terça-feira, 30 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ A VITÓRIA ESTÁ RESERVADA AOS QUE PERSEVERAM NA FÉ!

 A VITÓRIA ESTÁ RESERVADA AOS QUE PERSEVERAM NA FÉ!

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma”. Hebreus 12.1-3. 


Ouvimos do apóstolo Paulo em Rm.12.3 que o Senhor repartiu uma medida de fé com cada um de nós. Já partimos do princípio de que todos nós temos fé. Cabe a nós agora cuidar desta semente adubando-a com a Palavra de Deus, regando-a muitas vezes com as nossas lágrimas para que ela se torne frutífera. A fé é além de um dom dado por Deus, também um aspecto do fruto do Espírito Santo, e como tal se desenvolve em situação adversa. Somos colocados em circunstancias nas quais a nossa fé é treinada a confiar Naquele que existe e se torna galardoador dos que o buscam. Qual o objetivo deste treinamento? Até que aquela medida inicial de fé, se torne uma certeza inabalável daquilo que esperamos, uma firme convicção de fatos que ainda não são vistos com os olhos humanos. Por que devemos crer assim? Porque quem fez a promessa é fiel! Hb.10.23.

O texto citado traz algumas instruções quanto ao exercício da fé genuína! Vejamos: Olhemos para os que ousaram crer antes de nós; Desembaracemo-nos de todo o peso e do pecado que tenazmente nos assedia; Corramos com perseverança a carreira da fé proposta; Olhemos firmemente para o Autor e consumados da nossa fé – Jesus; E Consideremos os sofrimentos de Cristo, para não esmorecermos em nossas próprias lutas! Somos chamados pelo autor da epístola a olhar para a grande nuvem de testemunhas dos chamados heróis da fé do capítulo anterior. Homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. O texto fala primeiro de peso que atrapalha, que embaraça. Do que ele está falando de fato? Quantas coisas no meio de uma luta que enfrentamos acabam nos distraindo e nos impedindo de crer de fato! São conselhos, práticas, inclinações, pensamentos que confundem nosso foco. Depois o texto fala de pecado, não apenas os pecados específicos, mas da nossa própria pecaminosidade. Estejamos atentos em meio às nossas lutas, pecados precisam ser confessados e abandonados para que alcancemos misericórdia!

Não podemos deixar que nada impeça, distraia ou nos embarace na corrida da fé. Isto tanto para a salvação, quanto para a vitória. Olhar para Cristo sem desviar o olhar, é o segredo para se chegar ao destino mais que vencedores. Quando focamos nEle estamos prontos para viver ou morrer para a sua glória exclusiva. O Senhor Jesus é ao Autor e consumador de nossa fé. Ele é o nosso verdadeiro modelo a ser seguido. O que aprendemos aqui? Somos desafiados a crer perseverantemente, independente das circunstâncias. A medida de fé recebida precisa ser cultivada para crescer e frutificar. Muitas vezes a rega desta semente é feita com lágrimas. Devemos nos desembaraçar de tudo que impeça o crescimento desta semente. Devemos olhar para Cristo, focar nEle e, sobretudo, considerar seus sofrimentos cada vez que tendermos a esmorecer. Aleluia, Amém! Nadia Malta

 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE OS NOSSOS OLHOS TORNEM A VER!

 QUE OS NOSSOS OLHOS TORNEM A VER!

E foram para Jericó. Quando ele saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado à beira do caminho e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora”. Mc 10.46-52. 


 Marcos é o mais específico dos evangelistas, apesar de ter escrito o menor dos evangelhos. Quando Jesus estava saindo da Velha Jericó e entrando na Nova Jericó, encontrou um homem que tinha nome, chamava-se Bartimeu, seu pai era conhecido chamava-se Timeu. E essa poderia ser a história de qualquer um de nós ou de qualquer pessoa que conhecemos. Aquele homem por alguma razão perdera a visão. O texto diz que ele vivia esmolando à beira do caminho. Quantos ministérios têm sido negligenciados, quantos talentos escondidos! Quantas vidas de salvos, mas miseravelmente infelizes, porque houve uma perda da visão! Quantos em nosso meio tinham uma visão nítida de seu chamado e de repente, quase sem perceber foram encurtando a visão e se tornaram míopes espiritualmente até que cegaram completamente e passaram a viver à margem do Caminho! Não há nada mais triste do que encontrar alguém que andava desembaraçadamente no Caminho e de repente perdeu a visão. Se uma cegueira adquirida, do ponto de vista físico nos choca e comove o que se dirá de uma cegueira espiritual?

 Quando Jesus se fez homem por amor de nós, a sua intenção não era tratar os problemas do mundo, mas resolver o grande, único e crucial problema do homem: A sua salvação. O homem salvo, justificado pela fé em Cristo precisa crescer na graça e no conhecimento de Deus, essa santificação progressiva dura o tempo que ele tiver de vida sobre a terra. Salvação genuína não se perde, mas os salvos podem perder a visão e precisam se aperceber disso e clamar por Cristo. Em nenhum lugar nas Escrituras encontramos Jesus implantando uma religião, mas buscando um relacionamento íntimo com todos os que por Ele foram restaurados: Cegos, coxos, leprosos, endemoninhados, lunáticos, enfermos, até mesmo mortos ressurretos. Mas, como o Senhor é Deus misericordioso e compassivo e também de oportunidades, Ele está sempre nos proporcionando chances de renovarmos a nossa visão concernente ao Reino, bem como ao nosso próprio chamado. Estejamos atentos! A experiência de Bartimeu aponta para algumas atitudes que devem ser tomadas urgentemente por aqueles que perderam a visão espiritual. Vejamos: Ele Clamou ao Senhor com sinceridade de coração e não se deixou abater pelas críticas e repressões; Ele Lançou de si a capa e foi ao encontro do Senhor; E Ele foi extremamente objetivo e específico em seu pedido ao Senhor!

