quinta-feira, 30 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ ENTENDEREMOS AMANHÃ O QUE O SENHOR PERMITE HOJE!

 SÓ ENTENDEREMOS AMANHÃ O QUE O SENHOR PERMITE HOJE!

https://youtu.be/hzJx9izTR0g

Então, o Anjo do SENHOR lhe apareceu e lhe disse: O SENHOR é contigo, homem valente. Respondeu-lhe Gideão: Ai, senhor meu! Se o SENHOR é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o SENHOR subir do Egito? Porém, agora, o SENHOR nos desamparou e nos entregou nas mãos dos midianitas”. Juízes 6.12,13.      


Que aquietemos os nossos corações quanto aos agires de Deus nas situações! O chamamento de Gideão para livrar Israel das mãos dos midianitas é algo que merece uma reflexão cuidadosa. Desde a forma como Deus lhe chama se referindo a ele como homem valente, coisa que ele não parecia ser até a própria dúvida que brota do coração dele ao declarar: “Se o SENHOR é conosco, por que nos sobreveio tudo isto?”. Nem gostaria de entrar no mérito dessa questão, ou na razão histórica do fato, mas naquilo que Gideão experimentou ao se deparar com aquela tribulação tão aterradora. Quantas vezes já não nos sentimos assim como ele diante do imponderável. Não nos sentimos capazes de prosseguir e assim como Gideão são inevitáveis as muitas perguntas diante de tudo que estamos vivendo nesses momentos.

São muitas as perguntas inevitáveis nessas horas: Por que ou para que vivemos determinadas situações? Será que Deus está mesmo no controle desta encrenca? Será que seremos livrados ou pereceremos? Qual o propósito de tudo isto? Na verdade, são mais perguntas que respostas! As poucas forças parecem que fogem de nós e nos sentimos à deriva! Claro que todas as coisas cooperam para o nosso bem e o bem maior é sermos conformados à imagem do Cristo. Contudo, o difícil é convencer a carne e as emoções desta verdade. O espírito está pronto, mas a carne é fraca. E foi Jesus quem proferiu estas palavras.  É quando o limite da força acaba que entra o poder da fé, como diz a letra de uma canção cristã! Quem disse que teremos todas as respostas? Pelo menos não deste lado da eternidade!

É tão difícil percorrer a estrada da confiança absoluta, especialmente quando a nossa humanidade grita de pavor! É imperioso olharmos para a Palavra de Deus nesses momentos e contemplarmos as saídas impensáveis de Deus nas vidas de tantos servos do passado. Precisamente para isto é que tantas situações foram registradas nas páginas das Sagradas Escrituras, para nos dar alento e reedificar a nossa alma prestes a desmoronar nas horas de suores frios!. Às vezes precisamos ir a última fronteira do suportar para encontrar o Anjo do Senhor e ali edificarmos o nosso altar Àquele que é o Jeovah Shalom, a nossa verdadeira paz! Gostaria de terminar com um propósito: Façamos sossegar a nossa alma inquieta e exigente, O Senhor não está ausente de nossas dores e encrencas! Que Ele nos sustente e fortaleça até a vitória final! Avancemos na força que só o Senhor pode suprir!  Nadia Malta

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE SEJAMOS CONSOLADOS PELO SENHOR!

 QUE SEJAMOS CONSOLADOS PELO SENHOR!

https://youtu.be/v0YdM5ECIHE

Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu para que temas o homem que é mortal, ou o filho do homem, que se tornará em erva? Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Isaías 51.12; Romanos 8.31. 

As palavras do Senhor, tanto por meio do profeta Isaias quanto por meio do apóstolo Paulo, alentam o nosso coração ansioso por consolo do céu.  Todos indistintamente carecemos que o Senhor fenda os céus e venha em nosso auxilio! E nada é mais alentador do que olhar para as grandes e mui preciosas promessas de Deus ao seu povo em toda a história. Somos fracos, pequenos e limitados em nosso entendimento. Tem aumentado o número dos nossos detratores e perseguidores! E mais que nunca necessitamos dessa intervenção sobrenatural do Senhor em nossas encrencas tanto pessoais, quanto como povo de Deus. Somos desafiados a não temer. O consolo de que carecemos só pode vir efetivamente de Deus. Não há ninguém que possa nos acudir em nossos vazios e expectativas só o Fiel Guarda de Israel que não dormita nem dorme.

O Senhor é Aquele que sonda mentes e perscruta corações. Antes que a palavra nos chegue à boca Ele a conhece toda. Não podemos nos esconder do seu olhar e muito menos camuflar as intenções dos nossos corações. Aliás, Ele é especialista em decifrar intenções ocultas. Os grandes consertos começam pelas grandes confissões. Corações rasgados diante do Pai Celestial encontram consolações profundas. O próprio Senhor adverte: “Rasgai os vossos corações, não as vossas vestes!”. Temos sido chamados a um tempo de quebrantamento e consequentemente a um tempo de grandes transformações. Os grandes sofrimentos são a antessala das grandes mudanças. Entender esse princípio nos coloca na rota da consolação de que tanto necessitamos. Por outro lado, recebemos as consolações do Senhor para que também nos tornemos canais de consolações para todos os que se achegam a nós necessitados de graça. Nesses anos de ministério vi tanta coisa! Tudo tem sido um longo e valioso aprendizado!

