quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE ATENTEMOS PARA O PODER LIBERTADOR DO PERDÃO!

 QUE ATENTEMOS PARA O PODER LIBERTADOR DO PERDÃO!

“Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar ao seu senhor tudo o que havia acontecido. "Então o senhor chamou o servo e disse: ‘Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?”. Mateus 18.31-33. 


Tenhamos cuidado com a grande isca de Satanás que é a ofensa!  O contexto todo no qual estes versículos estão inseridos trata da parábola do credor incompassivo. Um sujeito que teve uma grande e impagável dívida perdoada pelo seu senhor, mas na hora de perdoar um conservo seu que lhe devia infinitamente menos, se recusou a fazê-lo. A parábola trata do perdão de Deus dado a nós mesmo sem que haja merecimento da nossa parte. Recebemos perdão para nos tornarmos perdoadores! O texto nos traz pelo menos duas verdades das quais não podemos nos afastar, atentemos: Primeira Verdade: Fomos perdoados para perdoar; Segunda Verdade: Quando não perdoamos ficamos à mercê de verdugos que nos fustigam até que paguemos toda a nossa dívida. Quero trazer duas reflexões pertinentes sobre o assunto e um exemplo prático: O perdão faz muito mais bem ao que perdoa do que ao que foi perdoado. A ação terapêutica e libertadora do perdão é absolutamente perceptível assim como os efeitos devastadores na vida dos que negam o seu perdão. Conheço vidas miseravelmente infelizes por esta causa. São mentes aprisionadas pela ação de verdugos tanto emocionais, quanto espirituais.  A mágoa pela ofensa recebida, o ódio e o ressentimento se tornam algozes implacáveis daqueles que retêm o perdão.

Vejamos O Exemplo prático: Conta-se que certa mulher teve uma decepção muito grande com aquele que seria seu marido e acabou casando por vingança. Durante os anos vividos todos os dias a mágoa foi lançada em rosto por ela com palavras ferinas e acusatórias. Os anos de casamento mesmo tendo gerado filhos, esses filhos foram gerados pelo ódio e o ressentimento. Havia por parte dela um bordão: “Não o perdoo nem na hora da minha morte!”. E ainda outro: “Quem fizer comigo faça bem feito, pois não perdoo jamais!”. Os anos se passaram e a velhice alcançou aquele casal. Veio a enfermidade que  acabou dando cabo da vida daquele marido depois de um encontro restaurador com o Cristo vivo. Aquela esposa carregada de ressentimento ficou sempre remoendo a sua desdita. Perdeu o tempo precioso da sua existência. Voltando ao texto, diz o Senhor: “Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia. "Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão".

A mulher da nossa história passou a vida entregue aos torturadores que a torturaram de todas as maneiras. Viveu muitas perdas. Passou por inúmeros desertos e vales áridos. Conviveu com o ódio entre os filhos. Sempre enredada nas teias da ofensa recebida que ela tratou de perpetuar! Finalmente foi alcançada pelo ladrão de almas (o mal de Alzheimer) o ultimo dos verdugos. Como Deus é extremamente misericordioso a alcançou dando-lhe a chance de se arrepender e zerar a sua história. Finalmente no apagar das luzes da vida terrena teve sua vida perdoada. Liberou o perdão e se preparou para ser levada para casa do Pai Celestial. O que aprendemos aqui? Perdoemos enquanto há tempo, antes que cheguem os torturadores, eles são implacáveis! Nadia Malta

 

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/TENHAMOS CUIDADO, OS ÍDOLOS SÃO ESPERTOS E TÊM MUITOS DISFARCES!

 TENHAMOS CUIDADO, OS ÍDOLOS SÃO ESPERTOS E TÊM MUITOS DISFARCES!

“Porque os ídolos falam mentiras, os adivinhadores têm falsas visões, e contam sonhos enganadores; o consolo que trazem é vão. Por isso o povo vagueia como ovelhas, aflitas pela falta de um pastor. Filhinhos, guardem-se dos ídolos”. Zacarias 10.2; 1 João 5.21. 


A palavra do Senhor por meio do profeta Zacarias e através do apóstolo João traz uma séria advertência em relação aos ídolos. O profeta Zacarias diz a razão dessas advertências pontuando o seguinte: “Porque os ídolos falam mentiras, os adivinhadores têm falsas visões, e contam sonhos enganadores; o consolo que trazem é vão”. A proliferação dos ídolos nos dias passados estende-se até os nossos dias arregimentando um séquito de fervorosos devotos! Eles têm muitos disfarces! A palavra aqui é CUIDADO! O Cuidado com os ídolos tem as seguintes razões, vejamos: Eles falam mentiras; São falsos profetas; Contam sonhos enganadores; Trazem um consolo vão; E Eles geram ovelhas vagueantes e aflitas. É triste assistir o povo vaguear como ovelhas aflitas que não têm pastor, não falo de pastores terrenos, mas do Supremo e Soberano Pastor das nossas almas, Jesus, o Cristo. Ele próprio se compadeceu das multidões por esta mesma razão.

