terça-feira, 30 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/CELEBREMOS HOJE! CELEBREMOS SEMPRE!

CELEBREMOS HOJE! CELEBREMOS SEMPRE!

 “Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se. Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. Estando eles ali, aconteceu completarem-se-lhe os dias, e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria”. Lucas 2.1-7

                                                          


Atentemos para a necessidade de abrir lugar para o Cristo em nossos corações, dando-lhe a primazia. O local do nascimento do Salvador previsto nas Escrituras era Belém. O significado da palavra Belém é Casa de pão e foi precisamente de lá que saiu o Pão da Vida: JESUS CRISTO! Contudo, não havia lugar para Ele, que acabou nascendo numa humilde manjedoura, porque todos os lugares estavam lotados.  Continua sendo assim em nossos dias, muitos estão cheios e não podem receber Jesus e Ele acaba nascendo no coração abatido e quebrantado dos que não estão cheios de si mesmos.

Ao ler este texto hoje, muitos hão de perguntar: “Como assim, falar sobre o Natal tão longe do mês de dezembro?”. Pois é! Foi proposital! Sabemos que Cristo não nasceu em dezembro, mas apenas tem sido comemorado naquele mês o seu nascimento. E daí? O importante é que Ele nasceu e pronto! Entendo que nenhum outro povo sobre a face da terra tem razão suficiente para celebrar tão glorioso evento, senão os cristãos. Nasceu o Rei da Glória não só na manjedoura humilde de Belém, mas no coração de cada crente, onde nasceu e passou a habitar. Natal significa Nascimento e os cristãos não podem perder de vista que Jesus Cristo nasceu em seus corações e que continua nascendo em muitos corações todos os dias de janeiro a dezembro. Se o Senhor não permitiu que soubéssemos o dia certo do nascimento do seu Cristo, creio que não foi para que não o celebrássemos, mas que o celebrássemos continuamente! Como disse o apóstolo Pedro em sua segunda Epístola: “Temos assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva brilhe em vosso coração”.

Quando Jesus encontra lugar nos corações e nasce dentro deles, a história é reescrita, a rota da vida é radicalmente mudada e a pessoa nunca mais será a mesma. Que cada vez mais corações sejam abertos para que entre o Rei da Glória! Celebremos sim, com júbilo de janeiro a dezembro esse nascimento glorioso. Deixemos que Ele entre em nossa Casa Espiritual, não apenas como um mero hóspede fugaz, mas que ali faça morada para sempre! Então, O celebremos continuamente sem o emocionalismo do mês de dezembro! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/HÁ TEMPO PARA TUDO DEBAIXO DO CÉU!

HÁ TEMPO PARA TUDO DEBAIXO DO CÉU!

 “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz”. Eclesiastes 3.1-8

                                                           


Estimulemos uns aos outros a buscar discernimento para compreender o tempo de Deus para aquilo que diz respeito a nós. HÁ UM TEMPO PARA TODO PROPÓSITO DEBAIXO DO CÉU! Esta é a grande afirmação retórica deste contexto. Contudo, será que compreendemos essa verdade?

O texto citado foi escrito por Salomão, que em determinado momento de sua vida se deu conta de tudo que havia desperdiçado. Em sua concupiscência banalizou a tremenda sabedoria dada por Deus. E aquela altura da sua vida, reflete sobre todas as coisas vividas e perdidas. Não há nada pior na vida do que dizer: “Eu já tive, eu já fui, ou eu deveria ter feito!”. Oportunidades não voltam. Não existe tecla Ctrl-Z para as oportunidades e o tempo perdidos. Nos versículos citados, embora Salomão medite sobre o sentido da vida, ele ao mesmo tempo discerne que há um Deus soberano, que tem o controle do tempo, bem como de todas as coisas.

A história do homem está absolutamente ligada ao tempo. Não ao tempo como o conhecemos: o kronos humano de horas, minutos e segundos, mas ao kairós de Deus. Essas duas vertentes do tempo: humana e divina precisam estar alinhadas para que as coisas aconteçam do ponto de vista de Deus. Agora precisamos compreender, que enquanto elas não se alinham, Deus está trabalhando em nós em cada área de nosso caráter: vaidade, mansidão, paciência, fé, orgulho, medos, iras, revoltas, falta de gratidão, murmurações, invejas, infantilidades e por aí vai. Cabe a nós facilitar as coisas para Deus, nos deixando ministrar nessas áreas. Reconhecendo os nossos pecados e os confessando em arrependimento sincero de coração. Aí, a bênção desce, porque esse é o tempo de Deus. Por isso o pregador (Salomão) pede aos seus ouvintes que olhem para o Alto e considerem o tempo. Quando as coisas acontecem no kronos humano, movidas pela nossa pressa, o resultado é sofrimento e dor. Por esta razão, o Senhor diz por meio do salmista: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”. É o mesmo que dizer: “Deixe comigo, eu sei o que estou fazendo” ou ainda: “Esperem pelo meu tempo”. Outro dia ouvi duas frases interessantes que diziam mais ou menos assim: “Quando lhe perguntarem onde está seu Deus em meio ao seu sofrimento, responda: Ele está ocupado preparando a minha vitória!”. “Quando perguntarem do seu passado, simplesmente diga: Não sei não vivo mais lá!”. Será que temos a consciência do trabalhar de Deus mesmo nas circunstancias mais adversas? Será que não estamos mais no passado mesmo? Ou transitamos saudosamente de lá pra cá o tempo todo buscando prazeres da velha vida que “preenchem” furtivamente o vazio de uma conversão de fachada? Quando se anda com Deus, percebe-se que as situações obedecem a um curso. Não da vontade humana, mas de Deus. E o tempo entra como o mais misericordioso dos mestres da parte do Senhor, porque ele trata de acomodar todas as coisas em seus devidos lugares.

