domingo, 15 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/CHAMADOS A NOS REVESTIR DO CRISTO!

 CHAMADOS A NOS REVESTIR DO CRISTO!

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração. E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Colossenses 3:12-17. 


O apóstolo Paulo aqui usa a analogia das vestes para ilustrar essa verdade. Note que todos os verbos aqui nesse contexto estão no imperativo, para não dar margem a nenhuma dúvida quanto ao intento do Espírito Santo através do apóstolo. A intenção aqui é ordenar, não sugerir. O Senhor requer de nós não apenas aparência, mas um coração verdadeiramente transformado. Temos visto muitas facções do cristianismo perdendo tempo com usos e costumes, sem se importar realmente com o que as pessoas preservam em seus corações pretensamente convertidos. Precisamos entender que o Senhor perscruta mentes e corações. A simples aparência “piedosa” dos homens não impressiona Deus, ele enxerga as coisas ocultas, os porões de nossas almas e as intenções de nossos corações. A palavra ainda não chegou aos nossos lábios, Ele já a conhece. Por isso, Paulo exorta seus leitores a se despirem da velha mortalha do pecado e da antiga vida e colocarem as vestes santas da nova vida em Cristo, que nada têm a ver com exterioridades. Como nos revestir do Cristo?  Que vestes são essas? Vejamos: As vestes da Graça de Deus; As vestes da Paz de Cristo; As vestes da Palavra de Cristo; E As vestes do Nome de Cristo.  Paulo lembra aos seus leitores que por serem eleitos, santos e amados de Deus, precisam ser revestidos de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade e de longanimidade. Os eleitos, santos e amados de Deus devem demonstrar esses ternos afetos mencionados: suportando e perdoando uns aos outros. Porque o que recebemos de Deus, deve ser compartilhado com os irmãos.

Essas vestes da graça ao serem experimentadas suscitam em nós o amor incondicional de Deus, como o grande vínculo da perfeição. Esse amor passa a ser a nossa credencial de identificação como eleitos, santos e amados de Deus! No versículo 15 Paulo passa do caráter para a conduta. Aqui ele fala da paz de Cristo como elemento identificador da vontade de Deus em nossas vidas. A paz deve se instalar no coração do Cristão e também no Corpo, a igreja. Essa paz funciona como um, árbitro (juiz), ela julga se algo é de Deus ou não. No entanto, é preciso cuidado com a falsa paz, que vem somente para confundir. A paz no coração precisa estar alinhada com a paz na igreja, na família e em concordância com a Palavra de Deus. Se há paz no coração, mas ainda não há no coração dos familiares, principalmente do cônjuge, nem tampouco no Corpo (a igreja), devemos esperar até que tudo se alinhe inclusive com a Palavra de Deus. Nada perdemos por esperar pacientemente a vontade e a hora de Deus. Quando o cristão perde a paz de Deus começa a tomar rumos fora da vontade do Senhor. A Palavra deve ser para nós a única regra de fé e prática e deve nortear a nossa vida. Para isso precisamos ler, meditar e praticar a Palavra  sempre dentro de seu respectivo contexto. Portanto, precisamos submeter tudo ao filtro santo da Palavra de Deus. O cristão revestido da Palavra é alegre, grato e submisso.

O que aprendemos aqui? Precisamos nos despir da mortalha do pecado e da velha vida. Como eleitos, santos e amados de Deus, cobertos pela graça do Senhor precisamos ser revestidos de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão e de longanimidade. Precisamos demonstrar esses afetos suportando e perdoando uns aos outros, em resposta a graça de Deus sobre nós derramada. O amor de Deus precisa ser em nós credencial de verdadeiros cristãos. Precisamos aprender a discernir a verdadeira paz de Cristo como árbitro em nosso coração e elemento identificador da vontade de Deus. Precisamos nos revestir da Palavra de Deus, para não nos deixar levar por qualquer vento de doutrina. Precisamos nos revestir do nome de Jesus, como a maior chave de vitória, poder e autoridade concedida aos eleitos, santos e amados de Deus. Atentemos e reflitamos! Nadia Malta

 

sábado, 14 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!

 O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!

 “Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Provérbios 30:7-9. 


Em sua sabedoria vinda do Alto o autor de Provérbios, traz a percepção da suficiência nos versículos citados. O dicionário, dentre outras coisas, diz que suficiente é o quanto baste! Nem mais, nem menos. Creio que esta é uma lição oportuna para o nosso tempo de tanta competição, exigências, insatisfações e demandas. As pessoas em várias áreas da vida querem “bater a meta” como se diz na linguagem do comércio e das grandes corporações. Um dia ouvi da vendedora de uma loja conhecida sobre o stress experimentado pelas exigências por parte dos seus superiores, em “bater a tal meta”. Ela falava da angústia sentida e das noites de sono por causa da exigência sob pena de ser demitida. Nos versículos citados o autor do texto faz dois pedidos ao Senhor que remetem à suficiência e deveríamos considerar em nossas orações: Primeiro, A suficiência da palavra empenhada e proferida com retidão sem mentiras ou falsidade; E Segundo, A suficiência no ter. Suficiência gera gratidão e o inverso também é verdade! O salmista fez aquietar e sossegar a sua alma como a criança desmamada nos braços de sua mãe. Como a nossa alma é exigente! Estamos sempre às voltas tentando satisfazer um desejo ou anseio. E em geral acabamos metendo os pés pelas mãos para conseguir tal intento. Estamos vivendo tempos difíceis! Contudo, apesar de todos os pesares têm sido tantas dádivas recebidas da divina mão, como diz a letra do velho hino, e até mesmo aquilo que não foi agradável de viver, veio como bênção disfarçada. Caso não tenhamos descoberto o propósito ainda, logo, logo descobriremos. Nada em nossa vida é obra do acaso!

