QUE NOS APLIQUEMOS EM FAZER A VONTADE DO SENHOR!
“Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano. Eis o que devem fazer: Falem somente a verdade uns com os outros, e julguem retamente em seus tribunais; não planejem no íntimo o mal contra o seu próximo, e não queiram jurar com falsidade. Porque eu odeio todas essas coisas", declara o Senhor”. Salmos 143.10; Zacarias 8.16,17.
A oração do salmista pedindo ao Senhor que
o dirija por terreno plano é respondida de maneira prática pelo Senhor através
do profeta Zacarias. Como essas palavras do Senhor soam atualíssimas como se
tivessem acabado de ser proferidas! Estamos vivendo uma deflação de verdade.
Tudo é feito às ocultas. Tramado nas trevas. Usa-se e abusa-se dos sofismas e a
confiabilidade desceu pelo ralo faz tempo. Nunca foi tão oportuno,
especialmente para os que se dizem cristãos buscarem fazer a vontade de Deus em
suas vidas e nas situações que os cercam! Em sua oração o salmista pede ao
Senhor para ensiná-lo a fazer a sua vontade e fazê-lo andar em terreno plano.
Como é oportuna esta oração para nós, os crentes contemporâneos. Que o Senhor
nos ajude a discernir a mão direita da mão esquerda e ao discernir possamos
usar de sabedoria para aplicar o que aprendemos.
O Senhor por meio do profeta Zacarias
adverte severamente primeiro que falemos a verdade uns com os outros e se
julgue retamente em nossos tribunais. Que a compulsão pela mentira deixe o
nosso meio. Que sejamos verdadeiros com os nossos semelhantes. Por que as
instituições estão desacreditadas? Porque aqueles que as dirigem mentem
vergonhosamente. Há sempre um motivo escuso debaixo dos panos. O prevalecente
jogo de interesses perpassa os limites da ética, da moral e da vergonha. O que
fazer diante do quadro aterrador que vivemos? Voltarmos ao Senhor de todo o
nosso coração com choro e quebrantamento de espírito confessando o nosso pecado
tanto pessoalmente quanto como nação. Em seguida o Senhor ordena que não se
planeje o mal contra o próximo, nem se testemunhe falsamente. A razão para esta
ordenança tão severa? Ele odeia estas coisas.
Deus
é santo e exige santidade dos seus filhos. E olhe que nem estamos falando do
que acontece com aqueles que não servem ao Senhor, pois, entre esses tudo isto
é prática comum. Mas alianças com o mundo são feitas entre aqueles que se dizem
cristãos para proveito próprio. Joio no meio do trigo? Quem sabe! O que
aprendemos aqui? O que podemos pensar ou fazer diante de tudo que temos visto e
experimentado? Tudo que podemos fazer é clamar ao Eterno e dizer: Maranata, ora
vem Senhor Jesus! Nadia Malta


