sexta-feira, 10 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE PERSEVERAR NA FÉ E NO CONHECIMENTO DE DEUS!

 TEMPO DE PERSEVERAR NA FÉ E NO CONHECIMENTO DE DEUS!

E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram. Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!”.  Mateus 14.27-30


 O texto citado fala de uma das mais dramáticas lições de fé ensinadas por Jesus aos seus discípulos. Aquela na verdade, não era a primeira vez que Jesus ministrava sobre fé aos seus discípulos no meio de uma tempestade. O outro episódio está descrito no capítulo oito e relata também uma grande tempestade, só que naquela outra situação, Jesus estava com eles no barco. A primeira experiência tipifica os dias de Jesus na terra, antes de sua crucificação e ressurreição. A segunda aponta para a era da igreja, quando Jesus se ausentaria da terra fisicamente voltando para os céus. Ambas as experiências estimulam a prática da fé viva e incondicional. Quando encontramos na Bíblia referencias a tempestades, muitas águas, ou mar, são invariavelmente metáforas para ilustrar as tribulações e os reveses da vida. O mais surpreendente na sofisticada pedagogia de Jesus é que Ele não dá aula teórica. Ele já coloca seus discípulos em situações práticas, para que aprendam vivenciando. Foi assim no passado, é assim no presente e será assim sempre. Cabe a nós, nos tornarmos alunos “ensináveis” e diligentes para assimilar a metodologia de ensino de Jesus e não sermos reprovados. Há muito cristão repetindo o ano. Crentes que já poderiam ser mestres, mas ainda continuam no Jardim da Infância da fé.

O que significa a palavra “porém”? É uma conjunção adversativa. O dicionário diz que: “Inicia ou encerra uma oração ou um período cujo teor indica uma oposição ou restringe o que foi proferido anteriormente”. Por que então, insistimos em usá-la exatamente quando se trata da nossa fé? Onde há fé não cabe nenhum “porém”! Não podemos levantar oposições ou restrições à nossa fé. Há um pensamento atribuído a Charles Spurgeon que diz: “A Fé é a razão repousando em Deus!”. Repousemos a nossa razão em Deus e nos aquietemos Nele! A experiência daqueles discípulos nos ensina que mesmo em meio às tempestades da vida, podemos contar com algumas certezas. Vejamos: Primeira Certeza: O próprio Senhor os compeliu para a tempestade; Segunda Certeza: O Senhor se retira para orar sozinho e certamente intercedia por eles e também intercede por nós; Terceira Certeza: Assim como Jesus acudiu os discípulos, Ele nos acode também; Quarta Certeza: Aquela situação foi a oportunidade de Deus para ajudá-los a crescer e se fortalecer; E Quinta Certeza: O Senhor ajudou os discípulos até o fim e fará assim conosco! Confiemos!

Há aqui lições preciosas que precisam ser assimiladas: Seguir a Cristo, nem sempre significa navegar em águas tranquilas. As tempestades têm seu papel na sofisticada pedagogia de Deus e ao contrário do que muitos pensam, elas são ideia de Deus e não do Adversário. Os “poréns” sim, são enviados pelo Maligno para minar a nossa fé. Portanto, cuidado com eles! As tempestades vêm para nos corrigir ou para nos aperfeiçoar, cabe a nós nos deixar ministrar por elas. Muitas vezes o centro da vontade de Deus é no meio de uma tempestade (tribulação, perseguição, enfermidade, aflição, perda ou provações de maneira geral) e Ele mesmo nos impele para lá. Quem sabe se não é isto que está acontecendo com você agora? Que tal perguntar ao Senhor: O que o Senhor deseja me ensinar no meio dessa tempestade? Clamemos por Jesus antes de submergirmos em nossas tempestades e Ele certamente virá em nosso socorro. Não podemos esquecer que as tempestades são apenas caminhos que nos levam para mais perto do Cristo. Se as tempestades da vida nos fazem orar mais, elas fazem mais bem do que mal. Alguém já disse que: “muitas vezes as bênçãos de Deus veem estilhaçando as vidraças” ou parecendo um grande “malassombro”. São acontecimentos que chegam com barulho assombroso para mudar a nossa realidade, são bênçãos de Deus disfarçadas para nos sacudir e tirar da estagnação. Aprendamos a discerni-las! Aleluia! Amém! Nadia Malta

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SACRIFICIO DE LOUVOR ABRE PORTAS E QUEBRA CADEIAS!

