Mostrando postagens com marcador Vídeo.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vídeo.. Mostrar todas as postagens

domingo, 7 de março de 2021

Meditação/Nadia Malta/A FRAGRÂNCIA DE CRISTO É INCONFUNDÍVEL

 A FRAGRÂNCIA DE CRISTO É INCONFUNDÍVEL

                                                                                    


 Mas graças a Deus, que sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo e por nosso intermédio exala em todo lugar a fragrância do seu conhecimento; porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo”. 2 Coríntios 2.14,15. 


Atentemos para o caminho difícil do testemunho. A Bíblia nos compara a elementos que são inconfundíveis, que por si mesmos se denunciam: O sal, a luz e o perfume. Essas coisas se auto-anunciam! Quem já não disse: Conheço esse cheiro? Até que uma bela flor ou erva se torne uma fragrância o caminho é longo e extremamente doloroso! O texto nos traz algumas revelações importantes sobre a ilustração paulina: O Senhor nos conduz vitoriosamente para que em todo lugar exalemos a fragrância do seu conhecimento. Somos para com Deus o aroma de Cristo tanto para os que são salvos quanto para os que se perdem. E Este aroma causa atração ou repulsa. A arte de perfumista é uma das mais especiais. Não é tarefa fácil extrair a essência das flores e ervas aromáticas. Embora hoje haja técnicas modernas, a arte de perfumista é milenar, assim como as técnicas usadas para a extração das essências. E os meios  usados dependem da delicadeza da matéria prima empregada. E isto pode levar um tempo maior ou menor! Contudo, uma coisa é comum nessas extrações, as flores ou ervas precisam passar por um processo nada simples. Elas são prensadas, amassadas, maceradas, expostas ou confinadas. Por vezes submetidas às altas temperaturas. O que queremos dizer é que não se extrai aromas de algo que está passivo ou em permanente descanso.

A arte de perfumista pode parecer muito linda e romântica desde que não sejamos as flores ou as ervas aromáticas nesse doloroso processo. O apóstolo Paulo diz que em todo lugar, por nosso intermédio a fragrância do conhecimento de Cristo é exalada. Será que tem sido assim? Pensemos nesta pergunta! E mais, ele diz que “para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo”. Como entender essa afirmação? Paulo fala aqui do nosso viver experiencial e testemunhal. Falar do Senhor com palavras é fácil, muitos fazem isto pelas mais diferentes razões, mas falar com a vida, sobretudo, de luta e sofrimento não é tarefa nada fácil! Só Jesus em nós é a esperança da glória! Através dos muitos embates da vida o Perfumista Celestial vai extraindo de nós a sua essência. São as amassaduras, os prensamentos pelos quais passamos nos estreitos da jornada. São as altas temperaturas dos desertos da vida que nos fazem exalar o cheiro inconfundível de Cristo. Cheiro este, que tem fragrância de vida para alguns e cheiro de morte para os que o rejeitam.

Isto nos faz lembrar Jesus no Getsêmane, o lagar do azeite, lugar onde as azeitonas eram prensadas para extrair o azeite. A hora de maior angustia e sofrimento. A morte se avizinhava, o Jesus homem sabia o que era padecer. Ele foi prensado, moído pelas nossas transgressões. E seu cheiro precioso precisa exalar por nosso intermédio! Todos os homens e mulheres de fé são homens e mulheres de dores e através dessas provas o nome do Senhor é glorificado. Quando lemos os testemunhos dos heróis da fé do capítulo onze da epístola aos Hebreus, homens e mulheres dos quais o mundo não era digno podemos sentir o aroma de Cristo exalando daqueles relatos. Que posamos exalar essa fragrância inconfundível! Nadia Malta

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/INSATISFAÇÃO E INGRATIDÃO SE RETROALIMENTAM!

 INSATISFAÇÃO E INGRATIDÃO SE RETROALIMENTAM!

                                                                               


Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: "Nunca o deixarei, nunca o abandonarei". Hebreus 13.5. 


O autor de Hebreus nas suas exortações finais traz a ordenança oportuna do versículo acima. A ordenança traz três verdades que nos ajudarão a nos livrar da ingratidão. Primeira:“Conservem-se livres do amor ao dinheiro!”. Não estamos falando aqui da necessidade real de pagar as contas inevitáveis à sobrevivência, mas de fazer contas pra Deus pagar; Segunda: “Contentem-se com o que vocês têm! Por que tanta insatisfação e a compulsão de adquirir coisas que nem temos necessidade? Terceira: “Porque Deus mesmo disse: "Nunca o deixarei, nunca o abandonarei!". Deus é o nosso supridor e nunca nos abandonará!

