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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Meditação/Nadia Malta/QUANDO HÁ ARREPENDIMENTO O SENHOR RETÉM SUA DISCIPLINA!

 QUANDO HÁ ARREPENDIMENTO O SENHOR RETÉM SUA DISCIPLINA!

                                                                                              

                          

 

“Veio a palavra do Senhor, segunda vez, a Jonas, dizendo: Dispõe-te, vai à grande cidade de Nínive e proclama contra ela a mensagem que eu te digo. Levantou-se, pois, Jonas e foi a Nínive, segundo a palavra do Senhor. Ora, Nínive era cidade mui importante diante de Deus e de três dias para percorrê-la. Começou Jonas a percorrer a cidade caminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. Os ninivitas creram em Deus, e proclamaram um jejum, e vestiram-se de panos de saco, desde o maior até o menor. Chegou esta notícia ao rei de Nínive; ele levantou-se do seu trono, tirou de si as vestes reais, cobriu-se de pano de saco e assentou-se sobre cinza. E fez-se proclamar e divulgar em Nínive: Por mandado do rei e seus grandes, nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas provem coisa alguma, nem os levem ao pasto, nem bebam água; mas sejam cobertos de pano de saco, tanto os homens como os animais, e clamarão fortemente a Deus; e se converterão, cada um do seu mau caminho e da violência que há nas suas mãos. Quem sabe se voltará Deus, e se arrependerá, e se apartará do furor da sua ira, de sorte que não pereçamos?Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez”. Jonas 3:1-10.Meditemos sobre os agires soberanos de Deus! O Profeta arrependido depois de sair das profundezas do mar, volta ao caminho e ao centro da vontade soberana de Deus. Ele vai até a grande cidade de Nínive e mesmo a contra gosto faz o que o Senhor havia ordenando.  O livro de Jonas nos faz parar para pensar sobre as nossas posturas em relação aos pecadores. É preocupante ver como agem muitos servos do Senhor que receberam tanto dele. Queremos graça para nós e justiça e juízo vingador para os pecadores à nossa volta. Fazemos longas orações imprecatórias pedindo que o Senhor desça fogo do céu e consuma nossos inimigos. Esquecemos que eles não sabem discernir a mão direita da mão esquerda como os habitantes da Nínive dos dias do profeta Jonas. Mesmo apesar da má vontade de Jonas a pregação foi o que poderíamos chamar de um sucesso. Todos se arrependeram do maior ao menor e mudaram a rota da vida.  O livro profético de Jonas tem muito a nos ensinar sobre os agires soberanos do nosso Deus. Na vida de um servo de Deus até quando tudo dá errado, dá certo do ponto de vista de Deus.Jonas odiava os ninivitas, não queria ser um instrumento de salvação para eles, tentou fugir de Deus e de sua ordem, mas ao voltar a fazer a vontade do Senhor é surpreendido com a mudança no coração daquele povo. Não era bem isto que Jonas tinha em mente, é possível que ele ao anunciar a mensagem de juízo quisesse que eles continuassem em sua malignidade para ver o julgamento de Deus descer pesado sobre eles. Mas não foi isso que aconteceu. Houve arrependimento, e mudança de rota. As coisas nunca são do jeito que queremos, mas do jeito de Deus. Ele é soberano e faz como quer. Afinal, Deus se arrepende ou não? A resposta é: Sim e Não! O arrependimento dele diz respeito a reter a punição decretada caso o homem rebelde ouça a sua voz e mude a conduta obstinada e contumaz.  Foi o que aconteceu com os ninivitas dos dias de Jonas. Contudo, o Senhor não se arrepende de suas ordenanças, leis, mandamentos e decretos, como também de suas promessas feitas aos seus.  Tudo que temos a fazer é ouvir e obedecer a sua voz, o mais Ele fará! Ordem de Deus, escolha de Deus é inegociável!Por que os Ninivitas, sendo tão malignos? Por que não os Ninivitas? “Onde abundou o pecado, superabundou a graça!”.  Ninivitas arrependidos, condenação suspensa! Graça derramada! Sejamos graciosos com os “Ninivitas” à nossa volta! Depois de Jonas se irar mais uma vez por causa da misericórdia de Deus derramada sobre os ninivitas ele vai se refugiar fora da cidade amuado debaixo de um abrigo feito por ele. Deus em sua graça faz nascer um arbusto para dar-lhe sombra. Ele ficou ali para ver o que aconteceria a cidade. O profeta se alegrou muito por causa da planta. Contudo, o Senhor enviou um verme que devorou a planta e esta secou. Jonas muito se indignou e desejou para si a morte. O livro termina em aberto com uma pergunta que ecoa até os nossos dias: “Mas o Senhor lhe disse: "Você tem pena dessa planta, embora não a tenha podado nem a tenha feito crescer. Ela nasceu numa noite e numa noite morreu. Contudo, Nínive tem mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem nem distinguir a mão direita da esquerda, além de muitos rebanhos. Não deveria eu ter pena dessa grande cidade”? Nadia Malta.

domingo, 9 de agosto de 2020

Meditação/Nadia Malta/HÁ SUFICÊNCIA NA SOBERANA E IRRESISTÍVEL GRAÇA DE DEUS!

 

HÁ SUFICIÊNCIA NA SOBERANA E IRRESISTÍVEL GRAÇA DE DEUS!  

                                     

                                       

 “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze”. Tito 2:11-15.  

                                              

Que possamos atentar quanto à plena suficiência e aos benefícios da irresistível e soberana graça de Deus. No texto lido o apóstolo Paulo chama a atenção do pastor Tito, seu delegado apostólico junto às igrejas de Creta a não perder de vista a suficiência e a abrangência dos benefícios da graça salvadora. Já naquela época havia a ação dos falsos mestres que segundo seu entendimento, por equívoco ou malícia, faziam de tudo para tirar a centralidade do Cristo. O ensino sobre a graça tem sido de certa maneira negligenciado em muitas das igrejas ditas cristãs. Fomos salvos pela graça de Deus mediante a fé em Cristo. Deus olha para nós através das lentes da sua graça. Negligenciar este ensino é perder o próprio Cristo de vista, que é a Graça de Deus encarnada. Na verdade percebemos uma tentativa em certas teologias pós-modernas de tirar a centralidade do Cristo e chamar os holofotes para a meritocracia humana.

 A abrangência da Graça de Deus quanto à sua suficiência e benefícios se manifesta pelo menos de três maneiras: A Universalidade da graça é suficiente para a salvação de todos os homens, no entanto, não há universalismo da salvação como muitos apregoam; A graça ensina no presente àquele que foi alcançado por ela a renunciar à toda impiedade e às paixões mundanas, vivendo de modo digno do Senhor; e A graça também sustenta esses cristãos com a bendita esperança futura de se encontrarem com o Senhor face a face no futuro, por ocasião da sua Vinda. A abrangência da IRRESISTÍVEL graça salvadora de Cristo tem se manifestado desde o passado alcançando todos os que soberanamente foram destinados para a salvação. Um dia todos verão a salvação de Deus, mas nem todos a experimentarão. Em relação à soberania de Deus já havia os que contestavam com argumentos humanos o plano de salvação pela graça desde tempos eternos. A Graça do Senhor tem a altura, a largura e a profundidade do amor de Deus manifesto em Cristo Jesus, nosso Senhor! O ensino sobre a graça tem sido negligenciado em nossas igrejas e dado lugar a um sem numero de doutrinas antibíblicas, baseadas em meritocracia.

