sábado, 27 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR JÁ NÃO TARDA!

QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR JÁ NÃO TARDA!

Ao anjo da igreja em Filadélfia escreva: Estas são as palavras daquele que é santo e verdadeiro, que tem a chave de Davi. O que ele abre ninguém pode fechar, e o que ele fecha ninguém pode abrir." Conheço as suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome. Veja o que farei com aqueles que são sinagoga de Satanás e que se dizem judeus e não são, mas são mentirosos. Farei que se prostrem aos seus pés e reconheçam que eu o amei. "Visto que você guardou a minha palavra de exortação à perseverança, eu também o guardarei da hora da provação que está para vir sobre todo o mundo, para pôr à prova os que habitam na terra. "Venho em breve! Retenha o que você tem, para que ninguém tome a sua coroa. Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce dos céus da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Ap 3.7-13. 


A releitura da carta à Filadélfia é oportuna, pois esta é a igreja fiel que espera a volta iminente de Jesus, é também chamada de a igreja do ARREBATAMENTO. Filadélfia representa a genuína igreja Cristã dos últimos dias. Ela não é uma igreja local, mas aponta para um remanescente fiel encontrado em cada igreja. A igreja precisa estar preparada para os dias que virão e certamente serão tempos difíceis. As palavras do apóstolo Paulo falando a Timoteo em (II Tm 3.1-4) nunca soaram tão atuais como nos dias de hoje. Há uma inversão tremenda de valores e as pessoas têm uma atração fatal por tudo que nega a Deus. O desafio da igreja hoje é muito grande. Mais do que em qualquer outra época precisamos à semelhança de Filadélfia, nos mantewr fieisiladelfia 4isto..dos, enfatuados e mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.es, desafeiçoados, implacr fieis, não transigindo com o mundo para tornar a Palavra palatável aos incomodados! Jesus abre para Filadélfia uma porta de oportunidade ministerial, mas havia dois obstáculos a serem vencidos: Primeiro: A falta de força; E Segundo: A oposição dos falsos judeus da cidade. A igreja não era grande nem forte. Não possuía influencia política, nem era uma igreja de multidão, mas o Senhor a elogia por sua fidelidade, perseverança e firmeza na Palavra. Não é o tamanho nem a força da igreja que determinam à autenticidade do seu ministério, mas sim, a sua fé no chamado e autoridade do Senhor. E isso pressupõe comunhão, serviço abnegado e mentoria contínua.

Todos somos responsáveis por todos! Numa certa medida, todos pastoreamos a todos. Esses a quem Jesus chama de “Sinagoga de Satanás”, podiam ser judeus segundo a carne, mas estavam longe de fazer parte do Verdadeiro Israel de Deus, no sentido neo-testamentário. Esses falsos judeus se opunham ostensivamente ao ministério Cristão de Filadélfia, assim como faziam em Esmirna. Eles faziam falsas acusações contra a pequena igreja de Filadélfia. Quantas oposições a igreja do Senhor tem enfrentado hoje em toda a face da terra! Quantos têm deixado de seguir a Cristo por não aguentar o peso da Palavra cortante do Senhor! Contudo, não podemos esquecer que até Jesus perdeu seguidores por pregar uma mensagem politicamente incorreta do ponto de vista humano! Pregar a Palavra sem aliviar ou maquiar seu conteúdo gera grandes oposições! Estejamos preparados para avançar mesmo em meio às oposições. Pensemos e oremos por isso! Para encorajar àqueles irmãos, o Senhor faz três promessas maravilhosas. Vejamos: O Senhor trataria com os inimigos de Filadélfia; O Senhor livraria Filadélfia da hora da tribulação; E O Senhor prometeu que honraria os fiéis em Filadélfia! Assim, Não temamos!

Deus se encarrega da luta do crente fiel que cuida da sua obra e usa as armas espirituais, não as carnais. A igreja fiel que conservar a Palavra e o Testemunho será guardada daquele dia. Aleluia! Filadélfia não transigiu, nem cedeu às pressões. Preferiu ser pequena e insignificante aos olhos do mundo do que ser grande e mundana como Laodicéia. Pregar a Palavra sem aliviar ou maquiar seu conteúdo gera grandes oposições! Estejamos preparados para avançar mesmo em meio às oposições. Pensemos e oremos por isso! O vencedor será coluna no Santuário de Deus e de lá ninguém o derribará. Numa terra de terremotos essa promessa era significativa. O vencedor terá gravado em sua vida um novo nome: O nome de Deus, o nome da Jerusalém Celestial e o novo nome de Cristo. Esses nomes permanecerão para sempre. O que as palavras de Jesus à Filadélfia nos ensinam hoje? A porta está aberta para a salvação, para a santificação, para a comunhão e para o serviço abnegado. Jesus espera que  aproveitemos o tempo de oportunidade e façamos a sua obra. Precisamos nos manter fiéis e conservar o que já recebemos. Vamos cuidar da obra do Senhor para que Ele cuide da nossa, ou seja, para que Ele trate com todos aqueles que têm se levantado aleivosamente contra nós. Ele diz: “VENHO SEM DEMORA, CONSERVA O QUE TENS!”.  Que estejamos vigilantes, o Senhor já não tarda! Nadia Malta

 


sexta-feira, 26 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ A GRAÇA VIVA DE DEUS PARA NOS ALCANÇAR, SUSTENTAR, ASSISTIR E ACOLHER!

