quarta-feira, 29 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE SEJAMOS CONSOLADOS PELO SENHOR!

 QUE SEJAMOS CONSOLADOS PELO SENHOR!

Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu para que temas o homem que é mortal, ou o filho do homem, que se tornará em erva? Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Isaías 51.12; Romanos 8.31. 

As palavras do Senhor, tanto por meio do profeta Isaias quanto por meio do apóstolo Paulo, alentam o nosso coração ansioso por consolo do céu.  Todos indistintamente carecemos que o Senhor fenda os céus e venha em nosso auxilio! E nada é mais alentador do que olhar para as grandes e mui preciosas promessas de Deus ao seu povo em toda a história. Somos fracos, pequenos e limitados em nosso entendimento. Tem aumentado o número dos nossos detratores e perseguidores! E mais que nunca necessitamos dessa intervenção sobrenatural do Senhor em nossas encrencas tanto pessoais, quanto como povo de Deus. Somos desafiados a não temer. O consolo de que carecemos só pode vir efetivamente de Deus. Não há ninguém que possa nos acudir em nossos vazios e expectativas só o Fiel Guarda de Israel que não dormita nem dorme.

O Senhor é Aquele que sonda mentes e perscruta corações. Antes que a palavra nos chegue à boca Ele a conhece toda. Não podemos nos esconder do seu olhar e muito menos camuflar as intenções dos nossos corações. Aliás, Ele é especialista em decifrar intenções ocultas. Os grandes consertos começam pelas grandes confissões. Corações rasgados diante do Pai Celestial encontram consolações profundas. O próprio Senhor adverte: “Rasgai os vossos corações, não as vossas vestes!”. Temos sido chamados a um tempo de quebrantamento e consequentemente a um tempo de grandes transformações. Os grandes sofrimentos são a antessala das grandes mudanças. Entender esse princípio nos coloca na rota da consolação de que tanto necessitamos. Por outro lado, recebemos as consolações do Senhor para que também nos tornemos canais de consolações para todos os que se achegam a nós necessitados de graça. Nesses anos de ministério vi tanta coisa! Tudo tem sido um longo e valioso aprendizado!

Que lições podemos tirar dessas reflexões a partir do texto? Temos testemunhado agires de Deus, absolutamente incompreensíveis, do ponto de vista humano. Contudo, quando nos aquietamos em confiança e ficamos atentos a esses agires, além de vencermos a perplexidade também saímos experientes e esperançosos diante de tudo!  Que o Senhor tire o nosso medo, que Ele nos console e aquiete nossos corações para entendermos seus agires! Nadia Malta

 

terça-feira, 28 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEM FALTADO REVERENCIA DIANTE DO ETERNO E DISPONIBILIDADE PARA A SUA OBRA!

 TEM FALTADO REVERENCIA DIANTE DO ETERNO E DISPONIBILIDADE PARA A SUA OBRA!

No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim”. Isaías 6.1-8. 


O contexto todo vai até o versículo 13 e descreve o momento do chamado ministerial do profeta Isaías. Esse chamado foi marcado por dois acontecimentos que abalaram profundamente a estrutura emocional e espiritual daquele homem de Deus: A morte do Rei Uzias e uma tremenda visão do Trono de Deus. A partir daqueles dois acontecimentos, Isaías nunca mais foi o mesmo. O Rei Uzias de Judá foi um dos maiores líderes daquele povo; depois de um longo reinado de 52 anos, ao partir desta terra, deixou no profeta e em toda a nação um sentimento de profundo pesar e orfandade. Foi exatamente ali, naquele momento desolador na vida de Isaías que o Senhor escolheu para se manifestar a ele, mostrando-lhe a sua glória e majestade. Um rei humano deixava seu trono terreno, mas o Rei dos Reis continua assentado num Alto e Sublime Trono pelos séculos dos séculos, no controle absoluto de todas as coisas. Uzias começou a reinar com 16 anos e reinou 52 anos em Judá. Ele fez o que era reto diante de Deus. A certa altura do reinado de Uzias, tendo ele se fortificado; exaltou-se o seu coração para sua própria ruína e cometeu transgressão contra o Senhor, abusando de sua própria autoridade quis queimar incenso no lugar dos sacerdotes, o que era proibido. O Senhor o feriu com lepra até o dia de sua morte. Mesmo assim era amado por todo o reino de Judá, porque era um grande líder. Involuntariamente, estabeleceu-se uma relação de profunda dependência da figura paternal de Uzias.

Muitos homens e mulheres em todas as épocas tiveram o privilégio de ter gloriosas visões de Deus. Há uma característica comum entre eles: eles nunca mais foram os mesmos. Esses homens e mulheres foram visitados pelo sobrenatural de Deus, porque tinham uma outra característica comum: eram pessoas de busca; eles ansiavam por Deus. O Senhor os visitou por isso. No ano da morte do rei Uzias, Isaias teve uma grande visão de Deus que o despertou para quatro áreas específicas. Vejamos: Para a Santidade e glória de Deus; Para seu próprio pecado; Para sua purificação; E Para seu serviço. A ideia básica de Santidade é separação; ou seja, Deus está separado e acima da sua criação. Deus é infinitamente grande e absolutamente santo; por isso que nosso pecado sempre irá ofendê-lo; nossas mentiras; nossas atitudes dolosas; nossas atitudes imorais; nossas posturas impuras; nossas palavras frívolas; nossas rebeliões; nossos melindres; e tudo o mais que procede de nosso coração pecaminoso. O grande problema quando não contemplamos a santidade de Deus, é que nos tornamos cínicos e complacentes com os nossos próprios pecados. Quando Deus quer mostrar a sua própria glória e santidade somos confrontados com os nossos próprios pecados. A santidade de Deus avulta de forma contundente a nossa pecaminosidade.

