quinta-feira, 2 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/NADA A ACRESCENTAR À SANTA PALAVRA DE DEUS!

 NADA A ACRESCENTAR À SANTA PALAVRA DE DEUS!

Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando. Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro.”. Deuteronômio 4.2; Apocalipse 22.18,19. 


Tanto um texto quanto o outro trazem uma severa advertência quanto a não acrescentar nem retirar nada da Palavra de Deus! A penalidade para essas práticas não é pequena. E deveria nos fazer estremecer nas bases. O texto de apocalipse é ainda mais drástico e preciso. O Senhor é taxativo: NÃO ACRESCENTE NEM TIRE NADA DA PALAVRA! O que estamos vendo é Obra do Espírito Santo ou fogo estranho acesso irresponsavelmente diante do Altar? Por que, então, tem sido tão banalizada a prática do acréscimo e da retirada de ordenanças de Deus da sua Palavra? Só consigo enxergar uma resposta: Têm faltado temor e tremor diante do Eterno! O apóstolo Paulo falando aos Gálatas diz que se ele ou mesmo um anjo trouxer evangelho que vá além do que ele tem pregado que seja anátema ou maldito! Hoje os evangelhos malditos parecem proliferar com uma rapidez assombrosa para atrair adeptos e engordar contas bancárias de espertalhões, travestidos de pastores.

 Por que tem sido tão fácil disseminar o falso ensino? Ao longo dos séculos, heresias têm nascido a partir da má interpretação da Palavra de Deus, por ignorância ou má fé. É tempo de despertar do torpor ingênuo que tem feito com que muitos se deixem enganar com falsos ensinos, sobretudo, no que diz respeito à obra do Espírito Santo. Jesus em certa ocasião disse aos que o questionavam sobre a ressurreição dos mortos: “Errais não conhecendo as Escrituras e o poder de Deus!”. Palavra e Poder andam juntos. E este poder é transformador. É algo que age de dentro pra fora como uma santa semente. Quantos embustes, quanta palhaçada dentro dos “picadeiros eclesiásticos”, nos quais têm se transformado muitas ditas igrejas cristãs! Quanta doidice histérica que tão desrespeitosamente tem sido atribuída ao Santo Espírito!  Quanto fogo estranho oferecido diante do altar pelos obreiros da iniquidade! Cadê o temor de Deus? Pregadores da prosperidade rasa têm iludido os incautos com revelações extra bíblicas.  Resultado: Prejuízo ao Evangelho da Graça. É tempo de voltar ao verdadeiro Evangelho. Deus não é um empregado cósmico de homens, não trabalha ao comando de “senhas” humanas para satisfazer desejos caprichosos e muito menos faz barganhas, pois Ele não precisa de nada. Ele cura se quiser. Ele concede bênçãos financeiras a quem quer. Ele faz o que lhe apraz, pois é Deus soberano. E tudo quanto faz tem um propósito!

Todas as tentativas de manipular o Senhor são vãs! O que precisamos ter em mente? O Símbolo do Cristianismo é uma cruz sangrenta não um pódio iluminado a neon para ressaltar as performances humanas. Quem quiser seguir ao Cristo a si mesmo se negue tome a sua cruz e então, o siga. Não há nova revelação. Não há nada a acrescentar nem a tirar da Palavra de Deus. O que sempre existiu é a necessidade de entendimento iluminado pelo Santo Espírito para compreendermos o que já foi revelado! Por que o espírito que dizem ser santo faz tanto barulho, mas não traz a verdadeira transformação? Porque não é o Espírito Santo de fato! O Divino Consolador e Conselheiro. Aquele que foi enviado para glorificar o Cristo e para convencer da justiça do juízo e do pecado. O Conselheiro e Guia Celestial nos guiará a toda Verdade. O Santo Espírito derrama do seu divino Fruto para fortalecer os verdadeiros cristãos e seus dons para habilitá-los a fazerem a obra de Deus e, sobretudo, para glorificar o Senhor Jesus Cristo com um viver testemunhal, não para promover espetáculos públicos de gritaria e desordem. Temamos e tremamos em sua presença! É tempo de acordar! Pensemos nisto! Nadia Malta

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE BUSQUEMOS DISCERNIR A VONTADE DE DEUS!

 QUE BUSQUEMOS DISCERNIR A VONTADE DE DEUS!

https://youtu.be/wLqsWKO8mdg

Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano. Eis o que devem fazer: Falem somente a verdade uns com os outros, e julguem retamente em seus tribunais; não planejem no íntimo o mal contra o seu próximo, e não queiram jurar com falsidade. Porque eu odeio todas essas coisas", declara o Senhor”. Salmos 143.10; Zacarias 8.16,17. 


Busquemos a vontade de Deus para as nossas vidas. Só a vontade soberana do Deus vivo é boa, agradável e perfeita. As vontades meramente humanas podem até ser boas e agradáveis, sobretudo, à carne, mas jamais serão perfeitas. A oração do salmista pedindo ao Senhor que o dirija por terreno plano é respondida de maneira prática pelo Senhor através do profeta Zacarias. Como essas palavras do Senhor soam atualíssimas como se tivessem acabado de ser proferidas! Estamos vivendo uma deflação de verdade. Tudo é feito às ocultas. Tramado nas trevas. Usa-se e abusa-se dos sofismas e a confiabilidade desceu pelo ralo faz tempo. Tudo isso sem contar com os melindres da presente geração. Tudo e nada é motivo de criminalização. Um horror! Fala-se tanto em liberdade de expressão, mas não se pode dar uma opinião verdadeira sobre determinadas situações sem que sejamos taxados de preconceituosos. Anda-se pisando em ovos para não ferir os melindrosos. Até quando? Creio que daqui pra frente a tendência é piorar. Negativismo? Não, realismo inevitável. Tempo de buscar ao Senhor de todo o nosso coração. Ele se deixará achar e virá em nosso socorro.

Em sua oração o salmista pede ao Senhor para ensiná-lo a fazer a sua vontade e fazê-lo andar em terreno plano. Como é oportuna esta oração para nós, cristãos contemporâneos. Que o Senhor nos ajude a discernir a mão direita da mão esquerda e ao discernir possamos usar de sabedoria para aplicar o que aprendemos. O Senhor por meio de Zacarias adverte severamente primeiro que falemos a verdade uns com os outros e se julgue retamente em nossos tribunais. Que a compulsão pela mentira deixe o nosso meio. Que sejamos verdadeiros com os nossos semelhantes. Por que as instituições estão desacreditadas? Porque aqueles que as dirigem mentem vergonhosamente. E a política então, um covil de salteadores, onde se rouba de tudo, mas especialmente a confiabilidade. Muitas vezes até a Palavra do Senhor tem sido usada e abusada irresponsavelmente pelos que se dizem cristãos naquele meio. Há sempre um motivo escuso debaixo dos panos. O prevalecente jogo de interesses perpassa os limites da ética e da vergonha. O que fazer diante do quadro aterrador que vivemos? Voltarmos ao Senhor de todo o nosso coração com choro e quebrantamento de espírito confessando o nosso pecado tanto pessoalmente quanto como nação.

Em seguida o Senhor ordena que não se planeje o mal contra o próximo, nem se testemunhe falsamente. A razão para esta ordenança tão severa? Ele odeia estas coisas. Deus é santo e exige santidade dos seus filhos. E olhe que nem estamos falando do que acontece com aqueles que não servem ao Senhor, pois, entre esses tudo isto é prática comum. Mas alianças com o mundo são feitas entre aqueles que se dizem cristãos para proveito próprio. Joio no meio do trigo? Quem sabe! O que podemos pensar ou fazer diante de tudo que temos visto e experimentado? Tudo que podemos fazer é clamar ao Eterno e dizer: Maranata, ora vem Senhor Jesus! Nadia Malta

terça-feira, 31 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ANUNCIEMOS O CRISTO NO TEMPO QUE SE CHAMA HOJE!

