sexta-feira, 24 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ OS QUE CREEM VERDADEIRAMENTE ENXERGAM A GLÓRIA DE DEUS!

 SÓ OS QUE CREEM VERDADEIRAMENTE ENXERGAM A GLÓRIA DE DEUS!

Muitas vezes o tem lançado no fogo e na água para matá-lo. Mas, se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos”. "Se podes”? Disse Jesus. "Tudo é possível àquele que crê". Imediatamente o pai do menino exclamou: "Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade”! Marcos 9.22-24.                         


O texto trata da cura de um jovem endemoninhado. Todos os que têm familiaridade com a Palavra de Deus conhecem este texto, mas gostaria de meditar um pouco sobre a postura desse pai aflito. O texto nos traz algumas questões que chamam a nossa atenção! Vejamos: Um pai que quase desfalecia pelo peso da sua dor, por causa do seu filho que desde a infância sofria pela ação de um espírito maligno; A resposta provocativa de Jesus àquele pai o leva a pensar; E O resultado da sinceridade daquele pai aflito. Os dias não têm sido fáceis para a maioria absoluta de nós.  Estamos sempre às voltas com uma série de dificuldades de saúde, são enfermidades que nos surpreendem a cada dia nos tirando o chão. Outros estão perdendo o sono por causa de causas na justiça que são aparentemente insolúveis. As ações malignas parecem cada vez mais sofisticadas incidindo nos relacionamentos em todos os níveis. O que fazer diante disso tudo? Só há uma resposta: Entregar, Confiar e Esperar em Deus!

Já temos afirmado muitas vezes que quando cessam as possibilidades do homem começam as infinitas possibilidades de Deus. Embora saibamos que fé é uma certeza de fatos que ainda não são vistos, a nossa natureza pragmática e até certo ponto cartesiana quer ver para crer. Sistematizamos tudo e nos atrevemos até a tentar enquadrar Deus em nossas formas. O Senhor é surpreendente sempre. E seus agires vão infinitamente mais além de tudo quanto pensamos ou sentimos. O episódio em questão ilustra essa postura. Quando Jesus desce do monte da Transfiguração encontrou um grave problema. Seus discípulos apesar de comissionados, não puderam libertar um jovem de uma ação demoníaca. Depois da queixa daquele pai em relação à postura dos discípulos “Respondeu Jesus: "Ó geração incrédula, até quando estarei com vocês? Até quando terei que suportá-los? Tragam-me o menino". Sim, Até quando o Senhor terá de suportar a nossa incredulidade?

Aquele pai enfrentava aquela situação desde a infância do filho. Aquilo tudo era um martírio. Ele já não aguentava mais. Jesus era a única saída por isso ele faz aquela afirmação que quase soa como um lamento: “Mas, se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos”. Jesus retruca: "Se podes”? Disse Jesus. "Tudo é possível àquele que crê". E aquele homem já cansado de tantas tentativas confessou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade”! O que ele quis dizer com isso? Que apesar de ter fé, esta não era suficiente, então antes de qualquer coisa ele fez o pedido mais acertado, em outra versão diz que aquele homem em lágrimas pediu que o Senhor o ajudasse na sua falta de fé, ou por outra, aumentasse a sua fé. O que aprendemos aqui? Nossa busca cessa quando encontramos o Cristo. Às vezes nos sentimos como aquele pai aflito: Cansados e desesperançados. Precisamos reconhecer quando a nossa fé fracassa e precisamos dizer isto ao Senhor com toda sinceridade de coração. Sejamos sinceros diante do Senhor e peçamos mais fé. Quando vamos a Ele assim, somos agraciados com o milagre e a resposta vem! Nadia Malta

 

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/PERMANEÇAMOS EM OBEDIENCIA AO SENHOR E PERMANECEREMOS EM SEU AMOR!

