sexta-feira, 26 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ A GRAÇA VIVA DE DEUS PARA NOS ALCANÇAR, SUSTENTAR, ASSISTIR E ACOLHER!

 SÓ A GRAÇA VIVA DE DEUS PARA NOS ALCANÇAR, SUSTENTAR, ASSISTIR E ACOLHER!

 Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disseIsaías 1.18-20                                              


 O texto lido mostra o profeta Isaías usado por Deus para trazer uma mensagem de salvação para uma nação rebelde e contenciosa. Isaías traz um convite profético da irresistível graça de Deus, setecentos anos antes dessa Graça encarnar na pessoa de Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo. O texto de Isaías é extremamente contemporâneo e chama a atenção para o fato de que o Senhor é o Deus da oportunidade e Ele espera que aqueles que o ouvem, sejam sensíveis à sua voz. Aqui, a depravação total do homem é confrontada com o juízo e a Graça de Deus. A Palavra de Deus tem sido tão banalizada, tão mercadejada e tão negligenciada em nossos dias que nunca foi tão difícil anunciá-la. Mas, Deus não desiste! Glórias sejam dadas a Ele por isso. Creio mesmo que os anjos já desceram para a ceifa, os campos estão brancos para a grande colheita de almas dos últimos dias. E veremos se cumprir a promessa de Deus de que a sua “glória cobrirá a terra como as águas cobrem o mar”. Os que estão à nossa volta têm sede e fome, mas não de água e alimento. Sede e fome da Palavra do Senhor. Por isso, apesar do que vemos em termos de testemunhos negativos de muitos que professam o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, não podemos desistir de anunciar essa Palavra de Vida Eterna.

 O texto citado traz um convite da Graça de Deus e duas consequências, uma positiva e uma negativa. O Convite: Os leitores de Isaías são chamados pelo profeta para arrazoar, ouvir a sua argumentação no que diz respeito à Graça de Deus. Essa argumentação é irrefutável, não tem o que discutir. A proposta aqui é zerar a vida e a história pessoal daqueles que aceitarem o convite. A chance é imperdível, pois é presente de Deus, iniciativa de Deus e não do homem. Há um convite explícito. Se a Graça convida é sinal que alcançamos o favor de Deus, sem que haja nenhum merecimento de nossa parte. O mais encantador na Graça de Deus é que tudo que o pecador precisa fazer é dizer: SIM, EU ACEITO O CONVITE! E crerá e receberá esse convite todo o que foi destinado para a vida eterna. A Consequência positiva para os que aceitam o convite: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra”. O tratamento celestial é VIP. No Kit da salvação vem tudo que precisamos para esta vida e a vindoura. Passamos a ser chamados de Filhos e herdeiros de Deus.  Saímos da condição de meras criaturas, para condição honrosa de filhos de Deus! O Senhor quer nos dar o melhor desta terra. E com toda certeza Ele não está falando de superficialidades, mas da Suficiência dessa Graça salvadora, libertadora, sustentadora, firmadora e fortalecedora vinda do próprio Deus. Passamos a viver na terra, mas na perspectiva do céu.

 A consequência negativa para os que rejeitam o convite da graça de Deus: Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse” – v.20: O que Deus requer de nós? Obediência. Ele deseja que os que ouvem seu convite respondam afirmativamente, tanto para a salvação quanto para a vitória. Se a nossa atitude for de rebelião, seremos devorados à espada. De que espada o Senhor está falando aqui? Da Sua Santa Palavra que é a Espada do Espírito. Os que rejeitam o convite da Graça sofrerão os efeitos dessa Espada. O que o Senhor está requerendo de nós hoje? Que sejamos sensíveis ao convite da Graça de Deus, talvez a última chance seja hoje. Deus deseja fazer tudo novo em nossa vida; tudo que precisamos fazer é dar o passo de fé em sua direção e dizer: SIM, EU ACEITO SENHOR O SEU CONVITE E RECEBO JESUS COMO MEU SENHOR E SALVADOR! O Senhor tem o melhor para cada um de nós! O caminho da rebelião contra Deus é árduo e doloroso. Ao final dele espera a Espada do juízo de Deus. Só há dois caminhos: Céu e Inferno, não há uma terceira opção. Pense nisso! Portanto “Se ouvires hoje a voz do Senhor não endureçam os seus corações!”. Nadia Malta

 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ SOMOS CHAMADOS À MUITAS TRAVESSIAS!