 O SACRIFICIO DE LOUVOR ABRE PORTAS E QUEBRA CADEIAS!

https://youtu.be/dBcvo-SBK1k

 Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”. At. 16. 25, 26.                                                                        


Que sejamos estimulados como povo de Deus a oferecer ao Senhor sacrifícios de louvor no meio das nossas agonias. Foi o que aconteceu na cidade de Filipos, região da Macedônia, na Ásia menor. Numa prisão da cidade o Apóstolo Paulo e Silas, seu companheiro de jornada, presos sob a falsa acusação de estarem tumultuando a cidade. Eles oravam e louvavam ao Senhor, apesar da situação. O texto citado ensina pelo menos três lições preciosas. Vejamos Primeira Lição: Estar fazendo a obra não nos isenta de passar por horas de suores frios; Segunda Lição: No meio da agonia mais atroz aqueles servos viram Aquele que é invisível, mas real e creram; E Terceira Lição: A libertação deles repercutiu na vida de outros! Depois de serem tremendamente usados por Deus para libertar uma mulher cativa de um espírito de adivinhação e do Senhor operar maravilhas através deles, esses homens, por uma artimanha maligna, são açoitados e presos. Apesar das circunstancias, Eles podiam enxergar a vitória através do véu denso daquela prisão insalubre. Eles podiam declarar a fé do tipo “ainda que...” Na prisão eles oravam e cantavam, porque sabiam em quem criam e sabiam também que de um jeito ou de outro seriam libertos. Sim, somos libertos quer na vida quer na morte! Quem louva ao Senhor no meio da agonia enxerga Aquele que é invisível, mas absolutamente real!

Creio que o Espírito Santo de Deus quer falar com todos os que recebem esta palavra, se sentem assim e carecem de uma estratégia do Alto para sair da situação onde se encontram. Uma grande estratégia do céu é “oferecer a Deus sempre por meio de Jesus sacrifício de louvor que é fruto de lábios que confessam o seu nome”, diz o autor de Hebreus. E não estou falando de algo mecânico, mas de uma fé viva que sabe em quem crê, apesar das circunstancias. Aliás, há dois sacrifícios que precisamos aprender a oferecer ao Senhor em meio às nossas lutas: Um é o sacrifício de louvor oferecido tão eficazmente por Paulo e Silas naquela prisão de Filipos, o outro é o sacrifício de ações de graças tão usado pelos salmistas em suas lutas diárias. É a gratidão que manifestamos mesmo antes do fim do combate! Agora, preste atenção aqui! Não importa o tipo, o local ou o nome da sua prisão. A de Paulo era em Filipos. A sua pode ser o medo, um vício.  Uma rejeição, um relacionamento, uma enfermidade, uma situação ou circunstancia não importa. O Deus que operou nos dias de Paulo e Silas opera hoje, então ore e louve ao Deus que tudo pode. A força daquela atitude de fé de Paulo e Silas moveu céus e terra a favor deles. A mesma coisa pode acontecer com todo aquele que agir de igual modo. Por isso ore e louve ao Senhor você mesmo.

O Senhor deseja ouvir a sua voz, mesmo em lágrimas. À semelhança de Paulo e Silas, quando você for liberto, os que estão ao seu redor também serão em nome do Senhor Jesus Cristo. As cadeias de todos foram abertas. Quantos estão se sentindo assim, necessitados de liberdade, de folga? Sentem-se aprisionados, criticados, acusados injustamente, feridos, perseguidos, encurralados e desesperadamente necessitados de uma intervenção poderosa de Deus em suas vidas. Muitas vezes essas cadeias não são físicas, mas emocionais ou espirituais. Muitos em nosso meio encontram-se presos ao medo, à intransigência, a jugos insuportáveis, à ansiedade, ou mesmo a vícios e inclinações. O que aprendemos aqui? Há muitos cativos em nosso meio que o Senhor deseja libertar. O que tem faltado? Passos ousados de fé! Glorifiquemos ao Senhor no meio das nossas agonias e veremos Ele quebrando cadeias para a sua glória! Atentemos!  Nadia Malta

 

 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE VOLTEMOS A ANSIAR PELOS ÁTRIOS DO SENHOR!

