FLORESÇAMOS E FRUTIFIQUEMOS PARA A GLÓRIA DE DEUS!
“Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro do Líbano; Serei como orvalho para Israel; ele florescerá como o lírio. Como o cedro do Líbano aprofundará suas raízes”. Salmos 92.12; Oséias 14.5.
Vivemos em um tempo em que muitos dos que
se dizem cristãos têm se ocupado de muitas coisas e têm se esquecido do real
chamado que é anunciar o Cristo! E esse anunciar é muito mais efetivo quando é
feito de forma testemunhal que com meras palavras! O mundo não ouve o que
dizemos, mas vê o que fazemos! Somos observados por homens e por anjos, eleitos
e caídos! Esses últimos são a grande torcida contra esperando a nossa queda!
Que a nossa vida seja um testemunho vivo do que se operou em nós! Atentemos!
Verdades trazidas pelos textos: Os justos florescerão e crescerão; Não importa
o tempo, o Senhor será o orvalho para regá-los; e Eles Terão raízes profundas.
Uma palavra consoladora e cheia de graça para os justos de todas as épocas.
Justos não por serem impecáveis, mas por terem sido justificados por meio do
Senhor. Estamos em um tempo físico de florescência e frutificação. Quando a
primavera se aproxima é inspiradora sob todos os aspectos. Que sejamos também
encorajados a florescer onde estamos plantados. Florescência precede a
frutificação. Os textos parecem se completar.
O Senhor promete por meio do profeta Oseias
ser orvalho para o seu povo amado. Precisamos ser regados pelo próprio Deus!
Assim, seus justos florescerão como a palmeira e crescerão como o cedro do
Líbano que tem raízes profundas. Sim estamos em um tempo de florescência, que
este tempo seja o prenúncio de muitos frutos para a glória do Senhor. O povo de
Deus sobre a terra precisa fazer a diferença. Florescência também pressupõe
perfume e este é credencial de crente fiel. Que o bom perfume de Cristo seja
manifesto através de nós, como canais vivos da multiforme Graça de Deus! Graça
esta que precisa ser tocada e experimentada por meio de atos concretos de amor
manifestos por nós. Que o “Eis-me aqui. Envia-me a mim!” dito por meio do
profeta Isaías repercuta em nós e através de nós. Que nos disponhamos tanto
para evangelizar com palavras quanto com atitudes práticas de amor ao próximo. Hoje
temos visto com tristeza muitos dos que se dizem cristãos não saberem discernir
a mão direita da mão esquerda se associando a políticos que se fazem passar por
cristãos, para enganar se possível os eleitos de Deus e lamentavelmente têm
conseguido! Tempo de abrir os olhos e aprender a discernir! “Nem todo aquele
que diz: Senhor, Senhor, é de fato de Deus”, nos alerta o próprio Senhor!
Despertemos do torpor maligno e emocional que tem se abatido sobre nós!
É fundamental deixar que todos saibam que
somos cristãos, depois nos calemos e testemunhemos acerca do Cristo e daquilo
que Ele operou em nós. Só a partir daí poderemos falar como quem tem
autoridade. Primeiro as flores, depois os frutos. O que aprendemos aqui? A
florescência das mangueiras do meu quintal acenam para os suculentos frutos
meses depois. Tem sido assim com as
demais fruteiras: O limoeiro, as aceroleiras e as pitangueiras. Todas elas
sinalizam, anunciam seus frutos. Quem disse que conosco seria diferente? A
florescência também pressupõe rega, poda e limpeza das ervas daninhas. Quem faz
isto? O dono do campo onde estão as árvores plantadas. Quem sabe se tudo que temos experimentado não
são regas, podas e uma boa limpeza? Atentemos e cooperemos, dói menos! Nadia Malta


