sexta-feira, 31 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/DIZ O SENHOR: ME CONVÉM FICAR EM TUA CASA!


DIZ O SENHOR: ME CONVÉM FICAR EM TUA CASA!
                                                                        
 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria”. Lucas 19. 5, 6. 

A Graça viva continua convidando e se convidando para entrar em nossas casas. O encontro de Jesus com Zaqueu, o maioral dos publicanos é revelador sob todos os aspectos. Ele era alem do maioral dos publicanos, rico. Um sujeito baixote, que enriqueceu ilicitamente. Era odiado pelos seus patrícios pelas extorsões que praticava. Era considerado também pelos religiosos daqueles dias o maioral dos pecadores. E o mais carente da ação da graça salvadora! Tenho andado abatida. Cansada e sobrecarregada. Calma! Deixe-me explicar: Os sentidos todos têm estado saturados de tanta doidice no mundo eclesiástico contemporâneo. As exigências, as ameaças e, sobretudo, as artimanhas para se conseguir adeptos e lotar os templos têm se multiplicado e ido às raias da loucura. O que está acontecendo? Tem faltado temor do Senhor. Esta é a grande realidade. Esquecemos que o Deus da bondade é o Deus da severidade e ele ajustará contas com todos os caçadores de almas com seus invólucros feiticeiros no meio do seu povo! O que a história de Zaqueu nos leva a discernir? Por mais que o homem se esforce para alcançar a Deus, a iniciativa é sempre da Graça. O Senhor é quem marca um encontro conosco. Arrependimento sincero gera mudança de vida. Jesus veio para os doentes, os coxos, os cegos e todos os perdidos. A história de Zaqueu é conhecida por todos que têm familiaridade com a palavra. Até mesmo pelos que não têm. Há certo tempo, uma música gospel aqui no Brasil foi responsável pela divulgação desse personagem. Lembro-me que até o caminhão da entrega de gás passava tocando a referida música. Assim, hoje é impossível não se saber quem é Zaqueu. Mas não é sobre isto que quero falar. Certo dia Jesus passava por Jericó e ele sabendo disso correu e subiu numa árvore para vê-lo e para sua surpresa já estava tudo preparado pelo Senhor e a Graça encarnada toma a iniciativa de abordar Zaqueu fazendo o convite mais inusitado: “Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. Zaqueu desceu a toda pressa e o recebeu com alegria. É Deus conosco. É o Emanuel se revelando a nós. Não é a simples religiosidade ritualística é relacionamento!

A história não acaba aqui. Depois da murmuração dos que estavam à volta por ter Jesus se hospedado com homem pecador vem a grande resposta daquele encontro libertador. Zaqueu diante de todos diz: “Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais”. Jesus testifica do que se operou em Zaqueu: “Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”. Zaqueu mudou de rota. Converteu-se! Relacionamento íntimo faz isto.  A religiosidade exterior muda o comportamento por algum tempo. Outro dia li uma dessas frases publicadas na Internet. Dizia assim: “Arrependimento não é quando você chora é quando você muda!”.  Perfeita! Curta, objetiva e abrangente! Muitos choram e se descabelam até prometem uma mudança, mas é só algo exterior. E exterioridade não resiste à ação dos apelos da carne. A esse tipo de tristeza, o apóstolo Paulo chama de tristeza segundo o mundo. Também conhecida como remorso. Ela é superficial. Fica no terreno das emoções. Não desce para o cerne da alma. Sua ação é momentânea. Até impressiona, arrepia, mas não transforma. Antes produz morte.

O relacionamento com o Cristo muda a essência do homem. Dá a ele uma segunda chance de nascer de novo. De ter seu espírito morto vivificado. As coisas velhas, as velhas práticas passam e tudo se faz novo. Sem isto não há conversão. Pode até haver religiosidade, mas não há relacionamento e cristianismo é relacional. O arrependimento genuíno, aquele que brota do mais profundo do coração e é provocado por uma ação efetiva do Espírito Santo no coração do Homem. Este se quebranta, tem seu coração rasgado perante o Senhor e ali ele vê seus alicerces ruírem perante o Eterno. Os que são transformados pela ação do Espírito Santo dão frutos. Tendemos a procurar frutos sempre nos outros, não façamos isto antes de procurá-los em nós mesmos! A tristeza de Zaqueu foi segundo Deus, gerou um profundo arrependimento. Naquele dia houve salvação naquela casa e quanto a nós? Se Jesus não ficar na nossa casa, nada vai mudar de fato! A pergunta que não deve calar em nossos lábios é: “Será que me converti de verdade?”. Será que há em mim um horror pelas velhas práticas ou tudo foi apenas uma tristeza segundo o mundo? Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


quinta-feira, 30 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/AGUARDEMOS EM VIGILANTE PREPARAÇÃO!


AGUARDEMOS EM VIGILANTE PREPARAÇÃO!
                                                                                
Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas”. 2 Pedro 3.1-10.                                                    

Seguindo a trilha da promessa gloriosa da Vinda do Senhor vejamos agora o que nos mostra o apóstolo Pedro em sua segunda epístola. O texto na verdade vai desde o versículo primeiro até o dezoito nos dando uma visão ampla do ensino petrino sobre o assunto.  O longo texto do apóstolo Pedro traz algumas verdades já ministradas por outros escritores bíblicos. O apóstolo procura lembrar seus leitores de algo já ministrado por outros. Assim como foi no passado, nos dias de Noé, não retarda o Senhor a sua promessa. Quando o Senhor levantou Noé para construir a Arca, todos achavam que ele estava louco. Até que a Arca ficou pronta, Noé embarcou com sua família e os animais e todos os demais pereceram. Assim será no tempo do fim quando a terra for entesourada para o fogo. Tudo acontecerá repentinamente. Devemos esperar aquele dia em preparação vigilante. Somos chamados a uma vida de santificação constante. Chamemos o testemunho do apóstolo Paulo para depor sobre o assunto. Paulo falando aos irmãos de Roma adverte-os dizendo que: “É hora de despertar do sono. O dia está cada vez mais próximo. O dia está prestes a amanhecer. Que Deixemos as obras das trevas e revistamos-nos das armas da luz. Que Andemos dignamente. Que nos Revistamos do Senhor Jesus Cristo e não disponhamos nada para a carne no tocante aos seus desejos”. Ele ainda ratifica seu ensino falando aos tessalonicenses dizendo: “Todos sabem que o dia do Senhor vem como ladrão a noite. De repente. Somos todos filhos da luz, filhos do dia. Não somos da noite nem das trevas. Estejamos acordados e atentos. Sejamos sóbrios”. 

