sábado, 11 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/AGUARDEMOS O AGIR DE DEUS E DESCANSEMOS NELE!

 AGUARDEMOS O AGIR DE DEUS E DESCANSEMOS NELE!

 Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre”. Salmo 131.                                               


                                          

 A humanidade hoje vive em busca de uma fórmula mágica para se livrar de uma vez por todas da ansiedade, que tem sido a mãe das mais diversas patologias emocionais e físicas. Nos meios cristãos, essa tendência também tem dado lugar a um sem número de ministérios oportunistas, que caçam e aprisionam a alma do povo de Deus, ao invés de ensiná-lo a buscar refúgio no Senhor, confiar e descansar nEle. E note que não estou falando aqui da necessidade lícita da busca de um profissional, quando se reconhece uma patologia. Será que existe essa fórmula? A Bíblia afirma que sim. E ainda nos assegura que na verdade, essa não é uma fórmula, mas uma pessoa: JESUS CRISTO. O grande problema é que não conseguimos nos entregar a Ele completamente. O recebemos como Salvador, mas não entregamos a Ele o senhorio das diversas áreas de nossas vidas. Precisamos entender que quando Jesus é Senhor de nossas vidas, os problemas não vão deixar de existir por causa disso, mas ao entregar a Ele nossos problemas e inquietações, conseguiremos superá-los sem desespero ou desequilíbrio. Ele é aquele que tem o controle de tudo em suas mãos.

 Para experimentar o Descanso de Deus precisamos segundo o salmista de três ações imperativas: Primeira: É preciso esvaziamento de si mesmo e o exercício de uma humildade verdadeira; Segunda: É preciso disciplina para experimentar o Descanso de Deus; E Terceira: É preciso falar sobre isto em oração como Davi, até que sejamos convencidos que é possível experimentar esse Descanso! A humildade é a virtude pela qual, reconhecemos nossos defeitos, limitações, fraquezas, incoerências, finitudes e uma profundíssima dependência de Deus, enquanto a soberba é o agir independentemente da vontade Dele, que visa a auto exaltação e o aplauso. Através da humildade conseguimos reconhecer e confessar os pecados e nos preparamos para receber a ajuda e o conforto de Deus. Davi empenhou-se, esforçou-se para domar a sua alma para que ela obedecesse à vontade de Deus. Domar a alma não é uma tarefa fácil. A alma é exigente, ela cobra e sempre quer mais, nunca está satisfeita. A alma clama pelo elogio, pela fama, pelo reconhecimento, ela procura tirar a glória que só a Deus é devida. Segundo certo pensador cristão, o grande mistério da fé que precisamos aprender é que: “fé não é mover Deus em nossa direção, mas é um mover nosso na direção de Deus”. Quando nos movemos assim humildemente na direção de Deus, alcançamos o seu colo em oração de fé e ali, somos aquietados, acalentados e refrigerados, mesmo em meio às lutas mais intensas.

 O salmo lido é um cântico de romagem, fazia parte do hinário de bolso do povo de Deus durante as tarefas diárias e em suas peregrinações para Jerusalém. Essas verdades eram cantadas para não serem esquecidas. Deveríamos fazer a mesma coisa: Proclamar sempre as verdades de Deus. Crer e confessar é um princípio bíblico que precisa ser exercitado. Assim como o pecado de Davi repercutiu negativamente sobre a nação no passado, a lição aprendida na vida espiritual, particular de Davi teve uma aplicação na vida nacional do seu povo. E tem alcançado todos os que creem e praticam essa Palavra de vida em todas as épocas. O que o texto ensina? Pratiquemos a humildade reconhecendo as nossas fraquezas, incoerências e limitações. Que nos rendamos à vontade do Senhor. Cuidado com a soberba, que é um agir independente da vontade de Deus! Disciplinemos a nossa alma, procuremos domá-la para fazer a vontade Deus, confiando nEle incondicionalmente. Que nos lembremos: O Descanso de Deus é uma pessoa chamada JESUS CRISTO e só nEle podemos esperar. Compartilhemos com os que estão à nossa volta que o Senhor é Deus. Isso influenciará positivamente os que estão ao nosso redor. Nadia Malta

 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE PERSEVERAR NA FÉ E NO CONHECIMENTO DE DEUS!