Chequemos as nossas motivações. Será que não lutamos tão freneticamente por um ter voltado à auto-glorificação?  Não seria isto dar socos no ar e correr atrás do vento? Tudo neste mundo é tão passageiro, tão efêmero! Ao fim da vida olha-se para trás e quanto sacrifício desnecessário! É um caso a se pensar!  Um coração grato reconhece cada dádiva recebida como presente de Deus. É sem dúvida a insatisfação que tem levado à ingratidão. Tem um pensamento atribuído a Shakespeare que diz: “Ter um filho ingrato é mais doloroso que a mordida de uma serpente!”.  Muitos por cobiçarem tão avidamente o dinheiro se desviaram da fé e acabaram atormentados. O autor de Hebreus alerta quanto a se conservar livre desse amor ao dinheiro e a nos contentarmos com aquilo que temos. Alguns podem ver nesta exortação uma desculpa para a improdutividade. Mas a produtividade do servo de Deus só faz sentido se for para glorificá-lo como fez José no Egito e Daniel em Babilônia!

A insatisfação é a mãe da ingratidão! Elas se retroalimentam. O não contentar-se gera tanta angústia e uma série de sentimentos malignos como a inveja e a cobiça. Hoje vemos as pessoas ávidas pelo último celular quando o seu ainda está em perfeito uso. A aparência conta mais que a possibilidade de ter determinadas coisas. E isto tem levado muitos a endividar-se irremediavelmente, tudo para aparentar o que não se é. Sejamos gratos pelo que temos, do contrário, aquilo que temos será tirado de nós! Considerando a rapidez da nossa passagem pela terra, não seria mais prudente investir no Reino de Deus? Não falo de uma vida ascética ou de autoflagelação, mas de uma consciência de que nada trazemos e nada levaremos daqui. Por que se desgastar tanto naquilo que não tem peso de eternidade? Sejamos gratos pelo que temos e aquilo que chegar a nossa mão o ofereçamos ao Senhor. Tudo vem dele e é para a glória excelsa dele! Que tal a partir de hoje fazermos um investimento no exercício da gratidão ao Senhor? Nadia Malta

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE TROCAR A MURMURAÇÃO PELA GRATIDÃO!

 TEMPO DE TROCAR A MURMURAÇÃO PELA GRATIDÃO!

                                                                                    


Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Tomara tivéssemos morrido na terra do Egito ou mesmo neste deserto! Até quando sofrerei esta má congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim. Dize-lhes: Por minha vida, diz o SENHOR, que, como falastes aos meus ouvidos, assim farei a vós outros”. Números 14.2, 27, 28.                                                                              


O texto citado fala da travessia de Israel no deserto, rumo à terra prometida. O povo havia adquirido a disposição mental de escravos. Israel havia saído do Egito, mas o Egito não havia saído dele! A saudade que aquele povo sentia do cativeiro era incompreensível! Há duas coisas aqui no texto que chamam a nossa atenção: Quando falamos em nossas reclamações é ao Senhor que estamos difamando. E Palavras são sementes. O que falamos receberemos. Este é seguramente um daqueles textos que nos faz tremer nas bases, visto que há uma inclinação recorrente à murmuração desde os dias antigos. Como tem sido difícil encontrar corações cheios de gratidão ao Senhor! À semelhança do Israel do passado percebemos uma verdadeira compulsão por reclamar na vida da maioria dos que se dizem cristãos! Há uma insatisfação patológica que tem obstaculado as bênçãos de Deus nas vidas de muitos. O apóstolo Paulo recomenda: “Fazei tudo sem murmuração nem contendas!”. E ainda: “Em tudo daí graças!”.

Reclamamos se as coisas estão difíceis. Reclamamos entediados se estão fáceis demais. Lembrei-me agora de um comercial antigo de lamina de barbear. Aparecia um homenzinho reclamando da barba horrível que estava fazendo. Alguém chegava e lhe oferecia uma lamina de barbear de boa qualidade. O homem em questão continuava agora usando a boa lâmina, mas em um tom de reclamação dizia: “Oh, que barba formidável que estou fazendo!”. E ainda um desenho animado infantil que mostrava uma hiena sempre mal humorada cujo bordão era: “Oh vida, oh azar, oh miséria!”. Pois é exatamente assim que fazemos. Vida imitando a arte? Não, arte imitando a vida! Esses personagens são tirados do cotidiano de várias pessoas.

Temos insistido para implantar uma cultura de gratidão, mas não tem sido fácil. Às vezes é até desencorajador. O Israel do passado depois de 430 anos de um cativeiro opressor sob todos os aspectos, recebeu a dádiva da libertação. E mesmo depois de todos os portentos de Deus para libertar seu povo com mão poderosa e braço estendido, Israel tinha memória curta para lembrar dessas intervenções.  O que aprendemos aqui? O povo em coro murmurou contra o Senhor e recebeu conforme a sua murmuração. Castigo de Deus? Não, conseqüência de sementes plantadas.  Palavras são sementes e se forem semeadas, certamente brotarão! Cuidado com as palavras proferidas! Pensemos nisto e exercitemos as ações de graças! Substituamos a reclamação pelo cântico de gratidão ao nosso Deus! Nadia Malta.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/É TEMPO DE ACERTAR O NOSSO ANDAR!

 É TEMPO DE ACERTAR O NOSSO ANDAR!

                                                                                    


Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz; há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos”. Efésios 4:1-6. 