Tudo que somos, temos, recebemos, sabemos ou fazemos para o Senhor é pela graça de Deus, seu favor imerecido. A suficiência da Graça santificadora do Cristo vai nos transformando progressivamente até chegarmos a estatura de varões perfeitos. Ela ainda nos assiste em nossas fraquezas, firma nossos pés sobre a Rocha, nos fortalece para enfrentar os reveses da vida que não são poucos. A Graça de Deus também nos sustenta para seguirmos em frente até Aquele Dia Glorioso quando estaremos para sempre com Ele. De nós mesmos não somos nada! Somos salvos pela graça, santificados pela graça, libertos pela graça, perseveramos em Cristo pela graça e experimentaremos um futuro glorioso por pura graça de Deus. A suficiência e abrangência da irresistível Graça de Deus podem alcançar a todos os pecadores, mas por sua soberana vontade o Senhor elegeu alguns. Os eleitos não resistem ao chamado. Não há universalismo da salvação, como querem crer alguns. A graça que salva, santifica. Ela também firma, liberta, fortalece e sustenta o cristão. A graça também faz o cristão verdadeiro perseverar até o fim aguardando a bendita esperança da Vinda do Senhor. É este ensino que precisamos resgatar em nossas comunidades. Chega de tantas teologias inventadas pelas mentes pervertidas. A Bíblia Sagrada é o maior, o mais confiável e completo manual de Teologia Sistemática! É o nosso Manual de Fé e Prática. Atentemos para ela. E confiemos na Graça uma vez encarnada, que é o próprio Cristo! Haja graça sobre graça em nossas vidas! Nadia Malta.

 

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Meditação/Nadia Malta/CONFIEMOS, DEUS SABE O QUE FAZ!


CONFIEMOS, DEUS SABE O QUE FAZ!
                                                                                       
 “Assim diz o SENHOR: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar. Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei mudar a vossa sorte; congregar-vos-ei de todas as nações e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar donde vos mandei para o exílio”. Jr. 29.10-14. 

O texto lido faz parte do conteúdo da carta do profeta Jeremias inspirada por Deus aos cativos em Babilônia. A finalidade desta carta era alertar o povo à respeito tanto da dureza dos seus corações e chamá-lo ao arrependimento, quanto aos falsos profetas que profetizavam segundo o desejo do coração do povo, que era se libertar do jugo de Babilônia. Jeremias usado pelo Senhor alerta o povo a não confiar nos profetas e sonhadores mentirosos que se levantaram para agradar o povo em detrimento da vontade de Deus. No livro de Naum (1.3b) aquele profeta traz uma revelação tremenda para o povo de Deus: “O Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés”. Isto significa que nem sempre a tempestade ou mesmo o cativeiro é um mal em si mesmo, muitas vezes ela faz parte da estranha e eficaz didática de Deus para colocar as coisas em seus devidos lugares. Nenhum mestre de Deus é tão eloqüente e tão convincente quanto o sofrimento. O socorro de que precisamos vem efetivamente apenas de Deus! Precisamos ficar espertos e não dar ouvidos aos profetas e sonhadores que se levantam como pedras de tropeço à vontade de Deus. Somos, a cada curva do caminho, instados e desafiados a confiar no Senhor. Ele sabe o que faz e como faz!

Jeremias traz três revelações da parte de Deus quanto aos seus propósitos em atravessarmos as dificuldades da vida. Primeira Revelação: A dificuldade, a tribulação, o cativeiro tem prazo de validade, tem tempo para acabar! Enquanto o Senhor prepara a vitória, prepara o nosso coração para recebê-la. O desejo do coração de Deus é fazer tudo novo em nos! Enquanto não se cumprirem os dias determinados para que sejam consolidadas as mudanças em nossos corações, nada acontecerá. Esse tempo de certa forma é determinado por nós. Quanto mais nos endurecemos, mais a vitória será postergada. Não adianta os mestres da auto-ajuda e ou os gurus tentarem dizer o contrário, nem profeta, nem visionário, nem prognosticador. Propósito de Deus se cumpre! Deus é Deus! Segunda Revelação: Não estranhemos os métodos de Deus para cumprir seus propósitos em nossas vidas! Quando pedimos algo ao Senhor, só ele conhece o tempo e o modo de fazer o que desejamos. A ferramenta que ele vai usar para quebrar o coração endurecido vai depender do material de que é feito aquele coração. Ele poderá usar desde o pequeno martelo a dinamite. Uma coisa o texto deixa bem claro: Tudo concorrerá para o bem. Ele tem pensamentos de paz e não de mal para nos dar o que desejamos. O cativeiro de Babilônia demorou 70 anos por causa da dureza do coração do povo. Não sei o tempo que Deus vai usar para lhe dar a vitória nessa situação que o aflige, mas de uma coisa tenho certeza: Ele sabe fazer caminhos no meio das nossas tormentas. Aquilo que parece ter vindo para nos destruir, vem exatamente para nos reconstruir! O Seu Caminho é Perfeito Sempre, por mais doloroso e íngreme que pareça! Falamos sobre este assunto recentemente, mas continuo afirmando: Precisamos ser mais lembrados que instruídos!

Terceira Revelação: Nenhuma oração fica sem resposta, ao tempo de Deus todas serão respondidas! O Senhor é especialista em aparar lágrima de crente e receber suas orações. Sobretudo, aquelas que brotam de um coração quebrantado e contrito. Deus se agrada da sinceridade de coração. Na verdade ele sonda mentes e corações para nos dar aquilo que precisamos. O Senhor deseja de nós um relacionamento íntimo com ele. Ele deseja que o busquemos de todo o coração, só aí Ele se deixará achar e mudará a sorte daquele que o buscar em verdade. Ele não olha nem se impressiona com as nossas performances religiosas ou nossas práticas religiosas exteriores, como longos jejuns sem mudanças de atitudes. Ele se importa com o que vê em nossos corações. Só quando Ele for buscado assim com inteireza de coração, então Ele mudará as nossas circunstancias. O que esse texto nos ensina? As nossas tribulações, tempestades e dificuldades nesta vida têm prazo de validade, têm tempo para acabar. O tempo de duração de nossos cativeiros é o tempo de duração de nossa rebelião. A obediência nos capacita a receber o que está reservado para nós. O Senhor é especialista em fazer caminhos nas piores tormentas que nos assolam, porque só Ele conhece os pensamentos que tem a nosso respeito. Nenhuma oração ficará sem resposta, ao seu tempo todas serão respondidas. E “Não”, também é resposta! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/




quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Meditação/Nadia malta/NÃO TEMAMOS AS CARTAS DE AFRONTA!


