sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE EM TUDO EXERCITEMOS GRATIDÃO!

 QUE EM TUDO EXERCITEMOS GRATIDÃO!

Saudai Priscila e Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus, os quais pela minha vida arriscaram a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios; Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos”. Romanos 16.3, 4; Colossenses 4:2.                                      


Despertemos para a necessidade de sermos gratos a Deus e àqueles que Ele levanta para nos favorecer. Os versículos citados trazem uma clara demonstração da gratidão do apóstolo Paulo ao casal Priscila e Áquila por todo zelo e cuidado para com ele. Eles chegaram a arriscar a própria vida pelo apóstolo e isto não poderia ser esquecido. Em seguida ele traz uma ordenança neste sentido, mas não antes de demonstra-la de modo prático. Já falamos sobre este assunto outras vezes, mas nunca é demais lembrar aos amados a necessidade de exercitarmos a gratidão ao Senhor em primeiro lugar e àqueles que são usados por Ele para nos abençoar e favorecer de um modo ou de outro. Contudo, tem ficado cada vez mais difícil vermos atitudes de gratidão. Paulo se lembra do zelo de Priscila e Áquila para com ele. A gratidão vertical repercute horizontalmente de maneira inevitável. Quem é grato a Deus consegue ser grato aos homens. Aqueles que conseguem enxergar as dádivas recebidas de Deus apesar deles, também conseguem perceber quando instrumentos humanos se deixam usar por Ele. Ouvia muito durante a infância e juventude que a ingratidão mata a afeição. Esta é uma grande verdade! Quanta afeição tem sido assassinada pelas ingratidões humanas!

Os que se acham “mais espirituais” tendem a dizer que não devemos fazer nada esperando reconhecimento, sim, verdade, mas quando a gratidão é demonstrada em gestos e atitudes não apenas em palavras, ela aquece os corações. O amor de Deus é incondicional, mas o amor humano é troca. É reciprocidade. É rega e às vezes até poda como já colocamos outras tantas vezes. E um dos pilares de sustentação do amor humano é sem dúvida a gratidão. Não é à toa que a gratidão é a rainha das virtudes! Ingratidão é, sem dúvida, a falta de reconhecimento da dádiva. O ingrato não valoriza o que recebeu e muito menos quem doou. Ele acha que todos têm obrigação com ele, que o mundo gira em torno do seu umbigo. Ele na verdade é um egoísta patológico. Os ingratos são “reclamões” inveterados e já tiveram suas mentes deformadas pela eterna insatisfação. Aliás, outro dia li um artigo psiquiátrico que dizia exatamente isto: A mente humana é alterada negativamente pelas reclamações.

Ainda há tempo de reverter posturas empedernidas. Enquanto estivermos deste lado da eternidade, ainda podemos levantar os olhos para o alto e dizer: Agradeço-te Senhor por tudo!  E ainda olhar para o irmão, para o companheiro, para o filho, para o cônjuge, para o amigo e até para aquele desconhecido que nos são favoráveis apesar de nós, e também manifestar a nossa gratidão! O que aprendemos aqui? Comecemos hoje a treinar gratidão! Um bom exercício para treinarmos a gratidão é tentar imaginar a nossa vida sem o que temos e sem as pessoas que Deus tão graciosamente coloca em nossas vidas para nos favorecer.  Só não podemos deixar que a gratidão humana se sobreponha a gratidão a Deus, por causa da dívida com homens. Por isso Paulo em sua ordenança aos colossenses associa oração, vigilância e gratidão. Sejamos gratos! Nadia Malta

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Meditação/Nadia Malta/ALICERÇADOS DE MANEIRA FIRME EM DEUS! ESTAMOS?

 ALICERÇADOS DE MANEIRA FIRME EM DEUS! ESTAMOS?

https://youtu.be/2caLb2J9Ruw?si=eI0tFJQ8Rkaks08W

Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o Senhor, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre” Salmos 125:1,2. 


Aqui o salmista compara a segurança dos que confiam no Senhor com a própria segurança da Cidade Santa ladeada de montes. O crente fiel está firme no Senhor. A firmeza desse crente depende de seu alicerce. E este alicerce não é fundamentado em homens, mas numa Rocha Eterna chamada Cristo. As palavras de encorajamento do salmista aos seus leitores nos alcançam hoje. Creio que em nenhuma outra época os filhos de Deus precisam ter a segurança de um alicerce profundo, como em nosso tempo. Parece que tudo concorre para nos abalar, nos tirar do eixo, do prumo de Deus para nós! Tanto as adversidades concorrem para isto quanto muitos em nosso meio. São tantos os instrumentos que são usados para nos abater!

