segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE NOS ARREPENDAMOS E VOLTEMOS AO CAMINHO!

 QUE NOS ARREPENDAMOS E VOLTEMOS AO CAMINHO!

Portanto, ó nação de Israel, eu os julgarei, a cada um de acordo com os seus caminhos; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se! Desviem-se de todos os seus males, para que o pecado não cause a queda de vocês. Livrem-se de todos os males que vocês cometeram, e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que deveriam morrer, ó nação de Israel? Pois não me agrada a morte de ninguém; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se e vivam”! Ezequiel 18:30-32.                               


O texto lido fala da responsabilidade pessoal em relação ao pecado. Se lermos todo o contexto veremos que ele coloca uma pá de cal sobre a questão complicada da maldição hereditária defendida por alguns. Deus não tem netos, só filhos! Assim como a salvação é pessoal e intransferível, o pecado também. Cada um responderá por suas ações e inclinações. Os filhos ceifam a sua própria semeadura, não a semeadura dos pais, ou seja, os filhos ceifam as punições dos pais se andarem em seus maus caminhos. Tem algo que não podemos perder de vista em nenhum momento da nossa caminhada, para a nossa própria saúde espiritual e emocional: A obediência está para a bênção, como a maldição está para a desobediência. As ações não salvam, mas testificam da salvação e  de um viver transformado. Em tempos de politicamente correto e de relativismos, a mensagem pregada hoje parece influenciada por essa tendência. O que foi feito da ousadia dos pregadores do passado? Pecado tem que ser chamado pelo nome, não podemos minimizá-lo usando termos como deslize, tropeço, falha ou coisa semelhante. Pecar é errar o alvo estabelecido por Deus e Ele vai pedir contas sim. O alvo de Deus é a obediência, o fim da Lei é Cristo para todo aquele que crê. Se somos verdadeiramente de Deus precisamos mudar a rota, mudar a mente, nos converter! Qual a direção a seguir? Deus! Qual o Caminho pra essa mudança radical? Cristo! Por isso é necessário que com ousadia proclamemos em tempo e fora de tempo que o inferno é real, que usar dois pesos e duas medidas não é de Deus e que o único Caminho que nos leva a Deus é Cristo.

 

 Jesus é o único mediador da Nova Aliança, é o Verbo de Deus, é o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores! Quem ainda não foi alcançado pela misericórdia de Deus e foi tocado por esta palavra tendo os seus olhos abertos precisa correr para Deus hoje e quem já foi precisa andar em novidade de vida, abandonar as velhas inclinações. O texto citado no inicio aponta quatro ordenanças para aqueles que já foram alcançados verdadeiramente por Deus e desejam andar em novidade de vida. Vejamos: Primeira Ordenança: Convertei-vos e Desviai-vos das vossas transgressões; Segunda Ordenança: Lançai de vós todas as vossas transgressões; Terceira Ordenança: Criai (alimentai, cuidai) em vós um coração novo e espírito novo; E Quarta Ordenança: Convertei-vos e Vivei! Aqui o profeta manda que nos desviemos daquilo que nos aprisiona, enfraquece e serve de tropeço. Não adianta brincar com fogo e tentar a Deus. A ordem aqui é fugir de tudo que o mundo insiste em nos oferecer, que o diabo nos estimula a fazer e a nossa carne clama.  Conversão é mudança de rota, para vencer um pecado ou inclinação maligna precisamos, depois de regenerados pelo Espírito de Deus, matar a carne de fome. Jejuar especificamente. Aqui somos advertidos a rejeitar de todo coração e não voltar às velhas práticas, vigiar para não cometer os mesmos pecados. Graça de Deus não é licença para pecar.

 

A liberdade dos filhos de Deus está em fazer a vontade de Deus, assim como a liberdade do pecador antes de ser regenerado, está na esfera do pecado em suas várias modalidades. O pecado na vida do servo deve ser um acidente de percurso não uma prática contínua e deliberada. Quem tem o Espírito se constrange diante de uma inclinação ou de um pecado consumado e se arrepende. Depois de regenerados pelo Espírito Santo de Deus, somos capacitados a mudar a rota. Somos ordenados a uma transformação pela renovação da nossa mente e isso só é possível pela Palavra de Deus. Precisamos aproveitar a nova oportunidade que o Senhor nos concede. O Senhor ordena aqui uma mudança dos padrões de pensamentos, tudo tem que se fazer novo para nós. O caminho da santificação é árduo e não há atalhos para ele. O que tem ocupado efetivamente os nossos pensamentos? Conversão também leva a verdadeira Vida que é o próprio Cristo. A condição do homem sem Deus é legal e espiritualmente morto em seus delitos e pecados. Só através de Cristo Jesus somos vivificados e habilitados para fazer a vontade de Deus. O que o texto nos ordena a fazer? Que nos arrependamos e nos desviemos do mal. Que não voltemos às velhas práticas do passado. Que busquemos viver em novidade de vida de acordo com o coração novo e o espírito novo que recebemos. Que nos arrependamos e vivamos em plenitude. Nadia Malta

 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE VOLTAR PARA O SENHOR, ENQUANTO HÁ TEMPO!

