quinta-feira, 23 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE OUÇAMOS E ACATEMOS O CONVITE DA GRAÇA DE DEUS!

 QUE OUÇAMOS E ACATEMOS O CONVITE DA GRAÇA DE DEUS!

Portanto, eu vos julgarei, a cada um segundo os seus caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor Deus. Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniquidade não vos servirá de tropeço. Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes e criai em vós coração novo e espírito novo; pois, por que morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto, convertei-vos e vivei”. Ez. 18.30-32.                                                          


O texto lido faz parte do contexto do capítulo 18 do livro profético de Ezequiel e fala da responsabilidade pessoal em relação ao pecado. Se lermos todo o contexto veremos que ele coloca uma pá de cal sobre a questão complicada da maldição hereditária defendida por alguns. Deus não tem netos, só filhos! Assim como a salvação é pessoal e intransferível, o pecado também. Cada um responderá por suas ações e inclinações. Os filhos ceifam a sua própria semeadura, não a semeadura dos pais, ou seja, os filhos ceifam as punições dos pais se andarem em seus maus caminhos. Tem algo que não podemos perder de vista em nenhum momento da nossa caminhada, para a nossa própria saúde espiritual e emocional: A obediência está para a bênção, como a maldição está para a desobediência. As ações não salvam, mas testificam da salvação, de um viver transformado. Em tempos de politicamente correto e de relativismos, a mensagem pregada hoje parece influenciada por essa tendência. O que foi feito da ousadia dos pregadores do passado? Pecado tem que ser chamado pelo nome, não podemos minimizá-lo usando termos como deslize, tropeço, falha ou coisa semelhante. Na verdade, não somos pecadores porque pecamos, pecamos porque somos pecadores. Pecar é errar o alvo estabelecido por Deus e Ele vai pedir contas sim. O alvo de Deus é a obediência, o fim da Lei é Cristo para a salvação de todo aquele que crê.

 

Por isso é necessário que com ousadia proclamemos em tempo e fora de tempo que o inferno é real, que usar dois pesos e duas medidas não é de Deus e que o único Caminho que nos leva a Deus é Cristo. Jesus é o único mediador da Nova Aliança, é o Verbo de Deus, é o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. O texto citado aponta quatro ações imperativas para àqueles que têm ouvidos para ouvir o que o Espírito de Deus fala. Vejamos: Arrependei-vos e Desviai-vos das vossas transgressões; Lançai de vós todas as vossas transgressões; Criai (alimentai, cuidai) em vós um coração novo e um espírito novo; E Convertei-vos e Vivei. Cada um de nós conhece as próprias áreas interiores que precisam ser libertas. Conversão é mudança de rota, para vencer um pecado ou inclinação maligna precisamos, depois de regenerados pelo Espírito de Deus, matar a carne de fome. Jejuar especificamente. Graça de Deus não é licença para pecar. A liberdade dos filhos de Deus está em fazer a vontade de Deus, assim como a liberdade do pecador antes de ser regenerado, está na esfera do pecado em suas várias modalidades. O pecado na vida do servo deve ser um acidente de percurso não uma prática contínua e deliberada. Quem tem o Espírito se constrange diante de uma inclinação ou de um pecado consumado e se arrepende.

 

Depois de regenerados pelo Espírito Santo de Deus, somos capacitados a mudar a rota. Somos ordenados a uma transformação pela renovação da nossa mente e isso só é possível pela Palavra de Deus. Não podemos olhar para trás, precisamos aproveitar a nova oportunidade que o Senhor nos concede. O Senhor ordena aqui uma mudança dos padrões de pensamentos, tudo tem que se fazer novo para nós. O caminho da santificação é árduo e não há atalhos para ele. O que tem ocupado efetivamente a nossa mente, os nossos pensamentos? Conversão também leva a verdadeira Vida que é o próprio Cristo. A condição do homem sem Deus é legal e espiritualmente morto em seus delitos e pecados. Só através de Cristo Jesus somos vivificados e habilitados para fazer a vontade de Deus. O que o texto nos ordena a fazer: Que nos arrependamos e nos desviemos do mal. Que não voltemos às velhas práticas do passado. Que busquemos viver em novidade de vida de acordo com o coração novo e o espírito novo que recebemos.  E Que nos arrependamos e vivamos em plenitude. Nadia Malta

 

 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/DEUS TEM UM PLANO PARA NOSSA VIDA, BUSQUEMOS DISCERNIMENTO PARA COMPREENDER!