Falando aos efésios, o apóstolo Paulo começa o capítulo quatro exortando seus leitores para que vivam de maneira digna da vocação recebida. Linda mensagem paulina que tem caído no esquecimento de muitos cristãos, sobretudo, contemporâneos. As invencionices não param de surgir. Quanta doutrina de homens apregoada em nossas igrejas! Quanta tentativa de tirar a centralidade do Cristo importando ensinos de outros guetos espirituais contrários à Palavra de Deus! Cadê o esforço para conservar a unidade do Espírito Santo pelo vínculo da paz? Ao orar pelos romanos ele pede ao Senhor que conceda aos seus leitores espírito de unidade segundo Cristo para que possam assim glorificar o Senhor! Paulo apela aos seus leitores em Éfeso para: Que andem de modo digno da vocação a que foram chamados. Que vocação é esta? A vocação de ser santos, separados para a glória excelsa do Pai celestial. E Como seria esse andar? Perseverando a unidade do Espírito no vínculo do paz! Qual é o vínculo da Paz? É o próprio Cristo. Se realmente somos dele, andemos de modo a glorificá-lo. Qual a razão para esse andar de modo digno? Paulo deseja que o nome do Senhor seja em tudo glorificado.

 É deprimente assistir cristãos se digladiando por causa de questões doutrinárias absolutamente irrelevantes. Fomos alcançados para louvor da glória de Deus. Como glorificar ao Cristo se o propósito de muitos tem sido a auto-glorificação? Isso mesmo, o desejo de alardear a própria presunção é tanto, que se tem passado por cima de princípios inegociáveis da Santa Palavra de Deus, como a comunhão entre irmãos, por exemplo! As guerras entre irmãos não cessam. Precisamos parar e avaliar nossas diferenças. Será que essas diferenças acontecem naquilo que é essencial do ponto de vista bíblico? Tem uma frase de um teólogo luterano chamado Peter Mederlin, que traduz muito bem a exortação do apóstolo Paulo em relação à unidade. Diz o teólogo: “No que é essencial, unidade; no que não é, liberdade; em todas as coisas, caridade!”. A pergunta aqui em relação à fé cristã é: O que seria essencial para nós cristãos, afinal? Gostaria de deixar pelo menos três fatos essenciais: Primeiro, não há salvação em nenhum outro a não ser por meio de Cristo Jesus. Segundo, o sacrifício vicário de Cristo foi único, perfeito, eficaz e suficiente. Terceiro, esta obra salvífica acontece unicamente pela graça mediante a fé em Cristo Jesus, não há obra meritória em nós.

Assim todos estávamos no mesmo patamar quando fomos alcançados. Nenhum de nós era melhor que o outro. Não foi por obras de justiça de nossa parte para que não nos gloriássemos, mas pelos méritos infinitos de Cristo Jesus! O que aprendemos aqui? Estendamos a destra de comunhão aos nossos irmãos em Cristo, não importando a denominação. Paremos de nos desentender como irmãos e usemos da liberdade em relação ao que não é efetivamente essencial e da caridade em relação a todas as coisas! Até mesmo com aqueles que seguem outros caminhos espirituais, sejamos benignos e compassivos não é por força ou violência que levaremos a mensagem da cruz. Não somos convertedores e sim semeadores. Façamos isto por meio do vínculo da paz que é o próprio Cristo!  Nadia Malta

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/O JUSTO FLORESCE EM QUALQUER ESTAÇÃO!

 O JUSTO FLORESCE EM QUALQUER ESTAÇÃO!

                                                                                    


Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro do Líbano; Serei como orvalho para Israel; ele florescerá como o lírio. Como o cedro do Líbano aprofundará suas raízes”. Salmos 92.12; Oséias 14.5. 


Atentemos para três verdades trazidas pelos textos: Os justos florescerão e crescerão; Não importa o tempo, o Senhor será o orvalho para regá-los; e Terão raízes profundas. Uma palavra consoladora e cheia de graça para os justos de todas as épocas. Justos não por ser impecáveis, mas por terem sido justificados por meio do Senhor. Somos cíclicos. Começa sempre um tempo físico de florescência para nós. Quando a primavera se aproxima é inspiradora sob todos os aspectos. Contudo, somos desafiados a florescer em qualquer estação. Que sejamos também encorajados a florescer onde estamos plantados. Florescência precede a frutificação. Os textos parecem se completar.

O Senhor promete por meio do profeta Oseias ser orvalho para o seu povo amado. Precisamos ser regados pelo próprio Deus! Assim seus justos florescerão como a palmeira e crescerão como o cedro do Líbano que tem raízes profundas. Sim estamos sempre em um tempo de florescência que este tempo seja o prenúncio de muitos frutos para a glória do Senhor. O povo de Deus sobre a terra precisa fazer a diferença. Florescência também pressupõe perfume e este é credencial de cristão fiel. Que o bom perfume de Cristo seja manifesto através de nós, como canais vivos da multiforme graça de Deus! Graça esta que precisa ser tocada e experimentada por meio de atos concretos de amor manifestos por nós. Que o “Eis-me aqui. Envia-me a mim!” dito por meio do profeta Isaías repercuta em nós e através de nós. Que nos disponhamos tanto para evangelizar com palavras quanto com atitudes práticas.

