sábado, 21 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/CRISTO VIVE E É A NOSSA REAL ESPERANÇA!

 CRISTO VIVE E É A NOSSA REAL ESPERANÇA!

“Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam.  Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens”. 1 Coríntios 15.12-19. 


O apóstolo Paulo falando aos Coríntios traz uma dura reprimenda àqueles que negavam a ressurreição do Cristo, mesmo depois de terem ouvido pregações bem fundamentadas a esse respeito. A igreja de Corinto se deixava levar facilmente pelos modismos que nela adentravam. Eram conceitos, falácias e doutrinas que bombardeavam àquela igreja. Parece que essa é uma tendência ancestral! E hoje as coisas não são muito diferentes, muito pelo contrário, parece que as coisas até de certo modo se agravaram. Muitos têm sido facilmente ludibriados pelas palavras sedutoras dos espertalhões sempre apostos! No caso dos irmãos da igreja de Corinto, chegaram alguns ao absurdo de dar ouvidos a uma facção que negava a própria ressurreição de Cristo. Cerne do Cristianismo. Como entender algo assim? Fácil, parece que em todas as épocas são poucos os que gostam de estudar com afinco a Palavra de Deus. Esses preferem dar ouvidos aos que se acham mestres segundo seu próprio entendimento. E aí é onde mora o perigo. Normalmente são agentes malignos que se infiltram nas igrejas para disseminar seus ensinos espúrios.

É preciso cuidado, vigilância e conhecimento da Verdade. Só a Verdade pode combater o engano, especialmente quando travestido de novas revelações! Acompanhemos a argumentação do Apóstolo Paulo em defesa da Ressurreição de Cristo: As pregações sobre a ressurreição eram corrente naqueles dias. Ninguém poderia alegar que jamais ouvira sobre o assunto. Se Cristo não ressuscitou seria inútil a pregação e inútil a própria fé. E ainda os que pregam seriam tidos por falsas testemunhas. Além de inútil a fé que professamos seria também trágico, porque estaríamos irremediavelmente presos aos nossos pecados. E aqueles que morreram nessa esperança estariam irremediavelmente perdidos. E Se a esperança em Cristo se atem apenas a esta vida seríamos os mais infelizes de todos os mortais. Negar a ressurreição é negar a esperança do cristianismo. Sem ressurreição a pregação se torna inútil e a fé sem eficácia. Jesus é a própria Ressurreição.

Nesses dias em que muitos têm sido assolados pelos reveses da natureza, além dos múltiplos conflitos mundiais, é oportuno parar e considerar todas essas coisas. A ressurreição é a grande nota de esperança para os que creem, repito. Cristo vive e é o penhor, a garantia da nossa própria ressurreição. Ele vive, nós viveremos eternamente. Ele é as primícias dos que dormem. Ou seja, Ele ressuscitou, nós ressuscitaremos! Aleluia! O nosso Senhor e Salvador não é o Cristo morto apresentado numa cruz derrotado pela morte. Ele venceu a morte. Sua Cruz está vazia! Seu túmulo está vazio. Ele ocupa Soberano o seu Trono nos mais altos céus! Havia naqueles dias provas incontestes de que Ele realmente havia ressurgido dos mortos! O que aprendemos aqui? Cristo vive, há esperança para os que nele creem e o recebem como Senhor e Salvador! Podemos crer no amanhã! Nadia Malta

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/PERSEVEREMOS NO CAMINHO!

 PERSEVEREMOS NO CAMINHO! 

“Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração”. Romanos 12.12.                                                                


Dentre as virtudes recomendadas pelo apóstolo Paulo nós encontramos os imperativos do versículo citado. A lista toda de virtudes deve nortear a vida do cristão em todas as épocas. Essas recomendações vão do versículo nove até o vinte e um. Claro que nenhum de nós está pronto no que diz respeito à observação de todas elas. Dia a dia vamos sendo treinados a um andar em novidade de vida. Acertamos uns. Erramos outros e assim seguimos até alcançarmos a estatura de varões perfeitos segundo o padrão estabelecido por Deus. O fato é que ninguém está pronto. Cristão maduro, o Senhor colhe. Falamos sobre isto recentemente, precisamos ser mais lembrados que instruídos! A vida do cristão é uma sucessão de lutas. Essas pelejas só cessarão do outro lado da eternidade. Não poucas vezes ouvimos os clamores dos servos de Deus em oração por intervenções poderosas em suas demandas pessoais. Especialmente no livro dos salmos encontramos uma infinidade dessas petições por socorro divino.

O Texto nos chama a três ações imperativas a bem do nosso equilíbrio emocional e espiritual! Primeira Ação: Somos instados a nos alegrar na Esperança; Segunda Ação: O apóstolo nos ordena a ser pacientes em meio às nossas lutas. A tribulação tem prazo de validade; E Terceira Ação: Somos instados a perseverar na oração. E não é de se admirar que seja a alegria sobrenatural o imperativo que encabeça a lista trazida pelo versículo. Temos falado muito acerca dessa Esperança viva chamada Cristo. Sem este olhar para Ele perderemos a perspectiva de nossas vitórias e sucumbiremos ante as aflições que nos abatem. E ainda seremos esmagadoramente derrotados. Sem Esperança não há ânimo. Esmoreceremos. Por isso o nosso olhar precisa estar sempre sobre Ele, o Cristo, a Esperança Viva de Israel! Ele é a única razão da nossa alegria e esperança.

