sábado, 14 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!

 O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!

 “Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Provérbios 30:7-9. 


Em sua sabedoria vinda do Alto o autor de Provérbios, traz a percepção da suficiência nos versículos citados. O dicionário, dentre outras coisas, diz que suficiente é o quanto baste! Nem mais, nem menos. Creio que esta é uma lição oportuna para o nosso tempo de tanta competição, exigências, insatisfações e demandas. As pessoas em várias áreas da vida querem “bater a meta” como se diz na linguagem do comércio e das grandes corporações. Um dia ouvi da vendedora de uma loja conhecida sobre o stress experimentado pelas exigências por parte dos seus superiores, em “bater a tal meta”. Ela falava da angústia sentida e das noites de sono por causa da exigência sob pena de ser demitida. Nos versículos citados o autor do texto faz dois pedidos ao Senhor que remetem à suficiência e deveríamos considerar em nossas orações: Primeiro, A suficiência da palavra empenhada e proferida com retidão sem mentiras ou falsidade; E Segundo, A suficiência no ter. Suficiência gera gratidão e o inverso também é verdade! O salmista fez aquietar e sossegar a sua alma como a criança desmamada nos braços de sua mãe. Como a nossa alma é exigente! Estamos sempre às voltas tentando satisfazer um desejo ou anseio. E em geral acabamos metendo os pés pelas mãos para conseguir tal intento. Estamos vivendo tempos difíceis! Contudo, apesar de todos os pesares têm sido tantas dádivas recebidas da divina mão, como diz a letra do velho hino, e até mesmo aquilo que não foi agradável de viver, veio como bênção disfarçada. Caso não tenhamos descoberto o propósito ainda, logo, logo descobriremos. Nada em nossa vida é obra do acaso!

A idéia de suficiência trazida a nós pelos versículos nos ajuda a compreender que nos cansamos demasiadamente correndo atrás do vento, como disse o mesmo autor em outro momento. Ele pede ao Senhor duas coisas, a primeira: “Mantém longe de mim a falsidade e a mentira”. Aqui também ele nos remete a um tipo de suficiência, a da palavra proferida e empenhada com retidão. Quanta falsidade e quanta mentira até mesmo em nosso meio! É impressionante o quanto se mente compulsivamente das mínimas às grandes coisas. Há uma crise de confiabilidade sem precedentes. Falta a suficiência de um falar sincero, honesto, onde o sim, seja sim e o não, seja não. Sobre isso Jesus ordena de maneira enfática: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno". (Mateus 5:37).  Que as coisas ditas sejam exatamente o que dizem ser! O segundo pedido do autor de provérbios aqui é: “Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Esse outro pedido é de uma lucidez que impressiona!

O que tem em demasia pode desdenhar de Deus orgulhoso pelos muitos haveres e conquistas. O que tem de menos pode vir a roubar envergonhando e assim, desonrando o nome do Senhor. Por isso o autor do texto pede suficiência. O apóstolo Paulo traz mais luz a questão dizendo: “A minha suficiência vem de Deus”! Apenas o quanto baste. Nem mais, nem menos! Clamemos assim! O que aprendemos aqui? Que Busquemos também um falar confiável. Que o que dizemos seja o quanto baste. Que haja suficiência em nosso falar. Que busquemos a suficiência no ter. Nem mais nem menos, apenas o quanto baste. Que possamos dizer como o apóstolo Paulo: “A minha suficiência vem de Deus!”, porque a sua Graça nos basta! Nadia Malta

quinta-feira, 12 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEM FALTADO UNIDADE NOS RELACIONAMENTOS CONJUGAIS!

 TEM FALTADO UNIDADE NOS RELACIONAMENTOS CONJUGAIS!

https://youtu.be/2bv6ua8VnYY

Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações”. I Pedro 3.7.                                


Quantas lutas temos enfrentado nos últimos tempos, misericórdia! Os lares estão sob ataque! Destruindo os relacionamentos familiares, inevitavelmente a igreja será atingida em cheio e enfraquecerá em poder e autoridade! E creia, o adversário não tem tido muito trabalho, pois tem quem faça o trabalho sujo para ele. Ele conta com vasto arsenal da sua despensa que são os temperamentos. As obras da nossa carne o tem alimentado fartamente! O versículo citado traz o padrão divino para o relacionamento conjugal, o mesmo legislador que ordenou que as mulheres fossem submissas, ou seja, se colocassem sob a missão do marido honrando-o: Ordenou a postura do marido em relação à sua esposa; E Por serem herdeiros da mesma graça de vida, se esse preceito não for obedecido, as orações serão bloqueadas.