É fundamental deixar que todos saibam que somos cristãos, depois nos calemos e testemunhemos acerca do Cristo e daquilo que Ele operou em nós. Só a partir daí poderemos falar como quem tem autoridade. Primeiro as flores, depois os frutos. Aprendo muito com as mangueiras do meu quintal sua florescência acena com suculentos frutos meses depois. É assim com as demais fruteiras: limoeiro, aceroleiras e pitangueiras. Todas elas sinalizam, anunciam seus frutos. Quem disse que conosco seria diferente? A florescência também pressupõe rega, poda e limpeza das ervas daninhas. Quem faz isto? O dono do campo onde estão as árvores plantadas.  Quem sabe se tudo que temos experimentado não são regas, podas e uma boa limpeza? Atentemos! Nadia Malta

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/SÓ CRISTO PODE NOS LIBERTAR!

 SÓ CRISTO PODE NOS LIBERTAR!

                                                                                 


 

E conhecerão a Verdade, e a Verdade os libertará. Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres”. João 8.32, 36. 


O texto citado traz afirmações que mudam a história daqueles que as recebem: Os que conhecem a Verdade são libertos. Aqueles aos quais o Filho libertar serão de fato livres. Não há sensação mais desoladora do que a de se sentir aprisionado. Seja qual for o elemento opressor. Às vezes o que nos oprime são contingências ou jugos familiares, contudo, o pior jugo ainda é o espiritual. Olhar para o Cristo como a Verdade que liberta é alentador sob todos os aspectos. Só aqueles que conheceram um jugo espiritual sabem do que estamos falando aqui.

No encontro de Pilatos com Jesus relatado nos evangelhos, prestemos atenção a este diálogo: “Então, você é rei!", disse Pilatos. Jesus respondeu: "Tu dizes que sou rei. De fato, por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade. Todos os que são da verdade me ouvem". "Que é a verdade?”, perguntou Pilatos”. Esta pergunta ecoa ainda hoje. Ficou sem resposta naqueles dias porque Jesus e Pilatos estavam falando de coisas diferentes. Enquanto Pilatos talvez tivesse em mente o conceito filosófico acerca da verdade, a própria Verdade estava diante dele e ele não tinha olhos para perceber. Talvez a pergunta correta fosse: “Quem é a Verdade?”. O silêncio de Jesus aqui não significa que ele não soubesse a resposta sobre o assunto, visto que ele próprio é a Verdade. Aliás, esta resposta já havia sido dada antes mesmo da pergunta ser formulada.

Jesus em outro momento deste mesmo Evangelho traz a resposta à pergunta de Pilatos, ele diz: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”. O Senhor é a Vereda e o Destino para os que se encontram sem rumo. Ele é a Verdade para os que estão encarcerados pelo engano e é a Vida para todos os que estão mortos em seus delitos e pecados. Contudo, se faz necessário que os olhos espirituais sejam desvendados para que se possa compreender aquilo que aqui está sendo tratado. A Verdade se revela a quem quer se revelar! O que aprendemos aqui? Quando o Filho de Deus, JESUS, nos liberta, verdadeiramente seremos livres. Nossa alma experimenta algo indizível, o nosso espírito é vivificado e nunca mais teremos outros senhores sobre nós. Experimentaremos a liberdade dos filhos de Deus, que não é licença para pecar, mas para um andar numa Vereda luminosa que vai brilhando mais e mais até que seja dia perfeito. Somos o povo da Aurora, não do crepúsculo!  A Verdade ilumina os olhos do nosso entendimento de modo que nada mais nos aprisionará. Somos resgatados do velho cativeiro. Somos de Cristo, Cristo é nosso! Tudo se faz novo! Verdadeiramente somos livres! Nadia Malta

domingo, 24 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE PENSAR E BUSCAR AS COISAS DO ALTO!

 TEMPO DE PENSAR E BUSCAR AS COISAS DO ALTO!

                                                                                 


Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus”. Colossenses 3.1-3. 


O apóstolo Paulo faz aqui uma chamada veemente aos seus leitores para que tirem os olhos daquilo que é efêmero e os coloque nas coisas do alto. Buscar e pensar nas coisas do alto nos assegura desapego com as coisas terrenas. O apóstolo insiste na razão desse apelo, diz ele: “Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus”. A pergunta é: Será que temos a consciência dessa morte com Cristo ou tudo que vivemos em termos espirituais até aqui não passa de mero emocionalismo? Quando experimentamos verdadeiramente o Cristo nunca mais seremos os mesmos. O Senhor é plasmado em nós de tal maneira que as velhas coisas passam e tudo se faz novo. Já não somos mais nós que vivemos, mas Ele vive em nós! Será esta uma realidade pra todos que professam conhecê-lo?

