quarta-feira, 1 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE EM TUDO POSSAMOS GLORIFICAR AO SENHOR!

 QUE EM TUDO POSSAMOS GLORIFICAR AO SENHOR!

https://youtu.be/l_KYSEfWnkQ

Vivei em paz uns com os outros. Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal”. 1 Tessalonicenses 5.13b – 22 


O texto lido faz parte das ordenanças finais do apostolo Paulo aos cristãos de Tessalônica. Segundo um relatório trazido por Timóteo, alguns irmãos ali andavam desordenadamente. Paulo escreve de Corinto para aquela comunidade, exortando-a a manter uma conduta digna e ordeira tanto na comunhão dos santos quanto na vida pessoal. Ao final da epístola ele envia preceitos.  O propósito desses preceitos era levar aqueles irmãos a um andar digno da vocação a que foram chamados, especialmente no que diz respeito ao cuidado e responsabilidade de uns para com os outros. As palavras aqui trazidas também se aplicam aos cristãos contemporâneos de forma muito oportuna. Atentemos para elas. No relacionamento, especialmente entre cristãos, não cabe o uso da expressão: “Não tenho nada com isso”! Tudo o que afeta os nossos irmãos também dói em nós. Somos um corpo, quando um membro sofre, todos sofrem com ele!

Enquanto estivermos do lado de cá da eternidade, cada dia é um novo começo! Na verdade, a nossa jornada por esta vida é uma sucessão de recomeços, de oportunidades para fazermos diferente e fazermos a diferença tanto em nossas vidas quanto nas vidas dos que estão ao nosso redor! Há sempre um novo ciclo começando, nada mais oportuno que renovarmos a nossa aliança com o nosso Deus. Peçamos ao Senhor que sonde o nosso coração e onde houver caminhos maus, Ele com toda liberdade os conserte, nos reconduzindo ao Caminho eterno. Uma tendência do pós-modernismo que têm adentrado a igreja contemporânea é o fato das pessoas se voltarem mais para si mesmas, para seus interesses pessoais em detrimento, especialmente da dor do outro. É a ressurreição do hedonismo (filosofia grega voltada para a busca do prazer). Agimos como Caim, que ao ser perguntado por Deus onde estava seu irmão, respondeu: “Acaso sou eu tutor do meu irmão?”. Somos sim, responsáveis pelos nossos irmãos na fé. O dever de cuidar não é só do pastor, mas todos nós somos cuidadores e num certo grau todos nós, pastoreamos.

O apóstolo Paulo pontua aqui dois preceitos em relação aos cristãos de todas as épocas. Vejamos: Preceitos em relação aos irmãos; E Preceitos em relação a nós mesmos! O que aprendemos aqui? Fomos alcançados para ser canais da multiforme Graça de Deus e Ele nos confia a responsabilidade de aconselhar, cuidar e exercitar paciência com os nossos irmãos, aliás, é através deles que o Fruto do Espírito é desenvolvido em nós. A convivência é um grande exercício de piedade. Atentemos para isto! O segredo para avançarmos nessa estrada tão íngreme dos relacionamentos é manter a alegria no coração pela presença de Deus, manter a sintonia com o Trono da Graça através da oração continua, ter um coração agradecido mesmo à despeito das circunstancias, prestar atenção ao que diz a Santa Palavra de Deus, reter e praticar o que edifica diretamente e apartar-se de toda forma de mal. Trouxemos recentemente esta palavra, e você pode pensar: “Outra vez este assunto”? Acho que alguém está precisando ouvir! Precisamos ser mais lembrados que instruídos! Atentemos Nadia Malta

 

terça-feira, 30 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ A VITÓRIA ESTÁ RESERVADA AOS QUE PERSEVERAM NA FÉ!

 A VITÓRIA ESTÁ RESERVADA AOS QUE PERSEVERAM NA FÉ!

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma”. Hebreus 12.1-3. 


Ouvimos do apóstolo Paulo em Rm.12.3 que o Senhor repartiu uma medida de fé com cada um de nós. Já partimos do princípio de que todos nós temos fé. Cabe a nós agora cuidar desta semente adubando-a com a Palavra de Deus, regando-a muitas vezes com as nossas lágrimas para que ela se torne frutífera. A fé é além de um dom dado por Deus, também um aspecto do fruto do Espírito Santo, e como tal se desenvolve em situação adversa. Somos colocados em circunstancias nas quais a nossa fé é treinada a confiar Naquele que existe e se torna galardoador dos que o buscam. Qual o objetivo deste treinamento? Até que aquela medida inicial de fé, se torne uma certeza inabalável daquilo que esperamos, uma firme convicção de fatos que ainda não são vistos com os olhos humanos. Por que devemos crer assim? Porque quem fez a promessa é fiel! Hb.10.23.

O texto citado traz algumas instruções quanto ao exercício da fé genuína! Vejamos: Olhemos para os que ousaram crer antes de nós; Desembaracemo-nos de todo o peso e do pecado que tenazmente nos assedia; Corramos com perseverança a carreira da fé proposta; Olhemos firmemente para o Autor e consumados da nossa fé – Jesus; E Consideremos os sofrimentos de Cristo, para não esmorecermos em nossas próprias lutas! Somos chamados pelo autor da epístola a olhar para a grande nuvem de testemunhas dos chamados heróis da fé do capítulo anterior. Homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. O texto fala primeiro de peso que atrapalha, que embaraça. Do que ele está falando de fato? Quantas coisas no meio de uma luta que enfrentamos acabam nos distraindo e nos impedindo de crer de fato! São conselhos, práticas, inclinações, pensamentos que confundem nosso foco. Depois o texto fala de pecado, não apenas os pecados específicos, mas da nossa própria pecaminosidade. Estejamos atentos em meio às nossas lutas, pecados precisam ser confessados e abandonados para que alcancemos misericórdia!

