quarta-feira, 3 de julho de 2024

Meditação/Nadia Malta/QUE VIVAMOS DE FORMA TESTEMUNHAL!

 QUE VIVAMOS DE FORMA TESTEMUNHAL!

https://www.youtube.com/watch?v=D__k70RXBbU

Vivei em paz uns com os outros. Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal”. I Ts.5.13b – 22.                        


O texto lido faz parte das ordenanças finais do apostolo Paulo aos cristãos de Tessalônica. Segundo um relatório trazido por Timóteo, alguns irmãos ali andavam desordenadamente. Paulo escreve de Corinto para aquela comunidade, exortando-a a manter uma conduta digna e ordeira tanto na comunhão dos santos quanto na vida pessoal. Ao final da epístola ele envia preceitos. O propósito daqueles preceitos era levar aqueles irmãos a um andar digno da vocação a que foram chamados, especialmente no que diz respeito ao cuidado e responsabilidade de uns para com os outros.  As palavras aqui trazidas também se aplicam aos cristãos contemporâneos de forma muito oportuna. Atentemos para elas! Enquanto do lado de cá da eternidade, temos sido convocados para uma nova jornada a cada dia. Que atentemos para cada novo ciclo inaugurado dia a pós dia! Estamos tendo uma nova oportunidade de fazer a diferença e fazer diferente, de modo a glorificar ao Senhor em atos, palavras e intenções! E nada mais oportuno que renovarmos a nossa aliança com o nosso Deus diariamente. Peçamos a Ele que sonde o nosso coração, que Ele faça ali uma varredura e onde houver caminhos maus, Ele com toda liberdade os conserte, nos reconduzindo ao Caminho Eterno.

Uma das tendências malignas do pós-modernismo que têm adentrado a igreja contemporânea é o fato das pessoas estarem mais voltadas para si mesmas e para a satisfação de seus interesses e inclinações! Para isso tentam de todas as formas adulterar as Escrituras para que respaldem essas inclinações!  A outra tendencia que tem adentrado às igrejas  é a falta de miserticórdia com a dor outro! Que o Senhor nos faça despertar e enxergar o outro. Estamos vivendo a mesma tempestade, embora em barcos diferentes, e precisamos desesperadamente uns dos outros. Temos agido como Caim, que ao ser perguntado por Deus onde estava seu irmão, respondeu: “Acaso sou eu tutor do meu irmão?”. Somos sim, responsáveis pelos nossos irmãos na fé. O dever de cuidar não é só do pastor ou do padre, mas todos nós somos cuidadores uns dos outros e num certo grau pastoreamos. Há situações, que não há nada prático que possamos fazer ou dizer do ponto de vista humano, mas podemos orar e entrar numa santa conspiração com o Espírito Santo em favor daquele que tem renegado ao Senhor! Que façamos assim!

O apóstolo Paulo pontua aqui alguns preceitos em relação aos irmãos e a nós mesmos. Vejamos: Primeiro: Preceitos em relação aos irmãos: Viver em paz; advertir os ociosos; confortar os desanimados, ser paciente com todos; ser bondoso com todos; Segundo: Preceitos em relação a nós mesmos: O Alegrar-se sempre; Orar continuamente; Ser grato; Ser paciente nas tribulações; Não apagar o Espírito; Não tratar com desprezo as profecias (pregação da Palavra); Afastar-se de toda forma de mal). O que aprendemos aqui? Fomos alcançados para ser canais da multiforme graça de Deus e Ele nos confia a responsabilidade de orar, aconselhar, cuidar e exercitar paciência uns com os outros! É através desse cuidado mútuo  que o Fruto do Espírito é desenvolvido em nós. A convivência, a comunhão é um grande exercício de piedade. Atentemos para isto! O segredo para avançarmos nessa estrada tão íngreme dos relacionamentos é manter a alegria no coração pela presença de Deus, manter a sintonia com o Trono da Graça através da oração contínua, ter um coração agradecido mesmo à despeito das circunstancias, prestar atenção ao que diz a Santa Palavra de Deus, reter e praticar o que edifica diretamente, apartando-se de toda forma de mal.  Atentemos! Nadia Malta

 

terça-feira, 2 de julho de 2024

Meditação/Nadia Malta/QUE ANDEMOS NO ESPÍRITO!

 QUE ANDEMOS NO ESPÍRITO!

Por isso digo: vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam. Mas, se vocês são guiados pelo Espírito, não estão debaixo da lei. Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti, que os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito. Não sejamos presunçosos, provocando uns aos outros e tendo inveja uns dos outros”. Gálatas 5:16-26.  


Precisamos atentar como povo de Deus para o nosso novo andar. Fomos chamados para andar em novidade de vida! Temos andado assim ou praticamos o demoníaco: “Faça o que eu digo, não o que faço?”.  O apóstolo Paulo inicia o capítulo cinco falando de liberdade. Ele se reporta a liberdade adquirida para nós pelo Espírito Santo, não à liberdade da carne. No contexto citado, ele diz a maneira eficaz de experimentarmos essa liberdade como filhos de Deus. Andar no Espírito é o meio de andarmos libertos de tudo aquilo que nos aprisionava no trato passado. Quem desfruta desse novo andar? Todos os regenerados, recriados por meio do Espírito Santo. Uma velha criatura não pode desfrutar de liberdade, pois está encerrada em cativeiro e  condenação eterna. Vive à mercê de suas inclinações e não pode por sua própria força livrar-se delas. As obras da carne são manifestas e Paulo as lista neste final de capítulo em contraponto ao Fruto do Espírito também manifesto em seus nove aspectos naqueles que são do Senhor!

