segunda-feira, 2 de março de 2015

Mensagem/Nadia Malta/OS QUE ESPERAM NO DEUS VIVO PODEM CRER NO AMANHÃ!

OS QUE ESPERAM NO DEUS VIVO PODEM CRER NO AMANHÃ! 

Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade. Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus”. Salmos 145.18; 146.5. 

                                                                                


Estes salmos estão entre os muitos anônimos que encontramos na Palavra de Deus. O salmista aqui trata tanto da bondade, grandeza e providencia de Deus, quanto da sua fidelidade e também da fragilidade do homem. O Senhor não desampara os que o buscam com sinceridade de coração e considera bem-aventurados os que recorrem a ele em meio às lutas e têm nele a sua esperança. Esses podem crer que terão um lindo amanhã! Quando pensamos em bem-aventuranças logo nos lembramos do Sermão do Monte proferido por Jesus, especialmente no Evangelho de Mateus. No entanto, a Palavra do Senhor está repleta de bem-aventuranças dirigidas aos eleitos de Deus. Aprendemos que, embora muitos traduzam esta expressão de um modo simplista, o seu significado vai muito além de “feliz”. Bem-aventurado significa aquele que goza de altos privilégios. Percorrer a trilha dessas Bem-aventuranças por toda a Palavra do Senhor é sempre edificante e esclarecedor. Será que aqueles que são chamados de eleitos de Deus conseguem perceber aquilo que já receberam da parte dele? Creio que não, do contrário, não haveria tantos vivendo uma vida miseravelmente infeliz por não desfrutar daquilo que é direito de filhos e não estou falando da superficialidade dos bens materiais. Precisamos despertar para as três verdades reveladas nesses dois versículos lidos: Primeira verdade: O Senhor está perto de todos os que o invocam com sinceridade de coração. O Senhor diz através do profeta Jeremias Jr.29.13, 14: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor, e farei mudar a vossa sorte”.  Contudo, será que em nossas correrias frenéticas, pra lá e pra cá o temos buscado assim? Certamente que não. Segunda verdade: É Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó como seu auxílio. Nas agonias pelas quais passamos, acabamos esperando e recorrendo a seres humanos que são tão frágeis como nós e nos decepcionamos por eles não poderem ajudar como esperávamos. O nosso socorro vem do Senhor e nem sempre Ele usa os mesmos meios de ajuda! Só o Senhor é o nosso auxílio, nosso refúgio e fortaleza, consolo presente em nossa tribulação. Recorramos a ele somente e deixemos que Ele providencie os meios de ajuda. Terceira verdade: É Bem-aventurado aquele cuja esperança está no Senhor seu Deus. A nossa esperança não é um sentimento é o Próprio Deus encarnado, Jesus Cristo. O profeta Jeremias diz em Jr.17.7, 8: “Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão não se perturba, nem deixa de dar fruto”. Nada temos a temer porque o Senhor está atento a cada um de nós. Ele não é apenas o Autor e Consumador da nossa fé, mas o Sustentador Bendito de todas as coisas. Ele é Fiel. Ele acode ao necessitado. Ele liberta os encarcerados. Ele é Deus de revelação. Ele levanta os abatidos. Ele ama os justos. Ele é o Amparador dos desvalidos. Ele é o Juiz que julga as nossas causas retamente. Ele reina de geração a geração e tem o controle soberano de todas as coisas em suas mãos. Ele galardoa, presenteia os que o buscam em verdade! Só precisamos recorrer a ele e confiar tão somente nele. Como diz o antigo cântico: “Porque Ele vive posso crer no amanhã!”. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



domingo, 1 de março de 2015

Meditação/Nadia Malta/OS FILHOS CRESCEM, CASAM, SE MUDAM, E AGORA?

OS FILHOS CRESCEM, CASAM, SE MUDAM, E AGORA?



