segunda-feira, 27 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO NOS CONFORMEMOS AO MUNDO PARA QUE NÃO SEJAMOS ABALADOS!

 NÃO NOS CONFORMEMOS AO MUNDO PARA QUE NÃO SEJAMOS ABALADOS!

 Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?  O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade;  o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado”.  Salmo. 15.                                                                       


 Aqui o salmista responde as seguintes perguntas: Que tipo de pessoa desfruta da presença do Senhor e tem intima comunhão com Ele? Como reconhecemos um cidadão do céu? Aqui encontramos uma radiografia do verdadeiro cidadão do céu, daquele que embora esteja no mundo tem a firme convicção que não pertence a ele. O CIDADÃO DO CÉU é antes de tudo um eterno inconformado com o presente século. Ele é sal, é perfume e luz nas trevas. Este salmo suscita outras indagações igualmente pertinentes como: “Será que nasci de novo?”; “Que mudanças reais se operaram em mim?”; “Meu testemunho tem apresentado Cristo às pessoas?”; “Será que abandonei verdadeiramente as velhas convicções espirituais ou tenho servido a dois senhores?”; “Tenho interferido positivamente onde estou plantado?”. Quanto mais empreendemos essa jornada de fé, mais se faz necessário um autoexame diário de nossos pensamentos, atos e palavras. Confessar nossos pecados e abandoná-los um a um é o grande desafio à nossa frente, para nos apresentarmos diante do Senhor aprovados. Nada pode ser mais trágico para um servo do que perder a comunhão com o Senhor. Perder a comunhão com o Senhor é perder tudo! O inimigo de nossas almas é astuto e planeja de todas as formas nos derrubar de nossa posição em Cristo. Podemos ser chamados da terra a qualquer momento! Esse encontro pode ser iminente, nunca saberemos quando seremos chamados de volta para casa!

 As palavras do salmista aqui são claríssimas e nos levam, sobretudo, a uma meditação profunda sobre a nossa própria vida. A nenhum de nós foi autorizado à prática do julgamento, mas podemos discernir, pois pelo fruto se conhece a árvore. Segundo o raciocínio pormenorizado do salmista vejamos o que caracteriza o cidadão do céu (Aquele que habitará no Tabernáculo do Senhor e morará no seu Santo Monte): Primeiro: Ele vive em integridade e pratica a justiça; Segundo: Ele de coração fala a verdade; Terceiro: Ele não difama com a sua língua, não é crítico, nem melindroso; Quarto: Ele não faz mal ao próximo; Quinto: Ele não lança injúria contra o seu vizinho; Sexto: Ele tem por desprezível o réprobo, o perverso; Sétimo: Ele honra os que temem ao Senhor; Oitavo: Ele mantém a sua palavra mesmo com dano próprio; E Nono: Ele não empresta o seu dinheiro visando lucro, nem aceita suborno contra o inocente. Alguém que está em Cristo, que teve seu espírito recriado pelo Espírito de Deus não tem dois pesos e duas medidas.  Este cidadão do Céu não se conforma com o presente século, ele tem consciência plena de sua condição de peregrino e forasteiro nesse mundo. O cidadão do céu é compulsivo pela verdade, porque ele sabe que a Verdade é uma pessoa: CRISTO. Ele se veste dela como se fosse um cinturão. O cidadão do céu tem temor de Deus e não abre seus lábios dolosamente. Se não tivermos algo positivo para falar, então permaneçamos calados. A vereda do cidadão do céu vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito!

 O que o texto nos ensina sobre o cidadão do céu? Ele é integro e pratica a justiça. Ele fala a verdade, tem uma palavra só e tem uma língua consagrada ao Senhor, não a usa para o mal. Ele se preocupa com o próximo, não lhe faz mal, nem se associa com os perversos e não tira proveito de empréstimos ilícitos para se beneficiar. Ele honra os que temem ao Senhor. Por que o cidadão do céu se empenha nessas práticas? Ele não se empenha, ele simplesmente nasceu de novo, foi transformado por Deus. Ele não precisa mostrar que é espiritual, ele é espiritual. A comunhão com o Senhor é testificada no viver diário, aonde quer que ele esteja. Reflitamos! Nadia Malta

 

 

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