VIGIEMOS E APRENDAMOS A DISCERNIR!
O COLO DO PAI
"Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!" (Salmo 8:1)
sábado, 31 de janeiro de 2026
Meditação/Nadia Malta/VIGIEMOS E APRENDAMOS A DISCERNIR!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Meditação/Bíblica/Nadia Malta/O SENHOR ESTÁ CUIDANDO DE NÓS, CONFIEMOS!
O SENHOR ESTÁ CUIDANDO DE NÓS, CONFIEMOS!
“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre”. Salmos. 23.
O
Salmo 23 é sem a menor sombra de dúvida, o mais lido, conhecido e citado da
Bíblia, até mesmo por aqueles que não fazem parte do rol de cristãos. É um dos
inúmeros salmos de Davi, onde o salmista se vale de sua experiência como pastor
de ovelhas, para transmitir ricas e preciosas lições sobre a suficiência de
Deus, como Supremo Pastor, às suas ovelhas. Ele sabe o que necessitamos. Sabe o
que nos conceder e o que nos tirar! É também chamado de salmo da intimidade e
da comunhão, por isso não pode ser usado como um amuleto por aqueles que não
conhecem o Pastor amado. Antes de qualquer coisa quero registrar a ideia original: Lá encontramos, não “O
Senhor é o meu Pastor”, simplesmente, mas “O Senhor está me pastoreando”, ato
contínuo. As ovelhas são animais frágeis e docilmente se deixam conduzir,
proteger e guiar pelo seu pastor, não oferecem resistência. Quando se afastam
deliberadamente do seu pastor, se perdem. As ovelhas não precisam compreender
as ações do seu pastor, elas só precisam segui-lo. Neste salmo, Davi explica,
usando a metáfora do pastor de ovelhas, que se seguirmos ao Senhor que é nosso
Pastor e está nos pastoreando continuamente e confiarmos nEle, Ele suprirá
todas as nossas necessidades (não nossas vontades). Necessidade é diferente de
vontade. Necessidade= aquilo que é imprescindível. Vontade= anseio, cobiça,
aspiração.
Do
que será que o Senhor está falando por meio do salmista Davi neste salmo tão
querido? O que será que Ele quer nos dizer com “nada nos faltará”? Uma coisa é fato, há um pastoreio contínuo que
promete uma suficiência às ovelhas pastoreadas. O que significa esta palavra?
Significa ter o bastante, o quanto for necessário, nem mais nem menos. Já lemos
este salmo tantas vezes, alguns o têm decorado, clamemos ao Santo Espírito que
traga luz de entendimento celestial sobre ele hoje. O Supremo pastor está
cuidando de nós e nesse cuidado Ele providencia tudo de que realmente precisarmos.
O que Ele providencia, então? Ele providencia SUFICIÊNCIA; Ele providencia
SERENIDADE, mesmo nos vales; Ele providencia SEGURANÇA mesmo a despeito dos
nossos inimigos; E Ele providencia para que CHEGUEMOS seguros à Casa do Pai, na
eternidade! Descansemos! Não olhemos para o salmo numa perspectiva simplista,
romântica e imediatista, mas na perspectiva dAquele que vê além e sabe o que é
necessidade e o que é vontade. Nós vemos apenas o que está perto como míopes
espirituais, mas o Senhor perscruta mentes e vê corações. O Senhor conhece
todas as nossas necessidades que precisam ser supridas e elas serão. Todos os
consertos que precisam ser feitos em nós e eles serão feitos. Tudo em nós que
precisa ser mudado e Ele mudará. E tudo
que precisa ser tirado de nós, Ele tirará para que façamos a diferença, não
somente nessa vida, mas por toda a eternidade.
O
Pastor amado sempre sabe a hora certa de suprir as reais necessidades de suas
ovelhas e ele o fará! O Vale da Sombra da Morte = representa qualquer
experiência difícil em nossa vida que nos enche de temor, inclusive a morte.
Note bem – as ovelhas, além da fragilidade não enxergam muito bem e se assustam
com facilidade, principalmente quando se encontram em circunstancias
desconhecidas. Por isso não podem se afastar do Supremo Pastor, sua presença as
acalma. O bordão ou vara= bastão pesado, usado tanto para afugentar as feras
que tentavam atacar o rebanho, como para disciplinar as ovelhas mais afoitas. O
cajado = uma vara com uma das extremidades curvadas, para ajudar
individualmente as ovelhas em perigo. Mesa aqui, não é obrigatoriamente o móvel
usado pelos humanos. O termo original significa simplesmente algo estendido ou
espalhado, assim, numa região montanhosa, os lugares planos são chamados de
mesas. Depois de cada jornada difícil, o objetivo do pastor era levar seu
rebanho em segurança ao aprisco, à mesa. Aquilo representava vitória, era
motivo de celebração sobre todos os inimigos que espreitavam o rebanho. O que
aprendemos com esta releitura do Salmo 23? Apesar das nossas lutas, da aridez
da vereda, estamos sendo pastoreados ininterruptamente, e NADA NOS FALTARÁ de
tudo que realmente necessitarmos para completar a jornada. Nos momentos mais
dramáticos, em que o VALE É DE SOMBRA DE MORTE, não precisaremos temer, pois é
a SUFICIÊNCIA do Soberano e Supremo Pastor que nos susterá. Haverá sempre um
bordão e um cajado prontos para nos proteger, corrigir e consolar se necessário
for. O fim de cada batalha deve ser celebrado com gratidão e alegria. Somos ali
honrados diante de nossos adversários, pela fidelidade do SUPREMO Pastor. Há um
alvo a ser atingido e esse alvo é a eternidade e nós, com a provisão da
suficiência do Amado Pastor chegaremos lá em nome de Jesus Cristo. Nadia Malta
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Meditação/Nadia Malta/PRECISAMOS DO SOCORRO DO CÉU!