O Senhor move águas, muitas vezes até turbulentas, para que essa vontade se cumpra. Isso “Porque todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus e são chamados segundo os seus propósitos” lembra o apóstolo Paulo falando aos romanos. Este versículo é a síntese dessa verdade. Nada, nem ninguém podem frustrar os planos de Deus. Ele mesmo diz em Is. 43.13b: “Agindo eu quem impedirá?”.  As bênçãos podem ser guardadas, postergadas por causa das nossas rebeliões, mas jamais confiscadas! Em Ec 3.11 diz: “Tudo fez Deus formoso em seu devido tempo”. Jó o servo sofredor reconheceu essa verdade e diz ao Senhor no ultimo capítulo do livro que leva seu nome:” Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado”. Reflitamos sobre isto! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


domingo, 28 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/PERDÃO NÃO É SENTIMENTO, MAS UM ATO DE OBEDIÊNCIA!

PERDÃO NÃO É SENTIMENTO, MAS UM ATO DE OBEDIÊNCIA!

“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?  Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”. Mateus 18.21, 22.

                                                                 


O exercício do perdão ilimitado não é um sentimento, mas um ato de obediência que gera libertação e cura. O texto citado vai até o versículo trinta e cinco. É interessante lê-lo todo! Quantas vezes se deveria perdoar um irmão ou alguém culpado? A pergunta de Pedro revelou um grave erro a respeito da questão complicada do perdão: “ele sugeriu limites e medidas para o exercício do perdão, movido por um coração orgulhoso e pretensioso”. Enquanto os rabinos costumavam perdoar três vezes, Pedro se achando muito compassivo propõe que se perdoe sete vezes.

Pedro deve ter se surpreendido com a resposta de Jesus: “não sete, mas setenta vezes sete= 490 vezes”. Aquilo era demais! "Quem poderia manter o registro de tantas ofensas? Quando tivermos perdoado tantas vezes, certamente teremos criado o hábito de perdoar!". Era exatamente isto que o Senhor queria que Pedro entendesse. “O amor não se ressente do mal”, ou seja, onde há o amor de Deus operando, não há limites ou medidas. Aqui está a ideia central deste texto: exercitar incondicionalmente o perdão para com os que nos ofenderam, sem limites. Quando não perdoamos, encarceramos a nós mesmos. O maior beneficiado com o perdão experimenta aquele que perdoa. Possivelmente, a área de maior vulnerabilidade em nossa vida, é a área delicada dos relacionamentos. Temos nos ferido e melindrado com muita facilidade e isso tem gerado litígios irremediáveis dentro e fora da igreja. O perdão no coração do cristão está sempre ligado a fé e ao amor incondicional derramado por Deus em nós. O perdão é também credencial de novo nascimento.

Perdoar não é opção para nós, é ordenança de Deus, portanto, é inegociável. Perdoar também não é fácil por causa da concepção mundana e humanista que temos a cerca do perdão, geralmente baseada em obras meritórias. Contudo, quando nos deixamos instruir pela Palavra de Deus e obedecemos a sua ordenança de perdoar criamos uma realidade espiritual. O perdão passa a existir de fato e somos libertos e fortalecidos. Isso não só como igreja, mas individualmente, repito. A parábola trazida por Jesus para ilustrar essa verdade, trata do perdão entre SEMELHANTES, não entre os pecadores e Deus. A grande ênfase aqui é sobre pecadores perdoados perdoando pecadores. Exercitamos o perdão na igreja para aplicá-lo lá fora. A grande escola do perdão é a igreja visível. É a grande sala de aula de Deus. Ali aprendemos a suportar uns aos outros no temor do Senhor. A base para o exercício desse perdão aqui descrito é o amor/ágape também traduzido por caridade. Não a caridade superficial de doar coisas, mas a maior das caridades de doar-se a si mesmo, até com prejuízo próprio.

Somos todos devedores de Deus perdoados por ele. Em nós não há nenhuma obra meritória que nos possibilite receber sequer um olhar de Deus. O que recebemos, o fazemos por sua infinita e maravilhosa graça.  A misericórdia de Dele é a causa de não sermos consumidos. Deus nos perdoou para que nos tornássemos perdoadores. O perdão é exercitado na igreja entre os santos para ser aplicado dentro e fora dela. Quando nos fechamos e não perdoamos, nos tornamos prisioneiros e reféns de nosso ORGULHO, egoísmo e perversidade. Perdão não é opção, é obrigação de crente fiel. Não é um sentimento é ordenança de Deus e é exercitado pela fé. Deus deseja e nos ordena que sejamos perdoadores e que tenhamos autoridade sobre os verdugos que tentam nos assolar. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


sábado, 27 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/RECONSTRUÇÃO PRESSUPÕE LUTA!

RECONSTRUÇÃO PRESSUPÕE LUTA!

                                                                                 

Nem eu, nem meus irmãos, nem meus moços, nem os homens da guarda que me seguiam largávamos as nossas vestes; cada um se deitava com as armas à sua direita”. Neemias 4.23.

                                                                   


Busquemos a unidade da fé em oração vigilante e o Deus Vivo pelejará por nós. O livro de Neemias é uma lição viva sobre oração, prontidão, trabalho conjunto e unidade de fé. Essas características que devem pautar a vida de todo cristão genuíno. Neemias desistiu de uma posição privilegiada e bem remunerada junto ao rei da Pérsia para em obediência ao Senhor reedificar os muros de Jerusalém e reunir os judeus como uma nação novamente. Aprendemos aqui que nem sempre estar no centro da vontade de Deus é estar no lugar mais cômodo.

