domingo, 6 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/CONFIEMOS: NEM TUDO ESTÁ IRREMEDIAVELMENTE PERDIDO!

 CONFIEMOS: NEM TUDO ESTÁ IRREMEDIAVELMENTE PERDIDO!

 Por que saí do ventre materno? Só para ver dificuldades e tristezas, e terminar os meus dias na maior decepção? Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”.  Jeremias 20.18. 


Nos dias do profeta Jeremias o povo de Deus enfrentou o duro cativeiro de Babilônia. A visão da realidade daqueles dias era aterradora sob todos os aspectos. O povo deixou de adorar o Deus vivo. Voltou-se para outros deuses praticou toda sorte de atrocidade, inclusive assassinato e até canibalismo. Por causa da infidelidade do povo, Babilônia foi usada como vara de Deus sobre o povo rebelde. Jeremias chega a amaldiçoar o dia do seu nascimento. O peso na alma do profeta era grande demais por tudo que ele estava testemunhando. Certamente os especialistas nas doenças da alma enxergariam aqui uma depressão profundíssima. Creio que eles estariam certos, não tem como não se deprimir diante de realidade tão aterradora! Vivemos dias de desesperança, tristeza e decepção! Olhemos para o texto e reflitamos! A pergunta do profeta tem reverberado nos lábios de muitos de nós, por tudo que temos visto e ouvido à nossa volta. Há perplexidade e angústia por toda parte. A desesperança parece contaminar mesmo os cristãos mais fiéis. Isto não é sinal de fraqueza, mas de humanidade à flor da pele. Parece que há um complô das trevas para nos entristecer, nos roubar o viço, a alegria e a esperança. O que fazer diante de tudo isto? Esta é outra pergunta que não quer calar! Ah, se o Senhor fendesse os céus e descesse como ansiaria outro profeta!

A tristeza e a decepção que esmagaram o coração do profeta parecem atingir em cheio os nossos corações nos últimos tempos.  Será que há saídas? Recorramos à fonte que é a Santa Palavra de Deus, a nossa única regra de fé e prática. No livro das lamentações deste mesmo profeta encontramos uma declaração de Jeremias que norteia a saída que tanto esperamos. Do fundo do poço Jeremias olha para cima e brada: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”. Sim, busquemos essa Esperança viva que não decepciona, nem entristece jamais. Façamos o mesmo! Busquemos em nossos depósitos espirituais o que nos pode trazer esperança. E o que nos pode trazer essa esperança de que tanto precisamos? Primeiro as misericórdias do Senhor que se renovam a cada manhã e são a razão de não sermos consumidos. Lembremo-nos também da fidelidade do Senhor. Sim, Ele é Fiel e não desampara as obras de suas mãos. O Senhor era a porção do profeta e é a nossa. Ele é TUDO o que temos de fato. Não coloquemos em homens a nossa confiança e esperança. Só no Senhor esperamos confiantemente como o salmista no salmo quarenta.

Lembremo-nos ainda da bondade do Senhor. Jeremias diz: “Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca”. Esperar em Deus é a grande saída para as nossas desditas. Abriguemo-nos à sombra de suas asas até que passem as calamidades. Sim, porque elas passam. O que aprendemos aqui? O livro das Lamentações apesar de ser considerado um poema fúnebre para o funeral nacional traz essa nota de alento para os entristecidos, desalentados e decepcionados de todos os tempos. Não nos deixemos contaminar com a tristeza vigente. Busquemos o Senhor de todo o nosso coração e nos encorajemos mutuamente. Em seu sermão escatológico em Lucas 21: Jesus diz: “Quando começarem a acontecer estas coisas, levantem-se e ergam a cabeça, porque estará próxima a redenção de vocês". Ergamos as nossas cabeças, não nos deixemos abater, a nossa redenção se aproxima e CHEGA JÁ! Nadia Malta

 

sábado, 5 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE ANDEMOS SEGUNDO A VONTADE DE DEUS!

 QUE ANDEMOS  SEGUNDO A VONTADE DE DEUS!

Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano. Eis o que devem fazer: Falem somente a verdade uns com os outros, e julguem retamente em seus tribunais; não planejem no íntimo o mal contra o seu próximo, e não queiram jurar com falsidade. Porque eu odeio todas essas coisas", declara o Senhor”. Salmos 143.10; Zacarias 8.16,17.       


A oração do salmista pedindo ao Senhor que o dirija por terreno plano é respondida de maneira prática pelo Senhor através do profeta Zacarias. Como essas palavras do Senhor soam atualíssimas como se tivessem acabado de ser proferidas! Estamos vivendo uma deflação de verdade. Tudo é feito às ocultas. Tramado nas trevas. Usa-se e abusa-se dos sofismas e a confiabilidade desceu pelo ralo faz tempo! Em sua oração o salmista pede ao Senhor para ensiná-lo a fazer a sua vontade e fazê-lo andar em terreno plano. Como é oportuna esta oração para nós, crentes contemporâneos. Que o Senhor nos ajude a discernir a mão direita da mão esquerda e ao discernir possamos usar de sabedoria para aplicar o que aprendemos.

