em gratidão pelo seu propósito nelas, pois “Esta é a vontade de Deus para conosco”! Atentemos! Nadia Malta

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