 DEUS TEM UM PLANO PARA NOSSA VIDA, BUSQUEMOS DISCERNIMENTO PARA COMPREENDER!

https://youtu.be/Don0fBGmcgU

No trigésimo sétimo ano do exílio do rei Joaquim de Judá, no ano em que Evil-Meroda­que tornou-se rei de Babilônia, ele libertou Joaquim, rei de Judá, da prisão no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês. Ele falou bondosa­mente com ele e deu-lhe um assento de honra mais elevado do que os dos outros reis que estavam com ele na Babilônia. Desse modo Joaquim tirou as roupas da prisão e pelo resto da vida comeu à mesa do rei. O rei da Babilônia deu a Joaquim uma pensão diária até o dia de sua morte”. Jr. 52. 31-34. 


O texto lido encerra o livro profético de Jeremias com uma nota visível da graça de Deus.  Trata da restauração do rei Joaquim de Judá, sua libertação do cativeiro e o seu restabelecimento em honra. O rei Evil-Merodaque foi o sucessor de Nabucodonosor e em seu curto reinado de dois anos, foi o instrumento usado por Deus para essa restauração. Ele não está na lista daqueles que são chamados de tipos de Cristo, embora podemos enxergar aqui em sua ação graciosa para com o rei Joaquim algo que tipifica o que Cristo fez aos seus escolhidos. Uma das coisas que mais chama a atenção na Santa Palavra de Deus é a sua preocupação em sinalizar quanto ao seu propósito de salvar o homem. O Senhor faz isso de Gênesis a Apocalipse. É comum ouvirmos irmãozinhos dizerem: “Deus tem um plano para sua vida!”. No entanto, esta afirmação tem sido banalizada e quem a ouve acaba achando que ela nada mais é que jargão de crente. Afinal, todo crente diz isso!

Ainda assim, mesmo correndo o risco de acharem que estou falando um “crentês” arcaico e que estou usando um velho e surrado clichê, gostaria de fazer essa já tão usada afirmação: “Deus tem um plano glorioso sim, para cada um dos seus escolhidos!”. E nesse plano inclui: Libertação do império das trevas, perdão de pecados, regeneração do velho espírito morto, restauração da comunhão com Deus, livramento da morte eterna, vida nova e abundante, nova oportunidade de recomeçar. A isto chamamos de salvação, essa obra é completa e abrangente. Tudo se faz novo! Tudo isso nos é concedido pela graça mediante a fé, não por obras para que ninguém se glorie. O texto nos aponta algumas ações da Graça de Deus em relação aos escolhidos que nos levam a compreender a abrangência da obra salvífica. Vejamos: Libertação do Cárcere; Intimidade e Honraria; Comunhão e Nova Roupagem; Além de Suprimento Perene.

O que o texto nos ensina?  Precisamos nos alegrar porque já fomos libertos do império das trevas. O jugo que havia sobre nós foi quebrado. Estamos livres! Podemos adentrar o Santo dos Santos porque o véu foi rasgado, o acesso a presença do Pai está liberado, hoje nos relacionamos direta e intimamente com Ele. Fomos restabelecidos em honra. Podemos comer na mesa do Rei e Ele continua chamando seus escolhidos dos quatro cantos para virem a Grande Ceia do Cordeiro. Já recebemos uma nova roupagem, a roupa do cativeiro já nos foi tirada. Temos Suprimento perene, por toda eternidade, pelos séculos dos séculos. Aqueles que têm ouvidos para ouvir ouvirão e entenderão esta palavra e serão habilitados a desfrutar de todas essas bênçãos descritas aqui em nome de Jesus. Aleluia, Amém. Nadia Malta

 

 

terça-feira, 21 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS!

 QUE SEJAMOS  SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS!

Achei a Davi, meu servo; com santo óleo o ungi, Com o qual a minha mão ficará firme, e o meu braço o fortalecerá. O inimigo não o importunará, nem o filho da perversidade o afligirá. E eu derrubarei os seus inimigos perante a sua face, e ferirei aos que o odeiam. E a minha fidelidade e a minha benignidade estarão com ele; e em meu nome será exaltado o seu poder.  Porei também a sua mão no mar, e a sua direita nos rios. Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação. Também o farei meu primogênito mais elevado do que os reis da terra! Salmos 89:20-27. 


