sexta-feira, 31 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR VELA SEMPRE PARA QUE SEUS DESÍGNIOS SE CUMPRAM!

 O SENHOR VELA SEMPRE PARA QUE SEUS DESÍGNIOS SE CUMPRAM!

Veio ainda a palavra do SENHOR, dizendo: Que vês tu, Jeremias? Respondi: vejo uma vara de amendoeira. Disse-me o SENHOR: Viste bem, porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir”. Jeremias 1.11,12.                                


Que sejamos encorajados como povo de Deus a esperar sem desespero pelos seus soberanos agires. A florescência e a frutificação dos planos de Deus acontecerão, porque Ele mesmo vela para que se cumpram. Os servos do Senhor não podem perder de vista a vigilância e a prontidão. Guardemos estas duas ações. Nos momentos nos quais os estreitos se tornam quase intransponíveis, achamos que nada dará certo! Para nós é como se Deus estivesse ausente das nossas encrencas. E Ele está muito mais presente do que poderíamos supor! Na verdade, mesmo que as nossas emoções insistam em desmentir e contrariar os desígnios do Senhor, Ele está atento a tudo, nada foge ao seu controle soberano. Aquietemos o nosso perverso coração de incredulidade. Domemos esse rebelde, puxemos as suas rédeas para que se renda a vontade do Senhor! Tenho ouvido muitas histórias de pessoas sofredoras que não conseguem se aquietar diante do imponderável. O grande problema aqui é que em nos aquietar está a solução.

Quando a inquietude nos domina é como se disséssemos ao Senhor que Ele não tem competência para nos abençoar e precisamos dar uma mãozinha! Todos temos problemas e aflições. Chorar é lícito, derramar o coração diante Dele é lícito, só não é lícito reter o problema e deixar de vigiar e estar sempre em atitude de prontidão. Lancemos o nosso fardo diante Dele e não o peguemos de volta. Entreguemos o QUE NOS INQUIETA e Ele agirá! Confiemos e descansemos! Ele não dormita nem dorme. Ele vela para que seus propósitos se cumpram. E eles se cumprirão! Tive o privilégio de ver isto acontecer inúmeras vezes. Fiquemos atentos, vigilantes, sigamos o curso dos acontecimentos, sem desespero. Não importam quais sejam. Conheci um amado casal que passou doze anos divorciado. Reencontraram-se depois desse tempo e se reapaixonaram e se “recasaram” para a glória do Pai.

O que aprendemos aqui? Nada há impossível para o Senhor, mesmo quando tudo parece que está irremediavelmente perdido, Ele entra com a solução mais impensável! Tão somente confiemos, Papai está acordado velando! Vigiemos e estejamos de prontidão para não perder a nossa bênção, domemos o coração de incredulidade para que ele não nos afaste do Deus vivo! A vitória é nossa pelo sangue do Cordeiro! Nadia Malta

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ ENTENDEREMOS AMANHÃ O QUE O SENHOR PERMITE HOJE!

 SÓ ENTENDEREMOS AMANHÃ O QUE O SENHOR PERMITE HOJE!

https://youtu.be/hzJx9izTR0g

Então, o Anjo do SENHOR lhe apareceu e lhe disse: O SENHOR é contigo, homem valente. Respondeu-lhe Gideão: Ai, senhor meu! Se o SENHOR é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o SENHOR subir do Egito? Porém, agora, o SENHOR nos desamparou e nos entregou nas mãos dos midianitas”. Juízes 6.12,13.      


Que aquietemos os nossos corações quanto aos agires de Deus nas situações! O chamamento de Gideão para livrar Israel das mãos dos midianitas é algo que merece uma reflexão cuidadosa. Desde a forma como Deus lhe chama se referindo a ele como homem valente, coisa que ele não parecia ser até a própria dúvida que brota do coração dele ao declarar: “Se o SENHOR é conosco, por que nos sobreveio tudo isto?”. Nem gostaria de entrar no mérito dessa questão, ou na razão histórica do fato, mas naquilo que Gideão experimentou ao se deparar com aquela tribulação tão aterradora. Quantas vezes já não nos sentimos assim como ele diante do imponderável. Não nos sentimos capazes de prosseguir e assim como Gideão são inevitáveis as muitas perguntas diante de tudo que estamos vivendo nesses momentos.

São muitas as perguntas inevitáveis nessas horas: Por que ou para que vivemos determinadas situações? Será que Deus está mesmo no controle desta encrenca? Será que seremos livrados ou pereceremos? Qual o propósito de tudo isto? Na verdade, são mais perguntas que respostas! As poucas forças parecem que fogem de nós e nos sentimos à deriva! Claro que todas as coisas cooperam para o nosso bem e o bem maior é sermos conformados à imagem do Cristo. Contudo, o difícil é convencer a carne e as emoções desta verdade. O espírito está pronto, mas a carne é fraca. E foi Jesus quem proferiu estas palavras.  É quando o limite da força acaba que entra o poder da fé, como diz a letra de uma canção cristã! Quem disse que teremos todas as respostas? Pelo menos não deste lado da eternidade!

É tão difícil percorrer a estrada da confiança absoluta, especialmente quando a nossa humanidade grita de pavor! É imperioso olharmos para a Palavra de Deus nesses momentos e contemplarmos as saídas impensáveis de Deus nas vidas de tantos servos do passado. Precisamente para isto é que tantas situações foram registradas nas páginas das Sagradas Escrituras, para nos dar alento e reedificar a nossa alma prestes a desmoronar nas horas de suores frios!. Às vezes precisamos ir a última fronteira do suportar para encontrar o Anjo do Senhor e ali edificarmos o nosso altar Àquele que é o Jeovah Shalom, a nossa verdadeira paz! Gostaria de terminar com um propósito: Façamos sossegar a nossa alma inquieta e exigente, O Senhor não está ausente de nossas dores e encrencas! Que Ele nos sustente e fortaleça até a vitória final! Avancemos na força que só o Senhor pode suprir!  Nadia Malta

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE SEJAMOS CONSOLADOS PELO SENHOR!

 QUE SEJAMOS CONSOLADOS PELO SENHOR!

https://youtu.be/v0YdM5ECIHE

Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu para que temas o homem que é mortal, ou o filho do homem, que se tornará em erva? Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Isaías 51.12; Romanos 8.31. 

