segunda-feira, 9 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ATENTEMOS TANTO PARA A SABEDORIA QUANTO PARA O CONHECIMENTO DE DEUS!

 ATENTEMOS TANTO PARA A SABEDORIA QUANTO PARA O CONHECIMENTO DE DEUS!

Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos! "Quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro”? "Quem primeiro lhe deu, para que ele o recompense? "Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém”. Romanos 11:33-36.                                                                  


O apóstolo Paulo ao contemplar a profundidade da soberania de Deus é tomado por um êxtase indizível. Em poucas passagens esta sensação de tirar o fôlego é sentida tão claramente. Nunca foi tão imperioso que os cristãos confiram coisas espirituais com espirituais. Vivemos tempos de engano explícito e só a Verdade de Deus revelada através de sua Santa Palavra pode desmascarar os falsos ensinos apregoados pelos espertalhões sempre apostos! Mais que em qualquer outra época foi tão necessário que os cristãos despertem para não se deixarem manipular pelos falsos ensinos que imperam em nosso tempo! Depois de discorrer sobre a misericórdia de Deus para com todos como um ato de sua maravilhosa graça, o apóstolo explode numa adoração extraordinária. Em sua oração o apóstolo Paulo foca em três pontos. Vejamos: Primeiro ele fala da profundidade da sabedoria e do conhecimento de Deus, assim como dos seus juízos e caminhos inescrutáveis e insondáveis; Segundo: Ele argumenta: Sobre quem se atreve a conhecer o Senhor se Ele não o quiser revelar? E Terceiro: Ele fecha seu raciocínio afirmando que o Senhor é a fonte, o veículo e o fim de todas as Bênçãos concedidas.

Ao meditar na maravilhosa sabedoria dos desígnios de Deus, o apóstolo Paulo parece explodir numa adoração que o leva a um êxtase. Chegamos a ficar sem fôlego tal é a natureza dessa revelação aqui descrita! Hoje não somos mais apenas seres terrenos, mas seres espirituais vivendo uma experiência terrena. Estamos no mundo, mas não fazemos mais parte dele. Somos cidadãos dos céus, filhos gerados pelo Espírito de Deus: Nascidos de novo da água e do Espírito! Aleluia! Embora os nossos pés estejam na terra, o nosso olhar está na eternidade. Como peregrinos e forasteiros em terra alheia sentimos uma saudade incurável de nossa verdadeira Pátria! Fomos justificados pela fé em Cristo Jesus. Alcançados pelo favor imerecido de Deus ao qual chamamos Graça, sem que houvesse em nós nada de bom ou meritório. Toda a iniciativa foi de Deus do princípio ao fim. Até o arrependimento para a salvação foi colocado por Ele em nossos corações. Sem ele continuaríamos irremediavelmente mortos em nossos delitos e pecados e encerrados na condenação eterna. O apóstolo Paulo nessa doxologia tem a revelação desse conhecimento e dessa sabedoria absolutamente insondáveis e inescrutáveis.

A impressão que temos ao ler os escritos paulinos é de que ele já não estava na terra há muito tempo.  Seu olhar permanecia na eternidade, nos tesouros eternais da sabedoria divina. Nada poderia afetá-lo do ponto de vista humano, nem as piores torturas pelas quais passou culminando com a sua morte! Todo o sofrimento daqueles dias não poderia ser comparado à glória vindoura. Depois de contemplar a revelação da Soberania de Deus tudo para ele foi reputado em nada pela sublimidade do conhecimento de Cristo. Sim, as coisas espirituais se discernem espiritualmente! Por isso os olhos carnais não podem compreender nem enxergar as coisas do Espírito de Deus. Tudo é para a sua excelsa glória! Por isso é tão infantil e tolo fazer as “determinações a Deus propostas pelos ministros da prosperidade rasa”, eles não só “determinam”, mas “exigem” que Deus faça isso ou aquilo. Como se o Senhor fosse um empregado cósmico sujeito às ordens humanas. Por pura graça de Deus esses obreiros da iniquidade ainda não foram fulminados em suas blasfêmias e posturas arrogantes! De Deus não se zomba! O que aprendemos aqui? Aqui somos instados a tirar os nossos olhos do que é temporal e colocá-los na eternidade. Curvemo-nos diante da Suprema Majestade nas Alturas. Deixemos de dar ouvidos a tanta bobagem pregada. Deixemos de ser meninos na fé. Façamos como o apóstolo Paulo: Ele não só enxerga a absoluta soberania do Senhor, mas declara em alto e bom som: "Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas.”.  Sem dúvida é uma revelação de tirar o fôlego! Adoremos ao Senhor: “A ele seja a glória para sempre! Amém”. Nadia Malta

domingo, 8 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ CONFIEMOS E ESPEREMOS TÃO SOMENTE NO SENHOR!

 CONFIEMOS E ESPEREMOS TÃO SOMENTE NO SENHOR!

https://youtu.be/rwbHCVYJyQ4

Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor. Ele será como um arbusto no deserto; não verá quando vier algum bem. Habitará nos lugares áridos do deserto, numa terra salgada onde não vive ninguém”. Jeremias 17.5,6.                                  