Assim como acontece com toda Escritura, há uma unidade no ensino também sobre a Segunda Vinda. Cada escritor bíblico aborda à sua maneira, mas todos em perfeita unidade são unânimes em afirmar que a Segunda Vinda é um fato já estabelecido por Deus para Aquele dia e hora, não uma mera conjectura de mentes fanáticas. Os falsos mestres daqueles dias se infiltravam nas igrejas locais para disseminar seu ensino apócrifo. Aqueles falsos mestres tinham seu ensino fundamentado no que eles chamavam de falsa esperança e escarneciam a esse respeito.  A promessa do Reino da Justiça parecia para aqueles que andavam segundo as suas próprias paixões como algo surreal. Não se podem enquadrar as promessas de Deus nos formatos humanos ou na forma de conceber as coisas do ponto de vista da nossa humanidade limitada.

Deus prometeu, Ele cumpre no tempo e ao modo dele nunca no nosso. Não podemos perder isto de vista. O Apóstolo fecha a questão em relação às afirmações maliciosas dos falsos mestres dizendo que: “para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns”. Pedro também ratifica algo que já fora dito em outros escritos que a Vinda do Senhor acontecerá repentinamente como vem o ladrão à noite. E esta ilustração demanda vigilância e preparação constante. Pedro termina sua admoestação nos seguintes termos: “Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam. Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém”. E quanto a nós? Será que temos nos colocado em sobriedade e vigilância ou temos vivido como se esse dia jamais fosse chegar? Se as palavras do apóstolo foram tão urgentes naqueles dias, o que diremos em relação à hoje? Vivemos em um tempo que se apressa para o fim. Não, esta mensagem não é para provocar um terrorismo espiritual, mas um despertamento aos que estão sonolentos! Despertar é preciso! Não durmamos como os demais! Preparemo-nos, Ele vem e não tardará! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/ATENTEMOS, POIS, O SENHOR EM BREVE VIRÁ!


ATENTEMOS, POIS, O SENHOR EM BREVE VIRÁ!
                                                                     
Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios”. 1 Tessalonicenses 5.1-6. 

Estejamos atentos quanto à Vinda do Senhor. Ela é certa e repentina! Várias Escrituras apontam para o dia glorioso em que Jesus virá. A Segunda Vinda é o próximo acontecimento do calendário profético. Nem gostaria de entrar nas questões polemicas de pré-tribulacionismo, tribulacionismo ou póstribulacionismo. O fato relevante é que “Aquele que vem virá e não tardará!”. Quer seja antes, durante ou depois da Tribulação, o certo é que Ele vem e já podemos ouvir os ecos dessa Vinda Gloriosa.

O apóstolo Paulo em seu aviso de alerta a esse respeito diz: “Todos sabem que o dia do Senhor vem como ladrão a noite. De repente! Somos todos filhos da luz, filhos do dia. Não somos da noite nem das trevas. Estejamos acordados e atentos. Sejamos sóbrios”! Algo sintomático sobre esse assunto tem acontecido: É a proliferação de sonhos e visões a esse respeito. Claro que há aqueles que reconhecidamente trazem informações e revelações que não se enquadram nas Escrituras outros dizem o óbvio. Contudo, há muitos que o Senhor têm levantado para alertar, sobretudo, a igreja da necessidade de santificação. Aos que têm estado sonolentos e distraídos em relação às coisas concernentes ao que está por vir. Esses precisam despertar.

O mundo tem adentrado às igrejas com a finalidade de chamar a atenção para as riquezas e apetites carnais. O que temos visto é um tempo de permissividade no qual a trindade maligna formada pelo mundo, a carne e o diabo tem alcançado vantagem sobre muitos ditos cristãos. Tenhamos cuidado com as promessas de paz fora do Cristo. Paulo é ainda mais enfático a esse respeito: “Quando disserem: "Paz e segurança", então, de repente, a destruição virá sobre eles, como dores à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vocês, irmãos, não estão nas trevas, para que esse dia os surpreenda como ladrão”. Despertemos, pois! O apóstolo Paulo chama a atenção dos seus leitores em Tessalônica para a necessidade de prestarem atenção, sobretudo, ao fato de que o Dia do Senhor vem repentinamente como o ladrão à noite. Ele ainda chama à responsabilidade de andar em sobriedade e vigilância, lembrando aos seus leitores que eles são filhos da luz, filhos do dia. E quanto a nós? Será que temos nos colocado em sobriedade e vigilância ou temos vivido como se esse dia jamais fosse chegar? Se as palavras do apóstolo foram tão urgentes naqueles dias, o que diremos em relação à hoje? Vivemos em um tempo que se apressa para o fim. Despertar é preciso! Não durmamos como os demais! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

terça-feira, 28 de maio de 2019

Meditação/Nadia malta/SANTIFIQUEMO-NOS! LOGO, LOGO AMANHECERÁ!


