quarta-feira, 10 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SEJAMOS PERSEVERANTES NA LEITURA E PRÁTICA DA PALAVRA DE DEUS!

 SEJAMOS PERSEVERANTES NA LEITURA E PRÁTICA DA PALAVRA DE DEUS!

https://youtu.be/SeZENwZg1rg?si=byxr3vpC_g4HAliY

“Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los. Queremos que cada um de vocês mostre essa mesma prontidão até o fim, para que tenham a plena certeza da esperança, de modo que vocês não se tornem negligentes, mas imitem aqueles que, por meio da fé e da paciência, recebem a herança prometida”. Hebreus 6.10-12. 


Hoje tem havido uma tendência à desistência de certo modo patológica e isso em relação a tudo! Ninguém investe no próprio crescimento, negligenciando o aprendizado que dura o tempo de vida que tivermos sobre a terra! Desistir parece palavra de ordem proferida pelo inferno, para fazer desistir os fracos na fé e na perseverança!  Este capítulo todo trata do progresso da fé daqueles que uma vez foram verdadeiramente alcançados e experimentaram do dom celestial, se tornando participantes do Espírito Santo. Para os verdadeiramente alcançados pela Graça salvadora há um crescendo em santificação, amor e serviço! O contexto citado fala especificamente da necessidade de seguirmos em perseverança e fé não negligenciando a obra de Deus na esperança da glória vindoura. Diz o Senhor: “É na vossa perseverança que ganhareis as vossas almas!". O autor da epístola encoraja seus leitores: A Não perderem de vista que Deus está atento ao empenho na sua obra; A Manterem a perseverança no amor e nos serviço; E a Não se tornarem negligentes, mas procurarem imitar a fé e a paciência daqueles que perseveraram e alcançaram a promessa antes de nós.

Temos meditado nos últimos tempos à respeito dos dias maus nos quais vivemos. Ser Cristão hoje demanda esforço diligente para não nos deixar esmorecer pelo cenário tenebroso ao redor de nós. Perseverar até o fim é preciso! Há uma herança prometida esperando pelos que não desistem. O autor desta epístola faz um apelo ao passado, não numa perspectiva saudosista, mas para evocar o testemunho daqueles que foram perseverantes até o fim e hoje nos servem de exemplo. Tem sido muito fácil se deixar persuadir pelas adversidades e situações aflitivas em geral como se o Senhor não olhasse para nós. Elas têm o poder de nos distrair tirando a nossa atenção do Senhor! Assim, sigamos sem esmorecer na força que só ele supre e aprendamos o que elas têm a nos ensinar! A escola da fé e da perseverança não dá aula teórica, já nos coloca no estágio para que aprendamos vivenciando! E termos essa percepção nos auxilia no aprendizado! Sejamos bons alunos!

O Senhor não está com seus ouvidos moucos para que não nos possa ouvir nem com suas mãos encolhidas que não nos possa abençoar, antes Ele está atento a tudo que nos diz respeito. No capítulo onze o autor da epístola apresenta a grande galeria dos Heróis da fé, formada por homens e mulheres dos quais o mundo não era digno.  Eles servem de testemunhas para os cristãos de todas as épocas. O que tem nos atrapalhado? O que tem embaraçado os nossos pés de modo que não possamos correr desembaraçadamente e com perseverança a carreira proposta? Que os nossos olhos vejam! O que aprendemos aqui? A grande lição deste texto é a necessidade de perseverança na carreira proposta. Perseveremos e chegaremos ao Destino Eterno! Nadia Malta

 

terça-feira, 9 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/SÓ QUANDO ANDAMOS NO SOBRENATURAL DE DEUS, EXPERIMENTAMOS REAL EQUILIBRIO!

 SÓ QUANDO ANDAMOS NO SOBRENATURAL DE DEUS, EXPERIMENTAMOS REAL EQUILIBRIO!

Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos! "Quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro”? "Quem primeiro lhe deu, para que ele o recompense? "Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém”. Romanos 11:33-36.                                                             


   

Que possamos tirar os olhos do natural e colocá-los no sobrenatural de Deus, para que sigamos sem tropeçar! O apóstolo Paulo ao contemplar a profundidade da soberania de Deus é tomado por um êxtase indizível. Em poucas passagens esta sensação de tirar o fôlego é sentida de forma tão real. Depois de discorrer sobre a misericórdia de Deus para com todos, como um ato de sua maravilhosa graça, O apóstolo Explode numa adoração extraordinária. E em sua adoração ele foca em três pontos: Primeiro ele fala da profundidade da sabedoria e do conhecimento de Deus, assim como dos seus juízos e caminhos inescrutáveis (que não se pode investigar ou compreender; incompreensível) e insondáveis; segundo, Ele argumenta: Quem se atreve a conhecer o Senhor se ele não o quiser revelar? E Terceiro, Ele fecha seu raciocínio afirmando que o Senhor é a fonte, o veículo e o fim de todas as Bênçãos concedidas. Ao meditar na maravilhosa sabedoria dos desígnios de Deus, o apóstolo Paulo parece explodir numa adoração que o leva a um êxtase. Chegamos a ficar sem fôlego tal é a natureza dessa revelação aqui descrita! Hoje não somos mais apenas seres terrenos, mas seres espirituais vivendo uma experiência terrena. Estamos no mundo, mas não fazemos mais parte dele. Somos cidadãos dos céus, filhos gerados pelo Espírito de Deus: Nascidos de novo da água e do Espírito! Aleluia! Embora os nossos pés estejam ainda na terra, o nosso olhar está na eternidade. Como peregrinos e forasteiros em terra alheia sentimos uma saudade incurável de nossa verdadeira Pátria! Como diz a letra do velho Hino: “Da linda Pátria estou bem longe... Cansado estou! Tenho de Jesus saudades, quando será que vou”?

Fomos justificados pela fé em Cristo Jesus. Alcançados pelo favor imerecido de Deus ao qual chamamos graça, sem que houvesse em nós nada de bom ou meritório. Toda a iniciativa foi de Deus do princípio ao fim. Até o arrependimento para a salvação foi colocado por Ele em nossos corações. Sem Ele continuaríamos irremediavelmente mortos em nossos delitos e pecados e encerrados na condenação eterna. O apóstolo Paulo nessa doxologia tem a revelação desse conhecimento e dessa sabedoria absolutamente insondáveis e inescrutáveis. A impressão que temos ao ler os escritos paulinos é de que ele já não estava na terra há muito tempo.  Seu olhar permanecia na eternidade, nos tesouros eternais da sabedoria divina. Nada poderia afetá-lo do ponto de vista humano, nem as piores torturas pelas quais passou culminando com a sua morte! Todo o sofrimento daqueles dias não poderia ser comparado à glória vindoura. Depois de contemplar a revelação da Soberania de Deus tudo para ele foi reputado em nada pela sublimidade do conhecimento de Cristo.

Sim, as coisas espirituais se discernem espiritualmente! Por isso os olhos carnais não podem compreender nem enxergar as coisas do Espírito de Deus. Ninguém consegue perscrutar a mente de Deus. Ele é a Fonte bendita de toda boa dádiva e de todo dom perfeito. Ele é o veículo bendito que faz chegar à nós suas bênçãos infinitas. Ele é o propósito final dessas bênçãos existirem: Tudo é para a sua excelsa glória! Por isso é tão infantil e tolo fazer as “determinações a Deus propostas pelos ministros da prosperidade rasa”, eles não só “determinam”, mas “exigem” que Deus faça isso ou aquilo. Como se o Senhor fosse um empregado cósmico sujeito às ordens humanas. O que aprendemos aqui? Aqui somos instados a tirar os nossos olhos do que é temporal e colocá-los na eternidade. Curvemo-nos diante da Suprema Majestade nas Alturas. Deixemos de dar ouvidos a tanta bobagem pregada. Deixemos de ser meninos na fé. Façamos como o apóstolo Paulo: Ele não só enxerga a absoluta soberania do Senhor, mas declara em alto e bom som: "Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas.”.  Sem dúvida é uma revelação de tirar o fôlego! Adoremos ao Senhor: “A ele seja a glória para sempre! Amém”. Nadia Malta

 

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE NOS AQUIETAR E AGUARDAR O AGIR DE DEUS!

