terça-feira, 19 de maio de 2015

Meditação/Nadia Malta/SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR DOS EXÉRCITOS!

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR DOS EXÉRCITOS!

No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória”. Is. 6.1-3

                                                       


Atentemos para a santidade de Deus diante do qual estamos e ao mesmo tempo busquemos de maneira sincera sua presença gloriosa. O texto citado faz parte de um contexto maior, que vai até o versículo treze e descreve o momento do chamado ministerial do profeta Isaías. Esse chamado foi marcado por dois acontecimentos que abalaram profundamente a estrutura emocional e espiritual daquele homem de Deus: a morte do Rei Uzias e uma tremenda visão do Trono de Deus. A partir daqueles dois acontecimentos, Isaías nunca mais foi o mesmo.
O Rei Uzias de Judá foi um dos maiores líderes daquele povo. Ele é também chamado de Azarias, depois de um longo reinado de cinquenta e dois anos, ao partir desta terra, deixou no profeta e em toda a nação um sentimento de profundo pesar e orfandade. Foi exatamente ali, naquele momento desolador na vida de Isaías que o Senhor o escolheu para manifestar-se a ele, mostrando-lhe a sua glória e majestade. Um rei humano deixava seu trono terreno, mas o Rei dos Reis continua assentado num Alto e Sublime Trono pelos séculos dos séculos, no controle absoluto de todas as coisas. O significado do nome Uzias ou Azarias, é o Senhor é a minha força, ele era filho do rei Amazias. Começou a reinar com dezesseis anos e reinou cinquenta e dois anos em Judá. Ele fez o que era reto diante de Deus.
No Segundo Livro das Crônicas diz que Uzias “se propôs a buscar o Senhor e nos dias em que buscou o Senhor, Deus o fez prosperar”. A certa altura do reinado de Uzias, tendo ele se fortificado, exaltou-se o seu coração para sua própria ruína e cometeu transgressão contra o Senhor. Ele abusando de sua própria autoridade quis queimar incenso no lugar dos sacerdotes, o que era proibido. O Senhor o feriu com lepra até o dia de sua morte. Mesmo assim era amado por todo o reino de Judá, porque era um grande líder. Involuntariamente, estabeleceu-se uma relação de profunda dependência da figura paternal de Uzias. Essa dependência acabou se tornando um tipo de idolatria, pois as pessoas acabavam recorrendo a Uzias ao invés de recorrer a Deus.
O texto se refere também a Serafins. Classe especial de anjos de Deus.  A palavra Serafim vem do hebraico e significa consumir pelo fogo. Esses Anjos são chamados de agentes purificadores de Deus. Essa visão de Isaías num momento desolador como aquele, me chama a atenção de um modo especial para o fato de que Deus nunca chega atrasado.
Muitos homens e mulheres em todas as épocas tiveram o privilégio de ter gloriosas visões de Deus: Noé, Abraão, Jacó, Moisés, Daniel, Ezequiel, Davi, Josué, a mãe de Sansão, Hagar, Maria mãe de Jesus, Saulo de Tarso e tantos outros. Há uma característica comum entre esses: eles nunca mais foram os mesmos. Esses homens e mulheres foram visitados pelo sobrenatural de Deus, porque tinham outra característica comum: eram pessoas de busca. Eles ansiavam por Deus. O Senhor os visitou por isso.

Precisamos buscar a presença viva do Senhor e nos submeter à sua Santidade e Glória. Precisamos reconhecer, nos arrepender, confessar e abandonar nossos pecados e isso todos os dias, porque pecamos diariamente. Precisamos ser purificados pelo Senhor.  Precisamos nos dispor para Deus e sua obra, aonde quer que ele deseje que trabalhemos. A obra é dele e ele sempre habilita aqueles aos quais escolhe. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

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