segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ CONFIEMOS, ELE JÁ MANDOU QUE OS VENTOS SE AQUIETEM!

 CONFIEMOS, ELE JÁ MANDOU QUE OS VENTOS SE AQUIETEM!

“Naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: Passemos para a outra margem. E eles, despedindo a multidão, o levaram assim como estava, no barco; e outros barcos o seguiam. Ora, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água. E Jesus estava na popa, dormindo sobre o travesseiro; eles o despertaram e lhe disseram: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança”. Marcos 4:35-39.           


Que nos fortaleçamos em Deus em meio às nossas tempestades! A metodologia de ensino de Jesus é absolutamente prática. E a sua Palavra está repleta de episódios que respaldam esta afirmação. Aqui Ele convida seus discípulos a passarem a outra margem do Lago de Genesaré e ali eles experimentam uma violenta tempestade, enquanto o Senhor dorme placidamente. Há relatos de outras tempestades. Houve servo que foi lançado ao mar no meio de uma grande tempestade e acabou sendo engolido por um grande peixe para ali receber uma das maiores lições da parte do Senhor. O apóstolo Paulo experimentou vendavais e tempestades muitas vezes. E tantos outros discípulos também passaram por isto. Em outra ocasião ainda, o Senhor fica em terra e envia seus discípulos direto para a tempestade e no meio dela vai ter com eles andando sobre o mar. Em cada situação mencionada há uma lição específica a ser ministrada. O texto nos traz algumas preciosas lições sobre o propósito das tempestades, vejamos: Enfrentar a tempestade é uma travessia para a maturidade e o próprio Senhor nos convida a isto; Jesus no barco não significa que estamos livres de enfrentar temporais; O Senhor tem autoridade sobre as tempestades, não temos o que temer; As tempestades são testes de fé; E Os ventos e o mar estão absolutamente debaixo da autoridade do Senhor Jesus. Atentemos!

E quanto a nós crentes contemporâneos? Será que ainda somos enviados às tempestades com fins didáticos? A resposta é um sonoro Sim! As tempestades que nos assolam talvez não sejam literais com ventos impetuosos e mares bravios destruindo nossos barcos. Contudo, há um sem número de situações que tipificam esses vendavais. São rupturas bruscas de relacionamentos. Perseguições que se levantam como avalanches. Enfermidades que nos emboscam nos tirando o chão e o fôlego. De repente nos depararmos com a finitude da vida daqueles a quem amamos e impotentes os assistimos partir sem nada poder fazer. A violência estúpida e desnecessária que nos deixa acuados. Os ventos são muitos e cada vez mais furiosos na tentativa de nos fazer perecer.

O que aprendemos aqui? Jesus estava no barco com os discípulos no meio daquela tempestade e dormia tranquilamente. Os discípulos o acordam e se queixam. Ele repreende o vento e o mar e eles lhe obedecem. Foi assim naqueles dias e é assim hoje.  O Senhor termina dizendo: “Então perguntou aos seus discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé? "Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?". O filósofo grego Epícuro disse: “Os grandes navegadores devem a sua reputação aos temporais e tempestades!”. Assim, Não temamos e nos aquietemos! Os ventos e os mares continuam obedientes a Ele! Nadia Malta

domingo, 4 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ATENTEMOS PARA AQUELE QUE É INVISIVEL, MAS REAL!

 ATENTEMOS PARA AQUELE QUE É INVISIVEL, MAS REAL!

https://youtu.be/dQGSDap7tBg

“Pela fé saiu do Egito, não temendo a ira do rei, e perseverou, porque via aquele que é invisível”. Hebreus 11.27                                       


O texto citado acima está no contexto do capítulo onze da epístola aos Hebreus e se refere a Moisés. Este capítulo todo é chamado muito apropriadamente de a grande Galeria dos Heróis da fé! Aqui encontramos homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. Moises é um desses heróis da fé elencados pelo texto! Já falamos sobre isto outras tantas vezes, mas repetimos a exortação, porque precisamos ser mais lembrados que instruídos!  Ele abriu mão dos privilégios de filho adotivo da filha do faraó, para seguir com o seu povo de origem e libertá-lo do jugo do Egito e da ira do rei. O texto aponta três ações de Moisés movidas pela fé que o levaram a Vitória, para as quais devemos atentar: Primeira: Sair do Egito; Segunda: Perseverar na posição tomada; E Terceira: Ver aquele que é invisível, mas absolutamente real. O texto nos informa ainda que Moisés saiu do Egito e perseverou porque via Aquele que é invisível, mas real!

