quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/SIGAMOS CONFIANTES A NOVA CARREIRA PROPOSTA!

 SIGAMOS CONFIANTES A NOVA CARREIRA PROPOSTA!

https://youtu.be/IQTzFloi5hA

 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra”?Lc. 18.1-8. 


Para compreendermos essa parábola, gostaria de situá-la em seu contexto original. O Tribunal daquela época, não era o prédio sofisticado de hoje, mas uma tenda móvel que se movia no horário e itinerário estipulado pelo juiz. Este se sentava em seu interior com toda a pompa, sempre cercado de assistentes, que por sua vez “facilitavam” o acesso ao juiz daqueles que traziam seus pleitos para serem julgados, em troca de “favores financeiros”. Em se tratando de uma viúva, ela precisava superar pelo menos três grandes obstáculos: Primeiro: Pelo fato de ser mulher, praticamente não existia socialmente. Não poderia pleitear suas causas. Não tinha voz nem vez. Segundo: Como era viúva, não possuía quem a representasse perante o tribunal. Por último: Era pobre e mesmo que quisesse, não poderia pagar suborno aos assistentes do juiz para que lhe fosse permitido o acesso. Assim, era absolutamente impossível achegar-se ao juiz. Todo esse arrazoado inicial é para que possamos compreender a impossibilidade de tal viúva em ter a sua demanda resolvida. Contudo, nos chama atenção que essa mulher, mesmo em circunstâncias tão adversas, não desistiu. A idéia central aqui é precisamente esta: “Não desistir diante das impossibilidades e orar sempre confiantes nos agires do Senhor!”.

As maiores e mais hostis batalhas em nossas vidas como filhos de Deus, são ganhas de joelhos dobrados em oração. Diz o apóstolo Paulo: “De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos” 2 Coríntios 4:8-9. O Senhor Jesus sabia das lutas e das impossibilidades que seus discípulos enfrentariam depois de sua partida, por isso tratou de instruí-los a usar a maior força bélica que eles poderiam dispor: A ARTILHARIA DA ORAÇÃO. Lucas é chamado de o Evangelho da Oração e no texto lido, Jesus usa uma parábola para ministrar o dever de orar sempre e nunca desistir. Ao ensinar seus discípulos a não desistir, Jesus apresenta três contrastes, vejamos: Primeiro: O Contraste entre orar e esmorecer; Segundo: O contraste entre a viúva e os escolhidos; E Terceiro: O contraste entre o juiz iníquo e o Pai Celestial.

Diante de uma grande demanda temos dois caminhos: Lutar ou Esmorecer. Aqui, Jesus nos instrui a mesmo diante daquilo que nos parece impossível, não desistir de orar. A oração vai muito além das palavras que nos saem dos lábios, ela expressa o anseio de nosso coração e o coração do fiel sempre anseia por algo de Deus. A mulher não tinha amigo nenhum no Tribunal que facilitasse sua entrada e colocasse o seu pleito no rol das causas a serem julgadas, tudo que lhe restava era a persistência de andar ao redor da tenda gritando seu pleito para que o juiz lhe ouvisse e julgasse a sua causa. Às vezes a aparente demora de Deus faz parte da resposta. Ele usa todos os meios, fazendo-os cooperarem com os seus divinos propósitos para nós. O que aprendemos aqui? Como aquela viúva, não devemos desistir da luta; antes devemos batalhar em oração continuamente. Se uma viúva desvalida e estrangeira recebeu o que necessitava, o que não poderá receber os filhos e herdeiros de Deus? Deus não é como aquele juiz egoísta; Ele não é “pirangueiro” como costumamos dizer aqui em Pernambuco, Ele é o Deus de que derrama profusamente sobre os seus. Ele se torna galardoador dos que o buscam em verdade. Busquemos , pois a Ele sem esmorecer! Nadia Malta

 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE VIVAMOS DE MODO DIGNO DO SENHOR! TEMOS VIVIDO?