A obra que Neemias empreendera despertou uma oposição violenta dos homens poderosos em derredor de Jerusalém. Sambalate, Tobias e seus companheiros se levantaram para se opor a obra de Deus. Eles desejavam que os judeus continuassem fracos, dependentes e vulneráveis. Quem não tem muros, não tem defesas. Quando os judeus começaram a servir ao Senhor e a glorificar o nome de Deus, o inimigo entrou em ação. É sempre assim que ele age, por isso precisamos estar atentos. Spurgeon disse: “Deus teve somente um Filho sem pecados, mas nunca teve um filho sem tribulações”.
O nome Neemias significa “o Senhor consolou” e foi exatamente o que o Senhor fez ao seu povo depois de um longo período de tristeza, fracasso, abatimento e jugo. A consolação de Deus veio através do seu instrumento, dando vitória ao seu povo, mas não sem luta. O texto citado é o ultimo versículo do capítulo quatro. Esse capítulo mostra as armas usadas pelo adversário para atingir o povo de Deus, bem como as estratégias defensivas de Neemias juntamente com seu povo. A ideia central aqui é mostrar o valor da unidade da fé, da oração vigilante, bem como da diligencia na obra de Deus.

Quando as coisas estão indo bem, devemos ficar atentos às possíveis investidas do inimigo, pois ele não quer ver a obra de Deus progredir. A oposição dos homens, além de ser um sinal da aprovação do céu, é também uma oportunidade de crescimento espiritual. Já reparou que ninguém atira pedras numa árvore que não dá frutos? Quando a oposição é muito ferrenha e sem causa, é sinal que estão sendo liberadas muitas e grandes bênçãos do céu para nós. Guarde essa verdade! O que temos a fazer nesses momentos é orar para que Deus nos fortaleça e nos dê estratégias da parte dele para lidar com a situação, usando as armas do Senhor, não armas e influencias de homens. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/IGREJA, CORPO VIVO DE CRISTO SOBRE A TERRA! SOMOS?

 IGREJA, CORPO VIVO DE CRISTO SOBRE A TERRA! SOMOS?

“Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre”. Amém! Efésios 3. 14-21

                                                                  


Atentemos como igreja para a nossa verdadeira vocação: ser Corpo Vivo de Cristo sobre a terra. No texto citado, o apóstolo Paulo traz uma das mais ousadas orações em favor da igreja, movido pelo Espírito Santo. Ele ousou pedir algo que vai além do nosso entendimento.

Paulo se põe de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda a família, tanto no céu como na terra para que a igreja faça a diferença na terra. É necessário retomar a nossa verdadeira vocação. Cada dia se percebe menos inclinação por parte dos cristãos para orar em favor da igreja como um todo, para que ela, real e efetivamente assuma a sua vocação como Corpo vivo de Cristo sobre a terra, através do qual Ele opera.

As lideranças estão mais preocupadas em resultados imediatos aqui e agora: curas, empregos, conquistas ministeriais, crescimento numérico, construção de mega templos e entretenimento.E preciso despertar do sono e da indolência, os sinais estão todos diante dos nossos olhos. Vivemos uma mistura perigosa e assustadora dos dias de Noé com os dias de Sodoma e Gomorra! Violência e promiscuidade exacerbados! Jesus está às portas precisamos nos preparar. Definitivamente precisamos nos empenhar para que a igreja faça a diferença sobre a terra. Fomos chamados para ser o povo da esperança, o povo da alegria, a nação santa, o sacerdócio real, o povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamarmos as virtudes daquele que nos transportou das trevas para a sua maravilhosa luz, como diz o apóstolo Pedro em sua primeira Epístola.

Ao invés disso o que temos visto? Crentes assustados com medo de tudo e de todos, práticas mundanas no seio da igreja, competitividade, ciúmes e contendas, invejas ministeriais, lares destruídos, as patologias emocionais atingindo em cheio o povo de Deus. A Igreja precisa assumir a sua santa vocação e exercer a sua autoridade como Corpo vivo de Cristo sobre a terra! 

A igreja precisa entender que é um povo fortalecido pelo poder do Espírito Santo. A igreja precisa entender que é um povo habitado por Deus e ter consciência dessa habitação. A igreja precisa entender que é um povo firmado no amor de Cristo e foi levantada para fazer a diferença! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/CUIDADO COM A SAUDADE DO EGITO!

CUIDADO COM A SAUDADE DO EGITO!

“Queixou-se o povo de sua sorte aos ouvidos do SENHOR; ouvindo-o o SENHOR, acendeu-se-lhe a ira, e fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu extremidades do arraial. Levantou-se, pois, toda a congregação e gritou em voz alta; e o povo chorou aquela noite. Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Tomara tivéssemos morrido na terra do Egito ou mesmo neste deserto! E por que nos traz o SENHOR a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos para o Egito?”. Nm.11.1; 14.1-3.

                                                               


Despertemos e exercitemos gratidão ao Senhor. O contexto no qual o versículo lido está inserido mostra a jornada do povo de Israel no deserto. Os israelitas foram libertos do Egito sob a mão poderosa e portentosa de Deus, no meio de grandes sinais e prodígios, contudo, tinham a memória fraca e um coração ingrato. Levantaram-se contra Deus e contra Moisés e em coro começaram a murmurar com saudades do Egito.

A inclinação para a murmuração é antiga como vimos. Hoje as coisas não são diferentes. Recebemos as bênçãos de Deus, nos esquecemos de agradecer e ainda desandamos a murmurar, cantando um cântico de vitoria para o adversário. O povo de Deus tem esquecido que um coração ingrato acende a ira de Deus! Por isso tem tanto crente passando pela prova e definhando a cada dia. É tempo de mudar essa atitude e passarmos a contar as muitas bênçãos e por elas darmos graças ao Senhor porque ele e bom e a sua misericórdia dura para sempre!