 TEMPO DE PERSEVERAR NA FÉ E NO CONHECIMENTO DE DEUS!

E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram. Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!”.  Mateus 14.27-30


 O texto citado fala de uma das mais dramáticas lições de fé ensinadas por Jesus aos seus discípulos. Aquela na verdade, não era a primeira vez que Jesus ministrava sobre fé aos seus discípulos no meio de uma tempestade. O outro episódio está descrito no capítulo oito e relata também uma grande tempestade, só que naquela outra situação, Jesus estava com eles no barco. A primeira experiência tipifica os dias de Jesus na terra, antes de sua crucificação e ressurreição. A segunda aponta para a era da igreja, quando Jesus se ausentaria da terra fisicamente voltando para os céus. Ambas as experiências estimulam a prática da fé viva e incondicional. Quando encontramos na Bíblia referencias a tempestades, muitas águas, ou mar, são invariavelmente metáforas para ilustrar as tribulações e os reveses da vida. O mais surpreendente na sofisticada pedagogia de Jesus é que Ele não dá aula teórica. Ele já coloca seus discípulos em situações práticas, para que aprendam vivenciando. Foi assim no passado, é assim no presente e será assim sempre. Cabe a nós, nos tornarmos alunos “ensináveis” e diligentes para assimilar a metodologia de ensino de Jesus e não sermos reprovados. Há muito cristão repetindo o ano. Crentes que já poderiam ser mestres, mas ainda continuam no Jardim da Infância da fé.

O que significa a palavra “porém”? É uma conjunção adversativa. O dicionário diz que: “Inicia ou encerra uma oração ou um período cujo teor indica uma oposição ou restringe o que foi proferido anteriormente”. Por que então, insistimos em usá-la exatamente quando se trata da nossa fé? Onde há fé não cabe nenhum “porém”! Não podemos levantar oposições ou restrições à nossa fé. Há um pensamento atribuído a Charles Spurgeon que diz: “A Fé é a razão repousando em Deus!”. Repousemos a nossa razão em Deus e nos aquietemos Nele! A experiência daqueles discípulos nos ensina que mesmo em meio às tempestades da vida, podemos contar com algumas certezas. Vejamos: Primeira Certeza: O próprio Senhor os compeliu para a tempestade; Segunda Certeza: O Senhor se retira para orar sozinho e certamente intercedia por eles e também intercede por nós; Terceira Certeza: Assim como Jesus acudiu os discípulos, Ele nos acode também; Quarta Certeza: Aquela situação foi a oportunidade de Deus para ajudá-los a crescer e se fortalecer; E Quinta Certeza: O Senhor ajudou os discípulos até o fim e fará assim conosco! Confiemos!

Há aqui lições preciosas que precisam ser assimiladas: Seguir a Cristo, nem sempre significa navegar em águas tranquilas. As tempestades têm seu papel na sofisticada pedagogia de Deus e ao contrário do que muitos pensam, elas são ideia de Deus e não do Adversário. Os “poréns” sim, são enviados pelo Maligno para minar a nossa fé. Portanto, cuidado com eles! As tempestades vêm para nos corrigir ou para nos aperfeiçoar, cabe a nós nos deixar ministrar por elas. Muitas vezes o centro da vontade de Deus é no meio de uma tempestade (tribulação, perseguição, enfermidade, aflição, perda ou provações de maneira geral) e Ele mesmo nos impele para lá. Quem sabe se não é isto que está acontecendo com você agora? Que tal perguntar ao Senhor: O que o Senhor deseja me ensinar no meio dessa tempestade? Clamemos por Jesus antes de submergirmos em nossas tempestades e Ele certamente virá em nosso socorro. Não podemos esquecer que as tempestades são apenas caminhos que nos levam para mais perto do Cristo. Se as tempestades da vida nos fazem orar mais, elas fazem mais bem do que mal. Alguém já disse que: “muitas vezes as bênçãos de Deus veem estilhaçando as vidraças” ou parecendo um grande “malassombro”. São acontecimentos que chegam com barulho assombroso para mudar a nossa realidade, são bênçãos de Deus disfarçadas para nos sacudir e tirar da estagnação. Aprendamos a discerni-las! Aleluia! Amém! Nadia Malta

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SACRIFICIO DE LOUVOR ABRE PORTAS E QUEBRA CADEIAS!