 QUE VIVAMOS DE MODO DIGNO DO SENHOR! TEMOS VIVIDO?

Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus; sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria, dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz”. Colossenses 1:9-12. 


O texto lido é uma oração intercessora do apóstolo Paulo não só pelos cristãos de Colossos, mas por todos os cristãos de todos os tempos, visto ser esta epístola uma encíclica ou uma carta circular, destinada a todas as igrejas cristãs de todas as épocas. A epístola apresenta Cristo como cabeça da Igreja. Foi escrita para confrontar as heresias da época. Naqueles dias a igreja estava sendo bombardeada por muitas heresias, inclusive o culto aos anjos, Paulo, então, se levanta para chamar a atenção dos seus leitores para a pessoa do Cristo. Cremos firmemente na proximidade da Segunda Vinda do Cristo, sobretudo, quando olhamos para os acontecimentos à nossa volta sob essa perspectiva. Jesus realmente está às portas! Nunca foi tão oportuno chamar a atenção dos cristãos para uma genuína conversão, uma mudança de rota ou um andar de modo digno do agrado do Senhor! São tantos os escândalos envolvendo os cristãos das várias confissões, misericórdia!

O que está acontecendo com o povo chamado pelo nome do Senhor? Quantos modismos anti-bíblicos! Quantas invencionices para enganar os tolos! Quantos dizem seguir o Cristo e envergonham o evangelho com suas práticas espúrias! Outro dia ficamos perplexos com uma figura representativa do Cristo sendo usada de uma forma inadequada em uma agremiação carnavalesca. Um verdadeiro absurdo! Contudo, quando paramos para pensar é inevitável a pergunta: Qual o compromisso daquelas pessoas com o Senhor? Como esperar um temor e uma reverencia de quem sequer o conhece? Antes clamemos por aquelas pessoas. Estão todos cegos, não sabem o que fazem. Fica a reflexão! Que possamos clamar ao Senhor por um grande despertamento espiritual, a começar pelos lares. Resgatemos a unidade da fé e da comunhão entre os irmãos. Que o povo do Senhor acorde para um viver de modo digno do agrado do nosso Deus e Pai.

A oração paulina aponta para algumas ações contínuas que nos levarão a um viver do agrado do Senhor de modo a glorificá-lo! Vejamos: Pensar e agir com a Sabedoria do Alto; Crescer em frutificação e conhecimento de Deus; Buscar fortalecimento, perseverança, e paciência com alegria; E Demonstrar sempre gratidão ao Senhor em tudo! O que nos pode levar a um viver de modo digno do agrado do Senhor?  Buscando a sabedoria do Alto e o entendimento espiritual. Frutificando para Deus em toda boa obra. Buscando fortalecimento, perseverança e paciência no Senhor. Preservando a alegria do Espírito em nosso coração. Conservando sempre um coração grato ao Senhor. Notemos que todas essas ações são atos contínuos! Como esperar reverencia daqueles que não conhecem o Cristo se os que dizem conhecê-lo não andam dignamente? Reflitamos! Nadia Malta

 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/AS TEMPESTADES DA VIDA SÃO GRANDES SALAS DE AULA! SEJAMOS ENSINÁVEIS!

 

AS TEMPESTADES DA VIDA SÃO GRANDES SALAS DE AULA! SEJAMOS ENSINÁVEIS!

Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões. E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só. Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.  Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar. E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram.  Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!  E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, por que duvidaste?  Subindo ambos para o barco, cessou o vento. E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus”! Mateus 14.22-33. 