A ingratidão é sintomática e perceptível. São sintomas da Ingratidão: Descontentamento e murmuração que são frutos da falta de confiança em Deus. Saudades da velha. Fastio de Deus. A ingratidão produz os seguintes resultados: Ela Acende a Ira de Deus. Esquecemos que bondade e severidade são atributos do mesmo Deus. Ela nos faz perder a bênção. O Senhor pode até atender os murmuradores satisfazendo-lhes o apetite físico, mas faz definhar-lhe a alma como diz o salmista no salmo 106. Conservar velhos padrões é levar a dor e o fracasso à reboque! Em Cristo temos a chance de um novo recomeço! Não desperdicemos essa chance com saudades do que não presta!Restauremos a porta da gratidão em nosso coração para não entristecer o Espírito de Deus e não acender a ira do Senhor! Um coração grato é agradável a Deus! Que tal contar as muitas bênçãos como sugere a letra do velho hino? Rendamos graças ao Senhor porque Ele é bom a e a sua misericórdia dura para sempre! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/







quarta-feira, 24 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/ANDO CANSADA DE TANTO DISSE ME DISSE, DE TANTA ACUSAÇÃO! !

ANDO CANSADA DE TANTO DISSE ME DISSE, DE TANTA ACUSAÇÃO! 

                                                        


É verdade, o cansaço tem sido grande! Hoje resolvi dar um basta e fazer uma grande faxina na minha página do Facebook. Para tal peço aos amados irmãos e amigos a enorme gentileza de não me marcarem ou enviarem para mim coisas que não edifiquem. A saúde já não aguenta muita coisa. Desde já agradeço a atenção.

Acho que uma porta dessa envergadura não pode ser desperdiçada com tantas farpas, críticas, afrontas e acusações sob alegações apologéticas. Perder tempo falando do engano rouba tempo precioso de falar sobre a verdade. Claro que há muita gente absolutamente sem noção de limites quando se trata de “religiosidade”, contudo, é contraproducente para a causa do evangelho perdermos tempo apontando os erros dos que assim procedem, ao invés de falarmos exaustivamente do Cristo e seu amor por nós! Meu marido em sua sabedoria octogenária costuma citar uma palavra do apóstolo Paulo do capítulo quatorze da epístola aos Romanos que diz: “Cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus!”. Isto deve nos bastar! Busquemos antes um andar equilibrado e em amor no Caminho que é Cristo! Livra-nos, Ó Deus de todo extremismo. Ajuda-nos a praticar o teu amor na forma mais pura, sem o viés da transigência com o pecado!

Enxergo as redes sociais como grandes portas de propagação da Palavra de Deus. Perder tempo com coisas de só menos importância nessas redes é desprezar um grande recurso colocado à nossa disposição. Gostaria de estimular os irmãos amados a atentarem para esta questão tão pouco considerada. Chega para mim diariamente um numero absurdo de vídeos, mensagens, textos, sugestão de blogs e páginas a serem seguidas. Em sua maioria com conteúdos de retaliações e afrontas. Basta!

Outro dia ouvi um comentário de um não cristão que dizia mais ou menos assim: “Como vocês querem falar de amor se nem vocês se entendem entre si?”. Certíssimo! Parece que o adversário não tem tido muito trabalho nos últimos tempos, muitos dentre nós têm feito o trabalho por ele.  A Ofensa tem sido uma grande isca de satanás para nos atrair para sua rede de ódio, rancor e amargura. E nos últimos tempos ele tem conseguido seu intento em várias áreas mesmo dentre os que se dizem cristãos. Atentemos para não nos deixar agir movidos pela emoção. A passionalidade além de nos fazer agir de maneira desastrosa, tira a visão da realidade. Prudência para o cristão é sempre a palavra de ordem!

Os campos estão brancos para a ceifa! Cadê os trabalhadores? Pergunta o Senhor! Eles estão ocupados, Senhor! Estão cuidando de suas próprias vidas e criticando as dos outros. Estão desfrutando de suas frivolidades!  Estão nas redes sociais postando bobagens! O Senhor dirá naquele dia em que pedirá contas dos talentos confiados: "Apartai-vos de mim, vós todos que praticais a iniquidade!". Iniquidade não é só fazer coisas ruins, mas é deixar de fazer as boas! Oremos por missões e especialmente para que os trabalhadores do Senhor larguem a preguiça, deixem de se acusar mutuamente e coloquem efetivamente as mãos no arado do Senhor! Nadia Malta.  http://ocolodopai.blogspot.com.br/

Meditação/Nadia Malta/O VERDADEIRO PÃO QUE NOS DEIXA SACIADOS!

O VERDADEIRO PÃO QUE NOS DEIXA SACIADOS!

Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede”. João 6.35.

                                                                  


Busquemos o Senhor, só Ele preenche o vazio do nosso coração! O texto citado é o versículo-chave do contexto que vai do versículo 22 ao 65  e traz a primeira das sete afirmações de Jesus: EU SOU. Aqui ele se apresenta como o PÃO DA VIDA, o único alimento capaz de matar a fome de Deus no coração do homem.

Depois da multiplicação dos pães, Jesus anda por sobre o mar em seguida vai para Cafarnaum e ali é encontrado por muitos que souberam ou foram beneficiados com a multiplicação dos pães. Jesus aproveita a oportunidade para ministrar a mais profunda das verdades espirituais: Ele é o verdadeiro Pão do céu dado por Deus, o único alimento capaz de nutrir espiritualmente. Podemos ter tudo: bens, saúde, dinheiro, família, relacionamentos prazerosos, status social e notoriedade, mas se não tivemos plenos de Deus, tudo o mais se esvazia de importância. A fome espiritual do homem só pode ser saciada pela presença do Cristo, o pão vivo que veio do céu.

