domingo, 15 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/POR MEIO DO CRISTO, OS QUE CREEM JÁ FORAM JUSTIFICADOS: O CASTIGO QUE NOS TROUXE A PAZ ESTAVA SOBRE CRISTO!

 POR MEIO DO CRISTO, OS QUE CREEM JÁ FORAM JUSTIFICADOS: O CASTIGO QUE NOS TROUXE A PAZ ESTAVA SOBRE CRISTO!  

https://youtu.be/_N6_r-kxoQ8

É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro )” Gálatas 3:6-13. 


Que não nos assombremos, o Senhor Jesus já levou sobre Ele as nossas maldições! O texto lido é dos mais ricos da epístola, pois traz à memória dos gálatas a obra completa de Cristo. Jesus sofreu os rigores da Lei, recebendo a sua penalidade para que não precisássemos experimentá-la. Ele se fez maldição em nosso lugar, para que nos tornássemos benditos. O castigo que nos trouxe a paz estava sobre Ele. Por suas feridas fomos sarados. Os irmãos daquelas igrejas por causa da ação nefasta dos judaizantes haviam esquecido dessa verdade central do Evangelho de Cristo e outra vez se deixavam atemorizar pelas exigências da Lei, há muito cumpridas em Cristo. Olhar para o Cristo, crer no Cristo e recebe- Lo como Senhor e Salvador pessoal é a maior, mais significativa e estratégica experiência que um ser humano pode vivenciar. Esta experiência pessoal é redentora, resgatadora e perdoadora. É salvífica! Não se trata aqui de uma religiosidade de aparência, mas algo que acontece na profundidade do coração do homem alcançado pela obra salvífica da Cruz, vivificando seu espírito morto em delitos e pecados. Só aqui, a partir dessa morte e vivificação temos oportunidade de zerar a nossa história.

Jesus vai além das expectativas humanas. Não havia meios do homem ser resgatado do seu vil procedimento adquirido em Adão. Jesus, então, toma o lugar do homem que merecia a morte e se oferece a si mesmo como maldição em nosso lugar. Ele é o Cordeiro de Deus sem defeito e sem mácula, prefigurado pelos animais sacrificados no passado que apontavam para Ele. Não há mais maldição sobre os que estão e são de Cristo, pois Ele se fez maldito por nós! Aleluia, que alívio! Cada vez que fazemos tolas orações quebrando as maldições dos que são de Cristo, estamos anulando a Graça e desdenhando do sacrifício vicário (substitutivo) de Cristo na cruz do Calvário. Éramos malditos por que em Adão nos tornamos filhos da ira. O único meio de anular tal maldição é receber Jesus Cristo como Senhor e Salvador pessoal e nascer outra vez da água e do Espírito. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas pisaduras já fomos sarados. Isto não significa que não teremos mais enfermidades físicas, mas fomos sarados da lepra, da cegueira, e de todos os aleijões espirituais que nos impediam de viver em plenitude. E ainda recebemos o carimbo do Céu: ESTÁ CONSUMADO!  Ou seja, a obra está absolutamente completa, nada a acrescentar! Contudo, precisamos crer e confessar Jesus como nosso Senhor e Salvador pessoal! Esta confissão quando é feita com integridade de coração nos fará andar em novidade de vida!

O próprio Senhor pregou as Boas Novas para Abraão, tirando-o da idolatria e transformando-o no pai da fé. E todos os que creem no Cristo são abençoados como o crente Abraão. Já não somos malditos, mas benditos de Papai! Que o Senhor nos faça enxergar essa verdade eterna e imutável! Quero chamar a atenção para alguns pontos do texto que nos garantem uma vida debaixo da benção do Senhor. Vejamos: O próprio Senhor toma a iniciativa e preanuncia o Evangelho a Abraão; O pacto da fé diz que o “Justo viverá pela fé” não pelas obras da Lei. Não a fé pela fé, mas a fé no Cristo; E Cristo mesmo sendo inocente a si mesmo se deu para sofrer a penalidade da Lei em nosso lugar! Assim, a obra de Cristo está completa, está CONSUMADO! Não somos mais malditos, mas benditos do Senhor! Creiamos nisto e não nos deixemos enredar por quaisquer outros ensinos que tentem  roubar a centralidade da obra do Cristo na Cruz do Calvário por nós. Que o Espírito da Graça aplique esta porção da Palavra aos nossos corações em nome de Jesus Cristo. Nadia Malta

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ E QUANTO A NÓS, SERÁ QUE NOSSAS CASAS ESTÃO EM ORDEM?