Que lições podemos tirar dessas reflexões a partir do texto? Temos testemunhado agires de Deus, absolutamente incompreensíveis, do ponto de vista humano. Contudo, quando nos aquietamos em confiança e ficamos atentos a esses agires, além de vencermos a perplexidade também saímos experientes e esperançosos diante de tudo!  Que o Senhor tire o nosso medo, que Ele nos console e aquiete nossos corações para entendermos seus agires! Nadia Malta

 

terça-feira, 28 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEM FALTADO REVERENCIA DIANTE DO ETERNO E DISPONIBILIDADE PARA A SUA OBRA!

 TEM FALTADO REVERENCIA DIANTE DO ETERNO E DISPONIBILIDADE PARA A SUA OBRA!

No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim”. Isaías 6.1-8. 


O contexto todo vai até o versículo 13 e descreve o momento do chamado ministerial do profeta Isaías. Esse chamado foi marcado por dois acontecimentos que abalaram profundamente a estrutura emocional e espiritual daquele homem de Deus: A morte do Rei Uzias e uma tremenda visão do Trono de Deus. A partir daqueles dois acontecimentos, Isaías nunca mais foi o mesmo. O Rei Uzias de Judá foi um dos maiores líderes daquele povo; depois de um longo reinado de 52 anos, ao partir desta terra, deixou no profeta e em toda a nação um sentimento de profundo pesar e orfandade. Foi exatamente ali, naquele momento desolador na vida de Isaías que o Senhor escolheu para se manifestar a ele, mostrando-lhe a sua glória e majestade. Um rei humano deixava seu trono terreno, mas o Rei dos Reis continua assentado num Alto e Sublime Trono pelos séculos dos séculos, no controle absoluto de todas as coisas. Uzias começou a reinar com 16 anos e reinou 52 anos em Judá. Ele fez o que era reto diante de Deus. A certa altura do reinado de Uzias, tendo ele se fortificado; exaltou-se o seu coração para sua própria ruína e cometeu transgressão contra o Senhor, abusando de sua própria autoridade quis queimar incenso no lugar dos sacerdotes, o que era proibido. O Senhor o feriu com lepra até o dia de sua morte. Mesmo assim era amado por todo o reino de Judá, porque era um grande líder. Involuntariamente, estabeleceu-se uma relação de profunda dependência da figura paternal de Uzias.

Muitos homens e mulheres em todas as épocas tiveram o privilégio de ter gloriosas visões de Deus. Há uma característica comum entre eles: eles nunca mais foram os mesmos. Esses homens e mulheres foram visitados pelo sobrenatural de Deus, porque tinham uma outra característica comum: eram pessoas de busca; eles ansiavam por Deus. O Senhor os visitou por isso. No ano da morte do rei Uzias, Isaias teve uma grande visão de Deus que o despertou para quatro áreas específicas. Vejamos: Para a Santidade e glória de Deus; Para seu próprio pecado; Para sua purificação; E Para seu serviço. A ideia básica de Santidade é separação; ou seja, Deus está separado e acima da sua criação. Deus é infinitamente grande e absolutamente santo; por isso que nosso pecado sempre irá ofendê-lo; nossas mentiras; nossas atitudes dolosas; nossas atitudes imorais; nossas posturas impuras; nossas palavras frívolas; nossas rebeliões; nossos melindres; e tudo o mais que procede de nosso coração pecaminoso. O grande problema quando não contemplamos a santidade de Deus, é que nos tornamos cínicos e complacentes com os nossos próprios pecados. Quando Deus quer mostrar a sua própria glória e santidade somos confrontados com os nossos próprios pecados. A santidade de Deus avulta de forma contundente a nossa pecaminosidade.

Quando nos arrependemos, confessamos e abandonamos os nossos pecados, os agentes purificadores de Deus entram em ação. Passamos por um batismo de fogo, para que à semelhança do ouro sejamos purificados. Essa ação de Deus sobre nós traz uma profunda certeza de que fomos purificados, perdoados; passamos a nos sentir leves. Aqui há uma mudança radical de natureza, não apenas de comportamento. Pecado confessado debaixo de arrependimento é pecado perdoado, pecado perdoado é pecado apagado. Depois de sermos purificados, Deus nos chama através de inúmeros instrumentos para o seu serviço e espera de nós respostas. Deus quer pessoas que se disponham para Ele. Não para fazer o que querem, mas para fazer o que Ele quer. Às vezes achamos que temos um dom e não queremos fazer outras coisas para Deus; na verdade essas “outras coisas” aparentemente insignificantes são preparações de Deus para algo maior que Ele tem para nós. O que aprendemos aqui?  Precisamos buscar a presença viva do Senhor e nos submeter à sua santidade e glória. Precisamos reconhecer, nos arrepender, confessar e abandonar nossos pecados e isso todos os dias, porque pecamos diariamente. Precisamos ser purificados pelo Senhor.  Precisamos nos dispor para Deus e sua obra, aonde quer que Ele deseje que trabalhemos; a obra é dEle e Ele capacita seus escolhidos. Reflitamos! Nadia Malta.

 

 

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