NÃO TEMAMOS AS CARTAS DE AFRONTA!
                                                                              
 “Tendo Ezequias recebido a carta das mãos dos mensageiros, leu-a; então, subiu à Casa do SENHOR, estendeu-a perante o SENHOR”. II Reis 19.14. 

Estendamos perante o Senhor as ameaças recebidas e confiemos na sua providencia Divina. O texto lido trata da grande ameaça sofrida pelo rei Ezequias de Judá, por parte do rei Senaqueribe da Assíria, que prometia invadir o pequeno reino de Judá e ainda diz palavras insolentes contra o Senhor. Na verdade, quando um servo de Deus é afrontado, o próprio Deus é afrontado, pois somos chamados pelo seu nome. Em sua angústia, Ezequias vestiu-se de roupas de luto e entrou no templo do Senhor. Enviou mensageiros ao profeta Isaías e ali derrama seu coração numa das orações mais tocantes da palavra de Deus. O rei estende diante de Deus, a carta recebida de Senaqueribe. O Senhor ouve, responde e entra com a providencia. Entendemos que o rei Senaqueribe é um dos tipos de satanás. Adversário perigoso e astuto.  Quantas mensagens do nosso adversário temos recebido nos últimos tempos! Quer sejam escritas ou de viva voz. São notícias ameaçadoras de todas as partes, instrumentos malignos são usados como porta-vozes, mas a fonte é uma só: O inimigo das nossas almas! Essas Cartas de Afronta têm muitas faces: São intimações de justiça que nos apanham de surpresa. São notícias de dívidas que não fizemos. São resultados de exames que apontam para doenças graves. São demissões inesperadas, quando há tantos compromissos a serem honrados. Pedidos de divórcio, quando achávamos que estava tudo bem. Palavras maledicentes que machucam e entristecem os nossos corações. A lista é interminável. Contudo, seja qual for o conteúdo dessas mensagens do inferno, o propósito é desestabilizar a nossa fé e afrontar o Deus vivo.

O que fazer, então? Estendê-las em oração diante de Deus. Ezequias estende a carta ameaçadora diante do Senhor! “Ezequias recebeu a carta das mãos dos mensageiros e a leu. Então subiu ao templo do Senhor e estendeu-a perante o Senhor. E Ezequias orou ao Senhor: "Senhor, Deus de Israel, que reina em teu trono, entre os querubins, só tu és Deus sobre todos os reinos da terra. Tu criaste os céus e a terra. Dá ouvidos, Senhor, e vê; ouve as palavras que Senaqueribe enviou para insultar o Deus vivo. É verdade, Senhor, que os reis assírios fizeram de todas essas nações e seus territórios um deserto. Atiraram os deuses delas no fogo e os destruíram, pois não eram deuses; eram apenas madeira e pedra moldadas por mãos humanas. Agora, Senhor nosso Deus, salva-nos das mãos dele, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus". Quando oramos com sinceridade, apresentando diante de Deus a nossa queixa ou Ele nos capacita a resolver a questão ou entra Ele mesmo com a providencia sobrenatural. Percebemos aqui a preocupação de Ezequias, não apenas de se livrar da situação, mas que o nome do Senhor seja glorificado na vitória. Deus responde a oração sincera do seu servo e conforta seu coração, prometendo providencia! “Então Isaías, filho de Amoz, enviou uma mensagem a Ezequias: "Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Ouvi a sua oração acerca de Senaqueribe, o rei da Assíria. Esta é a palavra que o Senhor falou contra ele: ‘A virgem, a filha de Sião, o despreza e zomba de você. A filha de Jerusalém meneia a cabeça enquanto você foge. De quem você zombou e contra quem blasfemou? Contra quem você levantou a voz e contra quem ergueu o seu olhar arrogante? Contra o Santo de Israel! Sim, você insultou o Senhor por meio dos seus mensageiros. “Portanto, assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: ‘Ele não invadirá esta cidade nem disparará contra ela uma só flecha. Não a enfrentará com escudo nem construirá rampas de cerco contra ela. Pelo caminho por onde veio voltará; não invadirá esta cidade’, declara o Senhor. ‘Eu a defenderei e a salvarei, por amor de mim mesmo e do meu servo Davi".

Deus cumpre a sua promessa de livramento! “Naquela noite o anjo do Senhor saiu e matou cento e oitenta e cinco mil homens no acampamento assírio. Quando o povo se levantou na manhã seguinte, o lugar estava repleto de cadáveres! Assim Senaqueribe, rei da Assíria, desmontou o acampamento e foi embora. Voltou para Nínive e lá ficou. Certo dia, enquanto ele estava adorando no templo de seu deus Nisroque, seus filhos Adrameleque e Sarezer mataram-no à espada e fugiram para a terra de Ararate. Seu filho Esar-Hadom foi o seu sucessor”. O que aprendemos aqui para aplicar em nossas próprias lutas? Diante de qualquer demanda, luta, ou ameaça, recorramos ao Senhor, estendamos diante Dele aquilo que nos aflige e vem para afrontá-lo. Façamos isto com absoluta sinceridade de coração. Fiquemos atentos, pois enquanto esperamos Deus envia consolo. Não podemos deixar que o nosso desespero nos impeça de ouvir a voz de Deus através de vários instrumentos levantados para nos consolar. Aguardemos já em ação de graças aquilo que Deus fará. E estejamos certos, será muito mais de que tudo aquilo quanto pedimos ou sequer pensamos. O Senhor pelejará por nós!  Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/




quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Meditação/Nadia Malta/CRISTO VIVE E REINA PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS!


CRISTO VIVE E REINA PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS!
                                                                    
 “Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.” I Co 15.19.                                  

Precisamos trazer à memória como igreja que a ressurreição de Cristo é o penhor, a garantia da nossa própria ressurreição, por isso temos uma viva esperança. No texto lido, o apóstolo Paulo fecha uma questão iniciada no versículo primeiro. Nesse contexto, do qual lemos apenas o versículo chave, o apóstolo fala aos seus leitores em Corinto sobre a importância da ressurreição de Cristo, que é o cerne do evangelho da graça e a razão maior da confissão da nossa esperança. Por isso não dá para falar em esperança sem falar em ressurreição. Sabemos que já houve uma ressurreição do nosso espírito, outrora morto em seus delitos e pecados, mas aguardamos o dia da ressurreição de nossos corpos que serão glorificados à semelhança do corpo de Cristo. Vejamos o que Paulo diz a esse respeito em Cl 3.1: “Portanto, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive assentado à direita de Deus”. Aqueles que não estavam tão firmes na fé se deixaram contaminar pela filosofia dos céticos gregos, tornando-se desalentados e sem esperança. Nesse capítulo 15 de I Corintios, o apóstolo fala da ressurreição do corpo, fato que acontecerá na segunda vinda de Jesus Cristo. Essa é uma realidade que não podemos perder de vista, do contrário, todo o evangelho se esvaziaria de sentido, bem como a nossa fé e a razão da esperança que há em nós. Ser crente não é apenas ter fé na pessoa de Jesus Cristo. Antes, ser crente é aquele que crê no Cristo vivo, ressurreto, como revelado na mensagem integral do evangelho. O evangelho é mais que o perdão dos pecados e a regeneração do espírito, inclui a ressurreição de Cristo que é o penhor, a garantia da nossa própria ressurreição, bem como a subseqüente renovação de toda a criação. A revelação do evangelho tem uma repercussão em todo o cosmos, não apenas no momento presente, mas por toda a eternidade.