PERMANEÇAMOS EM OBEDIENCIA AO SENHOR E PERMANECEREMOS EM SEU AMOR!

https://youtu.be/5p1_McTRpYU

Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço. Tenho lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa”. João 15.10,11.                                                       


Olhemos agora para os versículos citados. São palavras do Cristo, Mediador da Nova e Superior Aliança. Os que obedecem às suas ordenanças permanecerão Nele assim como Ele tem permanecido no Pai. Todo espírito de rebelião é demoníaco. A obediência ao Senhor está em primeiríssimo lugar, mesmo que tenhamos que desobedecer a homens e sofrer suas sanções.  No livro de atos “Pedro e os outros apóstolos responderam: "É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens”! Obediência ao Senhor é precursora da alegria completa, pois os mandamentos do Senhor não são penosos. Os versículos citados nos trazem duas instruções da parte do Cristo. Vejamos: Primeira: Precisamos obedecer para poder permanecer no amor de Deus do mesmo modo como Cristo tem obedecido e permanecido no amor do Pai. Ele mesmo dá o exemplo; E Segunda: A alegria do cristão pressupõe obediência aos mandamentos. Aprendemos na Palavra de Deus que “Obedecer é melhor que sacrificar” e ainda: “A rebelião é como pecado de feitiçaria e a teimosia como o culto a ídolos”.  Deus não aceita os votos ou ofertas de tolos. Os que estão em rebelião acabam perdendo o favor de Deus. A desobediência ao Senhor é um sinal visível da rebelião. Para ordem dada por Deus, ele só espera uma ação: Cumpra-se! Assim, ordem de Deus não se discute, Cumpre-se!

Falar em obediência em tempos pós-modernos soa como um palavrão. A rebelião que mora nos corações logo se levanta para revidar e retrucar. Quando obedecemos aos princípios da Palavra de Deus não precisaremos experimentar a sanção desencadeada por essa transgressão. O princípio da obediência é inegociável. Falando por meio do profeta Isaias, o Senhor diz: “Venham, vamos refletir juntos", diz o Senhor. "Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão. Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra; mas, se resistirem e se rebelarem, serão devorados pela espada". Pois o Senhor é quem fala”!  Que espada? A própria Palavra que é Espada do Espírito. Poderíamos pensar: Mas isto foi dito lá atrás, na velha Aliança! Esse princípio é anterior às duas Alianças, foi estabelecido no Éden e se perpetuou desde tempos ancestrais. É imutável, inegociável. Há um ditado antigo que diz: “Quem não ouve cuidado ouve coitado!”. Grande verdade encerrada aqui.

Por que tantos planos frustrados? Por que tantos fracassos em tantas áreas das nossas vidas? Não haveria transgressão de princípios ordenados por Deus no nosso caminho? Por meio do salmista no salmo 81 o Senhor diz: “Mas o meu povo não quis ouvir-me; Israel não quis obedecer-me. Por isso os entreguei ao seu coração obstinado, para seguirem os seus próprios planos. "Se o meu povo apenas me ouvisse, se Israel seguisse os meus caminhos, com rapidez eu subjugaria os seus inimigos e voltaria a minha mão contra os seus adversários”! É, tem faltado obediência nas relações familiares, especialmente entre cônjuges e entre pais e filhos. Tem faltado obediência ao se negociar, há sempre um anseio por ganhos ilícitos. Há desobediência no sentir, no agir e até no pensar. Deus sonda mentes e enxerga as intenções dos nossos corações. E o jargão dos homens tem prevalecido: “Todo mundo faz, por que não posso fazer”? Porque estamos no mundo, mas não somos dele. Somos cidadãos do céu vivendo uma experiência terrena! Examinemo-nos a nós mesmos! Só permanece Nele quem lhe obedece. O que aprendemos aqui? Tudo passa pela obediência ao Senhor. Salvação é de graça e pela graça, mas tudo o mais é “raça”. Ou seja, é luta é empenho diligente para vencer as inclinações da carne e fazer a vontade de Deus. Que o Senhor nos sustente para obedecer e permanecer! Nadia Malta

  

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS VERDADEIROS ADORADORES!

 QUE SEJAMOS VERDADEIROS ADORADORES!

https://youtu.be/urvaBMZMb2I

Eu te amo, ó Senhor, minha força. O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta”. Salmos 18.1,2. 


