quinta-feira, 11 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/A NOSSA ESPERANÇA É VIVA E SE CHAMA CRISTO!

 A NOSSA ESPERANÇA É VIVA E SE CHAMA CRISTO!

Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”! Lamentações 3.21 


O Livro das lamentações do Profeta Jeremias, chamado de Profeta Chorão, foi escrito em um momento de profunda desesperança do povo de Deus em meio ao cativeiro de Babilônia. O livro é chamado de Poema Fúnebre para o funeral nacional. Já falamos recentemente sobre este assunto sempre tão recorrente, especialmente quando o mundo todo sofre numa crise de desesperança tão sem precedentes! A nação de Israel se achava espiritualmente morta naqueles dias. A partir do versículo citado o profeta disse: Basta! Ao seu estado de alma e ele traz aqui a razão da sua esperança, vejamos: Ele descobre a necessidade de buscar na memória algo que o possa renovar a sua esperança. E na sequencia começa a lembrar efetivamente dos atributos eternos e imutáveis de Deus; Ele lembra do amor e da misericórdia de Deus; Ele lembra da fidelidade de Deus; Ele lembra que o Senhor é tudo que ele tem; E Ele lembra da bondade de Deus! Na sequencia do versículo citado no inicio, o profeta lembra que as misericórdias do Senhor são a razão de não sermos consumidos!

O apóstolo Pedro diz em sua primeira epístola que fomos regenerados para uma viva esperança! Assim, no meio das nossas dores, recorramos à Esperança Viva que jamais decepciona, que não é uma mera expectação positiva, mas uma pessoa, Jesus Cristo! Quando os dias se tornam difíceis, os caminhos intransponíveis e as oposições nos assolam por todos os lados, hora de recorrer a Esperança Viva. Sim, com letra maiúscula, que para nós não é um uma simples expectação positiva, repito, mas uma pessoa chamada Cristo e em cujas mãos estão todas as infinitas possibilidades. Creio que foi exatamente isto que aconteceu com o profeta Jeremias em meio ao doloroso cativeiro de Babilônia. Temos repetido muitas vezes neste espaço que os dias não têm sido fáceis para nenhum de nós, muito pelo contrário. Necessitamos de nos refugiar nessa Esperança Viva para poder sobreviver às investidas cada vez mais violentas dos nossos inimigos invisíveis através dos seus instrumentos humanos cada vez mais disponíveis. São tantas as afrontas!  Como diz a letra do antigo cântico: “Não dá, sem Jesus não dá pra viver”! Só com Jesus plasmado em nós podemos seguir em frente na força que só Ele supre!

Quando lemos essa afirmação do profeta Jeremias em meio ao seu livro das Lamentações, temos a impressão de que ele de repente caiu na real, como se costuma dizer. Ele acordou para uma realidade infinitamente maior que as dores do cativeiro. Apesar de Lamentações ser chamado de poema fúnebre, o profeta suspende a voz de lamento e entoa uma cântico de esperança no meio da sua agonia. Ele começa a evocar os atributos eternos e imutáveis de Deus. O que aprendemos aqui? Que Não podemos perder de vista: Que Deus não falha nunca, mas a nossa humanidade limitada e míope insiste em perder essa verdade de vista, sobretudo, no meio das grandes agonias. Quantas lições preciosas nós aprendemos com o Profeta Chorão! Que O choro é lícito e terapêutico. Que A impaciência diante dos rigores das tribulações é aceitável. Mas precisamos nos recompor e voltar à Fortaleza como prisioneiros da esperança! Como diz o profeta Zacarias! E que Há uma promessa gloriosa de restauração aqui. Confiemos, pois quem fez a promessa é fiel para cumpri-la! Nadia Malta

 

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SEJAMOS PERSEVERANTES NA LEITURA E PRÁTICA DA PALAVRA DE DEUS!

