domingo, 17 de março de 2013

Sermão/Pra. Nadia Malta/A FÉ EM DEUS É UMA CERTEZA QUE GERA MUDANÇA!

A FÉ EM DEUS É UMA CERTEZA QUE GERA MUDANÇA! (Será que temos esta certeza?)
“Então Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja presença estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra”. I Rs. 17.1


Objetivo: Estimular a igreja a exercitar de forma ousada sua firme convicção do agir de Deus, para que possa experimentar genuínas mudanças nas mais diversas áreas da vida.

Idéia Central do Texto (ICT):
O texto lido faz parte de um contexto maior que relata o episódio ocorrido nos dias do rei Acabe de Israel, quando o profeta Elias com ousadia e profunda convicção do agir de Deus profetizou uma grande seca.

A nação de Israel pela instrumentalidade maligna de Acabe e Jezabel, havia voltado às costas para o Deus vivo e se prostrado diante de Baal considerado pelos povos pagãos como senhor das tempestades.
Os poucos que permaneceram fiéis ao Deus Vivo, eram medrosos e viviam escondidos, nas cavernas por não terem coragem de se expor.

O profeta Elias, chamado de profeta do fogo, com suas palavras cortantes e diretas, foi o único que resistiu, confrontando o rei Acabe e as forças do mal. Alguém precisava se posicionar, Elias fez isso!

Introdução:
Será que é possível transformar uma pessoa, uma nação ou uma circunstancia? Creio que sim e a Bíblia nos mostra essa realidade. O salmista no Salmo 18 recebeu a revelação e diz que com o Senhor ele é capaz de desbaratar exércitos e de saltar muralhas.

O rei Josafá venceu uma grande batalha de três exércitos contra o pequeno reino de Judá apenas obedecendo à ordem de Deus para louvá-lo. Muitos são os exemplos de servos ousados que confiaram em Deus em situações vistas humanamente como perdidas. O que observamos em todos eles era uma profunda convicção da presença e do agir de Deus nas situações. O que tem faltado a nós em nossos dias? Talvez essa profunda convicção do agir de Deus e a ousadia para seguir em frente.

Elias teve certeza, firme convicção=fé e mudou o panorama de Israel. A seca “decretada” por ele, foi uma preparação da nação para a queda do casal real e para a destruição dos profetas de Baal (considerado o senhor das chuvas, das tempestades).

Se convicção nesse nível é condição para mudar o cenário, quais as convicções de Elias? O que o tornava firme para resistir e confrontar o rei, arriscando a própria vida? Onde ele buscava coragem para não esmorecer? Boas perguntas! Olhemos para aquela cena e busquemos as respostas!

VAMOS BUSCAR NO TEXTO LIDO AS TRÊS CONVICÇÕES DE ELIAS, QUE RESPONDEM A ESSES QUESTIONAMENTOS:

  1. Elias tinha convicção que o Deus a quem ele servia era real – v.1 a: “Tão certo como vive o Senhor”: Será que temos esta convicção?
  • O Senhor é o Deus único e verdadeiro e o profeta não tinha dúvidas a esse respeito. Os olhos do profeta estavam postos em Deus. Acabe e todo o Israel apóstata achavam que tinham acabado com o culto a Jeovah, mas esqueceram de um único homem: ELIAS, e um só com Deus é maioria! Um único homem verdadeiramente comprometido com Deus é capaz de mudar pessoas, histórias de vida, circunstancias e até nações inteiras. O mundo não se impressiona com o nosso discurso, mas com a realidade de Deus através de nós. Existe algo em sua vida que não pode ser explicado pelo mundo natural? Os que estão à sua volta, inclusive seus inimigos podem enxergar isso? Jó disse: “Eu sei que o meu redentor vive”; o salmista disse: “Com o Senhor eu salto muralhas, com o meu Deus eu desbarato exércitos”; o autor de Hebreus diz: “A fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem”. A fé é uma firme convicção que nos move na direção de Deus e move o sobrenatural de Deus ao nosso favor!

  1. Elias tinha uma profunda convicção de estar na presença de Deus – v. 1 b: “Perante cuja face estou”: Será que temos esta convicção?
  • Muitos crentes agem como agentes secretos de Deus outros gaguejam ou recuam, enquanto o mundo anseia por respostas. Precisamos nos apresentar e nos posicionar como servos para ser sal e luz no meio de uma geração pervertida e corrupta. Sabe como Deus age nas crises? Convocando seus servos para o serviço, não apenas nos guetos eclesiásticos, mas em todos os lugares (lares, empresas, escolas, vizinhanças). Precisamos nos posicionar como cristãos. Elias se posicionou e Deus o honrou agindo através dele.  Há tanto ativismo dentro das igrejas e tão pouca ação efetiva lá fora! Deus deseja que outros “Elias” possam se dispor para ele com uma convicção ousada.