O apóstolo Paulo traz á memória não só dos Coríntios, mas dos seus leitores de todas as épocas quatro verdades. Primeira Verdade: Ele traz à memória dos Coríntios a mensagem que ele havia pregado e eles receberam e creram! Vs.1,2: “Irmãos, quero lembrar-lhes o evangelho que lhes preguei, o qual vocês receberam e no qual estão firmes. Por meio deste evangelho vocês são salvos, desde que se apeguem firmemente à palavra que lhes preguei; caso contrário, vocês têm crido em vão”. Paulo havia pregado àqueles irmãos a mensagem integral do evangelho. Houve mudanças reais. Um salvador morto não poderia salvar ou transformar ninguém. Os leitores de Paulo haviam recebido a palavra, crido em Jesus, e, agora se encontravam firmados nessa verdade libertadora. Caso ele lhes tivesse falado de um Cristo morto, não teria havido genuína conversão. O que eles precisavam agora era manter firme a sua confissão de fé e rejeitar a falácia dos falsos mestres gregos, que estava contaminando a igreja. Segunda Verdade: Ele traz à memória dos Coríntios tudo que as Escrituras do Antigo Testamento já haviam falado sobre o assunto! Vs.3,4: “Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”. Paulo apela para o testemunho das Escrituras do Antigo Testamento. A síntese do evangelho é: Cristo morreu! Foi sepultado! Ressuscitou! Apareceu a muitos e voltará! Vejamos o que dizem pelo menos três das inúmeras Escrituras do Antigo Testamento: Sl.16.10: “Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu santo veja corrupção”; em Is 26.19 diz: “Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai os que habitam no pó; porque o teu orvalho, ó Deus será como o orvalho da vida, e a terra dará à luz os seus mortos” . Jó 19.25: “Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra”. Terceira Verdade: Ele traz à memória dos Coríntios o testemunho daqueles que viram o Senhor ressurreto Cristo! Vs. 5-11: “E apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido. Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos; depois destes apareceu também a mim, como a um que nasceu fora de tempo. Pois sou o menor dos apóstolos e nem sequer mereço ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus. Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e sua graça para comigo não foi em vão; antes, trabalhei mais do que todos eles; contudo, não eu, mas a graça de Deus comigo. Portanto, quer tenha sido eu, quer tenham sido eles, é isto que pregamos, e é isto que vocês creram”. Ao todo foram doze aparições mencionadas pelos evangelhos e o livro de Atos. A primeira testemunha foi Maria Madalena, ela viu não só o sepulcro vazio, mas o próprio Senhor ressurreto – Jo 20.11-18. Apareceu a Pedro e aos demais discípulos. Tiago o meio irmão de Jesus o viu ressurreto. Depois foi visto por mais de 500 irmãos de uma só vez. Todavia, uma das principais testemunhas desse evento glorioso foi o próprio Paulo, três anos depois. Ele falava como quem tinha autoridade, não era apenas o que viu contar, mas ele mesmo viu o Senhor.

Quarta Verdade: Paulo encerra a sua defesa trazendo à memória dos Coríntios o fato da grande inutilidade que o Evangelho teria e da própria fé em Cristo, caso Ele não houvesse ressuscitado! Vs. 12-19: “Ora, se está sendo pregado que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou; e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. Mais que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos. Mas se de fato os mortos não ressuscitam, ele também não ressuscitou a Cristo. Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. Neste caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão”. Negar a ressurreição seria tornar o cristianismo uma ilusão. Não haveria perdão dos pecados. Não haveria regeneração do espírito. A ressurreição é o cerne da esperança do cristão, não só nesta vida, mas na vindoura. Como diz o hino: “Porque ele vive, posso crer no amanhã”. Porque Cristo ressuscitou, nós também ressuscitaremos! Aleluia! Cristo vive e reina pelos séculos dos séculos! O que toda essa defesa da ressurreição de Cristo traz para nós hoje? Gostaria de recorrer às palavras do apóstolo Pedro em I Pe 1.3: “Bendito o Deus e pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”. Nos dias atuais, quando parece faltar fé e esperança para muitos de nós, essa palavra nos traz grande conforto. O mote da nossa esperança é a ressurreição de Cristo. A esperança fundamentada no Cristo vivo auxilia a superar os momentos de extrema dificuldade, porque sabemos em quem cremos. O esperançoso na vida eterna não está à mercê do acaso, mas guardado pelo poder de Deus. Finalmente, declaremos: Cristo Vive e Reina pelos séculos dos séculos. Há esperança para nós! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/




quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Meditação/Nadia Malta/SEJAMOS COMPASSIVOS!


SEJAMOS COMPASSIVOS!


                                                                 
“Em dia subseqüente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão. Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela. Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores! Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando: levanta-te! Sentou-se o que estivera morto e passou a falar; e Jesus o restituiu a sua mãe. Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo” Lucas 7.11-16.                                   

O texto nos chama a atenção para a compaixão e a responsabilidade que devemos ter com todos os desesperados, perdidos e aflitos ao nosso redor. Aqui encontramos Jesus em Naim ressuscitando o filho único de uma viúva, imediatamente no dia seguinte a cura do servo do centurião. Alguns teólogos interpretam este episódio como a ressurreição da profecia. Contudo, deixando as divagações teológicas à parte, o texto evidencia a compaixão de Jesus, levando vida ao que estava morto. O Senhor tem em todos os tempos chamado homens e mulheres de corações compassivos que possam acudir os desgraçados ao seu redor. Ele poderia fazer isto através de anjos, mas em sua soberania resolveu usar a você e a mim. Ele já nos capacitou para isso e prestaremos contas dessa mordomia. O Senhor deu a mesma oportunidade a cada um de nós, que é o fato de estarmos vivos sobre a terra e ainda nos deu dons para que os multipliquemos em sua obra. O Rei está voltando e prestaremos contas do que a nós foi confiado. Olhando lá para fora podemos ver a enorme multidão de mortos vivos, que caminha a esmo à procura da verdadeira vida. É a multidão dos desgraçados, dos desesperançados, o grande Bloco dos mortos vivos que se arrasta como ovelhas que não têm pastor. Seu estandarte é visível e representa uma existência sem Deus. Nesta hora cabe a nós, como representantes da Vida, sair da nossa zona de conforto, levantar o estandarte da graça de Deus e anunciar com ousadia que a verdadeira Alegria Viva existe sim e se chama JESUS, o CRISTO DE DEUS! As tribos no passado eram identificadas por estandartes com suas insígnias. Acampavam-se em blocos cada um com a sua identificação hasteada de maneira visível no alto de um mastro. Contudo, cadê a compaixão do Bloco da Graça de Deus? Cadê o nosso estandarte? Em Cânticos dos Cânticos 2.4b diz a esposa ao seu amado: “E o seu estandarte sobre mim é o amor”.