O contexto todo fala do engano do pecado. Deus por meio do profeta Jeremias chama o povo numa advertência severa a colocar a sua confiança nEle e não nas próprias forças e recursos. Quantas vezes somos movidos pela impaciência, “metemos os pés pelas mãos” como se costuma dizer e tentamos fazer as coisas do nosso jeito! Esse tipo de atitude quase sempre é desastrosa e traz consequências irremediáveis. Li uma frase interessante atribuída a Domenico Massareto, escritor e publicitário brasileiro, que diz: “A ansiedade é a irmã histérica da esperança!”. Fizemos essa citação recentemente! Nunca é demais lembrar! Como a ansiedade não se aquieta acaba sabotando a esperança e nos deixando em péssima situação. Muitos servos de Deus chegaram até a perder a vida e sua posição diante do Senhor por causa da ansiedade.

Atentemos para o que nos diz o Senhor nos versículos citados no inicio. Esse homem mencionado ali que faz do braço mortal a sua força e confia nos homens e se afasta deliberadamente do Senhor colherá frutos amargos de sua escolha maldita. Esse homem insensato será como um arbusto solitário. Ele não enxergará bem nenhum. Ainda habitará em lugares áridos em uma terra salgada e estéril. Em toda a Palavra de Deus de Gênesis até Apocalipse somos exortados e encorajados a confiar no Senhor que fez os céus e a terra. Aqui mesmo na sequencia do contexto o Senhor afirma: “Mas bendito é o homem cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nele está. Ele será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro. Ela não temerá quando chegar o calor, porque as suas folhas estão sempre verdes; não ficará ansiosa no ano da seca nem deixará de dar fruto". A confiança em Deus nunca será frustrada, muito pelo contrário, vale a pena esperar pelo Senhor e no Senhor. O salmista diz assim: “Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade. Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará. E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança!”.

Nem sempre é fácil exercitar essa confiança irrestrita. Às vezes a estrada da confiança absoluta se torna intransitável aos seres humanos ansiosos. Espera e confiança andam juntas. E para que a confiança se instale precisamos ter intimidade com aquele em quem confiamos. Aquele que confia no Senhor é bendito. É comparado a uma árvore plantada junto às águas. Ele não receia o calor das aflições da vida. Esse bebe das águas profundas do Espírito. Apesar das circunstancias ele será sempre frutífero e glorificará o Senhor em meio às tribulações da vida. O que aprendemos aqui? Cuidado com aquilo que ansiamos. O desejo de realizar ou obter determinadas coisas sem consultar o Senhor pode gerar embaraço e morte. Exercitemos a nossa confiança no Senhor. Domemos nosso coração inquieto para que ele aprenda a confiar e esperar em Deus. Nadia Malta

 

sábado, 7 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/DESAFIADOS A SERMOS UM ALELUIA DA CABEÇA AOS PÉS!

 DESAFIADOS A SERMOS UM ALELUIA DA CABEÇA AOS PÉS!

“Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome. Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros o que vocês têm, pois de tais sacrifícios Deus se agrada”. Hebreus 13.15,16. 


Ao contrário do que muitos imaginam aqui não se trata de cantar hinos como uma forma de ascetismo, ou sacrifício, mas um oferecer-se a si mesmo em louvor e adoração ao Senhor em atos concretos de amor. E isto nós fazemos servindo aos outros. Outro dia tomei conhecimento da história linda de uma irmã cujo filho estava no hospital entre a vida e a morte, estado gravíssimo e ali ela, mesmo em meio à sua dor, aproveitava para ajudar as outras crianças igualmente internadas e levar consolação para as demais mães na mesma situação. A ação daquela mulher era o fruto visível dos seus lábios que confessava o nome do Senhor. Ela repartia com as outras mulheres aquilo que tinha. Aquela mulher era “um aleluia da cabeça aos pés”! Como tão bem disse Agostinho de Hipona. Quais as instruções do texto? Oferecer sempre ao Senhor por meio de Jesus, sacrifício de louvor; E Esse sacrifício é algo voltado para o outro. Faz-nos sair da nossa zona de conforto e acudir o outro.

Que possamos sair da nossa zona de conforto e levar alento para os sofredores à nossa volta! Será que temos sido esse louvor andante? As pessoas são tão ensimesmadas. Estão tão aprisionadas em seus próprios sofrimentos que têm dificuldade de sair da sua própria dor e ter compaixão da dor do outro.  Definitivamente não é fácil ser cristão nesta terra de contradições, de inadequações e incoerências. Contudo, foi precisamente para isto que fomos alcançados e deixados no mundo para fazer a diferença. Em sua oração sacerdotal, Jesus pede ao Pai “não que nos tire do mundo, mas que nos livre do mal”! A presença dos verdadeiros cristãos ainda na terra é um ato da bondade e longanimidade de Deus. Fomos deixados como cartas vivas, como luz, como sal e perfume! Cumprir esse papel bendito é entoar um cântico vivo ao Senhor com as nossas vidas, mesmo em meio às nossas agonias, apesar das circunstancias. 

Parece que nas horas mais aflitivas é que somos instados a nos doar. É o amor ágape ou o amor caridade. Não a caridade de simplesmente doar coisas, mas a caridade de nos doar a nós mesmos. Tudo é treinamento de Papai.  Doloroso, mas treinamento. Esse tipo de sacrifício é o que sobe às narinas de Deus como incenso de aroma suave e agradável. O que aprendemos aqui? Que repartamos com os outros aquilo que temos recebido tão graciosamente: Amor, socorro, misericórdia, graça, atenção e tudo o mais que o nosso próximo, porventura possa precisar. A recompensa? Vem do Senhor! Atentemos! Nadia Malta

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