Este salmo é atribuído a Davi, o rei salmista. Homem de muitos combates. O poema todo é uma grande declaração de amor, fé e confiança na ação divina em tempos de grandes e angustiosas batalhas enfrentadas pelo salmista. Embora, não enfrentemos exércitos visíveis, nem tenhamos muralhas literais para saltar, as nossas lutas não têm sido menores do que aquelas enfrentadas pelos servos de Deus do passado. Percebemos que os agentes infernais com seus exércitos invisíveis, mas reais, estão por toda parte, sempre à espreita para nos atingir e nocautear tanto física quanto emocionalmente. Quantos servos de Deus enfermos da alma! A mente humana tem sido o campo de batalha preferido do Adversário! Contudo, a despeito de todas as circunstancias a nossa volta fomos chamados a ser Um Aleluia da cabeça aos pés! Hoje tem sido comum a proliferação dos farsantes travestidos de adoradores, até mesmo dentre os jovens, o que é trágico sob todos os aspectos! As várias medias têm mostrado alguns desses, iludindo os tolos, que formam a grande plateia de seguidores, por não saberem discernir a mão direita da esquerda! A adoração é a primeira vocação dada ao cristão e o salmista nos lembra desse chamado ao fazer as declarações dos versículos citados: Ele declara o seu amor pelo Senhor; Ele declara que o Senhor é a Fonte de sua força; E Ele declara que o Senhor é o Seu alto Refúgio e o seu Salvador!

Já reparou que tudo parece concorrer para nos tirar de combate? Por isso nunca foi tão imprescindível permanecermos em oração e constante vigilância. O rei salmista foi um homem de inúmeras e grandes batalhas. Ele era chamado de homem segundo o coração de Deus, dada a sua sensibilidade para ouvir a voz do Senhor e obedecer. Embora entendamos que esse título não signifique impecabilidade, pois os pecados de Davi são notórios, mas se percebe nele uma capacidade de reconhecê-los e se arrepender. Deveríamos imitá-lo nesse quesito! Davi entendia a necessidade vital de ser pastoreado pelo Supremo e Soberano Pastor. Ele se deleitava em Deus! Só através desse relacionamento vivo ele poderia sobreviver à sanha assassina dos seus inimigos que não eram poucos. Ele conseguiu atravessar todos os campos de batalhas minimamente ferido. As cicatrizes que ficaram foram memoriais das suas superações. Ele sabia em quem cria. O Senhor era sua Força. A sua Fortaleza e o seu Libertador. O Senhor é o Rochedo da Nossa salvação o nosso Alto Refúgio, assim como fora de Davi. Ninguém pode atingir os que estão escondidos em Deus. O salmista ainda declara que o Senhor é o seu Escudo e a sua Torre Alta. Isto significa relacionamento intimo e contínuo com o nosso amado Senhor e Salvador.

Acima de qualquer coisa que possamos dizer a acerca de Davi, algo salta aos nossos olhos na postura daquele homem de Deus: Ele era essencialmente um adorador que tocava o coração do Pai com suas declarações. Suas palavras não eram apenas meras exterioridades para impressionar Deus, mas frutos de lábios que confessavam o santo e excelso nome do Senhor. O Senhor continua procurando adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Só o espírito recriado do homem é capaz de adorar nesse nível tão profundo. Somos o povo que o Senhor formou para que lhe prestemos louvores. Davi não se cansava de declarar a invencibilidade de Deus! O que aprendemos aqui? A Bíblia está cheia de homens e mulheres que por serem adoradores receberam o que tanto necessitavam, sem que tivessem de pedir absolutamente nada. Muitas vezes os “cativeiros” são permitidos porque o povo deixa de adorar à semelhança do Israel do passado em Babilônia. A genuína adoração é o único caminho da verdadeira vitória do fiel. Será que podemos fazer as declarações feitas pelo salmista nos versículos citados? Deus continua procurando verdadeiros adoradores! Será que não tem faltado essa inclinação para adoração em nós no tempo que se chama hoje? Reflitamos! Nadia Malta

 

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