quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Meditação/Nadia Malta/TODOS OS NOSSOS CAMINHOS ESTÃO PERANTE O SENHOR!

 TODOS OS NOSSOS CAMINHOS ESTÃO PERANTE O SENHOR!

Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos”. Provérbios 16.2, 3. 


A nossa vida é um caminhar surpreendente! Tomamos decisões. Fazemos escolhas. Tudo é um grande risco, mas que vale a pena correr. Por mais fé que tenhamos sempre corremos o risco das coisas não darem certo. E o mais interessante é que mesmo debaixo de muita oração ainda podemos fazer escolhas frustrantes do ponto do vista humano. Mas será que isso é ruim? Acho que tudo é um grande treinamento, para um grande aprendizado. Na vida de um servo, até quando tudo dá errado dá certo. “Todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito”. Diz o apóstolo Paulo. O autor de provérbios nos alerta para o fato de que para o homem todos os seus caminhos são puros, mas é o Senhor quem pesa o espírito. Qual o segredo, então para um andar sem sobressaltos? Confiar as nossas obras ao Senhor e os nossos desígnios serão estabelecidos por Ele!

O Senhor pesa, perscruta o nosso espírito. A palavra ainda nem chegou aos nossos lábios e Ele já a conhece. E as nossas intenções, então? Ele sonda mentes e corações. Ele não se impressiona com as nossas exterioridades. O Senhor é especialista em ir às regiões mais abissais, mais inconscientes do homem, lugar que, diga-se de passagem, nem o próprio homem consegue ir. Mas o Senhor vai e consegue captar o imperceptível aos sentidos destreinados. Exercitar a calma é preciso. Confiança em Deus demanda calma para esperar o seus desígnios se estabelecerem. Tenho me perguntado nos últimos tempos os porquês ou “para quês” de tanta coisa. Se já recebei alguma resposta? Claro que não! E quem disse que teremos todas as respostas aos nossos questionamentos? Pelo menos não, deste lado da eternidade. Todos nós temos sido tremendamente ministrados a esse respeito nos últimos tempos. Tem um pensamento atribuído a Isaac Newton que diz: “O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano!”. Assim não nos arvoremos em querer achar explicação ou resposta para tudo.

Evitemos a frustração de tentar a todo custo encontra-las. Enquanto perdemos tempo buscando explicações deixamos de dar o melhor de nós. No final das contas devemos fazer tudo como para o Senhor e não para homens. O autor de Eclesiastes diz: “O que as suas mãos tiverem que fazer, que o façam com toda a sua força, pois na sepultura, para onde você vai, não há atividade nem planejamento, não há conhecimento nem sabedoria”. (Ec.9.10). O que aprendemos aqui? De duas coisas estou convicta. Primeira: Aquilo que tivermos de saber o Senhor nos revelará! Segunda: O que chegou às minhas mãos para fazer mesmo não entendendo, devo fazer bem. Os propósitos de Deus, embora estejam diante dos nossos olhos o tempo todo, os nossos olhos precisam estar abertos para que vejamos! Ultimamente tenho preferido às perguntas. Elas me fazem pensar! Reflitamos! Nadia Malta

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Meditação/Nadia Malta/ O SENHOR RESOLVEU FICAR EM NOSSA CASA! DESÇAMOS DA NOSSA ALTIVEZ!

 O SENHOR RESOLVEU FICAR EM NOSSA CASA! DESÇAMOS DA NOSSA ALTIVEZ!

https://youtu.be/wNpxzLpPBoc

 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria”. Lucas 19. 5, 6.                                                      


O encontro de Jesus com Zaqueu, o maioral dos publicanos é revelador sob todos os aspectos. Ele era além do maioral dos publicanos, rico. Um sujeito baixote, que enriqueceu ilicitamente. Era odiado pelos seus patrícios pelas extorsões que praticava. Era considerado também pelos religiosos daqueles dias o maioral dos pecadores. E o mais carente da ação da Graça salvadora! Tenho andado abatida. Cansada e sobrecarregada. Calma! Deixe-me explicar: Os sentidos todos têm estado saturados de tanta doidice no mundo como um todo, mas especialmente no meio eclesiástico contemporâneo. As exigências, as ameaças e, sobretudo, as artimanhas para se conseguir adeptos e lotar os templos têm se multiplicado e ido às raias da loucura. O que está acontecendo? Tem faltado temor do Senhor. Esta é a grande realidade. Esquecemos que o Deus da bondade é o Deus da severidade e Ele ajustará contas com todos os caçadores de almas com seus invólucros feiticeiros no meio do seu povo!

