domingo, 19 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE VOLTAR AO CENTRO DA VONTADE DE SENHOR!

 TEMPO DE VOLTAR AO CENTRO DA VONTADE DE SENHOR!

https://youtu.be/ebN4p3RD3qk

Se voltares, ó Israel, diz o Senhor, se volta para mim; se removeres as tuas abominações de diante de mim, não mais andareis vagueando. Volte, ó Israel, para o Senhor, para o seu Deus. Seus pecados causaram sua queda!”. Jeremias 4.1; Oséias 14.1. 


Ambos os textos citados trazem um apelo de Deus aos seus filhos que dEle se desviaram. Tenho pensado muito nesses dias naqueles que por alguma razão se afastaram do Senhor! E nem falo apenas do afastamento da comunhão da igreja visível, mas do próprio Senhor. Daqueles que tomaram caminhos que o desagradam. Daqueles que fazem planos sem consultá-lo! Quanta amargura experimentam os que trocam o Senhor pelos ídolos, também não me refiro aqui aos ídolos de pedra e cal. Talvez os maiores ídolos sejam aqueles disfarçados em desejos e inclinações. Tudo parece lícito. É o velho e convincente: “Não estou fazendo nada demais!” ou ainda: “Estou apenas cuidando da minha vida!”. É o que muitos dizem para a sua própria ruína. Não existe vida fora do Cristo é bom que saibamos disto! Fora dEle todos os caminhos são caminhos de morte! Os textos citados no inicio trazem o apelo de Deus para que seus filhos voltem a Ele, mas há uma condição, uma promessa e também uma referencia a causa do desvio! Atentemos!

Quantos dos que se diziam crentes se encontram hoje no fundo do poço! Quantos outros são picados quase mortalmente pelas serpentes que estão fora do muro! Como diria o Rev. Antônio Elias de saudosa memória: “A gente acha o que procura!”. Há os que se afastam da comunhão, mesmo sendo batizados, e professos, mas nunca foram regenerados de fato! Esses nunca experimentaram uma conversão genuína. Esses se vão da igreja e até prosperam! Com esses o adversário não tem muito trabalho. Já são dele! Mas há aqueles que são de Deus como o filho pródigo. Deixaram a casa do pai por alguma razão. Passaram por toda sorte de dificuldades, mas acabaram lembrando-se do pai e voltaram à sua casa. O Pai Celestial continua de braços abertos para recebê-los! O apelo saudoso e dramático do Senhor por meio dos seus profetas é dirigido àqueles que são de fato dEle! São os que andam vagueando distantes da casa paterna (fora do Muro de Proteção). Esses romperam o muro e estão desprotegidos!

O mundo não tem nada a oferecer ao servo de Deus. Fora do Muro de Fogo que é o próprio Senhor, o que se pode encontrar? Nada além de sofrimento, enfermidade, morte e destruição. Aliás, o mote do velho homicida continua o mesmo: Roubar, matar e destruir! O adversário não teria tanto interesse em destruir as vidas se alguns desses, que andam vagueando afastados da comunhão não fossem do Senhor! Conheço tantos que estão com as vidas destroçadas por terem do Senhor se afastado! São enfermidades graves e mortais. São derrocadas financeiras quase irreversíveis. São perseguições aparentemente sem causa. A solução? Remover as abominações e voltar ao Senhor! O que aprendemos aqui? É Tempo de ouvir e acatar o apelo saudoso de Deus, atender a exigência e voltar-se para Ele! É Tempo de Desfrutar da promessa de não mais andar vagueando. Atentemos! Nadia Malta

 

sábado, 18 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS CARIDOSOS E EMPÁTICOS UNS COM OS OUTROS!

 QUE SEJAMOS CARIDOSOS E EMPÁTICOS UNS COM OS OUTROS!

Não se alegre quando o seu inimigo cair, nem exulte o seu coração quando ele tropeçar, para que o Senhor não veja isso, e se desagrade, e desvie dele a sua ira. Não se aborreça por causa dos maus, nem tenha inveja dos ímpios, pois não há futuro para o mau, e a lâmpada dos ímpios se apagará”. Provérbios 24.17-20.    