Perdemos tanto tempo durante todos os dias do ano, muitas vezes trancafiados em nossos redutos eclesiásticos brigando por coisas sem importância, enquanto multidões caminham a passos largos para o inferno! Como crerão se não tem quem pregue? Que hoje possamos dizer: “Eis-me aqui, Senhor, envia-me a mim!”. A fatura da nossa indolência e comodismo chegará mais cedo ou mais tarde. Seremos cobrados pela liberdade e os recursos que foram colocados à nossa disposição e não usamos! Olhemos agora para as duas multidões mencionadas pelo texto. Primeira Multidão: Liderada por Jesus, Celebra a vitória da Vida sobre a morte! Jesus vinha com seus discípulos e grande multidão, eles tinham acabado de sair de Cafarnaum, onde curou o servo de um centurião que estava à morte. Muitos seguiam a Jesus por causa daquela cura, eles vinham celebrando a vida, a esperança, a alegria, a saúde, a libertação do jugo, a possibilidade. Aquele era sem dúvida o Bloco da Vitória, liderado pelo Autor da Vida. Somos o povo da esperança, da bênção. Fazemos parte da nação santa, somos o povo de propriedade exclusiva de Deus. Somos chamados ainda de sacerdócio real. Mas será que todos esses títulos nos foram dados apenas para que os ostentemos orgulhosamente como faixas e troféus que ficam empoeirados em uma prateleira?  Será que é da vontade de Deus que nos tranquemos em nossos redutos e olhemos orgulhosamente, apenas com desdém para os desgraçados que agonizam à beira do Caminho, como o levita e o sacerdote da parábola do Bom samaritano que viram o homem que caiu nas mãos de salteadores e passaram ao largo? Ou será que o Senhor está requerendo de nós a mesma íntima compaixão com a qual ele acudiu aquela pobre viúva que acabara de perder seu único filho? Sem Cristo, estávamos todos sem arrimo, éramos desgraçados na acepção da palavra, destituídos da graça de Deus. Contudo, já fomos vivificados!

Segunda Multidão: Liderada por uma viúva, lamenta a morte! Jesus entra em Naim com seus discípulos e grande multidão que vinha com ele, encontra-se com outra multidão que acompanhava uma viúva que ia enterrar seu único filho. Convém salientar que naquela época não havia nenhum sistema previdenciário, o arrimo de uma viúva era o filho mais velho, a mulher em questão além de viúva tinha um único filho e acabara de perdê-lo. O v.13 diz que Jesus vendo a mulher moveu-se de íntima compaixão por ela e disse: “Não chores!” (ARC). Neste ponto do relato a nossa atenção volta-se totalmente para Jesus. A mulher não recorre a ele, não se queixa, mas a dor experimentada por ela transcende qualquer palavra e toca o íntimo do Senhor. A sua dor era tão grande que transcendia, não havia palavras que pudessem descrevê-la, era o fim da linha.  A compaixão do mestre enxerga e sente a dor da perda, da desesperança e do desamparo profundo. Alguém já disse que “compaixão é a dor do outro em meu coração”. Foi isso que aconteceu, a dor daquela mulher tocou as profundezas de Deus e a vida prevaleceu. Ela recebeu seu filho ressuscitado.  Lamentavelmente tem faltado compaixão em nosso meio. Contudo, este é um sinal visível da Segunda vinda de Jesus, o amor que tem esfriado dos corações. Mas ainda há tempo de mudar essa triste realidade! O que aprendemos aqui? A verdadeira Vida sempre prevalece à morte.  Precisamos aprender com o Senhor da Vida a exercitar compaixão pelos perdidos ao nosso redor e ir até eles levando vida. Precisamos ser canais para trazer mortos de volta a vida!  O exercício da compaixão nos leva a sentir a dor do outro em nosso coração. A compaixão é diferente da pena furtiva que sentimos por alguém, mas que logo se dissipa. O coração compassivo além de sentir a dor e a necessidade do outro, se move em sua direção para mitigar o sofrimento. Finalmente, Não podemos perder de vista que o Senhor continua procurando homens e mulheres de corações compassivos que possam levar vida aos que estão mortos ao seu redor. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Meditação/Nadia Malta/O QUE FAZER NAS HORAS INEVITÁVEIS DE ABATIMENTO?


O QUE FAZER NAS HORAS INEVITÁVEIS DE ABATIMENTO?
                                                                           
“Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus? Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu”. Salmo 42. 1,2, 5. 

Neste salmo, atribuído aos filhos de Corá, o salmista desnuda seu estado de alma e rasga seu coração diante de Deus. Ele reconhece que a sua dor maior é um anseio pela presença do Deus vivo. O peregrino de Deus em sua jornada por esta vida não se sente nada confortável. Há uma afirmação teológica que diz que “o vazio no coração do homem é do tamanho de Deus”. Igualmente o anseio desse coração é pela presença gloriosa do Senhor enchendo todos os espaços. O coração do servo de Deus enquanto anda pelo deserto deste mundo continua ansiando pela presença do Senhor. Nada o pode satisfazer completamente: Família, bens, notoriedade, relacionamentos ou quaisquer outras coisas, nada pode nos satisfazer completamente, senão a presença de Deus em nós. Só a maturidade espiritual nos leva a aquietar a nossa alma exigente e ansiosa pelas coisas terrenas. A medida desse “ter” nunca enche como diria meu sogro. A nossa alma só pode encontrar quietude em Deus!

Em nossos momentos inevitáveis de abatimento precisamos atentar para algumas atitudes. Precisamos Reconhecer e confessar ao Senhor o real anseio da nossa alma! Diz o salmista: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus? Minhas lágrimas têm sido o meu alimento de dia e de noite, pois me perguntam o tempo todo: "Onde está o seu Deus?". Conceda-me o Senhor o seu fiel amor de dia; de noite esteja comigo a sua canção. É a minha oração ao Deus que me dá vida. Direi a Deus, minha Rocha: "Por que te esqueceste de mim? Por que devo sair vagueando e pranteando, oprimido pelo inimigo?”. Ver ainda: Salmo 63.1: “Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água”. Precisamos nos Lembrar das vitórias e bênçãos recebidas, isto ajuda a atravessar tempos difíceis! Contar as bênçãos como diz a letra do velho hino. O salmista diz: “Quando me lembro destas coisas choro angustiado. Pois eu costumava ir com a multidão, conduzindo a procissão à casa de Deus, com cantos de alegria e de ação de graças entre a multidão que festejava”. O profeta Jeremias diz em seu livro das Lamentações: “Preciso trazer à memória o que pode dar-me esperança”.