 TEMPO DE NOS AQUIETAR E AGUARDAR O AGIR DE DEUS!

“Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós. De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos”. 2 Coríntios 4:7-9. 


O apóstolo Paulo no contexto fala de suas lutas intensas, internas e externas e do poder com o qual tem sido revestido da parte de Deus. Vale ler todo o contexto que vai até o versículo dezoito quando ele arremata seu arrazoado com o desígnio e efeito das aflições. O apóstolo não chama para si a capacidade e o poder de superação no meio desses embates, muito pelo contrário, ele chama os holofotes dessa glória unicamente para Deus! Ele fala da sua própria fraqueza e limitação, mostrando que é possível sim, atravessarmos os piores e mais áridos vales na força que o Senhor supre. Nesta mesma epístola no capítulo anterior (3.5) ele diz: “Não que possamos reivindicar qualquer coisa com base em nossos próprios méritos, mas a nossa capacidade ou suficiência vem de Deus”. O texto apresenta o contraste da vida Cristã: Apesar da nossa fragilidade humana guardamos a riqueza do conhecimento do Cristo; Apesar da nossa fragilidade humana o Senhor para a glória dele nos reveste do seu poder; E Apesar da nossa fragilidade, somos revestidos do poder de Deus e aquilo que vem para nos destruir nos fortalece e nos faz avançar.

A maioria absoluta de nós está longe do padrão de Deus manifesto por meio de Paulo, por isso é tão oportuno e edificante seguirmos a trilha do apóstolo e de tantos outros servos de Deus do passado! Eles atravessaram desertos; enfrentaram tempestades; sofreram toda sorte de assolações, mas não perderam a fé, pois sabiam em quem criam. É preciso observar cuidadosamente os atos do Espírito Santo nas vidas dos seus servos para que percebamos o poder do Senhor se aperfeiçoando na fraqueza deles. Qual o propósito disso? Só há uma resposta: Para que não nos gloriemos em nós mesmos, mas no poder de Deus que opera por meio e apesar da nossa fraqueza. Paulo diz no texto citado: “De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados”; Essa afirmação parece tão surreal em um mundo de praticidade e fuga do sofrimento. Como podemos experimentar pressão sem desânimo ou esmorecimento? Paulo segue em suas afirmações para além da razão dizendo: “ficamos perplexos, mas não desesperados”; Ora, perplexidade geralmente causa desespero, inquietação, pois não sabemos que decisão tomar diante da circunstancia apresentada que nos assalta. Então como não nos desesperar? Finalmente, Paulo afirma: “somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos”. Invariavelmente numa situação de perseguição a tendência é nos sentir abandonados, assolados sem perspectiva de refúgio. Como experimentar o acolhimento que o apóstolo sentiu? O abatimento também chegou para ele, mas não conseguiu destruí-lo. Como entender tudo isso? Haverá explicação?

Como compreender tais afirmações? Como responder as indagações inevitáveis a partir da experiência de Paulo, sendo ele tão humano quanto nós? Na verdade, o texto provoca mais perguntas que respostas. Contudo, mais uma vez somos instados a sair do natural e mergulhar na sobrenaturalidade de um andar com o Senhor; de um beber na sua Fonte; de uma experiência pessoal íntima com o Autor e Consumador da nossa fé, Jesus, o Cristo com sua graça suficiente que nos assiste e nos basta! Coisas espirituais se discernem espiritualmente. Busquemos, pois, as coisas do Espírito de Deus! Estreitemos o nosso relacionamento com o Senhor. Só as águas benditas dessa Fonte Eterna pode nos revigorar e fortalecer dia a dia. Tudo, apesar de nós e para a glória excelsa dEle somente! O que aprendemos aqui? Ainda que sejamos desgastados exteriormente, o nosso espírito se renova em Deus de dia em dia. A nossa tribulação tem prazo de validade e produz bênçãos eternas. Olhemos sobrenaturalmente para as coisas invisíveis do Espírito Santo, pois estas são eternas. Que Sejamos fortalecidos no Senhor e na foça do seu poder! Amém! Nadia Malta

 

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