 ANUNCIEMOS O CRISTO NO TEMPO QUE SE CHAMA HOJE!

“Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!”. 1 Coríntios 9.16. 


O contexto todo trata da liberdade e dos direitos do apóstolo em seu andar ministerial. É interessante ler todo o contexto para compreender aquilo que ele deseja ministrar. Todo esse arrazoado do apóstolo mostra que ele poderia muito bem se aproveitar de sua posição e com isto desfrutar, vamos dizer assim, de “vantagens” ou privilégios. Contudo, ele se nega a fazer isto! Ele era um apóstolo de fato, pois vira o Senhor ressurreto. Ele tinha, por conseguinte o direito de receber a recompensa por seu apostolado. Jesus diz: “Quem muito foi perdoado, muito ama!”. Paulo traz uma argumentação muito bem fundamentada a esse respeito! Ele era de fato um apóstolo. Ele não só vira o Senhor ressurreto e fora comissionado por Ele, como também tinha o selo do seu apostolado, os muitos convertidos, por intermédio dele; Paulo apresenta a sua defesa; e Ele anuncia o Cristo por uma santa e divina compulsão, não apenas porque lhe fora ordenado. Creio que essas palavras tinham um caráter profético tendo em vista dias vindouros, os quais estamos testemunhando hoje.

O que tudo isto nos ensina HOJE, em tempos de estrelismos eclesiásticos? Paulo entendia que pregar o evangelho era tanto um dever quanto um grande privilégio de todo cristão. Ninguém pode se furtar ao seu chamado. O Dr. Shedd diz que “atrás de toda pregação autentica há uma compulsão divina!”. Esta é sem dúvida, uma grande verdade da qual não podemos nos apartar. É impossível não falar sobre o Cristo àqueles que não o conhecem. “Como ouvirão se não há quem pregue?”. Anunciemos, em tempo e fora dele. Anunciemos se preciso com palavras! Cristo precisa ser visto através de nós! A grande recompensa do apóstolo ao pregar o evangelho era além de alcançar vidas para o Senhor fazer isto de todo o coração, gratuitamente, sem a exigência da obrigatoriedade. Embora saibamos ser ordenança divina, a pregação do evangelho, deve ser obedecida de forma alegre e prazerosa.

As palavras do apóstolo mais uma vez soam estranhas em um tempo de “mercadejamento” da Palavra de Deus.  Em um tempo no qual existem “celebridades” cobrando altos cachês para apresentar suas mensagens muito bem ensaiadas e persuasivas, mas completamente destituídas de poder do Alto. Atentemos para as palavras do apóstolo Paulo ao final do versículo citado: “Ai de mim se não pregar o evangelho!”. O que aprendemos aqui? Não percamos mais tempo.  Anunciemos ao Senhor em tempo e fora de tempo. Jesus está às portas e o sangue de muitos será cobrado de nossas mãos omissas e negligentes. Despertemos! Nadia Malta

 

domingo, 29 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO NOS ASSOMBREMOS, O SENHOR ESTÁ NO CONTROLE E TEM NOS SUSTENTADO!

 NÃO NOS ASSOMBREMOS, O SENHOR ESTÁ NO CONTROLE E TEM NOS SUSTENTADO!

https://youtu.be/9-NbR_VfxtA?si=PHU_VIO5-0YaNu5j

“O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O SENHOR é a fortaleza da minha vida; a quem temerei? Espera pelo SENHOR, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo SENHOR”. Salmo 27.1, 14. 


Somos chamados aqui para exercitar uma confiança irrestrita em Deus.  Este salmo, segundo estudiosos da Palavra de Deus, foi escrito antes da coroação de Davi como rei de Israel, em um tempo de intensa perseguição por parte do rei Saul. Davi ensina aqui, que quando conhecemos o Senhor e confiamos nEle, recebemos a sua ajuda para superar os medos que podem paralisar a nossa vida e impedir que desfrutemos a plenitude daquilo que Deus tem para nós. Falar sobre medo é sempre oportuno, porque este assunto tem atravancado a vitória de muitos servos de Deus, por isso este tem sido um assunto recorrente em nosso meio. E isso independe do tempo de conversão. Em um grau maior ou menor todos nós sentimos medos múltiplos. Muitas vezes ele acaba se tornando uma patologia, sendo necessária a intervenção de um profissional e até mesmo medicamentos, pois o Senhor também usa meios humanos. Contudo, é vontade do Senhor que vivamos livres desse fantasma que tem assombrado a vida de muitos de nós. O Senhor tanto opera por meios sobrenaturais quanto por meios naturais. De qualquer modo clamemos a Ele e façamos a nossa parte.

Mais uma vez recorremos à experiência de Davi, para ministrar sobre esse assunto. Da mesma maneira como ele venceu o gigante Golias sendo pouco mais que um menino, tempos depois venceu todo contingente militar de Israel que o caçava a mando de Saul como se fosse um bandido perigoso. A cada vitória nossa em Cristo somos fortalecidos nEle para novos e maiores desafios. A cada dia que passa nos deparamos com situações que demandam coragem e intrepidez da nossa parte. Ao mesmo tempo, nossa luta diária pela sobrevivência num mundo absolutamente hostil que jaz no maligno, requer de nós uma força que não possuímos, não humanamente falando. Haverá sempre lutas por fora e temores por dentro! Existe um complô das trevas para nos assombrar e fazer recuar, nos tirando de combate. Ficamos sobressaltados em casa e na rua. Há sempre um perigo à espreita, aonde quer que possamos ir. O que fazer diante disso? Quando o inevitável parece nos rondar, olhamos para Jesus, entregando a Jairo o grande antídoto para os nossos medos: “Não temas, crê somente”.

O que aprendemos aqui? Aprendamos com Davi a exercitar uma fé viva no Senhor, baseada num relacionamento pessoal intimo com Ele. Quando sentimos medo temos a sensação de escuridão e desamparo. Acheguemo-nos a Deus, não apenas nas horas difíceis, mas façamos dEle o companheiro de todas as horas. Aqui somos encorajados pelo salmista a buscar e esperar em Deus, que é a nossa Fortaleza, ele diz: “Espera pelo SENHOR, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo SENHOR”. Quando isso acontece, teremos bom ânimo pra enfrentar todas as situações. Seremos fortalecidos diante de tudo que se levanta para nos assombrar e ainda aprenderemos a esperar no Senhor diante das decisões difíceis que precisarmos tomar ou diante das demandas à nossa volta. O único meio eficaz de nos fortalecer no Senhor é esperar e nos aquietar nEle. E aquietar-se nEle é a santa irresponsabilidade de lançar sobre Ele, aquilo que pesa sobre nós. Seja o que for que nos tem assombrado, olhemos para o Senhor. Ele é a nossa Luz e a nossa Fortaleza! Sigamos na força que só Ele supre! Nadia Malta

sábado, 28 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/VIGIEMOS E SEJAMOS SÓBRIOS, O SENHOR ESTÁ ÀS PORTAS!

 VIGIEMOS E SEJAMOS SÓBRIOS, O SENHOR ESTÁ ÀS PORTAS!

 Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa;  porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.  Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios”. I Tessalonicenses 5.1-6. 