O Senhor por meio Do profeta Zacarias adverte severamente, primeiro que falemos a verdade uns com os outros e que se julgue retamente em nossos tribunais. Que a compulsão pela mentira deixe o nosso meio. Que sejamos verdadeiros com os nossos semelhantes. Por que as instituições estão tão desacreditadas? Porque aqueles que as dirigem mentem vergonhosamente. Há sempre um motivo escuso debaixo dos panos. O prevalecente jogo de interesses perpassa os limites da ética e da vergonha. O que fazer diante do quadro aterrador que vivemos? Voltarmos ao Senhor de todo o nosso coração com choro e quebrantamento de espírito confessando o nosso pecado tanto pessoalmente quanto como nação.

Em seguida o Senhor ordena que não se planeje o mal contra o próximo, nem se testemunhe falsamente. A razão para esta ordenança tão severa? Ele odeia estas coisas. Deus é santo e exige santidade dos seus filhos. E olhe que nem estamos falando do que acontece com aqueles que não servem ao Senhor, pois, entre esses tudo isto é prática comum. Mas alianças com o mundo são feitas entre aqueles que se dizem cristãos para proveito próprio. Joio no meio do trigo? Quem sabe! O que podemos pensar ou fazer diante de tudo que temos visto e experimentado? Tudo que podemos fazer é clamar ao Eterno e dizer: Maranata, ora vem Senhor Jesus! Nadia Malta

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE VOLTAR À SANTA COMUNHÃO, ANTES QUE SEJA TARDE!

 TEMPO DE VOLTAR À SANTA COMUNHÃO, ANTES QUE SEJA TARDE!

Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. Hebreus 10:24,25. 


O autor de Hebreus chama a atenção dos seus leitores para o incentivo recíproco da prática do amor e das boas obras. Ele ainda traz uma ordenança severa para que não deixem de se congregar como é o costume de alguns.  O Culto é trocado por novelas, por jogos, por atrativos incontáveis. Salvo em casos especiais, como enfermidades, por exemplo, nada pode nos roubar o precioso tempo da adoração em comunhão. É no Corpo que nos fortalecemos uns aos outros. O autor de Hebreus ainda faz a sua exortação lembrando aos seus leitores que o Dia do Senhor se aproxima! Onde seremos encontrados naquele dia glorioso? Qual a desculpa que daremos ao Senhor para a nossa negligencia para com o seu Corpo?  A Igreja é o Corpo Vivo de Cristo sobre a terra. Entender esta verdade é vital sob todos os aspectos. A igreja é um organismo vivo, não uma instituição humana ou uma construção de pedra e cal.

Há uma tendência pós-moderna de substituir a reunião dos crentes ou sua comunhão por outros atrativos importados do mundo. São palcos com luzes fosforescentes, são artistas do pop “gospel” que se apresentam com cachês altíssimos, são eventos cheios de novidades. O mundo adentrando às igrejas locais para atrair as “ovelhas”. Ovelhas ou bodes? Um antigo sermão de Charles Spurgeon cujo título é: “Alimentar as ovelhas ou entreter os bodes?”. Que os bodes sumam e vão buscar entretenimento em outros lugares não na casa do Senhor. Que fiquem as ovelhas. São elas que querem ser alimentadas com o genuíno alimento espiritual. Há três colunas que sustentam a Igreja: A pregação da Palavra, a Oração e a Comunhão dos Santos. A igreja só é igreja de fato quando os santuários individuais se juntam para adorar. Jesus disse: “Onde houver dois ou três reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles!”. Por outro lado, é no Corpo, na Comunhão dos santos que as bênçãos do Senhor são ordenadas. Orar em comunhão e adorar em comunhão são práticas insubstituíveis.

A igreja não é “um museu de santos, mas um hospital de pecadores” convalescendo de uma doença mortal chamada pecado! Estamos unidos pelo vínculo da Cruz de Cristo, sendo tratados até que amadureçamos. Crente maduro Deus colhe! O que aprendemos aqui? Quando a Palavra de Deus deixa de ser atrativo e as comunidades precisam recorrer às estratégias mundanas para atrair adeptos tem alguma coisa errada nos depósitos espirituais dos que se dizem cristãos. É bom procurar onde estão os vazamentos e tratar de consertá-los antes que seja tarde e as vidas sofram enchentes de aflições. Sim, porque quando isto acontece num instante os templos ficam lotados de “crentes fervorosos”! Atentemos! Nadia Malta

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