As palavras do Senhor, tanto por meio do profeta Isaias quanto por meio do apóstolo Paulo, alentam o nosso coração ansioso por consolo do céu.  Todos indistintamente carecemos que o Senhor fenda os céus e venha em nosso auxilio! E nada é mais alentador do que olhar para as grandes e mui preciosas promessas de Deus ao seu povo em toda a história. Somos fracos, pequenos e limitados em nosso entendimento. Tem aumentado o número dos nossos detratores e perseguidores! E mais que nunca necessitamos dessa intervenção sobrenatural do Senhor em nossas encrencas tanto pessoais, quanto como povo de Deus. Somos desafiados a não temer. O consolo de que carecemos só pode vir efetivamente de Deus. Não há ninguém que possa nos acudir em nossos vazios e expectativas só o Fiel Guarda de Israel que não dormita nem dorme.

O Senhor é Aquele que sonda mentes e perscruta corações. Antes que a palavra nos chegue à boca Ele a conhece toda. Não podemos nos esconder do seu olhar e muito menos camuflar as intenções dos nossos corações. Aliás, Ele é especialista em decifrar intenções ocultas. Os grandes consertos começam pelas grandes confissões. Corações rasgados diante do Pai Celestial encontram consolações profundas. O próprio Senhor adverte: “Rasgai os vossos corações, não as vossas vestes!”. Temos sido chamados a um tempo de quebrantamento e consequentemente a um tempo de grandes transformações. Os grandes sofrimentos são a antessala das grandes mudanças. Entender esse princípio nos coloca na rota da consolação de que tanto necessitamos. Por outro lado, recebemos as consolações do Senhor para que também nos tornemos canais de consolações para todos os que se achegam a nós necessitados de graça. Nesses anos de ministério vi tanta coisa! Tudo tem sido um longo e valioso aprendizado!

Que lições podemos tirar dessas reflexões a partir do texto? Temos testemunhado agires de Deus, absolutamente incompreensíveis, do ponto de vista humano. Contudo, quando nos aquietamos em confiança e ficamos atentos a esses agires, além de vencermos a perplexidade também saímos experientes e esperançosos diante de tudo!  Que o Senhor tire o nosso medo, que Ele nos console e aquiete nossos corações para entendermos seus agires! Nadia Malta

 

terça-feira, 28 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEM FALTADO REVERENCIA DIANTE DO ETERNO E DISPONIBILIDADE PARA A SUA OBRA!

 TEM FALTADO REVERENCIA DIANTE DO ETERNO E DISPONIBILIDADE PARA A SUA OBRA!

No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim”. Isaías 6.1-8. 


O contexto todo vai até o versículo 13 e descreve o momento do chamado ministerial do profeta Isaías. Esse chamado foi marcado por dois acontecimentos que abalaram profundamente a estrutura emocional e espiritual daquele homem de Deus: A morte do Rei Uzias e uma tremenda visão do Trono de Deus. A partir daqueles dois acontecimentos, Isaías nunca mais foi o mesmo. O Rei Uzias de Judá foi um dos maiores líderes daquele povo; depois de um longo reinado de 52 anos, ao partir desta terra, deixou no profeta e em toda a nação um sentimento de profundo pesar e orfandade. Foi exatamente ali, naquele momento desolador na vida de Isaías que o Senhor escolheu para se manifestar a ele, mostrando-lhe a sua glória e majestade. Um rei humano deixava seu trono terreno, mas o Rei dos Reis continua assentado num Alto e Sublime Trono pelos séculos dos séculos, no controle absoluto de todas as coisas. Uzias começou a reinar com 16 anos e reinou 52 anos em Judá. Ele fez o que era reto diante de Deus. A certa altura do reinado de Uzias, tendo ele se fortificado; exaltou-se o seu coração para sua própria ruína e cometeu transgressão contra o Senhor, abusando de sua própria autoridade quis queimar incenso no lugar dos sacerdotes, o que era proibido. O Senhor o feriu com lepra até o dia de sua morte. Mesmo assim era amado por todo o reino de Judá, porque era um grande líder. Involuntariamente, estabeleceu-se uma relação de profunda dependência da figura paternal de Uzias.

Muitos homens e mulheres em todas as épocas tiveram o privilégio de ter gloriosas visões de Deus. Há uma característica comum entre eles: eles nunca mais foram os mesmos. Esses homens e mulheres foram visitados pelo sobrenatural de Deus, porque tinham uma outra característica comum: eram pessoas de busca; eles ansiavam por Deus. O Senhor os visitou por isso. No ano da morte do rei Uzias, Isaias teve uma grande visão de Deus que o despertou para quatro áreas específicas. Vejamos: Para a Santidade e glória de Deus; Para seu próprio pecado; Para sua purificação; E Para seu serviço. A ideia básica de Santidade é separação; ou seja, Deus está separado e acima da sua criação. Deus é infinitamente grande e absolutamente santo; por isso que nosso pecado sempre irá ofendê-lo; nossas mentiras; nossas atitudes dolosas; nossas atitudes imorais; nossas posturas impuras; nossas palavras frívolas; nossas rebeliões; nossos melindres; e tudo o mais que procede de nosso coração pecaminoso. O grande problema quando não contemplamos a santidade de Deus, é que nos tornamos cínicos e complacentes com os nossos próprios pecados. Quando Deus quer mostrar a sua própria glória e santidade somos confrontados com os nossos próprios pecados. A santidade de Deus avulta de forma contundente a nossa pecaminosidade.

Quando nos arrependemos, confessamos e abandonamos os nossos pecados, os agentes purificadores de Deus entram em ação. Passamos por um batismo de fogo, para que à semelhança do ouro sejamos purificados. Essa ação de Deus sobre nós traz uma profunda certeza de que fomos purificados, perdoados; passamos a nos sentir leves. Aqui há uma mudança radical de natureza, não apenas de comportamento. Pecado confessado debaixo de arrependimento é pecado perdoado, pecado perdoado é pecado apagado. Depois de sermos purificados, Deus nos chama através de inúmeros instrumentos para o seu serviço e espera de nós respostas. Deus quer pessoas que se disponham para Ele. Não para fazer o que querem, mas para fazer o que Ele quer. Às vezes achamos que temos um dom e não queremos fazer outras coisas para Deus; na verdade essas “outras coisas” aparentemente insignificantes são preparações de Deus para algo maior que Ele tem para nós. O que aprendemos aqui?  Precisamos buscar a presença viva do Senhor e nos submeter à sua santidade e glória. Precisamos reconhecer, nos arrepender, confessar e abandonar nossos pecados e isso todos os dias, porque pecamos diariamente. Precisamos ser purificados pelo Senhor.  Precisamos nos dispor para Deus e sua obra, aonde quer que Ele deseje que trabalhemos; a obra é dEle e Ele capacita seus escolhidos. Reflitamos! Nadia Malta.

 

 

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO NOS CONFORMEMOS AO MUNDO PARA QUE NÃO SEJAMOS ABALADOS!

 NÃO NOS CONFORMEMOS AO MUNDO PARA QUE NÃO SEJAMOS ABALADOS!

 Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?  O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade;  o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado”.  Salmo. 15.                                                                       


 Aqui o salmista responde as seguintes perguntas: Que tipo de pessoa desfruta da presença do Senhor e tem intima comunhão com Ele? Como reconhecemos um cidadão do céu? Aqui encontramos uma radiografia do verdadeiro cidadão do céu, daquele que embora esteja no mundo tem a firme convicção que não pertence a ele. O CIDADÃO DO CÉU é antes de tudo um eterno inconformado com o presente século. Ele é sal, é perfume e luz nas trevas. Este salmo suscita outras indagações igualmente pertinentes como: “Será que nasci de novo?”; “Que mudanças reais se operaram em mim?”; “Meu testemunho tem apresentado Cristo às pessoas?”; “Será que abandonei verdadeiramente as velhas convicções espirituais ou tenho servido a dois senhores?”; “Tenho interferido positivamente onde estou plantado?”. Quanto mais empreendemos essa jornada de fé, mais se faz necessário um autoexame diário de nossos pensamentos, atos e palavras. Confessar nossos pecados e abandoná-los um a um é o grande desafio à nossa frente, para nos apresentarmos diante do Senhor aprovados. Nada pode ser mais trágico para um servo do que perder a comunhão com o Senhor. Perder a comunhão com o Senhor é perder tudo! O inimigo de nossas almas é astuto e planeja de todas as formas nos derrubar de nossa posição em Cristo. Podemos ser chamados da terra a qualquer momento! Esse encontro pode ser iminente, nunca saberemos quando seremos chamados de volta para casa!

 As palavras do salmista aqui são claríssimas e nos levam, sobretudo, a uma meditação profunda sobre a nossa própria vida. A nenhum de nós foi autorizado à prática do julgamento, mas podemos discernir, pois pelo fruto se conhece a árvore. Segundo o raciocínio pormenorizado do salmista vejamos o que caracteriza o cidadão do céu (Aquele que habitará no Tabernáculo do Senhor e morará no seu Santo Monte): Primeiro: Ele vive em integridade e pratica a justiça; Segundo: Ele de coração fala a verdade; Terceiro: Ele não difama com a sua língua, não é crítico, nem melindroso; Quarto: Ele não faz mal ao próximo; Quinto: Ele não lança injúria contra o seu vizinho; Sexto: Ele tem por desprezível o réprobo, o perverso; Sétimo: Ele honra os que temem ao Senhor; Oitavo: Ele mantém a sua palavra mesmo com dano próprio; E Nono: Ele não empresta o seu dinheiro visando lucro, nem aceita suborno contra o inocente. Alguém que está em Cristo, que teve seu espírito recriado pelo Espírito de Deus não tem dois pesos e duas medidas.  Este cidadão do Céu não se conforma com o presente século, ele tem consciência plena de sua condição de peregrino e forasteiro nesse mundo. O cidadão do céu é compulsivo pela verdade, porque ele sabe que a Verdade é uma pessoa: CRISTO. Ele se veste dela como se fosse um cinturão. O cidadão do céu tem temor de Deus e não abre seus lábios dolosamente. Se não tivermos algo positivo para falar, então permaneçamos calados. A vereda do cidadão do céu vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito!

 O que o texto nos ensina sobre o cidadão do céu? Ele é integro e pratica a justiça. Ele fala a verdade, tem uma palavra só e tem uma língua consagrada ao Senhor, não a usa para o mal. Ele se preocupa com o próximo, não lhe faz mal, nem se associa com os perversos e não tira proveito de empréstimos ilícitos para se beneficiar. Ele honra os que temem ao Senhor. Por que o cidadão do céu se empenha nessas práticas? Ele não se empenha, ele simplesmente nasceu de novo, foi transformado por Deus. Ele não precisa mostrar que é espiritual, ele é espiritual. A comunhão com o Senhor é testificada no viver diário, aonde quer que ele esteja. Reflitamos! Nadia Malta

 

 

domingo, 26 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SIM, CONFIEMOS NA SUFICIENCIA DO CRISTO!

 SIM, CONFIEMOS NA SUFICIENCIA DO  CRISTO! 

https://youtu.be/PLdAn0cWkWc

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência, desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra; nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória”. Ef 1.3-14                                                        


O texto lido é considerado o maior período da Bíblia. E é fácil descobrir o porquê. Aqui nós temos a impressão de que o apóstolo Paulo em virtude da revelação da obra perfeita e completa de Cristo é tomado por um êxtase e perplexo, começa a falar sem parar nem para tomar fôlego. Ele quer contar logo o que descobrira, ou seja, o sacrifício do Calvário redunda em todas as bênçãos espirituais concedidas por Deus nas regiões celestiais em Cristo.  É preocupante a tendência nos meios cristãos de uma maneira geral de anunciar bênçãos materiais como meio de arrebanhar seguidores. Ou ainda, a supervalorização dessas bênçãos em detrimento do próprio abençoador. A maior necessidade do homem é reconciliar-se com Deus e isso só é possível através de Cristo. Se houvesse outra maneira de fazer essa reconciliação, Jesus não precisaria ter ido ao Calvário e sacrificar-se numa morte tão degradante como a de cruz. Existe uma máxima teológica que diz: “O vazio no coração do homem é do tamanho de Deus”. Só Jesus é capaz de encher todos os espaços vazios no coração do homem. Em todas as épocas encontramos pessoas vazias, carentes, buscando algo que elas mesmas não sabem o que é, mas nada pode saciar essa sede, esse vazio, só Jesus Cristo. O texto relaciona seis bênçãos que já recebemos por meio da obra completa de Cristo, bem como seus resultados eternos. Vejamos: Primeira Bênção: A Eleição; A Segunda bênção: A Predestinação para Ele como filhos; Terceira Bênção: A Redenção pelo sangue de Jesus; Quarta Bênção: A Remissão dos Pecados pela riqueza de sua Graça; Quinta Bênção: Somos feitos Heranças de Deus; E Sexta Bênção: Fomos Selados com o Espírito Santo da promessa.

