sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/ QUE SEJAMOS CANAIS VIVOS DA MULTIFORME GRAÇA DE DEUS!

 QUE SEJAMOS CANAIS VIVOS DA MULTIFORME GRAÇA DE DEUS!

Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” Jo.4.14. 


O texto lido foi cuidadosamente garimpado de um contexto maior que relata o encontro transformador de Jesus com a mulher samaritana. Ele simplesmente emergiu da Palavra trazendo para nós uma grande revelação de Deus sobre o verdadeiro encontro com Cristo e seu resultado. Quando lemos todo o relato descobrimos que aquela mulher tinha uma sede existencial tremenda, que ela confundia com uma sede física, a qual ela tentava saciar pulando de relacionamento em relacionamento. Na verdade, é o que muitos fazem ainda hoje. Jesus confronta esta mulher com a sua verdadeira necessidade. Havia uma sede em seu interior que não poderia ser saciada por nada ou mesmo ninguém humanamente falando. Contudo, quando ela experimentou a verdadeira Água que dessedenta (A Palavra Viva de Deus - Jesus) houve uma mudança tão radical em seu coração que ela não podia mais se conter. Esta é a idéia central do texto. Vivemos num tempo em que as pessoas vivem vazias de algo que elas mesmas não sabem o que é e por causa desse vazio andam sofregamente vagueando em busca de satisfações carnais. Uns tentam buscar satisfação nos vícios de uma maneira geral como cigarro, drogas pesadas, álcool, jogos. Há ainda aqueles que vivem uma sexualidade absolutamente doentia, trocam de relacionamento como se troca de roupa, buscando em braços humanos o que só pode ser encontrado nos braços amorosos do Pai Celestial, através da pessoa de Jesus.

Há os que procuram na religiosidade, sobretudo, nas ascéticas (aquelas que levam o sujeito a se auto- flagelar) refúgio para as suas inclinações e preenchimento para o vazio do coração. O fato mais relevante aqui, é que há realmente um vazio enorme no coração do homem que só pode ser preenchido por Deus e por ninguém mais. No texto lido Jesus nos faz uma grande revelação sobre aquele que o recebe verdadeiramente: O vazio acaba, essa pessoa se torna plena, a sede cessa, ela se torna satisfeita. Gostaria de destacar três verdades sobre o que acontece com todo o que recebe o Cristo de maneira real. Vejamos: Primeira Verdade: Aquele que antes de receber Jesus era um deserto, sedento, além de saciar a sua sede transforma-se numa fonte; Segunda Verdade: Aquele que antes de receber Jesus era um deserto torna-se uma fonte que não cessa de jorrar; E Terceira Verdade: Essa fonte jorra numa direção: A eternidade. O encontro com Jesus é restaurador, quando acontece de verdade, nada permanece do mesmo jeito. Tudo que estava morto ressuscita. Tudo que fora danificado é consertado, tudo que estava doente é sarado, tudo que era maldito torna-se bendito porque a glória do Senhor é manifesta. O Senhor tem o poder de dessedentar, de satisfazer plenamente. Diferentemente de todas as outras águas. A estagnação acaba! A sede acaba! A aridez acaba! O vazio acaba! Aquela pessoa que antes estava ávida por receber, porque nada preenchia seu vazio torna-se plena, absolutamente satisfeita. E esse estado de satisfação e de plenitude gera doação, testemunho, frutificação para a glória de Deus.

Quando recebemos essa Água Viva, algo se transforma em nosso coração de tal maneira que experimentamos uma santa compulsão por anunciar tudo quanto o Senhor nos tem feito. Somos transformados numa fonte cujo objetivo é levar muitos à eternidade com Jesus. O que este texto nos revela hoje? Quando recebemos Jesus em nossa vida como o nosso único e suficiente Salvador, nossa vida ganha um sentido, uma plenitude. O nosso coração desértico, carente, insatisfeito e sedento, além de saciado transforma-se em uma fonte. E como fontes vivas, não cessamos de jorrar como rios dessa Água Viva, que é a Santa Palavra de Deus. A estagnação acaba, a sede acaba, a procura acaba, o vazio acaba! Somos preenchidos! O Senhor nos torna plenos! Plenitude gera doação, testemunho e frutificação, isso porque não podemos conter o que recebemos. Essa fonte jorra numa direção: A eternidade com Jesus. Jorramos para alcançar nossos amigos, parentes, estranhos e conhecidos, há no coração uma santa compulsão para anunciar aquilo que recebemos de Deus. Que jorremos para a glória de Deus! Nadia Malta

 

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/ ATENTEMOS AO QUE O SENHOR NOS TEM ORDENADO!

 ATENTEMOS AO QUE O SENHOR NOS TEM ORDENADO!

https://youtu.be/2Zyf70Hp5e0

 Se ouvires tudo que eu te ordenar, e andares nos meus caminhos, e fizeres o que é reto perante mim, guardando os meus estatutos e os meus mandamentos, como fez Davi, meu servo, eu serei contigo, e te edificarei uma casa estável, como edifiquei a Davi, e te darei Israel”. I Rs. 11.38.                                            


Gostaria de chamar a atenção para o princípio da obediência, que tem sido requerido de nós e tão negligenciado pela maioria absoluta dos que se dizem cristãos! O texto lido foi retirado da profecia de Aías feita a Jeroboão, “filho de Nebate, efraimita da cidade de Zareda, servo de Salomão”, que acabou por reinar sobre dez tribos de Israel. Este homem foi levantado para ser vara de Deus com a qual Ele disciplinaria Salomão por sua infidelidade. Embora não fosse da linhagem de Davi, fazia parte do povo da aliança, era efraimita. Jeroboão teria sido um grande rei sobre Israel “se tivesse observado às ordenanças de Deus”. Jeroboão escolheu o caminho da sabedoria política e não da sabedoria do Alto, como muitos fazem hoje. Ele Preferiu o caminho da idolatria, perdendo as bênçãos contidas no versículo citado no início. Acabou se tornando um exemplo a não ser seguido. Para que as bênçãos de Deus desçam sobre nós precisamos olhar com tremor para as suas ordenanças e nos inclinarmos a obedecê-las. A reverência para com a Santa Palavra de Deus tem se esvaído no meio dos que se dizem cristãos. O homem para quem Deus olhará é o aflito e abatido de espírito que treme da sua Palavra. A pergunta é: Temos tremido diante da Palavra de Deus?

