terça-feira, 3 de agosto de 2021

Meditação/Nadia Malta/SERÁ QUE TEMOS UM CORAÇÃO SEGUNDO O DE DEUS?

 SERÁ QUE TEMOS UM CORAÇÃO SEGUNDO O DE DEUS?

                                                                                    


Achei a Davi, meu servo; com santo óleo o ungi. Com o qual a minha mão ficará firme, e o meu braço o fortalecerá. O inimigo não o importunará, nem o filho da perversidade o afligirá. E eu derrubarei os seus inimigos perante a sua face, e ferirei aos que o odeiam. E a minha fidelidade e a minha benignidade estarão com ele; e em meu nome será exaltado o seu poder. Porei também a sua mão no mar, e a sua direita nos rios. Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação. Também o farei meu primogênito mais elevado do que os reis da terra. A minha benignidade lhe conservarei eu para sempre, e a minha aliança lhe será firme, e conservarei para sempre a sua semente, e o seu trono como os dias do céu”. Salmos 89:20-29. 


Nos versículos lidos, percebemos não as palavras do salmista, mas as palavras do próprio Deus, exaltando a Davi, seu ungido e lhe fazendo promessas. O que faz com que Deus, o Todo Poderoso, Criador e Sustentador de todas as coisas, possa falar elogiosamente de um simples mortal? Por que Davi, o querido rei e salmista de Israel foi chamado de: homem segundo o coração de Deus? Talvez o próprio Davi também se perguntasse isso. Mas quando olhamos para a vida de Davi descrita na Palavra do Senhor é fácil descobrir a razão desse título. Assim como Davi todos os eleitos do Senhor são homens e mulheres segundo o coração de Deus, com suas fraquezas, vulnerabilidades, tortuosidades, mas alcançados efetivamente pelo favor imerecido de Deus.

O texto traz as características de um homem segundo o coração de Deus, encontradas em Davi: Davi era um adorador; Davi era obediente a Deus; Davi era humilde; Davi era rápido para resolver problemas; era prático nas atitudes e cheio de fé; e Davi era rápido para arrepender-se e mudar de atitude. Quais as promessas feitas por Deus a Davi, por ser um homem segundo o seu coração? O Senhor prometeu estar com ele e o fortalecer.  Prometeu que o inimigo jamais prevaleceria contra ele.  Prometeu que a sua fidelidade e bondade estariam sempre com Davi. Prometeu alargar as suas fronteiras. Prometeu que ele poderia chamá-lo de Pai. Prometeu que sua graça jamais se apartaria dele.  

O Senhor estabeleceu com Davi a Aliança de um Reino Messiânico e da sua linhagem suscitou o Redentor – Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. O que precisamos aprender com Davi? Precisamos aprender a ser adoradores. Precisamos aprender a obedecer. Precisamos aprender a ser humildes. Precisamos aprender a ser firmes nas decisões. Precisamos aprender a resolver problemas confiados em Deus. Precisamos aprender a reconhecer os nossos pecados, confessá-los e abandoná-los. Reflitamos sobre essas coisas em nome de Jesus Cristo, Amém! Nadia Malta

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Meditação/Nadia Malta/QUE TENHAMOS CORAÇÕES ENSINÁVEIS!

 QUE TENHAMOS CORAÇÕES ENSINÁVEIS!

                                                                                      


 Antes de ser afligido andava errado; mas agora tenho guardado a tua palavra. Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos. Seja reto o meu coração nos teus estatutos, para que não seja confundido”. Sl. 119.67, 71, 80.  


De uma maneira particular, o salmista aqui dá o seu testemunho, após ter passado por uma grande aflição. O texto não revela o tipo de aflição, mas entendemos que a situação foi extremamente difícil ao ponto de ele ser envergonhado. No entanto, levou-o a reconhecer nela um grande mestre da parte de Deus, cuja pedagogia levou-o a aprender lições significativas e transformadoras. Sofrimento é incômodo, desagradável, dói muito, sobretudo, quando esse sofrimento atinge a nossa carne. No entanto, muitas vezes é inevitável enfrentá-lo, especialmente quando ele é o último recurso didático de Deus para nos ensinar lições preciosas. Como o Senhor não desiste de nós, ele é implacável quando se trata de nos colocar no centro de sua vontade. Temos buscado a Deus exaustivamente para tentar compreender o sofrimento em nossa vida e na de tantos em nosso meio. Por mais doloroso que seja admitir, Deus está trabalhando em nós ou nos nossos através dessas aflições, já que os outros métodos pedagógicos não funcionaram.

O Senhor chama para salvação pelo amor e pela dor. Do mesmo jeito ele faz para nos santificar e nos preparar para as suas grandes e mui preciosas promessas. Na hora da prova precisamos clamar por sabedoria do Alto para que possamos entender os métodos e desígnios de Deus. A Palavra de Deus é um verdadeiro bálsamo nesses momentos de dificuldade, por isso o salmista neste mesmo salmo no versículo 107 diz: “Estou aflitíssimo, vivifica-me, Senhor segundo a tua palavra”. Ainda neste salmo, no versículo 18 o salmista clama: “Desvenda os meus olhos para que eu contemple as maravilhas da tua lei”. Os versículos mencionados no inicio nos levam a fazer três perguntas ao salmista que nos ajudarão a entender o recurso didático das aflições: Como era a sua vida antes de ser afligido? Como você avalia a aflição pela qual passou? E Diante da aflição experimentada, que conselho você se daria? O Senhor usa a aflição como um recurso extremo para nos moldar o caráter. Quando nos tornamos maleáveis e ensináveis saímos dela mais rápido e com um ganho real. O salmista antes de ser afligido reconhece que andava errado, mas agora seus olhos foram desvendados e ele aprendeu a guardar a Palavra Viva do Senhor. Foi isso que o salmista aprendeu!           