Descobrimos aqui, que quando tomamos uma decisão por Cristo, essa decisão só foi possível porque Ele já havia nos escolhido antes. Essa escolha é baseada tão somente numa determinação soberana de Deus, na qual Ele nos concedeu sua Graça salvadora. Isso aconteceu independentemente de obras meritórias de nossa parte. O grande propósito dessa eleição é para que nos tornemos santos e irrepreensíveis perante Ele. Santos como Ele é santo. O Senhor nos revela aqui, que até mesmo se você foi rejeitado desde o ventre, mas ainda assim nasceu, foi por vontade, escolha e predestinação de Deus. Ele planejou você antes da fundação do mundo, não importa as circunstancias do seu nascimento. Mesmo que você não tenha sido planejado por seus pais biológicos e eles tenham, tentado abortá-lo, você foi planejado por Deus. Você é plano de Deus! E ninguém impede os planos perfeitos de Deus! Ao recebermos Jesus Cristo como Senhor e Salvador, somos libertos do reino das trevas por Deus e transportados para o reino do Filho do seu amor: Cristo Jesus. Além de libertos, redimidos, somos remidos, temos os nossos pecados perdoados e apagados. A nossa história é zerada. As coisas velhas já passaram e tudo se fez novo para a glória do Pai. Pertencemos a Deus somos heranças benditas do Senhor. Somos feitura dEle, criados para louvor de sua glória. O Espírito Santo em nós é o penhor, a garantia da nossa filiação em Cristo.

Que revelações estão contidas aqui? Quando discernimos cada uma dessas bênçãos espirituais, podemos compreender e partilhar o entusiasmo de Paulo ao escrever essas palavras. Os que buscaram a Cristo recebendo-o como Senhor e Salvador passam a tomar posse daquilo que já receberam nEle, ou seja, foram eleitos antes da fundação do mundo, predestinados para a adoção de filhos, redimidos, perdoados, feitos herança de Deus e ainda selados com o Espírito Santo da promessa. Experimentamos os resultados dessas bênçãos: Podemos discernir pelo Espírito Santo a vontade revelada de Deus de fazer todas as coisas convergirem em Cristo. Somos recriados para ser um louvor vivo para a glória de Deus, que sejamos! Aleluia! Nadia Malta

 

 

sábado, 25 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS FORTALECIMENTO EM DEUS!

 BUSQUEMOS FORTALECIMENTO EM DEUS!

                                                                                         


O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei? Quando malfeitores me sobrevêm para me destruir, meus opressores e inimigos, eles é que tropeçam e caem. Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e, se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança. Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo. Pois, no dia da adversidade, ele me ocultará no seu pavilhão; no recôndito do seu tabernáculo, me acolherá; elevar-me-á sobre uma rocha. Agora, será exaltada a minha cabeça acima dos inimigos que me cercam. No seu tabernáculo, oferecerei sacrifício de júbilo; cantarei e salmodiarei ao Senhor. Ouve, Senhor, a minha voz; eu clamo; compadece-te de mim e responde-me. Ao meu coração me ocorre: Buscai a minha presença; buscarei, pois, Senhor, a tua presença. Não me escondas, Senhor, a tua face, não rejeites com ira o teu servo; tu és o meu auxílio, não me recuses, nem me desampares, ó Deus da minha salvação. Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá. Ensina-me, Senhor, o teu caminho e guia-me por vereda plana, por causa dos que me espreitam.  Não me deixes à vontade dos meus adversários; pois contra mim se levantam falsas testemunhas e os que só respiram crueldade. Eu creio que verei a bondade do Senhor na terra dos viventes.  Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor. Sl. 27.

Falar sobre medo é sempre oportuno, porque este assunto tem atravancado a vitória de muitos servos de Deus, por isso este tem sido um assunto recorrente no meio da igreja. E isso independe do tempo de conversão. Em um grau maior ou menor todos nós sentimos medos. Muitas vezes ele acaba se tornando uma patologia, sendo necessária a intervenção de um profissional e até mesmo medicamentos, pois o Senhor também usa meios humanos. Contudo, é vontade do Senhor que vivamos livres desse fantasma que tem assombrado a vida de muitos de nós. O Senhor tanto opera por meios sobrenaturais quanto por meios naturais. De qualquer modo clamemos a Ele e façamos a nossa parte. Mais uma vez recorremos à experiência de Davi, para ministrar sobre esse assunto. Da mesma maneira como ele venceu o gigante Golias sendo pouco mais que um menino, tempos depois venceu todo contingente militar de Israel que o caçava a mando de Saul como se fosse um bandido perigoso. A cada vitória nossa em Cristo somos fortalecidos nEle para novos desafios.

A cada dia que passa nos deparamos com situações que demandam coragem e intrepidez da nossa parte. Ao mesmo tempo, nossa luta diária pela sobrevivência num mundo absolutamente hostil que jaz no maligno, requer de nós uma força que não possuímos, não humanamente falando. Haverá sempre lutas por fora e temores múltiplos por dentro! Existe um complô das trevas para nos assombrar e fazer recuar. Ficamos sobressaltados em casa e na rua. Há sempre um perigo à espreita, aonde quer que possamos ir. O que fazer diante disso? Quando o inevitável parece nos rondar, olhamos para Lc 8.50 e encontramos Jesus ali, entregando a Jairo o grande antídoto para os nossos medos: “Não temas, crê somente”. Este salmo de uma maneira geral aponta para alguns medos que podem nos paralisar. Recorramos à experiência do salmista que conseguiu vencê-los! Quais os medos vencidos pelo salmista? Medo das Circunstancias; Medo do Fracasso; E Medo do Futuro! Em cada curva do caminho, surpresas nos aguardam e nem sempre são agradáveis. Olhemos para Aquele que faz tudo cooperar para o nosso bem: Cristo. O que nos reserva o amanhã? Não sabemos. Mas cremos nAquele que tem o controle do tempo em suas mãos!

Quais as lições do texto? Precisamos aprender com Davi a exercitar uma fé viva no Senhor, baseada num relacionamento pessoal intimo com Ele. Precisamos aprender a nos achegar a Deus, não apenas nas horas difíceis, mas fazer dEle o companheiro de todas as horas. Ele é aquele que não nos abandona nunca. Quando somos assolados por acontecimentos difíceis, tenhamos bom ânimo pra enfrenta-los; Seremos fortificados diante de tudo que se levanta para nos assombrar e ainda aprenderemos a esperar no Senhor diante das decisões difíceis que precisarmos tomar ou diante das demandas à nossa volta. O único meio eficaz de nos fortalecer no Senhor é esperar e nos aquietar nEle. E aquietar-se nEle é a santa irresponsabilidade de lançar sobre Ele, aquilo que pesa sobre nós. Nadia Malta

 

 

 

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE VOLTAR AO SENHOR!

 TEMPO DE VOLTAR AO SENHOR!

“Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar”.Is. 55.6, 7. 