 TEMPO DE VOLTAR PARA O SENHOR, ENQUANTO HÁ TEMPO!

https://youtu.be/-Z9DHdtWfCw

Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas”. Ap. 2.4,5. 


Éfeso é a primeira das sete igrejas da Ásia Menor para as quais foram enviadas cartas da parte do Senhor, por intermédio do apóstolo João. Cada igreja descrita em todo esse contexto traz em si mesma uma radiografia de suas entranhas, bem como retrata a história eclesiástica em todas as épocas. Nunca foi tão não necessário um despertamento espiritual da igreja, quanto em nosso tempo de tantas invencionices e tanta falta de reverencia no meio dos que se dizem cristãos! Aquilo que tem sido chamado de igreja por muitos, em vários lugares não passa de um arremedo cheio de blasfêmia e permissividade, para assegurar a frequência sem nenhum compromisso com o Cristo e sua Santa Palavra! É tempo de voltarmos ao Senhor, de voltarmos às práticas das primeiras obras e deixar de dar ouvidos aos muitos pseudo-pregadores que servem aos seus próprios ventres e não ao Cristo! Acordemos, enquanto há tempo! O Senhor está às portas e pedirá contas tanto da liberdade quanto dos recursos desperdiçados na satisfação carnal, que deveriam ser usados para que o Evangelho chegasse aos confins da terra!

O texto citado traz uma acusação, um conselho e uma advertência! Vejamos: A Acusação: A igreja havia abandonado o primeiro amor; O Conselho: A igreja precisava voltar à prática das primeiras obras; E A Advertência: Caso não haja arrependimento o Senhor moverá do lugar o candeeiro da igreja. A luz da igreja se apagará. A palavra Éfeso, por exemplo, significa desejável. No entanto, aquela igreja tornou-se descuidada, mecânica sem entusiasmo. O Senhor fala a igreja como um todo, mas fala também a indivíduos. E é como indivíduos que definimos a temperatura espiritual da congregação. Tem faltado entusiasmo verdadeiro. Deixamos de adorar, perdemos o viço! E essa falta de entusiasmo apaixonado pelo Senhor tem se refletido em nossas vidas pessoais e relacionamentos em todos os níveis. Parecemos autômatos agindo mecanicamente quando Deus continua procurando adoradores apaixonados. Despertemos e voltemos ao primeiro amor, manifestando entusiasmo com o Senhor e a sua obra. O que temos visto em nossos dias? Crentes tristes, abatidos, sem viço, carregando a obra de Deus como se fosse um fardo, misericórdia! Sem falar na associação demoníaca da igreja com a politicagem mundana e abjeta!

Precisamos voltar ao primeiro amor e amar o Senhor apaixonadamente. O Senhor está às portas e precisamos nos preparar para aquele Dia glorioso quando nos encontraremos com Ele nos ares. Essa preparação passa por um autoexame: Será que têm se achado íntegras as nossas obras perante o Senhor? O Senhor deseja que trabalhemos em sua obra, que sejamos perseverantes na fé, firmes na doutrina, mas tudo isso deve ser feito em genuína adoração.  A nossa verdadeira motivação deve ser o amor pelo Senhor, qualquer outra fere a santidade de Deus! Deixemos que o calor do Santo Espírito derreta o gelo espiritual e nossos corações sejam libertos para adorar outra vez como antes! Lembremo-nos de onde caímos e voltemos à prática das primeiras obras! O que aprendemos aqui? Reconheçamos que o amor pelo Senhor e sua obra esfriou. Lembremo-nos de onde caímos. Tomemos a atitude a partir dessa descoberta de voltar à prática das primeiras obras. Não nos esqueçamos da advertência: Nosso candeeiro pode ser removido. Atentemos! Nadia Malta

 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO PERMITAMOS QUE A VERDADEIRA ESPERANÇA SE PERCA!

