quinta-feira, 4 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO TEMAMOS, SIGAMOS NA FORÇA DO SENHOR!!

 NÃO TEMAMOS, SIGAMOS NA FORÇA DO SENHOR!!

https://youtu.be/lQ6nTj4zO-c

No caminho, conversavam a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles; mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo”. Lucas 24.14-16. 


Este episódio narrado apenas por Lucas mostra dois dos discípulos de Jesus saindo de Jerusalém depois da morte de Jesus e indo a uma aldeia chamada Emaús. O episódio nos faz parar para pensar sobre aquelas horas amargas de dores e perdas profundas, quando buscamos uma rota de fuga. Sim, nessas horas, tudo que queremos é dar um basta ao sofrimento, embora, ele nos enlace de maneira tal que não conseguimos enxergar mais nada além da própria dor! E esta não é uma crítica, mas a constatação de uma realidade factual que nos alcança a todos indistintamente. Não existem gigantes emocionais! Em uma hora ou outra baqueamos sim. A pior das dores é a que dilacera a nossa própria carne, por mais que sejamos empáticos e compassivos com a dor do outro. O episódio nos mostra pelos menos três verdades no meio das nossas dores: Tendemos a fugir do local da dor; Na hora da dor necessitamos falar sobre o assunto até que ele se esgote; E A dor nos impede de enxergar aquele ou aquilo que nos foi enviado para consolar. Aqueles discípulos entristecidos e de certa maneira frustrados pela morte de Jesus, parece que haviam esquecido de tudo que Ele dissera sobre aquele acontecimento. Às vezes nos deixamos aprisionar pelas dores de ontem e perdemos a dádiva do hoje! Jesus é a própria boa nova. Ele está vivo e apesar de todos os pesares, não estamos à deriva! Aqueles discípulos estavam atrasados quanto à ultima novidade. Assim como aquelas mulheres que haviam ido ao tumulo buscar dentre os mortos Aquele que vive pelos séculos dos séculos. A dor e a tristeza tiram a visão da bênção do hoje!

Quantas vezes no meio das nossas jornadas dolorosas o próprio Senhor vem e se coloca em nosso meio, através de um amigo ou irmão amado que nos empresta seus ombros ou ouvidos, sem cobranças, para que possamos chorar e escoar a nossa dor! Outras vezes Ele vem silenciosa e invisivelmente nos inundando com a sua consolação, mas a tristeza e as lágrimas nos impedem de reconhecê-lo! Tento me transportar para aquela cena. Quase posso ver aqueles discípulos cabisbaixos, seguindo absolutamente sem esperança, pois a única que tinham havia morrido. Parecia fim da linha para eles! Quantas vezes já não nos sentimos assim! Jesus segue com eles e chega o inevitável momento do confronto. O Senhor os chama e faz uma pergunta óbvia, mas necessária: “Sobre o que vocês estão discutindo enquanto caminham?". Eles ainda não haviam entendido ou sequer o reconheceram. Depois de uma aula sobre as Escrituras, Jesus faz menção de seguir adiante, mas foi constrangido a permanecer com eles que lhe pediram: “Fique conosco, pois a noite já vem; o dia já está quase findando". E só pelo modo inconfundível de partir o pão eles o reconheceram. Jesus desaparecera do meio deles e eles exclamaram: “Não estavam ardendo os nossos corações dentro de nós, enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?".

O que este episódio nos ensina hoje no meio das nossas situações sem saídas? De nada adianta tentar fugir do local da nossa dor, pois ela nos acompanhará. Sim, falemos das nossas dores e sofrimentos sem nos esquecer de que não estamos sozinhos Ele sempre encontra uma maneira de se colocar ao nosso lado. Tempo de abrir os olhos e enxergar o Cristo que está sempre conosco nos consolando e amparando, do contrário nem estaríamos mais de pé! A queixa dos discípulos quanto aos últimos acontecimentos, estava desatualizada. Algo novo já havia acontecido: Jesus ressurreto é a grande Boa Nova. Não podemos permitir que nada nos roube a alegria da ressurreição. Ele vive, nós viveremos! Há esperança para seu povo eleito apesar de todas as dores, pesares  e perdas do tempo presente. Se tem um povo que pode crer no amanhã somos nós, os cristãos. Olhemos para a Ressurreição do Cristo! Estamos unidos com Ele na morte e na ressurreição diz Paulo falando aos Romanos (6.5). Nadia Malta

 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR JÁ NOS ABENÇOOU! NADA A ACRESCENTAR!