Este é mais um dos textos escatológicos do apóstolo Paulo que nos instrui quanto à necessidade de acordarmos para aquele dia glorioso.  O texto nos lembra de que relativo aos tempos e épocas, já fomos inteirados que este acontecimento tão esperado pelos cristãos de todas as épocas virá de repente. Aqueles que são de Cristo devem viver como se Ele viesse já. Aqui o apóstolo aponta a forma e um sinal que antecederá aquele dia glorioso: A Forma: É dito que o Senhor virá como ladrão à noite; e O Sinal: Quando estiverem falando de paz e segurança! Tudo acontecerá num de repente! Façamos uma pausa nas nossas lutas diárias para olharmos para o horizonte sobrenatural e contemplarmos com os olhos da fé a Vinda do Senhor que é certa e repentina! O que estamos vivendo e vendo é o princípio das dores.

Aqui cabem algumas perguntas quanto à nossa própria vida espiritual: Como tem sido o nosso andar enquanto cristãos professos? Será que o nosso testemunho tem impactado os que estão à nossa volta? Se Cristo viesse hoje, onde estaríamos nós, dentre os que estão acordados e atentos ou dentre os que dormem? Somos chamados como filhos da Luz a andar em vigilância e sobriedade. Temos andado assim? Estejamos atentos, sobretudo, ao que deixamos de fazer. Invertemos prioridades. Machucamos com atitudes. Investimos no material em detrimento do que tem peso de eternidade. Corremos como malucos de um lado para o outro buscando bens e prazeres transitórios desta terra, enquanto o tesouro do céu continua em baixa, cada vez mais vazio! Ausentamo-nos do Cristo e das pessoas amadas, filhos, pais, irmãos, cônjuges numa busca desenfreada pelo ter em detrimento do ser. A frase que mais ouvimos hoje é: “não tenho tempo!”. 

Tenhamos cuidado com as sementes plantadas, elas germinam, quer sejam boas ou más! E a colheita pode ser bem dolorosa! Aquele dia poderá ser de luz ou trevas, dependendo do lado em que estivermos! Que o Senhor nos fortaleça e prepare para aquele dia tão esperado. Nada daquilo que corremos tão avidamente para alcançar levaremos conosco, só o amor com que nos amarmos uns aos outros! Atentemos para isto! O que esta breve meditação ensina? O texto de Paulo nos chama ao despertamento, à prontidão, à santidade e à preparação! Atentemos! Nadia Malta

sexta-feira, 27 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ SOSSEGUEMOS A NOSSA ALMA, O SENHOR ESTÁ NO CONTROLE SOBERANO DE TUDO!

 SOSSEGUEMOS A NOSSA ALMA, O SENHOR ESTÁ NO CONTROLE SOBERANO DE TUDO!  

 Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre”. Salmos 131:1-3.                                   


 Neste texto, seu autor diz que é possível sim, experimentar uma confiança absoluta no Deus Todo Poderoso, ao ponto de poder descansar em seus braços amorosos, mesmo em meio às dificuldades. Temos falado sobre isto nos últimos tempos e sempre que trazemos uma ideia, doutrina ou princípio bíblico é prudente mostrá-lo na prática. Proponho que aprendamos com quem experimentou o Descanso preparado por Deus para todos os que nEle confiam verdadeiramente. A humanidade hoje vive em busca de uma fórmula mágica para se livrar de uma vez por todas da ansiedade, que tem sido a mãe das mais diversas patologias emocionais e físicas. Nos meios cristãos, essa tendência também tem dado lugar a um sem número de ministérios oportunistas, que caçam e aprisionam a alma do povo de Deus, ao invés de ensiná-lo a buscar refúgio no Senhor, confiar e descansar nEle. Será que existe essa fórmula? A Bíblia afirma que sim. E ainda nos assegura que na verdade, essa não é uma fórmula, mas uma pessoa: JESUS CRISTO. O grande problema é que não conseguimos nos entregar a Ele completamente. O recebemos como Salvador, mas não entregamos a Ele o senhorio das diversas áreas de nossas vidas, ao ponto de descansarmos nEle!

 Precisamos entender que quando Jesus é Senhor de nossas vidas, os problemas não vão deixar de existir por causa disso, mas ao entregar a Ele nossos problemas e inquietações, conseguiremos superá-los sem desespero ou desequilíbrio. Ele é aquele que tem o controle soberano de tudo em suas mãos. O salmista Davi nos ensina aqui o que precisamos fazer para desfrutar desse DESCANSO. Vejamos: É preciso esvaziamento de si mesmo e o exercício de uma humildade verdadeira; É preciso disciplina para experimentar o Descanso de Deus; E É preciso reconhecer e falar disso como Davi. A humildade é a virtude pela qual, reconhecemos nossos defeitos, limitações, fraquezas, incoerências, finitudes e uma profundíssima dependência de Deus, enquanto a soberba é o querer agir independentemente da vontade Dele, visando a auto exaltação e o aplauso. Davi havia experimentado no passado o resultado de sua soberba ao levantar o senso de Israel, para sua própria glória, seu pecado afetou a nação inteira, 70.000 morreram. Ele empenhou-se, esforçou-se para domar a sua alma para que ela obedecesse à vontade de Deus. Domar a alma não é uma tarefa fácil. A alma é exigente, ela cobra e sempre quer mais, nunca está satisfeita. A alma clama pelo elogio, pela fama, pelo reconhecimento, ela procura tirar a glória que só a Deus é devida.

Somos transformados quando temos a nossa alma (mente) renovada pela Palavra de Deus. Assim como o pecado de Davi repercutiu negativamente sobre a nação no passado, a lição aprendida na vida espiritual, particular de Davi teve uma aplicação na vida nacional do seu povo. E tem alcançado todos que creem e praticam essa Palavra de vida em todas as épocas. O que o texto nos ensina HOJE? Pratiquemos a humildade reconhecendo as nossas fraquezas, incoerências e limitações. Rendamo-nos à vontade do Senhor. Tenhamos cuidado com a soberba, que é um agir independente da vontade de Deus! Disciplinemos a nossa alma, procuremos domá-la para fazer a vontade Deus, confiando nEle incondicionalmente. Lembremo-nos:  O DESCANSO de Deus é uma pessoa chamada JESUS CRISTO e só nEle podemos esperar e descansar. Compartilhemos com os que estão à nossa volta que o Senhor é Deus Soberano e tem o controle de absolutamente TUDO! Descansemos! Nadia Malta

 

 

 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/NADA A ACRESCENTAR: A OBRA DE DEUS ESTÁ COMPLETA EM NOSSA VIDA!

 NADA A ACRESCENTAR: A OBRA DE DEUS ESTÁ COMPLETA EM NOSSA VIDA!

https://youtu.be/MVUHNk7fjEg

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu  no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência, desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra; nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória”. Efésios 1:3-14.


O apóstolo Paulo em virtude da revelação da obra perfeita e completa de Cristo é tomado por um êxtase e perplexo, começa a falar sem parar nem para tomar fôlego. Ele quer contar logo o que descobrira, ou seja, o sacrifício do Calvário redunda em todas as bênçãos espirituais concedidas por Deus nas regiões celestiais em Cristo. Por isso que o Senhor ao render seu Espírito bradou: “Está consumado!”. É preocupante a tendência nos meios cristãos de uma maneira geral de anunciar bênçãos materiais como meio de arrebanhar seguidores. Ou ainda, a supervalorização dessas bênçãos em detrimento do próprio abençoador. A maior necessidade do homem é reconciliar-se com Deus e isso só é possível através de Cristo. Se houvesse outra maneira de fazer essa reconciliação, Jesus não precisaria ter ido ao Calvário e sacrificar-se numa morte tão degradante como a de cruz. Existe uma máxima teológica que diz: “O vazio no coração do homem é do tamanho de Deus”. Só Jesus é capaz de encher todos os espaços vazios no coração do homem. Em todas as épocas encontramos pessoas vazias, carentes, buscando algo que elas mesmas não sabem o que é, mas nada pode saciar essa sede, esse vazio, só Jesus Cristo!

