quarta-feira, 22 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS VERDADEIROS ADORADORES!

 QUE SEJAMOS VERDADEIROS ADORADORES!

https://youtu.be/urvaBMZMb2I

Eu te amo, ó Senhor, minha força. O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta”. Salmos 18.1,2. 


Este salmo é atribuído a Davi, o rei salmista. Homem de muitos combates. O poema todo é uma grande declaração de amor, fé e confiança na ação divina em tempos de grandes e angustiosas batalhas enfrentadas pelo salmista. Embora, não enfrentemos exércitos visíveis, nem tenhamos muralhas literais para saltar, as nossas lutas não têm sido menores do que aquelas enfrentadas pelos servos de Deus do passado. Percebemos que os agentes infernais com seus exércitos invisíveis, mas reais, estão por toda parte, sempre à espreita para nos atingir e nocautear tanto física quanto emocionalmente. Quantos servos de Deus enfermos da alma! A mente humana tem sido o campo de batalha preferido do Adversário! Contudo, a despeito de todas as circunstancias a nossa volta fomos chamados a ser Um Aleluia da cabeça aos pés! Hoje tem sido comum a proliferação dos farsantes travestidos de adoradores, até mesmo dentre os jovens, o que é trágico sob todos os aspectos! As várias medias têm mostrado alguns desses, iludindo os tolos, que formam a grande plateia de seguidores, por não saberem discernir a mão direita da esquerda! A adoração é a primeira vocação dada ao cristão e o salmista nos lembra desse chamado ao fazer as declarações dos versículos citados: Ele declara o seu amor pelo Senhor; Ele declara que o Senhor é a Fonte de sua força; E Ele declara que o Senhor é o Seu alto Refúgio e o seu Salvador!

Já reparou que tudo parece concorrer para nos tirar de combate? Por isso nunca foi tão imprescindível permanecermos em oração e constante vigilância. O rei salmista foi um homem de inúmeras e grandes batalhas. Ele era chamado de homem segundo o coração de Deus, dada a sua sensibilidade para ouvir a voz do Senhor e obedecer. Embora entendamos que esse título não signifique impecabilidade, pois os pecados de Davi são notórios, mas se percebe nele uma capacidade de reconhecê-los e se arrepender. Deveríamos imitá-lo nesse quesito! Davi entendia a necessidade vital de ser pastoreado pelo Supremo e Soberano Pastor. Ele se deleitava em Deus! Só através desse relacionamento vivo ele poderia sobreviver à sanha assassina dos seus inimigos que não eram poucos. Ele conseguiu atravessar todos os campos de batalhas minimamente ferido. As cicatrizes que ficaram foram memoriais das suas superações. Ele sabia em quem cria. O Senhor era sua Força. A sua Fortaleza e o seu Libertador. O Senhor é o Rochedo da Nossa salvação o nosso Alto Refúgio, assim como fora de Davi. Ninguém pode atingir os que estão escondidos em Deus. O salmista ainda declara que o Senhor é o seu Escudo e a sua Torre Alta. Isto significa relacionamento intimo e contínuo com o nosso amado Senhor e Salvador.

Acima de qualquer coisa que possamos dizer a acerca de Davi, algo salta aos nossos olhos na postura daquele homem de Deus: Ele era essencialmente um adorador que tocava o coração do Pai com suas declarações. Suas palavras não eram apenas meras exterioridades para impressionar Deus, mas frutos de lábios que confessavam o santo e excelso nome do Senhor. O Senhor continua procurando adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Só o espírito recriado do homem é capaz de adorar nesse nível tão profundo. Somos o povo que o Senhor formou para que lhe prestemos louvores. Davi não se cansava de declarar a invencibilidade de Deus! O que aprendemos aqui? A Bíblia está cheia de homens e mulheres que por serem adoradores receberam o que tanto necessitavam, sem que tivessem de pedir absolutamente nada. Muitas vezes os “cativeiros” são permitidos porque o povo deixa de adorar à semelhança do Israel do passado em Babilônia. A genuína adoração é o único caminho da verdadeira vitória do fiel. Será que podemos fazer as declarações feitas pelo salmista nos versículos citados? Deus continua procurando verdadeiros adoradores! Será que não tem faltado essa inclinação para adoração em nós no tempo que se chama hoje? Reflitamos! Nadia Malta

 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/PROTEJAMOS OS NOSSOS MUROS E NOS GUARDEMOS DO MAL!

