AGUARDEMOS O AGIR DE DEUS E DESCANSEMOS NELE!
O COLO DO PAI
"Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!" (Salmo 8:1)
sábado, 11 de julho de 2026
Meditação/Nadia Malta/AGUARDEMOS O AGIR DE DEUS E DESCANSEMOS NELE!
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE PERSEVERAR NA FÉ E NO CONHECIMENTO DE DEUS!
TEMPO DE PERSEVERAR NA FÉ E NO CONHECIMENTO DE DEUS!
“E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram. Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!”. Mateus 14.27-30
O que
significa a palavra “porém”? É uma conjunção adversativa. O dicionário diz que:
“Inicia ou encerra uma oração ou um período cujo teor indica uma oposição ou
restringe o que foi proferido anteriormente”. Por que então, insistimos em
usá-la exatamente quando se trata da nossa fé? Onde há fé não cabe nenhum
“porém”! Não podemos levantar oposições ou restrições à nossa fé. Há um
pensamento atribuído a Charles Spurgeon que diz: “A Fé é a razão repousando em
Deus!”. Repousemos a nossa razão em Deus e nos aquietemos Nele! A experiência
daqueles discípulos nos ensina que mesmo em meio às tempestades da vida,
podemos contar com algumas certezas. Vejamos: Primeira Certeza: O próprio
Senhor os compeliu para a tempestade; Segunda Certeza: O Senhor se retira para
orar sozinho e certamente intercedia por eles e também intercede por nós;
Terceira Certeza: Assim como Jesus acudiu os discípulos, Ele nos acode também;
Quarta Certeza: Aquela situação foi a oportunidade de Deus para ajudá-los a
crescer e se fortalecer; E Quinta Certeza: O Senhor ajudou os discípulos até o
fim e fará assim conosco! Confiemos!
Há aqui lições preciosas que precisam ser
assimiladas: Seguir a Cristo, nem sempre significa navegar em águas tranquilas.
As tempestades têm seu papel na sofisticada pedagogia de Deus e ao contrário do
que muitos pensam, elas são ideia de Deus e não do Adversário. Os “poréns” sim,
são enviados pelo Maligno para minar a nossa fé. Portanto, cuidado com eles! As
tempestades vêm para nos corrigir ou para nos aperfeiçoar, cabe a nós nos
deixar ministrar por elas. Muitas vezes o centro da vontade de Deus é no meio
de uma tempestade (tribulação, perseguição, enfermidade, aflição, perda ou
provações de maneira geral) e Ele mesmo nos impele para lá. Quem sabe se não é
isto que está acontecendo com você agora? Que tal perguntar ao Senhor: O que o
Senhor deseja me ensinar no meio dessa tempestade? Clamemos por Jesus antes de
submergirmos em nossas tempestades e Ele certamente virá em nosso socorro. Não
podemos esquecer que as tempestades são apenas caminhos que nos levam para mais
perto do Cristo. Se as tempestades da vida nos fazem orar mais, elas fazem mais
bem do que mal. Alguém já disse que: “muitas vezes as bênçãos de Deus veem
estilhaçando as vidraças” ou parecendo um grande “malassombro”. São
acontecimentos que chegam com barulho assombroso para mudar a nossa realidade,
são bênçãos de Deus disfarçadas para nos sacudir e tirar da estagnação.
Aprendamos a discerni-las! Aleluia! Amém! Nadia Malta
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Meditação/Nadia Malta/O SACRIFICIO DE LOUVOR ABRE PORTAS E QUEBRA CADEIAS!
O SACRIFICIO DE LOUVOR ABRE PORTAS E QUEBRA CADEIAS!
“Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”. At. 16. 25, 26.
Que sejamos estimulados como
povo de Deus a oferecer ao Senhor sacrifícios de louvor no meio das nossas
agonias. Foi o que aconteceu na cidade de Filipos, região da Macedônia, na Ásia
menor. Numa prisão da cidade o Apóstolo Paulo e Silas, seu companheiro de
jornada, presos sob a falsa acusação de estarem tumultuando a cidade. Eles
oravam e louvavam ao Senhor, apesar da situação. O texto citado ensina pelo menos
três lições preciosas. Vejamos Primeira Lição: Estar fazendo a obra não nos
isenta de passar por horas de suores frios; Segunda Lição: No meio da agonia
mais atroz aqueles servos viram Aquele que é invisível, mas real e creram; E
Terceira Lição: A libertação deles repercutiu na vida de outros! Depois de
serem tremendamente usados por Deus para libertar uma mulher cativa de um
espírito de adivinhação e do Senhor operar maravilhas através deles, esses
homens, por uma artimanha maligna, são açoitados e presos. Apesar das
circunstancias, Eles podiam enxergar a vitória através do véu denso daquela
prisão insalubre. Eles podiam declarar a fé do tipo “ainda que...” Na prisão
eles oravam e cantavam, porque sabiam em quem criam e sabiam também que de um
jeito ou de outro seriam libertos. Sim, somos libertos quer na vida quer na
morte! Quem louva ao Senhor no meio da agonia enxerga Aquele que é invisível,
mas absolutamente real!
Creio que o Espírito Santo de
Deus quer falar com todos os que recebem esta palavra, se sentem assim e
carecem de uma estratégia do Alto para sair da situação onde se encontram. Uma
grande estratégia do céu é “oferecer a
Deus sempre por meio de Jesus sacrifício de louvor que é fruto de lábios que
confessam o seu nome”, diz o autor de Hebreus. E não estou falando de algo
mecânico, mas de uma fé viva que sabe em quem crê, apesar das circunstancias.
Aliás, há dois sacrifícios que precisamos aprender a oferecer ao Senhor em meio
às nossas lutas: Um é o sacrifício de louvor oferecido tão eficazmente por
Paulo e Silas naquela prisão de Filipos, o outro é o sacrifício de ações de
graças tão usado pelos salmistas em suas lutas diárias. É a gratidão que
manifestamos mesmo antes do fim do combate! Agora, preste atenção aqui! Não
importa o tipo, o local ou o nome da sua prisão. A de Paulo era em Filipos. A
sua pode ser o medo, um vício. Uma
rejeição, um relacionamento, uma enfermidade, uma situação ou circunstancia não
importa. O Deus que operou nos dias de Paulo e Silas opera hoje, então ore e louve
ao Deus que tudo pode. A força daquela atitude de fé de Paulo e Silas moveu
céus e terra a favor deles. A mesma coisa pode acontecer com todo aquele que
agir de igual modo. Por isso ore e louve ao Senhor você mesmo.
O Senhor deseja ouvir a sua voz, mesmo em lágrimas. À
semelhança de Paulo e Silas, quando você for liberto, os que estão ao seu redor
também serão em nome do Senhor Jesus Cristo. As cadeias de todos foram abertas.
Quantos estão se sentindo assim, necessitados de liberdade, de folga? Sentem-se
aprisionados, criticados, acusados injustamente, feridos, perseguidos,
encurralados e desesperadamente necessitados de uma intervenção poderosa de
Deus em suas vidas. Muitas vezes essas cadeias não são físicas, mas emocionais
ou espirituais. Muitos em nosso meio encontram-se presos ao medo, à
intransigência, a jugos insuportáveis, à ansiedade, ou mesmo a vícios e
inclinações. O que aprendemos aqui? Há muitos cativos em nosso meio que o
Senhor deseja libertar. O que tem faltado? Passos ousados de fé! Glorifiquemos
ao Senhor no meio das nossas agonias e veremos Ele quebrando cadeias para a sua
glória! Atentemos! Nadia Malta


