quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/CRISTO EM TUDO TEM A PRIMAZIA!

 CRISTO EM TUDO TEM A PRIMAZIA!

https://youtu.be/hMAaP9k5Tis

E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”.  E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, Que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos”. Colossenses 1.18; Efésios 1.22-23. 


Vejamos o que diz a junção desses dois textos das epístolas aos Colossenses e aos Efésios. Enquanto a primeira apresenta Jesus como a cabeça da igreja a segunda apresenta a igreja como Corpo de Cristo. Jesus em todas as coisas tem a primazia, a preeminência. E como seguidores dEle não podemos aceitar nada menos que isto. Toda tentativa de tirar ou obscurecer a centralidade do Cristo é blasfêmia, por melhor que sejam as intenções. Ele é tudo em todos! Jesus é o nosso dono, Ele pagou a nossa dívida com seu sangue. Ambos os textos citados no inicio apontam para duas verdades essenciais e eternas que não podemos negligenciar, vejamos: Jesus é o Cabeça do Corpo da Igreja e tem a primazia, a preeminência sobre tudo e todos; E Tudo e todos estão sujeitos a Ele. Não há autônomos no Reino de Deus. Tudo que somos, sabemos e temos vem dele e é para a exclusiva glória dEle.

É com pesar que nós temos testemunhado em nosso tempo algo que já atravessa séculos, que é a tentativa de tirar a centralidade do Cristo. Isto acontece tanto em obras quanto em palavras. Esta inclinação é praticada pelos sinceramente equivocados por não terem um conhecimento da palavra e pelos que agem de má fé, com o fim de alcançarem uma notoriedade maligna. Já mencionei esta pequena ilustração outras vezes, mas é sempre oportuno trazer à memória. Conta-se que certa igreja recebera numa manhã um pastor de pequena estatura. E um garotinho perguntou a mãe: “Cadê aquele pastor que não deixa a gente ver Jesus?”. O menino se referia ao pastor titular daquela comunidade que por ser muito alto encobria um vitral com a figura do Cristo, que ficava por trás dele no púlpito. É assim que muitos têm feito procurado encobrir o Cristo em suas ações e palavras. Em se tratando de Brasil por causa do grande caldeirão espiritual no qual estamos inseridos, a facilidade dessas práticas é muito maior. Enquanto cristãos não podemos nos calar diante de tudo isto!

O Senhor procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade, não através de objetos ou práticas místicas. Isso é uma forma de idolatria. Através do evangelho segundo João, Jesus diz: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”.  O que aprendemos aqui? Dentro de um contexto idólatra como o nosso, muitos não conseguem dissociar essa adoração de objetos aos quais são atribuídos poderes miraculosos. E assim a centralidade do Cristo vai sendo minada malignamente por essas práticas. Os ídolos têm muitos disfarces, eles são muito espertos! Assim, todo cuidado é pouco para não empanar o brilho da glória de Deus nas nossas práticas religiosas! Portanto, cuidado o Senhor não divide a sua glória com ninguém! Atentemos! Nadia Malta

 

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS AS COISAS DO ALTO!

 BUSQUEMOS AS COISAS DO ALTO!

Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus”. Colossenses 3.1-3.                                        


O apóstolo Paulo faz aqui uma chamada veemente aos seus leitores para que tirem os olhos daquilo que é efêmero e os coloque nas coisas do Alto. Buscar e pensar nas coisas do Alto nos assegura desapego com as coisas terrenas. O apóstolo insiste na razão desse apelo, diz ele: “Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus”. A pergunta é: Será que temos a consciência dessa morte com Cristo ou tudo que vivemos em termos espirituais até aqui não passa de mera religiosidade de aparência, ou  emocionalismo da nossa parte? Quando experimentamos verdadeiramente o Cristo, nunca mais seremos os mesmos. O Senhor é plasmado em nós de tal maneira que as velhas coisas passam e tudo se faz novo. Já não somos mais nós que vivemos, mas Cristo passa a viver em nós! Contudo, será esta uma realidade pra todos que professam conhecê-lo?