Outro dia a Revista Pais e Filhos publicou um artigo muito interessante, e pra variar não me lembro do seu autor, erro imperdoável, intitulado: “O que você vai ser quando o seu filho crescer?”. O título chamou a minha atenção, pois chega um momento em nossa vida, no qual, como pais e mães precisamos responder a essa pergunta. Chega a hora de nos reinventar de tomar novos rumos, abraçar novos projetos, de aproveitar a maturidade e de fazer o que até então não pudemos. É a nossa hora!
O cuidado com eles agora é outro, é na retaguarda, sem a responsabilidade de prover. Eles andam com as próprias pernas e voam com suas próprias asas. Crescem rápido demais, tudo acontece num abrir e fechar de olhos. Ainda outro dia estávamos às voltas com mamadeiras, lições de escola, sarampos, cataporas e joelhos machucados. E de repente aquelas pequenas águias crescem e alçam vôo, deixando o ninho vazio até que retornam carregando suas próprias águias. A vida é assim pelos séculos dos séculos. Por que fazemos tanto drama de algo tão simples? Deixemos que voem as nossas águias! Graças a Deus podem voar!
E agora o que fazer diante da realidade? Uma só coisa: Seguir a vida sem drama, aliás, detesto drama, sobretudo, as tempestades em copos d’água que muitos fazem pra chamar a atenção. Tudo isso faz parte do curso natural, só precisamos de um pouco de tempo para convencer a nossa emoção da naturalidade deste momento, depois de algumas lágrimas inevitáveis choradas à sós, tudo se acomoda e segue seu curso natural. Não tem grandes explicações! Como diria Chicó, personagem de Ariano Suassuna no Auto da Compadecida: “Só sei que é assim!”.  O melhor de tudo é que contamos com a assistência infalível do companheiro inseparável de todas as horas: O Consolador Amado, o Espírito Santo de Deus! Graças a Ele sobrevivemos sem marcas.
Como cristã aprendi que os filhos são heranças benditas do Senhor. Eles não são nossos, apenas nos foram emprestados por breve tempo para que cuidemos deles e os preparemos para a vida e a piedade. No dizer do Rev. João Campos de saudosa memória: “Filhos são almas eternas que o Senhor nos confia para conduzirmos à eternidade!”. Essa é a nossa missão como pais. A minha está cumprida pela misericórdia, apesar de mim para a glória de Deus!
Os meus filhos cresceram, casaram, se mudaram! O menino se fez homem alçou vôo primeiro, se tornou profissional, marido, pai. Saiu do ninho, as asas cresceram e ele se foi. Voltou multiplicado e colocou em meus braços duas preciosidades, dois netos tão queridos. Depois foi a vez da menina. Ela cresceu (em estatura, nem tanto) e também alçou seu vôo.  De repente a menina deu lugar a uma grande e linda mulher.  Agora esposa, dona de casa, profissional e inevitavelmente será mãe. Ambos íntegros! Ah, ainda ganhei de presente por meio deles mais dois filhos de papel passado meu genro-filho e minha nora-filha. E aqueles bebês que um dia embalei já não são mais bebês. Aí nos perguntamos: “Onde eu estava que não percebi que cresceram? Fiz-me esta pergunta duas vezes! É, as coisas mudam, os ciclos se completam, as mudanças assustam, mas são inevitáveis e necessárias. Significa que graças a Deus não estagnamos, mas, seguimos, fluímos, crescemos também. O que vou ser agora? Respondendo a pergunta do artigo da Revista Pais e Filhos: Vou viver o hoje, o agora de Deus. O ontem já passou e o amanhã nem chegou ainda. Cada dia tem o seu encanto, a sua exigência, a sua demanda. Olhemos para este agora!
Precisamos em sabedoria deixar que cresçam e aprendam com suas próprias experiências sem interferir. Conselhos, só se forem pedidos. Chegou a hora de ver na prática o que ensinamos. Só posso dizer: “Obrigada Deus, valeu a pena, valeu muito a pena criá-los e vê-los crescer, amadurecer e alçar vôo!”. Sigam seus rumos meus filhos e sempre que precisarem o ninho estará sempre disponível. E em suas próprias jornadas não esqueçam da lição preciosa do apóstolo Paulo praticada por nós: “Os pais entesouram para os filhos, não os filhos para os pais!”. Portanto, entesourem não apenas o material, mas a fé que aprenderam desde a infância e o testemunho alicerçado sobre a Rocha eterna que é o Cristo!  Vocês são grandes presentes de Deus que têm tornado a nossa vida sobre a terra menos árida. Que Deus os abençoe, sempre! Amo vocês! Nadia Malta


