quinta-feira, 16 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO TEMAMOS, A BÊNÇÃO DO SENHOR ESTÁ SOBRE NÓS!

NÃO TEMAMOS, A BÊNÇÃO DO SENHOR ESTÁ SOBRE NÓS!

Disse o SENHOR a Moisés: Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis: O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz”.  Números 6.22-26.                                                                  


A chamada bênção Aarônica nos traz a ideia de completude de abrangência, de plenitude. Fato ratificado por outros servos de Deus ao longo da Sua Palavra. Tem sido apregoada em nossos dias uma prosperidade absolutamente rasa, fora dos padrões divinos. Sempre voltada para as coisas materiais. O ter em detrimento do ser. E aqueles que não alcançam a qualquer custo tais bens acabam se distanciando frustrados dos guetos eclesiásticos. Precisamos voltar aos rudimentos do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. A igreja contemporânea já precisa de uma reforma urgente! Meditemos um pouco sobre essa ideia de completude das bênçãos do Eterno! Lendo essa bênção sacerdotal ordenada por Deus a Arão, para que com ela ele abençoasse seus escolhidos no passado me vem à mente o que diz o apóstolo Paulo falando aos efésios (1.3). Diz Paulo: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo”. O apóstolo Pedro também ratifica essa ideia de completude, de abrangência já trazida por Deus por intermédio de Arão lá atrás. Diz Pedro (II Pe.1.3): “Seu divino poder nos deu todas as coisas de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude”. Do que Pedro está falando efetivamente aqui? Vs.4-11). Sim, o Senhor já nos concedeu todas as bênçãos e todas as coisas! Ele nos abençoou e nos deu tudo. Os verbos estão no passado. É fato consumado! Como entender essa afirmação?

Que bênçãos foram essas? (Ef.1.3-14) Os escolhidos de Deus recebem a testificação do Santo Espírito em seus corações acerca dessas bênçãos! Vejamos: O Senhor nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, nos concedeu seu perdão para os nossos pecados, a plena libertação do jugo maligno por meio do sacrifício do seu Filho Jesus. Ele pagou o nosso resgate e nos transportou do reino das trevas para o Reino do seu amado Filho, Jesus. Ele apagou as nossas transgressões, zerando a nossa história, nos purificando de toda injustiça. Ele nos fez filhos seus e nos encheu com o seu Santo Espírito. Ele nos tem alimentado e dessedentado com a sua Palavra viva e eficaz, que é Água e Pão do céu. O que mais podemos querer? Se verdadeiramente somos das suas ovelhas já recebemos o que necessitamos e devemos nos sentir plenos, satisfeitos! Contudo, tem faltado tanto o conhecimento dessas verdades quanto a gratidão pela dádiva recebida! Nem tem havido o reconhecimento da dádiva nem do doador dela! Assim, somos filhos ingratos! A bênção ordenada por Deus a Arão para o Israel do passado tipificava o que Ele faria a todos os seus filhos no futuro. O verdadeiro Israel de Deus formado por judeus e gentios convertidos ao Cristo.

O apóstolo Paulo em sua bênção apostólica assim abençoa os irmãos de Corinto: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós”! Em nossas igrejas cristãs costumamos ouvir ao final dos cultos a impetração dessa bênção apostólica pelos ministros de Deus. Contudo, nunca paramos para meditar no seu conteúdo. Assim as bênçãos do Senhor que dizem respeito à vida e à piedade abrangem todas as áreas da nossa vida. Nada fica de fora! Se há bênçãos há transformação efetiva! Nunca mais seremos os mesmos! O que aprendemos aqui? O Senhor nos tem abençoado e nos guardado por meio de sua infinita graça, manifesta através do Cristo. Graça é favor imerecido nos fazendo eternos devedores de Deus. O Senhor através do seu amor misericordioso já fez resplandecer seu rosto sobre nós. Por meio do seu Santo Espírito, Ele já levantou seu rosto sobre nós e nos concedeu a paz que excede todo o entendimento, ainda nos concedeu a plena comunhão com Ele e com os irmãos! Temos tudo, estamos supridos! Assim, sejamos gratos e testemunhemos das bênçãos recebidas! Nadia Malta

 


quarta-feira, 15 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/ DESCANSEMOS EM CRISTO!

 DESCANSEMOS EM CRISTO!

https://youtu.be/9qzHjQLU0iI

 “Respondeu o Senhor: "Eu mesmo o acompanharei, e lhe darei descanso". Assim, ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus”; Êxodo 33.14; Hebreus 4.9. 


DESCANSO é uma palavra de significado bendito! Na verdade há três palavras benditas que se completam: Descanso, Refrigério e Folga! Como estamos todos precisados de experimentar isto! Como diz o verso da música popular de inspiração tão sensível e que traduz tão bem o que necessitamos: “Quando o corpo pede um pouco mais de calma!”. Contudo, há um Descanso ainda maior e mais duradouro do que aquele que se restringe ao corpo e as emoções: O Senhor prometeu esse Descanso e cumpriu a sua promessa enviando o Cristo para ser o Descanso perene dos seus escolhidos! Abriguemo-nos Nele! O povo de Deus sobre a terra tem andado num cansaço que assusta.  Cansaço não só físico, mas, sobretudo, espiritual. O primeiro pode ser resolvido com umas boas férias, mas o segundo, só pode ser efetivamente desfrutado quando estamos em Cristo verdadeiramente. E estar em Cristo implica em fazer o que Ele ordena em sua santa Palavra.

