sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE VOLTAR À SANTA COMUNHÃO, ANTES QUE SEJA TARDE!

 TEMPO DE VOLTAR À SANTA COMUNHÃO, ANTES QUE SEJA TARDE!

Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. Hebreus 10:24,25. 


O autor de Hebreus chama a atenção dos seus leitores para o incentivo recíproco da prática do amor e das boas obras. Ele ainda traz uma ordenança severa para que não deixem de se congregar como é o costume de alguns.  O Culto é trocado por novelas, por jogos, por atrativos incontáveis. Salvo em casos especiais, como enfermidades, por exemplo, nada pode nos roubar o precioso tempo da adoração em comunhão. É no Corpo que nos fortalecemos uns aos outros. O autor de Hebreus ainda faz a sua exortação lembrando aos seus leitores que o Dia do Senhor se aproxima! Onde seremos encontrados naquele dia glorioso? Qual a desculpa que daremos ao Senhor para a nossa negligencia para com o seu Corpo?  A Igreja é o Corpo Vivo de Cristo sobre a terra. Entender esta verdade é vital sob todos os aspectos. A igreja é um organismo vivo, não uma instituição humana ou uma construção de pedra e cal.

Há uma tendência pós-moderna de substituir a reunião dos crentes ou sua comunhão por outros atrativos importados do mundo. São palcos com luzes fosforescentes, são artistas do pop “gospel” que se apresentam com cachês altíssimos, são eventos cheios de novidades. O mundo adentrando às igrejas locais para atrair as “ovelhas”. Ovelhas ou bodes? Um antigo sermão de Charles Spurgeon cujo título é: “Alimentar as ovelhas ou entreter os bodes?”. Que os bodes sumam e vão buscar entretenimento em outros lugares não na casa do Senhor. Que fiquem as ovelhas. São elas que querem ser alimentadas com o genuíno alimento espiritual. Há três colunas que sustentam a Igreja: A pregação da Palavra, a Oração e a Comunhão dos Santos. A igreja só é igreja de fato quando os santuários individuais se juntam para adorar. Jesus disse: “Onde houver dois ou três reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles!”. Por outro lado, é no Corpo, na Comunhão dos santos que as bênçãos do Senhor são ordenadas. Orar em comunhão e adorar em comunhão são práticas insubstituíveis.

A igreja não é “um museu de santos, mas um hospital de pecadores” convalescendo de uma doença mortal chamada pecado! Estamos unidos pelo vínculo da Cruz de Cristo, sendo tratados até que amadureçamos. Crente maduro Deus colhe! O que aprendemos aqui? Quando a Palavra de Deus deixa de ser atrativo e as comunidades precisam recorrer às estratégias mundanas para atrair adeptos tem alguma coisa errada nos depósitos espirituais dos que se dizem cristãos. É bom procurar onde estão os vazamentos e tratar de consertá-los antes que seja tarde e as vidas sofram enchentes de aflições. Sim, porque quando isto acontece num instante os templos ficam lotados de “crentes fervorosos”! Atentemos! Nadia Malta

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/RESISTAMOS AOS APELOS DO ADVERSÁRIO!

 RESISTAMOS AOS APELOS DO ADVERSÁRIO!

https://youtu.be/zxldN47UH3c

Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês. Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração. Entristeçam-se, lamentem e chorem. Troquem o riso por lamento e a alegria por tristeza”. Tiago 4.7-9. 


É tempo de lamentação e choro. Tempo de quebrantar o coração pelos tempos que estamos vivendo. Há violência e promiscuidade por toda parte! É como se vivêssemos ao mesmo tempo os dias de Noé e os dias de Ló em Sodoma e Gomorra! Tempo de derramar o nosso coração diante do Senhor e clamar incessantemente por socorro do céu.  Que o amor tem esfriado dos corações é fato. Como também este é um sinal da Segunda Vinda do Cristo! Como diria o apóstolo Paulo: “Não nos conformemos com o presente século!”. O que tem acontecido efetivamente em nosso tempo? Para trazer uma explicação mais simples e objetiva possível, tem faltado Deus no coração das pessoas. Falta a presença de Deus enchendo os espaços vazios. Corações vazios de Deus se tornam oficinas do diabo e usinas de demônios, de onde procedem todos os projetos iníquos que nem ousamos imaginar. O que Tiago nos ensina aqui?

Tiago no texto citado exorta seus leitores a se submeterem a Deus e a resistirem ao diabo. Só os que estão refugiados em Deus conseguem resistir às investidas do Maligno e às inclinações da própria carne. Quando nos aproximamos do Senhor Ele se deixa encontrar. Tiago também faz uma exortação severa aos pecadores de todos os tempos para que limpem as suas mãos de suas práticas pecaminosas. Mãos falam de atos, de ações efetivas. A mídia publica exaustivamente atos bárbaros de assassinatos, roubos, estupros coletivos e outras barbáries! E como se tudo isso ainda não bastasse, os que praticam tais coisas, publicam nas redes sociais se vangloriando das suas bestialidades. Que mundo é este? Misericórdia!