O surgimento desses aspectos do Fruto do Espírito vai acontecendo na vida da Nova Criatura à medida que ela busca mais e mais encher-se da Palavra e do Espírito no seu andar diário. O Senhor ordena esse andar no Espírito, que é a única maneira de não satisfazer às inclinações da carne. Andar sugere movimento. Em geral parecemos com aqueles com os quais andamos. Há uma tendência nos meios cristãos de atribuir todos os atos malignos das pessoas à ações puramente demoníacas, deixando o homem de fora, como se ele fosse um mero fantoche nas mãos do adversário. Esquecemos que carne é pó e pó é comida de demôni (serpente). Ele vem buscar seu alimento predileto fornecido abundantemente pela nossa natureza carnal. Atentemos!

O adversário não age à nossa revelia, antes se aproveita daquilo que ansiamos. Ele age sempre sob demanda da nossa carne! Assim, uns criam animais de estimação outros têm uma criação de demônios alimentados por suas inclinações carnais listadas por Paulo neste texto. Vivamos e andemos no Espírito, só assim seremos verdadeiramente livres! O que o texto nos ensina? Vejamos: Carne e Espírito são opostos; As obras da Carne alimentam as ações demoníacas; e  O Andar no Espírito é o meio de experimentarmos a liberdade conquistada para nós! Assim, Andemos no Espírito e nos livremos das inclinações carnais! Nadia Malta

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Meditação/Nadia Malta/QUE COLOQUEMOS MAIS LENHA NO BRASEIRO DE DEUS!

 QUE COLOQUEMOS MAIS LENHA NO BRASEIRO DE DEUS!

 Sem lenha, o fogo se apaga”.  Pv. 26.20 a

                                                                               


Tem faltado entusiasmo e a alegria do Espírito Santo nos corações dos que se dizem cristãos! E não estamos falando aqui de gritos histéricos ou exterioridades, mas da genuina alegria que vem do Senhor! O texto que lemos é só a primeira parte do versículo citado e traz um princípio que vamos utilizar para compreendermos o que o Espírito Santo deseja ministrar aos nossos corações.  Se colocarmos este versículo inserido em seu devido contexto, veremos que ele fala a respeito de não alimentarmos as fogueiras das contendas com as nossas murmurações e maledicências. A ausência de maldizentes fará cessar as contendas. Mas não é sobre isto que vamos falar, e sim da necessidade de alimentarmos o fogo de Deus em nós. Na verdade, o Senhor quer reacender seu fogo em nossos corações, mas tem faltado combustível! Que reacendamos esse fogo santo com a lenha que tem faltado. Para que um fogo subsista é preciso ser alimentado por algum tipo de combustível. No caso do versículo lido, o combustível é a lenha. Assim, do mesmo jeito que sem lenha o fogo se apaga, havendo lenha o fogo se tornará cada vez mais intenso. Esse princípio tanto é válido para os relacionamentos humanos, quanto para o nosso relacionamento com Deus.

Quando alguém entrega a sua vida a Jesus Cristo e vive uma experiência pessoal real com ele, algo como que um fogo de Deus aquece aquele coração. A pessoa se sente renovada, alegre, cheia de vigor espiritual, disposta a enfrentar qualquer desafio, obstáculo ou dificuldade. Por causa desse combustível celestial, essa pessoa será capaz de vencer adversidades, vícios e as forças das trevas. Há um fogo santo ardendo naquele coração! Este Fogo é a presença do Espírito Santo de Deus ardendo naquele coração alcançado pelo Senhor. Lamentavelmente o fogo do Espírito Santo tem se apagado no coração de muitos cristãos depois de muitos anos de caminhada e pelas mais diversas razões.  Quando não alimentamos esse fogo com a lenha necessária, os ventos das dificuldades, das perdas, das tribulações, do ativismo, da sobrecarga das demandas da vida e da própria religiosidade mecânica podem apagá-lo. A Falta desse combustível no coração dos cristãos os torna mornos, indiferentes, infelizes, desanimados e difamadores do seu Senhor.

Qual seria então, o combustível santo capaz de reacender o fogo de Deus no coração do Cristão? Conseguimos listar pelo menos cinco combustíveis. Vejamos: Primeiro combustível: O Combustível da Adoração; Segundo combustível: O Combustível da Oração; Terceiro combustível: O Combustível da Palavra de Deus; Quarto combustível: O Combustível da Comunhão; e Quinto combustível: O Combustível do Testemunho pessoal. O que o princípio trazido pelo texto citado no inicio nos leva a refletir? Deixemos que o Espírito de Deus sonde nossos corações. Como está a temperatura do fogo do Espírito Santo em nosso interior? Será que não está faltando combustível nesse fogo?  Será que podemos identificar o tipo de lenha ou combustível que está faltando? Adoração, Oração, Leitura da Palavra de Deus, Comunhão, Testemunho Pessoal. Quem sabe a coisa está tão séria que está faltando tudo isso junto? Que nos disponhamos a abastecer esse fogo com a lenha que falta, ainda hoje, e uma grande transformação começará a acontecer. Quando o fogo de Deus está ardendo em nós, como deveria, recebemos poder do Alto para colocar a vida em movimento: Avivando o coração indiferente, curando os casamentos e demais relacionamentos partidos, restaurando as finanças, salvando as nossas famílias, intervindo em nosso local de trabalho, resgatando vidas e libertando os cativos. Essas práticas devem ser encaradas como privilégios e não nos esqueçamos: “Sem lenha, sem combustível o fogo se apaga”! Nadia Malta

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