Um dos grandes desencadeadores desse cansaço espiritual e existencial é a falta de perdão. A raiva, o ódio são agentes corrosivos que impedem as nossas bênçãos de descerem sobre nós. Eu mesma já compartilhei um perdão que retive por mais de treze anos. O resultado? Dor, fracasso, tristeza, enfermidades. Assim que atendi à voz do Espírito Santo e liberei aquele perdão, as bênçãos desceram como uma torrente bendita vinda do Trono da Graça sobre a minha vida e da minha família. O Descanso de Deus prometido desde tempos eternos não é um dia na semana, mas uma pessoa chamada Cristo. O autor de Hebreus deixa isto bem claro nos capítulos três e quatro. Diz o autor de Hebreus: “Assim, ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus; pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas. Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência”. Experimentar o Cristo é ter sempre o Lugar de repouso nas horas das nossas agonias mais profundas, e dos medos mais cruéis. Como tão bem descreve o salmista no salmo 23: “Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas;”. Separemos um tempo para desfrutar desse Lugar Bendito de Descanso e Refrigério que é a presença do nosso Cristo!

O andar pela fé demanda certeza e também coragem. Em outro salmo o salmista declara: Descanse somente em Deus, ó minha alma; dele vem a minha esperança. Somente ele é a rocha que me salva; ele é a minha torre alta! Não serei abalado!”.  Às vezes a sensação humana de desamparo é tão grande que nos sentimos sem chão, mas é exatamente nessas horas que precisamos daquela certeza e coragem já mencionadas para seguir em frente, apesar de todos os pesares e percalços. Deitar à noite no meio das grandes tempestades e poder dormir na tranquilidade que seremos guardados pelo Senhor é o tipo de fé que nos faz descansar seguros no Esconderijo do Altíssimo! É Nele que a nossa alma encontra Repouso e refrigério. Não nos deixemos abalar por causa dos fardos da jornada, antes lancemos sobre Ele tudo que nos inquieta, pois Ele tem cuidado de nós e não nos deixará sozinhos! O que aprendemos aqui? O resultado desse descanso bendito nós podemos ver nas palavras do salmista no salmo 92, leiamos todo o salmo e nos deixemos ministrar! Nadia Malta

 

terça-feira, 14 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/ANDEMOS PERSEVERANTEMENTE NO CAMINHO CHAMADO CRISTO!

 ANDEMOS PERSEVERANTEMENTE NO CAMINHO CHAMADO CRISTO!

Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. Pelo contrário, como servos de Deus, recomendamo-nos de todas as formas: em muita perseverança; em sofrimentos, privações e tristezas; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo”. Provérbios 11.24; 2 Coríntios 6.4,10.             


Sem dúvida alguma, a caminhada pela vereda do Cristianismo apresenta muitos contrastes. Gostaria de trazer algumas considerações a esse respeito: Jesus não nos promete uma vida de facilidades; O Cristianismo é a Religião do Novo e Vivo Caminho; e Quando entendemos esse principio de contrastes conseguimos viver com um pouco mais de leveza por esta terra. JESUS é tanto o Caminho, quanto o Guia e o Destino Eterno que nos aguarda.  O Caminho é difícil e de muitos contrastes, repito. Ora estamos numa reta, ora nos precipitamos em um desfiladeiro. São desertos e oásis. São vales e montanhas. Andamos sob uma manhã ensolarada e de repente enfrentamos nuvens densas e chuvas copiosas. São auroras e ocasos. Chegadas e partidas, altos e baixos. Perdas e ganhos. Aprendemos com o apóstolo Paulo em Romanos 8.28 que “todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito”.

Há uma afirmação e desta vez desconheço a autoria que diz: “Dar do ponto de vista de Deus é o meio de se adquirir riquezas!”. E essa afirmação deve ser compreendida da maneira mais ampla, estamos falando aqui em partilhar o que temos com os que necessitam. Ser empático, sentir a dor do outro. Vestir o nu, alimentar o faminto. Acudir o necessitado. Contentar-se com o que se ganha sem querer se endividar para se viver de aparência. Aqueles que negociam não explorem, mas tenham um lucro honesto. Sim, aqueles que retêm mais do que o devido caem em pobreza. O reformador Lutero ao ser indagado por um sapateiro sobre o que deveria fazer para Deus, respondeu-lhe: “Faça um bom sapato e cobre um preço justo”. Ajuntar bens materiais nesta terra é péssimo negócio. Nada levaremos. É correr atrás do vento. Aqui estamos sujeitos à corrosão e ao roubo. As lutas têm sido muitas e os temores têm se multiplicado nos últimos tempos. Poderemos passar por tudo isto, mas é exatamente nessas situações que experimentaremos a vida do Cristo revelada em nós. Isto aqui não é uma apologia ao sofrimento, mas é uma visão real do que é a caminhada. Quando entendemos esse principio de contrastes conseguimos viver com um pouco mais de leveza por esta terra.

Não têm sido fáceis os últimos tempos para nenhum de nós que caminhamos por esta vereda. O grande segredo para que essa caminhada seja vitoriosa, Paulo nos oferece por meio de uma só expressão citada no texto do inicio: “em muita perseverança”. E bote perseverança nisso! Mas a boa noticia aqui é que somos peregrinos por uma terra que não é nossa e que essa estrada apesar dos contrastes, nos levará para a nossa verdadeira Pátria, que é um lugar lindo e espaçoso de pastos verdejantes onde o refrigério e a folga serão eternos!  Perseveremos, pois! O que aprendemos aqui? O Cristianismo é o Caminho apertado, dos contrastes. Caminho que leva a Porta estreita. São poucos os que entram por ela. É Caminho em que mesmo entristecidos, estamos alegres. Quando pobres, enriquecemos a muitos (com a riqueza da palavra); Quando não temos nada, tudo possuímos. Quando doamos generosamente vemos aumentar os nossos bens. Tudo faz parte da estranha, mas eficaz didática de Deus. É Caminho difícil que vale a pena percorrer! Percorramos perseverantemente! Nadia Malta

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