SANTIFIQUEMO-NOS!  LOGO, LOGO AMANHECERÁ!
                                                             
E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”. Romanos 13.11-14.                                         

Estejamos vigilantes! Já vem chegando o Dia! O apóstolo Paulo em seu zelo apostólico através de vários textos alerta seus leitores para a necessidade de vigilância e santificação. Ele está sempre chamando a atenção para a Vinda do Senhor. Várias figuras são usadas para ilustrar Aquele glorioso Dia. Aqui ele diz que a noite está quase acabando. O que sugere o tempo de trevas em que o mundo está mergulhado. Contudo, está prestes a amanhecer para os escolhidos do Senhor.

O Texto citado traz algumas verdades quanto à proximidade da Vinda do Senhor, que não podemos perder de vista. É hora de despertar do sono. O dia está cada vez mais próximo. O dia está prestes a amanhecer. Deixemos as obras das trevas e nos revistamos das armas da luz. Andemos dignamente. Revistamo-nos do Senhor Jesus Cristo e não disponhamos nada para a carne no tocante aos seus desejos. O que podemos aprender aqui? O Senhor vem buscar os seus. Aleluia! Não sabemos quando isto se dará, mas podemos reconhecer os sinais desse dia glorioso. Desde que os pais da igreja adormeceram que é anunciada a Vinda do Senhor e muitos por achar que esse dia tarda têm vivido de modo irresponsável quanto às coisas espirituais.

Ansiemos por aquele dia! Aliás, estamos vivendo a última hora. Os instantes finais. Esse tempo ou período é profético e compreende desde a descida do Espírito Santo sobre a Igreja no Dia do Pentecostes até o Dia da Segunda Vida propriamente dito. Não nos foi dado conhecer o dia e a hora desse acontecimento de tamanha magnitude que abalará todo o cosmos.  Tenho a impressão que é para que vivamos em preparação constante. Na verdade nenhum de nós está pronto. Estamos todos em obras. Em treinamento. Há tanto a ser consertado em cada um de nós! A cada dia descobrimos algo que parecia ter sido extirpado de nós voltar à tona com uma força descomunal. Às vezes damos dez passos para frente e quinze para traz. Especialmente quando tiramos os olhos de nós mesmos e os colocamos da vida do outro, na posição de fiscais. Santificação é um revestir-se diário e constante do Senhor Jesus Cristo, sem fazer nenhuma concessão aos apetites da carne.  Em relação à santificação temos o compromisso e a responsabilidade apenas conosco mesmo! Deixemos as obras das trevas e nos revistamos das armas da luz! Preparemo-nos, Ele vem e já não tardará! Logo, logo amanhecerá! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/O SANTO ESPÍRITO NOS ENSINARÁ E NOS FARÁ LEMBRAR!


O SANTO ESPÍRITO NOS ENSINARÁ E NOS FARÁ LEMBRAR!
                                                                
Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse”. João 14.26.                

Aquietemos os nossos corações, pois o Senhor completará a sua obra. Há um pensamento atribuído a John Stott que diz o seguinte: “O cristão precisa ser mais lembrado que instruído!”. Já citamos o pensamento muitas vezes. E testificamos a veracidade do seu conteúdo. Temos realmente uma memória fraca, sobretudo, para as verdades eternas. Mas o Senhor providenciou uma solução para isto. Aliás, esta é uma das muitas atribuições do Espírito Santo, além é claro, de nos convencer “da justiça, do juízo e do pecado”. O que nos é dito aqui pelo Senhor acerca do Espírito Santo?

Primeiro: Ele é o nosso Supremo Conselheiro enviado pelo Pai em nome de Jesus. Segundo: Ele é o Mestre que nos ensinará todas as coisas. Terceiro: Ele nos fará lembrar de tudo que já nos foi dito pelo Senhor. O que podemos aprender aqui para nos aquietar diante das dificuldades? O cristão mesmo que saia temporariamente do prumo de Deus, ainda que tropece ou mesmo caia em um momento ou outro ele voltará para o Senhor que não desiste dele. É interessante quando lidamos com as pessoas e temos o nosso olhar e a nossa escuta treinados para enxergar e ouvir além do que é dito ou mostrado. Muitas vezes o Senhor nos faz recuar e apenas orar pelas situações ou pessoas. Isto ajuda a frear nossos impulsos humanos. Precisamos ter sensibilidade para perceber determinados moveres específicos de Deus em determinadas pessoas. Em certos casos somos levados à ação em outros à oração somente. Como assim, somente? Orar é tudo sempre, não nos esqueçamos disto! Como é difícil para seres humanos apressados não interferir nas situações! Quaisquer tentativas nossas de agir ou manipular essas situações sem que Deus conduza, só redundará em mais dor.

 Por mais difícil que seja para nós seres humanos apressados, a própria espera, às vezes faz parte da resposta que tanto desejamos. Ir com (C)alma. Isso mesmo! Tem alma na palavra calma. Isto remete à sensibilidade de perceber a direção do Senhor em cada momento específico. Nada está fora do seu controle soberano! O salmista diz que o “que a nós diz respeito o Senhor levará a bom termo!”. Creio demais nisto. Como também creio que esse desfecho não acontece antes de um trabalhar especifico em cada um de nós! O Espírito Santo nosso Supremo Conselheiro é especialista em falar aos seus escolhidos de modo eficazmente preciso. Ele nos ensinará e nos fará lembrar tudo que temporariamente esquecemos em relação à sua palavra. Nenhum dos seus ficará fora do prumo. Mesmo que isto implique em sofrimento e dor. A voz mansa e suave não poucas vezes se transforma em voz de trovão até que seja impossível não ouvi-la! Pensemos nisto! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


domingo, 26 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/OS NOSSOS OLHOS PRECISAM SER DESVENDADOS!


OS NOSSOS OLHOS PRECISAM SER DESVENDADOS!
                                                                               
Abre os meus olhos para que eu veja as maravilhas da tua lei. Faze-me discernir o propósito dos teus preceitos, então meditarei nas tuas maravilhas”. Salmos 119.18, 27.        