Já não pertencemos a nós mesmos e o foco da nossa atenção precisa ser o próprio Cristo, Autor e Consumador da nossa fé. Se o Senhor não tiver a primazia em nossa vida tem algo de errado com a nossa conversão. E esta é uma questão que temos que ter sempre em mente. Corremos tanto de um lado para o outro, muito ocupados com as coisas terrenas como se elas fossem eternas. Desgastamo-nos à toa. Buscamos títulos. Amealhamos haveres e esquecemos que tudo ficará aqui! Preferimos as coisas em detrimento das pessoas e, sobretudo, daquilo que é eterno. Trocamos sem culpa o espiritual pelo terreno!

Quais são as coisas do alto das quais Paulo fala no texto citado no inicio? Falando aos Filipenses ele responde: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. Proteger o pensamento é preciso. O autor de Provérbios ratifica dizendo: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”. O nascedouro das boas ou más ações é o pensamento ou o coração. O que temos armazenado lá? Tempo de examinarmos a nós mesmos e faxinarmos nossos depósitos espirituais!  Nadia Malta.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Meditação/Nadia Malta/ABRE OS NOSSOS OLHOS, Ó SENHOR!

 ABRE OS NOSSOS OLHOS, Ó SENHOR! 

                                                                                  


 Abre os meus olhos para que eu veja as maravilhas da tua lei. Faze-me discernir o propósito dos teus preceitos, então meditarei nas tuas maravilhas”. Salmos 119.18, 27. 


O povo de Deus precisa ver além e buscar discernimento. Hoje é o primeiro dia do novo ano. Tudo que vivemos até aqui foi extremamente difícil e doloroso. Foram muitas perdas de entes queridos, muitas agonias vividas, mas estamos aqui para contar a história e glorificar o nosso Senhor por tudo que Ele por sua graça tem nos concedido apesar de nós! Aprendemos grandes lições no ano findo! Gostaria de adentrar o novo ano com um pedido especial: Para que os nossos olhos sejam desvendados! A Palavra de Deus já foi revelada, mas os nossos olhos precisam ser desvendados para compreendê-la e só Ele pode fazer isso! O que a oração do salmista pede nos versículos citados? Ele pede que seus olhos sejam abertos, desvendados para que ele veja, contemple as maravilhas da lei do Senhor. O mandamento é puro e santo e precisa ser visto alem da letra da Lei. Ele pede que o Senhor o faça discernir o propósito dos seus preceitos para que ele possa meditar nas suas maravilhas. O salmista não quer ser impulsivo em seu julgamento das situações.

O que esta oração do salmista nos leva a refletir em nosso tempo? O Senhor é quem dá tanto a revelação escrita quanto desvenda os nossos olhos para que saibamos compreender aquilo que está escrito. Como podemos meditar em algo que não compreendemos? É o Santo Espírito que nos faz lembrar o que aprendemos e também nos ensina, nos capacitando a aplicar. Precisamos receber do Senhor entendimento não só para meditar, mas para aplicar. Somos chamados a exercitar a misericórdia. Notemos que o salmo todo está cheio de expressões do tipo: Dá-me luz! Abre meus olhos! Faz-me discernir! Dá-me entendimento! Ajuda-me a meditar! São expressões recorrentes aqui. Atentemos para elas! Acho que isto quer nos dizer algo, não?  Assim não nos arvoremos em teólogos precipitadamente! Isto tem levado a muitos a percorrerem o caminho árido do farisaísmo contemporâneo. Os escribas e fariseus estudavam incansavelmente a letra da Lei, mas tinham os olhos vendados ao Espírito da Lei. Conhecimento desprovido de sabedoria e discernimento é algo temível, pois torna o homem cego. E todo zelo cego é perigoso! É fanatismo.

Que neste novo ano possamos fazer diferente e buscar um relacionamento estreito com o Cristo Vivo. A Palavra já nos foi dada. Mas o preceito não é algo árido. O mandamento é vida. E está lá o tempo todo, mas precisa do holofote do céu para ser percebido, meditado, assimilado e, sobretudo, aplicado com graça e misericórdia! Não é incomum encontrarmos servos do Senhor perplexos se fazendo a seguinte pergunta: “Por que não vi isso antes!”. É como aquelas saídas pelas quais oramos tanto. Pareciam estar lá o tempo todo, mas não víamos. Os olhos ainda não haviam sido desvendados pelo Senhor. O mais interessante desse desvendar de olhos é que tem um tempo certo para acontecer com cada um de nós. Ninguém pode abreviar ou postergar tal momento. Nem os teólogos mais experientes podem fazer nada a esse respeito! Que neste novo ano recebamos discernimento! Deixemos a luz do céu entrar, como diz a letra do velho hino! Nadia Malta

 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/DEUS TEM SEMPRE UMA SAÍDA IMPENSÁVEL!

 DEUS TEM SEMPRE UMA SAÍDA IMPENSÁVEL!

                                                                                    


A tua vereda passou pelo mar, o teu caminho pelas águas poderosas, e ninguém viu as tuas pegadas”. Salmos 77.19; Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus”. I Coríntios 2.9,10. 


