terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR ESTÁ VINDO OU ESTAMOS INDO, QUE NOS PREPAREMOS PARA ESSE ENCONTRO!

 O SENHOR ESTÁ VINDO OU ESTAMOS INDO, QUE NOS PREPAREMOS PARA ESSE ENCONTRO!

 Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”. Lucas 16:19-31.                                


 O texto lido para muitos é uma parábola, no entanto, descobrimos que um dos personagens da história de Jesus era um conhecido mendigo chamado Lázaro. Entendemos aqui que o Senhor Jesus Cristo deseja abrir um pouco da cortina para o mundo espiritual, para que conheçamos ainda que superficialmente o que há do lado de lá. Duas das maiores heresias pregadas na atualidade que têm ganhado adeptos cada vez mais fervorosos é a doutrina do universalismo da salvação e a outra é a negação de um inferno literal, ambas absolutamente anti-bíblicas.  Só os que creem em Jesus recebendo-o como Senhor e Salvador serão salvos e o inferno é absolutamente real, por isso Jesus falou exaustivamente sobre ele em inúmeras passagens das Escrituras. As pessoas vivem se preocupando: Com quem casar, onde trabalhar, que concurso fazer, como investir o dinheiro, onde morar, onde passar as férias. Na verdade as preocupações são muitas. O que mais chama a atenção é o fato de que todas elas são voltadas para a vida na terra, como se ela jamais acabasse. Contudo, poucos são os que se preocupam onde passarão a eternidade. Só há dois lugares: Céu ou Inferno! Durante a nossa vida na terra carregamos uma só certeza: Um dia partiremos daqui!

 O profeta Amós diz (4.12): “Prepara-te, ó Israel para te encontrares com o teu Deus”. Será que temos nos preparado para esse encontro? Essa partida é absolutamente democrática, independe de sexo, raça, idade, condição financeira ou social, grau de instrução ou credo religioso. A realidade é que todos indistintamente um dia partiremos desta vida. O que aconteceria se hoje o Senhor o chamasse? Para onde você iria? Você sabe onde passará a eternidade? Embora este assunto não seja agradável, o texto lido nos leva a uma visão do mundo espiritual. A história de Jesus acerca do rico e do mendigo Lázaro, parabólica ou não, nos ajuda a ter uma idéia dessa realidade. Aliás, o nome Lázaro significa Deus ajuda. O texto aponta três verdades sobre essa realidade! Vejamos: Primeira Verdade: Mais cedo ou mais tarde partiremos desta terra; Segunda Verdade: Partir sem Cristo representa tormento eterno; Terceira Verdade: Hoje e agora é o tempo da oportunidade de entregarmos a nossa vida a Jesus!

 A realidade da morte alcançará a todos, ricos ou pobres, indistintamente. Resta saber se estamos prontos para essa viagem sem volta). Estamos no mundo, mas não mais pertencemos a ele e aguardamos o dia glorioso em que nos encontraremos com o Senhor seja através da morte física ou através do arrebatamento da igreja que CREMOS SER iminente.  Não sei de que maneira o homem rico via do inferno Lázaro ao longe sendo consolado no paraíso, contudo, ninguém poderia amenizar seu tormento. O inferno é real, é um lugar de tormento eterno é o lugar da eterna separação da presença favorável de Deus. O tempo da oportunidade é hoje. Queridos, depois da morte física não há mais oportunidade. O rico em tormentos clamava por misericórdia a Abraão. Além de sua oração ser desprovida de arrependimento e fé, foi mal endereçada e ainda fora de tempo. A petição por misericórdia deve ser feita antes da morte. Aquele homem na verdade, procurava alívio, não a glória de Deus! Há um grande abismo entre o mundo físico e o mundo espiritual. É impossível a comunicação entre esses dois mundos. O que esse texto nos ensina? A nossa vida sobre a terra é breve, todos indistintamente partiremos dela um dia. Já parou para pensar nisto? Só há dois caminhos a nossa frente céu ou inferno. Na eternidade não há território neutro.  Hoje e agora é o tempo da oportunidade de ouvir a Palavra do Senhor e entregar a vida a Jesus Cristo. Não há nada mais trágico que passar a eternidade longe da presença favorável de Deus e ser alvo de sua ira e justiça, além de ter preservada a memória das escolhas malditas que foram feitas. Você sabe onde passará a eternidade, no céu ou no inferno? Atentemos! Nadia Malta

 

 

 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE NOS ARREPENDAMOS E VOLTEMOS AO CAMINHO!

