segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/SERÁ QUE O NOSSO VIVER TEM GLORIFICADO AO SENHOR?

 SERÁ QUE O NOSSO VIVER TEM GLORIFICADO AO SENHOR?

Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Sejam sábios no procedimento para com os de fora; aproveitem ao máximo todas as oportunidades. O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um” Efésios 5.15,16; Colossenses 4.5,6.            


As instruções paulinas nas duas epístolas visam levar seus leitores a um andar que glorifique o santo e excelso nome do Senhor. O apóstolo pontua de maneira prática como seria esse andar testemunhal: Um viver sábio e sensato; Aproveitar as oportunidades de anunciar o Cristo; E Ter um falar agradável, temperado com sal que transmita graça a quem ouve. O cristão não pode viver de maneira insensata, mas deve primar por um viver em sabedoria e sempre atento a cada oportunidade de apresentar Cristo aos que não o conhecem. Esse viver sábio passa pelo zelo com os que são de fora. Temos afirmado aqui inúmeras vezes que somos observados por homens e por anjos eleitos e caídos. Que estejamos atentos às oportunidades de anunciar o Cristo com palavras se for preciso, mas, sobretudo com ações. Palavras sem vida no altar já não convencem ninguém. São facilmente desmascaráveis. O maior sermão é o que é pregado com a vida.

O nosso falar precisa ser sempre agradável, temperado com sal, ou seja, ter a motivação certa que possa transmitir graça aos que ouvem e responder a cada um conforme a necessidade. Nunca se viu tanta mentira no meio dos que se dizem cristãos. O Senhor nos adverte que: O diabo é mentiroso e o pai da mentira. Portanto, entendemos que o mentiroso é filho do diabo. Nada pode ser mais destrutivo que um falar leviano, crítico, injurioso e maledicente. Não somos fiscais da “fazenda celestial” para fazer auditoria da vida do irmão! E como esta prática tem encontrado adeptos em nosso meio. Cuidado com os que tentam se engrandecer denegrindo o outro. Misericórdia! Temos testemunhado com pesar vidas completamente destroçadas por causa da ação danosa de línguas ferinas que abusaram do “sal” e provocaram “hipertensão espiritual”. Sal tem que ser usado na medida certa!

O que podemos aprender aqui? A preocupação do apóstolo com a saúde espiritual da comunidade cristã é grande e visível. E este zelo apostólico alcança a igreja em todas as épocas. Como tem sido difícil conter os absurdos travestidos de espiritualidade! Fomos chamados para ser sal, luz e perfume. Essas coisas por si mesmas se anunciam sem que haja necessidade de aviso prévio. Não podemos perder de vista essa santa vocação. Nada com cheiro de peixe podre deve sair dos nossos lábios como o julgamento precipitado ou o criticismo repulsivo que coloca seu autor sempre na posição de incólume! Ninguém é impecável! Tem muita gente que se diz cristã “se achando”, como se diria hoje! Esse, sem dúvida, não é um viver que agrada ao Senhor e muito menos o glorifica! Será que essas palavras poderiam ser aplicadas a nós? Reflitamos sobre isto e nos coloquemos como guardas, “fiscais”, mas da nossa própria vida! Temos glorificado ao Senhor com o nosso viver ou somos grandes farsas como cristãos? Reflitamos! Nadia Malta

domingo, 20 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/SE JÁ MORREMOS COM CRISTO, POR QUE NOS SUJEITAMOS AO MUNDO?

 SE JÁ MORREMOS COM CRISTO, POR QUE NOS SUJEITAMOS AO MUNDO?

https://youtu.be/RkWWNs70GIk

Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade”. Colossenses 2:20-23.                                             


O arrazoado do apóstolo Paulo aqui visa coibir a ação nefasta dos falsos mestres daqueles dias com suas falsas doutrinas que pretextavam uma pseudo piedade, na verdade eles queriam aprisionar as almas em seus laços malignos. A chamada “teologia do terror”! Aqueles cujas mentes não estavam firmadas em Cristo como cabeça de Todo Corpo, se deixavam persuadir. Paulo argumentou com seus leitores quanto a essa questão nos seguintes termos: “Se realmente morreram com Cristo para o mundo por que se sujeitam às suas regras? Essas coisas estão destinadas a perecer porque vem de homens; E Essas coisas podem até ter aparência de piedade, mas não são eficazes na luta contra o pecado”. Apenas testificam de uma falsa religiosidade. Será que isto acontecia apenas naqueles dias? Claro que não!

