JESUS, ALEGRIA PERENE!
“Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente!”. Salmo 16.11.
Este salmo messiânico de Davi é um hino
exaltando a majestade do Senhor e apresentando os sinais do verdadeiro crente.
As palavras do salmista aqui nos trazem alento ao coração no meio de tudo que
nos cerca. Aqueles que trocam o Senhor por outros deuses sofrerão muitas penas.
E penas eternas! Já o cristão ainda que atravesse vales e desertos abrasadores
neste mundo caído, ele sabe o que o espera, uma eternidade de delícias
perpetuamente na presença do Eterno e Soberano Senhor. A nossa tribulação é
breve e momentânea, mas a nossa alegria é perene. A tristeza do cristão dura o
tempo fugaz de uma vida terrena. Este salmo deve ser visto à luz da vitória de
Cristo sobre a morte. O Senhor é o nosso Salvador. É o que nos conduz em
triunfo em meio às nossas lutas. Ele venceu para que pudéssemos vencer. Outro
bem não possuímos a não ser o Senhor. Exaltemos o Seu Glorioso, soberano e
Excelso Nome!
O Senhor é o nosso arrimo como diz tão
apropriadamente o salmista. Os verdadeiros santos experimentam o conselho e a
direção do Senhor até quando dormem. O Senhor os faz ver os caminhos da Vida.
Esses atinam com os caminhos dos preceitos do Senhor e podem meditar nas suas
maravilhas como diz o salmista. Embora as palavras aqui se apliquem ao Cristo,
somos herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo. O apóstolo Paulo falando aos
coríntios diz: “Mas de fato Cristo
ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem”. Ele ressuscitou para que ressuscitemos e
assim experimentemos a plenitude da verdadeira e perene alegria da presença do
Senhor, assim como delicias perpetuamente, repito! Ansiemos por aquele dia
glorioso quando o veremos face a face. Já não nos lembraremos das coisas
antigas. Não haverá mais dor nem pranto. Só a alegria do Senhor!
O coração se entristece por ver tantos em
busca do extravasamento de suas inclinações, para com isto sentir uma falsa
sensação de alegria. Multidões se arrastam movidas a bebidas fortes e drogas de
toda espécie para sentir uma momentânea e fugaz alegria. Sensação que tem um altíssimo
custo, a ressaca do dia seguinte. Ressaca moral, física e espiritual.
Lembrei-me agora da letra do velho hino que diz: “Eis que milhões que em trevas tão medonhas jazem perdidos sem o
Salvador! Oh! Quem irá as Novas proclamando que Deus em Cristo salva o
pecador?”. Eis uma boa pergunta. Quem se habilita a responder? O que
aprendemos aqui? Toda a nossa tristeza momentânea vai passar. Estaremos para
sempre com o Senhor. Clamemos, então, pelos que não conhecem a verdadeira
alegria e anunciemos Aquele que a pode conceder, Jesus o Cristo de Deus! Nadia
Malta


