segunda-feira, 16 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/ATENTEMOS PARA O CAMINHO DE DEUS E SEJAMOS BEM-AVENTURADOS!

 ATENTEMOS PARA O CAMINHO DE DEUS E SEJAMOS BEM-AVENTURADOS!

 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá”. Salmos 1:1-6                                        


 O texto citado traz a descrição do homem verdadeiramente feliz (bem-aventurado) em contraste com o ímpio que está longe de Deus. Será que é possível experimentar felicidade nesta terra? Do ponto de vista bíblico a resposta é sim e o Caminho para essa felicidade chama-se Jesus Cristo. O Senhor hoje nos convida a nos posicionar e experimentar essa plenitude, essa bem-aventurança que está reservada para aqueles que o buscam de todo o coração! De que lado preferimos estar: Do lado das bênçãos de Deus ou do lado dos prazeres mundanos contrários à sua vontade e que levam à maldição? Diante de nós tem sempre dois caminhos: Céu ou inferno; bênção ou maldição. Cabe a nós escolher. O salmo citado apresenta o contraste entre o justo e o ímpio. Vejamos: O Justo - Aquele que recebe a bênção de Deus e se torna uma bênção; O Ímpio - Aquele que está longe de Deus precisa da bênção da salvação, mas a rejeita. Antes de qualquer coisa precisamos deixar claro que a bênção de Deus está diretamente relacionada à obediência; assim como a maldição está para a desobediência. Por isso de nada adianta orar quebrando maldições e permanecer na desobediência. Maldição sem causa não se cumpre e a causa da maldição é a desobediência.

 Aquele que obedece a Deus não compactua com o mundo; não faz concessões ao pecado, por isso recebe a bênção reservada para ele (é bem-aventurado=goza de altos privilégios). Vele a pena refletir: Em que conselhos temos andado? Em que caminhos  temos nos detido? E em que rodas temos nos assentado? Como podemos responder a essas perguntas? A primeira parte do salmo se refere a alguém temente a Deus; a segunda metade refere-se aos ímpios, os quais precisamos alcançar com a nossa pregação e, sobretudo, com o nosso testemunho. Os ímpios são todos os que rejeitam ao Senhor; são pecadores porque erram deliberadamente o alvo estabelecido por Deus; e são escarnecedores porque fazem pouco caso da Lei de Deus e ridicularizam o que é sagrado. Contudo, precisam ouvir a Palavra do Senhor e isso é tarefa nossa. Eles precisam ser abençoados com a bênção da salvação. O estado espiritual do ímpio é morto em seus delitos e pecados. Esse homem sem Deus é desarraigado e o salmista o compara com a palha que o vento dispersa, a palha está destinada ao fogo. O Senhor termina o salmo afirmando que conhece o caminho do justo, mas o caminho do ímpio que o rejeita, perecerá. O salmo começa com a ideia de ser bem-aventurado e encerra com a sentença de destruição para os que rejeitam a Deus.

 O que aprendemos aqui para nos tornar bem-aventurados?  Rejeitemos as fórmulas e modelos do mundo; não façamos concessão ao pecado. Não andemos no conselho do ímpio; não nos detenhamos no caminho dos pecadores; nem nos assentemos na roda dos escarnecedores. Procuremos nos perguntar: O que faria Jesus se estivesse em meu lugar? Tenhamos prazer na Lei do Senhor, procuremos meditar nela de dia e de noite. Procuremos repeti-la para nós mesmos em voz baixa e suave até que essa Palavra de vida inunde o nosso ser inteiro. Sejamos como uma árvore plantada junto às águas: Tornemo-nos abençoadores, sejamos frutíferos, incansáveis em anunciar a Palavra de Deus para aqueles que estão sendo dispersos pelos ventos contrários como a palha imprestável. Reflitamos! Nadia Malta

 

domingo, 15 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/CHAMADOS A NOS REVESTIR DO CRISTO!

 CHAMADOS A NOS REVESTIR DO CRISTO!

https://youtu.be/NU6-73sTw6U

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração. E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Colossenses 3:12-17. 


O apóstolo Paulo aqui usa a analogia das vestes para ilustrar essa verdade. Note que todos os verbos aqui nesse contexto estão no imperativo, para não dar margem a nenhuma dúvida quanto ao intento do Espírito Santo através do apóstolo. A intenção aqui é ordenar, não sugerir. O Senhor requer de nós não apenas aparência, mas um coração verdadeiramente transformado. Temos visto muitas facções do cristianismo perdendo tempo com usos e costumes, sem se importar realmente com o que as pessoas preservam em seus corações pretensamente convertidos. Precisamos entender que o Senhor perscruta mentes e corações. A simples aparência “piedosa” dos homens não impressiona Deus, ele enxerga as coisas ocultas, os porões de nossas almas e as intenções de nossos corações. A palavra ainda não chegou aos nossos lábios, Ele já a conhece. Por isso, Paulo exorta seus leitores a se despirem da velha mortalha do pecado e da antiga vida e colocarem as vestes santas da nova vida em Cristo, que nada têm a ver com exterioridades. Como nos revestir do Cristo?  Que vestes são essas? Vejamos: As vestes da Graça de Deus; As vestes da Paz de Cristo; As vestes da Palavra de Cristo; E As vestes do Nome de Cristo.  Paulo lembra aos seus leitores que por serem eleitos, santos e amados de Deus, precisam ser revestidos de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade e de longanimidade. Os eleitos, santos e amados de Deus devem demonstrar esses ternos afetos mencionados: suportando e perdoando uns aos outros. Porque o que recebemos de Deus, deve ser compartilhado com os irmãos.