Nos dias de Paulo, bem como nos dias de Cristo na terra, as coisas não eram diferentes. As pessoas precisam enxergar que a sua maior necessidade não é de bênçãos materiais, mas do próprio abençoador. As multidões do passado já procuravam Jesus pelo pão que perece: Jo 6.26,27. O texto relaciona seis bênçãos que já recebemos por meio da obra completa de Cristo, bem como seus benefícios e resultados eternos. Vejamos: Primeira Bênção: A Eleição; Segunda bênção: A Predestinação para Ele como filhos; Terceira Bênção: A Redenção pelo sangue de Jesus; Quarta Bênção: A Remissão dos Pecados pela riqueza de sua Graça; Quinta Bênção: Somos feitos Heranças de Deus; E Sexta Bênção: Fomos Selados com o Espírito Santo da promessa. Descobrimos aqui, que quando tomamos uma decisão por Cristo, essa decisão só foi possível porque Ele já havia nos escolhido antes mesmo da fundação do mundo. Essa escolha é baseada tão somente numa determinação soberana de Deus, na qual Ele nos concedeu sua graça salvadora. Isso aconteceu independentemente de obras meritórias de nossa parte. O grande propósito dessa eleição é para que nos tornemos santos e irrepreensíveis perante Ele. Santos como Ele é santo.

 

O Senhor nos revela aqui, que se  nascemos, foi por vontade, escolha e predestinação Dele. Ele nos planejou antes da fundação do mundo, não importa as circunstancias do nosso nascimento. Estamos livres, libertos do poder e da penalidade do pecado, embora, não ainda de sua presença. Precisamos nos apropriar dessa libertação e deixar de acreditar nas mentiras do Adversário. Quais os resultados dessa filiação? Como filhos redimidos e perdoados temos os olhos desvendados para compreender o mistério da vontade de Deus, que faz todas as coisas convergirem em Cristo. Entendemos que tudo vem dEle, é feito por meio dEle e é para louvor de sua glória. Passamos a nos tornar um louvor vivo para a glória de Deus. Que revelações estão contidas aqui? Quando discernimos cada uma dessas bênçãos espirituais, podemos compreender e partilhar o entusiasmo de Paulo ao escrever essas palavras. Os que buscaram a Cristo recebendo-o como Senhor e Salvador passam a tomar posse daquilo que já receberam nEle, ou seja, foram eleitos antes da fundação do mundo, predestinados para a adoção de filhos, redimidos, perdoados, feitos herança de Deus e ainda selados com o Espírito Santo da promessa. Experimentamos os resultados dessas bênçãos: Podemos discernir pelo Espírito Santo a vontade revelada de Deus de fazer todas as coisas convergirem em Cristo. “Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas Rm. 11.36. Somos recriados para ser um louvor vivo para a glória de Deus. Nadia Malta.

 

quarta-feira, 25 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE NOS CONVERTAMOS PARA QUE VIVAMOS!

 QUE NOS CONVERTAMOS PARA QUE VIVAMOS! 

https://youtu.be/QMYKmhuthOM

 Tu, Senhor, reinas eternamente, o teu trono subsiste de geração em geração. Por que te esquecerias de nós para sempre? Por que nos desampararias por tanto tempo? Converte-nos a ti, Senhor, e seremos convertidos; renova os nossos dias como dantes. Por que nos rejeitarias totalmente? Por que te enfurecerias sobremaneira contra nós outros”? Lamentações 5:19-22.                                             


 O texto lido é o desfecho do livro das Lamentações e mostra o profeta Jeremias, em nome de Jerusalém, invocando a glória do Senhor sobre o seu povo assolado e arrependido. No capítulo três encontramos o profeta redescobrindo a esperança no meio da agonia de uma nação devastada. O profeta ali resolveu tirar os olhos da miséria ao seu redor e colocá-los nos atributos imutáveis e eternos de Deus como: Misericórdia, fidelidade e bondade. É isso que precisamos fazer. O livro das Lamentações é formado de cinco poemas fúnebres escritos para o funeral da nação morta. Falamos disso recentemente! Precisamos ser mais lembrados que instruídos! Jeremias termina o poema clamando ao Senhor por sua misericórdia sobre seu povo. Na verdade, todo o capítulo cinco é um clamor por essa misericórdia. No meio do povo de Deus, especialmente em nossos dias, temos visto com assombro ministrações sincréticas que não têm encontrado respaldo na Santa Palavra de Deus. O povo tem sido enredado com invólucros feiticeiros (Ez. 13.20) que apenas têm a aparência de piedade. No intimo, essas práticas têm sido um verdadeiro desserviço ao verdadeiro Evangelho, que “é poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”, gerando toda uma geração de “crentes” emocionalmente doentes e dependentes de líderes despreparados. Atentemos!

John Piper diz que “cristãos fracos não resistirão aos dias que virão!”. A igreja contemporânea tem perdido o foco, se desviado, se profissionalizado e precisa urgente de uma nova reforma. A teologia do medo tem imperado em nossos dias. Existe uma fórmula simples e infalível para os que querem andar em novidade de vida: Obediência gera santificação; Santificação gera Autoridade e Autoridade gera vida abundante. Aí está a verdadeira libertação. Contudo, é necessário: Conversão genuína, encontro verdadeiro e transformador com Jesus Cristo, sem isso não há mudança real de vida. Precisamos urgente voltar ao primeiro amor e nos converter ao Deus vivo de quem tanto temos nos afastado! O clamor de Jeremias ecoa em nossos dias. O texto apresenta uma afirmação, um pedido e quatro perguntas feitas pelo profeta Jeremias ao Senhor em lugar do povo arrependido. Vejamos: A Afirmação: “Tu, Senhor, reinas eternamente, o teu trono subsiste de geração em geração”; 1ª Pergunta: “Por que te esquecerias de nós para sempre?”; 2ª Pergunta: “Por que nos desampararias por tanto tempo?”; 3ª Pergunta: “Por que nos rejeitaria totalmente?”; 4ª Pergunta: “Por que te enfurecerias sobremaneira contra nós outros”?; O Pedido: “Converte-nos a ti, Senhor e seremos convertidos; renova os nossos dias como dantes”!

 Que revelações encontramos aqui? A metodologia de Deus quanto à libertação do seu povo continua a mesma de geração a geração: Arrependimento, confissão, abandono de pecado e conversão verdadeira. Tudo isso na dependência absoluta de Deus, não de homens. A salvação é obra divina não humana. Precisamos resgatar a volta à Palavra de Deus e reaprender a chorar diante de Deus pelos nossos pecados. Olhar para essa Palavra com um olhar investigativo e aplicar seus métodos infalíveis, porque não são métodos de homens, mas de Deus. Precisamos reconhecer o poder, a majestade e a soberania do Deus Todo Poderoso Criador e Sustentador de todas as coisas, que está no controle soberano de absolutamente tudo. O Senhor jamais desiste do seu povo. Ele não nos desampara, nem nos rejeita para sempre. Ele exercita para conosco a sua longanimidade e espera pacientemente que nos voltemos para Ele com o coração inteiro. Oremos ao Senhor para que sejamos convertidos de verdade e voltemos para Ele de todo o nosso coração. Em Jr. 4.1 encontramos o clamor de Deus pelo seu povo: “Se voltares, ó Israel, diz o Senhor, volta para mim; se removeres as tuas abominações de diante de mim, não mais andarás vagueando”. Atentemos! Nadia Malta

 

terça-feira, 24 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ JÁ TEMOS TUDO, ESTAMOS SUPRIDOS: SOMOS FILHOS E HERDEIROS!