O que a história de Zaqueu nos leva a discernir hoje? Por mais que o homem se esforce para alcançar a Deus, a iniciativa é sempre da Graça. O Senhor é quem marca esse encontro conosco; Arrependimento sincero gera mudança de vida; E Jesus veio para os doentes, os coxos, os cegos e todos os perdidos. A história de Zaqueu é conhecida por todos que têm familiaridade com a Palavra de Deus. Certo dia Jesus passava por Jericó e ele sabendo disso correu e subiu numa árvore para vê-lo e para sua surpresa já estava tudo preparado pelo Senhor e a Graça encarnada toma a iniciativa de abordar Zaqueu fazendo o convite mais inusitado: “Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. Zaqueu desceu a toda pressa e o recebeu com alegria. É Deus conosco! É o Emanuel se revelando a nós. Não é simples religiosidade de fachada é relacionamento! A história não acaba aqui. Depois daquele encontro, Zaqueu mudou de rota, nunca mais foi o mesmo. Converteu-se! Relacionamento íntimo faz isso. A religiosidade exterior muda o comportamento por algum tempo. Muitos depois de ouvir a mensagem da cruz até choram e se descabelam, até prometem uma mudança, mas é só algo exterior. E exterioridade não resiste à ação dos apelos e apetites carnais. Sua ação é momentânea. Até impressiona, mas não transforma. Antes produz morte.

O relacionamento com o Cristo vivo, muda a essência do homem. Dá a ele uma segunda chance de nascer de novo. De ter seu espírito morto vivificado. As coisas velhas, as velhas práticas passam e tudo se faz novo. Sem isto não há conversão de fato. Pode até haver religiosidade, mas não há relacionamento e cristianismo é relacional, experiencial, transformador. O arrependimento genuíno é aquele que brota do mais profundo do coração e é provocado por uma ação efetiva do Espírito Santo no coração do Homem. Este se quebranta, tem seu coração rasgado perante o Senhor e ali, ele vê seus alicerces ruírem perante o Eterno. Este arrependimento é transformador e faz o homem mudar a rota da vida. O que aprendemos aqui? Os que são transformados pela ação do Espírito Santo dão frutos. Tendemos a procurar frutos sempre nos outros, não façamos isto antes de procurá-los em nós mesmos! A tristeza de Zaqueu foi segundo Deus, gerou um profundo arrependimento. Naquele dia houve salvação naquela casa e quanto a nós? Se Jesus não ficar em nossa casa, nada vai mudar de fato! A pergunta que não deve calar em nossos lábios é: “Será que me converti de verdade?”. Será que há em mim um horror pelas velhas práticas ou tudo foi apenas uma tristeza segundo o mundo? Atentemos e reflitamos! Amém! Nadia Malta

 

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Meditação/Nadia Malta/ANUNCIEMOS O CRISTO, SE PRECISO COM PALAVRAS!

 ANUNCIEMOS O CRISTO, SE PRECISO COM PALAVRAS!

“Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!”. 1 Coríntios 9.16. 


O contexto todo trata da liberdade e dos direitos do apóstolo em seu andar ministerial. É interessante ler todo o contexto para compreender aquilo que ele deseja ministrar. Todo esse arrazoado do apóstolo mostra que ele poderia muito bem se aproveitar de sua posição e com isto desfrutar, vamos dizer assim, de “vantagens” ou privilégios. Contudo, ele se nega a fazer isto! Ele era um apóstolo de fato, pois vira o Senhor ressurreto. Ele tinha, por conseguinte, o direito de receber a recompensa por seu apostolado. Jesus diz: “Quem muito foi perdoado, muito ama!”. Paulo traz uma argumentação muito bem fundamentada a esse respeito dizendo: Ele era de fato um apóstolo. Ele não só vira o Senhor ressurreto e fora comissionado por Ele, como também tinha o selo do seu apostolado, que eram os muitos convertidos, FRUTOS DO SEU MINISTÉRIO; Paulo apresenta a sua defesa; e Ele anuncia o Cristo por uma santa e divina compulsão, não apenas porque lhe fora ordenado. Creio que essas palavras tinham um caráter profético tendo em vista dias vindouros. Os quais estamos testemunhando hoje.

Paulo entendia que pregar o evangelho era tanto um dever quanto um grande privilégio de todo cristão. Ninguém pode se furtar ao seu chamado. O Dr. Shedd diz que “atrás de toda pregação autentica há uma compulsão divina!”. Esta é sem dúvida, uma grande verdade da qual não podemos nos apartar. É impossível não falar sobre o Cristo àqueles que não o conhecem. “Como ouvirão se não há quem pregue?”. Anunciemos, em tempo e fora dele. Anunciemos se preciso com palavras, repito! Cristo precisa ser visto através de nós! A grande recompensa do apóstolo ao pregar o evangelho era além de alcançar vidas para o Senhor fazer isto de todo o coração, gratuitamente, sem a exigência da obrigatoriedade. Embora saibamos ser ordenança divina, a pregação do evangelho, deve ser obedecida de forma alegre e prazerosa.

As palavras do apóstolo mais uma vez soam estranhas em um tempo de “mercadejamento” da Palavra de Deus.  Em um tempo no qual existem celebridades cobrando altos cachês para apresentar suas mensagens muito bem ensaiadas e persuasivas, mas completamente destituídas de poder do Alto. Atentemos para as palavras do apóstolo Paulo ao final do versículo citado: “Ai de mim se não pregar o evangelho!”. O QUE APRENDEMOS AQUI? Não percamos mais tempo.  Anunciemos ao Senhor em tempo e fora de tempo. Jesus está às portas e o sangue de muitos será cobrado de nossas mãos omissas, e negligentes. Atentemos! Nadia Malta

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