O texto lido faz parte de um contexto maior que vai do versículo primeiro até o treze deste capítulo e conclama os seus leitores a buscarem ao Senhor em um grande despertamento espiritual. Deus deseja que desfrutemos de um relacionamento intimo com Ele. Ele é a saída, é a Porta, é a possibilidade, é a resposta. Contudo, precisa ser buscado enquanto se pode achar e com inteireza de coração. O convite gracioso de Deus aqui, diz respeito à salvação, mas podemos aplicá-lo também às nossas vitórias. Quando olhamos à nossa volta, o panorama é verdadeiramente desolador. Vemos pessoas enlouquecidas correndo de um lado para o outro procurando escapes para os problemas que as assolam. Umas buscam na bebida e nas farras o consolo, outras nas drogas e na prostituição. Quantos pais e mães de família têm deixado o aconchego de seus lares para buscar refúgio lá fora? O homem sem Deus está simplesmente morto em seus delitos e pecados. Nada vai preencher o vazio do seu coração a não ser o Senhor. Mesmo os que estão na igreja por mera religiosidade, não vão ser saciados. É preciso mais que uma fachada religiosa. O Cristo vivo precisa ser plasmado em nós, já falamos sobre isto muitas vezes. Ele precisa ocupar todos os nossos espaços.

 A Graça de Deus derramada sobre o homem despertando-o a cinco atitudes, descritas aqui pelo profeta Isaías nos versículos citados. Vejamos: Primeira atitude: Buscar a Deus; Segunda Atitude: Invocá-lo; Terceira Atitude: Deixar os velhos caminhos e velhos pensamentos; Quarta Atitude: Converter-se ao Senhor; E Quinta Atitude: Voltar-se para o Senhor. Quando essa graça viva nos toca, temos condições de buscar o Senhor, de ansiar por Ele como aquela corça do salmo 42 anseia pelas correntes das águas. Essa busca é intrínseca, nada tem a ver com exterioridades religiosas. Os que ainda não experimentaram o Senhor podem fazer isso hoje, porque enquanto estamos vivos temos tempo de encontrá-lo. Os que já o experimentaram, mas se distanciaram dEle, hoje também é tempo de reencontrá-lo. A receita para encontrar o Senhor é buscá-lo de todo o coração em espírito e em verdade, só aí, Ele se deixa encontrar. Se você sente um vazio, invoque o Senhor! Precisa de uma vitória, invoque o Senhor! Está assustado com o tamanho do gigante? Invoque o Senhor! Se estiver enfermo, invoque o Senhor! Invoque o Senhor sempre! Quando o homem busca o Senhor e o invoca, Ele se manifesta a esse homem de uma maneira tão real, que ele nunca mais será o mesmo. Foi assim, com quantos tiveram o privilégio de encontrá-lo. Conversão fala de mudança de natureza, não só de atitudes. É novo nascimento. Essa conversão é precedida por um arrependimento sincero de coração uma mudança de mente.  Há uma mudança de rota. Não se trata de religiosidade ou “igrejismo”, mas mudança real de vida. Essa mudança é perceptível, visível. A pessoa torna-se irreconhecível. É desejo de Deus operar essa transformação em cada um de nós.

Quando nos convertemos verdadeiramente, voltamos para o Senhor de quem estávamos afastados, pela nossa condição espiritual. Voltar-se para Deus através de Cristo Jesus é ter a vida zerada. Todos os pecados são perdoados, apagados e lançados nas profundezas do mar, não importa o que fizemos. O desejo do coração de Deus é estabelecer uma aliança perpétua conosco. Uma aliança de vida abundante, de plenitude, mas poucos têm compreendido isso. Reflitamos enquanto há tempo. O que essas atitudes provocam? Deus se deixa encontrar quando buscado por aqueles que o invocam em verdade. O Senhor se compadece daquele que se aproxima dEle e o invoca em verdade O Senhor perdoa os nossos pecados e apaga as nossas transgressões, nos fazendo novas criaturas. O Senhor muda a história daqueles que se posicionam diante dEle, dando os passos de fé mencionados pelo profeta Isaías! É isso que Ele quer fazer hoje com todos os que recebem esta palavra. Quantos querem tomar as atitudes sugeridas por Isaias neste texto? Reflitamos! Nadia Malta

 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE OUÇAMOS E ACATEMOS O CONVITE DA GRAÇA DE DEUS!

 QUE OUÇAMOS E ACATEMOS O CONVITE DA GRAÇA DE DEUS!

https://youtu.be/G-9klSFq0Hs

Portanto, eu vos julgarei, a cada um segundo os seus caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor Deus. Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniquidade não vos servirá de tropeço. Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes e criai em vós coração novo e espírito novo; pois, por que morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto, convertei-vos e vivei”. Ez. 18.30-32.                                                          


O texto lido faz parte do contexto do capítulo 18 do livro profético de Ezequiel e fala da responsabilidade pessoal em relação ao pecado. Se lermos todo o contexto veremos que ele coloca uma pá de cal sobre a questão complicada da maldição hereditária defendida por alguns. Deus não tem netos, só filhos! Assim como a salvação é pessoal e intransferível, o pecado também. Cada um responderá por suas ações e inclinações. Os filhos ceifam a sua própria semeadura, não a semeadura dos pais, ou seja, os filhos ceifam as punições dos pais se andarem em seus maus caminhos. Tem algo que não podemos perder de vista em nenhum momento da nossa caminhada, para a nossa própria saúde espiritual e emocional: A obediência está para a bênção, como a maldição está para a desobediência. As ações não salvam, mas testificam da salvação, de um viver transformado. Em tempos de politicamente correto e de relativismos, a mensagem pregada hoje parece influenciada por essa tendência. O que foi feito da ousadia dos pregadores do passado? Pecado tem que ser chamado pelo nome, não podemos minimizá-lo usando termos como deslize, tropeço, falha ou coisa semelhante. Na verdade, não somos pecadores porque pecamos, pecamos porque somos pecadores. Pecar é errar o alvo estabelecido por Deus e Ele vai pedir contas sim. O alvo de Deus é a obediência, o fim da Lei é Cristo para a salvação de todo aquele que crê.

 Por isso é necessário que com ousadia proclamemos em tempo e fora de tempo que o inferno é real, que usar dois pesos e duas medidas não é de Deus e que o único Caminho que nos leva a Deus é Cristo. Jesus é o único mediador da Nova Aliança, é o Verbo de Deus, é o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. O texto citado aponta quatro ações imperativas para àqueles que têm ouvidos para ouvir o que o Espírito de Deus fala. Vejamos: Arrependei-vos e Desviai-vos das vossas transgressões; Lançai de vós todas as vossas transgressões; Criai (alimentai, cuidai) em vós um coração novo e um espírito novo; E Convertei-vos e Vivei. Cada um de nós conhece as próprias áreas interiores que precisam ser libertas. Conversão é mudança de rota, para vencer um pecado ou inclinação maligna precisamos, depois de regenerados pelo Espírito de Deus, matar a carne de fome. Jejuar especificamente. Graça de Deus não é licença para pecar. A liberdade dos filhos de Deus está em fazer a vontade de Deus, assim como a liberdade do pecador antes de ser regenerado, está na esfera do pecado em suas várias modalidades. O pecado na vida do servo deve ser um acidente de percurso não uma prática contínua e deliberada. Quem tem o Espírito se constrange diante de uma inclinação ou de um pecado consumado e se arrepende.