Em todas as épocas encontramos os que procuram Deus pelo pão que perece. Os que vivem a cata de sinais e prodígios.  Na verdade, a grande maioria dos que procuram as igrejas cristãs, o fazem exatamente por causa disso. O grande engano aqui é achar que é possível ser saciado da fome existencial se obtiver êxito no que se deseja ter. Infelizmente a nossa carnalidade não tem permitido que busquemos ao Senhor pelo que ele é.

Todos nós queremos resultados imediatos, respostas, saídas, milagres que nos livrem do sofrimento. Fomos alcançados pela graça de Deus muito mais para abençoarmos a outros que para ser abençoados. Esquecemos que a maior de todas as bênçãos já recebemos: A Salvação em Cristo Jesus. O mais de que tivermos necessidade real, nos será acrescentado.

Precisamos aprender a buscar primeiro o Abençoador, porque segundo a sua vontade as bênçãos virão. Conhecer e experimentar o verdadeiro Pão do Céu: Jesus Cristo gera saciedade, plenitude! Aquele que verdadeiramente o experimentou já passou da morte para vida. Quem experimenta desse pão celestial é vivificado por ele e jamais será lançado fora. Sigamos a Cristo! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


terça-feira, 23 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/AFINAL, TODOS SÃO FILHOS DE DEUS?

AFINAL, TODOS SÃO FILHOS DE DEUS?

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. João 1.12,13

                                                                   


O que é ser um verdadeiro filho de Deus? Em todo o Evangelho de João há uma preocupação em mostrar Jesus como mais que um mero homem, mais que um simples enviado sobrenatural ou representante de Deus. O propósito do Espírito Santo, através de João é mostrar que Jesus é o Verdadeiro Deus que veio em carne. No contexto específico no qual estão inseridos os versículos lidos, Jesus é apresentado como a verdadeira Luz, que vinda ao mundo ilumina todo o que nEle crê e o recebe. E todo o que crê em Jesus e o recebe torna-se filho de Deus.

Afinal, todos são filhos de Deus? Todos os caminhos levam a Deus? Qual a grande diferença entre ser filho e ser criatura de Deus?  Numa casa existem as coisas criadas (fabricadas) por nós e existem os nossos filhos gerados de nós. Aquele que é gerado tem a mesma natureza da sua fonte geradora. Há então, uma diferença entre criar e gerar, em nenhum momento afirmamos que aquilo que fabricamos são nossos filhos. Quando as pessoas se expressam assim, o fazem numa linguagem figurada, não literal. Por exemplo: Santo Dumont é o pai da Aviação, essa sem dúvida é uma linguagem figurada, pois a aviação não foi gerada no ventre daquele inventor. Assim, Deus é o Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, mas tem seus próprios filhos gerados espiritualmente dEle. É isso que precisamos compreender.

É muito comum ouvirmos pessoas afirmarem: “Eu também sou filho de Deus” ou ainda, “Todos os caminhos levam a Deus”. Por outro lado, aqueles que não conhecem as Escrituras Sagradas, julgam arrogante e pretensioso de nossa parte afirmar que somos filhos de Deus. O apóstolo João, tanto no Evangelho que leva o seu nome, quanto nas epístolas, além da preocupação de evidenciar a Divindade de Cristo, ele procurou também esclarecer essa questão complexa de quem são os verdadeiros filhos de Deus.  Os versículos citados no início trazem resposta irrefutável a esse questionamento. Os filhos de Deus são os que crêem e recebem Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Os filhos de Deus são os que Nascem de Novo. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/





segunda-feira, 22 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/SÓ A GRAÇA MESMO!

SÓ A GRAÇA MESMO!

Falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não lhe deram ouvidos. Pelo que o SENHOR trouxe sobre eles os príncipes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam Manassés com ganchos, amarraram-no com cadeias e o levaram à Babilônia. Ele, angustiado, suplicou deveras ao SENHOR, seu Deus, e muito se humilhou perante o Deus de seus pais; fez-lhe oração, e Deus se tornou favorável para com ele, atendeu-lhe a súplica e o fez voltar para Jerusalém, ao seu reino; então, reconheceu Manassés que o SENHOR era Deus”. II Cr 33.10-13.

                                               


