terça-feira, 20 de novembro de 2018

Meditação/Nadia malta/CHAMADOS À FRUTIFICAÇÃO EM TEMPO E FORA DE TEMPO!


CHAMADOS À FRUTIFICAÇÃO EM TEMPO E FORA DE TEMPO!
                                                                                  

Então, Jesus proferiu a seguinte parábola: certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou. Pelo que disse ao viticultor: há três anos venho procurar frutos nesta figueira e não acho; podes cortá-la; para que está ela ainda ocupando inutilmente a terra? Ele, porém, respondeu: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume. Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la” - Lc. 13.6-9.                           

Esta parábola da Figueira Estéril foi proferida por Jesus para rebater o raciocínio dos que achavam que o acidente ocorrido na Torre de Siloé era um castigo sobre os galileus mortos. Naquela ocasião, Jesus afirma que os que morreram não eram mais culpados que todos os demais habitantes de Jerusalém. Ele ainda alerta aos que estavam à sua volta, que caso não se arrependessem, todos igualmente pereceriam. O Senhor aproveita a oportunidade e chama a atenção dos ouvintes para uma questão de maior relevância. Enquanto os que vieram a ele falavam de coisas terrenas, o Senhor fala de coisas espirituais. Então, ele proferiu esta parábola para explicar aos ouvintes que Deus deseja encontrar fruto em sua Figueira. Desejou isso no passado e deseja hoje!  O tempo está se esgotando frutificar é preciso. Este tempo está se esgotando, o relógio profético não pára e frutificar é preciso! Deus em todas as épocas tem dado oportunidades ao seu povo escolhido de frutificar para ele: ouvindo a sua voz, se arrependendo e mudando de atitude, pregando a Palavra e fazendo discípulos, exercitando os dons, relacionando-se melhor com Ele e uns com os outros, santificando-se para a glorificação do seu Nome. Contudo, é verdade também que o adversário tem tentado de todas as maneiras impedir essa frutificação desde a criação. Por isso é tão necessário que os escolhidos de Deus aprendam a discernir o que se passa ao seu derredor.

As cargas que têm sido trazidas sobre a vida de muitos, na verdade são estratégias do inimigo para afastá-los de sua produtividade. Mas, glória a Deus que ele é gracioso e espera para ter misericórdia de nós e a nossa suficiência vem de Deus, independente das circunstancias que nos cercam. O texto traz quatro fatos revelados sobre o Dono da Vinha (Deus). Primeiro Fato: O Dono da Vinha (DEUS) deseja encontrar fruto em sua Figueira! O Espírito de Deus está falando com cada um de nós hoje! “Deus exige fruto e não folhas! Vida no Altar e não palavras sem conteúdo. Discurso e práticas devem ser compatíveis”. O Dono da Vinha desejou encontrar frutos no passado e continua desejando encontrá-los hoje. Esse desejo não é uma simples vontade aleatória ou mesmo um capricho de Deus, mas é o cumprimento do propósito para o qual a figueira foi plantada na vinha. A figueira não é árvore ornamental, mas frutífera, se não cumprir seu propósito, não tem serventia, deve ser lançada ao fogo.  Floresçamos onde estamos plantados! Essa advertência vale não apenas para a vida dentro das quatro paredes da igreja, mas fala também do viver diário fora dos portões da igreja visível! Segundo Fato: A Figueira não pode ocupar inutilmente a terra! Não há pior tragédia do que o Dono da Vinha vir buscar fruto na figueira que plantou e não achar. De que fruto o Senhor está efetivamente falando neste contexto? Arrependimento sincero, conversão genuína, relacionamento intimo e dependente com o Senhor, o fruto do Espírito em seus nove aspectos (amor/ágape= caridade, não a caridade de doar coisas, mas a doação de si mesmo; alegria; paz= equilíbrio; longanimidade= tolerância; benignidade= compaixão, misericórdia; bondade= atos concretos de amor; fidelidade= fé+obediência; mansidão= rendição à vontade de Deus; domínio próprio= autocontrole. Tudo isso para louvor da glória de Deus. Nós estamos aqui com um propósito: Glorificar a Deus com todo o nosso ser. Pensamentos, atos, palavras e gozá-lo para sempre.  Se este propósito não for cumprido, para que ocupar inutilmente a terra?