Que o Senhor desvende os nossos olhos para que vejamos alem do que é mostrado na letra da lei. A Palavra de Deus já foi revelada, mas os nossos olhos precisam ser desvendados para compreendê-la e só Ele pode fazer isso! O salmo 119 é uma exaltação do salmista à Santa e Gloriosa Palavra do Senhor. O mais longo da Bíblia traz ensinamentos preciosos acerca da Palavra de Deus.  Em outro versículo deste mesmo salmo, o salmista pede ao Senhor: “Dá-me entendimento, para que eu guarde a tua lei e a ela obedeça de todo o coração”. O que a oração do salmista pede nos versículos citados? Ele pede que seus olhos sejam abertos, desvendados para que ele veja, contemple as maravilhas da lei do Senhor. O mandamento é puro e santo e precisa ser visto alem da letra da Lei. Ele pede que o Senhor o faça discernir o propósito dos seus preceitos para que ele possa meditar nas suas maravilhas. O salmista não quer ser impulsivo em seu julgamento das situações. O apostolo Paulo diz que “todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito”. Que propósito é este? Que sejamos conformados à imagem de Jesus! O que esta oração do salmista nos leva a refletir em nosso tempo? O Senhor é quem dá tanto a revelação escrita quanto desvenda os nossos olhos para saber compreender aquilo que está escrito. Como podemos meditar em algo que não compreendemos? É o Santo Espírito que nos faz lembrar o que aprendemos e também nos ensina, nos capacitando a aplicar.

Precisamos receber do Senhor entendimento não só para meditar, mas para aplicar. Assim, tudo vem Dele é feito por meio Dele e é para Ele! E isto é maravilhoso demais aos nossos olhos! Glorifiquemos o seu santo e excelso nome! Somos chamados a exercitar a misericórdia. É Jesus quem diz: “Sejam misericordiosos, assim como o Pai de vocês é misericordioso". Fomos chamados para “ser imitadores de Deus como filhos amados”, diz o apóstolo Paulo. Notemos que o salmo todo está cheio de expressões do tipo: Dá-me luz! Abre meus olhos! Faz-me discernir! Dá-me entendimento! Ajuda-me a meditar! São expressões recorrentes aqui. Atentemos para elas! Acho que isto quer nos dizer algo, não?  Assim não nos arvoremos em teólogos precipitadamente! Isto tem levado a muitos a percorrerem o caminho árido do farisaísmo contemporâneo ou mesmo das heresias. Nos dias de Cristo temos vários registros do encontro dele com os mestres da Lei e os fariseus. Todos técnicos em Deus, mas nenhum capaz de manifestar misericórdia ao abatido de espírito. Os escribas e fariseus estudavam incansavelmente a letra da Lei, mas tinham os olhos vendados ao Espírito da Lei. Eles inclusive se orgulhavam de seus muitos saberes ao ponto de considerar o povo como plebe maldita por não ter o conhecimento. (Jo 7:49). Mas, mesmo a despeito de todo esse conhecimento que julgavam ter, Jesus mandou que fossem e aprendessem o significado da Escritura que diz: ‘Misericordia quero, e não sacrifícios’ citando o profeta Oseias (Os 6:6). Conhecimento desprovido de sabedoria e discernimento é algo temível, pois torna o homem cego. E todo zelo cego é perigoso! É fanatismo.

O autor de provérbios traz mais luz a essa questão. Ele diz que “a vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. Quando será esse dia perfeito mencionado aqui? É o dia do encontro glorioso com o Senhor. Enquanto estivermos deste lado da eternidade estaremos sendo instruídos pelo Senhor. A Palavra já nos foi dada. Mas o preceito não é algo árido. O mandamento é vida. E está lá o tempo todo, mas precisa do holofote do céu para ser percebido, meditado, assimilado e, sobretudo, aplicado com graça e misericórdia! Não é incomum encontrarmos servos do Senhor perplexos se fazendo a seguinte pergunta: “Por que não vi isso antes?”. É como aquelas saídas pelas quais oramos tanto. Pareciam estar lá o tempo todo, mas não víamos. Os olhos ainda não haviam sido desvendados pelo Senhor. O mais interessante desse desvendar de olhos é que tem um tempo certo para acontecer com cada um de nós. Ninguém pode abreviar ou postergar tal momento. Nem os teólogos mais experientes podem fazer nada a esse respeito! São só semeadores! O que aprendemos aqui? Exercitemos misericórdia uns com os outros. E não usemos a palavra para afrontar ou esmagar os que já estão quebrados e prestes a se apagar. Tudo vem a seu tempo. Tempo estabelecido pelo Pai Celestial, não pela vontade humana. Aliás, há um tempo para tudo debaixo do céu. E nada foge ao seu curso. Nada é linear. Passamos por altos e baixos. Vales e montanhas. Oásis e desertos. Amanheceres e crepúsculos. A topografia e a natureza de um modo geral foram feitas assim para nos sinalizar acerca das verdades eternas. Não nos esqueçamos da letra do velho hino: “Deixa a luz do céu entrar. Deixa o sol em ti nascer!”. Fica a pergunta: “Quanto de luz do céu já recebemos?”. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


sábado, 25 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/O “IDE” É PARA TODOS: TEMPO DE ANUNCIAR!


O “IDE” É PARA TODOS: TEMPO DE ANUNCIAR!
                                                                               
"Vocês são minhas testemunhas", declara o Senhor, "e meu servo, a quem escolhi, para que vocês saibam e creiam em mim e entendam que eu sou Deus. Antes de mim nenhum deus se formou, nem haverá algum depois de mim. E disse-lhes: "Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas”. Isaías 43.10; Marcos 16.15.                      