 JÁ TEMOS TUDO, ESTAMOS SUPRIDOS: SOMOS FILHOS E HERDEIROS!

“E porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito do seu Filho, que clama Aba, Pai! De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro de Deus” Gl.4.6,7.                                                                             


No texto lido o apóstolo Paulo fala a respeito da nossa filiação em Cristo. Percebemos aqui, a Trindade toda envolvida nessa experiência pessoal de filiação: Deus, o Pai enviou Jesus, o Filho para morrer por nós; Deus, o Pai enviou o Espírito Santo para habitar em nós. A ênfase dessa passagem não é entre filhos pequenos e adultos, mas entre filhos e escravos. Aqui encontramos a ideia central deste texto. Apesar dos gálatas se comportarem como escravos, eles eram filhos e precisavam se comportar como tal. Por isso Paulo os exorta tão severamente. A Igreja de Jesus Cristo hoje se divide em duas vertentes: Primeira: Aqueles que externam uma reverência hipócrita, deixando de experimentar a intimidade com o Pai Celestial, mais parecendo escravos do que filhos; Segunda: Aqueles que extrapolam e manifestam uma intimidade tão irreverente, ao ponto de agirem como se Deus fosse o seu empregado. Agem como se Deus tivesse obrigação de fazer o que eles querem. Precisamos encontrar o equilíbrio de um relacionamento intimo e ao mesmo tempo respeitoso com o nosso Pai Celestial. O que é preciso para alguém se tornar um filho de Deus? A resposta é simples: Crer em Jesus Cristo e o receber como Senhor e Salvador pessoal. O Espírito Santo continua ministrando sobre isto desde os dias do pentecostes, a quantos tenham ouvidos para ouvir.

Todo o que é nascido de Deus é filho e herdeiro de Deus. O grande problema, é que insistimos em nos comportar como escravos, por isso vivemos atemorizados. O povo de Deus quando foi libertado do cativeiro do Egito e se dirigia para a Terra Prometida, ainda carregava no peito o peso e o embaraço do cativeiro. Eles haviam saído do Egito, mas o Egito não havia saído dos seus corações. Assim como muitos de nós, fomos libertados do reino das trevas, mas continuamos agindo como escravos do Adversário. Essa mentalidade de deserto, de escravidão tem sido cultivada por muitos de nós e precisa ser banida de nosso meio. As palavras do apóstolo no texto citado nos fazem meditar no contraste entre ser filho e ser escravo. Vejamos: O filho tem a mesma natureza do pai; o escravo não tem a mesma natureza do seu senhor; O filho tem um pai; o escravo tem um senhor; O filho obedece ao pai por amor; o escravo obedece ao seu senhor por medo; O filho e herdeiro é rico; o escravo é pobre; E O filho tem futuro; o escravo não tem nenhuma perspectiva! Quando cremos em Cristo, e o recebemos como Senhor e Salvador, o Espírito Santo vem habitar em nós. Isto significa que nos tornamos coparticipantes da natureza divina. A lei jamais teria o poder de fazer que a natureza divina habitasse em nós. Por isso, quando o cristão volta à lei do esforço próprio e de obras meritórias nega a própria natureza divina dentro dele e dá espaço para a natureza carnal agir. Nenhum escravo tem a liberdade de chamar o seu senhor de pai.

Quando recebemos Cristo como nosso Salvador, recebemos também o Espírito Santo. Ee é o Espírito que testifica em nossos corações que somos filhos de Deus. O Espírito Santo opera no coração do que crê, fazendo despertar e aumentar o seu amor por Deus. Falta-nos exercitar o amor ao Pai Celestial que nos regenerou pelo seu Espírito. O escravo tenta agradar o seu senhor por medo dele; já o filho e herdeiro, obedece para agradar o pai a quem ama. Sua obediência é uma resposta ao amor do pai. Herdeiro é alguém que tem direito a herança por ser filho, não por méritos pessoais. Somos filhos e herdeiros. Adotados na família de Deus como filhos adultos, aptos a usar a nossa herança. Somos co-herdeiros com Cristo! Não há futuro para quem é escravo. Infelizmente tanto no passado quanto hoje há aqueles que têm a mentalidade de escravo e preferem permanecer assim. O que tudo isso quer nos ensinar hoje?  Deus é o nosso Pai e deseja que nos acheguemos a Ele como filhos amados e o chamemos de Aba (papai). Ele é o nosso Papai querido que nos vê em secreto e sempre que o buscamos de todo o nosso coração, não voltamos de mãos vazias. Precisamos olhar para a Lei (A Palavra de Deus) e obedecê-la, como um ato de amor ao nosso Pai, não por medo do inferno como escravos assustados. Temos um futuro glorioso a nossa frente, porque o nosso Pai Celestial tem entesourado para nós. Todos os que receberam a Cristo, não são mais escravos, mas filhos e herdeiros, portanto é necessário combater a mentalidade de escravos. Assumamos a nossa condição de filhos e herdeiros, não mais de escravos medrosos. Nadia Malta

 

segunda-feira, 23 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUANDO TEMOS VERDADEIRAMENTE O SENHOR COMO NOSSO PASTOR, NADA NOS FALTARÁ!

 QUANDO TEMOS VERDADEIRAMENTE O SENHOR COMO NOSSO PASTOR, NADA NOS FALTARÁ!

O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre”. Salmos. 23. 


O Salmo 23 é sem a menor sombra de dúvida, o mais lido, conhecido e citado salmo da Bíblia, até mesmo por aqueles que não fazem parte do rol de cristãos. É um dos inúmeros salmos de Davi, onde o salmista se vale de sua experiência como pastor de ovelhas, para transmitir ricas e preciosas lições sobre a suficiência de Deus, como Supremo Pastor, às suas ovelhas. É também chamado de salmo da intimidade e da comunhão, por isso não pode ser usado como um amuleto por aqueles que não conhecem o Pastor amado. Antes de qualquer coisa quero registrar a ideia original: Lá encontramos, não “O Senhor é o meu Pastor”, simplesmente, mas “O Senhor está me pastoreando”, ato contínuo. As ovelhas são animais frágeis e docilmente se deixam conduzir, proteger e guiar pelo seu pastor, não oferecem resistência. Quando se afastam deliberadamente do seu pastor, se perdem. As ovelhas não precisam compreender as ações do seu pastor, elas só precisam segui-lo. Aqui o salmista Davi explica, usando a metáfora do pastor de ovelhas, que se seguirmos ao Senhor que é nosso Pastor e está nos pastoreando continuamente e confiarmos nEle, ele suprirá todas as nossas necessidades (não nossas vontades). Necessidade é diferente de vontade. Necessidade= aquilo que é imprescindível. Vontade= anseio, cobiça, aspiração.

Hoje, de maneira especial, gostaria de convidá-los a fazermos juntos, uma releitura deste salmo, não numa perspectiva romântica e muito menos emocional, mas com honestidade de coração à luz do Espírito Santo, rogando ao Senhor que comunique ao nosso espírito, o que Ele quer dizer neste salmo. O que será que o Senhor quer nos dizer com “nada nos faltará”? Se muitos em nosso meio estão sem trabalho, sem casa pra morar, com relacionamentos destruídos, sem saúde, sem dinheiro e por aí vai, a interminável lista. Que garantias esse pastoreio nos oferece? Vejamos: Primeira: Esse pastoreio nos garante SUFICIÊNCIA; Segunda: Esse pastoreio nos garante SERENIDADE, mesmo nos vales mais áridos; Terceira: Esse pastoreio nos garante SEGURANÇA mesmo a despeito dos nossos inimigos; E Quarta: Esse pastoreio nos garante que CHEGAREMOS seguros à Casa do Pai, na eternidade!

