quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Esboço/Sermão/Pra. Nadia Malta/A RESPONSABILIDADE DE SER LUZ!

A RESPONSABILIDADE DE SER LUZ! Mateus 5.14-16


Objetivo: Exortar a igreja quanto à responsabilidade inegociável de emanar a luz de Cristo com o próprio testemunho.

Ideia Central do Texto (ICT):
O texto lido faz parte do Sermão do Monte e através dele Jesus chama a atenção dos seus ouvintes sobre a importância, a necessidade, e a responsabilidade de testemunhar para a glória de Deus.

Introdução:
Conta-se que há muitos anos atrás em certa cidade do nosso interior, um padre, pároco local foi eleito prefeito daquela localidade e elegeu como seu secretário de governo, seu homem de inteira confiança, um protestante. A escolha foi feita baseada no testemunho pessoal daquele homem de Deus, considerado um santo nos moldes bíblicos. A luz de Cristo que brilhava através daquele servo era conhecida até dos seus opositores, até mesmo os religiosos.

Lembrando-nos desse relato, imaginamos: E quanto aos nossos dias? Será que com facilidade encontramos homens como aquele, do qual os próprios opositores davam testemunho?

O testemunho verdadeiro é comparado ao bom perfume, ao sal e a luz.  As três metáforas remetem a coisas que por si só se autoanunciam, porque pela própria natureza delas não podem permanecer escondidas. Assim sejamos nós! Jesus é a Luz do mundo aqueles que o seguem não andarão em trevas (João 8.12).

O TEXTO LIDO NOS APONTAM ALGUMAS VERDADES SOBRE O QUE O SENHOR ESPERA QUE SEJAMOS:

  1. Que sejamos luz – v.14.a – ver ainda: Provérbios 4:18: “A vereda do justo é como a luz da alvorada, que brilha cada vez mais até à plena claridade do dia”. A luz que brilha através de nós não pode ser difusa, desfocada, mas abrangente e crescente.
  2. Que a nossa luz seja manifesta e todos que estão à nossa volta sejam iluminados por ela VS.14b, 15. Ver ainda Provérbios 13:9: “A luz dos justos resplandece esplendidamente, mas a lâmpada dos ímpios apaga-se”.
  3. Que a nossa luz manifesta através de nossas boas obras, glorifique ao nosso Pai que está no céu, servindo de testemunho para os que estão ao nosso redor – v.16 – Ver ainda Efésios 2:10: “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos”; Filipenses 2.15: “Para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo”.
CONCLUSÃO: O que aprendemos com o texto lido?
Fomos chamados para ser luz e mais que isto, testificar da verdadeira Luz, que é o Cristo. Que tipo de luz temos emanado? Jesus faz uma séria advertência trazendo mais luz sobre esta verdade em Lucas 11:34-36: “Os olhos são a candeia do corpo. Quando os seus olhos forem bons, igualmente todo o seu corpo estará cheio de luz. Mas quando forem maus, igualmente o seu corpo estará cheio de trevas. Portanto, cuidado para que a luz que está em seu interior não sejam trevas. Logo, se todo o seu corpo estiver cheio de luz, e nenhuma parte dele estiver em trevas, estará completamente iluminado, como quando a luz de uma candeia brilha sobre você".

Sermão/Pra. Nadia Malta em 09.01.14 – www.ocolodopai.com

Este material pode ser reproduzido e utilizado para fins de evangelismo e edificação desde que seja mencionada a fonte, e a Fonte é o Espírito Santo de Deus.



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Esboço/Sermão/Pra. Nadia Malta/ELE VENCEU PARA QUE PUDÉSSEMOS VENCER!

ELE VENCEU PARA QUE PUDÉSSEMOS VENCER!
Mt 4. 1-11


Objetivo: Estimular os ouvintes a vencer a tentação se fortalecendo em Cristo. Ele venceu para que pudéssemos vencer.

Idéia Central do texto (ICT):
O texto lido é um dos mais intrigantes relatados pelos Evangelhos. Ele começa dizendo que Jesus foi levado pelo Espírito Santo ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. Como entender essa ação do Espírito Santo?

Antes de entrarmos no propósito dessa tentação, é preciso lembrar que assim como o primeiro Adão encontrou satanás, o último Adão (JESUS) também o confrontou I Co 15.45. Vale à pena salientar aqui que, enquanto Adão se deparou com satanás em um Jardim belo e aprazível, cercado de tudo o que necessitava, Jesus (o segundo Adão) o enfrentou no deserto, depois de um longo jejum de 40 dias e 40 noites.