Meditação/Nadia Malta/MEDO E FÉ NÃO COMBINAM, OUSEMOS CRER SOMENTE! Mc. 5.22-43.

MEDO E FÉ NÃO COMBINAM, OUSEMOS CRER SOMENTE! Mc. 5.22-43. 

Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre? Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente”.  Vs. 35,36. 



O texto acima citado é bem conhecido e conta a história de uma situação vivida por Jairo, um dos principais da Sinagoga. Ele vem pedir socorro a Jesus com urgência por causa da sua filhinha que estava à morte. No caminho, Jesus se depara com uma emergência. Uma mulher hemorrágica o faz parar, porque sentiu em seu coração que se ao menos lhe tocasse a orla da veste seria curada. Podemos imaginar a impaciência de Jairo, correndo contra o tempo. Aquela situação era urgente – sua filha estava gravemente doente, à morte! Qualquer pai no lugar dele teria se desesperado. Mas ele espera silencioso. Ao olharmos para ambas as situações podemos enxergar a fé que deve agir e a fé que deve esperar! Há uma diferença entre urgência e emergência, embora muitos confundam. O dicionário esclarece a diferença: enquanto a primeira (urgência) trata-se de algo que deve ser feito rapidamente, não dá para esperar. A segunda (emergência) é uma situação crítica, incidental. Logo aqui aprendemos que o critério de Jesus é diferente do nosso. Talvez qualquer um de nós tivesse corrido logo a casa de Jairo para socorrer aquela menina à morte e só depois cuidaria da mulher hemorrágica. Jesus que faz tudo esplendidamente age exatamente de forma oposta. Ele não perde oportunidade de ensinar preciosas lições. Ele é Senhor do tempo. Por isso acode em primeiro lugar a emergência para depois resolver a urgência. Por confiar no Senhor tanto a fé que soube a hora de agir, quanto a fé que soube esperar receberam o que necessitavam da parte do Senhor. Vivemos dias nos quais é necessário que passemos da superficialidade religiosa para uma espiritualidade de alicerce profundo. A aparente demora de Jesus em acudir ao chamado de Jairo, parece resultar na morte de sua filha e ele recebe a pior notícia que um pai pode receber. Aquela noticia equivalia dizer: “fim da linha, Jairo”; “não tem mais jeito; desista, o pior aconteceu”; “não adianta pedir”; “seu esforço foi em vão”; “não perca mais tempo com isso”; “é melhor se conformar”. Quantas dessas e outras frases parecidas ouvimos em meio às nossas lutas? O Senhor nos ensina aqui a não dar ouvidos aos pregoeiros da desgraça e ousar crer nele apesar de tudo. Isto nos leva a olhar para as palavras finais dos versículos ressaltados. Jesus diz a Jairo: “Não temas, crê somente!”. Somos provados, testados a todo instante. São lutas por fora e temores por dentro, como diz o apóstolo Paulo. E como esses temores têm nos assolado, misericórdia! O medo tem sido uma das mais letais armas de satanás contra nós. O medo é atormentador, porque além de nos paralisar, impede que alcancemos o sobrenatural de Deus. Diante de cada circunstancia, cada obstáculo somos traídos por nossa humanidade insegura. Tendemos a ficar desesperados, perdemos o chão e nos esquecemos Daquele que é o Senhor de todas as coisas. Ele tem o controle de tudo em suas mãos e não age de acordo com a lógica ou critérios humanos. Confiemos nele! Ousemos crer somente à despeito do que os nossos medos tentam nos mostrar! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


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