 Depois de regenerados pelo Espírito Santo de Deus, somos capacitados a mudar a rota. Somos ordenados a uma transformação pela renovação da nossa mente e isso só é possível pela Palavra de Deus. Não podemos olhar para trás, precisamos aproveitar a nova oportunidade que o Senhor nos concede. O Senhor ordena aqui uma mudança dos padrões de pensamentos, tudo tem que se fazer novo para nós. O caminho da santificação é árduo e não há atalhos para ele. O que tem ocupado efetivamente a nossa mente, os nossos pensamentos? Conversão também leva a verdadeira Vida que é o próprio Cristo. A condição do homem sem Deus é legal e espiritualmente morto em seus delitos e pecados. Só através de Cristo Jesus somos vivificados e habilitados para fazer a vontade de Deus. O que o texto nos ordena a fazer: Que nos arrependamos e nos desviemos do mal. Que não voltemos às velhas práticas do passado. Que busquemos viver em novidade de vida de acordo com o coração novo e o espírito novo que recebemos.  E Que nos arrependamos e vivamos em plenitude. Nadia Malta

 

 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/DEUS TEM UM PLANO PARA NOSSA VIDA, BUSQUEMOS DISCERNIMENTO PARA COMPREENDER!

 DEUS TEM UM PLANO PARA NOSSA VIDA, BUSQUEMOS DISCERNIMENTO PARA COMPREENDER!

https://youtu.be/Don0fBGmcgU

No trigésimo sétimo ano do exílio do rei Joaquim de Judá, no ano em que Evil-Meroda­que tornou-se rei de Babilônia, ele libertou Joaquim, rei de Judá, da prisão no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês. Ele falou bondosa­mente com ele e deu-lhe um assento de honra mais elevado do que os dos outros reis que estavam com ele na Babilônia. Desse modo Joaquim tirou as roupas da prisão e pelo resto da vida comeu à mesa do rei. O rei da Babilônia deu a Joaquim uma pensão diária até o dia de sua morte”. Jr. 52. 31-34. 


O texto lido encerra o livro profético de Jeremias com uma nota visível da graça de Deus.  Trata da restauração do rei Joaquim de Judá, sua libertação do cativeiro e o seu restabelecimento em honra. O rei Evil-Merodaque foi o sucessor de Nabucodonosor e em seu curto reinado de dois anos, foi o instrumento usado por Deus para essa restauração. Ele não está na lista daqueles que são chamados de tipos de Cristo, embora podemos enxergar aqui em sua ação graciosa para com o rei Joaquim algo que tipifica o que Cristo fez aos seus escolhidos. Uma das coisas que mais chama a atenção na Santa Palavra de Deus é a sua preocupação em sinalizar quanto ao seu propósito de salvar o homem. O Senhor faz isso de Gênesis a Apocalipse. É comum ouvirmos irmãozinhos dizerem: “Deus tem um plano para sua vida!”. No entanto, esta afirmação tem sido banalizada e quem a ouve acaba achando que ela nada mais é que jargão de crente. Afinal, todo crente diz isso!

Ainda assim, mesmo correndo o risco de acharem que estou falando um “crentês” arcaico e que estou usando um velho e surrado clichê, gostaria de fazer essa já tão usada afirmação: “Deus tem um plano glorioso sim, para cada um dos seus escolhidos!”. E nesse plano inclui: Libertação do império das trevas, perdão de pecados, regeneração do velho espírito morto, restauração da comunhão com Deus, livramento da morte eterna, vida nova e abundante, nova oportunidade de recomeçar. A isto chamamos de salvação, essa obra é completa e abrangente. Tudo se faz novo! Tudo isso nos é concedido pela graça mediante a fé, não por obras para que ninguém se glorie. O texto nos aponta algumas ações da Graça de Deus em relação aos escolhidos que nos levam a compreender a abrangência da obra salvífica. Vejamos: Libertação do Cárcere; Intimidade e Honraria; Comunhão e Nova Roupagem; Além de Suprimento Perene.

O que o texto nos ensina?  Precisamos nos alegrar porque já fomos libertos do império das trevas. O jugo que havia sobre nós foi quebrado. Estamos livres! Podemos adentrar o Santo dos Santos porque o véu foi rasgado, o acesso a presença do Pai está liberado, hoje nos relacionamos direta e intimamente com Ele. Fomos restabelecidos em honra. Podemos comer na mesa do Rei e Ele continua chamando seus escolhidos dos quatro cantos para virem a Grande Ceia do Cordeiro. Já recebemos uma nova roupagem, a roupa do cativeiro já nos foi tirada. Temos Suprimento perene, por toda eternidade, pelos séculos dos séculos. Aqueles que têm ouvidos para ouvir ouvirão e entenderão esta palavra e serão habilitados a desfrutar de todas essas bênçãos descritas aqui em nome de Jesus. Aleluia, Amém. Nadia Malta

 

 

terça-feira, 21 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS!

 QUE SEJAMOS  SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS!

Achei a Davi, meu servo; com santo óleo o ungi, Com o qual a minha mão ficará firme, e o meu braço o fortalecerá. O inimigo não o importunará, nem o filho da perversidade o afligirá. E eu derrubarei os seus inimigos perante a sua face, e ferirei aos que o odeiam. E a minha fidelidade e a minha benignidade estarão com ele; e em meu nome será exaltado o seu poder.  Porei também a sua mão no mar, e a sua direita nos rios. Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação. Também o farei meu primogênito mais elevado do que os reis da terra! Salmos 89:20-27. 


Nos versículos lidos, percebemos não as palavras do salmista, mas as palavras do próprio Deus, exaltando a Davi, seu ungido e lhe fazendo promessas. O que faz com que Deus, o Todo Poderoso, Criador e Sustentador de todas as coisas, possa falar elogiosamente de um simples mortal? Por que Davi, o querido rei e salmista de Israel foi chamado de homem segundo o coração de Deus? Talvez o próprio Davi também se perguntasse isso. Mas quando olhamos para a vida de Davi descrita na Palavra do Senhor é fácil descobrir a razão desse título. Assim como Davi todos os eleitos do Senhor são homens e mulheres segundo o coração de Deus, com suas fraquezas, vulnerabilidades, tortuosidades, mas alcançados efetivamente pelo favor imerecido de Deus. O que faz com que Deus escolha alguém e diga: “é este”; “é esta” – vou ungi-lo? O que falamos de Deus é comum, mas o que Deus fala de nós é especialíssimo. Deus queria levantar um novo rei no lugar de Saul e Davi era o escolhido. Davi, apesar de não ser perfeito, possuía características, que preenchiam as exigências divinas. O Senhor continua procurando homens e mulheres, com características específicas e diferenciadas, sobre os quais Ele possa dizer: “é este, é esta – vou ungi-los”. Vejamos as Características de um homem segundo o coração de Deus encontradas em Davi: Davi era um adorador; Davi era obediente a Deus; Davi era humilde; Davi era um homem com força de vontade, determinado; Davi era rápido para resolver problemas; era prático nas atitudes e cheio de fé; E Davi era rápido para arrepender-se e mudar de atitude!