A ordenança da submissão da mulher tem sido extremamente mal compreendida em tempos pós-modernos. Em nenhum momento o Senhor sugere um jugo opressor nesse relacionamento, mas uma parceria tendo o homem como líder. Este é um relacionamento tipo que visa apresentar e representar o próprio relacionamento de Cristo (o marido) e a igreja (a esposa). Fato que confere uma responsabilidade imensa aos cônjuges. Se não respeitamos o marido a quem vemos, como honraremos e respeitaremos a Cristo a quem não vemos? Contudo, do outro lado dessa representação está a figura do marido que deve amar sacrificialmente a sua esposa, assim como Cristo se doou pela igreja. O apóstolo Paulo trazendo mais luz à questão ordena em sua carta aos Colossenses: “Maridos, amem suas mulheres e não as tratem com amargura”. Quanta filha de Deus amargurada de espírito e oprimida por causa da maneira de tratar cruel de seus maridos! O texto de Pedro traz muitas revelações acerca desse relacionamento. Apresenta a mulher parte mais frágil, claro que ele está falando aqui fisicamente, pois sabemos que a mulher tem uma capacidade de superação emocional indizível. O marido precisa ter sensibilidade e discernimento em relação a isso.

O que aprendemos aqui? Os textos de Paulo e de Pedro apresentam o mosaico bendito desse padrão de relacionamento. Aqui não cabem abusos de qualquer tipo ou violência de qualquer natureza. A mulher precisa ser tratada com dignidade, junto com seu marido vivendo uma relação de uma só carne são herdeiros da mesma graça de vida. E creio firmemente que podem ser também herdeiros da mesma desgraça de vida no caso do não cumprimento das ordenanças recebidas! Quanta vida literalmente desgraçada!  Aí vem o mais grave: Ordenança infringida promessa confiscada. Ou seja, se o marido não cumpre a sua parte como líder na relação, as orações serão interrompidas! E aí, não adianta se queixar de Deus, mas dos próprios atos! Atentemos! Nadia Malta

 

quarta-feira, 11 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/SEJAMOS SÁBIOS E PRUDENTES!!

 SEJAMOS SÁBIOS E PRUDENTES!!

https://youtu.be/PbjCnGQPP_E

Sejam sábios no procedimento para com os de fora; aproveitem ao máximo todas as oportunidades. O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um”. Colossenses 4.5,6. 


Esta epístola traz muitas advertências em relação aos erros doutrinários trazidos pelos judaizantes! Na verdade esse é o grande propósito de ter sido escrita. Os versículos citados trazem algumas instruções que não podemos perder de vista, vejamos: O cuidado com o testemunho aos não crentes; O cuidado em aproveitar as oportunidades de anunciar o Cristo; E O cuidado com o falar. O apóstolo Paulo continua as suas instruções pertinentes à nova vida em Cristo. Ele fala sobre a maneira que a nova criatura deve andar. Fala das inclinações que devem ser desprezadas e as virtudes que devem ser cultivadas. Na sequência ele fala do proceder em família e aqui ele chama a atenção quanto ao trato com os que são de fora. Somos chamados a um viver que não escandalize os que não conhecem o Cristo. Será que temos conseguido? Essa última instrução é seriíssima! O Senhor Jesus disse que: “É inevitável que venham os escândalos, mas ai daqueles por intermédio de quem vem os escândalos”!

Aqueles que são chamados a servir ao Senhor não representam a mais si mesmos, mas ao Cristo. Como o nome do Senhor e seu santo Evangelho têm sido denegridos pela postura de muitos! A responsabilidade de sermos chamados de filhos é grande! Por outro lado será que todos aqueles que dizem: “Senhor, Senhor” entrarão no Reino? Receio que não, pois todo aquele que de fato é de Deus, mesmo ainda em crescimento, anda numa sintonia diferente do mundo. De repente somos a única Bíblia que alguém terá contato. Somos observados por homens e por anjos. Anjos eleitos e caídos. E esses últimos são a grande torcida contra sempre à espera de um tropeço ou queda da nossa parte. Por isso é tão importante a prática da oração e da vigilância constantemente. Nem sempre conseguimos uma aprovação diária da parte de Deus, mas a presença do Santo Espírito em nós acende o alarme e nos constrange a voltar ao prumo do Pai. Não podemos esquecer que fomos chamados para ser sal, luz, perfume e cartas vivas! Essas coisas se auto anunciam!

O que aprendemos aqui? No texto citado o apóstolo Paulo nos instrui quanto ao trato com os de fora. Que aproveitemos ao máximo as oportunidades de anunciar o Cristo não apenas com palavras, mas, sobretudo, com ações concretas, visíveis. Ele foca em um falar sadio. Que a nossa palavra seja sempre agradável temperada com sal, que possamos transmitir graça aos que ouvem. Que as nossas respostas sejam sábias. Que possamos refletir o Cristo em palavras e ações. Que elas estejam em consonância!  É certo que a obra não acabou em nenhum de nós, do contrário não estaríamos mais aqui! Colaboremos com o Santo Espírito nessa obra santificadora em nós! Vivamos de maneira que abençoe os que estão ao nosso redor! E que tudo seja para a glória do nosso Cristo hoje e eternamente, Amém!  Nadia Malta

 

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