quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/O CRISTIANISMO É RELACIONAL, VIVENCIAL, EXPERIENCIAL!

 O CRISTIANISMO É RELACIONAL, VIVENCIAL, EXPERIENCIAL!

“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus”. Mateus 7.21. 


Um dos pontos principais que difere o Cristianismo das demais religiões é o fato de ser ele relacional, experiencial não apenas confessional. Confessar somente, muitos fazem, mas é algo que não vinga. Muitas vezes os apelos insistentes nas igrejas para que as pessoas venham a Cristo acabam apenas tocando o emocional delas. Uma música, ou mesmo o  ambiente, mas a mensagem não desce ao coração, não regenera de fato, ficando na superficialidade dos lábios constrangidos a confessar. Uma lástima! O que precisamos saber sobre os falsos profetas? É preciso cuidado. Eles se disfarçam; São facilmente desmascarados pela ausência de frutos; E O cristianismo é relacional, experiencial, não apenas confessional. Quando existe um encontro real com o Cristo Vivo nunca mais seremos os mesmos. Ele assume o controle soberano das nossas vidas e tudo flui sobrenaturalmente sem nenhuma ação natural do homem. Jesus diz aqui: "Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram".

Este Caminho definitivamente não é um caminho de facilidades, muito pelo contrário, a Porta continua estreita e apertado o Caminho que conduz à verdadeira vida. A outra estrada é ampla e leva a uma porta também larga, mas esta conduz à perdição eterna! São muitos que entram por essa outra porta, mesmo dentro dos guetos eclesiásticos formais. Jesus na sequencia fala dos falsos profetas e adverte: “Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?”. Não podemos julgar, mas somos ensinados a discernir e quem nos ajuda a perceber o engano é a ausência de frutos nos falsos profetas. É pelos frutos, não pelos dons que conseguimos ver a espiritualidade de alguém. Muitos têm vários dons e nenhum fruto! Jesus ensina: “A árvore boa não pode dar frutos ruins, nem a árvore ruim pode dar frutos bons. Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão!”.

Como tem sido fácil seduzir com falsas promessas e falsos ensinos o coração dos tolos! Jesus fecha a questão dizendo: “Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres? ’ Então eu lhes direi claramente: ‘Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal!”. Assim, a confissão que não gera experiência e relacionamento íntimo com o Cristo Vivo é uma grande farsa! O que aprendemos aqui? Quando nos relacionamos intima e experiencialmente com Deus geramos bons frutos e não nos deixamos iludir pelos falsos profetas que andam ao nosso redor! Atentemos! Nadia Malta

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/HÁ SEMPRE UM PROPÓSITO MAIOR DA PARTE DE DEUS NAS SITUAÇÕES!

 HÁ SEMPRE UM PROPÓSITO MAIOR DA PARTE DE DEUS NAS SITUAÇÕES!

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês", diz o Senhor, "planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro”. Jeremias 29.11.                                                                     


As palavras trazidas pelo profeta Jeremias no contexto da Carta do Senhor aos cativos em Babilônia trazem esclarecimento sobre certos acontecimentos que nos sucedem. O contexto no geral fala dos caminhos usados por Deus para que a nossa bênção chegue às nossas mãos tanto para salvação, quanto para vitória no meio das lutas mais intensas! A carta aponta algumas revelações preciosas em meio aos nossos cativeiros, vejamos: Primeira: A situação difícil não é desculpa para a improdutividade; Segunda: Sejamos benignos com os opressores. Somos peregrinos e forasteiros em terra alheia. Precisamos deixar a nossa marca; Terceira: O Senhor tem um tempo próprio para todas as coisas. Nada acontece fora desse tempo, pois Ele é quem sabe os planos que tem a nosso respeito; E Quarta: Só quando o buscarmos de todo o nosso coração, Ele se deixará encontrar. Uma oração hipócrita não sobe à presença de Deus! Temos lidado com muitas demandas! Busquemos o Senhor com inteireza de coração!

