ATENTEMOS PARA O CAMINHO DE DEUS E SEJAMOS BEM-AVENTURADOS!
O COLO DO PAI
"Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!" (Salmo 8:1)
segunda-feira, 16 de março de 2026
Meditação/Nadia Malta/ATENTEMOS PARA O CAMINHO DE DEUS E SEJAMOS BEM-AVENTURADOS!
domingo, 15 de março de 2026
Meditação/Nadia Malta/CHAMADOS A NOS REVESTIR DO CRISTO!
CHAMADOS A NOS REVESTIR DO CRISTO!
https://youtu.be/NU6-73sTw6U
“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração. E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Colossenses 3:12-17.
O apóstolo Paulo aqui usa a
analogia das vestes para ilustrar essa verdade. Note que todos os verbos aqui
nesse contexto estão no imperativo, para não dar margem a nenhuma dúvida quanto
ao intento do Espírito Santo através do apóstolo. A intenção aqui é ordenar,
não sugerir. O Senhor requer de nós não apenas aparência, mas um coração
verdadeiramente transformado. Temos visto muitas facções do cristianismo
perdendo tempo com usos e costumes, sem se importar realmente com o que as
pessoas preservam em seus corações pretensamente convertidos. Precisamos
entender que o Senhor perscruta mentes e corações. A simples aparência
“piedosa” dos homens não impressiona Deus, ele enxerga as coisas ocultas, os
porões de nossas almas e as intenções de nossos corações. A palavra ainda não
chegou aos nossos lábios, Ele já a conhece. Por isso, Paulo exorta seus
leitores a se despirem da velha mortalha do pecado e da antiga vida e colocarem
as vestes santas da nova vida em Cristo, que nada têm a ver com exterioridades.
Como nos revestir do Cristo? Que vestes
são essas? Vejamos: As vestes da Graça de Deus; As vestes da Paz de Cristo; As
vestes da Palavra de Cristo; E As vestes do Nome de Cristo. Paulo lembra aos seus leitores que por serem
eleitos, santos e amados de Deus, precisam ser revestidos de ternos afetos de
misericórdia, de bondade, de humildade e de longanimidade. Os eleitos, santos e
amados de Deus devem demonstrar esses ternos afetos mencionados: suportando e
perdoando uns aos outros. Porque o que recebemos de Deus, deve ser
compartilhado com os irmãos.
Essas vestes da graça ao serem
experimentadas suscitam em nós o amor incondicional de Deus, como o grande
vínculo da perfeição. Esse amor passa a ser a nossa credencial de identificação
como eleitos, santos e amados de Deus! No versículo 15 Paulo passa do caráter
para a conduta. Aqui ele fala da paz de Cristo como elemento identificador da
vontade de Deus em nossas vidas. A paz deve se instalar no coração do Cristão e
também no Corpo, a igreja. Essa paz funciona como um, árbitro (juiz), ela julga
se algo é de Deus ou não. No entanto, é preciso cuidado com a falsa paz, que
vem somente para confundir. A paz no coração precisa estar alinhada com a paz
na igreja, na família e em concordância com a Palavra de Deus. Se há paz no
coração, mas ainda não há no coração dos familiares, principalmente do cônjuge,
nem tampouco no Corpo (a igreja), devemos esperar até que tudo se alinhe
inclusive com a Palavra de Deus. Nada perdemos por esperar pacientemente a
vontade e a hora de Deus. Quando o cristão perde a paz de Deus começa a tomar
rumos fora da vontade do Senhor.
A Palavra deve ser para nós a única regra de fé e prática e deve
nortear a nossa vida. Para isso precisamos ler, meditar e praticar a Palavra sempre dentro de seu respectivo contexto.
Portanto, precisamos submeter tudo ao filtro santo da Palavra de Deus. O
cristão revestido da Palavra é alegre, grato e submisso.
O que aprendemos aqui?