 QUE NOS ARREPENDAMOS E VOLTEMOS AO CAMINHO!

Portanto, ó nação de Israel, eu os julgarei, a cada um de acordo com os seus caminhos; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se! Desviem-se de todos os seus males, para que o pecado não cause a queda de vocês. Livrem-se de todos os males que vocês cometeram, e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que deveriam morrer, ó nação de Israel? Pois não me agrada a morte de ninguém; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se e vivam”! Ezequiel 18:30-32.                               


O texto lido fala da responsabilidade pessoal em relação ao pecado. Se lermos todo o contexto veremos que ele coloca uma pá de cal sobre a questão complicada da maldição hereditária defendida por alguns. Deus não tem netos, só filhos! Assim como a salvação é pessoal e intransferível, o pecado também. Cada um responderá por suas ações e inclinações. Os filhos ceifam a sua própria semeadura, não a semeadura dos pais, ou seja, os filhos ceifam as punições dos pais se andarem em seus maus caminhos. Tem algo que não podemos perder de vista em nenhum momento da nossa caminhada, para a nossa própria saúde espiritual e emocional: A obediência está para a bênção, como a maldição está para a desobediência. As ações não salvam, mas testificam da salvação e  de um viver transformado. Em tempos de politicamente correto e de relativismos, a mensagem pregada hoje parece influenciada por essa tendência. O que foi feito da ousadia dos pregadores do passado? Pecado tem que ser chamado pelo nome, não podemos minimizá-lo usando termos como deslize, tropeço, falha ou coisa semelhante. Pecar é errar o alvo estabelecido por Deus e Ele vai pedir contas sim. O alvo de Deus é a obediência, o fim da Lei é Cristo para todo aquele que crê. Se somos verdadeiramente de Deus precisamos mudar a rota, mudar a mente, nos converter! Qual a direção a seguir? Deus! Qual o Caminho pra essa mudança radical? Cristo! Por isso é necessário que com ousadia proclamemos em tempo e fora de tempo que o inferno é real, que usar dois pesos e duas medidas não é de Deus e que o único Caminho que nos leva a Deus é Cristo.

 

 Jesus é o único mediador da Nova Aliança, é o Verbo de Deus, é o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores! Quem ainda não foi alcançado pela misericórdia de Deus e foi tocado por esta palavra tendo os seus olhos abertos precisa correr para Deus hoje e quem já foi precisa andar em novidade de vida, abandonar as velhas inclinações. O texto citado no inicio aponta quatro ordenanças para aqueles que já foram alcançados verdadeiramente por Deus e desejam andar em novidade de vida. Vejamos: Primeira Ordenança: Convertei-vos e Desviai-vos das vossas transgressões; Segunda Ordenança: Lançai de vós todas as vossas transgressões; Terceira Ordenança: Criai (alimentai, cuidai) em vós um coração novo e espírito novo; E Quarta Ordenança: Convertei-vos e Vivei! Aqui o profeta manda que nos desviemos daquilo que nos aprisiona, enfraquece e serve de tropeço. Não adianta brincar com fogo e tentar a Deus. A ordem aqui é fugir de tudo que o mundo insiste em nos oferecer, que o diabo nos estimula a fazer e a nossa carne clama.  Conversão é mudança de rota, para vencer um pecado ou inclinação maligna precisamos, depois de regenerados pelo Espírito de Deus, matar a carne de fome. Jejuar especificamente. Aqui somos advertidos a rejeitar de todo coração e não voltar às velhas práticas, vigiar para não cometer os mesmos pecados. Graça de Deus não é licença para pecar.

 

A liberdade dos filhos de Deus está em fazer a vontade de Deus, assim como a liberdade do pecador antes de ser regenerado, está na esfera do pecado em suas várias modalidades. O pecado na vida do servo deve ser um acidente de percurso não uma prática contínua e deliberada. Quem tem o Espírito se constrange diante de uma inclinação ou de um pecado consumado e se arrepende. Depois de regenerados pelo Espírito Santo de Deus, somos capacitados a mudar a rota. Somos ordenados a uma transformação pela renovação da nossa mente e isso só é possível pela Palavra de Deus. Precisamos aproveitar a nova oportunidade que o Senhor nos concede. O Senhor ordena aqui uma mudança dos padrões de pensamentos, tudo tem que se fazer novo para nós. O caminho da santificação é árduo e não há atalhos para ele. O que tem ocupado efetivamente os nossos pensamentos? Conversão também leva a verdadeira Vida que é o próprio Cristo. A condição do homem sem Deus é legal e espiritualmente morto em seus delitos e pecados. Só através de Cristo Jesus somos vivificados e habilitados para fazer a vontade de Deus. O que o texto nos ordena a fazer? Que nos arrependamos e nos desviemos do mal. Que não voltemos às velhas práticas do passado. Que busquemos viver em novidade de vida de acordo com o coração novo e o espírito novo que recebemos. Que nos arrependamos e vivamos em plenitude. Nadia Malta