 E QUANTO A NÓS, SERÁ QUE NOSSAS CASAS ESTÃO EM ORDEM?

 Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; veio ter com ele o profeta Isaías, filho de Amoz, e lhe disse: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás”. Isaías 38.1(-17). 


O texto citado dá inicio a narrativa encontrada também em II Reis 20 e II Crônicas 32. Trata-se da doença do rei Ezequias e a sua cura maravilhosa. O registro triplo parece apontar para a ênfase que o Senhor deseja dar ao assunto, dada a importância do ensino ali contido. A ideia central aqui é tirada do versículo-chave (v.1). Esse versículo mostra que mesmo alguém servindo ao Senhor e fazendo o que é reto diante dEle, corre o risco de negligenciar determinadas áreas de sua vida. Podemos observar essa tendência na vida de muitos servos de Deus em todos os tempos. Podemos citar alguns deles como: Davi, Eli, Samuel, dentre outros. Esses homens de Deus foram fervorosos quanto a sua devoção, mas negligenciaram seus filhos e suas famílias. O nosso lar é o primeiro e maior campo missionário. O relato dá conta de que havia uma desordem na casa do rei Ezequias e precisava ser reparada, do contrário poderia levá-lo à morte. Aquela enfermidade do rei era o grande megafone de Deus para despertá-lo. Tem muito cristão andando desordenadamente.

O relato todo traz alguns pontos relevantes que podem nortear aqueles que desejam fazer os consertos necessários em suas casas (tanto físicas, quanto espirituais). Vejamos: Prestemos atenção aos avisos de Deus! O Senhor chama a atenção de Ezequias para o que está fora de ordem em sua casa e para isso usa um profeta; Reconheçamos e confessemos os nossos pecados! O rei reconheceu o seu pecado de negligencia e se quebranta diante de Deus; Clamemos, a resposta virá! Deus respondeu ao clamor de Ezequias e pode responder ao nosso; E Reconheçamos o propósito das provas, agradeçamos e glorifiquemos ao Senhor! Ezequias pode glorificar ao Senhor porque reconheceu o seu propósito naquela situação! O que faríamos se recebêssemos da parte de Deus o mesmo aviso que recebeu o rei Ezequias? Conosco Ele faz do mesmo jeito e usa vários de seus “profetas” para comunicar aquilo que está torto em nossas vidas. Mas parece que temos os ouvidos e o coração cauterizados para entender a linguagem de Deus. Até as pedras têm clamado para chamar a nossa atenção. São tantas as evidencias de nossas escolhas desastrosas: Relacionamentos conflituosos e doentios, criação de filhos complacente e conivente com o pecado; o mau uso das finanças; temperamentos rebeldes e obstinados. Têm muitos lares fora de ordem, famílias inteiras doentes por causa da negligencia daquele que é o cabeça da família. Pais que são mais gerentes do que pais.  Quando estudamos a história desse rei descobrimos que ele foi o pai do pior rei de Judá: o rei Manasses.

O rei Ezequias não foi arrogante como muitos crentes, ele se quebrantou diante de Deus e humilhou-se em sua presença. Façamos o mesmo agora! O que está torto em nossas vidas que precisa de conserto? A atitude de humilhação de Ezequias diante de Deus moveu a mão do Senhor ao seu favor e o Senhor lhe concedeu mais quinze anos de vida. O grande propósito de Deus era que ele tivesse tempo de fazer os consertos necessários em sua casa. Será que Deus não está requerendo isso de nós hoje? Deus requer de nós uma vida de santidade em todas as áreas. Não são as nossas palavras ou exterioridades que impressionam Deus, mas o que está em nosso coração e só ele vê. O que aprendemos aqui? É tempo de por em ordem a nossa casa, ainda há tempo, antes que a morte se instale. Às vezes essa morte não é literal, mas a ausência de vida em várias áreas da nossa existência.  Peçamos a Deus uma nova oportunidade e façamos tudo diferente. Reconheçamos o pecado da negligencia, da arrogância, da irresponsabilidade, da rebeldia e nos quebrantemos diante de Deus. Aguardemos a resposta de Deus, ela virá de forma profusa, abundante. Sejamos bons alunos e aprendamos com o sofrimento. Glorifiquemos a Deus por seus propósitos. Ele não desiste dos que são seus e muitas vezes Ele recorre a “megafones” para chamar a atenção dos que se ausentam de seus preceitos. Nadia Malta