Salvação é de graça e pela graça, mas a liberação das bênçãos de Deus contidas em suas promessas dependem da observação das ordenanças que as precedem. Este princípio valia para o passado e também para os dias de hoje. O Senhor continua dizendo: “Se ouvires o que eu te ordenar...”. De nada adianta quebrar maldições hereditárias, fazer correntes de sete semanas, fazer voto ao Senhor disso ou daquilo, se não houver uma inclinação para obediência. Se ouvirmos e acatarmos o que nos tem sido ordenado, então o Senhor se voltará para nós e liberará tudo quanto nos foi prometido por Ele. Em Is. 1.19 o Senhor promete: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Esta promessa embora tem sido para uma situação local, tem um alcance espiritual para dias vindouros. O que o Senhor ordenou a Jeroboão? Vejamos as quatro ordenanças: Primeira Ordenança: Ouvir o que foi ordenado por Deus; Segunda Ordenança: Andar nos caminhos do Senhor;  Terceira Ordenança: Fazer o que é reto perante o Senhor; E Quarta Ordenança: Guardar os estatutos e mandamentos do Senhor! Ouvir pressupõe acatar, obedecer! Temos ouvido? Temos acatado? A escolha dos caminhos de Deus testifica da nossa maturidade espiritual, só os tolos escolhem caminhos que levam a morte. Jesus é o Caminho de Deus e somos ordenados a andar Nele. Cl.2.6. Temos andado no caminho ou preferimos os atalhos mais fáceis oferecidos pelo Adversário? Aqui uma ordenança leva a outra. Ouvir leva a um andar nos caminhos do Senhor, que por sua vez leva a praticar. A fazer o que é reto perante Ele. Os retos têm um coração cheio de temor a Deus e gozam de sua intimidade, percebem o Senhor em tudo que fazem.  Andar nos caminhos do Senhor, fazer o que é reto perante Ele é em síntese guardar seus estatutos e mandamentos. Aquilo que não era possível no passado é possível hoje pela presença e ação do Espírito Santo na vida dos verdadeiramente regenerados.

O que o Senhor prometeu a Jeroboão se ele ouvisse e obedecesse o que lhe fora ordenado? O Senhor seria com ele; Edificar-lhe-ia uma casa estável; E lhe daria Israel! O Que aprendemos aqui? No caso de Jeroboão, nenhuma promessa foi cumprida porque faltou obediência. O mesmo pode acontecer conosco hoje. As exigências de Deus continuam as mesmas do passado, mas tem faltado temor diante dessa Palavra de vida. Se ouvirmos e acatarmos tudo o que nos foi ordenado, comeremos o melhor desta terra, porque a boca do Senhor o disse, do contrário, seremos sentenciados pela espada que é a própria Palavra de Deus. Jeroboão tornou-se um exemplo a não ser seguido! Os reis que fizeram o que era mau em Israel seguiram o exemplo de Jeroboão filho de Nebate. E quanto a nós? Reflitamos! Nadia Malta

 

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/CHAMADOS A EM TUDO GLORIFICAR AO SENHOR!

 CHAMADOS A EM TUDO GLORIFICAR AO SENHOR!

https://youtu.be/kTAxOcvoLJo

Vivei em paz uns com os outros. Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal”. 1 Tessalonicenses 5.13b – 22. 


Que sejamos encorajados a andar de modo a glorificar o Senhor em absolutamente TUDO, no cuidado e na responsabilidade uns com os outros e até mesmo em meio às dificuldades enfrentadas. O texto lido faz parte das ordenanças finais do apóstolo Paulo aos cristãos de Tessalônica. Segundo um relatório trazido por Timóteo, alguns irmãos ali andavam desordenadamente. Paulo escreve de Corinto para aquela comunidade, exortando-a a manter uma conduta digna e ordeira tanto na comunhão dos santos quanto na vida pessoal. Ao final da epístola ele envia preceitos. O propósito desses preceitos era levar aqueles irmãos a um andar digno da vocação a que foram chamados, especialmente no que diz respeito ao cuidado e responsabilidade de uns para com os outros. As palavras aqui trazidas também se aplicam aos cristãos contemporâneos de forma muito oportuna. Atentemos para elas. No relacionamento, especialmente entre cristãos, não cabe o uso da expressão: “Não tenho nada com isso”! Tudo o que afeta os nossos irmãos também dói em nós. Somos um corpo, quando um membro sofre, todos sofrem com ele!

Enquanto estivermos do lado de cá da eternidade, cada dia é um novo começo! Na verdade, a nossa jornada por esta vida é uma sucessão de recomeços, de oportunidades para fazermos diferente e fazermos a diferença tanto em nossas vidas quanto nas vidas dos que estão ao nosso redor! Há sempre um novo ciclo começando, nada mais oportuno que renovarmos a nossa aliança com o nosso Deus. Peçamos a Ele que sonde o nosso coração e onde houver caminhos maus, Ele com toda liberdade os conserte, nos reconduzindo ao Caminho eterno. Uma tendência do pós-modernismo que têm adentrado a igreja contemporânea é o fato das pessoas se voltarem mais para si mesmas, para seus interesses pessoais em detrimento, especialmente da dor do outro. É a ressurreição do hedonismo (filosofia grega voltada para a busca do prazer). Agimos como Caim, que ao ser perguntado por Deus onde estava seu irmão, respondeu: “Acaso sou eu tutor do meu irmão?”. Somos sim, responsáveis pelos nossos irmãos na fé. O dever de cuidar não é só do pastor, mas todos nós somos cuidadores e num certo grau todos nós, pastoreamos. O apóstolo traz preceitos em relação aos irmãos; E Preceitos em relação a nós mesmos!

O que aprendemos aqui? Fomos alcançados para sermos canais da multiforme Graça de Deus e Ele nos confia a responsabilidade de aconselhar, cuidar e exercitar paciência com os nossos irmãos, aliás, é através deles que o Fruto do Espírito é desenvolvido em nós. Convivência é um grande exercício de piedade. Atentemos para isto! O segredo para avançarmos nessa estrada tão íngreme dos relacionamentos é manter a alegria no coração pela presença de Deus, manter a sintonia com o Trono da Graça através da oração contínua, ter um coração agradecido mesmo à despeito das circunstancias, prestar atenção ao que diz a Santa Palavra de Deus, reter e praticar o que edifica diretamente e apartando-nos de toda forma de mal. Aleluia, Amém! Nadia Malta

 

terça-feira, 28 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE NOS AQUIETAR E ESPERAR EM DEUS!

 TEMPO DE NOS AQUIETAR E ESPERAR EM DEUS!

A seguir, dirigiu-se Jesus a seus discípulos, dizendo: Por isso, eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Porque a vida é mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes. Observai os corvos, os quais não semeiam, nem ceifam, não têm despensa nem celeiros; todavia, Deus os sustenta. Quanto mais valeis do que as aves! Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? Se, portanto, nada podeis fazer quanto às coisas mínimas, por que andais ansiosos pelas outras?”. Lc 12.22-34. 


Aqui somos advertidos pelo Senhor a não nos inquietar e confiar inteiramente nEle! O capítulo 12 do Evangelho de Lucas é cheio de advertências de Jesus, como uma estrada bem sinalizada. É interessante estudarmos todo o capítulo, no entanto, hoje gostaria de focar em algo que tem aprisionado e paralisado muitos em nosso meio: A preocupação, também chamada de ansiedade. Preocupar-se é ocupar-se antecipadamente com algo que não aconteceu e pode nem acontecer. A ideia central do texto lido é precisamente esta: O cuidado que devemos ter para não nos deixar enredar nas teias da preocupação e da ansiedade. Quando trato deste assunto, não significa que estou totalmente livre de sentir preocupação ou ansiedade. Muito pelo contrário, sei que este é um gigante do qual tenho que me livrar em nome de Jesus Cristo e chegarei lá na força que o Senhor supre. Estamos todos em pleno processo de libertação desse gigante pavoroso que tem assombrado os nossos dias e postergado as nossas vitórias. A preocupação tem sido a causa principal de muitas enfermidades físicas e emocionais, por isso gostaria de convidar você para juntos examinarmos as Escrituras sobre este assunto. É interessante observarmos que o fazendeiro dos versículos anteriores aos citados no texto (13 – 21) se preocupava por ter bens demais, enquanto a preocupação dos discípulos no contexto lido era por não ter o suficiente. As duas situações são repreendidas por Jesus. E quanto a nós, com o que nos preocupamos? O que será que o Senhor deseja ministrar a nós através desta palavra? Analisemos o texto.

