sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Meditação/Bíblica/Nadia Malta/O SENHOR ESTÁ CUIDANDO DE NÓS, CONFIEMOS!

 O SENHOR ESTÁ CUIDANDO DE NÓS, CONFIEMOS!  

O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.  Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre”. Salmos. 23.


O Salmo 23 é sem a menor sombra de dúvida, o mais lido, conhecido e citado da Bíblia, até mesmo por aqueles que não fazem parte do rol de cristãos. É um dos inúmeros salmos de Davi, onde o salmista se vale de sua experiência como pastor de ovelhas, para transmitir ricas e preciosas lições sobre a suficiência de Deus, como Supremo Pastor, às suas ovelhas. Ele sabe o que necessitamos. Sabe o que nos conceder e o que nos tirar! É também chamado de salmo da intimidade e da comunhão, por isso não pode ser usado como um amuleto por aqueles que não conhecem o Pastor amado. Antes de qualquer coisa quero registrar a ideia original: Lá encontramos, não “O Senhor é o meu Pastor”, simplesmente, mas “O Senhor está me pastoreando”, ato contínuo. As ovelhas são animais frágeis e docilmente se deixam conduzir, proteger e guiar pelo seu pastor, não oferecem resistência. Quando se afastam deliberadamente do seu pastor, se perdem. As ovelhas não precisam compreender as ações do seu pastor, elas só precisam segui-lo. Neste salmo, Davi explica, usando a metáfora do pastor de ovelhas, que se seguirmos ao Senhor que é nosso Pastor e está nos pastoreando continuamente e confiarmos nEle, Ele suprirá todas as nossas necessidades (não nossas vontades). Necessidade é diferente de vontade. Necessidade= aquilo que é imprescindível. Vontade= anseio, cobiça, aspiração.

Do que será que o Senhor está falando por meio do salmista Davi neste salmo tão querido? O que será que Ele quer nos dizer com “nada nos faltará”? Uma coisa é fato, há um pastoreio contínuo que promete uma suficiência às ovelhas pastoreadas. O que significa esta palavra? Significa ter o bastante, o quanto for necessário, nem mais nem menos. Já lemos este salmo tantas vezes, alguns o têm decorado, clamemos ao Santo Espírito que traga luz de entendimento celestial sobre ele hoje. O Supremo pastor está cuidando de nós e nesse cuidado Ele providencia tudo de que realmente precisarmos. O que Ele providencia, então? Ele providencia SUFICIÊNCIA; Ele providencia SERENIDADE, mesmo nos vales; Ele providencia SEGURANÇA mesmo a despeito dos nossos inimigos; E Ele providencia para que CHEGUEMOS seguros à Casa do Pai, na eternidade! Descansemos! Não olhemos para o salmo numa perspectiva simplista, romântica e imediatista, mas na perspectiva dAquele que vê além e sabe o que é necessidade e o que é vontade. Nós vemos apenas o que está perto como míopes espirituais, mas o Senhor perscruta mentes e vê corações. O Senhor conhece todas as nossas necessidades que precisam ser supridas e elas serão. Todos os consertos que precisam ser feitos em nós e eles serão feitos. Tudo em nós que precisa ser mudado e Ele mudará.  E tudo que precisa ser tirado de nós, Ele tirará para que façamos a diferença, não somente nessa vida, mas por toda a eternidade.

O Pastor amado sempre sabe a hora certa de suprir as reais necessidades de suas ovelhas e ele o fará! O Vale da Sombra da Morte = representa qualquer experiência difícil em nossa vida que nos enche de temor, inclusive a morte. Note bem – as ovelhas, além da fragilidade não enxergam muito bem e se assustam com facilidade, principalmente quando se encontram em circunstancias desconhecidas. Por isso não podem se afastar do Supremo Pastor, sua presença as acalma. O bordão ou vara= bastão pesado, usado tanto para afugentar as feras que tentavam atacar o rebanho, como para disciplinar as ovelhas mais afoitas. O cajado = uma vara com uma das extremidades curvadas, para ajudar individualmente as ovelhas em perigo. Mesa aqui, não é obrigatoriamente o móvel usado pelos humanos. O termo original significa simplesmente algo estendido ou espalhado, assim, numa região montanhosa, os lugares planos são chamados de mesas. Depois de cada jornada difícil, o objetivo do pastor era levar seu rebanho em segurança ao aprisco, à mesa. Aquilo representava vitória, era motivo de celebração sobre todos os inimigos que espreitavam o rebanho. O que aprendemos com esta releitura do Salmo 23? Apesar das nossas lutas, da aridez da vereda, estamos sendo pastoreados ininterruptamente, e NADA NOS FALTARÁ de tudo que realmente necessitarmos para completar a jornada. Nos momentos mais dramáticos, em que o VALE É DE SOMBRA DE MORTE, não precisaremos temer, pois é a SUFICIÊNCIA do Soberano e Supremo Pastor que nos susterá. Haverá sempre um bordão e um cajado prontos para nos proteger, corrigir e consolar se necessário for. O fim de cada batalha deve ser celebrado com gratidão e alegria. Somos ali honrados diante de nossos adversários, pela fidelidade do SUPREMO Pastor. Há um alvo a ser atingido e esse alvo é a eternidade e nós, com a provisão da suficiência do Amado Pastor chegaremos lá em nome de Jesus Cristo. Nadia Malta

 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/PRECISAMOS DO SOCORRO DO CÉU!