Essas vestes da graça ao serem experimentadas suscitam em nós o amor incondicional de Deus, como o grande vínculo da perfeição. Esse amor passa a ser a nossa credencial de identificação como eleitos, santos e amados de Deus! No versículo 15 Paulo passa do caráter para a conduta. Aqui ele fala da paz de Cristo como elemento identificador da vontade de Deus em nossas vidas. A paz deve se instalar no coração do Cristão e também no Corpo, a igreja. Essa paz funciona como um, árbitro (juiz), ela julga se algo é de Deus ou não. No entanto, é preciso cuidado com a falsa paz, que vem somente para confundir. A paz no coração precisa estar alinhada com a paz na igreja, na família e em concordância com a Palavra de Deus. Se há paz no coração, mas ainda não há no coração dos familiares, principalmente do cônjuge, nem tampouco no Corpo (a igreja), devemos esperar até que tudo se alinhe inclusive com a Palavra de Deus. Nada perdemos por esperar pacientemente a vontade e a hora de Deus. Quando o cristão perde a paz de Deus começa a tomar rumos fora da vontade do Senhor. A Palavra deve ser para nós a única regra de fé e prática e deve nortear a nossa vida. Para isso precisamos ler, meditar e praticar a Palavra  sempre dentro de seu respectivo contexto. Portanto, precisamos submeter tudo ao filtro santo da Palavra de Deus. O cristão revestido da Palavra é alegre, grato e submisso.

O que aprendemos aqui? Precisamos nos despir da mortalha do pecado e da velha vida. Como eleitos, santos e amados de Deus, cobertos pela graça do Senhor precisamos ser revestidos de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão e de longanimidade. Precisamos demonstrar esses afetos suportando e perdoando uns aos outros, em resposta a graça de Deus sobre nós derramada. O amor de Deus precisa ser em nós credencial de verdadeiros cristãos. Precisamos aprender a discernir a verdadeira paz de Cristo como árbitro em nosso coração e elemento identificador da vontade de Deus. Precisamos nos revestir da Palavra de Deus, para não nos deixar levar por qualquer vento de doutrina. Precisamos nos revestir do nome de Jesus, como a maior chave de vitória, poder e autoridade concedida aos eleitos, santos e amados de Deus. Atentemos e reflitamos! Nadia Malta

 

sábado, 14 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!

 O SENHOR TEM NOS SUSTENTADO COM TUDO QUE VERDADEIRAMENTE NECESSITAMOS!

 “Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Provérbios 30:7-9. 


Em sua sabedoria vinda do Alto o autor de Provérbios, traz a percepção da suficiência nos versículos citados. O dicionário, dentre outras coisas, diz que suficiente é o quanto baste! Nem mais, nem menos. Creio que esta é uma lição oportuna para o nosso tempo de tanta competição, exigências, insatisfações e demandas. As pessoas em várias áreas da vida querem “bater a meta” como se diz na linguagem do comércio e das grandes corporações. Um dia ouvi da vendedora de uma loja conhecida sobre o stress experimentado pelas exigências por parte dos seus superiores, em “bater a tal meta”. Ela falava da angústia sentida e das noites de sono por causa da exigência sob pena de ser demitida. Nos versículos citados o autor do texto faz dois pedidos ao Senhor que remetem à suficiência e deveríamos considerar em nossas orações: Primeiro, A suficiência da palavra empenhada e proferida com retidão sem mentiras ou falsidade; E Segundo, A suficiência no ter. Suficiência gera gratidão e o inverso também é verdade! O salmista fez aquietar e sossegar a sua alma como a criança desmamada nos braços de sua mãe. Como a nossa alma é exigente! Estamos sempre às voltas tentando satisfazer um desejo ou anseio. E em geral acabamos metendo os pés pelas mãos para conseguir tal intento. Estamos vivendo tempos difíceis! Contudo, apesar de todos os pesares têm sido tantas dádivas recebidas da divina mão, como diz a letra do velho hino, e até mesmo aquilo que não foi agradável de viver, veio como bênção disfarçada. Caso não tenhamos descoberto o propósito ainda, logo, logo descobriremos. Nada em nossa vida é obra do acaso!

A idéia de suficiência trazida a nós pelos versículos nos ajuda a compreender que nos cansamos demasiadamente correndo atrás do vento, como disse o mesmo autor em outro momento. Ele pede ao Senhor duas coisas, a primeira: “Mantém longe de mim a falsidade e a mentira”. Aqui também ele nos remete a um tipo de suficiência, a da palavra proferida e empenhada com retidão. Quanta falsidade e quanta mentira até mesmo em nosso meio! É impressionante o quanto se mente compulsivamente das mínimas às grandes coisas. Há uma crise de confiabilidade sem precedentes. Falta a suficiência de um falar sincero, honesto, onde o sim, seja sim e o não, seja não. Sobre isso Jesus ordena de maneira enfática: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno". (Mateus 5:37).  Que as coisas ditas sejam exatamente o que dizem ser! O segundo pedido do autor de provérbios aqui é: “Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus”. Esse outro pedido é de uma lucidez que impressiona!

O que tem em demasia pode desdenhar de Deus orgulhoso pelos muitos haveres e conquistas. O que tem de menos pode vir a roubar envergonhando e assim, desonrando o nome do Senhor. Por isso o autor do texto pede suficiência. O apóstolo Paulo traz mais luz a questão dizendo: “A minha suficiência vem de Deus”! Apenas o quanto baste. Nem mais, nem menos! Clamemos assim! O que aprendemos aqui? Que Busquemos também um falar confiável. Que o que dizemos seja o quanto baste. Que haja suficiência em nosso falar. Que busquemos a suficiência no ter. Nem mais nem menos, apenas o quanto baste. Que possamos dizer como o apóstolo Paulo: “A minha suficiência vem de Deus!”, porque a sua Graça nos basta! Nadia Malta

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