As palavras do Senhor pelos lábios do profeta Isaías reverberam através dos lábios de Jesus muitos séculos depois. Somos testemunhas do Senhor. Chamados para mostrar as evidências do que se operou em nós. Evangelho é Boa Nova. É o anúncio da salvação por meio do Cristo e não podemos calar diante de tão grande maravilha. Dizem os estudiosos que o “ide” na verdade é o “indo” e pregando. É ato contínuo, se nos calarmos até as próprias pedras clamarão. O mundo perdido clama por um salvador! Como diz a letra do velho hino: “Eis que os milhões que em trevas tão medonhas, jazem perdidos, sem o salvador! Oh! Quem irá as novas proclamando que Deus em Cristo salva o pecador?”. Sim, quem irá? O Senhor poderia fazer isto por meio de anjos, mas em sua soberania resolveu nos usar para tão gloriosa tarefa!

O texto nos traz duas verdades. Primeira Verdade: Somos as testemunhas que o Senhor levantou. Segunda Verdade: Ele já deu a ordem: “Ide e pregai!”. Parando um pouco para refletir o que descobrimos? Todos indistintamente foram chamados para testemunhar. Nenhum cristão está fora da esfera desse chamado. Assim, procrastinar esse comissionamento é atrair dor e sofrimento! Somos instados a falar em tempo e fora de tempo. Todos aqueles que se dispõem para Deus são capacitados por Ele quanto às estratégias a serem usadas em cada situação específica. Os velhos modelos de evangelismo estão desacreditados e as pessoas correm desses formatos. O bater de porta em porta por exemplo. As abordagens agressivas e segregadoramente jactanciosas não funcionam. O amor é quem dá o tom.

Evangelismo pressupõe comunhão. Isto não significa que devamos fazer o que os pecadores fazem para ganhá-los para Cristo. Jesus sentou e comeu com pecadores sem precisar transigir com suas práticas. A grande estratégia é esta, nos aproximar dos que estão perdidos e fazer a diferença. Pregar sim. Anunciar sim, se preciso com palavras. Nada é mais convincente que a nossa própria vida transformada. Na verdade discurso e prática precisam estar alinhados, do contrário seremos uma grande farsa como cristãos. E uma farsa não atrai ninguém. O mundo não ouve as nossas palavras, vê as nossas ações. Não estamos aqui falando de impecabilidade porque deste lado da eternidade todos estamos sujeitos a equívocos, quedas e tropeços. Mas convém lembrar que a nossa nova natureza recriada pelo Espírito de Deus clama por santidade, mesmo que tropecemos inúmeras vezes, o Senhor é poderoso para nos suster. É carne contra Espírito e Espírito contra a carne. Quem vencerá? Quem for mais bem alimentado. E até mesmo esta confiança precisa ser compartilhada em humildade.  Ninguém está pronto, tudo é preparação deste lado de cá da eternidade. Não devemos ir aos pecadores ainda não alcançados “como inevitável total, melhor ir como parcela!”, como diria Dom Helder. Somos todos pecadores uns já alcançados outros ainda não, e cabe a nós fazê-lo! “Somos mendigos dizendo a outros mendigos onde há pão!” como disse certo pensador cristão. Cumpramos o nosso papel e anunciemos o Evangelho! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/PREGAR O EVANGELHO: DEVER E PRIVILÉGIO DE TODO VERDADEIRO CRISTÃO!


PREGAR O EVANGELHO: DEVER E PRIVILÉGIO DE TODO VERDADEIRO CRISTÃO!
                                                                           
Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!”. 1 Coríntios 9.16.                                                   

Há uma necessidade urgente de se anunciar o Evangelho de Cristo, se preciso com palavras, mas, sobretudo, com atitudes.  O contexto todo trata da liberdade e dos direitos do apóstolo em seu andar ministerial. É interessante ler todo o contexto para compreender melhor aquilo que ele deseja ministrar. Todo esse arrazoado do apóstolo mostra que ele poderia muito bem se aproveitar de sua posição e com isto desfrutar, vamos dizer assim, de “vantagens” ou privilégios. Contudo, ele se nega a fazer isto! Ele era um apóstolo de fato, pois vira o Senhor ressurreto. Ele tinha, por conseguinte o direito de receber a recompensa por seu apostolado. Paulo traz no contexto uma argumentação muito bem fundamentada a esse respeito. O “IDE” de Jesus não é um simples convite é uma ordem.

Ele era de fato um apóstolo. Ele não só vira o Senhor ressurreto e fora comissionado por Ele, como também tinha o selo do seu apostolado, os muitos convertidos através de sua instrumentalidade. Paulo apresenta a sua defesa nos versículos 3-14. Ele anuncia o Cristo por uma santa e divina compulsão, não apenas porque lhe fora ordenado. Creio que essas palavras tinham um caráter profético tendo em vista dias vindouros. Os quais estamos testemunhando hoje. O que tudo isto nos ensina em tempos de estrelismos eclesiásticos? Paulo entendia que pregar o evangelho era tanto um dever quanto um grande privilégio de todo cristão. Ninguém pode se furtar ao seu chamado. O Dr. Shedd diz que “atrás de toda pregação autentica há uma compulsão divina!”. Esta é sem dúvida, uma grande verdade da qual não podemos nos apartar. É impossível não falar sobre o Cristo àqueles que não o conhecem. “Como ouvirão se não há quem pregue?”. Anunciemos, em tempo e fora dele. Anunciemos se preciso com palavras! Cristo precisa ser visto através de nós!

A grande recompensa do apóstolo ao pregar o evangelho era alem de alcançar vidas para o Senhor fazer isto de todo o coração, gratuitamente, sem a exigência da obrigatoriedade. Embora saibamos ser ordenança divina, a pregação do evangelho, deve ser obedecida de forma alegre e prazerosa. As palavras do apóstolo mais uma vez soam estranhas em um tempo de “mercadejamento” da Palavra de Deus.  Em um tempo no qual existem celebridades cobrando altos cachês para apresentar suas mensagens muito bem ensaiadas e persuasivas, mas completamente destituídas de poder do Alto. Atentemos para as palavras do apóstolo Paulo ao final do versículo citado: “Ai de mim se não pregar o evangelho!”. Não percamos mais tempo.  Anunciemos ao Senhor em tempo e fora de tempo. Jesus está às portas e o sangue de muitos será cobrado de nossas mãos remissas e negligentes. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/TEMOS CRISTO? TEMOS TUDO!