O que aprendemos aqui? Em meio às nossas lutas busquemos a alegria do Senhor que é a nossa força. Olhemos para a Esperança Viva chamada Cristo. Não dependamos das circunstancias. Quer vivamos, quer morramos Ele estará conosco. Busquemos a paciência sobrenatural em meio às lutas enfrentadas. Não há nada que possamos fazer em relação a elas, a não ser esperar e descansar em Deus. Confiemos tão somente na Graça firmadora, sustentadora e fortalecedora do nosso Deus e Pai. Não negligenciemos as orações. Façamos isto em todo o tempo. Esse canal precisa permanecer aberto para o Trono da Graça é de lá que recebemos misericórdia e socorro em ocasião oportuna! Nadia Malta

 

 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SANTO OLEIRO ESTÁ NOS MOLDANDO, NÃO RESISTAMOS AO SEU AGIR!

 O SANTO OLEIRO ESTÁ NOS MOLDANDO, NÃO RESISTAMOS AO SEU AGIR!

https://youtu.be/1uhJFRB3YMM

Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras. Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas. Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu. Então, veio a mim a palavra do SENHOR: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? – diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”. Jeremias 18.2-6. 


Que busquemos compreender o propósito transformador de Deus nas provações pelas quais passamos! O Senhor queria instruir o profeta, seu agente de comunicação com o povo, o propósito para as lutas que a nação estava enfrentando. O cativeiro não veio para destruição do povo, mas para conserto. Embora muitos tenham perecido, a nação permaneceria e cumpriria o propósito para o qual Deus a estabeleceu. Há quatro verdades aqui que não podemos perder de vista! Vejamos: Primeira verdade: Precisamos aprender a descer sem resistência; Segunda verdade: Jeremias desce em obediência; Terceira verdade: A obra por uma série de fatores pode se estragar, mas o oleiro não desiste; E Quarta Verdade: O Oleiro tem feito assim conosco. O profeta foi levado a descer a casa do Oleiro. O Vale tem sido através dos séculos a grande escola de humildade do servo de Deus. É lá que podemos ouvir sem interferência as palavras que o Senhor deseja nos ensinar. O Senhor, então, leva seu profeta a um lugar perfeito para uma ministração irrefutável: A Casa do Oleiro. Lá ele olha atento aos ensinamentos do Senhor. Aprendamos a observar. Aquele era sem dúvida um “data show” em 3D. Nunca mais o profeta esqueceria o que viu ali. Estejamos também atentos aos ensinamentos de Deus através dos múltiplos recursos que Ele usa para nos ensinar.

Enquanto o Oleiro manuseava o vaso, este se estragou em suas mãos, mas Ele não despreza o barro escolhido, antes do mesmo barro refaz a obra. Ah, quando o Senhor entende de nos refazer, Ele vai completar a obra sim! Na verdade todos nós estamos em processo de transformação radical. Santificação é isto, transformação radical. Estamos todos na roda do Oleiro Divino experimentando o doloroso processo de sermos refeitos. O mesmo processo seguido para a transformação do barro em vaso útil seria usado pelo Senhor na transformação do seu povo escolhido! O Senhor não perde vaso escolhido. Jeremias precisava saber disto para que não esmorecesse diante das aflições do cativeiro. O Senhor não desperdiça o barro, antes desfaz a obra estragada e com o mesmo barro Ele trata de fazer um novo vaso. O processo para se fazer um vaso é longo e demorado. Vai desde a escolha do barro passando pela remoção das impurezas, acrescenta-se material apropriado para deixá-lo resistente. Depois o barro é curtido levando sol e chuva até a modelagem propriamente dita quando o vaso já pronto passará pelo forno da olaria até ficar resistente e pronto para o uso. A grande noticia aqui é que o Oleiro Divino não despreza barro escolhido.

Há mais de duzentos tipos de barro, mas são poucos os que aguentam esse longo processo servindo para vasos. Agora, quando o Senhor entende de nos modelar para o seu serviço, pode estar certo de que Ele completará a obra doa o quanto doer. A obra será terminada sem apelação. Seremos sacudidos, amassados, remexidos, jogados de um lado para outro. As nossas impurezas emergirão e serão tiradas. Receberemos aquilo que necessitarmos para a transformação. E por fim passaremos pela fornalha das aflições onde seremos preparados para servir. A fornalha é  o lugar da maturidade. O Senhor não chama meninos na fé para a sua obra. Ele busca varonilidade e para isto nos tira da nossa zona de conforto. Deus não quer jarros para adorno. A beleza está no serviço não na exterioridade. Ele procura vasos utilitários. Mas para que sejamos usados efetivamente Ele usará todos os recursos doa ou não. Ele é implacável neste intento! Muitas vezes não compreendemos o papel de determinadas pessoas ou circunstancias em nossas vidas. São formões de Deus para nos moldar, nos esculpir até que estejamos prontos para o que Ele quer. O que aprendemos aqui? A melhor postura do barro é a não resistência a esse agir efetivo do Oleiro. Que a obra termine e nos tornemos vasos de honra para a glória de Deus! Nadia Malta

 

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