O texto aponta três aspectos da preocupação que nos ajudam a desmascará-la: Vejamos: Primeiro Aspecto: A preocupação nos leva a focar no lugar errado; Segundo Aspecto: A preocupação é inimiga da fé; E Terceiro Aspecto: Preocupação revela o nosso medo de perder o que verdadeiramente temos escondido em nosso depósito espiritual e ainda nos assemelha ao mundo. Já reparou que quando estamos preocupados nos sentimos rasgados por dentro, em suspense? Sentimos um sobressalto, um frio na boca do estômago, um nó na garganta. A preocupação destrói a nossa capacidade de pensar positivamente exercitando uma fé viva, bem como a perspectiva de nossa vitória. Misericórdia! A preocupação convence o preocupado de que a vida é feita do que comemos ou vestimos.  Aí está um grande engano! Aprendamos a desmascará-la. A preocupação nos paralisa, nos impede de crescer e nos torna semelhantes aos incrédulos que não têm o Senhor. A preocupação anda na contramão da fé cristã. Como dar testemunho a um mundo perdido e ansioso e encorajar as pessoas a depositar a sua fé em Jesus Cristo, quando nós mesmos duvidamos e nos preocupamos? É possível vencer a preocupação? Como? Além de confessar o nosso pecado, outro passo para nos livrar das preocupações é descobrir onde está o nosso coração.

O que aprendemos aqui? Precisamos reconhecer e confessar o motivo da ansiedade que tem nos assolado e pela fé começar a trabalhar essa libertação em nome de Jesus Cristo. Não podemos deixar que as úlceras, gastrites e todas as síndromes que têm surgido em nosso tempo, deponham contra a nossa fé, como as grandes insígnias de nossas preocupações. Lutemos para não sermos associados com os incrédulos no que tange às preocupações deste mundo. Cuidado com o que temos escondido em nossos depósitos espirituais! Priorizemos o reino de Deus e sua justiça e não permitamos que a preocupação destrua a nossa capacidade de pensar positivamente, que ela engane as nossas emoções com pensamentos que não procedem de Deus, nem deforme a nossa perspectiva de vitória. A preocupação, além de não resolver o problema ainda nos faz adoecer! Tempo de libertação desse gigante pavoroso em nome de Jesus Cristo, Amém! Nadia Malta

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/QUE ESTEJAMOS ATENTOS ÀS ORDENANÇAS DO SENHOR!

 QUE ESTEJAMOS ATENTOS ÀS ORDENANÇAS DO SENHOR!

Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça. Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo. Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar. A ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém”!I Pedro 5.5-11                                                                            


Os regenerados em Cristo de todas as épocas são chamados nesta epístola a não perder de vista: A sua herança eterna, a razão de sua esperança, a andar em santidade e obediência, a entenderem que como povo escolhido são nova habitação espiritual, como pequenas pedras alicerçadas sobre a grande Pedra Angular que é o Cristo. Eles fazem parte dessa edificação espiritual. O texto lido encerra o conteúdo da epístola chamando a atenção dos leitores para a humildade, para o cuidado que devem ter com a ansiedade, e, sobretudo, para a batalha espiritual na qual já estão engajados. Percorrendo a trilha da epístola de Pedro em sua série de mensagens aos regenerados de todas as épocas, a grande pergunta retórica que fazemos é: Temos plena convicção do que se operou em nós? Da resposta a esta pergunta vai depender o nosso posicionamento espiritual: Vitoriosos em Cristo ou irremediavelmente derrotados? Se já experimentamos o poder restaurador de Deus, mediante a morte e ressurreição de Cristo, pela ação do Espírito Santo, somos vitoriosos, pois já recebemos o perdão dos pecados e a libertação do império das trevas! Então, já estamos andando em plenitude e abundancia. Quer vivamos, quer morramos, quer sejamos curados ou não, quer tenhamos recursos deste mundo ou não, quer sejamos perseguidos ou acolhidos, em Cristo já somos mais que vencedores.

O apóstolo Pedro finda sua epístola trazendo quatro conselhos oportunos para a saúde espiritual dos seus leitores: Primeiro Conselho: Os regenerados devem praticar a submissão e a humildade; Segundo Conselho: Os regenerados devem render-se ao Senhor lançando sobre Ele toda a sua ansiedade; Terceiro Conselho: Os regenerados devem manter o equilíbrio, a vigilância e a fé; E Quarto Conselho: Os regenerados devem confiar inteiramente na Graça de Deus. Em tempos de autonomia precisamos exercitar a submissão às autoridades constituídas. Tanto no âmbito do lar, da sociedade quanto espiritualmente. A falta de submissão horizontal é um reflexo da falta de submissão vertical, ao Senhor. Em tempos de autonomia, como já fora dito, talvez este seja um dos conselhos mais difíceis de ser acatado. Falar em submissão hoje soa quase como uma aberração e ainda se corre o risco de ser criminalizado. Todos de certa maneira, somos dependentes de todos. Quer aceitemos ou não! Não somos ilhas ambulantes. Aliás, a comunhão é uma das colunas que sustentam o Corpo de Cristo que é a igreja. O sentimento de autonomia é ancorado pelo orgulho, carro chefe de todos os demais pecados. Por isso somos instados aqui à submissão e à humildade. É a Graça suprema do nosso Deus que nos sustenta, firma e fortalece.

O que aprendemos aqui? Como eleitos de Deus e regenerados em Cristo devemos exercitar a submissão às autoridades constituídas sobre nós e praticar a humildade, pois Deus se opõe ao soberbo e concede graça aos humildes. Da rendição ao Senhor de cada área da nossa vida, exercitando uma entrega diária de nossas ansiedades depende a nossa saúde espiritual e emocional. Devemos cultivar uma atitude de constante vigilância, equilíbrio e fé diante dos embates da vida. Como regenerados devemos confiar inteiramente na Graça de Deus poderosa não apenas para salvar, mas para nos fortalecer, firmar e sustentar até o dia de Cristo Jesus. Atentemos! Nadia Malta

 

domingo, 26 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/PERSEVEREMOS NA FÉ E ALCANÇAREMOS A VITÓRIA!

 PERSEVEREMOS NA FÉ E ALCANÇAREMOS A VITÓRIA!

https://youtu.be/vMhfOPkHnac

 Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma”. Hebreus 12.1-3. 