Hoje podemos com pesar assistir a ressurreição desses invólucros feiticeiros com seus rigores ascéticos. Falando aos Gálatas o apóstolo recomenda: “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão". Claro que essa liberdade não é licença para fazer a vontade da carne e a esse respeito Paulo ainda diz: “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; pelo contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor”. Aqui está o paradigma para as nossas ações: Jesus Cristo. Ele nos libertou. É, pois, o nosso verdadeiro dono. Olhar para o Cristo e fazer o que Ele ordena nos faz andar em segurança. Claro que nem sempre conseguimos, afinal não somos impecáveis, mas quando caímos temos advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é também o que nos justifica.

O que tudo isto nos ensina de fato? Falando aos romanos Paulo traz mais luz a essa questão dizendo: “Porquanto o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo; Pois quem serve a Cristo desta forma é agradável a Deus e estimado por todas as pessoas”. E aqui ouvimos o apóstolo falar de interioridade, não da aparência exterior de piedade como muitos querem impor. Claro que tudo podemos fazer, mas nem tudo nos convém. A nossa liberdade não pode causar escândalo ao irmão mais fraco na fé. Devemos ter esse zelo com o nosso irmão por quem Jesus também morreu. Desfrutemos, pois, da alegria do Espírito Santo e nada disponhamos para a carne no tocante às suas inclinações e apetites, não por exigências de homens, mas por amor ao Senhor! Nadia Malta

 

sábado, 19 de setembro de 2026

Meditação/Nadia Malta/CRISTO, A VERDADE QUE LIBERTA!

 CRISTO, A VERDADE QUE LIBERTA!

E conhecerão a Verdade, e a Verdade os libertará. Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres”. João 8.32, 36.                          


O texto citado traz afirmações que mudam a história daqueles que as recebem: Os que conhecem a Verdade, que é o Cristo são libertos; E Aqueles aos quais o Filho libertar serão de fato livres! Não há sensação mais desoladora do que a de se sentir aprisionado. Seja qual for o elemento opressor. Às vezes o que nos oprime são contingências ou jugos familiares, contudo, o pior jugo ainda é o espiritual. Olhar para o Cristo como a Verdade que liberta é alentador sob todos os aspectos. Só aqueles que conheceram um jugo espiritual sabem do que estamos falando aqui. No encontro de Pilatos com Jesus relatado nos evangelhos, prestemos atenção a este diálogo: “Então, você é rei!", disse Pilatos. Jesus respondeu: "Tu dizes que sou rei. De fato, por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade. Todos os que são da verdade me ouvem". "Que é a verdade?”, perguntou Pilatos”. Esta pergunta ecoa ainda hoje. Ficou sem resposta naqueles dias porque Jesus e Pilatos estavam falando de coisas diferentes.

Enquanto Pilatos talvez tivesse em mente o conceito filosófico acerca da verdade, a própria Verdade estava diante dele e ele não tinha olhos para perceber. Talvez a pergunta correta fosse: “Quem é a Verdade?”. O silêncio de Jesus aqui não significa que Ele não soubesse a resposta sobre o assunto, visto que Ele próprio é a Verdade. Aliás, esta resposta já havia sido dada antes mesmo da pergunta ser formulada. Jesus em outro momento deste mesmo Evangelho traz a resposta à pergunta de Pilatos, Ele diz: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”. O Senhor é a Vereda e o Destino para os que se encontram sem rumo. Ele é a Verdade para os que estão encarcerados pelo engano e é a Vida para todos os que estão mortos em seus delitos e pecados. Contudo, se faz necessário que os olhos espirituais sejam desvendados para que se possa compreender aquilo que aqui está sendo tratado. A Verdade se revela a quem quer se revelar!

O que aprendemos aqui? Quando o Filho nos liberta, verdadeiramente seremos livres. Nossa alma experimenta algo indizível, o nosso espírito é vivificado e nunca mais teremos outros senhores sobre nós. Experimentaremos a liberdade dos filhos de Deus, que não é licença para pecar, mas para um andar numa Vereda luminosa que vai brilhando mais e mais até que seja dia perfeito. Somos o povo da Aurora, não do crepúsculo! A Verdade ilumina os olhos do nosso entendimento de modo que nada mais nos aprisionará. Somos resgatados do velho cativeiro. Somos de Cristo, Cristo é nosso! Tudo se faz novo! Verdadeiramente somos livres! Nadia Malta

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