A idéia de suficiência trazida a nós pelos versículos nos ajuda a compreender que nos cansamos demasiadamente correndo atrás do vento, como disse o mesmo autor em outro momento. Ele pede ao Senhor duas coisas, a primeira: “Mantém longe de mim a falsidade e a mentira”. Aqui também ele nos remete a um tipo de suficiência, a da palavra proferida e empenhada com retidão. Quanta falsidade e quanta mentira até mesmo em nosso meio! É impressionante o quanto se mente compulsivamente das mínimas às grandes coisas. Há uma crise de confiabilidade sem precedentes. Falta a suficiência de um falar sincero, honesto, onde o sim, seja sim e o não, seja não. Sobre isso Jesus ordena de maneira enfática: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno". (Mateus 5:37).  Que as coisas ditas sejam exatamente o que dizem ser! O segundo pedido do autor de provérbios aqui é: “Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Esse outro pedido é de uma lucidez que impressiona!

O que tem em demasia pode desdenhar de Deus orgulhoso pelos muitos haveres e conquistas. O que tem de menos pode vir a roubar envergonhando e assim, desonrando o nome do Senhor. Por isso o autor do texto pede suficiência. O apóstolo Paulo traz mais luz a questão dizendo: “A minha suficiência vem de Deus”! Apenas o quanto baste. Nem mais, nem menos! Clamemos assim! O que aprendemos aqui? Que Busquemos também um falar confiável. Que o que dizemos seja o quanto baste. Que haja suficiência em nosso falar. Que busquemos a suficiência no ter. Nem mais nem menos, apenas o quanto baste. Que possamos dizer como o apóstolo Paulo: “A minha suficiência vem de Deus!”, porque a sua Graça nos basta! Nadia Malta

quinta-feira, 12 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEM FALTADO UNIDADE NOS RELACIONAMENTOS CONJUGAIS!

 TEM FALTADO UNIDADE NOS RELACIONAMENTOS CONJUGAIS!

https://youtu.be/2bv6ua8VnYY

Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações”. I Pedro 3.7.                                


Quantas lutas temos enfrentado nos últimos tempos, misericórdia! Os lares estão sob ataque! Destruindo os relacionamentos familiares, inevitavelmente a igreja será atingida em cheio e enfraquecerá em poder e autoridade! E creia, o adversário não tem tido muito trabalho, pois tem quem faça o trabalho sujo para ele. Ele conta com vasto arsenal da sua despensa que são os temperamentos. As obras da nossa carne o tem alimentado fartamente! O versículo citado traz o padrão divino para o relacionamento conjugal, o mesmo legislador que ordenou que as mulheres fossem submissas, ou seja, se colocassem sob a missão do marido honrando-o: Ordenou a postura do marido em relação à sua esposa; E Por serem herdeiros da mesma graça de vida, se esse preceito não for obedecido, as orações serão bloqueadas.

A ordenança da submissão da mulher tem sido extremamente mal compreendida em tempos pós-modernos. Em nenhum momento o Senhor sugere um jugo opressor nesse relacionamento, mas uma parceria tendo o homem como líder. Este é um relacionamento tipo que visa apresentar e representar o próprio relacionamento de Cristo (o marido) e a igreja (a esposa). Fato que confere uma responsabilidade imensa aos cônjuges. Se não respeitamos o marido a quem vemos, como honraremos e respeitaremos a Cristo a quem não vemos? Contudo, do outro lado dessa representação está a figura do marido que deve amar sacrificialmente a sua esposa, assim como Cristo se doou pela igreja. O apóstolo Paulo trazendo mais luz à questão ordena em sua carta aos Colossenses: “Maridos, amem suas mulheres e não as tratem com amargura”. Quanta filha de Deus amargurada de espírito e oprimida por causa da maneira de tratar cruel de seus maridos! O texto de Pedro traz muitas revelações acerca desse relacionamento. Apresenta a mulher parte mais frágil, claro que ele está falando aqui fisicamente, pois sabemos que a mulher tem uma capacidade de superação emocional indizível. O marido precisa ter sensibilidade e discernimento em relação a isso.

O que aprendemos aqui? Os textos de Paulo e de Pedro apresentam o mosaico bendito desse padrão de relacionamento. Aqui não cabem abusos de qualquer tipo ou violência de qualquer natureza. A mulher precisa ser tratada com dignidade, junto com seu marido vivendo uma relação de uma só carne são herdeiros da mesma graça de vida. E creio firmemente que podem ser também herdeiros da mesma desgraça de vida no caso do não cumprimento das ordenanças recebidas! Quanta vida literalmente desgraçada!  Aí vem o mais grave: Ordenança infringida promessa confiscada. Ou seja, se o marido não cumpre a sua parte como líder na relação, as orações serão interrompidas! E aí, não adianta se queixar de Deus, mas dos próprios atos! Atentemos! Nadia Malta

 

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