 O SACRIFICIO DE LOUVOR ABRE PORTAS E QUEBRA CADEIAS!

https://youtu.be/dBcvo-SBK1k

 Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”. At. 16. 25, 26.                                                                        


Que sejamos estimulados como povo de Deus a oferecer ao Senhor sacrifícios de louvor no meio das nossas agonias. Foi o que aconteceu na cidade de Filipos, região da Macedônia, na Ásia menor. Numa prisão da cidade o Apóstolo Paulo e Silas, seu companheiro de jornada, presos sob a falsa acusação de estarem tumultuando a cidade. Eles oravam e louvavam ao Senhor, apesar da situação. O texto citado ensina pelo menos três lições preciosas. Vejamos Primeira Lição: Estar fazendo a obra não nos isenta de passar por horas de suores frios; Segunda Lição: No meio da agonia mais atroz aqueles servos viram Aquele que é invisível, mas real e creram; E Terceira Lição: A libertação deles repercutiu na vida de outros! Depois de serem tremendamente usados por Deus para libertar uma mulher cativa de um espírito de adivinhação e do Senhor operar maravilhas através deles, esses homens, por uma artimanha maligna, são açoitados e presos. Apesar das circunstancias, Eles podiam enxergar a vitória através do véu denso daquela prisão insalubre. Eles podiam declarar a fé do tipo “ainda que...” Na prisão eles oravam e cantavam, porque sabiam em quem criam e sabiam também que de um jeito ou de outro seriam libertos. Sim, somos libertos quer na vida quer na morte! Quem louva ao Senhor no meio da agonia enxerga Aquele que é invisível, mas absolutamente real!

Creio que o Espírito Santo de Deus quer falar com todos os que recebem esta palavra, se sentem assim e carecem de uma estratégia do Alto para sair da situação onde se encontram. Uma grande estratégia do céu é “oferecer a Deus sempre por meio de Jesus sacrifício de louvor que é fruto de lábios que confessam o seu nome”, diz o autor de Hebreus. E não estou falando de algo mecânico, mas de uma fé viva que sabe em quem crê, apesar das circunstancias. Aliás, há dois sacrifícios que precisamos aprender a oferecer ao Senhor em meio às nossas lutas: Um é o sacrifício de louvor oferecido tão eficazmente por Paulo e Silas naquela prisão de Filipos, o outro é o sacrifício de ações de graças tão usado pelos salmistas em suas lutas diárias. É a gratidão que manifestamos mesmo antes do fim do combate! Agora, preste atenção aqui! Não importa o tipo, o local ou o nome da sua prisão. A de Paulo era em Filipos. A sua pode ser o medo, um vício.  Uma rejeição, um relacionamento, uma enfermidade, uma situação ou circunstancia não importa. O Deus que operou nos dias de Paulo e Silas opera hoje, então ore e louve ao Deus que tudo pode. A força daquela atitude de fé de Paulo e Silas moveu céus e terra a favor deles. A mesma coisa pode acontecer com todo aquele que agir de igual modo. Por isso ore e louve ao Senhor você mesmo.

O Senhor deseja ouvir a sua voz, mesmo em lágrimas. À semelhança de Paulo e Silas, quando você for liberto, os que estão ao seu redor também serão em nome do Senhor Jesus Cristo. As cadeias de todos foram abertas. Quantos estão se sentindo assim, necessitados de liberdade, de folga? Sentem-se aprisionados, criticados, acusados injustamente, feridos, perseguidos, encurralados e desesperadamente necessitados de uma intervenção poderosa de Deus em suas vidas. Muitas vezes essas cadeias não são físicas, mas emocionais ou espirituais. Muitos em nosso meio encontram-se presos ao medo, à intransigência, a jugos insuportáveis, à ansiedade, ou mesmo a vícios e inclinações. O que aprendemos aqui? Há muitos cativos em nosso meio que o Senhor deseja libertar. O que tem faltado? Passos ousados de fé! Glorifiquemos ao Senhor no meio das nossas agonias e veremos Ele quebrando cadeias para a sua glória! Atentemos!  Nadia Malta

 

 

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