Sigamos em frente confiando nos agires de Deus. Tanto o que fora dito pelo salmista quanto a verdade reafirmada pelo apóstolo tem repercutido pelos séculos dos séculos. E não quero falar das coisas surpreendentes que nos esperam na eternidade, o que já seria absolutamente suficiente, mas gostaria de me reportar às coisas cotidianas experimentadas por nós deste lado da eternidade que são vindas de Deus! São tantas as situações nas quais vemos o Senhor entrando em cena no final do segundo tempo, quando achávamos que tudo estava perdido, eis que Ele surge e nos aponta a saída. Saídas absolutamente impensáveis como caminhos no mar que deixam pegadas! Como o Senhor é zeloso para com o seu povo! Mesmo em situações que não compreendemos podemos tocar na graça cuidadosa de Deus. Ele fez, faz e fará maravilhas. O Espírito Santo é o agente da revelação dos agires de Deus aos nossos corações! Um ano finda e outro começa e já trazemos à reboque grandes pendências. O que fazer diante delas? Parece-nos tudo tão sem saída, sobretudo, nesses dias de pandemia sem fim. Confinamento e outras tantas! Nada melhor que adentrarmos o novo ano numa perspectiva de possibilidade. Humana? Não! Sobrenatural. Algo que sequer cogitamos.

Deus abriu o mar Deus fará um caminho e as portas que você precisa Ele abrirá. Deus fará um “caminho pra você”. Será que estamos preparados para as possibilidades de Deus? Humanamente ninguém faz caminho pela água. Pois é, humanamente falando isto é impossível. Mas somos convidados a andar no sobrenatural. Avancemos então pelas veredas invisíveis de Deus. Aliás, fazer possibilidade das impossibilidades é apenas uma de suas infinitas especialidades. O que temos a fazer, então? Correr para Ele. Adentrar com ousadia na Sala do Trono da Graça e o buscarmos de todo o nosso coração. Ele se deixará achar e mudará a nossa sorte. Muitas vezes tudo que queremos é sair do sufoco e não buscar a Deus em relacionamento sincero de coração. Na ânsia de ver nossos problemas resolvidos, nas entrelinhas de nossas orações, ou mesmo de maneira explicita dizemos a Ele como deve responder, exigimos, determinamos. Tememos dizer: “faça-se segundo a tua vontade!”, pois, à semelhança do que foi feito com seu Filho Jesus Ele pode não afastar o cálice que tanto tememos! E em não afastar o cálice está a grande saída para que o propósito Dele se cumpra tanto em nossa vida quanto na de outros. É necessário muita varonilidade para ver se cumprir os propósitos de Deus sem se deixar revoltar.

Aquele caminho que não vemos ou aquela possibilidade que sequer cogitamos é exatamente a vereda no mar, o caminho nas águas nos quais ninguém vê as pegadas, mas que de fato estão deixando marcas memoriais de que os atravessamos. Essas pegadas apontam para crescimento e maturidade. Assim, ainda que os nossos olhos não enxerguem, nem nossos ouvidos possam ouvir, o Senhor está agindo nas situações que nos dizem respeito. Alem das tribulações produzirem para nós eterno peso de glória acima de toda comparação, elas nos fazem crescer na graça e no conhecimento de Deus.  Quando tudo nos vai bem, tendemos a nos esquecer de Deus! Assim, no meio de uma grande demanda jamais percamos de vista os agires sobrenaturais de Deus. São ações por meio de diversos instrumentos para que a vontade Dele prevaleça. E ela prevalecerá! Nadia Malta.

 

domingo, 8 de novembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/CRISTO POR AMOR SE FEZ MALDITO EM NOSSO LUGAR!

 CRISTO POR AMOR SE FEZ MALDITO EM NOSSO LUGAR!  

                                                                                    


É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro )” Gálatas 3:6-13. 


Reavivemos em nossa memória o ensino de que o Senhor Jesus levou sobre Ele as nossas maldições, se fazendo maldito em nosso lugar! O texto lido é dos mais ricos da epístola, pois traz à memória dos gálatas a obra completa de Cristo. Jesus sofreu os rigores da Lei, recebendo a sua penalidade máxima para que não precisássemos experimentá-la. Ele se fez maldição em nosso lugar, para que nos tornássemos benditos. Os irmãos daquelas igrejas por causa da ação nefasta dos judaizantes haviam esquecido essa verdade central do Evangelho de Cristo e outra vez se deixavam atemorizar pelas exigências da Lei, há muito cumpridas em Cristo. Olhar para o Cristo, crer no Cristo e receber o Cristo como Senhor e Salvador pessoal é a maior e mais significativa e estratégica experiência que um ser humano pode vivenciar. Esta experiência pessoal é redentora, resgatadora, perdoadora. É salvífica. Não se trata aqui de uma religiosidade de aparência, mas algo que acontece na profundidade do coração do homem, vivificando seu espírito morto em delitos e pecados. Só aqui, a partir dessa morte e vivificação temos oportunidade de zerar a nossa história.