Davi creditava a Deus, os seus feitos do mais simples, ao mais complexo; tudo era atribuído a Deus. Davi possuía um coração adorador e uma inclinação para a obediência. O prazer dele estava na lei do Senhor. Quando teve oportunidade de matar Saul, seu inimigo, não o fez para não ferir um preceito da Lei de Deus que proibia tocar nos seus ungidos, mesmo que isso pudesse custar a sua própria vida. Deus o honrou e o livrou de seus inimigos. Hoje é tão comum, vermos homens e mulheres de Deus alardeando uma “superespiritualidade”; quando deveriam exercitar a humildade. Como dizemos hoje, Davi tinha “garra”; ele não era um fracote, medroso, indeciso; quando ele dizia vou fazer isto, pode ter certeza, que era exatamente o que faria. Foi assim quando matou o leão, quando matou o urso; quando matou o gigante Golias; enfrentou tudo e todos confiado em Deus e saiu vencedor. Até pra fazer bobagens ele também tinha determinação e a Bíblia não esconde seus pecados. Sabe por que ele não tinha medo? Porque ele sabia para o que fora habilitado por Deus. Se você tem unção de Deus para ensinar, então esmere-se no ensino; se tem para louvar ao Senhor então cante para a glória de Deus; se tem para interceder, então interceda e as suas orações chegarão a Santa habitação de Deus.

Busquemos como Davi aperfeiçoar nosso ponto forte; não queiramos fazer algo para o qual não fomos chamados. Há uma diferença em fazer algo na obra de Deus porque simplesmente queremos fazer e fazer porque fomos habilitados por Deus para fazer, por isso muitos ministérios fracassam. Quando Deus nos escolhe Ele nos capacita. O Senhor me chamou para pregar, ensinar, aconselhar; se eu inventar de cantar, misericórdia, certamente vai ser um desastre; mas não se preocupem eu não faria isso com vocês. Então, para aquilo que você sabe que foi chamado, faça o melhor; seja um especialista. O que precisamos aprender com Davi? Precisamos aprender a ser adoradores. Precisamos aprender a ser obedientes. Precisamos aprender a ser humildes. Precisamos aprender a ser firmes nas decisões. Precisamos aprender a resolver problemas confiados em Deus. E Precisamos aprender a reconhecer os nossos pecados, confessá-los e abandoná-los. Nadia Malta

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ANDEMOS PELA FÉ E VEREMOS A GLÓRIA DE DEUS!

 ANDEMOS PELA FÉ E VEREMOS A GLÓRIA DE DEUS!

“Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos”. 2 Coríntios 5.7. 


Os dias são maus sobre a terra e precisamos nos encorajar mutuamente a andar pela fé, não pelo que vemos! No capítulo 4 desta epístola o apóstolo Paulo traz ainda mais luz a este assunto dizendo: “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno”. 2 Coríntios 4:16-18. O andar pela fé é sobrenatural e indizível! É o exercício da confiança plena Naquele que fez a promessa, nos fazendo seguir em frente, sem vacilar! Só assim, VEREMOS A SUA GLÓRIA NAS SITUAÇÕES QUE NOS ASSOLAM. Ele é fiel para cumpri-la. A cada dia que se aproxima a Segunda Vinda do Senhor somos desafiados a andar não pelo que vemos, mas pelo que cremos. E assim, a nossa confissão de fé vai sendo ratificada dia a dia. Ninguém está pronto, cristão maduro, Deus colhe. É de glória em glória, de degrau em degrau de vitória em vitória.

Há situações tão angustiosas que nos tiram o chão e o fôlego! Mas é precisamente ai que temos que ousar colocar os pés para só então, o Senhor colocar o chão. E só encontramos esse chão quando damos o passo ousado de fé! O passo é a obra que a fé exige! Abrahão creu na promessa de Deus e deu o passo de fé levando Isaac ao altar do sacrifício. Fé e obras andam juntas, não dá para dissociá-las! A estrada da fé a ser percorrida é estreita, íngreme, cheia de curvas, pedregosa e em meio a um denso nevoeiro. Há momentos na jornada que o nevoeiro da adversidade torna a visibilidade zero, mas a ordem é seguir mesmo sem enxergar nada. O peregrino empreende a jornada sozinho do ponto de vista humano. A única real companhia é invisível! Não o vemos ou sentimos, até porque isto faz parte do treinamento que a fé exige e assim, vamos sendo abastecidos por Ele sobrenaturalmente com a força que precisamos. Vivemos dias de intenso treinamento com vistas aos dias vindouros. As lutas por fora são muitas e os temores por dentro têm se multiplicado. Tudo concorre para nos tirar de combate.

Não imaginemos que os dias que virão serão mais amenos, muito pelo contrário. E isto não é alarmismo nem negativismo é realismo! Aqui é onde entra em ação a Esperança viva que é o Cristo. Não sabemos o que nos espera amanhã, mas sabemos quem nos espera, Jesus, o nosso amado Senhor e Salvador. Com Ele ao nosso lado saltaremos muralhas e desbarataremos exércitos. Esta é a fé do tipo “Ainda que...” experimentada pelo profeta Habacuque! O que aprendemos sobre a fé real? Primeiro: A certeza de que quem vai conosco sendo tanto o Caminho quanto o Destino nos impulsiona a seguir sempre. Há dias de abatimento? Sem dúvida, e não são poucos, pois, ainda estamos neste tabernáculo terreno, mas o suprimento de força para combater o bom combate, completar a carreira e guardar a fé, Ele providenciará dia após dia!  E Segundo: O Senhor é quem nos encoraja a perseverar e seguir em frente, apesar dos percalços do caminho. Aquele que retrocede entristece o coração de Deus! Assim, sigamos na força que só Ele supre! E Rompendo em fé chegaremos ao nosso Destino Eterno!  Nadia Malta.

domingo, 19 de julho de 2026

Meditação/ Nadia Malta/CONFIEMOS E SOSSEGUEMOS, DEUS ESTÁ NO CONTROLE!