  1. Elias também tinha convicção que o poder de Deus estava à sua disposição e poderia entrar em ação através dele – v.1 c: “Nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra”: Será que temos esta convicção?
  • Por que ele tinha tanta certeza? O que havia de extraordinário com ele? NADA! Tiago diz : “Elias era um homem semelhante a nós, sujeito às mesmas fraquezas”.  Qual o segredo de Elias então? Ele levou Deus a sério! Orou, com instância, não desistiu, não duvidou, não depôs as armas e ousou proferir a palavra de vitória naquela situação. A Oração da fé é tudo! Ele confiou nas Escrituras e assim, pode ter convicção que Deus faria o que havia dito. Será que acreditamos no que as Escrituras dizem? Só poderemos transformar aquilo que nos oprime e aprisiona quando o poder de Deus fluir através de nós. E isso só acontecerá quando tivermos uma profunda convicção daquilo que Deus é, e diz em sua Santa Palavra.
CONCLUSÃO: Que tipo de convicção precisamos ter acerca de Deus?
  1. Convicção que Deus é real. Ele é o Deus vivo e verdadeiro. Aquele que pode todas as coisas e não se atrasa nem falha nunca.
  2. Convicção de que estamos em sua presença onde quer que estejamos, não apenas na igreja. Convicção que somos instrumentos de sua multiforme graça, embaixadores na terra. Ele poderia usar anjos, mas por um ato da sua soberania ele resolveu usar você e eu apesar de nós. O poder de Deus se aperfeiçoa através da nossa fraqueza, para que a glória seja dele e não nossa.
  3. Convicção que o poder de Deus está à nossa disposição e poderá entrar em ação através de nós, apesar de nós. Não agiremos arrogantemente em nossa própria força, mas na força que ele supre. E tudo é para a glória excelsa e exclusiva dele!
Aleluia, amém!
Sermão/Pra. Nadia Malta em 17.03.13 www.ocolodopai.com
Este material pode ser utilizado para fins de evangelismo e edificação, desde que seja mencionada a fonte, e a Fonte é o Espírito Santo de Deus. 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Artigo/Pr. Manoel Malta/Série/Levando a Palavra de Deus a sério/ TIRAI A PEDRA!

TIRAI A PEDRA!


Eis aí mais uma ordem do Mestre! Sim, tirai a pedra! Um velho adágio nos adverte que “Manda quem pode obedece quem tem juízo”. Mas, que pedra é esta que Jesus nos manda tirar? Na ocasião desta ordem, era uma pedra que fechava a gruta onde estava o túmulo de Lázaro, irmão de Marta e Maria, a quem Jesus muito amava.

A pedra foi retirada e o Mestre deu outra ordem: “Lázaro, vem para fora!” e ele veio ressurreto. É de bom alvitre que obedeçamos também e sem detença nos disponhamos a retirar a pedra que está obstaculando à vida de tantas pessoas que conhecemos e que teimosamente permanecem mortas em seus delitos e pecados.

É grande o número de “Lázaros” que permanecem muito mais do que quatro dias e que estão realmente “cheirando mal” – no dizer de Marta – nos seus túmulos de incredulidade, dura cerviz, cegueira espiritual, ignorância, idolatria, ateísmo, autossuficiência e outros males semelhantes.

A pedra que fecha esses túmulos é realmente muito pesada e é preciso muito esforço e tenacidade para revolvê-la. Ademais, quando o cadáver está enfaixado, ligado com as ataduras dos conhecimentos científicos e literários, dos conceitos pré-concebidos, das teorias e falácias dos inúmeros criadores de novidades, dogmas e heresias fáceis de serem absorvidas pelos incautos.

É realmente difícil e penoso retirar a pedra do túmulo de quem se insurge contra as leis divinas, contra a simplicidade do Evangelho de Nosso Senhor Jesus, pois não acredita que basta que reconheçamos que ele é o Cristo que apagou com seu sangue, nossos pecados, e o “cheiro mal” das nossas iniquidades para que possamos ressurgir.

Tirar a pedra do túmulo dos que teimosamente persistem em levar a vida a seu jeito, sem crer numa vida futura nos paramos celestiais, é um trabalho que demanda persistência, desvelo, paciência e fé. Para retirarmos as pedras é necessário muita coragem para enfrentar uma série de arraigados conceitos de tradição, herança familiar, crenças heréticas, afluência de falsos mestres que ardilosamente prometem mundos e fundos mediante remuneração farta.

