quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/PROSSIGAMOS NA FORÇA QUE SÓ O SENHOR SUPRE!

 PROSSIGAMOS NA FORÇA QUE SÓ O SENHOR SUPRE!

https://youtu.be/nQwp7apySvk

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma”. Hb. 12.1-3. 


Temos vivido muitas lutas. São batalhas sem fim com enfermidades, decepções, perdas irreparáveis, dificuldades relacionais sem conta, ausências irremediáveis, oposições que se levantam para nos fazer tremer nas bases e nos fazer perder o equilíbrio e a fé. Contudo, enquanto aqueles que não conhecem ao Senhor chegam a extremos de desespero, os que têm um relacionamento íntimo com o Senhor, saem escoriados, mas firmes em Deus. Seguem combatendo o bom combate, completando a carreira e guardando a fé. Somos sobreviventes mais que vencedores das muitas guerras que nos assolam. A ordem do Senhor continua sendo: “Avançar, seguir em frente sem olhar para trás ou esmorecer, sempre prontos a testemunhar da razão da esperança que há em nós!”.  Somos instados a perseverar na fé sem esmorecer. Que possamos caminhar firmes olhando para o Cristo, nos apegando a Ele e nos firmando nEle perseverantemente em oração e vigilância constantes. Só Cristo é a certeza de vitória mesmo em meio às lutas mais renhidas. É essa fé perseverante e esperançosa no Senhor que nos move a enfrentar tantas lutas sem esmorecer, mesmo que o nosso corpo adoeça ou morra, o nosso espírito se renova de dia em dia.

O texto citado aponta três ações imperativas que nos encorajam a seguir sem esmorecer. Vejamos: Primeira ação: Olhar para os que perseveraram antes de nós; Segunda Ação: Desembaraçar-nos de todo o peso e do pecado que tem atravancado os nossos passos; E Terceira Ação: Focar firmemente em Jesus considerando seus sofrimentos e oposições. Testemunhar é mostrar as evidencias. Todas as vezes que temos um grande desafio pela frente somos encorajados a olhar para a grande nuvem de testemunhas que viveu antes de nós e está descrita na grande galeria dos heróis da fé de Hebreus 11. Ali encontramos homens e mulheres dos quais o mundo não era digno, que pela sua fé foram às últimas consequências: Fecharam a boca de leões, derrubaram gigantes, saltaram muralhas e desbarataram exércitos e outros pela mesma fé chegaram ao martírio sem desistir ou negar o Senhor. Olhar para estes heróis turbina a nossa fé. Se eles conseguiram nós também em Cristo conseguiremos. Ninguém corre carregando fardos, até a roupa do corredor precisa ser leve para lhe facilitar a corrida. Por que então, carregamos tantos fardos desnecessários e teimamos em carregar nossos pecados de estimação? Nos agarramos a tantas coisas que apesar de não serem pecados em si mesmas representam pesos para nós. São costumes, manias, exigências que de certa forma nos têm aprisionado e impedido que vivamos com leveza e experimentemos a plenitude que Jesus prometeu.

Jesus é o nosso único paradigma, ninguém sofreu mais que Ele. Por isso Ele sabe o que sentimos, Ele conhece a nossa dor e se tornou “O sumo sacerdote que se compadece de nós, porque à nossa semelhança foi tentado em todas as coisas, porém sem pecados”. Os nossos olhos precisam estar fitos em Cristo, autor e consumador de nossa fé. Somos estimulados pelo autor de Hebreus a focar em Cristo continuamente. O que o texto nos ensina com vistas a cada novo dia? Olhemos para os que perseveraram em Cristo e completaram a corrida antes de nós.  Desembaracemo-nos de todo o peso e do pecado que tão tenazmente tem nos assediado impedindo que corramos com desenvoltura a carreira da fé. Foquemos sempre em Jesus, considerando seus sofrimentos e oposições. Ele venceu para nos habilitar a vencer.  Perseveremos esperançosos sempre no Senhor para não esmorecer na caminhada. Que o Senhor nos abençoe e aumente a nossa fé, que sigamos mais que vencedores por meio de Jesus Cristo nosso Senhor e Salvador! Nadia Malta

 

 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Meditação/Nadia Malta/ QUE TEMAMOS E TREMAMOS DIANTE DO ETERNO!

