segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/APRENDAMOS A LIÇÃO DA FIGUEIRA: DEUS NÃO ATRASA!

 APRENDAMOS A LIÇÃO DA FIGUEIRA: DEUS NÃO ATRASA! 

“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. Mateus 24.32-35.                                  


O texto todo desta parábola vai do versículo 32 até o 44. O texto é um chamado, uma exortação à preparação e à vigilância. Em maio de 1948 foi a data do florescimento do Estado de Israel: O florescimento da Figueira, árvore símbolo daquele povo! Este acontecimento marca um tempo profético. Este é o primeiro e mais significativo sinal da Segunda Vinda do Cristo. Assim como o florescimento da figueira aponta para a proximidade do verão. O surgimento de Israel como Estado constituído aponta para a Vinda do Senhor! O que a parábola ensina sobre aquele acontecimento glorioso? Este é o grande sinal de que Cristo virá; O texto aponta para um tempo profético, não para um tempo cronológico de dias, meses e anos; Aquele dia virá de repente – Somos chamados à prontidão e à vigilância; e Nem todos subirão.

O relógio de Deus não atrasa! Assim, estamos vivendo um tempo de preparação. E esta geração distraída não tem se apercebido daquilo que está acontecendo à sua volta. Nada do que tem acontecido em nossos dias, como catástrofes, guerras e seus rumores, violência e promiscuidade exacerbada, fome e pestes, é surpresa para os cristãos que vivem em oração, prontidão e vigilância. O Senhor ainda diz no texto: “Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado. Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra deixada. Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor”.  Temos aqui a nítida impressão que o contexto fala do Arrebatamento da Igreja, a primeira fase da Segunda Vinda. Embora haja muitas interpretações acerca deste assunto, há textos como este que apontam para um rapto súbito da Igreja. Este acontecimento requer preparação, prontidão e santificação.

Tudo será de repente. Num abrir e fechar de olhos. Na verdade é interessante ler todo este capítulo vinte e quatro deste Evangelho. Aqui temos o grande capítulo Escatológico do Senhor. Hoje há uma preocupação tão grande com coisas terrenas em detrimento das espirituais. Que possamos despertar do sono, da mornidão espiritual e voltar à prática das primeiras obras.  O que somos instados a fazer? Que possamos consagrar tudo que somos, que temos e sabemos ao Senhor! Tudo será usado por Ele para louvor de sua excelsa glória!  Priorizemos o seu Reino e sua justiça, as demais coisas de que necessitarmos nos serão acrescentadas. Realinhemos as nossas prioridades, abandonemos a carnalidade que nos tem embaraçado os pés para que aquele dia não nos apanhe de repente como um laço! Atentemos! Nadia Malta

 

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