Dia 23 de Maio de 2019.

TEMOS CRISTO?  TEMOS TUDO!
                                                                               
Mas o que para mim era lucro, passei a considerar perda, por causa de Cristo. Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por cuja causa perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar a Cristo”.  Filipenses 3.7,8.                            

Mais uma vez gostaria de chamar a sua atenção para a pessoa do Cristo. Meditando na Carta da Alegria somos surpreendidos com as palavras de desprendimento do Apóstolo Paulo em relação ao que tivera e à sua condição na ocasião! Os escritos bíblicos são tão vivos que mesmo tendo lido tantas vezes cada leitura parece nova. Inédita! O Espírito faz emergir aquilo que precisamos ouvir ou entender. E é maravilhoso demais aos nossos olhos. O apóstolo Paulo traça algumas considerações de tudo quanto houvera perdido em termos humanos, mas descobre que o saldo fora positivo sob todos os aspectos! E essas palavras, em tempos de teres e haveres parecem soar estranhas aos ouvidos cheios de ganância. Paulo havia sido um líder conceituado do judaísmo. Alguns estudiosos afirmam que ele possuía bens materiais e outros chegam a afirmar que ele também havia tido uma esposa que o tinha abandonado por causa da conversão. Eles baseiam essa afirmação no fato de que Paulo era um fariseu membro do Sinédrio e uma das exigências ao cargo era ser casado. Apesar de fazer sentido, nunca aprofundei o assunto. Mas seja como for, foram muitas perdas significativas para um ser humano.

Ele diz que o que perdera considerava como esterco para ganhar a suprema riqueza do conhecimento de Cristo. Nada se compara a isto. Tudo o mais seja o que for é reputado em nada. Não parece que é isto que vemos à nossa volta. O desserviço prestado pela teologia da prosperidade aos crentes contemporâneos é avassalador sob todos os aspectos. As pessoas se tornaram tão escravas desses conceitos que não conseguem discernir a mão direita da esquerda como os habitantes da Nínive dos dias do profeta Jonas. Os que são de Cristo verdadeiramente não pertencem mais a este mundo. As palavras de Paulo também não são um estímulo à preguiça e à improdutividade, que fique bem claro! Somos peregrinos e forasteiros em terra alheia, mas enquanto aqui precisamos fazer a diferença. Teremos aqui aquilo que for concedido por Deus para uso na sua obra. Nem mais nem menos!

Busquemos ajuntar tesouros nos céus onde a traça não rói nem a ferrugem destrói. Cresçamos na graça e no conhecimento de Deus. Busquemos a ele de maneira relacional. Dependamos Dele. Esperemos Nele e descansemos nele! O mais é nada! Coisas de só menos importância! TUDO É REPUTADO EM NADA DIANTE DA SUBLIMIDADE DO CONHECIMENTO DE DEUS! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


quarta-feira, 22 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/CRISTO VIVE! A NOSSA FÉ NÃO É INÚTIL!


CRISTO VIVE! A NOSSA FÉ NÃO É INÚTIL!
                                                                     
Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens”. 1 Coríntios 15.12-19. 

A nossa fé não é inútil! Cremos no Cristo Vivo que age e interage conosco sempre! O apóstolo Paulo falando aos Coríntios traz uma dura reprimenda àqueles que negavam a ressurreição do Cristo, mesmo depois de terem ouvido pregações bem fundamentadas a esse respeito. A igreja de Corinto se deixava levar facilmente pelos modismos que nela adentravam. Eram conceitos, falácias e doutrinas espúrias que aqui e acolá trazia divisão aquela igreja. Hoje as coisas não são muito diferentes, muito pelo contrário, parece que as coisas até de certo modo se agravaram. Muitos têm sido facilmente ludibriados pelas palavras sedutoras de outros. No caso dos irmãos da igreja de Corinto, chegaram alguns ao absurdo de dar ouvidos a uma facção que negava a própria ressurreição de Cristo. Cerne do Cristianismo.

Como entender algo assim? Fácil, parece que em todas as épocas são poucos os que gostam de estudar com afinco a Palavra de Deus. Esses preferem  dar ouvidos aos que se acham mestres segundo seu próprio entendimento. E aí, mora o perigo. Normalmente são agentes malignos que se infiltram nas igrejas para disseminar seus ensinos. É preciso cuidado, vigilância e conhecimento da Verdade. Só a verdade pode combater o engano! O texto traz a argumentação bem fundamentada do Apóstolo Paulo em defesa da Ressurreição de Cristo. As pregações sobre a ressurreição eram corrente naqueles dias. Ninguém poderia alegar que jamais ouvira sobre o assunto. Se Cristo não ressuscitou seria inútil a pregação e inútil a própria fé. E ainda os que pregam seriam tidos por falsas testemunhas. Além de inútil a fé que professamos seria também trágico, porque estaríamos irremediavelmente presos aos nossos pecados. E aqueles que morreram nessa esperança estariam perdidos. Se a esperança em Cristo se limita apenas a esta vida somos os mais infelizes de todos os mortais.