 QUE TEMAMOS E TREMAMOS DIANTE DO ETERNO!

https://youtu.be/5G24CLZ8EGY

No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim”. Isaías 6.1-8. 


O texto lido faz parte de um contexto maior, que vai até o versículo 13 e descreve o momento do chamado ministerial do profeta Isaías. Esse chamado foi marcado por dois acontecimentos que abalaram profundamente a estrutura emocional e espiritual daquele homem de Deus: A morte do Rei Uzias e uma tremenda visão do Trono de Deus. A partir daqueles dois acontecimentos, Isaías nunca mais foi o mesmo. O significado do nome Uzias ou Azarias, é o Senhor é a minha força, ele era filho do rei Amazias; começou a reinar com 16 anos e reinou 52 anos em Judá. Ele fez o que era reto diante de Deus. O texto de II Cr 26.5 diz que Uzias “se propôs a buscar o Senhor e nos dias em que buscou o Senhor, Deus o fez prosperar”. A certa altura do reinado de Uzias, tendo ele se fortificado; exaltou-se o seu coração para sua própria ruína e cometeu transgressão contra o Senhor, abusando de sua própria autoridade quis queimar incenso no lugar dos sacerdotes, o que era proibido. O Senhor o feriu com lepra até o dia de sua morte. Mesmo assim era amado por todo o reino de Judá, porque era um grande líder. Involuntariamente, estabeleceu-se uma relação de profunda dependência da figura paternal de Uzias. Essa dependência acabou se tornando um tipo de idolatria, pois as pessoas acabavam recorrendo a Uzias ao invés de recorrer a Deus. O texto se refere também a Serafins; classe especial de anjos de Deus; a palavra Serafim= vem do hebraico e significa consumir pelo fogo. Esses Anjos são agentes purificadores de Deus.

 Muitos homens e mulheres em todas as épocas tiveram o privilégio de ter gloriosas visões de Deus: Noé, Abraão, Jacó, Moisés, Daniel, Ezequiel, Davi, Josué, a mãe de Sansão, Hagar, Maria mãe de Jesus, Saulo de Tarso e tantos outros. Há uma característica comum entre eles: eles nunca mais foram os mesmos. Esses homens e mulheres foram visitados pelo sobrenatural de Deus, porque tinham outra característica comum: Eram pessoas de busca; eles ansiavam por Deus. O Senhor os visitou por isso. No ano da morte do rei Uzias, Isaias teve uma grande visão que o despertou para quatro áreas específicas. Vejamos: Primeira Área: Para a Santidade e glória de Deus; Segunda Área: Para seu próprio pecado; Terceira Área: Para sua purificação; E Quarta Área: Para o serviço. Deus é infinitamente grande e absolutamente santo; por isso que nosso pecado sempre irá ofendê-lo; nossas mentiras; nossas atitudes dolosas; nossas atitudes imorais; nossas posturas impuras; nossas palavras frívolas; nossas rebeliões; nossos melindres; e tudo o mais que procede de nosso coração pecaminoso. O grande problema quando não contemplamos a santidade de Deus, é que nos tornamos cínicos e complacentes com os nossos próprios pecados.

Quando o Espírito Santo nos convence do nosso pecado, devemos nos arrepender, confessá-lo e abandoná-lo. A santidade e a glória de Deus nos fazem enxergar o pecado como ele é sem a maquiagem das palavras que o banalizam como: Erro, deslize, tropeço, equivoco e tantas outras. Quando nos arrependemos, confessamos e abandonamos os nossos pecados, os agentes purificadores de Deus entram em ação. Passamos por um batismo de fogo, para que à semelhança do ouro sejamos purificados. Depois de sermos purificados, Deus nos chama através de inúmeros instrumentos para o seu serviço e espera de nós respostas. O que apendemos aqui?  Precisamos buscar a presença viva do Senhor e nos submeter à sua santidade e glória. Precisamos reconhecer, nos arrepender, confessar e abandonar nossos pecados e isso todos os dias, porque pecamos diariamente. Precisamos ser purificados pelo Senhor.  Precisamos nos dispor para Deus e sua obra, aonde quer que Ele deseje que trabalhemos; a obra é dEle e Ele capacita os seus escolhidos. Que nos disponhamos para Ele nesse novo tempo que começa agora! Nadia Malta