 Mesmo à despeito de toda oposição, Bartimeu clamou ao Senhor, chamando-o pelo seu título messiânico: “Filho de Davi”. Ele sabia quem, era Jesus e não se deixou intimidar. Assim devemos fazê-lo com toda a força do nosso coração. Bartimeu reconheceu que só o Senhor era a saída para aquela sua situação. Ele não podia perder aquela chance de ser restaurado e foi à luta. Ele não podia enxergar, mas podia gritar e assim ele fez e nós podemos fazer também. A capa pode ser: Uma pessoa; uma situação; um trabalho; bens materiais; a própria religiosidade e o “igrejismo”; tudo que de certa maneira embaraça nossos passos e impede de irmos a Jesus, que é nossa verdadeira segurança. Algo permanecia vivo no coração daquele homem, apesar da cegueira. E esta semente viva o fez clamar pelo Cristo! Outra coisa que o texto nos ensina é ser objetivos quanto ao que necessitamos. Por que fazemos tantos rodeios em relação ao que precisamos? O que esse texto nos ensina? Se você se encontra numa situação semelhante a de Bartimeu e não enxerga saídas; então, pare agora mesmo e clame ao Senhor com toda a força do seu coração. Lance fora toda capa que tem embaraçado seus passos; renuncie tudo que tem representado uma falsa esperança e corra para Jesus; confie nele e a resposta virá. A sua visão será restaurada. Diante do Senhor, seja específico e exercite a sua fé; você certamente sairá de posse de vitória. Uma vez restaurada a visão, retome o Caminho. Nadia Malta

 

domingo, 28 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS A SABEDORIA DO ALTO!

 BUSQUEMOS A SABEDORIA DO ALTO!

https://youtu.be/6TZ_f_uN6ps

 Por essa razão, desde que ouvi falar da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor que demonstram para com todos os santos, não deixo de dar graças por vocês, mencionando-os em minhas orações. Peço que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes dê espírito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele. Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força”. Ef 1. 15-19                                                 


 Esta epístola foi escrita como uma encíclica (uma carta circular) que deveria ser enviada a todas as igrejas gentílicas da Ásia menor, com o objetivo de apresentar a igreja como o Corpo Vivo de Cristo sobre a terra. Nos dias de Paulo, a igreja enfrentou a ação nefasta dos judaizantes. Eles tentavam impedir a obra realizada pelo apóstolo para edificação da igreja, infiltrando no meio dela vários ensinos heréticos que feriam a liberdade da graça. Nos versículos 15 e 16 deste contexto, encontramos o apóstolo mencionando a fé e o amor daqueles irmãos uns pelos outros. No entanto, ainda faltava algo essencial na vida espiritual daqueles queridos: Sabedoria e discernimento. Parece que essa é também uma necessidade da igreja do século XXI. Por ser o Corpo de Cristo, a igreja precisa se revestir da sabedoria do Senhor, que é o seu cabeça. Esta oração apostólica é um clamor por esta sabedoria e o discernimento, tão necessários para a nossa sobrevivência espiritual em tempos de relativismos. Que comecemos cada dia orando por sabedoria e discernimento. Tem faltado isto em nosso meio!

 Façamos uma pausa nas nossas necessidades materiais e físicas para nos aplicarmos neste clamor tão oportuno em nossos dias.  Sendo esta uma carta circular, também é endereçada a nós hoje, sobretudo, porque temos enfrentado muitos ventos doutrinários contrários à Santa Palavra de Deus, além de uma tentativa diabólica de transformar em libertinagem a graça do Senhor. O clamor de Paulo naqueles dias nos alcança hoje, façamos coro com o apóstolo. Há quatro petições centrais neste clamor apostólico pela igreja de todas as épocas. Vejamos: Primeira petição: Que o Deus do Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória conceda a igreja Espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dEle; Segunda petição: Que a igreja tenha os olhos do coração iluminados para compreender a esperança do seu chamamento; Terceira petição: Que a igreja aprenda a apreciar a riqueza da glória de Cristo sobre ela; E Quarta petição: Que a igreja possa meditar continuamente na Suprema Grandeza do poder de Deus para com ela, segundo a eficácia da força do Seu poder.

 O que o Senhor deseja aqui? Ele deseja: Que busquemos a sabedoria e a revelação procedentes dEle para que não sejamos enganados ou levados de um lado para outro pelos ventos de doutrina que insistem em soprar em nossa direção, nem sejamos manipulados por líderes inescrupulosos com suas teologias muitas vezes tiradas até mesmo de demônios. Que busquemos o discernimento para compreender a verdadeira natureza de nosso chamamento. Ele tem grandes coisas para realizar em nós e por meio de nós. Que reconheçamos a riqueza da Sua excelsa glória em nós com temor e tremor! Somos transportes da vida de Deus, seus santuários vivos sobre a terra. É muito privilégio, mas ao mesmo tempo muita responsabilidade! Que meditemos na Suprema Grandeza do Seu poder, que não só nos resgatou das trevas, mas nos fez seus filhos: lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro. O maligno não tem poder de tocar em nosso espírito recriado, porque somos de Deus. Ele pode até tocar no corpo e nas emoções, mas nunca no espírito nascido de novo do cristão genuíno. Há um carimbo santo em nós, que é o penhor do Espírito Santo sobre as nossas vidas! Atentemos! Nadia Malta

 

 

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