O que aprendemos com esta releitura do Salmo 23? Apesar das nossas lutas, da aridez da vereda, estamos sendo pastoreados ininterruptamente, e NADA NOS FALTARÁ de tudo que realmente necessitarmos para completar a jornada. Nos momentos mais dramáticos, em que o VALE É DE SOMBRA DE MORTE, não precisaremos temer, pois é a SUFICIÊNCIA do Pastor que nos susterá; haverá sempre um bordão e um cajado prontos para nos proteger, corrigir e consolar se necessário for. O fim de cada batalha deve ser celebrado com gratidão e alegria; somos ali honrados diante de nossos adversários, pela fidelidade do Supremo Pastor. Há um alvo a ser atingido e esse alvo é a eternidade e nós, com a provisão da suficiência de Deus chegaremos lá em nome de Jesus Cristo. Nadia Malta

 

 

domingo, 22 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/CONFIEMOS NO AGIR DE DEUS!

 CONFIEMOS NO AGIR DE DEUS!

https://youtu.be/CiSoJRE75Nk

“Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos. Meus irmãos, se algum entre vós se desviar da verdade, e alguém o converter, sabei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados”. Tg. 5.13-20. 

 A epistola de Tiago é considerada a mais prática do Novo Testamento. Contudo no meio de toda essa praticidade, ele encerra falando sobre oração. Tiago quer mostrar aqui que oração deve ser uma atitude prática e contínua na vida do povo de Deus em toda e qualquer situação. Se estamos tristes oremos, se estamos alegres oremos agradecendo, se estamos aflitos oremos, se estamos com medo oremos, se estamos sendo perseguidos oremos, se estamos oprimidos oremos, simplesmente oremos, oremos, sem cessar! A idéia Central aqui é ressaltar o poder eficaz da súplica do justo em toda e qualquer situação, pois a oração sincera move o sobrenatural de Deus a nosso favor. Um dos maiores privilégios como cristãos é poder entrar com ousadia na presença de Deus, levando a Ele as nossas súplicas, demandas e ações de graças. É maravilhoso saber que como filhos de Deus, é possível sim, nos achegar a Ele com toda liberdade e ousadia e lhe apresentar nossas demandas, necessidades e dificuldades. Esse livre acesso à presença de Deus foi conquistado para nós por Jesus na cruz do calvário.  O cristão maduro ora em meio às tribulações da vida, em vez de se queixar de sua situação, conversa com Deus sobre ela. A oração confiante é uma característica da maturidade espiritual.

 No texto em apreço, Tiago estimula seus leitores à prática da oração perseverante e descreve quatro situações específicas nas quais, Deus ouve e responde as orações. Vejamos: Primeira Situação: Orações pelos aflitos; Segunda Situação: Oração pelos enfermos; Terceira Situação: Oração pela nação; E Quarta situação: Oração pelos desviados. Todos nós passamos por sofrimentos, mas nem sempre as aflições são consequências de pecados ou castigos de Deus; às vezes são testes de fé e perseverança na oração ou simplesmente contingências de um mundo caído. O que fazer em meio a essas tribulações? Não murmurar, nem se maldizer, achando que Deus se esqueceu de nós. Devemos antes, ORAR pedindo sabedoria para compreender e enfrentar a situação. A oração pode remover a aflição, se essa for a vontade de Deus; mas pode também dar graça para enfrentá-la. O Senhor é especialista em transformar fraqueza em força; maldição em bênção. Só o cristão maduro discerne o poder do cântico na agonia. Tiago não está apresentando aqui uma fórmula genérica e mágica para a cura de todos os enfermos, pois sabemos que muitas vezes Deus concede a cura, noutras, não.

 Deus tanto cura milagrosamente, quanto faz uso de meios humanos; ou ainda permite que seu servo conviva com a enfermidade e no meio dela glorifique o seu nome; mas em todos os casos, o nosso dever é orar sempre e nunca desistir. Nem toda enfermidade é consequência de pecado específico, contudo a desobediência a Deus pode levar a enfermidades. Quando o pecado é confessado, há cura (física e espiritual). O pecado deve ser confessado publicamente quando atinge toda a comunidade (igreja), esse tipo de pecado geralmente é cometido pelos líderes contra outros líderes; mas em particular, ou seja, àquele contra quem se peca. Tiago cita Elias como um homem cuja oração mudou o panorama da nação inteira (I Rs. 17 e 18). Destruiu um sistema ímpio. Muitos imaginam que Elias fora ouvido porque fazia parte de uma “elite espiritual” e por isso Deus respondeu tão extraordinariamente a sua oração. No entanto, descobrimos, para o nosso alívio, que Elias era um homem semelhante a nós sujeito às mesmas fraquezas, e assim mesmo orou e mudou o panorama da nação inteira. Assim como é dever nosso orar para alcançar os não salvos, é também de responsabilidade nossa, o desafio de orar pelos que se afastaram do Caminho e trazê-los de volta. Tão somente confiemos nos agires do Senhor! Nadia Malta

 

sábado, 21 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/EXERCITAMOS MISERICORDIA PERDOANDO OS OFENSORES!

 EXERCITAMOS MISERICORDIA PERDOANDO OS OFENSORES!

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai Celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens (as suas ofensas), tampouco vosso pai vos perdoará as vossas ofensas”. Mt. 6.12, 14, 15.                   


Os versículos lidos estão inseridos na Oração do Pai Nosso e falam especificamente de uma atitude perdoadora que devemos ter face às ofensas sofridas. Jesus não está mencionando aqui sentimentos, mas atitude, baseada na obediência a Ele. Descobrimos aqui que há uma ligação estreita entre o perdão oferecido aos ofensores e a liberação das bênçãos de Deus sobre nós. Que a grande motivação para perdoar não seja a simples liberação das bênçãos sobre nós, mas o prazer de obedecer ao nosso Pai celestial. O texto de Mt. 18. 21-35 fala da parábola do credor incompassivo e ali Jesus ministra a necessidade de perdoarmos os ofensores exercitando o perdão ilimitadamente (70 x 7 por dia). Há muitos servos de Deus com a vida absolutamente travada. Estão salvos, mas miseravelmente infelizes. Nada flui em suas vidas, as portas permanecem fechadas porque são verdadeiros depósitos de lixos emocionais ambulantes. Esses servos são assolados com enfermidades emocionais, físicas e espirituais por causa da postura renitente com relação ao perdão das ofensas recebidas. Perdoar é viver com leveza. Quando o perdão é retido aprisionamos a nós mesmos e aos outros espiritualmente.

O que Jesus nos ensina aqui? Vejamos: Primeiro: O lugar da misericórdia é o lugar onde recebo o perdão de Deus; E Segundo: Recebo perdão para ministrar perdão (Recebo de Deus a mesma medida que dou aos outros). O desejo de Deus é que continuamente estejamos exercitando esse perdão, até que toda mágoa, todo ressentimento sejam esgotados de nossos corações. Ser depósito de lixo gera doenças e morte: Depressões, úlceras, cânceres e outras patologias. Lixo fermenta e gera podridão. O lugar que precisa ser visitado por nós de continuo é o lugar da misericórdia, no qual nós mesmos fomos perdoados por Deus apesar de nós. Nesse lugar o escrito da dívida que era contra nós foi apagado. Não estamos dizendo aqui que isso é algo fácil, pelo contrario, demanda sacrifício. Sacrifício do nosso orgulho, a bem da nossa saúde física, emocional e espiritual. É o culto racional que Paulo propõe em Rm 12.1, 2. A ira ou indignação diante de uma injustiça não é pecado, porém não podemos deixar que o sol se ponha sobre ela, transformando-a em raiz de amargura que envenena a alma e nos adoece. Quando permitimos isso damos lugar ao diabo. Isso significa dar ele legalidade para nos assolar.