 PRECISAMOS DO SOCORRO DO CÉU!

https://youtu.be/6ZxDP-8EoCA

Ouve, ó Deus, a minha voz nas minhas perplexidades; preserva-me a vida do terror do inimigo. Esconde-me da conspiração dos malfeitores e do tumulto dos que praticam a iniqüidade, os quais afiam a língua como espada e apontam, quais flechas, palavras amargas, para, às ocultas, atingirem o íntegro; contra ele disparam repentinamente e não temem. Teimam no mau propósito; falam em secretamente armar ciladas; dizem: Quem nos verá? Projetam iniqüidade, inquirem tudo o que se pode excogitar; é um abismo o pensamento e o coração de cada um deles. Mas Deus desfere contra eles uma seta; de súbito, se acharão feridos. Dessarte, serão levados a tropeçar; a própria língua se voltará contra eles; todos os que os vêem meneiam a cabeça. E todos os homens temerão, e anunciarão as obras de Deus, e entenderão o que ele faz. O justo se alegra no Senhor e nele confia; os de reto coração, todos se gloriam”. Salmos 64:1-1. 


O salmo 64 é de autoria Davídica e foi escrito quando ele servia ainda no reinado de Saul, embora já houvesse sido ungido rei de Israel. Davi percebia a conspiração e o ódio no coração de Saul e também por parte de seus oficiais. É incrível o ódio que os ímpios sentem gratuitamente pelos servos do Senhor. Este cântico tem como idéia central a luta ininterrupta que enfrentamos contra as hostes espirituais do mal, que se levantam contra nós, muitas vezes usando os de nossa própria casa, vizinhança e parentela. Nos últimos tempos, as lutas têm se intensificado de uma maneira tal, que o propósito é causar impacto, choque, perplexidade como disse o salmista em seu cântico de guerra. Não apenas a luta que a igreja tem enfrentado como um todo, especialmente, a igreja oriental. Há as lutas contra as várias frentes de batalha que temos enfrentado individualmente, como nação e no mundo como um todo. Como disse o apóstolo Paulo: “São lutas por fora e temores por dentro”. Contudo, o Senhor é aquele que não nos deixa órfãos, nem permite que o nosso barco fique à deriva. Jesus é o grande timoneiro da nossa embarcação e com Ele no barco tudo vai muito bem como diz a letra do velho cântico. Quer vivamos, quer morramos em consequência dessas lutas, o Senhor estará conosco, o Deus de Jacó é o nosso Alto refugio.

Estamos vivendo um tempo de grandes assolações em todo o mundo. A própria natureza tem gemido ansiando por redenção. Famílias têm se desintegrado. O injusto se levanta contra o justo. Há enfermidades estranhas, medo e clamor por toda a parte, a ética e a moral têm sido relegadas a último plano. Hoje a inversão de valores é absurda, fazendo que o errado pareça certo e o certo pareça o errado. Seria este o “Novo normal” tão falado? Todas essas coisas são sinais visíveis da Segunda vinda do Cristo. O Senhor em sua infinita misericórdia e soberania tem conclamado seus filhos ao combate através da oração em unidade e santificação obediente, para que possamos prevalecer. Unidos somos indestrutíveis, por isso o inimigo faz tanto esforço para quebrar a unidade do corpo de Cristo. Há uma guerra espiritual a ser vencida e as armas dessa guerra são espirituais! A igreja ocidental tem experimentado liberdade, por enquanto, mas tem negligenciado e usado dessa liberdade para dar lugar à carne com suas invencionices. Acordemos enquanto há tempo e trabalhemos aproveitemos essa liberdade e voltemos à prática das primeiras obras.

Aqui o salmista instrui com quatro ações em meio às batalhas da vida Vejamos: Buscar a proteção do Senhor; Pedir sabedoria do Senhor quanto aos intentos do inimigo; Confiar no Senhor; E Dar glória a Deus! Davi ora com fervor, pedindo que o Senhor ouça a sua queixa. Oração também pressupõe jejum, consagração ao Senhor em meio às grandes batalhas. Nesses momentos de consagração somos visitados com grandes revelações da parte de Deus. As situações que nos assolam, invariavelmente produzem terror, perplexidade. O salmista pede que o Senhor fortaleça o seu coração e o livre do medo. O Senhor é aquele que nos dá discernimento quanto aos intentos malignos do inimigo. Contudo, temos visto com tristeza os servos de Deus abraçando causas e estratégias humanas em suas lutas. Discernir é preciso! O que aprendemos aqui? Em meio as nossas lutas precisamos, repito: Buscar a proteção do Senhor.  Pedir a sabedoria do Senhor quanto aos intentos do Adversário. Confiar que Senhor nos dará a vitória. E Dar glória a Deus em meio a tudo, porque sem Ele nada somos. Nadia Malta

 

 

 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE NÃO NOS DEIXEMOS ABALAR, PERMANEÇAMOS FIRMES NO SENHOR!

