sábado, 26 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ FÉ: UMA CERTEZA QUE NÃO SE DEIXA ABALAR!

 FÉ: UMA CERTEZA QUE NÃO SE DEIXA ABALAR!

“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem. De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”. Hebreus 11.1, 6. 


O capítulo onze desta epístola é chamado de Galeria dos heróis da fé. Aqui encontramos um elenco de homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. Eles exercitaram sua fé indo até às ultimas consequências. Viveram e morreram por ela. Nada os demovia da certeza inabalável dos agires de Deus. Eles tiveram fé para viver ou morrer pelo que acreditavam. Não a fé pela fé. Muitos têm fé em muitas coisas, mas aqui se trata da fé no Senhor, O Deus Todo Poderoso que fez os céus e a terra e sustenta tudo com a palavra do seu poder. Aquele que mesmo nas situações adversas não perde o controle de nada. Os versículos citados nos apresentam algumas verdades acerca da verdadeira fé, vejamos: Fé é a certeza das coisas que esperamos. Aqui não se trata de confissão do pensamento positivo, mas a certeza das infinitas possibilidades de Deus; Fé é a firme convicção de fatos que ainda não são vistos; Sem fé não agradamos a Deus; Aproximemo-nos de Deus na certeza que Ele existe; E Ele recompensa aqueles que o buscam nessa firme convicção. Nenhum dos que esperam nEle e recorrem a Ele será envergonhado.

Vale a pena ler todo capítulo e ver o testemunho de cada um, a começar pelo justo Abel passando pelos santos profetas que viveram no passado. Lista a qual podem ser acrescentados muitos outros nomes que viveram tanto tempo depois, até mesmo em nossos dias. O autor da epístola define fé como uma certeza daquilo que esperamos, numa outra versão diz: “a firme convicção de fatos que ainda não vemos!”. Fato é algo verdadeiro, que existe, não uma mera possibilidade! Aqui cabe uma pergunta: Se fé é a firme convicção de fatos, como ainda não são vistos? Arrisco um palpite: Creio que se trate de algo que já podemos contemplar com os olhos espirituais. Essa certeza é comunicada ao nosso interior pelo Espírito de Deus! Quando essa certeza se estabelece em nosso coração assim, ninguém pode demovê-la de nós! A corrida da fé é ganha olhando firmemente para o Autor e Consumador da nossa fé, Jesus, o Cristo de Deus! É Ele quem traz à existência o que ainda não existe do ponto de vista humano, mas já é uma realidade no Reino espiritual.

O que aprendemos com esta breve meditação sobre fé? Se fé é uma certeza inabalável nos agires de Deus, será que temos essa certeza? Conheço muitos “heróis” da fé contemporâneos tanto homens quanto mulheres de Deus que experimentaram a sua fé da maneira mais profunda. Eles possuíam essa certeza inabalável. Fé é um dos aspectos do fruto do Espírito Santo. Seu canteiro é a situação adversa. O autor da epístola em sua explicação sobre fé ainda diz: “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam”. Sim, Deus é real e se torna presenteador daquele que o busca de todo coração, tendo a certeza que Ele existe e age. Não falamos às paredes quando oramos, mas ao Deus Vivo que age e interage conosco. Por meio do profeta Jeremias o Senhor diz: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração; serei achado de vós e farei mudar a vossa sorte!”. Tão somente busquemos e confiemos! Nadia Malta

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ATENTEMOS PARA OS CAMINHOS APARENTEMENTE ESTRANHOS DE DEUS!

 ATENTEMOS PARA OS CAMINHOS APARENTEMENTE ESTRANHOS DE DEUS!

“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos”. Isaías 55.8-9. 


Atentemos para não nos desesperar diante das circunstâncias, porque muitas vezes elas são veículos de Deus para que as nossas bênçãos cheguem às nossas mãos. O Texto aponta para duas grandes verdades a esse respeito: Primeira: Os pensamentos e caminhos de Deus são diferentes dos nossos; E Segunda: Esses caminhos e pensamentos são maiores e mais altos que os nossos, e muitas vezes fogem da lógica humana limitada. Quanto mais caminhamos com o Senhor, mais e mais percebemos que não se pode enquadrá-lo em nossas formas e em nossas lógicas humanas. Ele tem em suas mãos infinitas e incompreensíveis possibilidades. Não nos atrevamos a tentar fechar conceitos, chegar a conclusões ou definir ações relativas a Ele. Ele é Soberano e faz tudo como lhe apraz. E Ele não terminou a obra em nenhum de nós, do contrário, nem estaríamos mais aqui. Ele não trabalha segundo os ditames humanos e muito menos dentro dos nossos cronogramas apressados. Não há nada mais didático do que pacientemente vê-Lo trabalhar.