Adão perdeu a batalha, encerrando a humanidade no pecado e na morte. Mas Jesus venceu aquela batalha contra Satanás e continuou vencendo-o em outras tantas, culminando em sua vitória final na sua morte e ressurreição.

Ele desmascarou Satanás e suas táticas e o derrotou. Por causa de sua vitória, podemos vencer toda e qualquer tentação.

Introdução:
Há duas grandes salas de aula de Deus: o Vale e o Deserto. Toda vez que somos levados pelo Espírito Santo para uma delas, já vamos habilitados para sair vencedores. Enquanto no Vale aprendemos a vencer as provações: enfermidades, dificuldades financeiras, perseguições, perdas e dores, no Deserto aprendemos a lidar e vencer nossas próprias inclinações e fraquezas (as tentações). É no deserto que aprendemos a dizer NÃO ao Mundo ao Diabo e a Carne.

A experiência da tentação de Jesus, o preparou para ser o nosso Sumo Sacerdote (Hb.2.16-18; 4.14,15). Jesus resistiu à tentação como homem, não como Deus, não devemos imaginar que ele usou seus poderes divinos para derrotar o diabo (Fp 2.6-8). Ele usou os mesmos recursos espirituais colocados à nossa disposição: o poder do Espírito Santo e o poder da Palavra (está escrito). O Senhor através do apóstolo Paulo ainda nos assegura: Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.” I Co 10.13 (NVI)

A tentação envolve a vontade e os desejos e Jesus veio para fazer a vontade do Pai e deseja que assim o façamos – Hb 10.1-9.

A TENTAÇÃO DE JESUS FOI REAL E TEVE COMO ALVO O APELO A TRÊS ÁREAS DISTINTAS DA NOSSA NATUREZA HUMANA:

  1. Apelo à satisfação da necessidade da carne, insinuando falta de amor e cuidado de Deus – Vs. 1-4:

  1. Apelo ao orgulho e a vaidade, propondo um exibicionismo – VS. 5-7:

  1. Apelo a fugir do sofrimento; um atalho para o reino – VS. 8-11:

CONCLUSÃO: Que lições este texto nos deixam?
  1. Há duas grandes salas de aula de Deus: O Vale e o Deserto. O primeiro é o lugar das provações e o segundo o lugar das tentações. Todos nós experimentamos a ambos!
  2. Se o adversário foi ousado para tentar o Filho de Deus, o que ele não fará conosco? Por isso é preciso vigilância e oração.
  3. A tentação em si não é pecado. Para ilustrar essa verdade Lutero, o reformador, disse: “Não podemos impedir que o passarinho sobrevoe a nossa cabeça, mas podemos impedi-lo de fazer ninho sobre ela”.
  4. A Palavra de Deus levada à sério através da obediência e a presença do Espírito Santo em nós garantem a vitória sobre as tentações.
  5. Jesus enfrentou e venceu a tentação, para nos habilitar a vencer também. Somos vocacionados para a vitória.
Aleluia, Amém!
Sermão/Pra. Nadia Malta em 08.01.14 – www.ocolodopai.com


Este material pode ser reproduzido para fins de evangelismo e edificação, desde que seja mencionada a fonte, e a Fonte é o Espírito Santo de Deus.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ACERTANDO O ANDAR PARA CONTINUAR A JORNADA!
Gl 5. 16,17,25


Objetivo: Estimular a igreja a buscar um andar no Espírito.

Idéia Central do texto:
No texto lido, Paulo estabelece um contraste entre o andar no Espírito e o andar na carne.

Para a nossa maior orientação neste sentido, devemos ler todo o contexto que vai do v.1 ao 26 deste capítulo.

O Apóstolo chama a atenção dos seus leitores na região da Galácia para a grande diferença entre o andar religioso da Lei e o andar na liberdade do Espírito, que acontece mediante uma legítima intimidade com o Cristo Vivo. Essa liberdade do Espírito nos leva a um andar segundo o querer de Deus, não segundo o nosso. Somos livres sim, mas para fazer a vontade de Deus.

O Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade foi enviado para ser o nosso consolador, o nosso conselheiro e o nosso guia infalível. A maioria de nós, não tem o menor problema em aceitar a obra do Espírito Santo. Desde que ele não interfira em nossas escolhas pessoais.
Conhecemos pouco sobre esse “andar no Espírito”, referido por Paulo nesse contexto. Há somente duas formas de o cristão andar: Na carne ou no Espírito; se estamos andando numa, certamente não estamos andando na outra, a escolha é nossa.