O texto lido continua seguindo a trilha do capítulo 11, onde o autor da epístola fala de fé e discorre sobre aqueles que obtiveram um bom testemunho de fé perseverante, indo às últimas consequências. Percebemos aqui um salto da teoria à prática. Primeiro ouvimos as definições de fé, agora o autor da epístola chama a nossa atenção para aqueles que ousaram crer e experimentaram os resultados práticos de sua fé viva. Ouvimos do apóstolo Paulo em Rm.12.3 que o Senhor repartiu uma medida de fé com cada um de nós. Já partimos do princípio de que todos nós já temos uma medida de fé. Cabe a nós agora cuidar desta semente adubando-a com a Palavra de Deus, regando-a muitas vezes com as nossas lágrimas para que ela se torne frutífera. A fé é além de um dom dado por Deus, também um aspecto do fruto do Espírito Santo, e como tal se desenvolve em situação adversa. Somos colocados em circunstancias nas quais a nossa fé é treinada a confiar Naquele que existe e se torna galardoador dos que o buscam. Qual o objetivo deste treinamento? Até que aquela medida inicial de fé, se torne uma certeza inabalável daquilo que esperamos, uma firme convicção de fatos que ainda não são vistos com os olhos humanos, mas já são uma realidade no mundo espiritual. Por que devemos crer assim? Porque quem fez a promessa é fiel! Hb.10.23.

O texto em apreço traz algumas instruções quanto ao exercício da fé verdadeira. Vejamos: Primeira Instrução: Olhemos para os que ousaram crer antes de nós; Segunda Instrução: Desembaracemo-nos de todo o peso e do pecado que tenazmente nos assedia; Terceira Instrução: Corramos com perseverança a carreira da fé; Quarta Instrução: Olhemos firmemente para o autor e consumador da nossa fé – Jesus; E Quinta Instrução: Consideremos os sofrimentos de Cristo, para não esmorecermos em nossas próprias lutas! Somos chamados pelo autor da epístola a olhar para a grande nuvem de testemunhas dos chamados heróis da fé do capítulo anterior, que creram antes de nós. Homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. O texto fala primeiro de peso que atrapalha, que embaraça. Do que ele está falando de fato? Quantas coisas no meio de uma luta que enfrentamos acabam nos distraindo e nos impedindo de crer de fato! São conselhos, práticas, inclinações, pensamentos que confundem nosso foco. Depois o texto fala de pecado, não apenas os pecados específicos, mas da nossa própria pecaminosidade. Estejamos atentos em meio às nossas lutas, pecados precisam ser confessados e abandonados para que alcancemos misericórdia!

Não podemos deixar que nada impeça, distraia ou nos embarace na corrida da fé. Isto tanto para a salvação, quanto para a vitória. Olhar para Cristo sem desviar o olhar, é o segredo para se chegar ao destino mais que vencedores. Quando focamos nEle estamos prontos para viver ou morrer para a sua glória exclusiva. O Senhor Jesus é o Autor e Consumador de nossa fé é o nosso verdadeiro Modelo a ser seguido. O que aprendemos aqui? Somos desafiados a crer perseverantemente, independente das circunstâncias, crer mesmo contra esperança temporal humana. A Esperança do Cristão não é uma mera expectação positiva, mas uma pessoa chamada Cristo, a esperança Viva! A medida de fé recebida precisa ser cultivada para crescer e frutificar. Muitas vezes a rega desta semente é feita com lágrimas. Devemos nos desembaraçar de tudo que impeça o crescimento desta bendita semente. Devemos olhar para Cristo, focar nEle, e, sobretudo, considerar seus sofrimentos cada vez que tendermos a esmorecer. Aleluia, Amém! Nadia Malta

 

sábado, 25 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/CLAMEMOS AO NOSSO DEUS POR SAÍDAS!

 CLAMEMOS AO NOSSO DEUS POR SAÍDAS!

Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvi­rei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês', declara o Senhor, 'e os trarei de volta do cativeiro. Eu os reunirei de todas as nações e de todos os lugares para onde eu os dispersei e os trarei de volta para o lugar de onde os deportei', diz o Senhor”. Jeremias 29.10-14.                                                                      


O texto lido faz parte do conteúdo da carta do profeta Jeremias inspirada por Deus aos cativos em Babilônia. A finalidade desta carta era alertar o povo à respeito dos falsos profetas que profetizavam segundo o desejo do coração do povo, que era se libertar do jugo de Babilônia. Jeremias usado pelo Senhor alerta o povo a não confiar nos profetas e sonhadores mentirosos que se levantaram para agradar o povo em detrimento da vontade de Deus. O profeta Naum (1.3b) traz uma revelação tremenda para o povo de Deus: “O Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés”. Isto significa que nem sempre a tempestade ou mesmo o cativeiro é um mal em si mesmo, muitas vezes faz parte da estranha e eficaz didática de Deus. Nenhum mestre de Deus é tão eloquente e tão convincente quanto o sofrimento. O socorro de que realmente precisamos vem efetivamente apenas de Deus! Precisamos ficar espertos e não dar ouvidos aos profetas e sonhadores que se levantam como pedras de tropeço à vontade de Deus. Se a dificuldade fizer parte do plano de Deus para nossas transformações, então, não tem jeito, passaremos por ela sim.

O texto nos traz três revelações quanto aos propósitos de Deus para as tempestades da vida, que inevitavelmente passaremos! Vejamos: Primeira Revelação: A tempestade, a dificuldade, a tribulação tem prazo de validade, tem tempo para acabar; Segunda Revelação: Só Deus conhece os pensamentos que tem a nosso respeito; E Terceira Revelação: Nenhuma oração fica sem resposta, ao tempo de Deus todas serão respondidas e NÃO também é resposta! Enquanto o Senhor prepara a vitória, prepara o nosso coração para recebê-la. Enquanto não se cumprirem os dias determinados para que sejam consolidadas as mudanças em nossos corações, nada acontecerá. Esse tempo de certa forma é determinado por nós. Quanto mais nos endurecemos, mais a vitória será postergada. Propósito de Deus se cumpre! Deus é Deus! Quando pedimos algo ao Senhor, só Ele conhece o tempo e o modo de fazer o que necessitamos. A ferramenta que Ele vai usar para quebrar o coração endurecido vai depender do material de que é feito aquele coração. Ele poderá usar do pequeno martelo à dinamite. Uma coisa o texto deixa bem claro: Tudo concorrerá para o bem. Ele tem pensamentos de paz e não de mal para nos dar o que desejamos. O cativeiro de Babilônia demorou 70 anos por causa da dureza do coração do povo. Não sei o tempo que Deus vai usar para lhe dar a vitória nessa situação que o aflige, mas de uma coisa tenho certeza: Ele sabe fazer caminhos no meio das nossas tormentas.

Deus se agrada da sinceridade do coração dos seus filhos. Na verdade Ele sonda mentes e corações, para nos dar aquilo que precisamos. O Senhor deseja de nós um relacionamento íntimo com Ele. Ele deseja que o busquemos de todo o coração, só aí Ele se deixará achar e mudará a sorte daquele que o buscar em verdade. Ele não olha nem se impressiona com as nossas performances religiosas ou nossas práticas religiosas exteriores, como longos jejuns sem mudanças de atitudes. O que esse texto nos ensina? As nossas tribulações, tempestades e dificuldades nesta vida têm prazo de validade, têm tempo para acabar. O próprio Jesus disse “No mundo passais por aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo”- Jo.16.33b. O tempo de duração de nossos cativeiros é o tempo de duração de nossa rebelião. A obediência nos capacita a receber o que está reservado para nós. O Senhor é especialista em fazer caminhos nas piores tormentas que nos assolam, porque só Ele conhece os pensamentos que tem a nosso respeito. Nenhuma oração ficará sem resposta, ao seu tempo todas serão respondidas e NÃO também é resposta! Atentemos! Nadia Malta

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/NÃO HÁ IMPOSSÍVEIS PARA O SENHOR, CONFIEMOS!