Precisamos Confrontar a razão do nosso próprio abatimento! “Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim? Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus. A minha alma está profundamente triste; por isso de ti me lembro desde a terra do Jordão, das alturas do Hermom, desde o monte Mizar. Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim?”. Ainda Jeremias em Lamentações convoca: “Examinemos e submetamos à prova os nossos caminhos, e depois voltemos ao Senhor”. Precisamos Aquietar a alma ansiosa reconhecendo que a saída vem só de Deus! O salmista diz: “Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus”. Ver ainda: Salmo 33.20-22: “Nossa esperança está no Senhor; ele é o nosso auxílio e a nossa proteção. Nele se alegra o nosso coração, pois confiamos no seu santo nome. Esteja sobre nós o teu amor, Senhor, como está em ti a nossa esperança”. Salmo 62.1: “A minha alma descansa somente em Deus; dele vem a minha salvação”. O que aprendemos com o salmista aqui? Há um anseio que sentimos e que só pode ser satisfeito em Deus. Só Deus tem o que precisamos realmente. No meio do nosso abatimento precisamos reconhecer isto, e dizer ao Senhor como nos sentimos. Lembrar-nos das vitórias e bênçãos recebidas nos ajuda a atravessar tempos difíceis. O Deus que agiu no passado, age hoje. Confrontar a razão do próprio abatimento. Perguntemos a nossa alma por que ela tem estado abatida. Reconhecer que a nossa saída e esperança vem de Deus, porque essa saída é o próprio Deus. No Salmo 131, outro salmista, Davi fecha a questão dizendo: “Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim. De fato, acalmei e tranquilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança. Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, desde agora e para sempre!”. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

domingo, 14 de outubro de 2018

Meditação/Nadia Malta/RECLAMAÇÃO PEDE AÇÃO! Qual a razão da sua queixa?


RECLAMAÇÃO PEDE AÇÃO! Qual a razão da sua queixa?
                                                                       
“Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados. Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o SENHOR. Levantemos o coração, juntamente com as mãos, para Deus nos céus, dizendo: Nós prevaricamos e fomos rebeldes, e tu não nos perdoaste”.Lamentações 3.39-42.  

Façamos um auto-exame, uma auto-reflexão de nossas próprias ações e suas conseqüências. Creio que necessitamos fazer isto tanto pessoalmente quanto como nação. Nunca foi tão necessário reconhecer e confessar pecados. O livro das lamentações, como o próprio nome sugere, é um poema fúnebre escrito para um funeral nacional. O povo de Deus estava morto espiritualmente. Havia voltado às costas para Deus, indo atrás de outros deuses, entristecendo o seu coração. Jeremias começa o contexto com uma pergunta no versículo 39: “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados”. A partir do reconhecimento da resposta a esta pergunta ele começa a traçar o caminho para a aplicação da solução. Gostaria de fazer hoje a mesma pergunta feita pelo profeta ao povo de Deus do passado: De que temos nos queixado? Será que a razão dos nossos estreitos não seria aquelas coisas que insistimos em não confessar? O nosso grande receio é que estejamos sendo cauterizados em nossa capacidade de julgar a nós mesmos. Estamos ficando craques em engolir camelos e nos engasgamos com facilidade com pequenos mosquitos. Sobretudo, quando os camelos são nossos e os mosquitos são dos outros. Somos rápidos no gatilho para apontar os erros dos outros. Esses, enxergamos com potentes lentes de aumento e quanto aos nossos pecados, àqueles que escondemos a sete chaves nos porões de nossas almas? Esquecemos que não existe o ministério de "Fiscal da fazenda celestial” e que toda acusação acontece sob a eficácia de satanás e sob as máscaras da nossa própria hipocrisia.

Há cinco ações restauradoras apontadas em resposta à pergunta inicial feita pelo profeta. Primeira Ação: Fazer um auto-exame! Tempo de esquadrinharmos os nossos próprios caminhos. Alguns outros textos bíblicos trazem a mesma idéia. I Coríntios 11.28: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice”; II Coríntios 13:5: “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados”; Salmos 26:2: “Sonda-me, Senhor, e prova-me, examina o meu coração e a minha mente”. Segunda Ação: Provar os próprios caminhos (Descobrir a verdadeira intenção dos nossos atos). Ninguém melhor que nós mesmos para discernir as próprias intenções travestidas de boas. Boas para quem? Somos chamados aqui a provar as nossas reais intenções, os próprios caminhos. Façamos isso com sinceridade de coração!  Terceira Ação: Voltar-se para Deus! Em Jeremias 4:1 encontramos esse lamento de Deus ansiando pelo seu povo para que se volte para ele: "Se você voltar, ó Israel, volte para mim", diz o Senhor”. Cremos firmemente na volta iminente do Senhor. Estamos vivendo um tempo de preparação de faxina pesada em nossos porões. O que temos armazenado lá dentro? Quantas coisas apodrecidas e mal cheirosas estão lá à sete chaves! Deixemos que o Sol da Justiça com sua Luz Divina ilumine as regiões abissais de nossas almas. O dono da casa espiritual se aproxima.  Já podemos ouvir os ecos da sua gloriosa vinda. Voltemos para ele!

Quarta Ação: Orar com quebrantamento de espírito! Levemos os nossos corações quebrados à presença do Senhor. Usemos de sinceridade em nossas orações. Já repetimos muitas vezes: Ele não se impressiona com as nossas palavras bonitas desprovidas de sinceridade. Quinta Ação: Confessar o nosso pecado tanto pessoalmente quanto como nação! Em Dn.9.4-8 encontramos o profeta se derramando na presença do Eterno e dizendo: “Orei ao Senhor, ao meu Deus, e confessei: "Ó Senhor, Deus grande e temível, que mantém a sua aliança de amor com todos aqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos, nós temos pecado e somos culpados. Temos sido ímpios e rebeldes, e nos afastamos dos teus mandamentos e das tuas leis. Não demos ouvido aos teus servos, os profetas, que falaram em teu nome aos nossos reis, aos nossos líderes e aos nossos antepassados, e a todo o povo desta terra. "Senhor, tu és justo, e hoje estamos envergonhados. Sim, nós, o povo de Judá, de Jerusalém e de todo o Israel, tanto os que estão perto como os que estão distantes, em todas as terras pelas quais nos espalhaste por causa de nossa infidelidade para contigo. Ó Senhor, nós e nossos reis, nossos líderes e nossos antepassados estamos envergonhados por termos pecado contra ti”. O que o texto nos instrui a fazer? Antes de buscar saídas externas para as nossas encrencas pessoais, façamos uma busca dentro de nós. Chequemos as intenções do nosso coração enganoso, submetendo-o a sondagem do Espírito Santo. Voltemos para Deus em arrependimento sincero de coração e oremos confessando a ele o nosso pecado. O Senhor é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


domingo, 9 de setembro de 2018

Meditação/Nadia Malta/“QUANDO CLAMARMOS COM SINCERIDADE, ENTÃO, SEREMOS OUVIDOS!”!