O texto ainda chama a atenção dos crentes divididos para limparem seus corações, entristecerem, lamentarem e chorarem por suas ações fora da vontade de Deus. Que toda alegria irresponsável seja trocada por choro compulsivo de quebrantamento diante do Senhor. Choremos individualmente, choremos como nação e como igreja sobre a terra. Resistamos às ações e investidas do Adversário. Coloquemo-nos no front da oração vigilante! Levemos o nosso pensamento cativo à obediência do Cristo. Não permitamos que a nossa mente divague, nem que vivamos na fronteira do reino das trevas e do Reino da Luz! Essa postura é perigosa, pois nada pode ser pior que um coração dividido! Deus exige exclusividade! O que aprendemos aqui? Deus requer de nós fidelidade! Submetamo-nos a Deus! Resistamos ao diabo e ele fugirá de nós! Atentemos! Nadia Malta

 

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/MUITAS VEZES SÓ SEREMOS LIVRADOS NA FORNALHA!

 MUITAS VEZES SÓ SEREMOS LIVRADOS NA FORNALHA!

https://youtu.be/7eRc4cTjW8U

E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos? Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego ao rei: Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste. Então, Nabucodonosor se encheu de fúria e, transtornado o aspecto do seu rosto contra Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, ordenou que se acendesse a fornalha sete vezes mais do que se costumava”. Daniel 3.15b-19. 


Quando olhamos para a fé ousada dos amigos de Daniel coramos de vergonha por causa das nossas meninices espirituais e eclesiais contemporâneas. A condição de vulnerabilidade daqueles jovens levados cativos e vivendo em Babilônia na condição de escravos mesmo tendo do palácio uma posição privilegiada, digamos assim. Eles levavam à sério a sua fé. Qual seria a nossa desculpa se estivéssemos no lugar deles? O que faríamos? Correríamos o risco de perder a vida ou nos acomodaríamos à situação adulando o rei Nabucodonosor e nos curvando perante a sua estátua? Aqueles jovens cheios de Deus ousaram. Creram e esperaram contra a esperança. Não levaram em conta a própria vida. Para eles importava mais agradar a Deus que a homens. O texto é minucioso, cheio de detalhes e quase conseguimos ser transportados para o local. Eles sabiam que seriam vitoriosos quer na vida quer na morte, contudo, nada era mais importante que agradar a Deus. Será que temos a consciência da verdadeira dimensão dessas palavras? Aqui inevitavelmente paramos para fazer uma comparação entre aquela situação e as nossas lutas diárias. Quantas concessões temos feito para fugir das aflições! Quanta transigência com o fim de salvar a nossa própria pele!

 O acontecimento que envolveu aqueles jovens hebreus nos faz parar para pensar que nem sempre somos livrados das fornalhas ardentes para as quais somos enviados. Muitas vezes somos mandados para lá exatamente para que a nossa fé vá às últimas consequências. E não é para provar nada para Deus, mas para nós mesmos. E é só nos momentos finais que o Senhor entra em cena enviando o seu anjo para nos livrar na fornalha. A pergunta é: “Por que cremos e ainda assim, sofremos?”. Aqui somos instados a não estranhar o fogo ardente que surge em nosso meio com o propósito de nos provar. Se não há nenhuma dívida com homens como causa do nosso sofrimento, há uma razão da parte de Deus para que o experimentemos: A prova da nossa fé.  Somos também exortados a sermos participantes do sofrimento de Cristo. Cada um deve tomar a sua cruz e segui-lo. E vamos combinar que cada um de nós carrega um tipo especifico de Cruz! Fomos capacitados pelo Santo Espírito para carregá-la até o fim. Aqui o texto fala do batismo de fogo, que ao contrário do que muitos pensam, não é grito ou histeria, mas as provas pelas quais passamos.

 O Senhor Jesus é o que nos batiza com o Espírito Santo e com fogo (as provas). Sofrer direta ou indiretamente por amor a Cristo é privilégio, não castigo. Enfrentar esse tipo de sofrimento pressupõe uma preparação por parte do Espírito Santo, do contrário, ninguém suportaria. O que aprendemos aqui? Tenho feito o exercício de imaginar a cara de Jó, o servo sofredor, por exemplo, quando ouço que Deus preserva aqueles que lhe obedecem e cumpre seus mandamentos de livrá-los de passar pelas aflições da vida. Às vezes precisamente por obedecermos seremos atirados na fornalha. Com efeito, Deus é bom e fiel apesar de nós e providenciará o livramento de modo que possamos suportar. Nem sempre seremos livrados do sofrimento, mas no sofrimento! Atentemos!  Nadia Malta

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