Jesus vai além das expectativas humanas. Não havia meios do homem ser resgatado do seu vil procedimento adquirido em Adão. Jesus, então, toma o lugar do homem que merecia a morte e se oferece a si mesmo como maldição em nosso lugar. Ele é o Cordeiro de Deus sem defeito e sem mácula, prefigurado pelos animais sacrificados no passado que apontavam para Ele. Não há mais maldição sobre os que são de Cristo, pois Ele se fez maldito por nós! Aleluia, que alívio! Cada vez que fazemos tolas orações quebrando as maldições dos que são de Cristo, estamos anulando a graça e desdenhando do sacrifício vicário da cruz do Calvário. Éramos malditos por que em Adão nos tornamos filhos da ira. O único meio de anular tal maldição é receber Jesus como Senhor e Salvador pessoal e nascer outra vez da água e do Espírito.

O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas pisaduras fomos sarados. Isto não significa que não teremos mais enfermidades físicas, mas fomos sarados da lepra, da cegueira, e de todos os aleijões espirituais que nos impediam de viver em plenitude. E ainda recebemos o carimbo do Céu: ESTÁ CONSUMADO!  Ou seja, a obra está absolutamente completa, nada a acrescentar! Contudo, precisamos crer. O próprio Senhor pregou as Boas Novas para Abraão, tirando-o da idolatria e transformando-o no pai da fé. E todos os que creem no Cristo são abençoados como o crente Abraão. Já não somos malditos, mas benditos de Papai! Que o Senhor nos faça enxergar isto! O pacto da fé diz que o “Justo viverá pela fé” não pelas obras da Lei. Não a fé pela fé, mas a fé no Cristo. Quem poderia por em prática as palavras da lei? O único que a cumpriu cabalmente foi o Cristo mesmo sendo inocente a si mesmo se deu para sofrer a penalidade da Lei em nosso lugar. Jesus se fez maldição em nosso lugar para que nos tornássemos benditos! Não somos mais malditos, mas benditos do Senhor! Que o Espírito da Graça aplique esta porção da Palavra ao nosso coração nos fazendo compreendê-la! Nadia Malta.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/A HORA É DE UNIDADE: PELEJEMOS JUNTOS EM ORAÇÃO!

A HORA É DE UNIDADE: PELEJEMOS JUNTOS EM ORAÇÃO! 

                                                                                      


Fez Josué como Moisés lhe dissera e pelejou contra Amaleque; Moisés, porém, Arão e Hur subiram ao cimo do outeiro. Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque. Ora, as mãos de Moisés eram pesadas; por isso, tomaram uma pedra e a puseram por baixo dele, e ele nela se assentou; Arão e Hur sustentavam-lhe as mãos, um, de um lado, e o outro, do outro; assim lhe ficaram as mãos firmes até ao pôr do sol. E Josué desbaratou a Amaleque e a seu povo a fio de espada. Então, disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu. E Moisés edificou um altar e lhe chamou: O Senhor É Minha Bandeira. E disse: Porquanto o Senhor jurou, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração”. Êxodo 17:10-16. 


Estejamos em alerta quanto às astutas ciladas do diabo. O texto fala da perseguição dos amalequitas ao povo de Israel na travessia do deserto. Eles faziam parte de uma tribo de beduínos que vivia no sul da Palestina. Possuíam uma natureza opositora e traiçoeira. Eram ferrenhos inimigos de Israel e considerados um dos tipos de satanás nas Escrituras Sagradas. Esse texto mostra a vigilância que devemos ter, bem como as estratégias que devemos usar nas lutas contra os nossos opositores, os amalequitas modernos, que estão por toda a parte e não se cansam de tramar contra o povo de Deus. São aqueles principados e potestades, aqueles príncipes espirituais da maldade que se levantam a todo o momento usando seres humanos como instrumentos para nos atingir. Eles estão por toda a parte. Estejamos atentos!

A jornada do servo de Deus nesta vida é uma contínua batalha. É sempre na hora do maior cansaço ou do maior descuido que somos nocauteados.  A terra não é lugar para se fazer turismo. É arena de guerra e lugar de santificação! Não se iluda onde há uma luta humana, seja em que área for, há uma ação amalequita por trás. Por isso, a oração vigilante, a unidade do povo de Deus e a vida no altar continuamente nos garantirão a vitória em todas as investidas. Nesses dias as lutas têm se intensificado muito e em várias áreas. É a técnica da guerrilha. Uma guerra feita de inúmeras guerras menores. Ataques em várias áreas vitais: saúde, família, relacionamentos, finanças dentre outras. Com especial destaque para as famílias que têm sido alvos contínuos desses ataques.