Continuemos orando por todos aqueles que ainda estão distantes de Deus, mesmo que pareçam irrecuperáveis. Esse capítulo mostra a história do rei Manasses de Judá, cujo reinado foi o mais desastroso por causa da sua impiedade. A ideia central aqui é evidenciar que a graça irresistível de Deus pode alcançar o mais vil pecador, mesmo que aos olhos humanos ele pareça irrecuperável.
Vamos tentar entender melhor este relato. Manassés foi o 13º rei de Judá, era filho do rei Ezequias, que foi um homem bom e piedoso e fez o que era reto perante o Senhor. Ele começou a reinar com 12 anos e reinou por 55 anos em Judá. Teve um período de co-regencia com seu pai Ezequias. Seu nome Manassés significa “aquele que esquece” – e foi exatamente o que ele fez, esqueceu-se do Senhor à despeito de tudo que viu e ouviu com a piedade do seu pai, fez o que era mau perante o Senhor. Embora em sua vida tenha tido muitos privilégios e oportunidades, desperdiçou tudo. Era um rebelde sem causa como tantos que vemos em nossos dias e enveredou por um caminho de malignidade.
Os noticiários contemporâneos, bem como a própria história geral nos dão conta do enorme rol de homens e mulheres malignos: assassinos, feiticeiros, monstros pervertidos, traficantes, estupradores, déspotas sanguinários, traidores, parricidas, matricidas, pedófilos, sequestradores, canibais. A lista, na verdade é interminável. Nesses dias a mídia divulgou o relato de um jovem assassino que entrou em uma igreja de uma comunidade negra nos Estados Unidos e ali, ele disparou vários tiros matando muitas pessoas, por motivos racistas.
É difícil para nós imaginar os responsáveis por crimes e tragédias salvos em Cristo. Pois, afirmo que teremos grandes surpresas no céu! Quando ouvimos menção dessas pessoas e suas práticas malignas, a nossa reação é de indignação e nossa tendência é de achar que não há salvação para elas. Julgamos e condenamos sumariamente porque duvidamos da graça de Deus, bem como do poder regenerador do Espírito Santo. Na verdade a graça de Deus só se discerne pelo Espírito de Deus. A história do rei Manasses, nos dá a impressão que foi registrada nas páginas da Bíblia Sagrada para mostrar que a graça de Deus é infinitamente maior e mais poderosa que o pior pecado que o homem possa cometer. O Apóstolo Paulo falando aos Romanos diz: “Onde abundou o pecado, superabundou a graça”.
Essa história nos ensina lições preciosas acerca do agir gracioso de Deus. A piedade dos pais não garante a salvação dos filhos. A salvação é pessoal e intransferível. Não há impiedade ou grau de pecado que esteja fora do alcance da graça e do perdão de Deus. Um coração sinceramente arrependido recebe perdão e salvação. Pecado confessado é pecado perdoado, pecado perdoado é pecado apagado. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


domingo, 21 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/SÓ NA VERDADEIRA ENTREGA EXPERIMENTAMOS PROVISÃO!

SÓ NA VERDADEIRA ENTREGA EXPERIMENTAMOS PROVISÃO! 
  
                                                                                           

Acrescentou Deus: Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei”. Gênesis  22.2.

                                                                 


Abandonemos os nossos ídolos e entronizemos o Senhor no centro da nossa vida. O versículo acima citado é muito conhecido está em um contexto maior e tem sido utilizado em inúmeras pregações. Trata da maior prova pela qual um ser humano pode passar: a entrega de um filho em sacrifício. O patriarca Abraão é chamado de Pai da fé. Com esse homem de Deus aprendemos que nunca somos velhos demais para enfrentar novos desafios, lutar novas batalhas e aprender novas revelações de Deus. O texto aponta em primeiro lugar para o grande, único e perfeito sacrifício de Cristo na Cruz do Calvário em favor de nós. Isaac é um tipo de Cristo. Contudo, gostaria de fazer outra aplicação para qual o texto também aponta: A entrega daquilo que nos é caro, único e imprescindível.  E para tal peço licença ao Espírito ao Santo.
Abraão esperou toda a vida por uma promessa de Deus, quando ela finalmente chega, o Senhor requer o objeto dessa promessa, que é seu filho Isaac. É inevitável perguntar: “Por que o Senhor requereu Isaac do velho e sofrido Abraão?”. A resposta a essa pergunta também é a ideia central desse texto: um dos estágios da Escola da Fé é a entrega absoluta tanto de nós mesmos, quanto de tudo que reputamos como imprescindível em nossas vidas: família, entes queridos, bens, conhecimento e até mesmo a nossa própria vida. Foi assim com Abraão, é assim com cada um de nós! A Palavra de Deus está cheia de tesouros escondidos. À medida que caminhamos nela vamos descobrindo esses tesouros, que apesar de estarem lá o tempo todo, só os percebemos quando nossa visão espiritual vai se tornando amadurecida. A nossa visão espiritual é semelhante a visão física. Quando somos bebês temos uma visão turva, difusa. Mas à medida que vamos amadurecendo passamos a enxergar nitidamente. Uma das grandes revelações de Deus para seus filhos, não é apenas com relação aos ídolos de pedra, madeira, metal ou gesso que muitos têm entronizado em oratórios exteriores, mas o Senhor quer revelar que os grandes ídolos aos quais reverenciamos estão no interior dos nossos corações, disfarçados.
 Esses ídolos têm ocupado o lugar que pertence unicamente a Deus. Muitos ao se converterem têm quebrado e queimado seus oratórios exteriores, mas e quanto aos ídolos do coração? Pais, mães, irmãos, filhos, esposas, esposos, avós, amigos, empregos, bens, status, nomes de família e até mesmo líderes espirituais. Deus deseja nos libertar, mas para isso é preciso reconhecer os ídolos e entregá-los no altar do sacrifício. Que tal listá-los? Os ídolos vão para o altar do sacrifício, enquanto o Senhor é entronizado no Altar da Adoração. Grandes lições aprendemos com o velho Abraão. Nada, nem ninguém pode ocupar o lugar de Deus em nosso coração. Deus nos confronta hoje em relação aos nossos ídolos, por mais escondidos e disfarçados que estejam. Eles têm nome e precisam ser confessados. Quando Deus requer de nós aquilo que nos é caro, devemos olhar firmemente para as suas promessas e não tentar encontrar explicações. Na hora da prova tenhamos certeza que o Senhor proverá, por isso dependamos dessa provisão. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


sábado, 20 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/AFINAL, SOMOS CIDADÃOS DO CÉU OU DA TERRA?

AFINAL, SOMOS CIDADÃOS DO CÉU OU DA TERRA?

Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade;  o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho;  o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao SENHOR; o que jura com dano próprio e não se retrata;  o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado”. Salmo. 15

                                                     


Neste salmo, Davi responde as perguntas: Que tipo de pessoa desfruta da presença do Senhor e tem intima comunhão com ele? Como reconhecemos um cidadão do céu? Podemos chamar este salmo de radiografia do verdadeiro cidadão do céu, daquele que embora esteja no mundo tem a firme convicção que não pertence a ele. O CIDADÃO DO CÉU é antes de tudo um eterno inconformado com o presente século. Ele é sal, é perfume e luz nas trevas. Como disse o apóstolo Paulo ele é “luzeiro no meio de uma geração pervertida e corrupta!”.
Outras indagações igualmente pertinentes podem ser suscitadas aqui como: “Será que nasci de novo?”; “Que mudanças reais se operaram em mim?”; “Meu testemunho tem apresentado Cristo às pessoas?”; “Será que abandonei verdadeiramente as velhas convicções espirituais ou tenho servido a dois senhores?”; “Tenho interferido positivamente onde estou plantado?”. Quanto mais empreendemos essa jornada de fé, mais se faz necessário um autoexame diário de nossos pensamentos, atos e palavras. Confessar nossos pecados e abandoná-los um a um é o grande desafio à nossa frente, para nos apresentarmos diante do Senhor aprovados. O apóstolo Paulo falando a Timóteo diz: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade”.  Nada pode ser mais trágico para um servo do que perder a comunhão com o Senhor. Perder a comunhão com o Senhor é perder tudo!
O inimigo de nossas almas é astuto e planeja de todas as formas nos derrubar de nossa posição em Cristo. Ouçamos e atentemos para as palavras do profeta Amós: “Prepara-te, ó Israel para te encontrares com o teu Deus!”. Esse encontro pode ser iminente, nunca saberemos quando seremos chamados por Ele! As palavras do salmista aqui são claríssimas e nos levam, sobretudo, a uma meditação profunda sobre a nossa própria vida. Que tipo de fruto temos dado?
Qual o perfil do cidadão do céu segundo a visão do salmista? Ele é integro e pratica a justiça. Ele fala a verdade, tem uma palavra só e tem uma língua consagrada ao Senhor, não a usa para o mal. Ele se preocupa com o próximo, não lhe faz mal, nem se associa com os perversos e não tira proveito de empréstimos ilícitos para se beneficiar. Ele honra os que temem ao Senhor. Por que o cidadão do céu se empenha nessas práticas? Ele não se empenha, ele simplesmente nasceu de novo, foi transformado por Deus. Ele não precisa mostrar que é espiritual, ele é espiritual. A comunhão com o Senhor é testificada no viver diário, aonde quer que ele esteja. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



sexta-feira, 19 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/IMITADORES DE DEUS! SOMOS?

IMITADORES DE DEUS! SOMOS?

Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros. Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo. Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave”. Efésios 4.25-32; 5.1, 2.

                                                                


Busquemos alcançar o padrão de santidade produzido pela permanecia em Cristo. O apóstolo Paulo traça um perfil de santidade requerido pelo Senhor dos seus escolhidos. A mudança aqui não é algo mecânico, caricato, mas o resultado da mudança real que se operou no interior daquele que foi alcançado pela ação do lavar regenerador do Espírito Santo. Aqueles que permanecem em Cristo vão se conformando dia a dia à sua imagem. Aliás, Paulo já começa o capítulo quatro rogando aos seus leitores que andem de modo digno da vocação a que foram chamados. Que vocação é essa? O alto padrão de santidade exigido por Deus àqueles que foram alcançados e regenerados por ele. O padrão de santidade exigido por Deus aos seus escolhidos que foram regenerados e nasceram de novo, contrasta frontalmente com o padrão do mundo que tem adentrado à igreja com o nosso consentimento.
É tempo de preparação e precisamos ter discernimento dessas coisas. Os crentes dos nossos dias têm se mostrado permissivos e coniventes com práticas que só se adéquam ao velho padrão mundano, não à novidade de vida exigida pelo Senhor ao seu povo escolhido. Fomos chamados para ser santos como ele é santo. No Sermão do Monte Jesus afirma enfaticamente que “Se a vossa justiça não exceder e muito a dos escribas e fariseus jamais entrareis no Reino dos Céus!”.
Como podemos alcançar esse padrão exigido por Deus aos seus escolhidos? A ordenança de Efésios 5.1 responde a essa pergunta: Paulo falando pelo Espírito ordena que imitemos a Deus como filhos amados (todo filho precisa apresentar características do pai). Como podemos fazer isso? Olhando o andar de Cristo. Jesus nos revela o Pai. Ele não veio impor formalismos religiosos, mas atos concretos de amor a partir de mudanças interiores. Guardemos essa ordenança: “Sede, pois, imitadores de Deus como filhos amados!”. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/CLAMEMOS SEGUNDO A VONTADE DE DEUS!

CLAMEMOS SEGUNDO A VONTADE DE DEUS!

E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis”. Mateus 21.22.

                                                                  


O episódio da figueira que secou ao ser condenada por Jesus, logo após procurar figos nela e não encontrar é narrado por dois dos evangelistas: Mateus e Marcos. Curiosamente, mesmo sendo o segundo evangelho, o menor dos quatro, seu autor traz mais detalhes sobre o episódio vivido por Jesus.
Enquanto Marcos se detém no fato de que a figueira não tinha figos e somente folhas, porque não era tempo de figos. O Espírito Santo nos leva a narrativa de Mateus que foca mais na fé geradora de resultados visíveis, que na própria frutificação da figueira, bem como no impacto que as palavras de Jesus tiveram no coração dos discípulos. Temos falado exaustivamente sobre confiança em Deus, sobretudo, em um tempo em que a maioria dos cristãos além de não gostar de estudar as Escrituras, comem tudo que tem sido servido ali e acolá sem submeter ao crivo da palavra de Deus.

