TODA SEMEADURA PRODUZ COLHEITA: ESCOLHAMOS BEM O CAMPO E AS SEMENTES!
“Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna”. Gálatas 6.8.
Reflitamos quanto às nossas semeaduras!
Para quem temos semeado? Só existem efetivamente dois campos a serem semeados:
A Carne e o Espírito. A semeadura feita no primeiro campo faz brotar dor,
sofrimento e morte. Ou seja, para a carne semeamos as sementes que o mundo
oferece. São sementes de destruição e sofrimento. Seus frutos satisfazem
temporariamente. São frutos enganosos, malditos. “Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição”. Já aquilo que semeamos no segundo campo
faz brotar vida e paz. Cabe a nós escolher onde e o que queremos colher. Para o
Espírito semeamos sementes benditas que frutificarão eternamente. São sementes
de vida e seus frutos glorificarão eternamente o Senhor, “quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna”.
Tenho meditado nos últimos tempos na questão das nossas semeaduras. Nesta vida,
ou estamos arando terrenos ou lançando sementes. Resta saber que tipo de
semeadura estamos fazendo. Deixe-me fazer melhor a colocação, sempre que um
campo é semeado esse campo tem um dono. No caso aqui tratado, só há dois donos:
O Senhor ou a nossa carne sempre insatisfeita!
A semeadura que se faz para a carne gerará
frutos malditos de destruição, mas a semeadura feita para o Espírito Santo
gerará frutos benditos para a vida eterna. O que temos preferido? Quanto
esforço inútil para satisfazer essa senhora tão cruel que é a carne! Quanto
tempo perdido em amealhar coisas que não têm peso de eternidade! Escolhas são
sementes! “Aquilo que o homem semear,
isto também ceifará!” diz o apóstolo Paulo tão sabiamente! Assim, atentemos
tanto para o tipo de semente usada em nossas semeaduras, quanto para o dono do
terreno sobre o qual estamos efetivamente lançando essas sementes. O apóstolo
Paulo falando aos romanos diz: “Quem vive
segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem, de
acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. A
mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz; a
mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à lei de Deus, nem
pode fazê-lo”. Paulo aqui esclarece essa questão. Quem tem efetivamente o
senhorio da nossa vida? É sempre oportuno meditar sobre este assunto.
E esta é uma questão que nos deve levar a
refletir profunda e continuamente! Às vezes temos a impressão que os cristãos
só olham para o aqui e agora como se fossem viver eternamente nesta terra. Em
Cristo somos livres, mas a nossa liberdade não é para dar lugar aos apelos da
carne. No capítulo anterior desta epístola Paulo recomenda: “Por isso digo: vivam pelo Espírito, e de
modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é
contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em
conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam”. O que
aprendemos aqui? O grande desafio do cristão é viver pelo Espírito, só desta
maneira é possível resistir às inclinações e exigências de uma carnalidade que
não se converte, pelo menos, não antes da Segunda Vinda do Cristo quando receberemos
um novo corpo à semelhança do Corpo do Senhor! Semeou, vai colher! Ainda há
tempo de mudar tanto a semente quanto o campo! Fica a reflexão! Nadia Malta

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