 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE VOLTAR PARA O SENHOR, ENQUANTO HÁ TEMPO!

 TEMPO DE VOLTAR PARA O SENHOR, ENQUANTO HÁ TEMPO!

https://youtu.be/-Z9DHdtWfCw

Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas”. Ap. 2.4,5. 


Éfeso é a primeira das sete igrejas da Ásia Menor para as quais foram enviadas cartas da parte do Senhor, por intermédio do apóstolo João. Cada igreja descrita em todo esse contexto traz em si mesma uma radiografia de suas entranhas, bem como retrata a história eclesiástica em todas as épocas. Nunca foi tão não necessário um despertamento espiritual da igreja, quanto em nosso tempo de tantas invencionices e tanta falta de reverencia no meio dos que se dizem cristãos! Aquilo que tem sido chamado de igreja por muitos, em vários lugares não passa de um arremedo cheio de blasfêmia e permissividade, para assegurar a frequência sem nenhum compromisso com o Cristo e sua Santa Palavra! É tempo de voltarmos ao Senhor, de voltarmos às práticas das primeiras obras e deixar de dar ouvidos aos muitos pseudo-pregadores que servem aos seus próprios ventres e não ao Cristo! Acordemos, enquanto há tempo! O Senhor está às portas e pedirá contas tanto da liberdade quanto dos recursos desperdiçados na satisfação carnal, que deveriam ser usados para que o Evangelho chegasse aos confins da terra!

O texto citado traz uma acusação, um conselho e uma advertência! Vejamos: A Acusação: A igreja havia abandonado o primeiro amor; O Conselho: A igreja precisava voltar à prática das primeiras obras; E A Advertência: Caso não haja arrependimento o Senhor moverá do lugar o candeeiro da igreja. A luz da igreja se apagará. A palavra Éfeso, por exemplo, significa desejável. No entanto, aquela igreja tornou-se descuidada, mecânica sem entusiasmo. O Senhor fala a igreja como um todo, mas fala também a indivíduos. E é como indivíduos que definimos a temperatura espiritual da congregação. Tem faltado entusiasmo verdadeiro. Deixamos de adorar, perdemos o viço! E essa falta de entusiasmo apaixonado pelo Senhor tem se refletido em nossas vidas pessoais e relacionamentos em todos os níveis. Parecemos autômatos agindo mecanicamente quando Deus continua procurando adoradores apaixonados. Despertemos e voltemos ao primeiro amor, manifestando entusiasmo com o Senhor e a sua obra. O que temos visto em nossos dias? Crentes tristes, abatidos, sem viço, carregando a obra de Deus como se fosse um fardo, misericórdia! Sem falar na associação demoníaca da igreja com a politicagem mundana e abjeta!

Precisamos voltar ao primeiro amor e amar o Senhor apaixonadamente. O Senhor está às portas e precisamos nos preparar para aquele Dia glorioso quando nos encontraremos com Ele nos ares. Essa preparação passa por um autoexame: Será que têm se achado íntegras as nossas obras perante o Senhor? O Senhor deseja que trabalhemos em sua obra, que sejamos perseverantes na fé, firmes na doutrina, mas tudo isso deve ser feito em genuína adoração.  A nossa verdadeira motivação deve ser o amor pelo Senhor, qualquer outra fere a santidade de Deus! Deixemos que o calor do Santo Espírito derreta o gelo espiritual e nossos corações sejam libertos para adorar outra vez como antes! Lembremo-nos de onde caímos e voltemos à prática das primeiras obras! O que aprendemos aqui? Reconheçamos que o amor pelo Senhor e sua obra esfriou. Lembremo-nos de onde caímos. Tomemos a atitude a partir dessa descoberta de voltar à prática das primeiras obras. Não nos esqueçamos da advertência: Nosso candeeiro pode ser removido. Atentemos! Nadia Malta

 

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