 NÃO PERMITAMOS QUE A VERDADEIRA ESPERANÇA SE PERCA! 

 Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca”. Lm 3.21-25                                                 


 Lamentações trata de uma tragédia a nível nacional. A assolação atingira a todos indiscriminadamente. O povo de Deus fora levado cativo para Babilônia. Não há como exagerar a intensidade e a abrangência do sofrimento decorrente da queda de Jerusalém. Ali a perda foi total.  O sofrimento atingiu o nível mais profundo.  Lamentações é o cântico fúnebre de uma nação morta. O profeta Jeremias para diante do caos e redescobre a verdadeira Esperança. Ele sabe que a ira de Deus tem um tempo de duração, enquanto a sua misericórdia e seu amor duram para sempre. Assim, aprendemos que mesmo quando Deus se ira Ele nos ama. A própria disciplina de Deus é um ato de amor. Quero trazer dois textos que são bálsamos no meio das nossas angustias mais profundas: “Tu és o meu abrigo e o meu escudo; e na tua palavra coloquei a minha esperança. Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo, o Salvador de todos os homens, especialmente dos que creem”. Salmos 119.114; 1 Timóteo 4.10. Os textos se fundem numa harmonia que impressiona! Passados remoto e mais recente se unem para nos encorajar a continuar. Uma parceria do Espírito Santo com o salmista e com o apóstolo Paulo nos dá o tom para a marcha. E o tom é a esperança! Glórias sejam dadas ao Senhor por isto. Não estamos sozinhos. Não navegamos à deriva! Há Piloto em nossa embarcação e é nada menos que Jesus, o Filho do Deus Vivo, o Capitão da nossa Salvação!

 Assim como os servos do passado busquemos abrigo no único Refúgio perfeito: Jesus, o Cristo de Deus. Ele é Abrigo e Escudo. Só refugiados Nele conseguimos escapar dos efeitos devastadores dos embates da vida. Temos falado de maneira recorrente sobre este assunto e iremos até a exaustão se for preciso até vermos a Palavra inundar os corações e as mentes desesperançadas em nosso meio. Às vezes manifestamos esta esperança mesmo em meio às lágrimas que insistem em correr, mas isto não significa que não cremos, apenas que somos humanos! Por esta Esperança Viva que nos acena com as saídas impensáveis e com as possibilidades não cogitadas pela nossa humanidade limitada é que tenho insistido com este tema dia após dia! O povo de Deus precisa aprender a buscar o Senhor de todo o coração. É necessário que saiamos da nossa racionalidade e adentremos o sobrenatural das riquezas insondáveis de Deus. Conservemos firmes a confissão da nossa esperança, pois quem fez a promessa é fiel e não falha nunca! Aprendamos com o profeta Jeremias pelo menos três razões para a confissão da nossa esperança. Vejamos: Primeira razão: As misericórdias do Senhor não têm fim e se renovam a cada manhã; Segunda razão: A grandeza da fidelidade de Deus; E Terceira razão: A bondade do Senhor se manifesta aos que esperam nEle!

 Jeremias parou e deixou de olhar para sua própria miséria para lembrar-se da misericórdia de Deus. E é essa certeza que precisamos ter. Jeremias não se deixou levar pelas falsas esperanças dos falsos profetas. Deus é um Deus de revelação e revelação do Senhor se cumpre, nem que para isso seja preciso setenta anos! Às vezes a espera faz parte da resposta e é um treinamento UMA PREPARAÇÃO de Deus. O que aprendemos aqui? Por mais difíceis que sejam as nossas adversidades e assolações, elas poderiam ser ainda piores, à semelhança do que aconteceu a toda a nação de Judá nos dias do cativeiro de Babilônia! Quando Deus entende de nos consertar e trazer as mudanças pelas quais clamamos, Ele usará todos os recursos, até mesmo as adversidades, dores e perdas. Precisamos aprender a redescobrir a VERDADEIRA Esperança no meio da agonia, do caos olhando para os atributos eternos e imutáveis de Deus especialmente: Misericórdia, fidelidade e bondade. Aprendemos em Lamentações que mesmo no meio do sofrimento mais atroz Deus se manifesta ao seu povo dando-lhe oportunidade de mudança e crescimento. Pensemos nisso! Deus é a nossa fonte de cura e plenitude, busquemos, pois, a Ele! O cativeiro em Babilônia durou setenta anos, enquanto não se cumpriu o tempo não houve resposta de Deus. Por isso, aguardemos o agir de Deus, a resposta vem, não desistamos! Nadia Malta

 

 

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