Negar a ressurreição é negar a esperança do cristianismo. Sem ressurreição a pregação se torna inútil e a fé sem eficácia. Jesus é a própria Ressurreição. Ele próprio diz: “Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá”; João 11:25. Diz o apóstolo Pedro: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”, 1 Pedro 1:3. É sempre oportuno parar e considerar todas essas coisas. De fato Jesus ressuscitou. Ele vive e é o penhor, a garantia da nossa própria ressurreição. Ele vive, nós viveremos eternamente. Ele é as primícias dos que dormem. Ou seja, ele ressuscitou, nós ressuscitaremos! O nosso Senhor e Salvador não é o Cristo morto. Sua Cruz está vazia. Seu túmulo está vazio. Ele ocupa Soberano o seu Trono nos mais altos céus! Havia naqueles dias provas incontestes de que Ele realmente havia ressurgido dos mortos e Paulo fala sobre os que o viram ressurreto inclusive ele próprio: “Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido. Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos; depois destes apareceu também a mim, como a um que nasceu fora de tempo”. 1 Coríntios 15:3-8. Cristo vive! Podemos crer no amanhã! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

terça-feira, 21 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/EXERCITEMOS A GRATIDÃO, ELA É A RAINHA DAS VIRTUDES!


EXERCITEMOS A GRATIDÃO, ELA É A RAINHA DAS VIRTUDES!
                                                                                
Saudai Priscila e Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus, os quais pela minha vida arriscaram a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios; Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos”. Romanos 16.3, 4; Colossenses 4:2.                       

Sejamos gratos ao Senhor e àqueles que ele levanta para nos favorecer. Os versículos citados trazem uma clara demonstração da gratidão do apóstolo Paulo ao casal Priscila e Áquila por todo zelo e cuidado para com ele. Eles chegaram a arriscar a própria vida pelo apóstolo e isto não poderia ser esquecido. Em seguida ele traz uma ordenança neste sentido, mas não antes de demonstrá-la de modo prático. E logo aqui recebemos uma grande lição de gratidão e humildade. Por parte de Paulo. Ainda falando aos Colossenses Paulo ordena: “Seja a paz de Cristo o juiz em vossos corações, tendo em vista que fostes convocados para viver em paz, como membros de um só Corpo. E sede agradecidos”. Já falamos sobre este assunto tantas vezes, mas nunca é demais lembrar aos amados a necessidade de exercitarmos a gratidão ao Senhor em primeiro lugar e àqueles que são usados por Ele para nos abençoar e favorecer de um modo ou de outro. Contudo, tem ficado cada vez mais difícil vermos atitudes de gratidão até no meio dos que se dizem cristãos!

Paulo se lembra do zelo de Priscila e Áquila para com ele. A gratidão vertical repercute horizontalmente de maneira inevitável. Quem é grato a Deus consegue ser grato aos homens. Aqueles que conseguem enxergar as dádivas recebidas de Deus apesar deles, também conseguem perceber quando instrumentos humanos se deixam usar por Ele. Ouvia muito durante a infância e juventude que a ingratidão mata a afeição. Esta é uma grande verdade! Quanta afeição tem sido assassinada pelas ingratidões humanas! Os “mais espirituais” tendem a dizer que não devemos fazer nada esperando reconhecimento, sim, verdade, mas quando a gratidão é demonstrada em gestos e atitudes não apenas em palavras, ela aquece os corações. O amor de Deus é incondicional, mas o amor humano é troca. É reciprocidade. É rega e às vezes até poda como já colocamos outras vezes. E um dos pilares de sustentação do amor humano é sem dúvida a gratidão. Não é à toa que a gratidão é a rainha das virtudes!

Ingratidão é, sem dúvida, a falta de reconhecimento da dádiva. O ingrato não valoriza o que recebeu e muito menos quem doou. Ele acha que todos têm obrigação com ele, que o mundo gira em torno do seu umbigo. Ele na verdade um egoísta patológico. Os ingratos são “reclamões” inveterados e já tiveram suas mentes deformadas pela eterna insatisfação. Aliás, nesses dias li um artigo psiquiátrico que dizia exatamente isto: A mente humana é alterada negativamente pelas reclamações. Ainda há tempo de reverter posturas empedernidas. Enquanto estivermos deste lado da eternidade, ainda podemos levantar os olhos para o alto e dizer: Agradeço-te Senhor por tudo!  E ainda olhar para o irmão, para o companheiro, para o filho, para o cônjuge, para o amigo e até para aquele desconhecido que nos são favoráveis apesar de nós, e também manifestar a nossa gratidão!Comecemos hoje a treinar gratidão! Um bom exercício para treinarmos a gratidão é tentar imaginar a nossa vida sem o que temos e sem as pessoas que Deus tão graciosamente coloca em nossas vidas para nos favorecer. Só não podemos deixar que a gratidão humana se sobreponha a gratidão a Deus, por causa da dívida com homens. Por isso Paulo em sua ordenança aos colossenses associa oração, vigilância e gratidão. Sejamos gratos! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/FIRMADOS SOBRE UM SÓLIDO ALICERCE! ESTAMOS?


FIRMADOS SOBRE UM SÓLIDO ALICERCE! ESTAMOS?
                                                                      
Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre. O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniqüidade. Faze o bem, SENHOR, aos bons e aos retos de coração. Quanto aos que se desviam para sendas tortuosas, levá-los-á o SENHOR juntamente com os malfeitores. Paz sobre Israel!”.  Salmos 125. 

Firmemos os nossos pés sobre a Rocha que é Jesus. Aqui o salmista compara a segurança dos que confiam no Senhor com a própria segurança da Cidade Santa ladeada de montes. O crente fiel está firme no Senhor. A firmeza do crente depende de seu alicerce. E este alicerce não é fundamentado em homens, mas numa Rocha Eterna chamada Cristo. As palavras de encorajamento do salmista aos seus leitores nos alcançam hoje. Creio que em nenhuma outra época os filhos de Deus precisam ter a segurança de um alicerce profundo. Parece que tudo concorre para nos abalar, nos tirar do eixo, do prumo de Deus para nós! Tanto as adversidades concorrem para isto quanto muito em nosso meio. São tantos os instrumentos que são usados para nos abater!