Não podemos deixar que nada impeça, distraia ou nos embarace na corrida da fé. Isto tanto para a salvação, quanto para a vitória. Olhar para Cristo sem desviar o olhar, é o segredo para se chegar ao destino mais que vencedores. Quando focamos nEle estamos prontos para viver ou morrer para a sua glória exclusiva. O Senhor Jesus é ao Autor e consumador de nossa fé. Ele é o nosso verdadeiro modelo a ser seguido. O que aprendemos aqui? Somos desafiados a crer perseverantemente, independente das circunstâncias. A medida de fé recebida precisa ser cultivada para crescer e frutificar. Muitas vezes a rega desta semente é feita com lágrimas. Devemos nos desembaraçar de tudo que impeça o crescimento desta semente. Devemos olhar para Cristo, focar nEle e, sobretudo, considerar seus sofrimentos cada vez que tendermos a esmorecer. Aleluia, Amém! Nadia Malta

 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE OS NOSSOS OLHOS TORNEM A VER!

 QUE OS NOSSOS OLHOS TORNEM A VER!

E foram para Jericó. Quando ele saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado à beira do caminho e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora”. Mc 10.46-52. 


 Marcos é o mais específico dos evangelistas, apesar de ter escrito o menor dos evangelhos. Quando Jesus estava saindo da Velha Jericó e entrando na Nova Jericó, encontrou um homem que tinha nome, chamava-se Bartimeu, seu pai era conhecido chamava-se Timeu. E essa poderia ser a história de qualquer um de nós ou de qualquer pessoa que conhecemos. Aquele homem por alguma razão perdera a visão. O texto diz que ele vivia esmolando à beira do caminho. Quantos ministérios têm sido negligenciados, quantos talentos escondidos! Quantas vidas de salvos, mas miseravelmente infelizes, porque houve uma perda da visão! Quantos em nosso meio tinham uma visão nítida de seu chamado e de repente, quase sem perceber foram encurtando a visão e se tornaram míopes espiritualmente até que cegaram completamente e passaram a viver à margem do Caminho! Não há nada mais triste do que encontrar alguém que andava desembaraçadamente no Caminho e de repente perdeu a visão. Se uma cegueira adquirida, do ponto de vista físico nos choca e comove o que se dirá de uma cegueira espiritual?

 Quando Jesus se fez homem por amor de nós, a sua intenção não era tratar os problemas do mundo, mas resolver o grande, único e crucial problema do homem: A sua salvação. O homem salvo, justificado pela fé em Cristo precisa crescer na graça e no conhecimento de Deus, essa santificação progressiva dura o tempo que ele tiver de vida sobre a terra. Salvação genuína não se perde, mas os salvos podem perder a visão e precisam se aperceber disso e clamar por Cristo. Em nenhum lugar nas Escrituras encontramos Jesus implantando uma religião, mas buscando um relacionamento íntimo com todos os que por Ele foram restaurados: Cegos, coxos, leprosos, endemoninhados, lunáticos, enfermos, até mesmo mortos ressurretos. Mas, como o Senhor é Deus misericordioso e compassivo e também de oportunidades, Ele está sempre nos proporcionando chances de renovarmos a nossa visão concernente ao Reino, bem como ao nosso próprio chamado. Estejamos atentos! A experiência de Bartimeu aponta para algumas atitudes que devem ser tomadas urgentemente por aqueles que perderam a visão espiritual. Vejamos: Ele Clamou ao Senhor com sinceridade de coração e não se deixou abater pelas críticas e repressões; Ele Lançou de si a capa e foi ao encontro do Senhor; E Ele foi extremamente objetivo e específico em seu pedido ao Senhor!

 Mesmo à despeito de toda oposição, Bartimeu clamou ao Senhor, chamando-o pelo seu título messiânico: “Filho de Davi”. Ele sabia quem, era Jesus e não se deixou intimidar. Assim devemos fazê-lo com toda a força do nosso coração. Bartimeu reconheceu que só o Senhor era a saída para aquela sua situação. Ele não podia perder aquela chance de ser restaurado e foi à luta. Ele não podia enxergar, mas podia gritar e assim ele fez e nós podemos fazer também. A capa pode ser: Uma pessoa; uma situação; um trabalho; bens materiais; a própria religiosidade e o “igrejismo”; tudo que de certa maneira embaraça nossos passos e impede de irmos a Jesus, que é nossa verdadeira segurança. Algo permanecia vivo no coração daquele homem, apesar da cegueira. E esta semente viva o fez clamar pelo Cristo! Outra coisa que o texto nos ensina é ser objetivos quanto ao que necessitamos. Por que fazemos tantos rodeios em relação ao que precisamos? O que esse texto nos ensina? Se você se encontra numa situação semelhante a de Bartimeu e não enxerga saídas; então, pare agora mesmo e clame ao Senhor com toda a força do seu coração. Lance fora toda capa que tem embaraçado seus passos; renuncie tudo que tem representado uma falsa esperança e corra para Jesus; confie nele e a resposta virá. A sua visão será restaurada. Diante do Senhor, seja específico e exercite a sua fé; você certamente sairá de posse de vitória. Uma vez restaurada a visão, retome o Caminho. Nadia Malta

 

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