QUE SEJAMOS VERDADEIROS ADORADORES!
https://youtu.be/urvaBMZMb2I
“Eu te amo, ó Senhor, minha força. O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta”. Salmos 18.1,2.
Este salmo é atribuído a
Davi, o rei salmista. Homem de muitos combates. O poema todo é uma grande
declaração de amor, fé e confiança na ação divina em tempos de grandes e
angustiosas batalhas enfrentadas pelo salmista. Embora, não enfrentemos
exércitos visíveis, nem tenhamos muralhas literais para saltar, as nossas lutas
não têm sido menores do que aquelas enfrentadas pelos servos de Deus do
passado. Percebemos que os agentes infernais com seus exércitos invisíveis, mas
reais, estão por toda parte, sempre à espreita para nos atingir e nocautear
tanto física quanto emocionalmente. Quantos servos de Deus enfermos da alma! A
mente humana tem sido o campo de batalha preferido do Adversário! Contudo, a
despeito de todas as circunstancias a nossa volta fomos chamados a ser Um Aleluia
da cabeça aos pés! Hoje tem sido comum a proliferação dos farsantes travestidos
de adoradores, até mesmo dentre os jovens, o que é trágico sob todos os
aspectos! As várias medias têm mostrado alguns desses, iludindo os tolos, que
formam a grande plateia de seguidores, por não saberem discernir a mão direita
da esquerda! A adoração é a primeira vocação dada ao cristão e o salmista nos
lembra desse chamado ao fazer as declarações dos versículos citados: Ele
declara o seu amor pelo Senhor; Ele declara que o Senhor é a Fonte de sua
força; E Ele declara que o Senhor é o Seu alto Refúgio e o seu Salvador!
Já reparou que tudo parece
concorrer para nos tirar de combate? Por isso nunca foi tão imprescindível permanecermos
em oração e constante vigilância. O rei salmista foi um homem de inúmeras e
grandes batalhas. Ele era chamado de homem segundo o coração de Deus, dada a
sua sensibilidade para ouvir a voz do Senhor e obedecer. Embora entendamos que
esse título não signifique impecabilidade, pois os pecados de Davi são
notórios, mas se percebe nele uma capacidade de reconhecê-los e se arrepender.
Deveríamos imitá-lo nesse quesito! Davi entendia a necessidade vital de ser
pastoreado pelo Supremo e Soberano Pastor. Ele se deleitava em Deus! Só através
desse relacionamento vivo ele poderia sobreviver à sanha assassina dos seus
inimigos que não eram poucos. Ele conseguiu atravessar todos os campos de
batalhas minimamente ferido. As cicatrizes que ficaram foram memoriais das suas
superações. Ele sabia em quem cria. O Senhor era sua Força. A sua Fortaleza e o
seu Libertador. O Senhor é o Rochedo da Nossa salvação o nosso Alto Refúgio,
assim como fora de Davi. Ninguém pode atingir os que estão escondidos em Deus.
O salmista ainda declara que o Senhor é o seu Escudo e a sua Torre Alta. Isto
significa relacionamento intimo e contínuo com o nosso amado Senhor e Salvador.
Acima de qualquer coisa que
possamos dizer a acerca de Davi, algo salta aos nossos olhos na postura daquele
homem de Deus: Ele era essencialmente um adorador que tocava o coração do Pai
com suas declarações. Suas palavras não eram apenas meras exterioridades para
impressionar Deus, mas frutos de lábios que confessavam o santo e excelso nome
do Senhor. O Senhor continua procurando adoradores que o adorem em espírito e
em verdade. Só o espírito recriado do homem é capaz de adorar nesse nível tão
profundo. Somos o povo que o Senhor formou para que lhe prestemos louvores.
Davi não se cansava de declarar a invencibilidade de Deus! O que aprendemos
aqui? A Bíblia está cheia de homens e mulheres que por serem adoradores
receberam o que tanto necessitavam, sem que tivessem de pedir absolutamente
nada. Muitas vezes os “cativeiros” são permitidos porque o povo deixa de adorar
à semelhança do Israel do passado em Babilônia. A genuína adoração é o único
caminho da verdadeira vitória do fiel. Será que podemos fazer as declarações
feitas pelo salmista nos versículos citados? Deus continua procurando
verdadeiros adoradores! Será que não tem faltado essa inclinação para adoração
em nós no tempo que se chama hoje? Reflitamos! Nadia Malta