As lutas parecem não ter fim. E no meio disso tudo clamamos, buscamos ao Senhor em lágrimas e em muitos momentos na nossa miopia espiritual tendemos a achar que os nossos problemas só pioram a cada dia, especialmente depois que oramos. Mas será que é isso mesmo? A resposta definitivamente é um sonoro NÃO! No meio de tudo há um plano maior que não conseguimos mensurar ou sequer enxergar! Deus não está com seus ouvidos moucos para que não nos ouça ou com seus olhos impedidos de nos enxergar. Na verdade Ele tem o controle de TUDO! A tendência ao negativismo e ao imediatismo parece impedir que enxerguemos que tudo, absolutamente tudo faz parte do agir de Deus para que aquilo que tanto ansiamos chegue às nossas mãos. Os cativos de Babilônia esperaram setenta anos para que o cativeiro terminasse. O propósito de Deus para a situação só Ele sabe. Só temos que saber que Deus está lá e agindo! Li um livro cujo título era: “Deus Trabalha no Turno da Noite”, a ideia central ali era mostrar que no silencio de Deus há um grande agir sendo elaborado. Aquietemo-nos! De repente aquilo que nos faz sofrer e sentir dor, não é necessariamente um mal em si mesmo. Quando muito um meio mais doloroso e inevitável para alcançarmos o que tanto desejamos!

O que aprendemos aqui? Nada é razão para deixar de ser produtivo. A nossa força vem de Deus. Usemos as armas espirituais com os nossos perseguidores e opressores. Sejamos benignos para com eles. É sobrenaturalmente possível! Não nos esqueçamos do tempo e dos planos de Deus que não alcançamos. Busquemos ao Senhor com inteireza de coração. O desejo do coração amoroso do Pai Celestial não é nos destruir. Ele deseja que sejamos transformados e sem dúvida, o sofrimento, é um grande formão da parte dele para esculpir em nós o caráter de Cristo. E vamos combinar que há muito ainda a ser mudado em nós. E cada situação revela isto! Estamos todos em obras! E Papai trabalhando incansavelmente para aqueles que Nele esperam. Só um pouco mais de paciência, a obra ficará linda! Aliás, paciência se aprende, se forja no meio das agonias mais profundas! Melhor desacelerar e aprender logo! Quando cooperamos dói menos. Nadia Malta

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Meditação/Nadia Malta/APRENDAMOS A LIÇÃO DA FIGUEIRA: DEUS NÃO ATRASA!

 APRENDAMOS A LIÇÃO DA FIGUEIRA: DEUS NÃO ATRASA! 

“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. Mateus 24.32-35.                                  


O texto todo desta parábola vai do versículo 32 até o 44. O texto é um chamado, uma exortação à preparação e à vigilância. Em maio de 1948 foi a data do florescimento do Estado de Israel: O florescimento da Figueira, árvore símbolo daquele povo! Este acontecimento marca um tempo profético. Este é o primeiro e mais significativo sinal da Segunda Vinda do Cristo. Assim como o florescimento da figueira aponta para a proximidade do verão. O surgimento de Israel como Estado constituído aponta para a Vinda do Senhor! O que a parábola ensina sobre aquele acontecimento glorioso? Este é o grande sinal de que Cristo virá; O texto aponta para um tempo profético, não para um tempo cronológico de dias, meses e anos; Aquele dia virá de repente – Somos chamados à prontidão e à vigilância; e Nem todos subirão.

O relógio de Deus não atrasa! Assim, estamos vivendo um tempo de preparação. E esta geração distraída não tem se apercebido daquilo que está acontecendo à sua volta. Nada do que tem acontecido em nossos dias, como catástrofes, guerras e seus rumores, violência e promiscuidade exacerbada, fome e pestes, é surpresa para os cristãos que vivem em oração, prontidão e vigilância. O Senhor ainda diz no texto: “Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado. Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra deixada. Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor”.  Temos aqui a nítida impressão que o contexto fala do Arrebatamento da Igreja, a primeira fase da Segunda Vinda. Embora haja muitas interpretações acerca deste assunto, há textos como este que apontam para um rapto súbito da Igreja. Este acontecimento requer preparação, prontidão e santificação.

Tudo será de repente. Num abrir e fechar de olhos. Na verdade é interessante ler todo este capítulo vinte e quatro deste Evangelho. Aqui temos o grande capítulo Escatológico do Senhor. Hoje há uma preocupação tão grande com coisas terrenas em detrimento das espirituais. Que possamos despertar do sono, da mornidão espiritual e voltar à prática das primeiras obras.  O que somos instados a fazer? Que possamos consagrar tudo que somos, que temos e sabemos ao Senhor! Tudo será usado por Ele para louvor de sua excelsa glória!  Priorizemos o seu Reino e sua justiça, as demais coisas de que necessitarmos nos serão acrescentadas. Realinhemos as nossas prioridades, abandonemos a carnalidade que nos tem embaraçado os pés para que aquele dia não nos apanhe de repente como um laço! Atentemos! Nadia Malta

 

Você poderá gostar também de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...