 O SENHOR JÁ NOS ABENÇOOU! NADA A ACRESCENTAR!

https://youtu.be/sPCTfMgSVXc

Disse o SENHOR a Moisés: Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis: O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz”. Números 6.22-26.                                                                  


A chamada bênção Aarônica nos traz a ideia de completude, de abrangência. Fato ratificado por outros servos de Deus ao longo da Palavra do Senhor.  Lendo essa bênção sacerdotal ordenada por Deus a Arão, para que com ela ele abençoasse seus escolhidos no passado me vem à mente o que diz o apóstolo Paulo falando aos efésios (1.3). Diz Paulo: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo”. O apóstolo Pedro também ratifica essa ideia de completude, de abrangência já trazida por Deus por intermédio de Arão lá atrás. Diz Pedro (II Pe.1.3): “Seu divino poder nos deu todas as coisas de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude”. Do que Pedro está falando efetivamente aqui? Sim, o Senhor já nos concedeu todas as bênçãos e todas as coisas! Ele nos abençoou e nos deu. Os verbos estão no passado. É fato consumado! Como entender essa afirmação?

Que bênçãos foram essas? (Ef.1.3-14) O Santo Espírito tem testificado ao nosso espírito tais bênçãos! Vejamos: O Senhor nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, nos concedeu seu perdão para os nossos pecados, a plena libertação do jugo maligno por meio do sacrifício vicário do seu Filho Jesus. Ele pagou o nosso resgate e nos transportou do reino das trevas para o Reino do seu amado Filho. Ele apagou as nossas transgressões, zerando a nossa história, nos purificando de toda injustiça. Ele nos fez filhos seus e nos encheu com o seu Santo Espírito. Ele nos tem alimentado e dessedentado com a sua Palavra viva e eficaz, que é Água e Pão. O que mais podemos querer? Se verdadeiramente somos das suas ovelhas já recebemos o que necessitamos e devemos nos sentir plenos, satisfeitos! Contudo, tem faltado tanto o conhecimento dessas verdades quanto a gratidão pela dádiva recebida! Nem tem havido o reconhecimento da dádiva nem do doador dela! Assim, somos filhos ingratos!

A bênção ordenada por Deus a Arão para o Israel do passado tipificava o que Ele faria a todos os seus filhos no futuro. O verdadeiro Israel de Deus formado por judeus e gentios convertidos ao Cristo. O apóstolo Paulo em sua bênção apostólica assim abençoa os irmãos de Corinto: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós”! Em nossas igrejas cristãs costumamos ouvir ao final dos cultos a impetração dessa bênção apostólica pelos ministros de Deus. Contudo, nunca paramos para meditar no seu conteúdo. Assim as bênçãos do Senhor que dizem respeito à vida e à piedade abrangem todas as áreas da nossa vida. Nada fica de fora! Se há bênçãos há transformação efetiva! Nunca mais seremos os mesmos! O que aprendemos aqui? O Senhor nos tem abençoado e nos guardado por meio de sua infinita graça manifesta através do Cristo. Graça é favor imerecido nos fazendo eternos devedores de Deus. O Senhor através do seu amor misericordioso já fez resplandecer seu rosto sobre nós. Por meio do seu Santo Espírito Ele já levantou seu rosto sobre nós e nos concedeu a paz que excede todo o entendimento, ainda nos concedeu a plena comunhão com Ele e com os irmãos! Temos tudo, estamos supridos! Sejamos gratos e testemunhemos das bênçãos recebidas! Nadia Malta

terça-feira, 2 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE ANUNCIEMOS O CRISTO, SE PRECISO COM PALAVRAS!

 QUE ANUNCIEMOS O CRISTO, SE PRECISO COM PALAVRAS!