Nossa mente não tem a capacidade de alcançar os propósitos futuros das ações do Senhor. E Ele é mestre em usar caminhos que fogem da lógica humana. Lembremo-nos de Filipe em Samaria! Tudo estava dando muito certo ali, as pessoas se convertendo ao Cristo e sendo curadas de enfermidades e libertas de espíritos imundos e Ele manda seu servo sair de lá e ir à estrada de Gaza que estava deserta. O propósito? Alcançar um homem que por sua vez alcançaria seu povo. Agora faz sentido! Uma coisa, no entanto, é visível, quando Ele entende de trabalhar em nós, de moldar o nosso caráter, Ele será implacável no seu intento! Por meio do profeta Jeremias Ele traz mais luz a questão e diz: “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês", diz o Senhor, "planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro”. Aprendemos que a vontade de Deus para nós é sempre boa, agradável e perfeita. Contudo, a nossa visão limitada nos impede de enxergar os desígnios de Deus e seus caminhos para que essa vontade se cumpra. Ele fala por meio do salmista dizendo: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus!”. Aquietemo-nos, então!

Tudo faz parte de um plano muito maior do que a nossa vã compreensão pode alcançar. Muitas vezes Ele tenta nos falar por um sussurro, como não prestamos atenção Ele usa seu megafone infalível que são as situações incompreensíveis do ponto de vista humano. Ao final tudo se encaixará perfeitamente porque nenhum dos seus planos pode ser frustrado. O que aprendemos aqui? O Senhor não deseja nos causar dano, embora muitas vezes seja isto que pensemos. Ele tem um futuro glorioso para cada um de nós. O grande problema é ter paciência para esperar o “enquanto” de Deus. E o grande antídoto para essa espera é confiar nas suas grandes e mui preciosas promessas. Lembremo-nos da borboleta que jamais seria o que é se não atravessasse a etapa dolorosa de crisálida! Assim somos nós, seres em transformação até que cheguemos ao que Deus planejou para nós! Até lá não resistamos às ordens de Deus e não nos espantemos com seus métodos e caminhos! Que nos aquietemos e deixemos Papai trabalhar! Nadia Malta

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/A SEMEADURA É OCPIONAL, A COLHEITA É OBRIGATÓRIA! ATENTEMOS

 A SEMEADURA É OCPIONAL, A COLHEITA É OBRIGATÓRIA! ATENTEMOS!

https://youtu.be/H3xIR8O5QFc

“Pois o dia do SENHOR está próximo para todas as nações. Como você fez, assim lhe será feito. A maldade que você praticou recairá sobre você. Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá”. Obadias 1.15; Gálatas 6.7. 


Toda semeadura boa ou má gera colheita! As palavras do Senhor tanto por meio do profeta Obadias quanto do apóstolo Paulo falam da mesma coisa: Semeadura e Colheita ou Lei do retorno, como muitos chamam. Não se colhe um fruto diferente da semente que se plantou, nem se recebe uma ação diferente da que se praticou. Ações, são como bumerangues, quer sejam boas ou más voltam para nós.  Muitas vezes queremos em vão mudar esse curso. Esta lei é implacável, nada pode mudá-la. A força de uma Lei é inegociável. Um velho provérbio chinês diz: “Podemos escolher o que plantamos, mas seremos obrigados a colher o que semeamos!”. O Dia do Senhor é o dia da sua vinda, mas podemos também fazer aqui uma aplicação ao dia das nossas colheitas. Ambos os textos apontam para verdades inegociáveis, vejamos: O Dia do Senhor se aproxima; De Deus não se zomba; E O que semearmos colheremos. As nações que se levantaram contra o povo de Deus pagaram um alto preço e isto em todas as épocas. Esta Lei é válida tanto para nações quanto para indivíduos.

Muitos raciocinam assim: “Mas eu me converti e a Bíblia diz que o Senhor perdoa pecados e apaga transgressões, por que estou passando por isso? O Senhor não me castigaria por algo que ele já perdoou”. Raciocínio está certíssimo, com uma ressalva, não é castigo, é colheita de uma semeadura feita. Semeou vai colher! E isto é imutável. O que semeamos no passado, inevitavelmente colheremos não tem jeito! Quanta coisa poderíamos ter feito diferente, mas não fizemos. Numa curva ou outra do caminho o resultado dessas ações nos emboscarão. Quanto ao passado não há nada que possamos fazer, mas podemos escolher com cuidado as novas sementes que plantaremos. Delas dependerá a nova colheita. O apóstolo Paulo é categórico: “De Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá”. Fato incontestável! Paulo ainda continua trazendo suas instruções a esse respeito: “Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos”.

Se esta Lei é válida quanto à espécie de semente também o é para a quantidade de semente e falando aos coríntios o apóstolo Paulo ainda instrui: “Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente”. Embora a primeira aplicação aqui seja outra, podemos também aplicar ao que estamos tratando hoje. Assim, semeemos com abundancia para o Espírito e colheremos vida eterna. O que aprendemos aqui? Antes de quebrar maldições e se deixar enganar por todos os “pantins” das “igrejas-mercado”, como quebra de maldições e atos proféticos, verifiquemos se o que estamos vivendo não é uma colheita de uma semeadura feita no passado ou até mesmo o curso natural das coisas. Aprendemos também que o melhor adubo para as nossas semeaduras é a oração e a melhor rega são as lágrimas. Aqueles que assim fazem voltarão com alegria trazendo seus feixes diz por experiência própria o salmista. Atentemos! Nadia Malta

 

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