Gostaria hoje de fazer mais uma aplicação específica da palavra viva de Deus que deve ser recebida com temor e tremor: Essa palavra viva é geradora de uma fé verdadeira que produz resultados visíveis e é isso que precisamos experimentar. Quero deixar bem claro que não estou falando de evangelho de prosperidade ou do triunfalismo ufanista dos seguidores do positivismo determinista. Falo de uma fé verdadeira, operante associada à vontade soberana de Deus não a do homem. Para entendermos um texto bíblico precisamos colocá-lo à luz de outros textos da Palavra de Deus. Como por exemplo ouvimos através do apóstolo João em sua primeira Epístola: “Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável”. Se retaliarmos um versículo, corremos o risco de fabricar heresias. Certamente o texto lido é um dos mais citados pelos papas da prosperidade irresponsável e um dos mais mal interpretados também.

O povo de Deus precisa se tornar ousado em sua fé e essa fé tanto para salvação quanto para a vitória vem pelo ouvir a Palavra do Senhor. Correr atrás de vitórias sem intimidade com o Senhor por meio de Cristo é correr atrás do vento. As nossas vitórias precisam ser conquistadas através de uma vida de testemunho, obediência e comunhão com o Senhor. E para isto montes precisam ser tirados do caminho e o maior deles é sem dúvida a incredulidade. O autor de Hebreus diz que um perverso coração de incredulidade pode nos afastar do Deus Vivo.

O crente não pode perder de vista que a vontade de Deus é sempre boa, agradável e perfeita. Quaisquer coisas que pedirmos que não se encaixe nesses três adjetivos não vêm de Deus. Muitas vezes lutamos por algo que até pode ser classificado como bom ou agradável, mas se não for perfeito, certamente não vem de Deus. Nada que não possa glorificar a Cristo vem de Deus! O reformador Lutero disse: “Qualquer ensinamento que não se enquadre na Bíblia deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias!”. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



quarta-feira, 17 de junho de 2015

Meditação/Nadia Malta/ATRAVESSEMOS A SUPERFICIALIDADE!

ATRAVESSEMOS A SUPERFICIALIDADE!

Naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: Passemos para a outra margem. E eles, despedindo a multidão, o levaram assim como estava, no barco; e outros barcos o seguiam. Ora, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água. E Jesus estava na popa, dormindo sobre o travesseiro; eles o despertaram e lhe disseram: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança. Então, lhes disse: Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé? E eles, possuídos de grande temor, diziam uns aos outros: Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?”.  Marcos 4. 35-41.

                                                                   


Atentemos para o nível de espiritualidade que Jesus está requerendo de cada um de nós. Antes, o evangelista Marcos dá uma explicação do porque que Jesus falava por parábolas às multidões, muito embora falasse mais explicitamente aos seus discípulos em particular. Logo em seguida acontece a convocação de Jesus aos seus discípulos para passarem para a outra margem do lago de Quinerete ou Tiberíades, também chamado de Mar da Galileia. Aquele lago fica 200m abaixo do nível do Mar Mediterrâneo e é assolado por muitas tempestades de vento que vem dos montes em seu redor, principalmente o Monte Hermom. Há uma pedagogia divina nas tempestades que não pode ser desprezada!
Aquela convocação de Jesus mesmo tendo sido literal, trazia consigo um sentido parabólico para aqueles discípulos e para os demais de todos os tempos. Este outro sentido só poderia ser compreendido pelos ouvidos treinados de suas ovelhas. Jesus estava falando de uma travessia para um nível de espiritualidade que requeria fé, graça, resistência e resiliência. Se isso foi válido para os dias de Jesus andando com seus discípulos visivelmente aqui na terra, o que dizer nos dias de hoje?
Tenho a impressão de ainda ouvir o Senhor Jesus fazendo a mesma convocação feita aos discípulos dos dias de sua carne sobre a terra: “passemos para a outra margem” e dessa vez não de forma parabólica, mas explicitamente convocando as suas ovelhas para atravessarem o lago da superficialidade, da barganha, do sacrifício barato, do voto de tolo, do mercadejamento da fé, do toma lá da cá espiritual que tem marcado a religiosidade de nossos dias. O Senhor nos convoca a todos que nEle cremos a passarmos para aquela margem cujo solo é a Rocha inabalável (Ele próprio), capaz de suportar todo tipo de tempestade em um nível de espiritualidade praticamente desconhecida por aqueles que lotam as igrejas-mercados de nossos dias. A margem de lá é a do amor sacrificial. É a margem do dar a outra face. Do entregar a túnica e a capa. Do andar as milhas seguintes além das já percorridas. É a margem do altruísmo. Da caridade do doar-se a si mesmo sem esperar nada em troca. Creio que estamos distantes anos luz desse padrão! Amadureçamos!

O que realmente o homem precisa não é encher os bolsos de dinheiro ou fazer parte da lista dos dez mais. O que na verdade ele precisa é preencher o vazio em seu coração. Ele precisa resolver o problema que afeta a sua interioridade: a falta de paz que excede todo o entendimento e encontrar aquela alegria completa e indizível que só é possível na presença do Senhor. Jesus nos convoca hoje a passar a uma outra margem com ele. Ele deseja para nós um nível de espiritualidade que vai muito além da superficialidade religiosa do toma lá da cá da religiosidade contemporânea. Ele deseja que alcancemos uma espiritualidade de alicerce profundo cavado na Rocha eterna que é ELE próprio. Mesmo estando conosco no barco, e ele certamente está, não estamos livres de enfrentar tempestades em nossa jornada por esta vida. O aparente sono do Senhor não significa apatia, descaso ou inação, mas faz parte de sua didática. É um recurso, uma oportunidade de manifestarmos ousadia, fé e resistência confiantes na sua suficiente graça. Jamais devemos esquecer que o nosso Senhor é Aquele que até o vento e o mar lhe obedecem, portanto, ELE está no controle de absolutamente tudo e nos concedeu autoridade.Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

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