Olhando para a fé perseverante de Moisés e sua visão sobrenatural, nos perguntamos: Por que desistimos com tanta facilidade no meio das nossas batalhas? Por que deixamos que a ansiedade e o medo roubem as nossas vitórias mesmo antes da batalha ser deflagrada? A resposta é uma só: Perdemos a visão dAquele que é invisível, mas absolutamente real! Deixamos de olhar para o Autor e Consumador da nossa fé! Precisamos por meio da oração e leitura sistemática da Palavra alimentar a nossa fé, assim, nossos medos morrerão de fome. Aliás, essa fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus. Recebemos uma medida de fé dada pelo Senhor, mas precisamos regá-la dia a dia por meio da Santa Palavra de Deus e da oração perseverante para que ela cresça e se fortaleça!  A confiança no Senhor nos faz enxergar o invisível, ouvir o inaudível, esperar e crer no impossível. A confiança no Deus Vivo nos faz colocar os pés na certeza que Ele colocará o chão! Os cristãos de hoje têm sido a cada dia, mais e mais desafiados a enxergar Aquele que é invisível através do véu denso das tribulações. E é precisamente nas horas mais difíceis que descobrimos habilitações dadas por Ele, que até então, não conhecíamos!

O Senhor com mão poderosa e braço estendido libertou seu povo do Egito. Ele usou a instrumentalidade de Moisés, um homem que sabia de suas próprias fragilidades e limitações, mas que ousou crer e enxergar Aquele que é invisível, mas real. O Senhor não o deixou só em nenhum momento! O que aprendemos aqui? Todos os dias há “pragas” que se levantam para nos atingir e a morte está sempre a nos rondar. Precisamos confiar que o Senhor nos livrará, pois temos a marca do sangue sobre nós. Hoje não enfrentamos mares literais, mas há todo um oceano de dificuldades que nos rodeia, o qual nós precisamos atravessar a pé enxuto, do contrário, seremos irremediavelmente alcançados por Faraó e seu exército maligno! O propósito dele é nos tirar de combate e nos fazer arrefecer na fé!  Ousemos crer e enxergar Aquele que é invisível e nos garante a vitória na travessia! Fé é isto: “A certeza daquilo que esperamos; a convicção de fatos que ainda não são vistos!”. Atentemos! Nadia Malta

sábado, 3 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/DA NOSSA FRAQUEZA EMERGE A FORÇA QUE VEM DO SENHOR!

 DA NOSSA FRAQUEZA EMERGE A FORÇA QUE VEM DO SENHOR!

“Bendito seja o Senhor, a minha Rocha, que treina as minhas mãos para a guerra e os meus dedos para a batalha. Ele é o meu aliado fiel, a minha fortaleza, a minha torre de proteção e o meu libertador, é o meu escudo, aquele em quem me refugio”. Salmos 144.1,2. 


Aqui encontramos as ações de graças do salmista pela proteção divina. Nos versículos citados, ele sabia experiencialmente do que estava falando. O texto não traz aqui apenas uma bela ideia teológica sem consistência, mas fala de algo vivido experimentado pelo salmista em suas muitas lutas nas batalhas pela vida! Aqui  ele apresenta as razões para as suas ações de graças, vejamos: A firmeza do salmista é o próprio Senhor; As suas estratégias de combate vêm de Deus; e Ele depende unicamente do Senhor. Inevitavelmente paramos aqui e olhamos para as nossas próprias lutas, diferentes em seu aspecto exterior, das lutas vividas no passado, mas igualmente intensas e avassaladoras. Temos sido assolados de todas as formas. São lutas por fora e temores múltiplos por dentro.

Os monstros que nos assustam até parece que vão nos devorar por completo. Outra vez olhamos para o passado e ali encontramos as estratégias que deram vitória a tantos servos que viveram naqueles dias. O Senhor é o nosso aliado fiel como testifica o salmista. Nele podemos confiar e é precisamente quando achamos que não vamos suportar que experimentamos uma força sobrenatural que surge da nossa maior fraqueza! A fraqueza do homem é ponto de partida que aciona a Força do Senhor a seu favor! Disse o poeta cristão: "É quando a força acaba que o poder da fé se manifesta!" No meio da batalha renhida enfrentada pelo salmista o Senhor adestrou suas mãos para o combate de modo que seus braços vergaram um arco de bronze, a arma bélica mais poderosa daqueles dias.

O que as palavras do salmista nos ensinam? Não somos fortes, temos o Deus Forte conosco. Ele é o Forte dos Fortes. O salmista faz essa declaração (Sl 84.5) “Como são felizes os que em ti encontram sua força, e os que são peregrinos de coração!”. Para que seu excelso nome seja glorificado é na hora da nossa maior fraqueza que experimentamos as maiores proezas por meio do nosso libertador. O Salmista no salmo 46. 10 diz: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. "Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus!”. Tenho a impressão que nos dias de hoje, mais que em qualquer outra época, tem sido requerido de nós a prática do que é viver pela fé, não pelo que vemos! Ousemos confiar e esperar em Deus! Nadia Malta

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