 Aquela na verdade, não era a primeira vez que Jesus ministrava fé aos seus discípulos no meio de uma tempestade. O outro episódio está em Mt 8.23-27 e relata também uma grande tempestade, só que naquela situação, Jesus estava com eles no barco. A primeira experiência tipifica os dias de Jesus na terra, antes de sua crucificação e ressurreição; a segunda aponta para a era da igreja, quando Jesus se ausentaria da terra fisicamente, voltando para os céus. Ambas as experiências estimulam a prática da fé viva e incondicional. Quando leio um texto como este, é inevitável pensar: “Se havia tempestades nos dias de Jesus na terra, imagine hoje!”. Quando encontramos na Bíblia referencias a tempestades, muitas águas, ou mar, são invariavelmente metáforas para ilustrar as tribulações da vida. O mais surpreendente na sofisticada pedagogia de Jesus é que Ele não dá aula teórica. Ele já coloca seus discípulos em situações práticas, para que aprendam vivenciando. Foi assim no passado, é assim no presente e será assim sempre. Cabe a nós, nos tornarmos alunos “ensináveis” e diligentes para assimilar a metodologia de ensino de Jesus e não sermos reprovados. Há muito cristão repetindo o ano. Esses não poderiam ser mestres, pois ainda continuam no Jardim da Infância da fé.

 A experiência daqueles discípulos nos ensina que mesmo em meio às tempestades da vida, podemos contar pela fé, com algumas certezas. Vejamos: O próprio Senhor os compeliu para a tempestade; O Senhor se retira para orar sozinho e certamente intercedia por eles e também intercede por nós; Assim como Jesus acudiu os discípulos, Ele nos acode também; Aquela situação foi a oportunidade de Deus para ajudá-los a crescer e se fortalecer; E O Senhor ajudou os discípulos até o fim e fará assim conosco. Muitos cristãos têm a idéia equivocada de que ao obedecer à vontade de Deus, só navegarão em águas tranquilas, mas quando somos impelidos para uma tempestade por Jesus, devemos lembrar que Ele nos trouxe ali para um fim proveitoso e cuidará de nós. A terra não é um parque de diversão, é antes uma arena de guerra, santificação e crescimento espiritual para os que servem a Deus. O Socorro de Jesus, em resposta às nossas orações, muitas vezes nos assombra. Lembremos sempre que tudo coopera para o nosso bem. Olhar para Cristo vindo por sobre o mar foi assustador, para aqueles discípulos já apavorados, parecia um grande “malassombro”. Aprendamos a discernir! O Senhor esperou que o barco fosse o mais longe possível, para que não houvesse nenhuma possibilidade humana de socorro e aí Ele entrou em ação. Aprendemos que “A impossibilidade humana é a oportunidade de Deus”. Diante das tempestades da vida temos duas atitudes a tomar: fugir de Deus ou correr para seus braços. A segunda opção é sempre a mais acertada.

 O que aprendemos aqui? Seguir a Cristo, nem sempre significa navegar em águas tranquilas. As tempestades têm seu papel na sofisticada pedagogia de Deus e ao contrário do que muitos pensam, elas são ideia de Deus e não do adversário. Os “poréns”, sim são enviados por ele para minar a nossa fé. Portanto, cuidado com eles! As tempestades vêm para nos corrigir ou para nos aperfeiçoar, cabe a nós nos deixar ministrar por elas. Muitas vezes o centro da vontade de Deus é no meio de uma tempestade (tribulação, perseguição, enfermidade, aflição, perda ou provações de maneira geral) e Ele mesmo nos impele para lá. Quem sabe se não é isto que está acontecendo com você agora? Clamemos por Jesus antes de submergirmos em nossas tempestades e Ele certamente virá em nosso socorro. Não podemos esquecer que as tempestades são apenas caminhos que nos levam para mais perto de Cristo. Se as tempestades da vida nos fazem orar mais, elas fazem mais bem do que mal. Alguém já disse que: “muitas vezes as bênçãos de Deus veem estilhaçando as vidraças” ou parecendo um grande “malassombro”. São acontecimentos que chegam com barulho assombroso para mudar a nossa realidade, são bênçãos de Deus disfarçadas para nos tirar da estagnação. Aprendamos a discerni-los! Nadia Malta

 

 

 

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