“QUANDO CLAMARMOS COM SINCERIDADE, ENTÃO, SEREMOS OUVIDOS!”!
                                                                               
“Assim diz o SENHOR: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar. Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei mudar a vossa sorte; congregar-vos-ei de todas as nações e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar donde vos mandei para o exílio”. Jeremias 29.10-14.                                                                       

Procuremos ir ao Senhor com sinceridade de coração e desejo de mudar de vida. O texto lido faz parte da carta de Deus, por meio do profeta Jeremias, aos cativos em Babilônia. A finalidade desta carta era alertar o povo à respeito dos falsos profetas que profetizavam segundo o desejo do coração do povo, que era se libertar do jugo de Babilônia. Jeremias usado pelo Senhor alerta o povo a não confiar nos profetas e sonhadores mentirosos que se levantaram para agradar o povo em detrimento da vontade de Deus. No livro de Naum (1.3b) aquele profeta traz uma revelação tremenda para o povo de Deus: “O Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés”. Isto significa que nem sempre a tempestade ou mesmo o cativeiro é um mal em si mesmo, muitas vezes ela faz parte da estranha e eficaz didática de Deus. Nenhum mestre de Deus é tão eloqüente e tão convincente quanto o sofrimento.  Vivemos em um tempo em que é muito comum as pessoas buscarem os “gurus” da atualidade com suas “profetadas e seus revelamentos” com propósito de fazê-las fugir do sofrimento. O resultado desse tipo de busca é decepção, frustração e fracasso! O socorro de que precisamos vem efetivamente apenas de Deus! Precisamos ficar espertos e aprender a não dar ouvidos aos profetas e sonhadores que se levantam como pedras de tropeço à vontade de Deus.

O texto lido nos traz três revelações quanto aos propósitos de Deus em meio às tempestades da vida pelas quais inevitavelmente passamos. Primeira Revelação: A tempestade, a dificuldade, a tribulação tem prazo de validade, tem tempo para acabar. Enquanto o Senhor prepara a vitória, prepara o nosso coração para recebê-la. Enquanto não se cumprirem os dias determinados para que sejam consolidadas as mudanças em nossos corações, nada acontecerá. Esse tempo de certa forma é determinado por nós. Quanto mais nos endurecemos, mais a vitória será postergada. Não adianta os mestres da auto-ajuda e ou os gurus tentarem dizer o contrário, nem profeta, nem visionário, nem prognosticador. Propósito de Deus se cumpre! Deus é Deus! Segunda Revelação: Quando pedimos algo ao Senhor, só ele conhece o tempo e o modo de fazer o que desejamos. A ferramenta que ele vai usar para quebrar o coração endurecido vai depender do material de que é feito aquele coração. Ele poderá usar do pequeno martelo a dinamite. Uma coisa o texto deixa bem claro: Tudo concorrerá para o bem. Ele tem pensamentos de paz e não de mal para nos dar o fim que desejamos. O cativeiro de Babilônia demorou 70 anos por causa da dureza do coração do povo. Não sei o tempo que Deus vai usar para lhe dar a vitória nessa situação que o aflige, mas de uma coisa tenho certeza: Ele sabe fazer caminhos no meio das nossas piores tormentas.

Terceira Revelação: Nenhuma oração fica sem resposta, ao tempo de Deus todas serão respondidas. O Senhor é especialista em aparar lágrima de crente e receber suas orações. Sobretudo, aquelas que brotam de um coração quebrantado e contrito. Deus se agrada da sinceridade de coração. Na verdade ele sonda mentes e corações para nos dar aquilo que precisamos. O Senhor deseja de nós um relacionamento íntimo com ele. Ele deseja que o busquemos de todo o coração, só aí Ele se deixará achar e mudará a sorte daquele que o buscar em verdade. Ele não olha nem se impressiona com as nossas performances religiosas ou nossas práticas religiosas exteriores, como longos jejuns sem mudanças de atitudes. Ele se importa com o que vê em nossos corações. Só quando Ele for buscado assim com inteireza de coração, então, Ele mudará as nossas circunstancias. O que esse texto nos ensina? As nossas tribulações, tempestades e dificuldades nesta vida têm prazo de validade, têm tempo para acabar. O tempo de duração de nossos cativeiros é o tempo de duração de nossa rebelião. A obediência nos capacita a receber o que está reservado para nós. O Senhor é especialista em fazer caminhos nas piores tormentas que nos assolam, porque só Ele conhece os pensamentos que tem a nosso respeito. Nenhuma oração ficará sem resposta, ao seu tempo todas serão respondidas. Tão somente confiemos no Senhor. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


domingo, 15 de abril de 2018

Sermão/nNdia Malta/POR QUE O CHAMAMOS DE SENHOR E NÃO FAZEMOS O QUE ELE MANDA?



POR QUE O CHAMAMOS DE SENHOR E NÃO FAZEMOS O QUE ELE MANDA?


  “Por que me chamais Senhor, Senhor se não fazeis o que vos mando? Falou Samuel a toda casa de Israel dizendo: Se é de todo o coração que voltais para o Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o coração ao Senhor, e servi a ele só, e ele vos livrará das mãos dos filisteus. Então, os filhos de Israel tiraram dentre si os baalins e os astarotes e serviram só ao SENHOR.” Lc.6.46; I Sm.7.3,4

