quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS SEMPRE GRATOS!

 QUE SEJAMOS SEMPRE GRATOS!

Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos”. Colossenses 3.15. 


O contexto todo aqui fala da necessidade de cultivarmos virtudes no convívio em comunidade. Sabemos que não é fácil nos relacionarmos por causa das diferenças, mas são exatamente essas diferenças que lixam as nossas arestas. Elas nos ajudam a crescer. E esse é um trabalhar recíproco, aliás, o contexto fala de mutualidade, reciprocidade. No versículo citado depois do apóstolo Paulo trazer algumas ordenanças, ele continua dizendo de modo imperativo: Que a paz de Cristo seja o árbitro, o juiz no coração dos seus ouvintes. Fomos chamados em um só corpo. Fazemos parte desse corpo. “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também fostes chamados em um só corpo”. Ele ordena a gratidão tão negligenciada em nosso meio. “e sede agradecidos”. O Dr. Shedd ao comentar esse texto ele diz com maestria: “Quando Cristo é tudo em todos: As divisões desaparecem; As mais apreciadas virtudes aparecem; A Compreensão e o perdão têm êxito; A paz e a Gratidão dominam o coração; A vida se torna testemunhal e Deus é plenamente glorificado”

Como tem sido difícil viver em comunhão, sobretudo, nos lares e na igreja. Quanta gente contenciosa em nosso meio! São os que não conseguem desfrutar da paz que excede todo o entendimento. Por que será que isso acontece? Tenho algumas percepções acerca disso, mas não gostaria de me ater a elas. Gostaria de fazer aqui uma chamada a que reflitamos sobre as nossas posturas no convívio com os irmãos dentro das comunidades. Quantos anjos humanos o Senhor tem usado para nos abençoar e não nos damos contas disso! Lendo esse versículo do apóstolo Paulo algo que me chama a atenção é o seu desfecho. Ele ordena de maneira imperativa àqueles seus leitores que sejam agradecidos! Isto significa que a ingratidão assim como em nossos dias deveria ser uma constante no meio da irmandade. O cultivo da ingratidão compromete a paz e a comunhão entre os irmãos. O Senhor tem levantado pessoas para as mais diferentes situações que nos dizem respeito. Contudo, se de um lado dessa cadeia está o receptor das bênçãos do outro está o instrumento de doação delas. Nunca imaginamos que o doador também precisa receber.

Viver em comunhão é um exercício de reciprocidade continuo. O amor de Deus é incondicional, mas o amor humano é troca. Já falamos outras vezes sobre um dito da sabedoria popular que ilustra bem esta questão: A ingratidão mata a afeição. E quanta afeição assassinada pelas ingratidões daqueles aos quais nos doamos! Muito triste essa realidade, sobretudo, em se tratando do povo que mais deveria demonstrar gratidão sobre a terra! O ingrato é um eterno insatisfeito. Ele acha que todos têm obrigação com ele. E jamais reconhece o valor da dádiva, muito menos do Doador dela. O ingrato é um vitimista patológico. Quando ele não consegue o que quer, usa o coitadismo para fazer a chantagem emocional. O que aprendemos aqui? A Bíblia está cheia de mandamentos da mutualidade. “Amai-vos cordialmente uns aos outros”. “Levai as cargas uns dos outros”.  “Suportai-vos uns aos outros”. “Perdoai-vos mutuamente” só para citar alguns, a lista é longa.   O problema é que a maioria só quer ocupar um lado, o do receptor das bênçãos. São poucos os que se dispõem a doar ou se doar!  Que tal começarmos o novo mês com o propósito de sermos gratos pelas dádivas recebidas! E, sobretudo, pelo Doador delas que não poupa instrumentos para nos abençoar. Nadia Malta

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Meditação/Nadia Malta/CONFIEMOS NO DEUS DA ESPERANÇA!

 CONFIEMOS NO DEUS DA ESPERANÇA!

                                                                                      


Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo”. Romanos 15.13. 


No contexto aqui que fala da imitação de Cristo e da necessidade de empatia e altruísmo no meio da irmandade, o apóstolo termina com a oração do versículo citado. Em sua oração O apóstolo Pede: Que seus leitores sejam enchidos de toda alegria e paz pelo Deus da Esperança. “Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele”. Que esse enchimento produza um transbordar de esperança pelo poder do Espírito Santo. Diz ele: “para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo”. Estamos vivendo em um tempo em que a desesperança tem dado o mote para a trilha sonora de muitos! Não é incomum ouvirmos os desabafos desalentados daqueles que estão ao nosso redor. A incidência de suicídios tem crescido assustadoramente, até mesmo no meio cristão. São tantos os relatos, que o coração chega a entristecer! O que fazer diante dessa realidade tão desanimadora?