É difícil retirarmos a pedra do túmulo dos que não se convencem de que é melhor aceitar o amor do “Deus que amou ao mundo de tal maneira que deu os eu filho unigênito para todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a tenha a vida eterna!”, e não viver se entregando aos prazeres do mundo, efêmeros e perigosos.

A pedra que Jesus ordenou que retirassem, era um bloco de granito. A pedra que temos que retirar hoje em dia é uma bloco de incredulidade e muitas vezes de distorção das palavras que Deus colocou nos lábios dos profetas e do seu Filho amado. Quando conseguimos retirá-la vemos surgir um “Lázaro” ressurreto e liberto. Obedeçamos à ordem do Mestre: Retiremos as pedras!

Artigo/Pr. Manoel Malta – pr.manoelmalta@hotmail.com

quarta-feira, 13 de março de 2013

Sermão/Pra. Nadia Malta/LEMBRA-TE DE ONDE CAÍSTE E VOLTA!

LEMBRA-TE DE ONDE CAÍSTE E VOLTA!
Apocalipse 2:1-7 (Clique na referência ao lado para ler o texto bíblico na íntegra)


Objetivo: Despertar os crentes a voltarem ao primeiro amor, manifestando entusiasmo com o Senhor e a sua  obra.

Ideia Central do Texto (ICT):
Éfeso é a primeira das sete igrejas da Ásia Menor para as quais foram enviadas cartas da parte do Senhor, por intermédio do apóstolo João. Cada igreja descrita em todo esse contexto traz em si mesma uma radiografia de suas entranhas, bem como retrata a história eclesiástica em todas as épocas.
A palavra éfeso, por exemplo, significa desejável. No entanto, aquela igreja tornou-se descuidada, mecânica sem entusiasmo. O Senhor fala a igreja como um todo, mas fala também a indivíduos. E é como indivíduos que definimos a temperatura espiritual da congregação.

O Senhor tem as estrelas ou anjos em suas mãos, sob o seu controle. Ele é o SENHOR da Igreja.
O Senhor é Deus de oportunidades e sempre espera que mudemos as nossas posturas, por isso ele fala amorosamente a cada igreja.

Introdução:
Estamos vivendo tempos de grandes mudanças em todas as áreas: política, moral, ética, tudo parece que virou de cabeça para baixo. Há uma falta de paz generalizada, o mundo parece ter entrado em convulsão. Há perplexidade.  Também temos visto grandes catástrofes mundiais, a natureza parece sentir dores de parto. Todos esses acontecimentos, no entanto, apontam para algo de uma magnitude infinitamente maior: a Segunda Vinda de Cristo e antes da Segunda Vinda propriamente, o ARREBATAMENTO da igreja e este acontecimento é iminente. Por isso é tão necessário que a igreja se apronte para aquele dia glorioso quando encontraremos com o Senhor nos ares e haverá as Bodas do Cordeiro. Contudo, quando o Noivo chegar quer encontrar uma Noiva alegre, feliz, avivada, entusiasmada, ataviada para ele como toda noiva deve ser. O que temos visto em nossos dias: crentes tristes, abatidos, sem viço, carregando a obra de Deus como se fosse um fardo, misericórdia! Precisamos urgente de avivamento, mas para isto precisamos voltar ao primeiro amor e amar o Senhor apaixonadamente.