 SEJAMOS PERSEVERANTES NA LEITURA E PRÁTICA DA PALAVRA DE DEUS!

https://youtu.be/SeZENwZg1rg?si=byxr3vpC_g4HAliY

“Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los. Queremos que cada um de vocês mostre essa mesma prontidão até o fim, para que tenham a plena certeza da esperança, de modo que vocês não se tornem negligentes, mas imitem aqueles que, por meio da fé e da paciência, recebem a herança prometida”. Hebreus 6.10-12. 


Hoje tem havido uma tendência à desistência de certo modo patológica e isso em relação a tudo! Ninguém investe no próprio crescimento, negligenciando o aprendizado que dura o tempo de vida que tivermos sobre a terra! Desistir parece palavra de ordem proferida pelo inferno, para fazer desistir os fracos na fé e na perseverança!  Este capítulo todo trata do progresso da fé daqueles que uma vez foram verdadeiramente alcançados e experimentaram do dom celestial, se tornando participantes do Espírito Santo. Para os verdadeiramente alcançados pela Graça salvadora há um crescendo em santificação, amor e serviço! O contexto citado fala especificamente da necessidade de seguirmos em perseverança e fé não negligenciando a obra de Deus na esperança da glória vindoura. Diz o Senhor: “É na vossa perseverança que ganhareis as vossas almas!". O autor da epístola encoraja seus leitores: A Não perderem de vista que Deus está atento ao empenho na sua obra; A Manterem a perseverança no amor e nos serviço; E a Não se tornarem negligentes, mas procurarem imitar a fé e a paciência daqueles que perseveraram e alcançaram a promessa antes de nós.

Temos meditado nos últimos tempos à respeito dos dias maus nos quais vivemos. Ser Cristão hoje demanda esforço diligente para não nos deixar esmorecer pelo cenário tenebroso ao redor de nós. Perseverar até o fim é preciso! Há uma herança prometida esperando pelos que não desistem. O autor desta epístola faz um apelo ao passado, não numa perspectiva saudosista, mas para evocar o testemunho daqueles que foram perseverantes até o fim e hoje nos servem de exemplo. Tem sido muito fácil se deixar persuadir pelas adversidades e situações aflitivas em geral como se o Senhor não olhasse para nós. Elas têm o poder de nos distrair tirando a nossa atenção do Senhor! Assim, sigamos sem esmorecer na força que só ele supre e aprendamos o que elas têm a nos ensinar! A escola da fé e da perseverança não dá aula teórica, já nos coloca no estágio para que aprendamos vivenciando! E termos essa percepção nos auxilia no aprendizado! Sejamos bons alunos!

O Senhor não está com seus ouvidos moucos para que não nos possa ouvir nem com suas mãos encolhidas que não nos possa abençoar, antes Ele está atento a tudo que nos diz respeito. No capítulo onze o autor da epístola apresenta a grande galeria dos Heróis da fé, formada por homens e mulheres dos quais o mundo não era digno.  Eles servem de testemunhas para os cristãos de todas as épocas. O que tem nos atrapalhado? O que tem embaraçado os nossos pés de modo que não possamos correr desembaraçadamente e com perseverança a carreira proposta? Que os nossos olhos vejam! O que aprendemos aqui? A grande lição deste texto é a necessidade de perseverança na carreira proposta. Perseveremos e chegaremos ao Destino Eterno! Nadia Malta

 

terça-feira, 9 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ QUANDO ANDAMOS NO SOBRENATURAL DE DEUS, EXPERIMENTAMOS REAL EQUILIBRIO!

 SÓ QUANDO ANDAMOS NO SOBRENATURAL DE DEUS, EXPERIMENTAMOS REAL EQUILIBRIO!

Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos! "Quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro”? "Quem primeiro lhe deu, para que ele o recompense? "Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém”. Romanos 11:33-36.                                                             


   

Que possamos tirar os olhos do natural e colocá-los no sobrenatural de Deus, para que sigamos sem tropeçar! O apóstolo Paulo ao contemplar a profundidade da soberania de Deus é tomado por um êxtase indizível. Em poucas passagens esta sensação de tirar o fôlego é sentida de forma tão real. Depois de discorrer sobre a misericórdia de Deus para com todos, como um ato de sua maravilhosa graça, O apóstolo Explode numa adoração extraordinária. E em sua adoração ele foca em três pontos: Primeiro ele fala da profundidade da sabedoria e do conhecimento de Deus, assim como dos seus juízos e caminhos inescrutáveis (que não se pode investigar ou compreender; incompreensível) e insondáveis; segundo, Ele argumenta: Quem se atreve a conhecer o Senhor se ele não o quiser revelar? E Terceiro, Ele fecha seu raciocínio afirmando que o Senhor é a fonte, o veículo e o fim de todas as Bênçãos concedidas. Ao meditar na maravilhosa sabedoria dos desígnios de Deus, o apóstolo Paulo parece explodir numa adoração que o leva a um êxtase. Chegamos a ficar sem fôlego tal é a natureza dessa revelação aqui descrita! Hoje não somos mais apenas seres terrenos, mas seres espirituais vivendo uma experiência terrena. Estamos no mundo, mas não fazemos mais parte dele. Somos cidadãos dos céus, filhos gerados pelo Espírito de Deus: Nascidos de novo da água e do Espírito! Aleluia! Embora os nossos pés estejam ainda na terra, o nosso olhar está na eternidade. Como peregrinos e forasteiros em terra alheia sentimos uma saudade incurável de nossa verdadeira Pátria! Como diz a letra do velho Hino: “Da linda Pátria estou bem longe... Cansado estou! Tenho de Jesus saudades, quando será que vou”?

Fomos justificados pela fé em Cristo Jesus. Alcançados pelo favor imerecido de Deus ao qual chamamos graça, sem que houvesse em nós nada de bom ou meritório. Toda a iniciativa foi de Deus do princípio ao fim. Até o arrependimento para a salvação foi colocado por Ele em nossos corações. Sem Ele continuaríamos irremediavelmente mortos em nossos delitos e pecados e encerrados na condenação eterna. O apóstolo Paulo nessa doxologia tem a revelação desse conhecimento e dessa sabedoria absolutamente insondáveis e inescrutáveis. A impressão que temos ao ler os escritos paulinos é de que ele já não estava na terra há muito tempo.  Seu olhar permanecia na eternidade, nos tesouros eternais da sabedoria divina. Nada poderia afetá-lo do ponto de vista humano, nem as piores torturas pelas quais passou culminando com a sua morte! Todo o sofrimento daqueles dias não poderia ser comparado à glória vindoura. Depois de contemplar a revelação da Soberania de Deus tudo para ele foi reputado em nada pela sublimidade do conhecimento de Cristo.

Sim, as coisas espirituais se discernem espiritualmente! Por isso os olhos carnais não podem compreender nem enxergar as coisas do Espírito de Deus. Ninguém consegue perscrutar a mente de Deus. Ele é a Fonte bendita de toda boa dádiva e de todo dom perfeito. Ele é o veículo bendito que faz chegar à nós suas bênçãos infinitas. Ele é o propósito final dessas bênçãos existirem: Tudo é para a sua excelsa glória! Por isso é tão infantil e tolo fazer as “determinações a Deus propostas pelos ministros da prosperidade rasa”, eles não só “determinam”, mas “exigem” que Deus faça isso ou aquilo. Como se o Senhor fosse um empregado cósmico sujeito às ordens humanas. O que aprendemos aqui? Aqui somos instados a tirar os nossos olhos do que é temporal e colocá-los na eternidade. Curvemo-nos diante da Suprema Majestade nas Alturas. Deixemos de dar ouvidos a tanta bobagem pregada. Deixemos de ser meninos na fé. Façamos como o apóstolo Paulo: Ele não só enxerga a absoluta soberania do Senhor, mas declara em alto e bom som: "Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas.”.  Sem dúvida é uma revelação de tirar o fôlego! Adoremos ao Senhor: “A ele seja a glória para sempre! Amém”. Nadia Malta

 

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...