Precisamos nos despir da mortalha do pecado e da velha vida. Como eleitos,
santos e amados de Deus, cobertos pela graça do Senhor precisamos ser
revestidos de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de
mansidão e de longanimidade. Precisamos demonstrar esses afetos suportando e
perdoando uns aos outros, em resposta a graça de Deus sobre nós derramada. O
amor de Deus precisa ser em nós credencial de verdadeiros cristãos. Precisamos
aprender a discernir a verdadeira paz de Cristo como árbitro em nosso coração e
elemento identificador da vontade de Deus. Precisamos nos revestir da Palavra
de Deus, para não nos deixar levar por qualquer vento de doutrina. Precisamos
nos revestir do nome de Jesus, como a maior chave de vitória, poder e
autoridade concedida aos eleitos, santos e amados de Deus. Atentemos e
reflitamos! Nadia Malta
sábado, 14 de março de 2026
Meditação/Nadia Malta/O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!
O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!
“Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Provérbios 30:7-9.
Em sua sabedoria vinda do Alto o autor de
Provérbios, traz a percepção da suficiência nos versículos citados. O
dicionário, dentre outras coisas, diz que suficiente é o quanto baste! Nem
mais, nem menos. Creio que esta é uma lição oportuna para o nosso tempo de
tanta competição, exigências, insatisfações e demandas. As pessoas em várias
áreas da vida querem “bater a meta” como se diz na linguagem do comércio e das
grandes corporações. Um dia ouvi da vendedora de uma loja conhecida sobre o
stress experimentado pelas exigências por parte dos seus superiores, em “bater
a tal meta”. Ela falava da angústia sentida e das noites de sono por causa da
exigência sob pena de ser demitida. Nos versículos citados o autor do texto faz
dois pedidos ao Senhor que remetem à suficiência e deveríamos considerar em
nossas orações: Primeiro, A suficiência da palavra empenhada e proferida com
retidão sem mentiras ou falsidade; E Segundo, A suficiência no ter. Suficiência
gera gratidão e o inverso também é verdade! O salmista fez aquietar e sossegar
a sua alma como a criança desmamada nos braços de sua mãe. Como a nossa alma é
exigente! Estamos sempre às voltas tentando satisfazer um desejo ou anseio. E
em geral acabamos metendo os pés pelas mãos para conseguir tal intento. Estamos
vivendo tempos difíceis! Contudo, apesar de todos os pesares têm sido tantas
dádivas recebidas da divina mão, como diz a letra do velho hino, e até mesmo
aquilo que não foi agradável de viver, veio como bênção disfarçada. Caso não
tenhamos descoberto o propósito ainda, logo, logo descobriremos. Nada em nossa
vida é obra do acaso!
A idéia de suficiência trazida a nós pelos
versículos nos ajuda a compreender que nos cansamos demasiadamente correndo
atrás do vento, como disse o mesmo autor em outro momento. Ele pede ao Senhor
duas coisas, a primeira: “Mantém longe de
mim a falsidade e a mentira”. Aqui também ele nos remete a um tipo de
suficiência, a da palavra proferida e empenhada com retidão. Quanta falsidade e
quanta mentira até mesmo em nosso meio! É impressionante o quanto se mente
compulsivamente das mínimas às grandes coisas. Há uma crise de confiabilidade
sem precedentes. Falta a suficiência de um falar sincero, honesto, onde o sim,
seja sim e o não, seja não. Sobre isso Jesus ordena de maneira enfática: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’,
‘não’; o que passar disso vem do Maligno". (Mateus 5:37). Que as coisas ditas sejam exatamente o que
dizem ser! O segundo pedido do autor de provérbios aqui é: “Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me
apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te
deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a
roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Esse outro pedido é de uma
lucidez que impressiona!
O que tem em demasia pode desdenhar de Deus
orgulhoso pelos muitos haveres e conquistas. O que tem de menos pode vir a
roubar envergonhando e assim, desonrando o nome do Senhor. Por isso o autor do
texto pede suficiência. O apóstolo Paulo traz mais luz a questão dizendo: “A minha suficiência vem de Deus”! Apenas
o quanto baste. Nem mais, nem menos! Clamemos assim! O que aprendemos aqui? Que
Busquemos também um falar confiável. Que o que dizemos seja o quanto baste. Que
haja suficiência em nosso falar. Que busquemos a suficiência no ter. Nem mais
nem menos, apenas o quanto baste. Que possamos dizer como o apóstolo Paulo: “A minha suficiência vem de Deus!”,
porque a sua Graça nos basta! Nadia Malta