Terceiro Fato: O Senhor Jesus é Deus de oportunidades e intercede e cuida de sua figueira! O Senhor não apenas intercede pela figueira, ele propõe fazer muito mais: Ele quer escavar e por estrume. Esse processo implica em tirar também as ervas daninhas e pedregulhos que impedem a frutificação. O Senhor não poderá nos usar se estamos sufocados pelo orgulho, a vaidade pessoal, o desejo de ser notados, a preguiça, o comodismo ou outra coisa qualquer. A obra de Deus exige entrega, abnegação! Será que o que você está vivendo agora não é um escavar do viticultor, a fim de que você se torne frutífero? A grande revelação aqui é que o Senhor não desiste da figueira, ele fará tudo que for necessário para que ela seja fortalecida e se torne frutífera. Fiquemos atentos a esse trabalhar. Sejamos sensíveis ao agir do Viticultor. “Quando Deus quer amolecer uma terra seca, ele manda chuva”. Quando encontramos alguém, enfrentando uma tempestade, é Deus amolecendo aquele coração para que se torne frutífero para ele. Estamos exatamente no tempo da oportunidade. O Senhor está esperando a nossa frutificação só mais este ano. É o tempo da graça, do favor de Deus. Não sabemos a duração “deste ano profético de Deus! Quarto Fato: Se a figueira vier a dar fruto, bem está, se não será definitivamente cortada! A parábola termina em aberto. O Último capítulo será escrito por cada um de nós. Se somos verdadeiramente figueira, frutificaremos. O Dono da Vinha está chegando e virá direto em sua figueira. Será que ele irá encontrar fruto? Somos a Figueira do Senhor e ele tem buscado encontrar fruto em nós. O nosso propósito de existir é frutificar para Deus, se não estamos frutificando tem alguma coisa errada. Vamos à luz do Espírito Santo, identificar o que é. Não podemos esquecer que o nosso adversário tem interesse que não frutifiquemos. O Senhor intercede por nós e cuida para que frutifiquemos. Que não venhamos a desprezar o tempo de oportunidade que estamos recebendo da graça de Deus. Atentemos para a bondade e para a severidade de Deus. Como você resolve escrever o último capítulo dessa história sobre a sua vida? Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Meditação/Nadia Malta/POR QUE SOFRE O JUSTO?


POR QUE SOFRE O JUSTO?
                                                                               
Zerá, o etíope, saiu contra eles, com um exército de um milhão de homens e trezentos carros, e chegou até Maressa. Então, Asa saiu contra ele; e ordenaram a batalha no vale de Zefatá, perto de Maressa. Clamou Asa ao SENHOR, seu Deus, e disse: SENHOR, além de ti não há quem possa socorrer numa batalha entre o poderoso e o fraco; ajuda-nos, pois, SENHOR, nosso Deus, porque em ti confiamos e no teu nome viemos contra esta multidão. SENHOR, tu és o nosso Deus, não prevaleça contra ti o homem. O SENHOR feriu os etíopes diante de Asa e diante de Judá; e eles fugiram. Asa e o povo que estava com ele os perseguiram até Gerar; e caíram os etíopes sem restar nem um sequer; porque foram destroçados diante do SENHOR e diante do seu exército, e levaram dali mui grande despojo. Feriram todas as cidades ao redor de Gerar, porque o terror do SENHOR as havia invadido; e saquearam todas as cidades, porque havia nelas muita presa. Também feriram as tendas dos donos do gado, levaram ovelhas em abundância e camelos e voltaram para Jerusalém”. II Crônicas 14.9-15.                                                                             

Recobremos o ânimo diante das lutas e confiemos somente no Senhor para vencer cada batalha que surge. O texto lido mostra um episódio ocorrido no reinado de Asa, rei de Judá. Asa sucedeu seu pai, Abias. Ele fez o que era reto e bom diante do Senhor. Por causa da sua fidelidade, Deus deu repouso a terra e havia paz. Mesmo à despeito da fidelidade de Asa, levanta-se Zerá, o etíope, comandante do exército de faraó, contra o pequeno e despreparado reino de Judá. Como havia paz na terra, o contingente militar de Judá era pequeno: 300.000 homens que manejavam pavês=(escudos longos) e lanças. De Benjamim havia 280.000 que traziam escudo e atiravam com arco. O texto diz que eram todos homens valentes. Mesmo assim, todo o exército somava apenas 580.000 homens. O exército inimigo era formado por 1.000.000 de homens, mais 300 carros de guerra. A velha intimidação tem sido sempre a arma preferida do adversário, para atingir o povo de Deus. Ele sabe o poder de fogo que o medo tem sobre nós, por isso nos intimida. E essa intimidação assume muitas faces. Parece que o nosso adversário não economiza recursos, quando o que está em jogo é nos abater.