O Salmista nos traz aqui uma afirmação, duas promessas e uma oração! Os dias são realmente maus como adverte o apóstolo Paulo. Ansiamos pela Vinda do Senhor mais que os guardas das antigas cidades fortificadas ansiavam pelo raiar da manhã. Para vencer os dias maus que estamos vivendo precisamos ter os nossos pés alicerçados sobre a Rocha Eterna que é o Cristo. Da nossa ligação visceral com Ele depende a nossa quietude diante das lutas enfrentadas. O nosso coração humano pode entristecer com tudo que nos cerca, mas não somos abalados, tirados da presença do Senhor. Embora esse seja o intento do adversário.

O que aprendemos aqui? Este é o objetivo desse alicerce, nos fazer compreender o tamanho do amor de Cristo que excede todo o entendimento e possamos nos encher da plenitude de Deus. É disso que efetivamente precisamos. Com os corações cheios de Deus não haverá espaço para o domínio das inquietações que nos cercam. Estamos todos sendo tratados, treinados pelo Fiel Guarda de Israel. Ele não dormita nem dorme. Ele sempre protege o seu povo desde agora e para sempre. Tão somente confiemos sem vacilar e sigamos na força que só Ele supre! Nadia Malta

 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Meditação/Nadia Malta/CONFIEMOS NO SENHOR, NADA ESTÁ IRREMEDIAVELMENTE PERDIDO!

 CONFIEMOS NO SENHOR, NADA ESTÁ IRREMEDIAVELMENTE PERDIDO!

https://youtu.be/WH8WKUzMffQ

Veio sobre mim a mão do SENHOR; ele me levou pelo Espírito do SENHOR e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos, e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos. Então, me perguntou: Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos? Respondi: SENHOR Deus, tu o sabes”. Ezequiel 37.1-3.                                                                   


Os versículos citados apontam para dias passados quando o povo escolhido se rebela contra o Senhor e depois de muitos avisos de misericórdia recebe como disciplina pesada o cativeiro de Babilônia. E o povo murmurava por causa dos rigores do exílio dizendo: “Eis que secaram os nossos ossos; pereceu a nossa esperança!”. Nada parecia fazer sentido. O caos era generalizado institucionalizado. Sem saídas. Fim da linha! E agora? Há duas coisas que chamam a atenção no texto citado: O Senhor confronta seu profeta com a realidade vigente; E Testa a sua fé. Quantas vezes já não nos encontramos assim, sem direção e achando que aquilo que nos sobrevém nos coloca na lista do irremediavelmente perdido! É quando surge aquela porta, aquele meio ou aquela possibilidade que jamais cogitamos como solução, mas que nos leva ao fim que Deus desejou pra nós. Ele sabe tratar com os seus escolhidos.

Falar sobre isto parece coisa fácil e até que estamos banalizando a dor do outro. Contudo, não é da dor do outro simplesmente que falo, mas das nossas dores todas. De tudo que nos atinge direta ou indiretamente. Às vezes tudo que está à nossa volta cheira a morte! Esvaiu-se a esperança! Eis que ai, nos levantamos e percebemos o que Ele fez no passado. O Senhor levanta seu profeta numa portentosa visão e o faz andar ao redor de um vale de ossos sequíssimos. Para que ele possa mensurar o tamanho da impossibilidade humana vigente. Há um confronto e o Senhor faz a grande pergunta retórica dos versículos mencionados: “Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos?” e o profeta sabiamente responde: “SENHOR Deus, tu o sabes”. A resposta para nossas questões mais complexas está com o Senhor. De nada adiantam as conjecturas humanas. Não nos atrevamos a elas!

O socorro, a resposta, a possibilidade, a porta vem apenas do Senhor. Este sem dúvida é um lugar encorajador para mim sob todos os aspectos.  Na hora da agonia do profeta o Senhor o levou não a um jardim regado, mas a um vale que cheira a morte! Nas horas de agonias mais atrozes é lá que também vou visitar. É lá que sou refeita!  O que aprendemos aqui? O Deus ao qual servimos é o que suscita vida daquilo que está irremediável e absolutamente perdido, morto. Creiamos nisto de todo o nosso coração. E veremos a glória de Deus! Nadia Malta

 

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