 NÃO HÁ IMPOSSÍVEIS PARA O SENHOR, CONFIEMOS!

 E, quando chegaram à multidão, aproximou-se-lhe um homem, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo: Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo, e muitas vezes na água; E trouxe-o aos teus discípulos; e não puderam curá-lo. E Jesus, respondendo, disse: Ó geração incrédula e perversa! até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazei-o aqui. E, repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou. Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Por que não pudemos nós expulsá-lo? E Jesus lhes disse: Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível” Mateus 17:14-20. 


 Jesus e três dos seus discípulos mais chegados: Pedro, Tiago e João, haviam subido ao monte, onde Jesus foi transfigurado à vista deles. Quando eles descem do monte encontram os demais discípulos que haviam ficado à espera deles, às voltas com a situação de um pai desesperado cujo filho padecia de uma aparente enfermidade, a quem o texto chama de lunático. Aquele homem no seu desespero procura os discípulos de Jesus, com a finalidade de ter seu filho curado. Na verdade aquele menino estava possuído por um espírito maligno e não acometido de uma enfermidade natural. Não houve discernimento por parte dos discípulos para perceber este fato. Lembramos que os discípulos além de terem recebido autoridade da parte de Jesus, já haviam testemunhado inúmeras vezes o Senhor agindo em situações semelhantes. Quando Jesus desce do monte encontra aquela situação e sofre com a incredulidade dos seus discípulos, mencionando a falta de fé como a causa do seu fracasso. Quando se trata de fé é importante atentarmos para três afirmações do autor de Hebreus em Hb 11.6, primeiro: “sem fé é impossível agradar a Deus”; segundo: “é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe” e terceiro: “que Deus se torna galardoador dos que o buscam”. Essas três afirmações nos levam a buscar uma fé de resultados. Na sua metodologia didática, Jesus usou muitas parábolas, mas usou também acontecimentos reais, dos quais fez preciosas aplicações práticas para seus discípulos de todas as épocas.

 Duas coisas chamam a nossa atenção no episódio descrito aqui. Vejamos: Primeira: O problema em si e a reação de Jesus; E Segunda: A ação eficaz de Jesus e a causa do fracasso dos discípulos! É interessante notar que três dos evangelistas narram esse episódio e cada um percebeu um detalhe diferente sobre o fato. De acordo com Mateus o menino era lunático (traduzido por epiléptico por alguns) e suicida, atirando-se repentinamente no fogo e na água. Marcos o descreve como um mudo, que caía no chão com frequência, espumando e rangendo os dentes, depois ficando com o corpo todo rígido. E Lucas diz que o menino era filho único e gritava ao entrar em convulsões. Apesar de muitos desses sintomas poderem ter causas naturais, aquele menino estava à mercê de um demônio. Aqui vemos a necessidade de entendermos a natureza dos problemas que nos assolam, ter discernimento.  Enquanto os discípulos recuaram da responsabilidade e autoridade de expulsar aquele demônio, o menino sofria sob aquela ação maligna. A primeira reação de Jesus foi uma tristeza profunda. Fico imaginando como O Senhor se sente ao olhar para os cristãos fracos e tímidos de hoje. Falta-nos intrepidez e ousadia para dar passos ousados de fé! Jesus não requer de nós nada que Ele mesmo já não nos tenha ensinado. Ele pediu que lhe trouxessem o menino e repreendeu o demônio e este o deixou. Jesus libertou o menino, ordenando ao demônio que nunca mais voltasse aquele corpo. O Senhor levantou o menino enquanto a multidão dava glória a Deus maravilhada. Jesus esperava que seus discípulos agissem daquela forma, que fossem ousados. Ele os havia comissionado com a sua própria autoridade

 O que aprendemos aqui? Muitos dos nossos problemas, que aparentemente têm causas naturais, na realidade são ações demoníacas. Obras malignas tramadas no inferno para tirar a nossa paz e nos fazer arrefecer na fé. Cabe a nós discernir e sermos ousados, usar a palavra de fé e ordenar aos espíritos malignos que se retirem em nome de Jesus Cristo! Jesus nos revela em sua Palavra como proceder em tais situações, do contrário, não precisaria haver nas Escrituras tantos relatos de Jesus e seus discípulos agindo. Talvez falte a nós ousadia e disposição para imitar o Mestre. Em Ef. 5.1 O apóstolo Paulo diz: “Sede, pois, imitadores de Deus como filhos amados”. A grande razão do nosso fracasso diante das situações aparentemente insolúveis é uma só: A pequenez da nossa fé! Aqueles discípulos até que tentaram, mas não por fé! O texto diz que “eles não puderam curá-lo”. “Quem planta fé genuína, colhe milagres”. Se a nossa fé fosse ao menos do minúsculo tamanho de um grão de mostarda, além de eficaz, ela geraria vida em nosso interior e fruto por onde quer que possamos passar. Nada nos seria impossível! Finalmente gostaria de deixar para sua reflexão uma pergunta de Jesus em Lc 18.8b que diz: “Contudo, quando vier o Filho do homem, achará porventura, fé na terra?”. Nadia Malta

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/QUE O SENHOR NOS AJUDE A VER!

 QUE O SENHOR NOS AJUDE A VER!

https://youtu.be/bLTfwjmCfWs

E foram para Jericó. Quando ele saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado à beira do caminho e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora”. Mc 10.46-52. 


O texto lido é citado por três dos quatro evangelistas: Mateus, Marcos e Lucas. Cada um deles conta o episódio de sua própria perspectiva: Mateus fala que foram dois cegos. Marcos e Lucas dizem que foi apenas um. Marcos diz que Jesus o encontrou na saída de Jericó, enquanto Lucas afirma que Jesus o encontrou quando se aproximava de Jericó. Em todos os relatos, o cego ou os cegos foram encontrados à beira do caminho. Marcos é o mais específico dos evangelistas, apesar de ter escrito o menor dos evangelhos. Quando Jesus estava saindo da Velha Jericó e entrando na Nova Jericó, encontrou um homem que tinha nome, chamava-se Bartimeu, seu pai era conhecido chamava-se Timeu. E essa poderia ser a história de qualquer um de nós ou de qualquer pessoa que conhecemos. Aquele homem por alguma razão perdera a visão. O texto diz que ele vivia esmolando à beira do caminho. O mesmo pedido feito pelo cego do relato de Marcos é feito pelo relato de Lucas: “Que eu torne a ver” por isso cremos se tratar do mesmo cego. Já os cegos mencionados por Mateus, pedem: “Senhor, que se nos abram os olhos” Aqui a situação nos parece que era outra. Entendendo que não há contradição entre os relatos, vamos nos ater ao fato em si: Alguém por alguma razão perdera a visão e buscava ansiosamente tornar a ver.