 QUE VOLTEMOS A ANSIAR PELOS ÁTRIOS DO SENHOR!  

https://youtu.be/iaEE-xyrWNo?si=oDRfxerzFISg7w74

Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!”. Salmos 84.1, 2.                                                       


A ausência involuntária do local de adoração levou o salmista a sentir uma profunda saudade do templo e da presença de Deus.  O cerne deste texto é a necessidade profunda e vital que temos da comunhão contínua com o Senhor. Essa comunhão com Deus e com o irmão vai além do ativismo e da religiosidade de fachada. Ser cristão é uma das coisas que não podemos fazer sozinhos, isolados. A comunhão junto com a pregação da palavra e a oração são os pilares que sustentam a igreja. Infelizmente a igreja ocidental tem sofrido de tédio e não tem se alegrado em ir à Casa do Senhor! Para a grande maioria o Senhor deixou de ser atraente. Tem que haver uma atração “circense” para que as pessoas queiram ir à igreja! Lamentável, sob todos os aspectos! O salmista aqui manifesta seu anseio por Deus e dá três motivos para prestar seu culto a Ele. Vejamos: Primeiro Motivo: O prazer do salmista está no Senhor; Segundo Motivo: A força do salmista está no Senhor; E Terceiro Motivo: A confiança do salmista está no Senhor. Precisamos aprender a viver na perspectiva de nos encontrar com o nosso amado Senhor e Salvador. Todo cristão fiel sente um tipo de saudade inexplicável da casa do Pai, anseia por proteção e luz neste mundo de densas trevas. Inconformados por estarmos fora do nosso lugar de origem, voltar para casa é tudo que desejamos. E quanto a nós, onde está o nosso real e verdadeiro prazer?

Percebemos com tristeza que a igreja ocidental tem trocado a Casa do Senhor por qualquer coisa! Como é difícil encontrar almas que anseiem e desfaleçam pelos átrios do Senhor! A mesa do banquete tem estado posta, mas os convidados não têm sido dignos! Ainda há tempo de mudar essa triste realidade! Busquemos ao Senhor e não nos conformemos com o mundo! O mundo definitivamente não é o nosso lugar, por isso, peregrinar aqui não é fácil. A jornada do peregrino não é linear, antes é cheia de curvas, obstáculos e segue ladeira acima. Livremo-nos dos pesos e do pecado que tem tão tenazmente nos assediado! O cristão fiel busca os altares do Senhor! Mais uma vez nos lembramos da igreja ocidental: Desdenhosa, irreverente, vazia de conteúdo doutrinário, barulhenta, farta de liberdade e recursos, fastiosa das coisas de Deus e do próprio Deus. Temos nos contaminado com as fórmulas e estratégias de entretenimento do mundo e as importamos para a igreja. Esses “atrativos” servem de iscas, não para as verdadeiras ovelhas, mas para bodes insatisfeitos e entediados. Mas cadê o anseio e o desfalecimento das nossas almas pelos átrios do Senhor?

Na verdade, o único remédio eficaz para os males que afligem a humanidade, chama-se JESUS CRISTO, que em nós precisa ser a esperança da glória! As pessoas lá fora, buscam avidamente fórmulas mágicas para atenuar o stress e seus efeitos. Tentam preencher o vazio da alma com tantas coisas, que não passam de paliativos. A maior dificuldade que enfrentamos hoje é a própria insensibilidade dos corações, sobretudo, para reconhecer que só JESUS é a esperança para todas as dores do homem!  E o pior é que percebemos isto dentro da própria igreja. Lembramos que há muitos anos, mais de trinta, creio, a igreja experimentou um grande despertamento espiritual. As pessoas buscavam os templos contavam os dias para a hora do culto! Naquela época se podia ver nos carros, nas casas e principalmente nos lábios dos cristãos o seguinte lema: JESUS CRISTO É A ÚNICA ESPERANÇA! Era uma pequena faixa branca com as letras verdes. Hoje precisamos mais do que nunca levantar essa bandeira e fazer esse brado ecoar em todos os lugares por onde passarmos: JESUS CRISTO É A NOSSA ÚNICA ESPERANÇA! O que aprendemos aqui? Busquemos restaurar o prazer pela presença do Deus vivo e pela comunhão em sua casa. Busquemos o nosso fortalecimento em Deus. Busquemos confiar tão somente no Senhor e em suas preciosas promessas! Reflitamos! Nadia Malta

 

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