 CONFIEMOS E SOSSEGUEMOS, DEUS ESTÁ NO CONTROLE!

https://youtu.be/ypJpLpDjxmo

Retorne ao seu descanso, ó minha alma, porque o Senhor tem sido bom para você! O Senhor conduza os seus corações ao amor de Deus e à perseverança de Cristo!”. Salmos 116.7; 2 Tessalonicenses 3.5.                                                


Perfeita a junção das palavras do Senhor tanto por meio do salmista quanto do apóstolo Paulo. É maravilhoso contemplarmos a unidade da Palavra de Deus através dos seus múltiplos instrumentos! E ainda por meio do autor de Hebreus ouvimos: “Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas”. Hb.4.10. Ambos os textos nos apontam duas direções em meio às nossas agonias: A nossa alma precisa voltar ao seu descanso, porque o Senhor tem sido bondoso para com ela. O salmista fala com a sua alma na tentativa de acalmá-la até que ela volte ao seu Descanso que é o próprio Senhor e também a faz lembrar-se da bondade de Deus para com ela. Que possamos nos lembrar sempre de agradecer por tudo que temos recebido da parte de Deus. Precisamos ter os nossos corações conduzidos ao amor de Deus e à perseverança em Cristo. O apóstolo Paulo pede em oração que o Senhor conduza os corações dos seus leitores ao amor de Deus e à perseverança em Cristo. Tudo que precisamos!

É sempre bom que confrontemos as nossas emoções em relação às situações que nos cercam. É eficaz trazer à memória o que nos pode dar esperança e a bondade de Deus é razão suficiente para a confissão da nossa esperança nAquele que é fiel apesar de nós. Lutas, nós enfrentaremos sempre e invariavelmente essas lutas nos tomam de assalto, nos emboscam. O propósito delas é nos tirar o chão e fazer que arrefeçamos na fé e na perseverança em Cristo. Vigiemos! Quando achamos que tudo está bem, somos surpreendidos com uma demanda que parece nos tirar o fôlego! Quanto mais nos aproximamos daquele dia e hora quando o Senhor virá buscar a sua igreja, mais e mais é exigido de nós. Por meio do profeta Zacarias o Senhor diz: “Voltem à sua fortaleza, ó prisioneiros da esperança; pois hoje mesmo anuncio que restaurarei tudo em dobro para vocês”. Deus é a nossa Fortaleza. Ele é o Consolo presente em nossa tribulação. Seu aparente silêncio é tempo de grandes preparações em relação às respostas que esperamos tanto. Creiamos e perseveremos. Ele é o nosso restaurador por excelência! Atentemos!

O autor de Provérbios diz: “O nome do Senhor é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros”. Corramos então, para Ele e ali nos refugiemos até que passem as calamidades que nos assolam. Sim, porque elas passam. Elas têm prazo de validade! Confiemos nisto. E o bom de tudo isto é que não atravessamos sozinhos, Ele está conosco. A sua vara e o seu cajado nos consolam. Perseveremos! O que aprendemos aqui? É o amor de Deus derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo que nos fortalece e dá esperança para aguardar dias melhores que certamente virão! Tão somente confiemos, esperemos e descansemos! Amém! Nadia Malta

 

sábado, 18 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/CONFIEMOS E DESCANSEMOS, A RESPOSTA DO SENHOR LOGO CHEGARÁ!

 CONFIEMOS E DESCANSEMOS, A RESPOSTA DO SENHOR LOGO CHEGARÁ!

No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome é Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande conflito; ele entendeu a palavra e teve a inteligência da visão. Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras. No dia vinte e quatro do primeiro mês, estando eu à borda do grande rio Tigre, levantei os olhos e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos de ouro puro de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, o seu rosto, como um relâmpago, os seus olhos, como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido; e a voz das suas palavras era como o estrondo de muita gente. Só eu, Daniel, tive aquela visão; os homens que estavam comigo nada viram; não obstante, caiu sobre eles grande temor, e fugiram e se esconderam. Fiquei, pois, eu só e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma. Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo-a, caí sem sentidos, rosto em terra”. Daniel 10.1-9. 


Daniel recebeu uma revelação de Deus e ao discerni-la entra em consagração e busca ao Senhor de todo seu coração. Ele precisava de respostas, assim como nós! As lutas que temos enfrentado são imensas e não poucas. Em certas ocasiões temos a nítida impressão que não vamos suportar. Contudo, é precisamente nesses momentos que mais devemos buscar o Senhor numa consagração contínua. Esta é estratégia eficaz de combate. Há uma necessidade de atenção e vigilância constante. O adversário tem estado furioso contra o povo da Cruz! O texto aponta alguns princípios para alcançarmos vitória no meio das nossas lutas. Vejamos: Primeiro Princípio: É preciso disposição para buscar o Senhor em consagração contínua; Segundo Princípio: Quem busca encontra; Terceiro Princípio: Diante da majestade do Senhor nenhum mortal permanece de pé; Quarto Princípio: Só o Senhor é quem pode fortalecer e consolar seus servos; E Quinto Princípio: Muitas vezes a demora de Deus em responder é porque Ele está pelejando por nós e nesse caso a espera faz parte da resposta!

As lutas têm sido muitas! Busquemos o Senhor em consagração genuína, não para barganhar com Deus, mas para estreitar o nosso relacionamento com Ele. É precisamente aí que recebemos grandes revelações da parte do Senhor. Vivemos em um tempo de absoluta irreverência diante do Senhor. As pessoas falam com Ele dando-lhe ordens e determinando o que Ele tem que fazer. Humilhemo-nos sob a mão poderosa do Senhor e Ele em tempo oportuno nos exaltará. Instrui o apóstolo Pedro. Daniel é consolado. O texto é cheio de revelações consoladoras. Daniel era alguém de quem o próprio Deus dera testemunho, chamando-o de muito amado. Entendemos que o profeta buscava entendimento para compreender o que estava acontecendo ao seu povo.

Estamos todos no meio de uma arena de guerra implacável, da qual somos participantes ativos. Nossas lutas não são contra seres humanos, embora eles sejam agentes do mal muitas vezes, para nos afrontar e atingir. Nossa real luta é contra seres espirituais do mal, agindo ininterruptamente ao nosso derredor. Aqui é mencionado o príncipe da Pérsia e o da Grécia. Não se trata de pessoas, mas de agentes satânicos que se opõem ao Senhor e aos seus servos. O que aprendemos aqui?  Precisamos nos dispor a buscar mais o Senhor em consagração contínua. Continuemos o nosso clamor em santificação. A resposta pode até parecer demorada, mas ela virá e seremos fortalecidos, consolados e livrados. Nadia Malta

 

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