O QUE FOI DITO A IGREJA DE ÉFESO QUE SERVE TAMBÉM PARA IGREJA DE NOSSOS DIAS?
1.       O Senhor reconhece aquilo que é bom: Éfeso tem obras, perseverança e doutrina aprovadas pelo Senhor – VS. 2, 3,6: “Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achastes mentirosos; e tens perseverança, e suportastes provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer. Tens, contudo, a teu favor que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio”.
  • Era uma igreja que servia, trabalhava com zelo na obra do Senhor. Provavelmente tinha uma agenda semanal repleta de atividades. Era perseverante na fé e não desistia diante das adversidades. Tinha zelo com os que ministravam. Possuía uma doutrina sólida, separavam-se das falsas doutrinas. Rejeitava as obras dos nicolaítas que encorajavam os crentes a participarem das festas pagãs daqueles dias. Era uma igreja sofredora, suportava seus fardos pacientemente sem esmorecer. Aparentemente parecia perfeita.
2.       O Senhor repreende a igreja de forma dura: Éfeso abandonou a alegria do primeiro amor – v.4: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”.
  • Essa igreja que parecia perfeita, ativista, separada, disposta a sacrificar-se estava sofrendo de uma doença espiritual muda, assintomática: a falta de amor pelo Senhor. Quem via de fora não imaginava, pelo contrário, achava que aquela igreja era perfeita, mas o Senhor vê mentes e sonda corações. Ele não se impressiona com exterioridades. Certo pensador cristão diz que “alegria de crente é assunto muito sério no céu”. Éfeso perdera o entusiasmo, a vivacidade, a alegria contagiante que deve mover todo cristão sempre. O Senhor está dizendo aqui que aqueles irmãos faziam tudo de forma correta, mas sem a inteireza devida no coração. O grande problema é que eles deixaram de adorar. Éfeso perdera a alegria do primeiro amor porque perdeu de vista a consciência da presença de Deus. Na verdade o que nos motiva a fazer com alegria a obra de Deus é a profunda consciência de sua augusta presença.
  • Havia um rei na história do povo de Deus chamado Amazias, ele fez tudo o que era reto perante o Senhor, porém não com inteireza de coração e isso entristeceu o coração de Deus. II Cr 25.2. Nós voltamos à velha questão de Deus não se impressionar com as nossas exterioridades, ele vê mente e sonda corações. A antes gloriosa igreja de Éfeso corria o risco de perder seu candeeiro (sua luz) caso não se arrependesse. Assim como o verdadeiro amor conjugal deve torna-se com o tempo mais profundo e intenso, do mesmo modo é o relacionamento espiritual com o Senhor. Há casais que com o tempo se acostumam um com o outro e deixam de manifestar as gentilezas e atenções dos primeiros tempos. Deixam de se cortejar de prestar atenção um ao outro, de trocar delicadezas e elogios. Fazem tudo direito cumprem as obrigações, suprem necessidades, mas se esquecem de se devotar um ao outro, tudo se torna muito mecânico. Quando isso acontece o relacionamento corre risco. Do mesmo modo acontece com o nosso relacionamento com o Senhor.
3.       O Senhor aconselha e faz uma promessa: O primeiro amor pode ser restaurado se forem observadas três condições da parte do Senhor – v.5,7: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, darei que se alimente da Árvore da Vida que se encontra no paraíso de Deus”.
  • Primeira condição: “Lembra-te de onde caíste”:
  • Lembrar o que foi perdido e cultivar o desejo de restabelecer a comunhão íntima. Vale para a igreja, vale para nós individualmente.
  • Segunda condição: “Arrepende-te”:
  • É preciso arrepender-se, mudar de atitude, confessar o pecado da mornidão ao Senhor. Em I Jo 1.9 diz: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.
  • Terceira condição: “Volta à prática das primeiras obras”:
  • Arrepender-se implica em mudança de mente (metanóia), o que indica restauração à comunhão inicial rompida pelo pecado da negligencia. Ler a Bíblia, orar, adorar antes de qualquer outra coisa. Jamais podemos esquecer o nosso chamado para a adoração! Hoje a gloriosa cidade de Éfeso não passa de um montão de ruínas onde não brilha mais luz alguma. Descobrimos que o Senhor não estava brincando ao usar aquelas palavras de dura repreensão. Não houve mudança naquela igreja, ela perdeu seu candeeiro. A antes desejável tornou-se descuidada, negligenciou o entusiasmo do amor a Cristo e perdeu seu lugar de privilégio. As instruções de Cristo a Éfeso servem para a igreja de hoje, bem como para os relacionamentos conjugais partidos. Aquele que vencer a negligencia e se mantiver fiel receberá como premiação o privilégio de se alimentar da Árvore da Vida que se encontra no paraíso de Deus. O Senhor fala aqui de plenitude de vida eterna. Isto é avivamento!
CONCLUSÃO: O que o texto nos ensina hoje?
  1. O Senhor está às portas e precisamos nos preparar para aquele Dia glorioso quando nos encontraremos com ele nos ares.
  2. Essa preparação passa por um autoexame: será que têm se achado íntegras as nossas obras perante o Senhor ou o que temos feito tem sido superficialmente apenas para impressionar as pessoas e receber seu aplauso?
  3. O Senhor deseja que trabalhemos em sua obra, que sejamos perseverantes na fé, firmes na doutrina, mas tudo isso deve ser feito em genuína adoração. A nossa verdadeira motivação deve ser o amor pelo Senhor.
  4. Se você se afastou da motivação correta, o Senhor aconselha hoje: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras”. Se vencer a negligencia receberá da plenitude da Vida eterna.
Aleluia, Amém!
Sermão/Pra. Nadia Malta em 13.03.13 – www.ocolodopai.com
Este material pode ser reproduzido e utilizado para fins de evangelismo e edificação, desde que seja mencionada a fonte, e a Fonte é o Espírito Santo de Deus.

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