Quantos ministérios têm sido negligenciados, quantos talentos escondidos! Quantas vidas de salvos, mas miseravelmente infelizes, porque houve uma perda da visão! Quantos em nosso meio tinham uma visão nítida de seu chamado e de repente, quase sem perceber foram encurtando a visão e se tornaram míopes espiritualmente até que cegaram completamente e passaram a viver à margem do Caminho! Não há nada mais triste do que encontrar alguém que andava desembaraçadamente no Caminho e de repente perdeu a visão. Se uma cegueira adquirida, do ponto de vista físico nos choca e comove o que se dirá de uma cegueira espiritual? Quando Jesus se fez homem por amor de nós, a sua intenção não era tratar os problemas do mundo, mas resolver o grande, único e crucial problema do homem: A sua salvação. O homem salvo, justificado pela fé em Cristo precisa crescer na graça e no conhecimento de Deus, essa santificação progressiva dura o tempo que ele tiver de vida sobre a terra. Salvação genuína não se perde, mas os salvos podem perder a visão e precisam se aperceber disso e clamar por Cristo.

Em nenhum lugar nas Escrituras encontramos Jesus implantando uma religião, mas buscando um relacionamento íntimo com todos os que por Ele foram restaurados: Cegos, coxos, leprosos, endemoninhados, lunáticos, enfermos, até mesmo mortos ressurretos. Mas, como o Senhor é Deus misericordioso e compassivo e também de oportunidades, Ele está sempre nos proporcionando chances de renovarmos a nossa visão concernente ao Reino, bem como ao nosso próprio chamado. Que estejamos atentos! A experiência de Bartimeu aponta para algumas atitudes que devem ser tomadas por todos os que perderam a visão espiritual. Vejamos: Ele Clamou ao Senhor com sinceridade de coração e não se deixou abater pelas críticas e repressões; Ele Lançou de si a capa e foi ao encontro do Senhor; E ele foi extremamente objetivo e específico em seu pedido ao Senhor! O que esse texto nos ensina? Se você se encontra numa situação semelhante à de Bartimeu e não enxerga saídas, então, pare agora mesmo e clame ao Senhor com toda a força do seu coração. Lance fora toda capa que tem embaraçado seus passos; renuncie tudo que tem representado uma falsa esperança ou segurança e corra para Jesus; confie nEle e a resposta virá. A sua visão será restaurada.  Diante do Senhor, seja específico e exercite a sua fé; você certamente sairá de posse de vitória. Uma vez restaurada a visão, retome o Caminho. O Senhor é Deus de oportunidades e espera os arrependidos que desejam voltar a Ele! Nadia Malta

 

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/ CLAMEMOS PELA SABEDORIA DO ALTO!

 CLAMEMOS PELA SABEDORIA DO ALTO!

https://youtu.be/uboy0W9du0A

Por essa razão, desde que ouvi falar da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor que demonstram para com todos os santos, não deixo de dar graças por vocês, mencionando-os em minhas orações. Peço que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes dê espírito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele. Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força”. Ef 1. 15-19. 


 O texto citado é a primeira oração feita pelo apóstolo Paulo em favor dos efésios. Essa epístola foi escrita como uma encíclica (uma carta circular) que deveria ser enviada a todas as igrejas gentílicas da Ásia menor, como o objetivo de apresentar a igreja como o Corpo Vivo de Cristo sobre a terra. Nos dias de Paulo, a igreja enfrentou a ação nefasta dos judaizantes. Eles tentavam impedir a obra realizada pelo apóstolo para edificação da igreja, infiltrando no meio dela vários ensinos heréticos que feriam a liberdade da Graça. Nos versículos 15 e 16 deste contexto, encontramos o apóstolo mencionando a fé e o amor daqueles irmãos uns pelos outros. No entanto, ainda faltava algo essencial na vida espiritual daqueles queridos: Sabedoria e discernimento. Parece que essa é também uma necessidade da igreja do século XXI. Por ser o Corpo de Cristo, a igreja precisa se revestir da sabedoria do Senhor, que é o seu cabeça. Esta oração apostólica é um clamor por esta sabedoria e o discernimento, tão necessários para a nossa sobrevivência espiritual em tempos de relativismos.

 Busquemos a sabedoria e o discernimento que tem faltado em nosso meio. Façamos uma pausa nas nossas necessidades materiais e físicas para nos aplicarmos neste clamor tão oportuno em nossos dias. Sendo esta uma carta circular, também é endereçada a nós hoje, sobretudo, porque temos enfrentado muitos ventos doutrinários contrários à Santa Palavra de Deus, além de uma tentativa diabólica de transformar em libertinagem a Graça do Senhor. O clamor de Paulo naqueles dias nos alcança hoje, façamos coro com o apóstolo. Há quatro petições centrais neste clamor apostólico. Vejamos: Primeira petição: Que o Deus do Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória conceda a igreja Espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dEle; Segunda petição: Que a igreja tenha os olhos do coração iluminados para compreender a esperança do seu chamamento; Terceira petição: Que a igreja aprenda a apreciar a riqueza da glória de Cristo sobre ela; E Quarta petição: Que a igreja possa meditar continuamente na Suprema Grandeza do poder de Deus para com ela, segundo a eficácia da força do Seu poder! O Senhor nos exorta em sua Palavra a buscar conhecê-lo. Esse conhecimento não cessa e não é apenas teórico, mas experiencial.

 Fomos chamados e escolhidos com o propósito principal de nos tornar filhos de Deus, membros de sua família, esse é o maior dos privilégios, que muitos não compreendem, mas há também os vários objetivos ministeriais específicos que precisamos conhecer. O nosso espírito recriado recebe as impressões do Espírito de Deus, que nos capacita a realizar a sua obra na terra. E isso é maravilhoso demais aos nossos olhos. O que o Senhor deseja aqui? Ele deseja: Que busquemos a sabedoria e a revelação procedentes dEle para que não sejamos enganados ou levados de um lado para outro pelos ventos de doutrina que insistem em soprar em nossa direção, nem sejamos manipulados por líderes inescrupulosos com suas teologias muitas vezes tiradas até mesmo de demônios. Que busquemos o discernimento para compreender a verdadeira natureza de nosso chamamento. Ele tem grandes coisas para realizar em nós e por meio de nós, mesmo apesar de nós. Que reconheçamos a riqueza da Sua excelsa glória em nós com temor e tremor! Somos transportes da vida de Deus, seus santuários vivos sobre a terra. É muito privilégio, mas ao mesmo tempo muita responsabilidade! Que meditemos na Suprema Grandeza do Seu poder, que não só nos resgatou das trevas, mas nos fez seus filhos: lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro. Há um carimbo santo em nós, que é o penhor do Espírito Santo sobre as nossas vidas! Glorifiquemos ao Senhor! Nadia Malta

 

terça-feira, 21 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/ LEVA-NOS À SALA DO BANQUETE, Ó SENHOR!

 LEVA-NOS À SALA DO BANQUETE, Ó SENHOR!

Leva-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor!” Ct.2.4. 