 SÓ A GRAÇA VIVA DE DEUS PARA NOS ALCANÇAR, SUSTENTAR, ASSISTIR E ACOLHER!

 Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disseIsaías 1.18-20                                              


 O texto lido mostra o profeta Isaías usado por Deus para trazer uma mensagem de salvação para uma nação rebelde e contenciosa. Isaías traz um convite profético da irresistível graça de Deus, setecentos anos antes dessa Graça encarnar na pessoa de Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo. O texto de Isaías é extremamente contemporâneo e chama a atenção para o fato de que o Senhor é o Deus da oportunidade e Ele espera que aqueles que o ouvem, sejam sensíveis à sua voz. Aqui, a depravação total do homem é confrontada com o juízo e a Graça de Deus. A Palavra de Deus tem sido tão banalizada, tão mercadejada e tão negligenciada em nossos dias que nunca foi tão difícil anunciá-la. Mas, Deus não desiste! Glórias sejam dadas a Ele por isso. Creio mesmo que os anjos já desceram para a ceifa, os campos estão brancos para a grande colheita de almas dos últimos dias. E veremos se cumprir a promessa de Deus de que a sua “glória cobrirá a terra como as águas cobrem o mar”. Os que estão à nossa volta têm sede e fome, mas não de água e alimento. Sede e fome da Palavra do Senhor. Por isso, apesar do que vemos em termos de testemunhos negativos de muitos que professam o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, não podemos desistir de anunciar essa Palavra de Vida Eterna.

 O texto citado traz um convite da Graça de Deus e duas consequências, uma positiva e uma negativa. O Convite: Os leitores de Isaías são chamados pelo profeta para arrazoar, ouvir a sua argumentação no que diz respeito à Graça de Deus. Essa argumentação é irrefutável, não tem o que discutir. A proposta aqui é zerar a vida e a história pessoal daqueles que aceitarem o convite. A chance é imperdível, pois é presente de Deus, iniciativa de Deus e não do homem. Há um convite explícito. Se a Graça convida é sinal que alcançamos o favor de Deus, sem que haja nenhum merecimento de nossa parte. O mais encantador na Graça de Deus é que tudo que o pecador precisa fazer é dizer: SIM, EU ACEITO O CONVITE! E crerá e receberá esse convite todo o que foi destinado para a vida eterna. A Consequência positiva para os que aceitam o convite: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra”. O tratamento celestial é VIP. No Kit da salvação vem tudo que precisamos para esta vida e a vindoura. Passamos a ser chamados de Filhos e herdeiros de Deus.  Saímos da condição de meras criaturas, para condição honrosa de filhos de Deus! O Senhor quer nos dar o melhor desta terra. E com toda certeza Ele não está falando de superficialidades, mas da Suficiência dessa Graça salvadora, libertadora, sustentadora, firmadora e fortalecedora vinda do próprio Deus. Passamos a viver na terra, mas na perspectiva do céu.

 A consequência negativa para os que rejeitam o convite da graça de Deus: Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse” – v.20: O que Deus requer de nós? Obediência. Ele deseja que os que ouvem seu convite respondam afirmativamente, tanto para a salvação quanto para a vitória. Se a nossa atitude for de rebelião, seremos devorados à espada. De que espada o Senhor está falando aqui? Da Sua Santa Palavra que é a Espada do Espírito. Os que rejeitam o convite da Graça sofrerão os efeitos dessa Espada. O que o Senhor está requerendo de nós hoje? Que sejamos sensíveis ao convite da Graça de Deus, talvez a última chance seja hoje. Deus deseja fazer tudo novo em nossa vida; tudo que precisamos fazer é dar o passo de fé em sua direção e dizer: SIM, EU ACEITO SENHOR O SEU CONVITE E RECEBO JESUS COMO MEU SENHOR E SALVADOR! O Senhor tem o melhor para cada um de nós! O caminho da rebelião contra Deus é árduo e doloroso. Ao final dele espera a Espada do juízo de Deus. Só há dois caminhos: Céu e Inferno, não há uma terceira opção. Pense nisso! Portanto “Se ouvires hoje a voz do Senhor não endureçam os seus corações!”. Nadia Malta

 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/ SOMOS CHAMADOS À MUITAS TRAVESSIAS!