Objetivo: desafiar a igreja a refletir sobre a necessidade de obedecer ao Senhor porque isto lhe é agradável e repercute como chave das vitórias mais retumbantes.
Ideia Central do Texto (ICT):
A idéia central dos dois textos mencionados gira em torno da obediência ao senhorio de Deus.
No primeiro texto retirado do Evangelho segundo Lucas, inserido no Sermão do Monte, Jesus profere palavras de lamentação e exortação aos seus ouvintes.
O Senhor fala aqui sobre os dois fundamentos espirituais sobre os quais muitos estão edificados. Para ilustrar essa verdade ele usa duas figuras: uma daquele prudente construtor, que construiu sua casa sobre uma rocha e mesmo passando por intempéries sua casa não desabou. A outra figura é o oposto, fala de um construtor imprudente que construiu sobre a areia e diante das enchentes a casa não suportou e desabou.
O segundo texto foi retirado do I livro do profeta Samuel onde ele instrui o povo de Israel a obedecer ao Senhor e faz isso de forma prática.
Introdução:
É sempre oportuno falar sobre este assunto tão fundamental: que é obediência ao Senhor, agradável a Deus e chave tanto de vitória quanto. A obediência tem aroma agradável às narinas do nosso pai Celestial!
Tenho procurado respostas na Palavra de Deus para uma indagação que tem martelado em minha cabeça dia e noite: Por que muitos no meio do povo de Deus, mesmo freqüentando a igreja, observando algumas disciplinas espirituais, ainda assim não obtém vitória em suas demandas? O que tem faltado, afinal?
No segundo texto lido encontramos o profeta Samuel aconselhando o povo a levar Deus à sério para poder obter vitória sobre seus inimigos. Para isso ele traz uma ordenança e uma promessa.
Quando fazemos um paralelo entre os dois textos, descobrimos que ambos falam da obediência a Palavra de Deus, negligenciada por aqueles que o chamam de Senhor na Velha e na Nova Aliança. A obediência está para a bênção como a desobediência está para a maldição. “Maldição sem causa não se cumpre” – Pv.26.2
Quem pode chamar Deus de Senhor? Aquele que ouve a sua Palavra e a pratica, não sendo ouvinte negligente. O observador da Palavra de Deus precisa se preparar para vencer os filisteus modernos que o tem assolado: Esses agentes vêm através de várias formas.
O PROFETA SAMUEL APONTA QUATRO ATITUDES QUE DEVEM SER ADOTADAS POR ESSE OBSERVADOR DA PALAVRA QUE CHAMA DEUS DE SENHOR:
  1. Ele deve volta-se para o Senhor:
  1. Ele deve tirar do seu meio os deuses estranhos:.
  1. Ele deve preparar seu o coração para o Senhor:
  1. Ele deve servir ao Senhor somente:
Conclusão: O que o Senhor está requerendo de nós hoje especialmente no momento que estamos atravessando, tanto pessoalmente quanto como país?
  1. Que voltemos para o Senhor, que nos convertamos de todo o coração. Que priorizemos Deus em nossa vida.
  2. Que tiremos de nosso meio os deuses estranhos que nos tem feito negligenciar o Senhor e a sua obra.
  3. Que tiremos de nosso meio os astarotes e nossas casas sejam lugares consagrados ao Senhor.
  4. Que preparemos e inclinemos nossos corações para obedecer ao Senhor. Espalhando a sua graça como canais vivos, repartindo com os necessitados e testemunhando da sua palavra.
  5. Que sirvamos somente ao Senhor.
Aleluia, Amém! Nadia Malta em 15.04.18.
                                                                              

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Meditação/Nadia Malta/ORAÇÃO E PRUDÊNCIA, UMA DUPLA E TANTO!

ORAÇÃO E PRUDÊNCIA, UMA DUPLA E TANTO!


“Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos! Sejam sábios no procedimento para com os de fora; aproveitem ao máximo todas as oportunidades. O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um.”
Colossenses 4:2,5,6


Os antigos já diziam que “prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém!”. Grande verdade que deveria ser praticada. A prudência é filha da sabedoria. E quando ela se associa à oração o resultado pode ser surpreendente. O prudente é sempre bom observador, ele sabe que dos mestres da parte de Deus, a observação é um dos mais excelentes. A observação é companheira inseparável do silêncio. Às vezes calar e observar nos traz aquelas respostas esperadas há tanto tempo, mas que em meio às nossas falações compulsivas não conseguíamos enxergar. Tem coisas que o prudente sabe que não deve falar com ninguém, mas apenas com o Senhor em oração perseverante. Há palavras sábias que podem nos tirar de muitas encrencas, mas há silêncios prudentes que evitam que nos encrenquemos! Paulo não economiza conselhos e ordenanças aos seus leitores quanto ao exercício da prudência. O prudente é alguém que vigia, ele dificilmente é apanhado de surpresa. O prudente sabe quando falar e quando calar. Como o texto aqui é dirigido a cristãos, nada pode ser mais devastador do que alguém que se diz cristão, mas não consegue controlar a própria língua. O falar destemperado tem levado desgosto e morte a tantas pessoas! Não é incomum encontrarmos crentes inconvenientes e injuriosos no seu falar. Quantas vidas destruídas, quantos ministérios devastados pela ação maligna de línguas venenosas! Paulo nos alerta aqui quanto ao testemunho para com os de fora. Contudo, não podemos nos esquecer dos de dentro, especialmente dos novos crentes. Que coisa séria! Muitas vezes o nome do Senhor tem sido blasfemado por causa dessa prática. Aproveitemos as oportunidades de apresentar o Cristo àqueles que não conhecem. Façamos isto, se preciso com palavras, mas, sobretudo, com o nosso testemunho! Se não conseguimos deixar de falar da vida de alguém, que tal falar da vida de Cristo? Que o nosso falar seja sempre agradável e temperado com sal. Que saibamos em sabedoria responder a cada um dos que nos indagam sobre as coisas espirituais. Tenhamos um coração agradecido ao Senhor! Pratiquemos a oração perseverante e a prudência!

Nadia Malta

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Meditação/Nadia Malta/JÁ TEMOS O MELHOR DE DEUS, UMA PAZ QUE NÃO TEM FIM!

JÁ TEMOS O MELHOR DE DEUS, UMA PAZ QUE NÃO TEM FIM!


“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.”
Romanos 5:1-2


Ter paz com Deus é a graça suprema que um ser humano pode receber. Diante da qual tudo o mais é reputado em nada. O melhor de Deus para nós! Quando paramos para pensar nessas palavras do apóstolo Paulo, o nosso coração se enche de uma alegria indizível. Éramos inimigos de Deus, estávamos separados Dele e mortos em nossos delitos e pecados. Um grande abismo nos separava Dele. Estávamos destinados ao inferno e a única coisa que a nossa antiga condição merecia era a morte eterna. Que é a eterna separação da presença favorável de Deus e nada menos do que isto, poderia satisfazer a ira do Senhor em relação a nós. No entanto, os que estão em Cristo Jesus, por meio Dele foram justificados, passaram a condição de limpos perante a Lei. O escrito da dívida foi apagado. Não há mais condenação! A morte de Cristo de forma vicária nos justifica perante o Senhor. De inimigos de Deus fomos elevados à condição de filhos amados. Filhos e herdeiros. Coerdeiros com Cristo. Reconciliados, temos paz com Deus. Aleluia! Essa paz não pode ser confundida com a ausência de guerras ou problemas circunstanciais. Esses, enquanto vivermos nesta terra os enfrentaremos. Esse tipo de paz Jesus não veio trazer. Contudo, a verdadeira paz, esta, não nos será tirada jamais. Estamos firmados nesta graça bendita e desde aqui já nos gloriamos na esperança da glória de Deus da qual estávamos destituídos. Isto aqui é motivo mais que suficiente para desfrutarmos da plenitude de alegria vinda da presença viva do Senhor, na qual há delícias perpetuamente. Há um antigo cântico cuja letra diz mais ou menos assim: “Essa paz que sinto em minh’alma não é porque tudo me vai bem! É porque eu tenho ao meu Senhor!”. Aquele que diz ser cristão e não experimenta a verdadeira paz, não é cristão de fato! Se somos de Cristo, então, desfrutemos da verdadeira paz!

Nadia Malta

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