O livro de Cantares para alguns é uma parábola sobre o amor, para outros é uma alegoria, são várias as interpretações. A mensagem do poema nos remete ao relacionamento íntimo de Cristo com sua Noiva, a igreja. Em toda a mensagem encontramos o modelo de relacionamento que o Senhor deseja ter com o seu povo. Apesar de ouvirmos poucas mensagens neste texto, aqui temos um rico material a ser explorado. O povo de Deus de uma maneira geral tem andado numa aridez que assusta. Sobretudo, quando se fala em prosperidade e abundancia. Vou explicar: Mesmo aqueles que alcançam uma prosperidade financeira, não conseguem experimentar a verdadeira vida abundante prometida por Cristo em Jo. 10.10. Há sempre uma interpretação absolutamente espúria a respeito desses temas.  Creio que a culpa desse engano seja a multidão de pregações que tem proliferado em nossos dias, especialmente na igreja eletrônica, salvo raríssimas exceções, claro, que focam exclusivamente naquilo que é material. Fomos alcançados, gerados de novo para a plenitude de um relacionamento íntimo com o Senhor ressurreto. E esse relacionamento estreito é o maior tesouro que recebemos da parte de Deus, este a traça não rói nem a ferrugem destrói! Se lermos todo o poema veremos inúmeras figuras de linguagem, alegorias e metáforas que são bem próprias da poesia hebraica. Sala do Banquete = lugar da plenitude, de excelência, de honra. Estandarte = insígnia, bandeira, pavilhão que identificava uma tribo ou nação.

No texto lido, a jovem esposa faz um pedido ao seu amado. Ela deseja ser levada à Sala do Banquete.  O que há de tão especial ali? Vejamos: A Sala do Banquete é o lugar da Honra da Excelência; A sala do banquete é o lugar da Intimidade; A Sala do banquete é o lugar da Comunhão; E A Sala do Banquete é o lugar da Abundancia, da Plenitude! Vale salientar aqui que este pedido foi feito por uma rainha ao seu Rei. Paulo falando aos efésios diz que ressuscitamos com Cristo e estamos assentados nas regiões celestiais com Ele (Ef.2.6). Que grande revelação! Recebemos autoridade para reinar com Ele. Fazemos parte da família de Deus. Somos privilegiados! O grande problema conosco é que não temos enxergado nosso lugar de privilégio, carregamos o ranço da velha vida. Temos esquecido que somos raça eleita, nação santa, sacerdócio real, povo de propriedade exclusiva de Deus. O céu para nós começa aqui. Outra razão para não desfrutarmos desse alto privilégio é que deixamos de dar atenção as palavras do Rei para nos determos nas palavras néscias, nas “profetadas” e ministrações dos falsos profetas ao nosso redor. Temer ao Senhor não é ter medo de Deus, mas reverenciá-lo como Senhor, Salvador e Rei. Priorizando-o em tudo. No lugar da intimidade coisas secretas são partilhadas, pecados são confessados e perdoados, necessidades são expostas. Corações são derramados, vidas são restauradas e libertas. Na Sala do Banquete o Rei é encontrado e poderá mudar a nossa sorte. Separemos um tempo para buscar essa intimidade. Temos buscado o Senhor pelo Senhor ou o buscamos apenas quando as coisas se tornam difíceis e atravessamos os estreitos e desertos da vida? Qual foi a última vez que nos prostramos em sua presença apenas para desfrutá-la? Qual foi a última vez que nos prostramos em sua presença apenas para agradecer e adorar? A grande verdade é que temos perdido a capacidade de agradecer por tudo que o Senhor é e pelos seus atributos eternos; pelo que Ele tem feito em nós, por nós, através de nós, mesmo apesar de nós. Só os que têm legítima comunhão expressam verdadeira gratidão.

É desejo de Deus sim, que experimentemos o melhor nesta terra, mas isso só acontecerá quando aprendermos a ir à sala do Banquete. Tudo isso só é possível quando vamos à mesa do Rei, quando desfrutamos da sua presença e a senha de acesso a essa presença já foi comprada para nós através do sangue do Rei Jesus derramado por nós na cruz do Calvário. O que este texto nos ensina hoje? A verdadeira prosperidade existe e é possível experimentá-la ainda nesta terra. Essa prosperidade não é dinheiro ou bens materiais, isso só nos é legado quando usamos estes recursos para investir no Reino de Deus. A verdadeira prosperidade só pode ser encontrada na Sala do Banquete à mesa e na presença do Rei. A sala do banquete é o lugar da Honra, da Intimidade, da Comunhão e da Abundancia. Descobrimos que o resultado da experiência na Sala do Banquete é o Estandarte do Amor que é recebido das mãos do próprio Rei. A Sulamita diz no final do versículo: “E o seu Estandarte sobre mim é o amor!”. Esse estandarte testifica que estivemos na Sala do Banquete. Estandarte como vimos é insígnia de identificação, o Estandarte do amor mostra que pertencemos ao Rei Jesus e é a nossa maior credencial. Estandarte deve ser hasteado no alto para que todos vejam e reconheçam a quem pertence quem o ostenta. Será que este estandarte pode ser visto em nós? Nadia Malta

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/ FAXINEMOS NOSSAS ALMAS! HÁ MUITOS ENTULHOS LÁ DENTRO!

 FAXINEMOS NOSSAS ALMAS! HÁ MUITOS ENTULHOS LÁ DENTRO!

 Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Provérbios 4.23.                                           


O cristão deve ansiar pelo enchimento do Espírito Santo. Quanto mais nos enchemos de Deus mais nos esvaziamos de nós mesmos.  Uma vez cheio do Espírito, o Cristão tem condições de exercitar uma das observâncias bíblicas mais difíceis: O cuidado que devemos ter com o nosso coração ou com aquilo que armazenamos nele! Muitos corações são verdadeiros depósitos de lixo. Não é sem razão que há tantas enfermidades emocionais em nosso meio. O que temos armazenado em nosso coração?  Ressentimento, ira, imundície, ciúme, frieza, orgulho, incredulidade, dureza, preconceitos os mais diversos, fingimento, desejos escusos! Na verdade essa lista é enorme. Que hoje possamos fazer essa oração do salmista com toda a sinceridade de coração, pedindo que Ele sonde nossos corações e tire de lá todo caminho mau. Sofremos ataques de todos os lados, com o propósito de atingir as nossas emoções e minar a nossa fé. A tarefa de nos manter saudáveis não é fácil. O Senhor está preparando a noiva para subir, ela precisa estar linda e adornada, limpa por dentro e por fora para aquele dia e hora, por isso proteger o coração é imprescindível!

A Bíblia nos instrui sobre alguns tipos de atitudes, das quais devemos proteger nossos corações. Vejamos: Do coração fingido/ dissimulado; Do coração endurecido; Do coração orgulhoso; Do coração incrédulo; Do coração frio/insensível; E do coração impuro/que se mistura com o mundo. Que possamos alimentar o nosso coração com a Verdade de Deus: JESUS. É necessário continuamente expor o nosso coração à ação purificadora do Espírito Santo. Cristão tem que falar a verdade cada um com o seu irmão. A palavra do cristão tem que ser sempre sim, sim ou não, não. O que passar disso vem do maligno. Somos chamados a andar em integridade. O Senhor está requerendo de nós um coração quebrantável, flexível e ensinável, que se dobre ante a vontade de Deus expressa em sua Palavra. Muitos leem a Palavra continuamente, mas nunca aplicam suas lições a si mesmos. Esquecem que àqueles a quem muito foi dado,  muito lhes será cobrado. Atentemos para isto! Fomos chamados a andar em quebrantamento de espírito. O Senhor abomina a vaidade, o orgulho e a altivez do homem. O coração que se inflama em sua própria vaidade e arrogância constitui um tipo ainda mais abominável de idolatria: A Egolatria= culto ao EU.