 SOMOS CHAMADOS À  MUITAS TRAVESSIAS!

https://youtu.be/l2dzZaxSG1U

Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: "Vamos para o outro lado". Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam. Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este ia se enchendo de água. Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: "Mestre, não te importas que morramos”? Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: "Aquiete-se! Acalme-se!" O vento se aquietou, e fez-se completa bonança. Então perguntou aos seus discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?". Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?" Marcos 4. 35-41. 


Aquela convocação de Jesus mesmo tendo sido literal, trazia consigo um sentido parabólico para aqueles discípulos. Este outro sentido só poderia ser compreendido pelos ouvidos treinados de suas ovelhas. Jesus estava falando de uma travessia para um nível de espiritualidade que requeria fé, graça, resistência e resiliência. Se isso foi válido para os dias de Jesus andando com seus discípulos visivelmente aqui na terra, o que dizer nos dias de hoje? Tenho a impressão de ainda ouvir o Senhor Jesus fazendo a mesma convocação feita aos discípulos dos dias de sua carne sobre a terra: “passemos para a outra margem” e dessa vez não de forma parabólica, mas explicitamente convocando as suas ovelhas para atravessarem o lago da superficialidade, da barganha, do sacrifício barato, do voto de tolo, do mercadejamento da fé, do toma lá da cá espiritual que tem marcado a religiosidade de nossos dias. O que realmente o homem precisa não é encher os bolsos de dinheiro ou fazer parte da lista dos dez mais. O que na verdade ele precisa é preencher o vazio em seu coração. Ele precisa resolver o problema que afeta a sua interioridade: A falta de paz que excede todo o entendimento e aquela alegria completa e indizível que só é possível na presença do Senhor. Há três coisas no texto que chamam a nossa atenção de modo especial. Vejamos: A convocação de Jesus aos seus discípulos para passarem para a outra margem; Mesmo Jesus estando com eles no barco, não os livrou de passar por tempestades; E Tudo, absolutamente tudo, está no controle soberano do Senhor!

 Aquela era na verdade uma convocação para que seus discípulos participassem de uma “parábola viva”, onde eles próprios seriam os protagonistas. Eles viveriam naquele barco (figura representativa da igreja) o que experimentariam em suas vidas. O Senhor os convoca para um nível de espiritualidade que vai além da superficialidade e requer além de fé, graça, resiliência  e resistência para enfrentar o que pode surgir em nosso caminho. Estamos vivendo um tempo que é imperioso termos a compreensão dessa santa convocação do Senhor que ecoa em nossos dias, do contrário abandonaremos a fé que um dia abraçamos como muitos têm feito. Como cristãos somos chamados a enxergar a vida com os olhos de quem realmente foi transformado pelo poder de Deus. Isso nos faz andar no Caminho, na Luz, na Verdade, livres de pesos e culpas ou máscaras, mas não nos isenta de passar por tempestades. A proximidade e intimidade com o Senhor não torna a nossa vida mais fácil do ponto de vista circunstancial. No entanto, nos torna mais maduros, mais capazes de enfrentar a vida com lucidez e equilíbrio. Ajuda-nos a escolher as coisas mais excelentes, não nos contentando com superficialidades. O aparente sono de Jesus no barco não significa inação, descaso ou apatia. Esse sono faz parte de sua didática. O que Ele deseja é que confiemos em sua suficiente graça, numa atitude de fé e perseverança.

 Descobrimos aqui que nada do que venha a nos acontecer está fora de sua área de controle e cuidado amoroso. Ele não nos promete livrar de passar por vales sombrios, de entrar em fornalhas ardentes, de atravessar desertos abrasadores, de enfrentar gigantes, mas garante a sua presença em todo o tempo. Por isso aqueles discípulos foram severamente repreendidos por Ele por causa de sua falta de fé e timidez diante da tempestade. O que Espírito Santo deseja nos ensinar hoje? Jesus nos convoca hoje a passar a uma outra margem com Ele. Ele deseja para nós um nível de espiritualidade que vai muito além da superficialidade religiosa do toma lá da cá das igrejas-mercado. Ele deseja que alcancemos uma espiritualidade de alicerce profundo cavado na Rocha eterna que é ELE próprio. Mesmo estando conosco no barco, e Ele certamente está, não estamos livres de enfrentar tempestades em nossa jornada por esta vida. O aparente sono do Senhor não significa apatia, descaso ou inação, mas faz parte de sua didática. É um recurso, uma oportunidade de manifestarmos ousadia, fé e resistência confiantes na sua suficiente graça. Jamais devemos esquecer que o nosso Senhor é Aquele que até o vento e o mar lhe obedecem, portanto, ELE está no controle de absolutamente tudo e nos concedeu autoridade. Nadia Malta

 

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/GLORIFIQUEMOS AO SENHOR COM O NOSSO VIVER!