A carne tem os seus próprios interesses, sua vontade, seus caprichos e seus apetites. O cristão carnal faz tudo que escolhe e deseja fazer pra agradar aos apelos da carne, e só depois comunica a Deus.

Já o andar no Espírito é justamente o oposto. O cristão espiritual escolhe por amor a Cristo fazer a vontade do Espírito, seus ouvidos são treinados para ouvir-lhe a voz mansa e suave. Em Rm 8.6 Paulo diz: “Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz”. Assim como Jesus andou segundo a vontade do Pai, devemos andar de acordo com a vontade do Espírito Santo.

Se formos bem honestos, iremos admitir que o céu é o último lugar que buscamos quando queremos orientação para uma decisão. Em Nm 9.22,23 – lemos que havia uma nuvem e uma coluna de fogo que guiava o povo de Deus no deserto, dia e noite. Os filhos de Israel seguiam sempre essa presença sobrenatural, se a nuvem ou a coluna de fogo parava, Israel parava, se seguia, Israel seguia. Glória a Deus!

Séculos depois, no Novo Testamento, “outra nuvem e ou coluna de fogo” desceu para guiar os crentes. Veio na forma de línguas de fogo e pairou sobre os 120 discípulos de Jesus reunidos no Cenáculo no dia de Pentecostes, mas aquela chama não se extinguiu ali. Como muitos imaginam. Ela alcançou os que estão perto e alcançará os que ainda estão longe. A partir dali, os cristãos genuínos passariam a viver no Espírito que passou a habitar neles, mas é preciso mais que isso, é preciso rendição, submissão à liderança e vontade do Espírito, isto se constitui num genuíno andar no Espírito.

Andar no Espírito é dizer Sim as promessas de Deus para nós. Paulo nos esclarece em II Co 1.20: “Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto, também por ele é o amem, para a glória de Deus, por nosso intermédio”. Agora preste atenção: a voz do adversário além de gritar acusações, leva-nos a agir intempestivamente sem consultar a Palavra de Deus. A voz da nossa carne leva-nos a buscar satisfazer os seus prazeres e saciar seus apetites, também de forma incontrolável. A voz do mundo apregoa todos os meios para darmos vazão aos nossos apetites, enquanto a voz do Espírito, irá nos encorajar a confirmar a sua direção através da oração e da Palavra de Deus. É preciso fazer calar as outras vozes que como zabumbas retumbantes querem impedir que ouçamos a voz suave e terna do Espírito Santo de Deus.

Introdução:
Um grande perigo tem rondado toda uma geração de crentes em nossos dias. Esses cristãos têm tomado decisões e agido sem consultar o Senhor, vivendo sob uma pretensa liberdade. Decidem tudo, simplesmente baseados no que acham ou pensam ser o melhor. Depois comunicam a sua decisão ao Senhor e querem que ele como um burocrata coloque seu carimbo de aprovação. As coisas não são assim!

Qual o resultado desse agir à revelia de Deus? O resultado é catastrófico. É o mesmo que agitar um “enxame” de abelhas espirituais, trazendo desespero, sofrimento, confusão, dor e muita frustração com relação à “religião”.

As pessoas não têm a devida paciência e perseverança para esperar pela resposta de Deus às suas consultas e o resultado é que acabam culpando o próprio Deus por seus fracassos.

NO TEXTO LIDO PAULO NOS APONTA PRINCÍPIOS PARA UM CAMINHAR SEGURO NA PRESENÇA DE DEUS:

  1. Quando o Senhor ordena, só temos que obedecer e ele diz: “Andai no Espírito e jamais satisfareis as concupiscências da carne” – v.16
  1. Devemos obedecer mesmo em detrimento do nosso próprio querer – v.17: “Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer”
  1. Não basta ter ou viver no Espírito; é preciso andar no Espírito – v.25: “Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito”.

Conclusão: O que o Espírito de Deus deseja falar aos que têm ouvidos para ouvir?

    1. Ainda há tempo de você parar aí mesmo onde está e dizer Não ao Mundo, Não ao Diabo e Não a Carne. Será que essa decisão, esse empreendimento, esse relacionamento, ou seja lá, o que você pretende fazer é da vontade de Deus?
    2. Se você consultou e o Senhor ainda não se manifestou, então, pare se aquiete e espere a hora de Deus.
    3. Deus não está procurando religiosos cheios de regras, mas adoradores cheios dele, que andem na sua presença.
    4. Não basta ter ou viver no Espírito; é preciso Andar no Espírito; Ele é a nossa segurança.

Aleluia, Amém!
Sermão/Pra. Nadia Malta em 05.01.14 – www.ocolodopai.com

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