 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO PERMITAMOS QUE A ANSIEDADE NOS ASSOMBRE E DOMINE, ELA APRISIONA A ALMA!

 NÃO PERMITAMOS QUE A ANSIEDADE NOS ASSOMBRE E DOMINE, ELA APRISIONA A ALMA!

A seguir, dirigiu-se Jesus a seus discípulos, dizendo: Por isso, eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Porque a vida é mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes. Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?”. Lucas 12.22, 23,25.                                                 


Temos sido desafiados pela Palavra de Deus a não andar ansiosos! São muitos os textos que falam sobre isso! É preciso estar alerta quanto às preocupações com aquilo que não aconteceu ainda e pode nem acontecer. A nossa fé precisa convencer as nossas emoções a não nos deixar assombrar PELO “MALASSOMBRO” QUE É A ANSIEDADE! Atentemos! Este capítulo do Evangelho de Lucas é cheio de advertências de Jesus. É comparado a uma estrada bem sinalizada que norteia quem a trafega. É interessante estudarmos todo o capítulo, no entanto, hoje gostaria de me deter em algo que tem aprisionado e paralisado muitos em nosso meio: A preocupação, também chamada de ansiedade é uma grande ladra da saúde emocional. Preocupar-se é ocupar-se antecipadamente com algo que não aconteceu e pode nem acontecer.  É interessante observarmos que o fazendeiro dos versículos anteriores ao contexto se preocupava por ter bens demais, enquanto a preocupação dos discípulos no contexto lido era por não ter o suficiente. As duas situações são repreendidas por Jesus. E quanto a nós, com o que nos preocupamos? O que será que o Senhor deseja ministrar a nós através desta palavra?

Há um cuidado constante que devemos ter para não nos deixar enredar nas teias da preocupação e da ansiedade. Essas teias têm nos emboscado em cada curva do caminho, quando somos surpreendidos por situações que nos deixam sobressaltados, com frio na alma e nós na garganta. Gostaria de deixar bem claro que quando trato deste assunto, não significa que estou livre de sentir preocupação ou ansiedade. Muito pelo contrário. Esta Palavra fala primeiro ao meu coração e depois aos corações daqueles que a recebem. Sei que este é um gigante do qual tenho que me livrar em nome de Jesus Cristo e chegarei lá na força que o Senhor supre. É terapêutico falar do que nos assombra. Estamos todos em pleno processo de libertação desse gigante pavoroso que tem assombrado os nossos dias e postergado as nossas vitórias. A preocupação tem sido a causa principal de muitas enfermidades físicas e emocionais.

Examinemos as Escrituras sobre este assunto: O texto nos instrui que o corpo é mais que os alimentos e as vestes. E a nossa ansiedade não muda o quadro. O que aprendemos aqui? Não podemos deixar que as úlceras, as gastrites e todas as síndromes que têm surgido em nosso tempo, deponham contra a nossa fé, como as grandes insígnias de nossas preocupações e ansiedades. Lutemos para não sermos associados com os incrédulos no que tange às preocupações deste mundo. Cuidado com o que temos escondido em nossos depósitos espirituais! Priorizemos o Reino de Deus e sua justiça e não permitamos que a preocupação destrua a nossa capacidade de pensar nas grandes e mui preciosas promessas do Senhor.  Impeçamos a todo o custo que ela engane as nossas emoções com pensamentos que não procedem de Deus, nem deforme a nossa perspectiva de vitória. Atentemos! Nadia Malta

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