 GLORIFIQUEMOS AO SENHOR COM O NOSSO VIVER!

https://youtu.be/-M4gAgPDutc

 Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus; sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria, dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz”. Cl.1.9-12.          


Colossenses é uma das cartas de Paulo escritas da prisão, provavelmente em Roma. A epístola em si, é assim como Efésios, uma carta circular (uma encíclica) que foi dirigida aos cristãos (santos e fieis) que se encontravam não só na própria cidade de Colossos, mas em toda a Ásia Menor. Colossenses mostra Jesus como cabeça da igreja. As orações paulinas feitas da prisão têm uma característica curiosa, ele nunca pede por questões pessoais sejam materiais ou físicas. O grande alvo dessas orações é pelas necessidades espirituais dele e do povo de Deus de maneira geral. É interessante observar que na maioria das nossas reuniões de orações, a grande motivação provém das necessidades de cada um: Saúde, finanças, relacionamentos, famílias e causas na justiça. Embora, não haja nada de errado em orar por essas coisas, precisamos aprender com Paulo a priorizar a nossa vida espiritual, o nosso viver com Deus, esta na verdade é a nossa principal e maior necessidade. Um simples levantar as mãos na igreja numa atitude de “entrega da vida ao Senhor”, não faz de nós cristãos genuínos. Essa atitude é só o primeiro passo. Precisamos nos manter firmes em nossa caminhada, andando e vivendo de modo digno do nosso Senhor e Salvador. Jesus está às portas e nunca foi tão necessário preparação e prontidão por parte de sua Noiva, a Igreja.

 

Mas o que significa realmente viver de modo digno? Será que Jesus tinha em mente nos enclausurar, nos fechar em um mosteiro para que não víssemos o que acontece no mundo? Acho que a própria vida e ministério de Cristo nos respondem a essas perguntas. Ele próprio recebia pecadores e comia com eles, sem precisar praticar as suas obras. O grande desafio para nós como igreja é viver no mundo sem nos deixar contaminar por suas obras malignas, nem fazer concessões aos seus apelos. Fomos chamados para ser santos, não santarrões estereotipados. O tempo para construir um santo dentro de nós é a vida inteira. O que seria, então, esse viver de modo digno do Senhor, segundo a visão paulina: Vejamos: Que Tenhamos uma cabeça sábia; Que Tenhamos pés firmados na Palavra; Que Tenhamos as mãos ocupadas; Que Tenhamos as costas fortes para enfrentar as dificuldades; E Que Tenhamos o rosto alegre, que sejamos perseverantes, e gratos a Deus! Essa inteligência espiritual mencionada aqui precisa ser desenvolvida para que não nos deixemos levar pelos ventos de doutrinas que sopram à nossa volta, bem como pelas ofertas do mundo, pelos apelos da carne ou os estímulos do diabo. Os pés firmados na Rocha é uma consequência dessa inteligência espiritual, que leva o cristão a uma obediência prática àquilo que é ordenado pela Santa Palavra de Deus.

 

O que aprendemos aqui? Na vida cristã conhecimento e obediência andam juntos. Aqui fala de testemunho. Trabalhar para o Senhor é um ato adorador, para isso não é necessário um púlpito ou pregação formal, como já fora dito, mas um compartilhar diário daquilo que Cristo fez por nós. É necessário trabalhar enquanto é dia, a noite vem quando não poderemos mais trabalhar. Conhecimento, obediência e serviço também precisam estar associados ao caráter moral do filho de Deus. O cristão precisa ser fortalecido no Senhor para não esmorecer diante das dificuldades, nem sucumbir às fraquezas e inclinações da carne. Certo pensador cristão disse: “Alegria é negócio sério no céu. O cristão triste é um difamador do seu Senhor”. “Se não há alegria em nossa vida, há algum vazamento em nosso depósito espiritual”. Atentemos e reflitamos! Nadia Malta

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