Precisamos aprender a esvaziar o nosso coração de todo orgulho e de toda altivez de espírito e enche-lo de Deus. Todo arrogante é intolerante é radical é crítico é faccioso e preconceituoso. A soberba precede à ruína, e a altivez de espírito à queda. Portanto, cuidado, o Senhor abate o soberbo e derrama a sua graça sobre o humilde, o Senhor diz através do profeta Habacuque que o soberbo não é reto nele o, mas o justo vive por sua fé. Aleluia! Somos chamados a andar em humildade. O coração incrédulo é chamado de perverso, inclinado para o mal. Esse tipo de coração afasta o homem de Deus. O coração incrédulo deixa de receber as bênçãos de Deus que ficam retidas nas regiões celestes. Somos chamados a andar em confiança (fé+esperança), para crer mesmo contra a esperança. O texto fala da insensibilidade dos que se acostumam com a iniquidade, perdendo a capacidade de indignar-se com a injustiça e comover-se com a miséria do mundo. O cristão precisa fazer a diferença neste mundo árido. Somos chamados a andar em amor e compaixão. O versículo lido no início diz que devemos guardar o coração, porque dele procedem as fontes da vida. Vida aqui fala de saúde, de plenitude. Se sujarmos essa fonte de vida, todo o nosso ser ficará contaminado e encontraremos doença e morte. Por isso vemos tanto cristão doente, precisando de libertação. Salvos, mas miseravelmente infelizes. O coração é o nosso grande depósito, a nossa despensa. Somos chamados a andar em santidade. O que aprendemos aqui? Afinal o que devemos guardar no coração? O Salmista no Salmo 119.11 responde: “Guardo no coração as tuas palavras para não pecar contra ti”. Este é o grande segredo de nossa saúde espiritual ou de nossa libertação: Ter a Palavra de Deus guardada em nossos corações, deixar que ela cumpra o papel para o qual fora designada. Quando nos enchemos de Deus, não há espaço para mais nada, a própria Palavra se encarrega de limpar toda sujeira. Deixemos a Palavra faxinar o nosso coração em nome de Jesus Cristo, Amém!. Nadia Malta

 

 

domingo, 19 de outubro de 2025

Meditação/Nadia Malta/QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR JÁ NÃO DEMORA!

 

QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR JÁ NÃO DEMORA!

https://youtu.be/p-UF28hOXao?si=2hJdWHj8LRmPzKLH

Ao anjo da igreja em Filadélfia escreva: Estas são as palavras daquele que é santo e verdadeiro, que tem a chave de Davi. O que ele abre ninguém pode fechar, e o que ele fecha ninguém pode abrir." Conheço as suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome. Veja o que farei com aqueles que são sinagoga de Satanás e que se dizem judeus e não são, mas são mentirosos. Farei que se prostrem aos seus pés e reconheçam que eu o amei. "Visto que você guardou a minha palavra de exortação à perseverança, eu também o guardarei da hora da provação que está para vir sobre todo o mundo, para pôr à prova os que habitam na terra. "Venho em breve! Retenha o que você tem, para que ninguém tome a sua coroa. Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce dos céus da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ap 3.7-13. 


É tempo de preparação.  A releitura da carta à Filadélfia é oportuna, pois esta é a igreja fiel que espera a volta iminente de Jesus, é também chamada de a igreja do ARREBATAMENTO. Filadélfia representa a genuína igreja Cristã dos últimos dias. Ela não é uma igreja local, mas aponta para um remanescente fiel encontrado em cada igreja. A igreja precisa estar preparada para os dias que virão e certamente serão tempos difíceis. As palavras do apóstolo aqui nunca soaram tão atuais como nos dias de hoje. Há uma inversão tremenda de valores e as pessoas têm uma atração fatal por tudo que nega a Deus. O desafio da igreja hoje é muito grande. Mais do que em qualquer outra época precisamos à semelhança de Filadélfia, nos mantewr fieisiladelfia 4isto..dos, enfatuados e mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.es, desafeiçoados, implacr fieis não transigindo com o mundo para tornar a Palavra palatável aos incomodados! O Senhor abre uma porta de oportunidade ministerial para aquela comunidade, mas havia dois obstáculos: A falta de força; E A oposição dos falsos judeus da cidade. Para encorajar aqueles irmãos o Senhor lhes faz três promessas. Vejamos: O Senhor trataria com os inimigos de Filadélfia; O Senhor livraria Filadélfia da hora da tribulação; E O Senhor prometeu que honraria os fiéis em Filadélfia. Aquela igreja não era grande nem forte. Não possuía influencia política, nem era uma igreja de multidão, mas o Senhor a elogia por sua fidelidade, perseverança e firmeza na Palavra. Não é o tamanho nem a força da igreja que determinam à autenticidade do seu ministério, mas sim, a sua fé no chamado e autoridade do Senhor. E isso pressupõe comunhão, serviço abnegado e mentoria. Todos somos responsáveis por todos! Numa certa medida, todos pastoreamos a todos.

 O momento profético que estamos vivendo é de preparação. Sejamos sóbrios e vigilantes, pois, não sabemos nem o dia, nem a hora, mas é certo que Ele virá. Já podemos ouvir os sinais, eles estão por toda a parte: Violência desenfreada. Promiscuidade sem precedentes. A destruição da família como instituição divina. Desobediência às autoridades constituídas. Negação de Deus. Atração fatal pelo ocultismo e o satanismo. A multiplicação do saber em todas as áreas principalmente na ciência. Sem falar nos conflitos mundiais, nas catástrofes, na fome alarmante dos países subdesenvolvidos e a natureza que ferida e abalada se levanta contra o homem, seu algoz e ainda o amor que tem esfriado dos corações. Precisamos permanecer firmes na fé e vigilantes, numa constante preparação. O vencedor será coluna no Santuário de Deus e de lá ninguém o derribará. Numa terra de terremotos essa promessa era significativa. O vencedor terá gravado em sua vida um novo nome: O nome de Deus, o nome da Jerusalém Celestial e o novo nome de Cristo. Esses nomes permanecerão para sempre

O QUE AS PALAVRAS DE JESUS À FILADELFIA NOS ENSINAM HOJE? A porta está aberta para a salvação, à santificação, à comunhão e ao serviço abnegado. Jesus espera que aproveitemos o tempo de oportunidade e façamos a sua obra.  Precisamos nos manter fiéis e conservar o que já recebemos.  Vamos cuidar da obra do Senhor para que Ele cuide da nossa, ou seja, para que Ele trate com todos aqueles que têm se levantado aleivosamente contra nós.  Ele diz: “VENHO SEM DEMORA, CONSERVA O QUE TENS!”.  Estejamos vigilantes! Nadia Malta

 

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