quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Meditação/Nadia Malta/TEM FALTADO GRATIDÃO EM NOSSO MEIO!

 TEM FALTADO GRATIDÃO EM NOSSO MEIO!

https://youtu.be/QWNGsaBjR5E

“Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Provérbios 30:7-9. 


Tem faltado gratidão em nosso meio! Vivemos uma pandemia de insatisfação sem precedentes, misericórdia! Em sua sabedoria vinda do Alto o autor de Provérbios, traz a percepção da suficiência nos versículos citados. O dicionário, dentre outras coisas, diz que suficiente é o quanto baste! Nem mais, nem menos. Creio que esta é uma lição oportuna para o nosso tempo de tanta competição, insatisfações, exigências e demandas. As pessoas em várias áreas da vida querem “bater a meta” como se diz na linguagem do comércio e das grandes corporações. Outro dia ouvi de uma pessoa conhecida sobre o stress experimentado pelas exigências por parte dos seus superiores, em “bater a tal meta”. Ela falava da angustia sentida e das noites de sono por causa da exigência, sob pena de ser demitida. Nos versículos citados o Autor do texto faz dois pedidos ao Senhor que remetem à suficiência e deveríamos considerar em nossas orações: A suficiência da palavra empenhada e proferida com retidão sem mentiras ou falsidade; E A suficiência no ter. Suficiência gera gratidão e o inverso também é verdade!

O salmista fez aquietar e sossegar a sua alma como a criança desmamada nos braços de sua mãe. Como a nossa alma é exigente! Estamos sempre às voltas tentando satisfazer um desejo ou anseio. E em geral acabamos metendo os pés pelas mãos para conseguir tal intento. Estamos sempre recomeçando, seja dia, mês ou ano e começar agradecendo é algo agradável ao Senhor. Foram tantas dádivas e até aquilo que não foi tão agradável de viver, veio como bênção disfarçada. Caso não tenhamos descoberto o propósito ainda, logo, logo descobriremos. Nada em nossa vida é obra do acaso! A idéia de suficiência trazida a nós aqui, pelos versículos nos ajuda a compreender que nos cansamos demasiadamente correndo atrás do vento, como disse o mesmo autor em outro momento. Ele pede ao Senhor duas coisas, a primeira: “Mantém longe de mim a falsidade e a mentira”. Aqui também ele nos remete a um tipo de suficiência, a da palavra proferida e empenhada com retidão. Quanta falsidade e quanta mentira até mesmo em nosso meio! É impressionante o quanto se mente compulsivamente das mínimas às grandes coisas. Há uma crise de confiabilidade sem precedentes. Falta a suficiência de uma falar sincero, honesto, onde o sim, seja sim e o não, seja não. Que as coisas ditas sejam exatamente o que dizem ser!

O segundo pedido já mencionado é de uma lucidez que impressiona! O que tem em demasia pode desdenhar de Deus orgulhoso pelos muitos haveres e conquistas. O que tem de menos pode vir a roubar envergonhando e desonrando o nome do Senhor. Por isso o autor do texto pede suficiência. O apóstolo Paulo traz mais luz a questão dizendo: “A minha suficiência vem de Deus”! Apenas o quanto baste! Nem mais, nem menos! Clamemos assim! O que aprendemos aqui? Que Busquemos também um falar confiável. Que o que dizemos seja o quanto baste. Que haja suficiência em nosso falar. Que busquemos a suficiência no ter. Nem mais nem menos, apenas o quanto baste. Que possamos dizer como o apóstolo Paulo: “A minha suficiência vem de Deus!”, porque a sua graça nos basta! Nadia Malta

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