Quando nos arrependemos, confessamos e abandonamos os nossos pecados, os agentes purificadores de Deus entram em ação. Passamos por um batismo de fogo, para que à semelhança do ouro sejamos purificados. Essa ação de Deus sobre nós traz uma profunda certeza de que fomos purificados, perdoados; passamos a nos sentir leves. Aqui há uma mudança radical de natureza, não apenas de comportamento. Pecado confessado debaixo de arrependimento é pecado perdoado, pecado perdoado é pecado apagado. Depois de sermos purificados, Deus nos chama através de inúmeros instrumentos para o seu serviço e espera de nós respostas. Deus quer pessoas que se disponham para Ele. Não para fazer o que querem, mas para fazer o que Ele quer. Às vezes achamos que temos um dom e não queremos fazer outras coisas para Deus; na verdade essas “outras coisas” aparentemente insignificantes são preparações de Deus para algo maior que Ele tem para nós. O que aprendemos aqui?  Precisamos buscar a presença viva do Senhor e nos submeter à sua santidade e glória. Precisamos reconhecer, nos arrepender, confessar e abandonar nossos pecados e isso todos os dias, porque pecamos diariamente. Precisamos ser purificados pelo Senhor.  Precisamos nos dispor para Deus e sua obra, aonde quer que Ele deseje que trabalhemos; a obra é dEle e Ele capacita seus escolhidos. Reflitamos! Nadia Malta.

 

 

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO NOS CONFORMEMOS AO MUNDO PARA QUE NÃO SEJAMOS ABALADOS!

 NÃO NOS CONFORMEMOS AO MUNDO PARA QUE NÃO SEJAMOS ABALADOS!

 Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?  O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade;  o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado”.  Salmo. 15.                                                                       


 Aqui o salmista responde as seguintes perguntas: Que tipo de pessoa desfruta da presença do Senhor e tem intima comunhão com Ele? Como reconhecemos um cidadão do céu? Aqui encontramos uma radiografia do verdadeiro cidadão do céu, daquele que embora esteja no mundo tem a firme convicção que não pertence a ele. O CIDADÃO DO CÉU é antes de tudo um eterno inconformado com o presente século. Ele é sal, é perfume e luz nas trevas. Este salmo suscita outras indagações igualmente pertinentes como: “Será que nasci de novo?”; “Que mudanças reais se operaram em mim?”; “Meu testemunho tem apresentado Cristo às pessoas?”; “Será que abandonei verdadeiramente as velhas convicções espirituais ou tenho servido a dois senhores?”; “Tenho interferido positivamente onde estou plantado?”. Quanto mais empreendemos essa jornada de fé, mais se faz necessário um autoexame diário de nossos pensamentos, atos e palavras. Confessar nossos pecados e abandoná-los um a um é o grande desafio à nossa frente, para nos apresentarmos diante do Senhor aprovados. Nada pode ser mais trágico para um servo do que perder a comunhão com o Senhor. Perder a comunhão com o Senhor é perder tudo! O inimigo de nossas almas é astuto e planeja de todas as formas nos derrubar de nossa posição em Cristo. Podemos ser chamados da terra a qualquer momento! Esse encontro pode ser iminente, nunca saberemos quando seremos chamados de volta para casa!

 As palavras do salmista aqui são claríssimas e nos levam, sobretudo, a uma meditação profunda sobre a nossa própria vida. A nenhum de nós foi autorizado à prática do julgamento, mas podemos discernir, pois pelo fruto se conhece a árvore. Segundo o raciocínio pormenorizado do salmista vejamos o que caracteriza o cidadão do céu (Aquele que habitará no Tabernáculo do Senhor e morará no seu Santo Monte): Primeiro: Ele vive em integridade e pratica a justiça; Segundo: Ele de coração fala a verdade; Terceiro: Ele não difama com a sua língua, não é crítico, nem melindroso; Quarto: Ele não faz mal ao próximo; Quinto: Ele não lança injúria contra o seu vizinho; Sexto: Ele tem por desprezível o réprobo, o perverso; Sétimo: Ele honra os que temem ao Senhor; Oitavo: Ele mantém a sua palavra mesmo com dano próprio; E Nono: Ele não empresta o seu dinheiro visando lucro, nem aceita suborno contra o inocente. Alguém que está em Cristo, que teve seu espírito recriado pelo Espírito de Deus não tem dois pesos e duas medidas.  Este cidadão do Céu não se conforma com o presente século, ele tem consciência plena de sua condição de peregrino e forasteiro nesse mundo. O cidadão do céu é compulsivo pela verdade, porque ele sabe que a Verdade é uma pessoa: CRISTO. Ele se veste dela como se fosse um cinturão. O cidadão do céu tem temor de Deus e não abre seus lábios dolosamente. Se não tivermos algo positivo para falar, então permaneçamos calados. A vereda do cidadão do céu vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito!

 O que o texto nos ensina sobre o cidadão do céu? Ele é integro e pratica a justiça. Ele fala a verdade, tem uma palavra só e tem uma língua consagrada ao Senhor, não a usa para o mal. Ele se preocupa com o próximo, não lhe faz mal, nem se associa com os perversos e não tira proveito de empréstimos ilícitos para se beneficiar. Ele honra os que temem ao Senhor. Por que o cidadão do céu se empenha nessas práticas? Ele não se empenha, ele simplesmente nasceu de novo, foi transformado por Deus. Ele não precisa mostrar que é espiritual, ele é espiritual. A comunhão com o Senhor é testificada no viver diário, aonde quer que ele esteja. Reflitamos! Nadia Malta

 

 

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...