 

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Meditação/Nadia Malta/O PAI CELESTIAL CHAMA SEUS FILHOS ARREPENDIDOS DE VOLTA AO LAR!

 O PAI CELESTIAL CHAMA SEUS FILHOS ARREPENDIDOS DE VOLTA AO LAR!

 “Continuou: Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.  Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.  E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos,  porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se”. Lc. 15.11-24.                        


 Atentemos para o que o Senhor deseja nos ensinar através desta parábola do filho pródigo, que na verdade deveria ser chamada de parábola do Pai amoroso. Aqui o pai é o personagem principal, não o filho pródigo (esbanjador). Essa é a grande revelação de Deus para nós hoje, especialmente no limiar do novo ano que se avizinha!  Infelizmente em nossos dias, não ouvimos muito falar em graça de Deus. Parece que este assunto tornou-se obsoleto e tem sido relegado a um plano secundário por aqueles que pregam tanto o evangelho raso e de facilidades, quanto o evangelho de legalismos e terrorismo espiritual imposto por homens. Por isso, as pessoas têm perdido de vista algo que é o cerne da mensagem da cruz: A Graça Amorosa de um Deus Apaixonado por Pecadores arrependidos! A minha oração é para que nenhum de nós deixe de compreender essa verdade eterna. Não importa quem você é ou o que fez, Deus ama você e quer recebê-lo de volta! Ele próprio irá transformá-lo! A religião pode mudar o comportamento exterior por algum tempo, mas só o Senhor Jesus Cristo muda o caráter e a natureza do homem para todo o sempre.

 O texto em apreço nos traz três revelações acerca do caráter gracioso de Deus. Vejamos: Primeira Revelação: Deus é o Pai que espera que aprendamos com as nossas escolhas; Segunda Revelação: Deus é o Pai que ama incondicionalmente e não despreza um coração quebrantado que se volta para Ele; E Terceira Revelação: Deus é o Pai que restaura e restitui aquilo que seu filho perdeu por causa do pecado. Aquele que anda longe dos caminhos do Senhor além de chafurdar na lama come comida de porcos, vive na desgraça, na imundície. A Bíblia também diz em Pv 14.12: “Há caminhos que ao homem parecem direito, mas ao cabo deles  dá em caminhos de morte”. Tudo que o filho perdera com sua inconsequência, lhe seria restituído pelo pai. O perdão de Deus apaga as nossas transgressões e nos purifica de toda injustiça. O Senhor lança os nossos pecados nas profundezas do mar.

 O que o Senhor deseja que aprendamos aqui? As nossas escolhas geram consequências e nem sempre agradáveis. Não importa quem somos ou o que fizemos. O Senhor é o Pai amoroso e misericordioso que espera por nós de braços abertos e quando nos voltamos para Ele arrependidos,  somos acolhidos como filhos amados. Ele perdoa nosso pecado, apaga as nossas transgressões e nos purifica de toda injustiça, zerando a nossa vida e reescrevendo a nossa história. O Senhor é o Pai amoroso e perdoador que restaura tudo que foi danificado em nós pelo pecado e restitui a nossa dignidade de filhos e herdeiros! O mesmo tratamento dado ao pródigo é dispensado pelo Pai Celestial a cada um dos filhos que se volta para Ele com sinceridade de coração. A Graça maravilhosa do Pai Celestial, além de salvadora, ela também é libertadora, aperfeiçoadora, firmadora, fortalecedora e fundamentadora (ela é o nosso alicerce). Nela, portanto, devemos estar firmes, pois nada é feito fora da esfera da Graça de Deus por intermédio de Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador! .Nadia Malta

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...