 PROTEJAMOS OS NOSSOS MUROS E NOS GUARDEMOS DO MAL!

O seu crime a castigará e a sua rebelião a repreenderá. Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o Senhor, o seu Deus, e não ter temor de mim", diz o Soberano, o Senhor dos Exércitos”. Jeremias 2.19.                               


Jeremias fala ao seu povo cativo em Babilônia. O texto citado chama a nação rebelde a reconhecer seu pecado de transgressão contra o Senhor. Em seu livro das Lamentações (3.39) o profeta Jeremias faz uma pergunta na forma de advertência: “De que se queixa o homem vivente? Cada um se queixe dos seus próprios pecados!”. O cenário era o cativeiro de Babilônia que durou setenta anos. Ali o povo foi oprimido, aviltado de todas as maneiras possíveis e imagináveis. Sofreu toda sorte de horrores. Qual a causa do cativeiro? A rebelião do próprio povo que voltou às costas para o Soberano Senhor se curvando diante de outros deuses que deuses não são e por isso não têm como livrar. O Senhor aqui chama a nação infiel a reconhecer seu pecado e mostra que a rebelião é a causa do cativeiro. A própria rebelião aplicará o castigo; E O Senhor ainda chama a atenção para as consequências de abandona-lo. Diz o autor de Eclesiastes: “Quem derruba um muro será picado por uma cobra”. O lado de fora do Muro é território de serpentes abrasadoras! E elas são os agentes de publicidade do Adversário e são “experts” em propaganda enganosa.

O Marketing do inferno é bem eficaz e atraente. E muitos caem em seu engodo. Normalmente o adversário e o mundo seu sócio, agem sob demanda. Demanda de quem? Da nossa carne e suas inclinações fora da vontade de Deus! Muros rompidos se tornam perigo constante. Quando se derruba um muro deliberadamente sem que seja para levantar outro mais forte, se perde a defesa. E o pior, se está sujeito a todo tipo de ataque! Quem faz isto deliberadamente não tem de quem se queixar a não ser de si mesmo! O Senhor por meio do seu profeta não poderia ser mais claro e pergunta à nação infiel: “Não foi você mesma a responsável pelo que lhe aconteceu, ao abandonar o Senhor, o seu Deus? Agora, por que você vai ao Egito para beber água do Nilo? E por que vai à Assíria para beber água do Eufrates?”. A Nação deixou o Senhor, o manancial de Água Viva para beber em cisternas rotas que não retêm as águas. Não é assim que muitos fazem ainda hoje e depois se queixam de Deus?