A resposta a essa pergunta podemos ouvir dos lábios do profeta Jeremias em seu Livro das lamentações: “Preciso trazer à memória aquilo que me pode dar esperança”! E o que efetivamente nos pode dar esperança? Confiar nos atributos eternos e imutáveis de Deus. A esperança é uma das três virtudes teologais. Mais que isso, a Esperança é uma pessoa chamada Cristo. Esperança fora dessa perspectiva não passa de uma expectação positiva acerca de algo. Jesus é infinitamente maior que isto! O apóstolo Paulo no versículo citado deseja aos seus leitores na forma de uma oração: “Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo”. Continuamos tão necessitados dessa oração! Só o Deus da Esperança que é a própria Esperança tem o poder para nos tirar do estado de desesperança e nos encher de toda alegria e paz. Como ele faz isso? Por meio da confiança que devemos ter nele. Só assim poderemos transbordar dessa viva Esperança pelo poder bendito do Espírito Santo.

Não há esperança fora do Cristo. É quando voltamos ao ponto que já mencionamos tantas vezes: Para que essa Esperança viva brote em nós precisamos nos relacionar intimamente com o Senhor. Cristianismo é relacional, experiencial, não um conjunto de regras Pode, Não Pode! Na verdade fomos alcançados e regenerados para uma viva esperança diz o apóstolo Pedro. E o apóstolo Paulo em outro texto afirma que “Jesus Cristo em nós é a Esperança da glória”! O autor de hebreus diz: “Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel”. Ele diz ainda que a “esperança é a âncora da alma”. Tenhamos em mente que: A esperança é a âncora da nossa fé; Tem muitos que estão navegando à deriva; e Que possamos voltar à Fortaleza como prisioneiros da esperança! Como diz o profeta Zacarias! Nadia Malta

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Meditação/Nadia Malta/O FIM VEM E A NOSSA REDENÇÃO SE APROXIMA!

 O FIM VEM E A NOSSA REDENÇÃO SE APROXIMA!

E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. Mateus 24.14. 


O capítulo todo traz o grande sermão profético de Jesus acerca dos últimos dias com seus sinais que antecederiam a sua Segunda Vinda. O versículo citado está no contexto que fala do princípio das dores. Tudo que estamos vivendo e vendo em nosso tempo aponta para aquele dia glorioso. Não sabemos o dia nem a hora, mas o Senhor nos alertou acerca dos sinais que viriam antes. Que possamos estar atentos e buscar uma vida de santificação e honra na presença do nosso Deus. Jesus estava com seus discípulos no Monte das Oliveiras e aqueles se admiraram da grandiosidade da construção do templo e o Senhor lhes revela que não ficaria ali pedra sobre pedra que não fosse derrubada. É quando os discípulos perguntam quais os sinais da sua vinda. Jesus aponta alguns sinais: Muitos virão em seu nome se fazendo passar por ele. Falsos Cristos e falsos profetas; Guerras e rumores de Guerra. Nações contra nações. Fome e terremoto em vários lugares; A grande perseguição do povo de Deus; A multiplicação da iniquidade e o amor que se esfriará dos corações; O surgimento do “Abominável da desolação”. Alguém que se assentará no trono do Templo como se fosse o próprio Deus. Essa figura será o próprio Anticristo. Ele protagonizará a grande perseguição ao povo de Deus; O Evangelho será pregado para testemunho a todas as nações, então virá o fim.

Temos pensado muito na loucura em que se transformou o mundo. Parece que tudo virou de cabeça para baixo. Valores, conceitos, percepções, respeito, ética, moral, tudo enfim. Aquilo que tínhamos como sólido tem se esvaído e escorregado entre os dedos. Misericórdia! Contudo, será que dá mesmo para nos espantarmos com tudo que está acontecendo ou tudo tem sido apenas cumprimento do que fora anunciado pelo Cristo como sinais da sua vinda? O cinema e as redes de televisão têm mostrado filmes e novelas onde a luxúria, a violência e a inversão de valores ficam escancaradamente notórias. E tudo isso temos visto acontecer bem debaixo dos nossos olhos. O versículo citado faz parte do Sermão Profético de Jesus em relação ao tempo do fim. E ali ele aponta os sinais que sucederiam antes de sua vinda gloriosa. O Senhor adverte para não sermos enganados, pois muitos viriam em nome dele dizendo ser o Cristo! Não devemos segui-los. Tudo está sendo cuidadosamente preparado de maneira acelerada para que o Anticristo seja apresentado ao mundo já, já. Nada do que estamos vendo é surpreendente, pois o Senhor já nos avisou em sua Palavra. Assim, façamos a obra enquanto é dia. A noite está chegando e não vamos mais poder trabalhar.

O que aprendemos aqui? Todos os sinais estão aí: A figueira que já floresceu (o estabelecimento do Estado de Israel), guerras e rumores de guerra; fome, pestes de todos os tipos; o amor que tem esfriado dos corações; sacrilégios e blasfêmias; sinais no sol, na lua e nas estrelas; terremotos, furacões e tantas outras catástrofes naturais. Temos visto ainda as diversas mídias sendo emprestadas à serviço do mal. E os cristãos brigando por tudo e por nada, assim como por cargos dentro das igrejas, inaugurando templos cada vez maiores e mais suntuosos. Precisamos anunciar sem cessar a mensagem da cruz! Como diz o apóstolo Pedro em sua segunda epístola: O sangue do perverso será cobrado de nós se não anunciarmos a palavra da verdade a ele. A nossa redenção se aproxima.  Façamos o que fomos chamados a fazer: Preguemos o Evangelho em tempo e fora dele. Tempo de acordar! Nadia Malta

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