Por que sofre o justo? Esta é a pergunta-tema desta mensagem e que sempre surge na hora do sofrimento. Mesmo o servo de Deus andando em fidelidade não está livre de enfrentar lutas, enfermidades, perdas. Contudo, não importa o tamanho do nosso inimigo, de um jeito ou de outro, o servo de Deus é livrado para a glória do Senhor! São muitas as ocasiões em que encontramos servos fiéis de Deus, assolados por batalhas cruéis, onde o poder de fogo do inimigo é violentíssimo. O adversário é um grande estrategista e ele age em nossos pontos de vulnerabilidade. Apesar de serem muitas as aflições do justo, o Senhor de todas o livra. E é precisamente nesses momentos que descobrimos a fé necessária para vencê-las. Qual o propósito dessas duras provas? Amadurecimento espiritual, testes de fé, conserto ou mesmo razões que só entenderemos na eternidade. O Senhor muitas vezes nos chama para testemunhar em vias dolorosas. O texto lido fala sobre essas lutas e desafios que enfrentamos enquanto peregrinos nesta terra. É sempre bom voltarmos às experiências vividas pelos servos de Deus do passado, e tirarmos delas lições preciosas, aplicando-as às nossas vidas. Há princípios nessas experiências, que não podem ser desprezados. O mesmo Deus que agia no passado age hoje.

O Rei Asa nos ensina três atitudes preciosas. Primeira Atitude: Ele reconheceu o poder ilimitado de Deus! É preciso reconhecer nossas limitações e fraquezas, dando sempre ao Senhor toda honra e toda glória, reconhecendo que só Ele é Deus e que só Dele vem o nosso socorro. Ele ouve e atende ao clamor dos que o buscam em integridade e fidelidade. Asa andava em fidelidade diante do Senhor fez todos os consertos necessários. Ele reconhecia a sua própria limitação bem como o poder ilimitado de Deus, e recorre a Ele! Do mesmo jeito que o Senhor foi com Asa, pode ser com você e comigo hoje! Segunda Atitude: Ele confiou em Deus, apesar do tamanho do exército inimigo! A postura de fé de Asa bem como a sua ousadia, já havia sido experimentada também por Davi, quando venceu Golias. Um só com Deus é maioria. Creiamos nessa verdade, e avancemos na força que o Senhor supre! Declare a sua fé hoje. Diga em quem tem crido, deixe que os que estão à sua volta saibam o tamanho do seu Deus. Diga a Deus que só nele está a sua confiança. Reprima a voz de choro, suprima a murmuração, levante hoje a sua cabeça e profira palavras ousadas de fé e a vitória será sua pelo sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Plante sementes de fé e brotarão milagres a cem por um. Terceira Atitude: Ele reconheceu que a peleja é do Senhor e não de homens! E quem peleja contra o Senhor já está derrotado! Assim, clamemos e a resposta virá! O Senhor pelejou por Asa, desbaratou o exército inimigo e o povo ainda saiu abençoado com o despojo; o Senhor tirou do ímpio e deu ao justo. Reconheçamos que só o Senhor é Deus; que só Ele é poderoso na batalha. Confiemos em Deus e não nos atemorizemos com o tamanho do inimigo! Declaremos a nossa fé, brademos para os quatro ventos em quem temos crido. Se estivermos andando em fidelidade, então, essa peleja não é nossa, mas de Deus! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/








domingo, 18 de novembro de 2018

Meditação/Nadia Malta/PELA FÉ PERSEVERANTE NO CRISTO VENÇAMOS O SOFRIMENTO!


PELA FÉ PERSEVERANTE NO CRISTO VENÇAMOS O SOFRIMENTO!
                                                                              
Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. Fp.4.4-7. 