Portanto, visto que temos este ministério pela misericórdia que nos foi dada, não desanimamos. Antes, renunciamos aos procedimentos secretos e vergonhosos; não usamos de engano nem torcemos a palavra de Deus. Ao contrário, mediante a clara exposição da verdade, recomendamo-nos à consciência de todos, diante de Deus. Mas, se o nosso evangelho está encoberto, para os que estão perecendo é que está encoberto. O deus desta era cegou o entendimento dos descrentes, para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. Mas não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, o Senhor, e a nós como escravos de vocês, por causa de Jesus. Pois Deus, que disse: "Das trevas resplandeça a luz", ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo”. 2 Coríntios 4.1-6.   


Atentemos, Não há mais tempo para se perder tempo! Jesus está às portas! Muitos naqueles dias haviam desanimado no exercício do ministério por causa da forma como outros agiam. Isto não faz sentido. Estamos vivendo um tempo de muitas distorções eclesiásticas. De muitas “celebridades” que enriqueceram ilicitamente como preletores de eventos gospel. Esse assunto não é da nossa conta. Cada um dará contas de si mesmo a Deus! Atentemos para a  estratégia do apóstolo Paulo! Ele procura exercer seu ministério com fidelidade e boa consciência não lançando mão de artifícios humanos. Ele sabe que nem todos ouvirão a sua pregação por terem seu entendimento cego pela ação do Adversário. Assim, todo esforço humano é inútil. O poder da pregação vem só de Deus, nada a acrescentar. O apóstolo Paulo sabia ser apenas um instrumento nas mãos do Senhor! As palavras do apóstolo aqui são encorajadoras a todos que séria e responsavelmente se dedicam ao ministério, sempre com temor e tremor diante dAquele que a tudo perscruta. Tem sido difícil encontrar servos sérios e comprometidos verdadeiramente com a santa vocação. Glorifico ao meu Senhor pelo privilégio de conhecer ainda alguns que têm perseverado na Verdade!

O apóstolo se nega a usar de artifícios para tornar a Palavra de Deus mais palatável. Antes, ele confia no poder penetrante da Viva Palavra de Deus! Sempre haverá aqueles que não irão compreender. O poder do ministro vem só de Deus e o apóstolo deixa isto bem claro. Vivemos a era das “celebridades eclesiásticas”, o que é um contrassenso. Muitos têm buscado o estrelato “eclesiástico”. Não há lugar para celebridades na Igreja do Senhor. A única Estrela é o Senhor Jesus Cristo, a Brilhante Estrela da manhã! Busquemos almas, não palmas! Hoje, cobram-se cachês altíssimos para participar como palestrante dos cultos-Shows, cada vez mais em alta. Tomei conhecimento outro dia dessas apresentações. Entre o valor cobrado para pregar, as passagens aéreas, hospedagens e mais outras exigências dessas “pseudo-celebridades” é possível se atingir a montantes inimagináveis. Esses eventos produzem muita emoção e nenhuma transformação de fato! Tempo de acordar! Essas “celebridades” são os pregoeiros de uma ressurreição sem cruz. De uma prosperidade rasa sem alicerce bíblico. São os que se importam apenas com as exterioridades de roupas, sapatos e relógios e de grife. A aparência de opulência faz parte do marketing eclesiástico, para a atrair adeptos. Não buscam as coisas do Espírito de Deus. Não há da parte desses nenhum compromisso com a Santa Palavra de Deus.  São agentes secretos do COISA RUIM para atrair multidões para o inferno! Despertemos!

Desde os dias antigos essas posturas têm surgido para enganar se possível os eleitos de Deus! Até o dia do Senhor essas coisas continuarão a acontecer e não há nada que possamos fazer a respeito. Não gastemos a nossa saúde, força e ânimo para combatê-las com confrontos e ou discussões infrutíferas. Continuemos pregando a Cristo e a Este crucificado e ressurreto! Só os que têm ouvidos, ouvirão! Quanto ao mais façamos como o apóstolo orientou: Não nos deixemos abater! O que tudo isto nos ensina? Façamos a nossa parte com fidelidade! Perseveremos, mesmo à despeito dos que acontece à nossa volta. Não somos fiscais da vida dos outros, cada um dará contas de si mesmo a Deus!  Busquemos almas, não palmas! Os obreiros fraudulentos se autodestruirão! Nadia Malta

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