O Salmista nos traz aqui uma afirmação, duas promessas e uma oração.  A Afirmação. V. 1: “Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre”. Confiamos verdadeiramente? As Duas Promessas – Vs.2,3: “Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre. O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade”. Cremos nesta verdade? A Oração – Vs.4,5: “Faze o bem, SENHOR, aos bons e aos retos de coração. Quanto aos que se desviam para sendas tortuosas, levá-los-á o SENHOR juntamente com os malfeitores. Paz sobre Israel!”. Clamemos assim! Os dias são realmente maus como adverte o apóstolo Paulo. Ansiamos pela Vinda do Senhor mais que os guardas das antigas cidades fortificadas ansiavam pelo raiar da manhã. Para vencer os dias maus que estamos vivendo precisamos ter os nossos pés alicerçados sobre a Rocha Eterna que é o Cristo. Da nossa ligação visceral com Ele depende a nossa quietude diante das lutas enfrentadas. O nosso coração humano pode entristecer com tudo que nos cerca, mas não somos abalados, tirados da presença do Senhor.

Em sua oração pelos efésios Paulo ora assim: “Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite em seus corações mediante a fé; e oro para que vocês, arraigados e alicerçados em amor, possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus”. Qual o objetivo desse alicerce? Esse alicerce, nos faz encher da plenitude de Deus. É disso que efetivamente precisamos. Com os corações cheios de Deus não haverá espaço para o domínio das inquietações que nos cercam. Estamos todos sendo tratados, treinados pelo Fiel Guarda de Israel. Ele não dormita nem dorme. Ele sempre protege o seu povo desde agora e para sempre. Tão somente confiemos sem vacilar! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


domingo, 19 de maio de 2019

Meditação/Nadia Malta/TRANSFORMADOS PELAS MÃOS DO OLEIRO DIVINO!


TRANSFORMADOS PELAS MÃOS DO OLEIRO DIVINO!
                                                                                  
 Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras. Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas. Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu. Então, veio a mim a palavra do SENHOR: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? – diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”. Jeremias 18.2-6. 

Há um propósito transformador de Deus com as provações pelas quais passamos. E ele é implacável nessa transformação. O Senhor queria ministrar ao profeta, seu agente de comunicação com o povo, o propósito para as lutas que a nação estava enfrentando. O cativeiro não veio para destruição do povo, mas para conserto. Embora muitos tenham perecido, a nação permaneceria e cumpriria o propósito para o qual Deus a estabeleceu. Há quatro verdades aqui que não podemos perder de vista. Primeira verdade: Precisamos aprender a descer sem resistência. O profeta foi levado a descer a casa do Oleiro. O Vale tem sido através dos séculos a grande escola de humildade do servo de Deus. É lá que podemos ouvir sem interferência as palavras que o Senhor deseja nos ensinar. O Senhor então leva seu profeta a um lugar perfeito para uma ministração irrefutável: A Casa do Oleiro.  Segunda verdade: Precisamos descer em obediência. Jeremias desce em obediência.  Lá ele olha atento aos ensinamentos do Senhor. Aprendamos a observar. Aquele era sem dúvida um “data show” em 3D. Nunca mais o profeta esqueceria o que viu ali. Estejamos também atentos aos ensinamentos de Deus através dos múltiplos recursos que Ele usa para nos ensinar. Terceira verdade: A obra por uma série de fatores pode se estragar, mas o oleiro não desiste. Enquanto o Oleiro manuseava o vaso, este se estragou em suas mãos. Mas Ele não despreza o barro escolhido, antes refaz a obra. Ah, quando o Senhor entende de nos refazer!

Quarta verdade: O Oleiro tem feito assim conosco. Na verdade todos nós estamos em processo de transformação radical. Santificação é isto, transformação radical. Estamos todos na roda do Oleiro Divino experimentando o doloroso processo de sermos refeitos. O mesmo processo seguido para a transformação do barro em vaso útil seria usado pelo Senhor na transformação do seu povo escolhido! O Senhor não perde vaso escolhido. Jeremias precisava saber disto para que não esmorecesse diante das aflições do cativeiro. O Senhor não desperdiça o barro, antes desfaz a obra estragada e com o mesmo barro Ele trata de fazer um novo vaso. O processo para se fazer um vaso é longo e demorado. Vai desde a escolha do barro passando pela remoção das impurezas, acrescenta-se material apropriado para deixá-lo resistente. Depois o barro é curtido levando sol e chuva até a modelagem propriamente dita quando o vaso já pronto passará pelo forno da olaria até ficar resistente pronto para o uso. A grande noticia aqui é que o Oleiro Divino não despreza barro escolhido.

Há mais de duzentos tipos de barro, mas são poucos os que aguentam esse longo processo servindo para vasos. Agora, quando o Senhor entende de nos modelar para o seu serviço, pode estar certo de que Ele completará a obra doa o quanto doer. A obra será terminada sem apelação. Seremos sacudidos, amassados, remexidos, jogados de um lado para outro. As nossas impurezas emergirão e serão tiradas. Receberemos aquilo que necessitarmos para a transformação. E por fim passaremos pela fornalha das aflições onde seremos preparados para servir. É o lugar da maturidade. O Senhor não chama meninos na fé para a sua obra. Ele busca varonilidade e para isto nos tira da nossa zona de conforto. Deus não quer jarros para adorno. A beleza está no serviço não na exterioridade. Ele procura vasos utilitários. Mas para que sejamos usados efetivamente Ele usará todos os recursos doa ou não. Ele é implacável neste intento!  Muitas vezes não compreendemos o papel de determinadas pessoas ou circunstancias em nossas vidas. São formões de Deus para nos moldar, nos esculpir até que estejamos prontos para o que Ele quer. A melhor postura do barro é a não resistência a esse agir efetivo do Oleiro. Que a obra termine e nos tornemos vasos de honra para a glória do Senhor nosso Deus! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

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