O salmista reconhece que aquela aflição foi permitida pelo Senhor com um fim proveitoso: Ensinar-lhe os decretos de Deus. Infelizmente temos a cerviz tão dura que demoramos a aprender as lições mais elementares da fé. Por isso o Senhor lança mão de seus mestres mais rigorosos, como é o caso das aflições da vida. Aprendemos que a aflição tem um tempo de validade e esse tempo é a nossa obediência. Aqui diante do que o salmista já sentiu na carne, deseja que seu coração torne-se irrepreensível nos decretos do Senhor. Precisamos nos tornar irrepreensíveis para não sermos envergonhados, nem envergonhar o nome de Jesus e o seu Santo Evangelho. O que aprendemos com o testemunho do salmista? Reconheçamos os caminhos tortos, nos quais temos andado e façamos caminhos retos para os nossos pés! Reconheçamos o benefício da aflição para o nosso conserto, do contrário vamos demorar muito ainda para sair dela. Levemos Deus a sério!Tenhamos como alvo maior ser irrepreensíveis para não ser envergonhados e muito menos, envergonhar o nome do Senhor. Que sejamos ensináveis! Nadia Malta.

domingo, 1 de agosto de 2021

Meditação/Nadia Malta/CORAGEM! VAI FICAR TUDO BEM!

 CORAGEM! VAI FICAR TUDO BEM!

                                                                              


 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas”. 2 Coríntios 4:16-18.                       


É um grande desafio para nós cristãos, o exercício da fé viva em meio às tempestades da vida. Recorremos ao apostolo Paulo, por ele ser um especialista nesse exercício. Certamente ele nos ajudará a entender esse assunto de tão difícil compreensão. Especialmente nos dias que estamos vivendo. Gostaria de iniciar o novo mês trazendo uma palavra de ânimo para a igreja. No texto lido, Paulo nos ensina que há um propósito de Deus para todas as aflições ou tempestades da vida e elas têm um tempo de validade. Essa é a idéia central deste texto. Temos falado nesses dias sobre a confiança em Deus em meio às lutas desta vida. Por que será que este assunto tem sido vez por outra trazido a nós pelo Espírito Santo? Basta um rápido olhar para as nossas próprias vidas para encontrarmos a resposta. O Senhor certamente deseja que amadureçamos na fé e no conhecimento de Deus. Infelizmente, muitos de nós, mesmo a despeito de muitos anos de “estrada”, ainda continuamos meninos na fé. Por isso é tão oportuno rogar ao Senhor que proteja as nossas emoções dos embates da vida, para que nossa fé não esmoreça.

 Deus está treinando guerreiros de fé sobre a terra para ver o invisível,  ouvir o inaudível e crer no impossível. O Senhor deseja sarar as famílias, restaurar os lares. Embora as aflições enfrentadas sejam reais, precisamos atentar para outra realidade paralela: aquilo que está acontecendo no mundo invisível, tanto da parte de Deus quanto da parte do nosso adversário. O apóstolo Paulo traz aqui três exortações para nos ajudar a enfrentar as aflições: “Não devemos desanimar”; A aflição que enfrentamos tem propósito e prazo de validade; e Não devemos nos assombrar com a aparência da aflição, mantenhamos os olhos Naquele que é invisível, mas real. Quem está falando aqui é o apóstolo Paulo, um campeão de fé, um especialista em superar aflições, não um cristão de fachada. Ele aqui não se refere ao desânimo enquanto emoção, sujeito às circunstancias; ele fala de um padrão de fé que via além daquilo que é visto com os olhos humanos. A percepção sobrenatural de Paulo era tão grande que o faz afirmar que ainda que a aflição seja tão violenta ao ponto de destruir nosso homem exterior (corpo físico); o nosso homem interior (nosso espírito) se renovará de dia em dia. Isso é que é fé! Mesmo que você não contemple a sua vitória, suas orações ficarão rendendo dividendos na poupança de Deus! E a resposta virá, por isso, comece desde já a agradecer pelas respostas que estão vindo!

 Só os que vivem por fé, aprendem a olhar o sofrimento de outra perspectiva. A cruz que carregamos hoje se converterá em ressurreição amanhã e repercutirá na eternidade para a glória de Deus! Se nos preocupássemos em olhar para o mundo invisível como Deus deseja, jamais nos sentiríamos desanimados, abatidos ou destruídos diante das aflições da vida. A triste realidade é que somos todos, com raríssimas exceções ainda meninos na fé e tendemos a nos desesperar e nos desestruturar diante das dificuldades da vida. O que o texto nos ensina hoje? Não desanimemos diante das aflições e tempestades da vida, por mais difíceis que sejam, elas passam e  fazem o nosso espírito amadurecer e se renovar. As aflições e tribulações têm propósito e prazo de validade e podem ser revertidas ao nosso favor se aprendermos a olhar para elas com critérios e valores eternos! Que possamos adquirir obstinadamente a percepção do sobrenatural de Deus, através do conhecimento dele pela sua Palavra e revelação do Espírito Santo em nome de Jesus Cristo! Nadia Malta

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