quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/UMA PRECIOSA LIÇÃO DE FIDELIDADE!

 UMA PRECIOSA LIÇÃO DE FIDELIDADE!

Então, veio a palavra do SENHOR a Jeremias, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Vai e dize aos homens de Judá e aos moradores de Jerusalém: Acaso, nunca aceitareis a minha advertência para obedecerdes às minhas palavras? – diz o SENHOR. As palavras de Jonadabe, filho de Recabe, que ordenou a seus filhos não bebessem vinho, foram guardadas; pois, até ao dia de hoje, não beberam; antes, obedecem às ordens de seu pai; a mim, porém, que, começando de madrugada, vos tenho falado, não me obedecestes. Por isso, assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Nunca faltará homem a Jonadabe, filho de Recabe, que esteja na minha presença”. Jeremias 35.12-14,19. 


Este capítulo do livro do profeta Jeremias traz mais um sermão vivo de Deus pregado através da instrumentalidade de seu profeta. Aqui vimos o Senhor dando uma ordem estranha ao seu servo. O Senhor ordena a Jeremias convocar os recabitas. Eles formavam um clã de nômades descendentes dos queneus, da família do sogro de Moisés. Esse povo juntou-se ao povo de Israel na travessia do deserto por mais de dois séculos. Eles eram descendentes de Jonadabe, filho de Recabe. Jeremias os convida a irem a uma das câmaras do templo de Deus e ali lhes oferece vinho. Acontece que os recabitas receberam uma ordem, 300 anos atrás, de seu antepassado Jonadabe, filho de Recabe: Eles não deveriam plantar vinhas, deveriam habitar em Tendas e não deveriam beber vinho. Sempre que pensamos em fidelidade, logo os recabitas nos vem à mente! Jeremias além dos recabitas leva também alguns ministros do templo para testemunharem o que aconteceria naquele lugar. O povo de Deus estava prestes a receber uma das mais preciosas lições de sua vida sobre fidelidade. Quando o Senhor entende de falar conosco ou ministrar algo ao nosso coração, Ele usa os meios mais inusitados possíveis.

Temos clamado ao Senhor que mude a história do seu povo. Que traga restituição, prosperidade (verdadeira), renovo, saúde e mudanças efetivas de vida. Mas parece que quanto mais clamamos, mais as coisas se tornam difíceis para muitos em nosso meio. E olhe que não estamos falando apenas de coisas materiais, mas de tudo que diz respeito a um viver em plenitude. O que tem nos acontecido? O que falta a nós ou em nós? Será que temos sido fiéis ao Senhor? Essas são perguntas que nos martelam a mente continuamente. Às vezes não se trata de grande pecados, mas de determinadas coisas ou atitudes que achamos de só menos importância e que insistimos em não nos libertar. São os nossos “pecadinhos” de estimação, guardados a sete chaves em nossos porões, que nos têm afastado do Deus Vivo. E o que mais assombra não são os pecados contumazes, mas a sua prática sem nenhum arrependimento ou pesar. A verdadeira regeneração traz à reboque um desejo enorme de fidelidade ao Senhor, que do ponto de vista bíblico é a soma da fé mais a obediência. Essa fidelidade não é um ato mecânico, mas a resposta ao amor apaixonado do Senhor por nós. Ela é manifesta pelo que o Senhor é não pelo que Ele faz ou pode fazer por nós.

Quantas vezes abandonamos o que está escrito para fazer valer as nossas inclinações! A fidelidade leva em conta o que foi ordenado, não aquilo que a nossa carne deseja.  Ao mesmo tempo, quanto mais nos aproximamos da Segunda Vinda do Cristo, mais se faz necessário passarmos por uma grande transformação em nossa natureza, em nosso caráter, em nossas ações e em nossas atitudes. Pessoalmente, acho que é isso que temos necessitado. O mesmo Sermão pregado a Israel com a fidelidade dos recabitas, serve também para nós hoje. Deus continua requerendo fidelidade. O que Deus quer nos ensinar em todas as épocas? O contraste entre a fidelidade a preceitos humanos e a infidelidade a preceitos divinos; O Senhor está constantemente nos dando oportunidades de rever as nossas atitudes e posturas; O Senhor castigará os infiéis; E Deus recompensará os fiéis. O que aprendemos aqui? O mesmo Sermão pregado a Israel com a fidelidade dos recabitas, serve também para nós hoje. Deus continua requerendo fidelidade. Que levemos a sério os mandamentos e preceitos de Deus; assim como os recabitas fizeram com os preceitos de seu pai Jonadabe. Meditemos  agora nessa pergunta de Jesus: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?”. Nadia Malta