PRECISAMOS DO SOCORRO DO CÉU!
https://youtu.be/6ZxDP-8EoCA
“Ouve, ó Deus, a minha voz nas minhas perplexidades; preserva-me a vida do terror do inimigo. Esconde-me da conspiração dos malfeitores e do tumulto dos que praticam a iniqüidade, os quais afiam a língua como espada e apontam, quais flechas, palavras amargas, para, às ocultas, atingirem o íntegro; contra ele disparam repentinamente e não temem. Teimam no mau propósito; falam em secretamente armar ciladas; dizem: Quem nos verá? Projetam iniqüidade, inquirem tudo o que se pode excogitar; é um abismo o pensamento e o coração de cada um deles. Mas Deus desfere contra eles uma seta; de súbito, se acharão feridos. Dessarte, serão levados a tropeçar; a própria língua se voltará contra eles; todos os que os vêem meneiam a cabeça. E todos os homens temerão, e anunciarão as obras de Deus, e entenderão o que ele faz. O justo se alegra no Senhor e nele confia; os de reto coração, todos se gloriam”. Salmos 64:1-1.
O
salmo 64 é de autoria Davídica e foi escrito quando ele servia ainda no reinado
de Saul, embora já houvesse sido ungido rei de Israel. Davi percebia a
conspiração e o ódio no coração de Saul e também por parte de seus oficiais. É
incrível o ódio que os ímpios sentem gratuitamente pelos servos do Senhor. Este
cântico tem como idéia central a luta ininterrupta que enfrentamos contra as
hostes espirituais do mal, que se levantam contra nós, muitas vezes usando os
de nossa própria casa, vizinhança e parentela. Nos últimos tempos, as lutas têm
se intensificado de uma maneira tal, que o propósito é causar impacto, choque,
perplexidade como disse o salmista em seu cântico de guerra. Não apenas a luta
que a igreja tem enfrentado como um todo, especialmente, a igreja oriental. Há
as lutas contra as várias frentes de batalha que temos enfrentado
individualmente, como nação e no mundo como um todo. Como disse o apóstolo
Paulo: “São lutas por fora e temores por
dentro”. Contudo, o Senhor é aquele que não nos deixa órfãos, nem permite
que o nosso barco fique à deriva. Jesus é o grande timoneiro da nossa
embarcação e com Ele no barco tudo vai muito bem como diz a letra do velho
cântico. Quer vivamos, quer morramos em consequência dessas lutas, o Senhor
estará conosco, o Deus de Jacó é o nosso Alto refugio.
Estamos
vivendo um tempo de grandes assolações em todo o mundo. A própria natureza tem
gemido ansiando por redenção. Famílias têm se desintegrado. O injusto se
levanta contra o justo. Há enfermidades estranhas, medo e clamor por toda a
parte, a ética e a moral têm sido relegadas a último plano. Hoje a inversão de
valores é absurda, fazendo que o errado pareça certo e o certo pareça o errado.
Seria este o “Novo normal” tão falado? Todas essas coisas são sinais visíveis
da Segunda vinda do Cristo. O Senhor em sua infinita misericórdia e soberania
tem conclamado seus filhos ao combate através da oração em unidade e
santificação obediente, para que possamos prevalecer. Unidos somos
indestrutíveis, por isso o inimigo faz tanto esforço para quebrar a unidade do
corpo de Cristo. Há uma guerra espiritual a ser vencida e as armas dessa guerra
são espirituais! A igreja ocidental tem experimentado liberdade, por enquanto,
mas tem negligenciado e usado dessa liberdade para dar lugar à carne com suas
invencionices. Acordemos enquanto há tempo e trabalhemos aproveitemos essa
liberdade e voltemos à prática das primeiras obras.
Aqui
o salmista instrui com quatro ações em meio às batalhas da vida Vejamos: Buscar
a proteção do Senhor; Pedir sabedoria do Senhor quanto aos intentos do inimigo;
Confiar no Senhor; E Dar glória a Deus! Davi ora com fervor, pedindo que o
Senhor ouça a sua queixa. Oração também pressupõe jejum, consagração ao Senhor
em meio às grandes batalhas. Nesses momentos de consagração somos visitados com
grandes revelações da parte de Deus. As situações que nos assolam,
invariavelmente produzem terror, perplexidade. O salmista pede que o Senhor
fortaleça o seu coração e o livre do medo. O Senhor é aquele que nos dá
discernimento quanto aos intentos malignos do inimigo. Contudo, temos visto com
tristeza os servos de Deus abraçando causas e estratégias humanas em suas
lutas. Discernir é preciso! O que aprendemos aqui? Em meio as nossas lutas
precisamos, repito: Buscar a proteção do Senhor. Pedir a sabedoria do Senhor quanto aos
intentos do Adversário. Confiar que Senhor nos dará a vitória. E Dar glória a
Deus em meio a tudo, porque sem Ele nada somos. Nadia Malta