O Senhor está dizendo nesses versículos que existe uma ligação estreita entre o perdão que liberamos e as bênçãos recebidas. Note bem: Em relação à salvação não há nada que o homem possa fazer para agradar a Deus e salvar-se. Ele recebe essa salvação de graça e pela Graça. No entanto depois de salvo, ele recebe da parte de Deus capacidade para perdoar assim como o Senhor o perdoou. E dessa atitude depende a sua vitória. O perdão é uma via de mão dupla. Se exercitarmos para com os outros, o perdão também voltará para nós. A Palavra de Deus nos ensina que o perdão deve ser praticado mesmo que não seja pedido. O que aprendemos aqui? A fé que produz resultados é uma fé perdoadora, porque é baseada no amor/ágape. Esse amor é traduzido em algumas versões por caridade. Não a caridade de doar coisas, mas a caridade de se doar a Deus e aos outros. O Senhor propõe uma faxina santa em nossos corações. Que possamos tirar todo o lixo de amargura, de ressentimentos, de ofensas recebidas. Comecemos hoje a gotejar perdão sobre os nossos ofensores. Escolhamos viver com leveza. Escolhamos esvaziar o depósito de lixo hoje em nome de Jesus Cristo. Temos dificuldade de perdoar? Então, vamos ao Lugar da Misericórdia, olhemos para aquele Calvário sangrento de 2000 anos atrás lá encontraremos forças para perdoar. Se alguém nos ofendeu, escolhamos perdoar. Digamos: “Senhor, eu escolho perdoar essa pessoa e coloco a ofensa praticada por ela contra mim na cruz do Calvário e clamo por tua misericórdia sobre a vida dessa pessoa, eu a abençoo e perdoo em nome de Jesus Cristo”. E assim, vivamos em paz! Nadia Malta

 

sexta-feira, 20 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE PONHAMOS EM ORDEM A NOSSA CASA, TANTO FÍSICA QUANTO ESPIRITUAL!

 QUE PONHAMOS EM ORDEM A NOSSA CASA, TANTO FÍSICA QUANTO ESPIRITUAL!

 Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; veio ter com ele o profeta Isaías, filho de Amoz, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás. Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao Senhor. E disse: Lembra-te, Senhor, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração e fiz o que era reto aos teus olhos; e chorou muitíssimo. Então, veio a palavra do Senhor a Isaías, dizendo: Vai e dize a Ezequias: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; acrescentarei, pois, aos teus dias quinze anos. Eis que foi para minha paz que tive eu grande amargura; tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção, porque lançaste para trás de ti todos os meus pecados”. Isaías 38:1-5, 17. 


 O relato lido é também encontrado em II Rs 20 e II Cr 32. Trata-se da doença do rei Ezequias e a sua cura maravilhosa. Cada vez que encontramos um registro triplo de uma passagem ou expressão bíblica, significa a ênfase que o Senhor deseja dar aquela situação ou expressão, dada a importância do ensino ali contido. É interessante juntar os três relatos para que se tenha uma idéia da narrativa como um todo. A idéia central aqui é tirada do versículo-chave (v.1). Esse versículo mostra que mesmo alguém servindo ao Senhor e fazendo o que é reto diante dEle, corre o risco de negligenciar determinadas áreas de sua vida. Podemos observar essa tendência na vida de muitos servos de Deus em todos os tempos. A Bíblia está cheia de relatos neste sentido. O texto lido dá conta de que havia uma desordem na casa do rei Ezequias e precisava ser reparada, do contrário poderia levá-lo à morte. Quando estudamos a vida deste rei descobrimos que a casa referida aqui se trata da família, mas gostaria de fazer uma aplicação deste texto à habitação do Espírito que somos nós. Aquela enfermidade do rei era o grande megafone de Deus para despertá-lo. O que o Senhor tem usado como megafone para nos despertar a atenção?

 Somos chamados de habitação de Deus. Santuários vivos das moradas do Altíssimo. Como andam esses santuários? Será que temos nos preocupado em mantê-los na mais perfeita ordem, visto, serem moradas de Deus? Para alguns estudiosos, a casa na qual habitamos, com seus vários cômodos, vários armários e até quartos de despejo e porões sombrios, fala de como anda o nosso interior. Se isto for realmente verdade, conheço várias pessoas, cujo interior é um verdadeiro caos. Mas, hoje é dia de faxina espiritual, é dia de consertos, de mudanças profundas! Temos repetido inúmeras vezes que o homem vê o exterior e Deus é aquele que sonda mentes e vê corações. Por mais piedosos e devotos que possamos parecer aos olhos dos homens, Deus conhece os porões da nossa alma e Ele sabe exatamente onde existem coisas desordenadas e apodrecidas em nós. O Senhor sonda nossos corações para dar a cada um de nós conforme as nossas obras. Esse assunto não tem nada a ver com salvação, mas com galardão (recompensas, bênçãos de Deus). Esta palavra é para crentes em Jesus Cristo!

 Os que precisam fazer os consertos necessários em suas casas precisam tomar pelo menos quatro atitudes. Vejamos: Primeira Atitude: Precisam prestar atenção as palavras dos profetas (pregadores) usados por Deus para trazer conserto às suas vidas; Segunda Atitude: Precisam estar dispostos a reconhecer o seu pecado de negligencia em relação à Palavra de Deus, se quebrantar diante dEle confessando e abandonando pecados; Terceira Atitude: Precisam esperar como Ezequias a resposta ao clamor feito ao Senhor; E Quarta Atitude: Precisam reconhecer o propósito da provação, pela qual estão passando como fez o rei Ezequias. Deixo quatro lições do texto para a nossa meditação: Que nos disponhamos a por em ordem a nossa casa, ainda há tempo, não permitamos que a morte se instale! Peçamos a Deus uma nova oportunidade e façamos tudo diferente. Reconheçamos o nosso pecado de raiva, inveja, falta de perdão, vaidade, que nos quebrantemos diante de Deus, confessemos e abandonemos o nosso pecado. Aguardemos a resposta de Deus, ela virá e de forma profusa, abundante. E nos surpreenderemos com o que Ele tem para nós. Sejamos bons alunos e aprendamos com a tribulação. Glorifiquemos a Deus por seus propósitos em nossas vidas. Nadia Malta

quinta-feira, 19 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE A NOSSA ESPERANÇA SEJA RENOVADA!

 QUE A NOSSA ESPERANÇA SEJA RENOVADA! 

https://youtu.be/5L-Vg8UdzUk

 Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”. Lamentações 3:21. 


 Lamentações trata de uma tragédia a nível nacional. Ali,  assolação atingiu a todos indiscriminadamente. O livro em si é um poema fúnebre para o funeral da nação. Em 587 a.C a cidade santa de Jerusalém caiu diante dos exércitos de Babilônia. Os líderes do povo e muitas pessoas comuns foram obrigados a caminhar novecentos quilômetros até o país vizinho. Não há como exagerar a intensidade e a abrangência do sofrimento decorrente da queda de Jerusalém. Ali a perda foi total. Cadáveres amontoados por todos os lados. Canibalismo e sacrilégio eram dois terrores gêmeos que agiam nas ruas da cidade destruída. O assassinato indiscriminado de crianças inocentes demonstrou a perda da esperança na reconstrução da dignidade humana, e os sacerdotes mortos evidenciava o desaparecimento do respeito pela vontade divina. O sofrimento atingiu ali o nível mais profundo e Lamentações é a cerimônia fúnebre da cidade morta, repito. O profeta Jeremias que já havia sido inevitavelmente contaminado pelas circunstancias ao seu redor, pára diante do caos e redescobre a Esperança. Ele sabe que a ira de Deus tem um tempo de duração, enquanto a sua misericórdia e seu amor duram para sempre. Assim, aprendemos que mesmo quando Deus se ira Ele nos ama. A própria disciplina de Deus é um ato de amor.