Nos versículos lidos, percebemos não as palavras do salmista, mas as palavras do próprio Deus, exaltando a Davi, seu ungido e lhe fazendo promessas. O que faz com que Deus, o Todo Poderoso, Criador e Sustentador de todas as coisas, possa falar elogiosamente de um simples mortal? Por que Davi, o querido rei e salmista de Israel foi chamado de homem segundo o coração de Deus? Talvez o próprio Davi também se perguntasse isso. Mas quando olhamos para a vida de Davi descrita na Palavra do Senhor é fácil descobrir a razão desse título. Assim como Davi todos os eleitos do Senhor são homens e mulheres segundo o coração de Deus, com suas fraquezas, vulnerabilidades, tortuosidades, mas alcançados efetivamente pelo favor imerecido de Deus. O que faz com que Deus escolha alguém e diga: “é este”; “é esta” – vou ungi-lo? O que falamos de Deus é comum, mas o que Deus fala de nós é especialíssimo. Deus queria levantar um novo rei no lugar de Saul e Davi era o escolhido. Davi, apesar de não ser perfeito, possuía características, que preenchiam as exigências divinas. O Senhor continua procurando homens e mulheres, com características específicas e diferenciadas, sobre os quais Ele possa dizer: “é este, é esta – vou ungi-los”. Vejamos as Características de um homem segundo o coração de Deus encontradas em Davi: Davi era um adorador; Davi era obediente a Deus; Davi era humilde; Davi era um homem com força de vontade, determinado; Davi era rápido para resolver problemas; era prático nas atitudes e cheio de fé; E Davi era rápido para arrepender-se e mudar de atitude!

Davi creditava a Deus, os seus feitos do mais simples, ao mais complexo; tudo era atribuído a Deus. Davi possuía um coração adorador e uma inclinação para a obediência. O prazer dele estava na lei do Senhor. Quando teve oportunidade de matar Saul, seu inimigo, não o fez para não ferir um preceito da Lei de Deus que proibia tocar nos seus ungidos, mesmo que isso pudesse custar a sua própria vida. Deus o honrou e o livrou de seus inimigos. Hoje é tão comum, vermos homens e mulheres de Deus alardeando uma “superespiritualidade”; quando deveriam exercitar a humildade. Como dizemos hoje, Davi tinha “garra”; ele não era um fracote, medroso, indeciso; quando ele dizia vou fazer isto, pode ter certeza, que era exatamente o que faria. Foi assim quando matou o leão, quando matou o urso; quando matou o gigante Golias; enfrentou tudo e todos confiado em Deus e saiu vencedor. Até pra fazer bobagens ele também tinha determinação e a Bíblia não esconde seus pecados. Sabe por que ele não tinha medo? Porque ele sabia para o que fora habilitado por Deus. Se você tem unção de Deus para ensinar, então esmere-se no ensino; se tem para louvar ao Senhor então cante para a glória de Deus; se tem para interceder, então interceda e as suas orações chegarão a Santa habitação de Deus.

Busquemos como Davi aperfeiçoar nosso ponto forte; não queiramos fazer algo para o qual não fomos chamados. Há uma diferença em fazer algo na obra de Deus porque simplesmente queremos fazer e fazer porque fomos habilitados por Deus para fazer, por isso muitos ministérios fracassam. Quando Deus nos escolhe Ele nos capacita. O Senhor me chamou para pregar, ensinar, aconselhar; se eu inventar de cantar, misericórdia, certamente vai ser um desastre; mas não se preocupem eu não faria isso com vocês. Então, para aquilo que você sabe que foi chamado, faça o melhor; seja um especialista. O que precisamos aprender com Davi? Precisamos aprender a ser adoradores. Precisamos aprender a ser obedientes. Precisamos aprender a ser humildes. Precisamos aprender a ser firmes nas decisões. Precisamos aprender a resolver problemas confiados em Deus. E Precisamos aprender a reconhecer os nossos pecados, confessá-los e abandoná-los. Nadia Malta

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