TEM FALTADO GRATIDÃO EM NOSSO MEIO!
https://youtu.be/QWNGsaBjR5E
“Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Provérbios 30:7-9.
Tem faltado gratidão em nosso meio! Vivemos
uma pandemia de insatisfação sem precedentes, misericórdia! Em sua sabedoria
vinda do Alto o autor de Provérbios, traz a percepção da suficiência nos
versículos citados. O dicionário, dentre outras coisas, diz que suficiente é o
quanto baste! Nem mais, nem menos. Creio que esta é uma lição oportuna para o
nosso tempo de tanta competição, insatisfações, exigências e demandas. As
pessoas em várias áreas da vida querem “bater a meta” como se diz na linguagem
do comércio e das grandes corporações. Outro dia ouvi de uma pessoa conhecida
sobre o stress experimentado pelas exigências por parte dos seus superiores, em
“bater a tal meta”. Ela falava da angustia sentida e das noites de sono por
causa da exigência, sob pena de ser demitida. Nos versículos citados o Autor do
texto faz dois pedidos ao Senhor que remetem à suficiência e deveríamos
considerar em nossas orações: A suficiência da palavra empenhada e proferida
com retidão sem mentiras ou falsidade; E A suficiência no ter. Suficiência gera
gratidão e o inverso também é verdade!
O salmista fez aquietar e sossegar a sua
alma como a criança desmamada nos braços de sua mãe. Como a nossa alma é
exigente! Estamos sempre às voltas tentando satisfazer um desejo ou anseio. E
em geral acabamos metendo os pés pelas mãos para conseguir tal intento. Estamos
sempre recomeçando, seja dia, mês ou ano e começar agradecendo é algo agradável
ao Senhor. Foram tantas dádivas e até aquilo que não foi tão agradável de
viver, veio como bênção disfarçada. Caso não tenhamos descoberto o propósito
ainda, logo, logo descobriremos. Nada em nossa vida é obra do acaso! A idéia de
suficiência trazida a nós aqui, pelos versículos nos ajuda a compreender que
nos cansamos demasiadamente correndo atrás do vento, como disse o mesmo autor
em outro momento. Ele pede ao Senhor duas coisas, a primeira: “Mantém longe de mim a falsidade e a
mentira”. Aqui também ele nos remete a um tipo de suficiência, a da palavra
proferida e empenhada com retidão. Quanta falsidade e quanta mentira até mesmo
em nosso meio! É impressionante o quanto se mente compulsivamente das mínimas
às grandes coisas. Há uma crise de confiabilidade sem precedentes. Falta a
suficiência de uma falar sincero, honesto, onde o sim, seja sim e o não, seja
não. Que as coisas ditas sejam exatamente o que dizem ser!
O segundo pedido já mencionado é de uma
lucidez que impressiona! O que tem em demasia pode desdenhar de Deus orgulhoso
pelos muitos haveres e conquistas. O que tem de menos pode vir a roubar
envergonhando e desonrando o nome do Senhor. Por isso o autor do texto pede
suficiência. O apóstolo Paulo traz mais luz a questão dizendo: “A minha suficiência vem de Deus”! Apenas
o quanto baste! Nem mais, nem menos! Clamemos assim! O que aprendemos aqui? Que
Busquemos também um falar confiável. Que o que dizemos seja o quanto baste. Que
haja suficiência em nosso falar. Que busquemos a suficiência no ter. Nem mais
nem menos, apenas o quanto baste. Que possamos dizer como o apóstolo Paulo: “A minha suficiência vem de Deus!”,
porque a sua graça nos basta! Nadia Malta

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