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE NOS AQUIETEMOS, O SENHOR ESTÁ PREPARANDO A NOSSA VITÓRIA!

 QUE NOS AQUIETEMOS, O SENHOR ESTÁ PREPARANDO A NOSSA VITÓRIA!

https://youtu.be/qXlpNfT1PQw

Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar, não ando à procura de grandes coisas, nem coisas maravilhosas demais para mim. “Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo”. “Espera, ó Israel no Senhor, desde agora e para sempre!”. Salmo 131.1-3.                                        


Aprendamos com a experiência de quem descobriu o Descanso de Deus e nos encorajemos mutuamente a experimentar esse Descanso. Este curto poema de autoria de Davi trata de uma das inúmeras experiências do rei salmista. Neste texto, seu autor diz que é possível sim, experimentar uma confiança absoluta no Deus Todo Poderoso, ao ponto de poder descansar em seus braços amorosos, mesmo em meio às dificuldades. O Senhor tem falado aos nossos corações sobre isto, especialmente nos últimos tempos! E sempre que somos ministrados com uma ideia, doutrina ou princípio bíblico, Deus deseja que o pratiquemos. Proponho que aprendamos com quem experimentou o descanso preparado por Deus para todos os que Nele esperam e confiam verdadeiramente. A humanidade hoje vive em busca de uma fórmula mágica para se livrar de uma vez por todas da ansiedade, que tem sido a mãe das mais diversas patologias emocionais e físicas. Nos meios cristãos, essa tendência também tem dado lugar a um sem número de ministérios oportunistas, que caçam e aprisionam a alma do povo de Deus, ao invés de ensiná-lo a buscar refúgio no Senhor, confiar e descansar nEle.

E note que não estou falando aqui da necessidade lícita da busca de um profissional, quando se reconhece uma patologia. Será que existe essa fórmula? A Bíblia afirma que sim. E ainda nos assegura que na verdade, essa não é uma fórmula, mas uma pessoa: JESUS CRISTO. O grande problema é que não conseguimos nos entregar a Ele completamente. O recebemos como Salvador, mas não entregamos a Ele o senhorio das diversas áreas das nossas vidas. O autor de Hebreus diz: “Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas”. Precisamos entender que quando Jesus é Senhor de nossas vidas, os problemas não vão deixar de existir por causa disso, mas ao entregar a Ele nossos problemas e inquietações, conseguiremos superá-los sem desespero ou desequilíbrio. Ele é Aquele que tem o controle de tudo em suas mãos. O profeta Isaias diz: “Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras, tu as fazes por nós”.

O que aprendemos aqui? Olhemos para as três grandes lições do texto e atentemos para elas. Primeira lição: Pratiquemos a humildade reconheçamos as nossas fraquezas, incoerências, inadequações e limitações. Segunda lição: Rendamo-nos à vontade do Senhor. Essa vontade é sempre boa, agradável e perfeita! Tenhamos cuidado com a soberba, que é um agir autônomo, independente da vontade de Deus!  E Terceira lição: Disciplinemos a nossa alma inquieta e exigente! Procuremos domá-la para que ela se renda à vontade Deus! Confiemos Nele incondicionalmente. Lembremo-nos que o Descanso de Deus é uma pessoa chamada JESUS CRISTO e só nEle podemos confiar, descansar  e esperar. Aquietemo-nos! Nadia Malta.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR ESTÁ VINDO OU ESTAMOS INDO, QUE NOS PREPAREMOS PARA ESSE ENCONTRO!

 O SENHOR ESTÁ VINDO OU ESTAMOS INDO, QUE NOS PREPAREMOS PARA ESSE ENCONTRO!

 Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”. Lucas 16:19-31.                                


 O texto lido para muitos é uma parábola, no entanto, descobrimos que um dos personagens da história de Jesus era um conhecido mendigo chamado Lázaro. Entendemos aqui que o Senhor Jesus Cristo deseja abrir um pouco da cortina para o mundo espiritual, para que conheçamos ainda que superficialmente o que há do lado de lá. Duas das maiores heresias pregadas na atualidade que têm ganhado adeptos cada vez mais fervorosos é a doutrina do universalismo da salvação e a outra é a negação de um inferno literal, ambas absolutamente anti-bíblicas.  Só os que creem em Jesus recebendo-o como Senhor e Salvador serão salvos e o inferno é absolutamente real, por isso Jesus falou exaustivamente sobre ele em inúmeras passagens das Escrituras. As pessoas vivem se preocupando: Com quem casar, onde trabalhar, que concurso fazer, como investir o dinheiro, onde morar, onde passar as férias. Na verdade as preocupações são muitas. O que mais chama a atenção é o fato de que todas elas são voltadas para a vida na terra, como se ela jamais acabasse. Contudo, poucos são os que se preocupam onde passarão a eternidade. Só há dois lugares: Céu ou Inferno! Durante a nossa vida na terra carregamos uma só certeza: Um dia partiremos daqui!

 O profeta Amós diz (4.12): “Prepara-te, ó Israel para te encontrares com o teu Deus”. Será que temos nos preparado para esse encontro? Essa partida é absolutamente democrática, independe de sexo, raça, idade, condição financeira ou social, grau de instrução ou credo religioso. A realidade é que todos indistintamente um dia partiremos desta vida. O que aconteceria se hoje o Senhor o chamasse? Para onde você iria? Você sabe onde passará a eternidade? Embora este assunto não seja agradável, o texto lido nos leva a uma visão do mundo espiritual. A história de Jesus acerca do rico e do mendigo Lázaro, parabólica ou não, nos ajuda a ter uma idéia dessa realidade. Aliás, o nome Lázaro significa Deus ajuda. O texto aponta três verdades sobre essa realidade! Vejamos: Primeira Verdade: Mais cedo ou mais tarde partiremos desta terra; Segunda Verdade: Partir sem Cristo representa tormento eterno; Terceira Verdade: Hoje e agora é o tempo da oportunidade de entregarmos a nossa vida a Jesus!

 A realidade da morte alcançará a todos, ricos ou pobres, indistintamente. Resta saber se estamos prontos para essa viagem sem volta). Estamos no mundo, mas não mais pertencemos a ele e aguardamos o dia glorioso em que nos encontraremos com o Senhor seja através da morte física ou através do arrebatamento da igreja que CREMOS SER iminente.  Não sei de que maneira o homem rico via do inferno Lázaro ao longe sendo consolado no paraíso, contudo, ninguém poderia amenizar seu tormento. O inferno é real, é um lugar de tormento eterno é o lugar da eterna separação da presença favorável de Deus. O tempo da oportunidade é hoje. Queridos, depois da morte física não há mais oportunidade. O rico em tormentos clamava por misericórdia a Abraão. Além de sua oração ser desprovida de arrependimento e fé, foi mal endereçada e ainda fora de tempo. A petição por misericórdia deve ser feita antes da morte. Aquele homem na verdade, procurava alívio, não a glória de Deus! Há um grande abismo entre o mundo físico e o mundo espiritual. É impossível a comunicação entre esses dois mundos. O que esse texto nos ensina? A nossa vida sobre a terra é breve, todos indistintamente partiremos dela um dia. Já parou para pensar nisto? Só há dois caminhos a nossa frente céu ou inferno. Na eternidade não há território neutro.  Hoje e agora é o tempo da oportunidade de ouvir a Palavra do Senhor e entregar a vida a Jesus Cristo. Não há nada mais trágico que passar a eternidade longe da presença favorável de Deus e ser alvo de sua ira e justiça, além de ter preservada a memória das escolhas malditas que foram feitas. Você sabe onde passará a eternidade, no céu ou no inferno? Atentemos! Nadia Malta

 

 

 

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...