 Pior que não ter esperança é ter uma falsa esperança. O Senhor enviou profetas para advertir o povo quanto à observância da aliança com Ele. A quebra dessa aliança implicaria em cair nas mãos dos adversários, mas o povo obstinado e rebelde não quis ouvir. Depois enviou profetas durante o cativeiro para que o povo se arrependesse, mas ele preferia dar ouvidos aos falsos profetas que prometiam saídas mágicas e iminentes. Os falsos profetas procuravam trazer falsas esperanças ao povo com relação ao fim do cativeiro. No entanto, aquele cativeiro durou setenta anos (Jr. 25). O Senhor usou o profeta Jeremias para enviar uma mensagem lúcida e verdadeira, embora não agradável, aos cativos em Babilônia! Muitos em nosso meio têm estado assim, desesperados, desesperançados achando que suas vidas não têm mais jeito. Acham que o Senhor os esqueceu e de certa maneira têm olhado para vários lugares tentando achar uma saída e até mesmo se apegado a falsas esperanças, como o povo de Deus do passado. Quero convidá-los hoje a juntos irmos a Jerusalém assolada dos dias do cativeiro de Babilônia e, sobretudo, olharmos para o próprio profeta Jeremias e aprender com ele a redescobrir a esperança no meio do caos. Descobrimos aqui que Jeremias deixou de olhar para fora e olhou para dentro de si mesmo. Foi buscar o que estava impresso em seu coração. O que Deus tem imprimido em nossos corações? No meio daquele caos, o profeta Jeremias redescobre três razões para continuar fazendo a sua confissão de esperança. Vejamos: Primeira razão: As misericórdias do Senhor não têm fim e se renovam a cada manhã; Segunda razão: A grandeza da fidelidade de Deus; E Terceira razão: A bondade do Senhor se manifesta aos que esperam nEle.

 O que aprendemos aqui? Por mais difíceis que sejam as nossas adversidades e assolações, elas poderiam ser ainda piores, à semelhança do que aconteceu a toda a nação de Judá nos dias do cativeiro de Babilônia!  Quando Deus entende de nos consertar e trazer as mudanças pelas quais clamamos, Ele usará todos os recursos, até mesmo as adversidades, dores e perdas. Precisamos aprender a redescobrir a Esperança no meio da agonia, olhando para os atributos eternos e imutáveis de Deus especialmente: Misericórdia, fidelidade e bondade. Aprendemos em Lamentações que mesmo no meio do sofrimento mais atroz Deus se manifesta ao seu povo dando-lhe oportunidade de mudança e crescimento. Pensemos nisso! Deus é a nossa fonte de cura e plenitude, busquemos, pois, a Ele! O cativeiro em Babilônia durou setenta anos, enquanto não se cumpriu o tempo não houve resposta de Deus. Por isso, aguardemos o agir de Deus, a resposta vem, não desistamos! Agora deixe o Espírito do Senhor nos fazer uma revelação: O tempo para a bênção chegar não é definido por Deus, mas pela nossa obediência, arrependimento, confissão de pecados e volta para Deus.  E Deus espera para ter misericórdia de Nós como fez com a nação rebelde de Judá nos dias antigos. Atentemos! Nadia Malta

 

quarta-feira, 18 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ NÃO NOS DEIXEMOS ASSOMBRAR, SIGAMOS NA FORÇA DO SENHOR!

 NÃO NOS DEIXEMOS ASSOMBRAR, SIGAMOS NA FORÇA DO SENHOR!

https://youtu.be/aRUc_TW9SR4

 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas”. 2 Coríntios 4:16-18.                                   


 Por que será que este assunto tem sido vez por outra trazido a nós pelo Espírito Santo? Basta um rápido olhar para as nossas próprias vidas para encontrarmos a resposta. O Senhor certamente deseja que amadureçamos na fé e no conhecimento de Deus. Infelizmente, muitos de nós, mesmo a despeito de muitos anos de “estrada”, ainda continuam  meninos na fé. Por isso é tão oportuno rogar ao Senhor que proteja as nossas emoções dos embates da vida, para que nossa fé não esmoreça. Deus está treinando guerreiros de fé sobre a terra para ver o invisível, ouvir o inaudível e crer no impossível. O Senhor deseja sarar as famílias, restaurar os lares. Embora as aflições enfrentadas sejam reais, precisamos atentar para outra realidade paralela: Aquilo que está acontecendo no mundo invisível, tanto da parte de Deus quanto da parte do nosso adversário. O Senhor afirma em Os. 4.6 que o seu povo está sendo destruído por falta de conhecimento. Este conhecimento não cessa nunca, por isso ouvimos a exortação deste mesmo profeta em Os. 6.3 ele diz: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; e ele descerá sobre nós como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra”.  Ah, como precisamos ser regados assim! O apóstolo Paulo baseado em sua própria experiência traz aqui três exortações para se enfrentar as aflições sem esmorecer na fé. Vejamos: Primeira exortação: “Não devemos desanimar”; Segunda exortação: A aflição que estamos enfrentando tem propósito e prazo de validade; E Terceira exortação: Não nos assombremos com a aparência da aflição, mantenhamos os olhos Naquele que é invisível, mas real, Jesus, O Cristo de Deus!

 Quem está dando este conselho é um campeão de fé, um especialista em superar aflições, não um crente de fachada. Ele aqui não se refere ao desânimo enquanto emoção, sujeito às circunstancias; ele fala de um padrão de fé que via além daquilo que é visto com os olhos humanos. Quero dizer a você hoje: Continue orando e crendo! Ore pelo seu cônjuge incrédulo, ore por seus filhos distantes de Deus, você não gerou filhos para serem instrumentos nas mãos de satanás, mas os gerou para a glória de Deus! Ore pelas situações aparentemente insolúveis, ore para que o Senhor abra portas onde elas não existem. Simplesmente ore e deixe que o mais Ele fará. Paulo não está fazendo aqui uma apologia masoquista ao sofrimento, nem banalizando as nossas lutas, pois não tem nada de agradável em passar por tribulações. Mas às vezes é necessário atravessá-las como um recurso didático de Deus. Ele está nos alertando para ficarmos espertos, porque essas dificuldades pelas quais passamos além de propósito, têm prazo de validade e podem ser revertidas para o nosso bem, se aprendermos a olhar para elas usando critérios e valores eternos. A terceira exortação de Paulo para os seus leitores justifica as anteriores.

 Precisamos entender que o mundo invisível é o único verdadeiramente real. Se nos preocupássemos em olhar para o mundo invisível como Deus deseja, jamais nos sentiríamos desanimados, abatidos ou destruídos diante das aflições da vida. A triste realidade é que somos todos, com raríssimas exceções ainda meninos na fé e tendemos a nos desesperar e nos desestruturar diante das dificuldades da vida. O que o texto nos ensina hoje? Não desanimemos diante das aflições e tempestades da vida, por mais difíceis que sejam, elas passam e  fazem o nosso espírito amadurecer e se renovar. As aflições e tribulações têm propósito e prazo de validade e podem ser revertidas ao nosso favor se aprendermos a olhar para elas com critérios e valores eternos! Que possamos adquirir obstinadamente a percepção do sobrenatural de Deus, através do conhecimento dEle pela sua Palavra e revelação do Espírito Santo em nome de Jesus Cristo! Coragem! Vai ficar tudo bem! Nadia Malta

 

 

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...