 QUE NÃO NOS DEIXEMOS ABALAR, PERMANEÇAMOS FIRMES NO SENHOR!

https://youtu.be/jj6IXqUGirA

Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos. Todos os vossos atos sejam feitos com amor”. 1 Coríntios 16:13,14. 


 Os versículos lidos são as exortações finais feitas pelo apóstolo Paulo aos cristãos de Corinto. Para compreender melhor essas palavras, é necessário ler toda a epístola e, sobretudo, entender o propósito para o qual fora escrita: Admoestar aqueles irmãos a andar em santidade e perseverança para que o nome do Senhor fosse glorificado. Embora aquela amada igreja possuísse uma grande diversidade de dons, ainda assim é chamada atenção pelo apóstolo por sua carnalidade. Em I Co 3.1,2 Paulo diz: “Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais”. Os versículos lidos no inicio trazem uma prática exortação àqueles que desejam andar em santidade e pureza moral de forma perseverante, tanto na Corinto dos dias de Paulo, quanto para a igreja de nossos dias.

 É interessante observar que para onde nos viramos hoje, há sempre uma oferta de fórmulas mágicas, sobretudo, para resolver problemas. As pessoas estão ávidas por respostas, soluções e possibilidades, desde que não tenham que fazer nenhum esforço ou sacrifício. No entanto, toda mudança requer atitudes, toda atitude requer equilíbrio, pois atitudes geram consequências. Mas, e quanto ao povo de Deus, que tem sido açoitado tanto por ventos doutrinários cada vez mais devastadores, quanto por tribulações cada vez mais angustiantes e ainda pelas falácias dos espertalhões, sempre ávidos por adeptos? Muitos cristãos têm andado de forma trôpega, vacilante diante dessas investidas. Será que não há nada que possamos fazer que nos assegure um andar firme e perseverante em Cristo? O autor de Hebreus ordena: “Portanto, fortaleçam as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes”. Hebreus 12:12. Será que não existe algo que possa restabelecer a firmeza do nosso andar e agir? O apóstolo Paulo responde através do texto a essas questões. As ordenanças dadas por ele nos versículos lidos precisam gerar atitudes por parte dos que experimentam o Cristo que vivifica. Só a partir daí, essas atitudes serão tomadas com leveza e “sobrenaturalidade”, na dependência do Espírito Santo.  O mundo todo e em especial, o nosso país enfrenta uma crise moral, política e ética sem precedentes! E isto tem de certa maneira afetado a vida de todos. Contudo, é imperioso que o povo de Deus faça a diferença no meio desse caos. Aprendamos a discernir, nem todo o que diz: Senhor, Senhor é de fato dele! Cuidado com os embusteiros de plantão, sempre à espreita para caçar as almas dos descuidados!

 O apóstolo Paulo aponta cinco atitudes imperativas que asseguram um andar firme e perseverante em Cristo! Vejamos: Primeira Atitude: Sede Vigilantes! Segunda Atitude: Permanecei Firmes na Fé! Terceira Atitude: Portai-vos Varonilmente! Quarta Atitude: Fortalecei-vos! E Quinta Atitude: Todos os vossos atos sejam feitos com amor! A atitude de vigilância tem sido negligenciada pela maioria absoluta de nós. O que aprendemos aqui? Precisamos aprender a depender de Deus e de sua Santa Palavra. Quando levamos à sério o que dizem as Escrituras, as coisas começam a fluir para nós. Precisamos reaprender a vigiar e orar em todo tempo. Não “terceirize” a oração e a vigilância, faça você mesmo. Entre com ousadia no Santo dos Santos, leve diante de Deus a sua demanda e ache Graça em sua presença. Precisamos permanecer firmes na fé e construir a nossa casa espiritual sobre a Rocha eterna que é o Cristo. A fé é a vitória que vence o mundo e sem ela desagradamos a Deus. Aprendamos a nos portar varonilmente, de forma madura e corajosa, para que possamos cuidar dos novos crentes. Precisamos aprender a buscar o fortalecimento no Senhor e na força do seu poder. Finalmente, que todos os nossos atos sejam feitos com amor. Exercitemos incessantemente a graça de Deus, com todos. Com os que estão perto e com os que estão longe, sobretudo, com aqueles que não merecem. Graça é favor imerecido! Atentemos!  Nadia Malta

 

 

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