 SOMOS CHAMADOS À  MUITAS TRAVESSIAS!

https://youtu.be/l2dzZaxSG1U

Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: "Vamos para o outro lado". Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam. Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este ia se enchendo de água. Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: "Mestre, não te importas que morramos”? Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: "Aquiete-se! Acalme-se!" O vento se aquietou, e fez-se completa bonança. Então perguntou aos seus discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?". Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?" Marcos 4. 35-41. 


Aquela convocação de Jesus mesmo tendo sido literal, trazia consigo um sentido parabólico para aqueles discípulos. Este outro sentido só poderia ser compreendido pelos ouvidos treinados de suas ovelhas. Jesus estava falando de uma travessia para um nível de espiritualidade que requeria fé, graça, resistência e resiliência. Se isso foi válido para os dias de Jesus andando com seus discípulos visivelmente aqui na terra, o que dizer nos dias de hoje? Tenho a impressão de ainda ouvir o Senhor Jesus fazendo a mesma convocação feita aos discípulos dos dias de sua carne sobre a terra: “passemos para a outra margem” e dessa vez não de forma parabólica, mas explicitamente convocando as suas ovelhas para atravessarem o lago da superficialidade, da barganha, do sacrifício barato, do voto de tolo, do mercadejamento da fé, do toma lá da cá espiritual que tem marcado a religiosidade de nossos dias. O que realmente o homem precisa não é encher os bolsos de dinheiro ou fazer parte da lista dos dez mais. O que na verdade ele precisa é preencher o vazio em seu coração. Ele precisa resolver o problema que afeta a sua interioridade: A falta de paz que excede todo o entendimento e aquela alegria completa e indizível que só é possível na presença do Senhor. Há três coisas no texto que chamam a nossa atenção de modo especial. Vejamos: A convocação de Jesus aos seus discípulos para passarem para a outra margem; Mesmo Jesus estando com eles no barco, não os livrou de passar por tempestades; E Tudo, absolutamente tudo, está no controle soberano do Senhor!

 Aquela era na verdade uma convocação para que seus discípulos participassem de uma “parábola viva”, onde eles próprios seriam os protagonistas. Eles viveriam naquele barco (figura representativa da igreja) o que experimentariam em suas vidas. O Senhor os convoca para um nível de espiritualidade que vai além da superficialidade e requer além de fé, graça, resiliência  e resistência para enfrentar o que pode surgir em nosso caminho. Estamos vivendo um tempo que é imperioso termos a compreensão dessa santa convocação do Senhor que ecoa em nossos dias, do contrário abandonaremos a fé que um dia abraçamos como muitos têm feito. Como cristãos somos chamados a enxergar a vida com os olhos de quem realmente foi transformado pelo poder de Deus. Isso nos faz andar no Caminho, na Luz, na Verdade, livres de pesos e culpas ou máscaras, mas não nos isenta de passar por tempestades. A proximidade e intimidade com o Senhor não torna a nossa vida mais fácil do ponto de vista circunstancial. No entanto, nos torna mais maduros, mais capazes de enfrentar a vida com lucidez e equilíbrio. Ajuda-nos a escolher as coisas mais excelentes, não nos contentando com superficialidades. O aparente sono de Jesus no barco não significa inação, descaso ou apatia. Esse sono faz parte de sua didática. O que Ele deseja é que confiemos em sua suficiente graça, numa atitude de fé e perseverança.

 Descobrimos aqui que nada do que venha a nos acontecer está fora de sua área de controle e cuidado amoroso. Ele não nos promete livrar de passar por vales sombrios, de entrar em fornalhas ardentes, de atravessar desertos abrasadores, de enfrentar gigantes, mas garante a sua presença em todo o tempo. Por isso aqueles discípulos foram severamente repreendidos por Ele por causa de sua falta de fé e timidez diante da tempestade. O que Espírito Santo deseja nos ensinar hoje? Jesus nos convoca hoje a passar a uma outra margem com Ele. Ele deseja para nós um nível de espiritualidade que vai muito além da superficialidade religiosa do toma lá da cá das igrejas-mercado. Ele deseja que alcancemos uma espiritualidade de alicerce profundo cavado na Rocha eterna que é ELE próprio. Mesmo estando conosco no barco, e Ele certamente está, não estamos livres de enfrentar tempestades em nossa jornada por esta vida. O aparente sono do Senhor não significa apatia, descaso ou inação, mas faz parte de sua didática. É um recurso, uma oportunidade de manifestarmos ousadia, fé e resistência confiantes na sua suficiente graça. Jamais devemos esquecer que o nosso Senhor é Aquele que até o vento e o mar lhe obedecem, portanto, ELE está no controle de absolutamente tudo e nos concedeu autoridade. Nadia Malta

 

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