Já não pertencemos a nós mesmos e o foco da nossa atenção precisa ser o próprio Cristo, Autor e Consumador da nossa fé. Se o Senhor não tiver a primazia em nossa vida tem algo de errado com a nossa conversão. E esta é uma questão que temos que ter sempre em mente. Corremos tanto de um lado para o outro, muito ocupados com as coisas terrenas como se elas fossem eternas. Desgastamo-nos à toa. Buscamos títulos. Amealhamos teres e haveres nos esquecendo de que tudo ficará aqui! Preferimos as coisas em detrimento das pessoas, e, sobretudo, daquilo que é eterno. Trocamos sem culpa o espiritual pelo terreno!

O que aprendemos aqui? Quais são as coisas do Alto sobre as quais Paulo fala no texto citado no inicio? Falando aos Filipenses ele responde: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. Proteger o pensamento é preciso. O autor de Provérbios ratifica dizendo: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”. O nascedouro das boas ou más ações é o pensamento ou o coração. O que temos armazenado lá? Tempo de examinarmos a nós mesmos! Reflitamos! Nadia Malta

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE O NOSSO FALAR TRANSMITA GRAÇA, NÃO DESGRAÇA!

 QUE O NOSSO FALAR TRANSMITA GRAÇA, NÃO DESGRAÇA! 

Toda espécie de animais, aves, répteis e criaturas do mar doma-se e é domada pela espécie humana; a língua, porém, ninguém consegue domar. É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Com a língua bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim! Acaso pode sair água doce e água amarga da mesma fonte?”. Tiago 3.7-11.

                                                                                 


A epístola de Tiago considerada a mais prática das epístolas. Trata de assuntos considerados por muitos nem tão espirituais assim. Contudo, concordem ou não, necessitamos da lucidez didática de Tiago em nosso andar diário por este Caminho Novo e Vivo, chamado Cristo, pelo qual trafegamos agora! Fomos alcançados pela Graça de Deus exatamente como estávamos, mas não para permanecer do mesmo jeito. A regeneração é um ato único, através do qual temos o nosso espírito morto recriado pelo Espírito de Deus. Nascemos de novo. Tornamo-nos novas criaturas, não há lugar mais para as velhas inclinações, porque as coisas velhas já passaram. Tudo se fez novo. Andemos, pois, em novidade de vida!

Há uma ação contínua e gradativa de santificação. Este processo é progressivo, só cessa na eternidade quando chegaremos à santificação perfectiva. Mas, enquanto estivermos aqui teremos áreas a serem tratadas e sem dúvida a questão do nosso falar é algo bem preocupante. Por isso neste mesmo contexto, Tiago diz: “Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo”. Quem consegue dominar a língua consegue dominar qualquer coisa. Mas neste quesito, quem está efetivamente pronto? Respondo: Ninguém! A língua segundo Tiago: “É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero”. Quantas vidas destruídas pela ação de um falar injurioso e irresponsável! O salmista sabia desse perigo e fez uma aliança com seus lábios. Façamos do mesmo modo. Quanto julgamento! Quanta retaliação vinda daqueles aos quais nos devotamos! Conheço tantas pessoas mortalmente machucadas pela ação contundente de línguas ferinas!

O que aprendemos aqui? Da mesma boca não pode sair bênção e maldição, assim como da mesma fonte não pode sair água doce e amarga. O apóstolo Paulo falando aos efésios corrobora com a mensagem trazida por Tiago dizendo: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”. Graça, sabemos é o favor imerecido de Deus. Jesus é a própria Graça encarnada! Somos chamados de despenseiros da multiforme Graça de Deus. Será que o nosso falar tem transmitido graça ou desgraça? Que Jejuemos no falar! Reflitamos! Nadia Malta

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