Para vencermos essas batalhas contínuas precisamos usar as armas poderosas em Deus para destruir fortalezas e anular os sofismas do adversário. Moisés nos oferece no texto sete estratégias de combate: Lutar e não desistir; Buscar os lugares Altos; Levantar as mãos em oração de fé; Buscar parceiros de oração; Não temer o inimigo; Levantar um altar e sobre ele hastear a bandeira do Senhor; E Não negligenciar a vigilância. Quando as nossas lutas se intensificam a nossa vontade é correr da situação, fugir, nos esconder. Na hora da peleja vá para os lugares altos da meditação na Palavra de Deus e da fé perseverante, agarre-se nas preciosas promessas do Senhor. É nos lugares altos que somos revigorados! Mãos levantadas significam oração contínua.  Busquemos parceiros de oração que sustentem as nossas mãos quando estivermos esmorecendo. O nosso adversário já é um derrotado porque a boca do Senhor o disse. Não precisamos temer suas investidas ele se levanta para cair. Não podemos nos envergonhar do Deus ao qual servimos a bandeira desta verdade tem que ser hasteada no altar de nosso coração para que todos saibam quem é o Deus ao qual servimos. Vigilância é questão de sobrevivência para o cristão! Que possamos pedir graça ao Senhor para vigiar sempre. A duração da guerra? É o tempo de vida que temos sobre a terra. Nadia Malta.

 


quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Meditação/Nadia Malta/QUANDO DEUS PELEJA POR NÓS A VITÓRIA É CERTA!

 QUANDO DEUS PELEJA POR NÓS A VITÓRIA É CERTA!

                                                                                 


Então, Asa saiu contra ele; e ordenaram a batalha no vale de Zefatá, perto de Maressa. Clamou Asa ao SENHOR, seu Deus, e disse: SENHOR, além de ti não há quem possa socorrer numa batalha entre o poderoso e o fraco; ajuda-nos, pois, SENHOR, nosso Deus, porque em ti confiamos e no teu nome viemos contra esta multidão. SENHOR, tu és o nosso Deus, não prevaleça contra ti o homem”. II Crônicas 14.10,11. 


Recobremos o ânimo e confiemos somente no Senhor para vencer cada batalha que surge! Ele peleja por nós! O texto todo vai do versículo um até o quinze e mostra um episódio ocorrido no reinado de Asa, rei de Judá.  Asa sucedeu seu pai, Abias. Ele fez o que era reto e bom diante do Senhor. Por causa da sua fidelidade, Deus deu repouso a terra e havia paz. Mesmo à despeito da fidelidade de Asa, levanta-se Zerá, o etíope, comandante do exército de faraó, contra o pequeno e despreparado reino de Judá.  Por que sofre o justo? Esta é a pergunta que sempre surge na hora do sofrimento. De um jeito ou de outro o servo de Deus é livrado para a glória do Senhor! O Rei Asa fez uma grande reforma religiosa em seu reino. Levou o povo a consertar as suas veredas. Aboliu os altares dos deuses estranhos. Aboliu o culto nos altos. Quebrou as colunas místicas, derrubou os altares de incenso e derrubou os postes-ídolos. Ordenou ao seu povo que buscasse ao Senhor, Deus de seus pais e observasse a Lei e o Mandamento. Edificou cidades fortificadas, cercou-as com muros.

Como havia paz na terra, o contingente militar de Judá era pequeno: Ao todo o exército somava apenas 580.000 homens. O exército inimigo era formado por 1.000.000 de homens, mais 300 carros de guerra. A intimidação tem sido sempre a arma preferida do adversário para atingir o povo de Deus. Ele sabe o poder de fogo que o medo tem sobre nós por isso nos intimida. O medo gera ansiedade, tormento que por sua vez gera alguns tipos de depressão e outras patologias emocionais que nos têm paralisado. Mas o Senhor, segundo alguns estudiosos, nos ordena 366 vezes em sua Palavra: A NÃO TEMER! O que fazer em uma demanda como a do rei Asa? Clamar ao Deus Vivo e pela fé esperar a vitória!; Entender que tem propósitos de Deus para as lutas que enfrentamos; E Buscar a Santificação!

O clamor de Asa ao Deus vivo foi uma vitoriosa arma de guerra. São muitas as ocasiões em que encontramos servos fiéis de Deus, assolados por batalhas cruéis, onde o poder de fogo do inimigo é violentíssimo. São muitas as aflições do justo, mas ao mesmo tempo é nesses momentos que descobrimos a fé necessária para vencê-las. Qual o propósito das duras provas que surgem? Amadurecimento espiritual, testes de fé e ou consertos. O texto fala sobre essas lutas e desafios que enfrentamos enquanto peregrinos nesta terra. É sempre bom voltarmos às experiências vividas pelos servos de Deus do passado, e tirarmos delas lições preciosas, aplicando-as às nossas vidas. Há princípios nessas experiências, que não podem ser desprezados. O mesmo Deus que agia no passado age hoje. Quer ter vitória nas suas demandas? Então, que tal: Começar fazendo os consertos necessários, tapar as brechas, confessar e abandonar pecados se for o caso, derrubar os altares, caso existam; tirar as coisas condenadas da sua vida e buscar ao Senhor somente? Que tal reconhecer que só o Senhor é Deus; que só Ele é poderoso na batalha? Confiemos em Deus e não nos atemorizemos com o tamanho do inimigo; ele se levantou, mas vai cair em nome de Jesus! Quando andamos em fidelidade, as nossas pelejas não são só nossas, mas de Deus.  Nadia Malta

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...