O que fazer diante das nossas encrencas? Um bom começo é checar os muros procurar as brechas e tapá-las. Checar os depósitos espirituais e procurar descobrir ali rachaduras que possam causar vazamentos das nossas bênçãos. Tem uma canção do poeta Sergio Lopes, O Lamento de Israel, que diz num de seus trechos: “Ah! Jerusalém por que deixaste de adorar o Deus vivo que em tantas batalhas te ajudou? Chora, Israel num lamento só Talvez Deus se lembre do destino de Jacó! Chora, Israel! Babilônia não é teu lugar Clama ao teu Deus e Ele te ouvirá do inimigo te libertará!”. Infelizmente têm faltado reconhecimento,  arrependimento e confissão dos nossos pecados. O que aprendemos aqui? A canção mencionada fala do cerne dessa questão. Aos que abandonaram ao Senhor só resta sofrimento e dor fora dos seus muros, porque o próprio Senhor é um Muro de fogo ao nosso redor. Quando rompemos esse muro e saímos da proteção, o que nos resta? Só amargar as consequências das nossas escolhas malditas. Adorar ao Senhor é ato contínuo e deve ser feito em tudo: Pensamentos, Atos e Palavras. E nesse quesito todos nós estamos há anos luz de distancia. Por isso é tempo de uma reflexão profunda, solitária e silenciosa. Um mergulho em nossa interioridade! “Esquadrinhemos os nossos caminhos e voltemos ao Senhor” (Lm.3.40) aconselha o profeta Jeremias em outro momento! Atentemos! Nadia Malta

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR ESTÁ SEMPRE CONOSCO, TÃO SOMENTE CONFIEMOS!

 O SENHOR ESTÁ SEMPRE CONOSCO, TÃO SOMENTE CONFIEMOS!

Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; e, quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, você não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas. O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus”. Isaías 43.2; Filipenses 4.19. 


As palavras do Senhor por meio do profeta Isaías, ratificadas pelas palavras ditas por meio do apóstolo Paulo nos dão a tranquilidade que necessitamos para seguir em frente mesmo em meio às lutas que nos assaltam. E olhe que essas lutas não são poucas. Haja coração, fé e graça sobre nós! Há momentos que o chão foge de debaixo dos nossos pés. As lágrimas viram alimento e temos a impressão que não vamos suportar! É quando a Palavra do Senhor emerge do nosso interior como um rio vivo que dessedenta e refrigera a alma e o espírito cansado e abatido. As batalhas são muitas e intensas! Nos textos citados o Senhor promete ao seu povo: Presença, livramento e suprimento! Nada nos faltará: Presença em meio às dificuldades; Livramento em meio aos perigos da vida; E Suprimento e suficiência.

É certo que atravessaremos vales áridos e sombrios, desertos abrasadores, estreitos quase intransponíveis, ausências humanas, perdas irreparáveis! Contudo, Ele promete que não estaremos sozinhos, que não sofreremos dano algum, pois Ele estará conosco. A sua vara e seu cajado nos consolarão. Ele é o Deus que nos consola com muitas certezas! Ele não permitirá que sejamos encobertos pelo transbordamento dos rios das tribulações. Ele não deixará que sejamos consumidos pelo fogo avassalador das grandes provas. Sairemos delas fortalecidos, ilesos e com grandes cicatrizes memoriais. São elas que testificam das nossas superações! O Senhor segundo as riquezas gloriosas de Cristo suprirá as nossas necessidades. “São muitas as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra”! Diz o salmista de maneira experiencial!

A vida cristã é uma vida de grandes contrastes. Os cenários mudam com uma velocidade espantosa. Às vezes em um mesmo dia experimentamos: Montanhas altíssimas e vales profundos; Auroras cheias de luz e crepúsculos tenebrosos; Saímos de um céu de brigadeiro para uma atmosfera nublada com nuvens cor de chumbo; Desertos e oásis. Graças a Deus o contrário também é verdade! O que aprendemos com tudo isso? Tudo sem prévio aviso parece apontar para um grande e intenso treinamento da parte do Senhor para nós! O propósito? Sinceramente, não sei! Mas como diria o personagem Chicó, da obra de Ariano Suassuna: “Só sei que é assim!”. E parafraseando John Piper: “Crentes mal treinados não suportarão o fogo das provas dos últimos dias!”. Que a Graça nos assista: Sustentando, Firmando e Fortalecendo, para que não envergonhemos o evangelho do Senhor Jesus Cristo nem difamemos o Caminho! Tão somente confiemos na suficiência de Deus! Seremos supridos e chegaremos ao Destino Eterno!  Nadia Malta

 

 

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