O significado da palavra ídolo é: “imagem que representa uma divindade e que se adora como se fosse a própria divindade. Pessoa ou coisa intensamente admirada, que é objeto de veneração. Na tradição judaico-cristã, indivíduo real, imagem representativa de uma entidade fantástica, ou a própria entidade, considerados, de maneira equivocada e herética, portadores de atributos divinos” assim descreve o dicionário.  Contudo, mais uma vez não gostaria de me reportar às imagens de esculturas, mas àqueles ídolos humanos eleitos por nós aos quais atribuímos possibilidades de nos socorrer em nossas agonias, como políticos e outras figuras públicas. E aqui paramos para perguntar: Quais ou quem são os ídolos que têm nos seduzido ao ponto de os entronizarmos nos oratórios secretos dos nossos corações no lugar de Deus? Antes de achar chocante a pergunta, que tal pararmos um pouco para meditar sobre ela? Sim, os ídolos do coração são os piores, aqueles que conservamos em nossos oratórios secretos! Certo pensador cristão disse: “O coração é uma fábrica de ídolos!”. Grande verdade! Estamos sempre transferindo a nossa esperança para ídolos humanos e fazemos isto quase sem perceber! Despertemos! Todo cuidado ainda é pouco!

Os ídolos são espertos e se disfarçam com muita competência ao ponto de iludir e aprisionar os que são seduzidos por eles, até mesmo os eleitos de Deus desatentos. Na verdade, mais uma vez repito: Não gostaria de me reportar aos ídolos de pedra e cal, seria óbvio demais, mas àqueles que se camuflam sob uma aura de zelo, de apego e até chantagem emocional. São pessoas, familiares ou não. São status. Nomes de família ou circunstancias que nos aprisionam, muitos políticos inescrupulosos têm usado dessa estratégia e aprisionado a muitos! Já falamos sobre isto recentemente, mas é sempre oportuno trazer o alerta! O que aprendemos aqui? Os que se deixam seduzir acabam se tornando escravos sem se dar conta disso! Vigiemos, pois! Por isso mesmo o apóstolo João adverte tão amorosamente: “Filhinhos, guardem-se dos ídolos”. Nadia Malta

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ CONFIEMOS, ELE JÁ MANDOU QUE OS VENTOS SE AQUIETEM!

 CONFIEMOS, ELE JÁ MANDOU QUE OS VENTOS SE AQUIETEM!

“Naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: Passemos para a outra margem. E eles, despedindo a multidão, o levaram assim como estava, no barco; e outros barcos o seguiam. Ora, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água. E Jesus estava na popa, dormindo sobre o travesseiro; eles o despertaram e lhe disseram: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança”. Marcos 4:35-39.           


Que nos fortaleçamos em Deus em meio às nossas tempestades! A metodologia de ensino de Jesus é absolutamente prática. E a sua Palavra está repleta de episódios que respaldam esta afirmação. Aqui Ele convida seus discípulos a passarem a outra margem do Lago de Genesaré e ali eles experimentam uma violenta tempestade, enquanto o Senhor dorme placidamente. Há relatos de outras tempestades. Houve servo que foi lançado ao mar no meio de uma grande tempestade e acabou sendo engolido por um grande peixe para ali receber uma das maiores lições da parte do Senhor. O apóstolo Paulo experimentou vendavais e tempestades muitas vezes. E tantos outros discípulos também passaram por isto. Em outra ocasião ainda, o Senhor fica em terra e envia seus discípulos direto para a tempestade e no meio dela vai ter com eles andando sobre o mar. Em cada situação mencionada há uma lição específica a ser ministrada. O texto nos traz algumas preciosas lições sobre o propósito das tempestades, vejamos: Enfrentar a tempestade é uma travessia para a maturidade e o próprio Senhor nos convida a isto; Jesus no barco não significa que estamos livres de enfrentar temporais; O Senhor tem autoridade sobre as tempestades, não temos o que temer; As tempestades são testes de fé; E Os ventos e o mar estão absolutamente debaixo da autoridade do Senhor Jesus. Atentemos!

E quanto a nós crentes contemporâneos? Será que ainda somos enviados às tempestades com fins didáticos? A resposta é um sonoro Sim! As tempestades que nos assolam talvez não sejam literais com ventos impetuosos e mares bravios destruindo nossos barcos. Contudo, há um sem número de situações que tipificam esses vendavais. São rupturas bruscas de relacionamentos. Perseguições que se levantam como avalanches. Enfermidades que nos emboscam nos tirando o chão e o fôlego. De repente nos depararmos com a finitude da vida daqueles a quem amamos e impotentes os assistimos partir sem nada poder fazer. A violência estúpida e desnecessária que nos deixa acuados. Os ventos são muitos e cada vez mais furiosos na tentativa de nos fazer perecer.

O que aprendemos aqui? Jesus estava no barco com os discípulos no meio daquela tempestade e dormia tranquilamente. Os discípulos o acordam e se queixam. Ele repreende o vento e o mar e eles lhe obedecem. Foi assim naqueles dias e é assim hoje.  O Senhor termina dizendo: “Então perguntou aos seus discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé? "Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?". O filósofo grego Epícuro disse: “Os grandes navegadores devem a sua reputação aos temporais e tempestades!”. Assim, Não temamos e nos aquietemos! Os ventos e os mares continuam obedientes a Ele! Nadia Malta

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