Exercitemos a fé confiante que nos leva a esperar em Deus sem ansiedade mesmo em meio ao sofrimento. O texto lido são as palavras finais desta epístola e ali o Apóstolo Paulo aponta alguns princípios da palavra do Senhor que devem ser exercitados a bem da nossa saúde espiritual e emocional. Esses princípios devem estar alicerçados em uma espera confiante no Deus que não pode mentir e que não falha nunca. Ao serem observados de maneira disciplinada, esses princípios levam a uma paz indizível, mesmo em meio às lutas mais renhidas. Temos falado muitas vezes em exercitarmos a espera confiante em Deus. Contudo, como temos visto e experimentado esperar não é nada fácil. Invariavelmente quando esta espera é longa faz adoecer o coração. E há muitos de coração doente em nosso meio! No entanto, Paulo traz a revelação do Espírito, de que este exercício de esperar em Deus deve ser feito com alegria. Aliás, a epistola aos Filipenses é chamada de carta da alegria, mesmo tendo sido escrita de uma prisão num momento de muito sofrimento. Apesar de suas dores, Paulo usa aqui onze expressões que pressupõem alegria, gozo, e contentamento. O que é proposto pelo apóstolo aqui, não é “o jogo do contente”, onde se finge que está tudo bem, mas o exercício de uma certeza do agir de Deus sempre.

A igreja tem vivido uma crise de falta de alegria e de fé esperançosa, que por sua vez Leva a falta de confiança irrestrita no agir de Deus. Esta tendência tem sido o resultado da propagação do evangelho da prosperidade apregoado em alguns guetos autodenominados de cristãos. Tudo isto tem gerado um ceticismo no coração daqueles que por não conhecerem a Palavra de Deus, nem o Deus da Palavra engatinham na fé mesmo depois de muitos anos da prática de um igrejismo árido. Esse quadro de ceticismo precisa e deve ser mudado, mas para isto é necessário passarmos por um avivamento e avivamento é experiência viva com Deus. O texto nos propõe três exercícios qu nos fortalecerão em dias de dores profundas. Primeiro: O Exercício da Alegria! A alegria aqui se trata de algo sobrenatural que está a nossa disposição, sempre que buscarmos o Senhor em verdade. A Palavra do Senhor nos assegura que na presença dele há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. Por que não desfrutamos efetivamente dessa plenitude? Porque não o buscamos o Senhor verdadeiramente, não investimos tempo em sua presença. A alegria aformoseia o rosto, mas o que temos visto em nossas igrejas? Rostos carrancudos e rabugentos, crentes "reclamões" que difamam seu Senhor em todo o tempo.

Segundo: O Exercício da moderação! Moderação é equilíbrio, premissa para bom testemunho. O que tem de crente com “labirintite espiritual”, coxeando entre dois pensamentos parece brincadeira. Paulo ordena aqui que a nossa moderação seja conhecida de todos os homens porque o Senhor está às portas. Se essas palavras foram pertinentes para aqueles dias, o que diremos hoje? Nunca se viu tanta falta de integridade dos que se dizem crentes, tantos testemunhos mentirosos e exagerados. Os espetáculos circenses em nossas igrejas têm levado muitos a se escandalizar com a conduta desses falsos irmãos, que por sua vez acabam por denegrir o evangelho do Senhor. O que tem faltado? Equilíbrio. Terceiro: O Exercício das orações acompanhadas com ações de graças! Oração e gratidão precisam andar juntas. Quando oramos e de antemão agradecemos estamos dizendo por antecipação que cremos no agir de Deus que conhecemos experiencialmente. A gratidão precisa ser exercitada por nós. Descobrimos que a gratidão é: Inclusiva – todos podem praticá-la; é Atenta – ela é sensível a todos os agires de Deus; ela é Contagiosa – capaz de tocar todos os que dela se aproximam; e Teocêntrica – ela nos mostra que Deus está no centro de nossas ações de graças. Quando confiamos em Deus agradecidos nos aquietamos, fazemos sossegar a nossa alma exigente. A gratidão é um cântico de vitória mesmo antes da batalha. O que aprendemos aqui? Precisamos aprender a exercitar a alegria, só desfrutada na presença do Senhor. Precisamos exercitar a moderação, porque o Senhor está às portas. Precisamos exercitar as orações acompanhadas de ações de graças, como prova de uma fé esperançosa no agir de Deus. Todos esses exercícios espirituais nos levam a experimentar a paz sobrenatural que excede todo o entendimento e nos traz saúde emocional e espiritual. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



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