A mensagem de hoje é uma chamada a sermos caridosos e empáticos uns com os outros! O livro de Provérbios é o grande devocional da Bíblia Sagrada. Nele encontramos instruções práticas para o nosso viver diário e, sobretudo, em relação à convivência com os nossos semelhantes. Quais as duas principais instruções do texto? Primeira Instrução: Não devemos nos alegrar com a queda do nosso opositor humano. Isso desagrada ao Senhor e faz  Ele desviar do inimigo a sua ira. Aqui também somos chamados implicitamente, à caridade, não a caridade de simplesmente doar coisas, mas a caridade de um doar-se, para que os que estão ao nosso redor vejam a quem servimos efetivamente! E Segunda Instrução: Não devemos nos aborrecer ou ter inveja dos maus eles não têm futuro e a sua lâmpada será apagada. Percorrendo a trilha de Provérbios nos deparamos com verdades impactantes, sobretudo, acerca das nossas próprias inclinações humanas. Em um mundo de injustiças sociais, violência, desigualdades e absoluta falta de compaixão parece lícito se alegrar com a queda do perverso. E tendemos a nos alegrar quando cai o nosso inimigo humano ou quando sofre os reveses da vida. Surpreendentemente nos deparamos com a verdade descrita nos versículos citados no inicio. O autor de Provérbios Traz um alerta severo para que não nos alegremos quando cai o perverso, para que o Senhor não desvie dele a sua ira! Advinha para cima de quem será desviada essa ira de Deus? Exatamente, pra cima daquele que se alegrou com a desgraça do outro! Que coisa tão séria, meu Deus! Poucos se dão conta desta verdade! Não podemos perder de vista que o padrão do Senhor é altíssimo! Ele diz: “Sede santos como Eu Sou santo!”.

Há um ditado popular que diz: “A vingança é um prato que se come frio!”, ou seja, quem deseja se vingar fica à espreita da oportunidade para se regozijar depois. A vingança é uma inclinação maligna e o Senhor deseja nos libertar dessa inclinação. A vingança nasce da mágoa profunda sedimentada no fundo da alma. Não é bom ser depósito de lixo emocional! Onde há lixo há toda espécie de infestação e no caso específico desse tipo de lixo, a infestação é maligna. Atentemos para isto! Vigiemos e oremos para não cair também nessa tentação! Ao Senhor pertence a vingança. Ele retribuirá o ímpio segundo as suas obras malignas. A nós não foi dado autoridade ou sequer o direito de nos regozijar com a queda do ímpio. Somos instados a abençoar os opositores e orar por quem nos persegue! A própria maldade deles os fará cair, mas o Senhor nos proibiu de nos alegrar com essa queda. O apóstolo Paulo falando aos Romanos diz: “Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos. Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor”. É o Senhor quem assume a nossa defesa, Ele apagará a lâmpada dos perversos! Precisamos orar pelos que nos perseguem até que a memória da dor seja apagada. Tão somente confiemos no método de Deus. Se aquele que nos persegue não mudar de atitude, o Senhor entrará com a providência mais drástica.

O que aprendemos aqui? Temos falado insistentemente sobre o assunto, devido às muitas escutas de mágoas antigas. A igreja está doente e precisa de cura! A mágoa é a grande isca maligna que tem mantido muitos em cativeiro! É tempo de libertação e cura! Somos exortados a se possível a viver em paz com todos. Mas nem sempre essa paz depende de nós. Há os que possuem uma alma beligerante. Guerreiam por tudo e por nada! Estão sempre armados, na defensiva, prontos a agredir. É bom guardar certa distancia desses e orar por eles para que o Senhor faça uma obra nesses corações. Não precisamos nos submeter ao seu poder de fogo.  Talvez um dos maiores e mais difíceis exercícios de piedade seja o exercício da liberação do perdão. E não é sem razão que o Senhor usa tantos textos da Palavra para falar sobre o assunto. Atentemos e reflitamos!  Nadia Malta

 

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Meditação/Nadia Malta/ NÃO TEMAMOS, O NOSSO REDENTOR VIVE E CUIDA DE NÓS!

 NÃO TEMAMOS, O NOSSO REDENTOR VIVE E CUIDA DE NÓS!

No caminho, conversavam a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles; mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo”. Lucas 24.14-16. 


Este episódio narrado apenas por Lucas mostra dois dos discípulos de Jesus saindo de Jerusalém depois da morte de Jesus e indo a uma aldeia chamada Emaús. O episódio nos faz parar para pensar sobre aquelas horas amargas de dores e perdas profundas, quando buscamos uma rota de fuga. Sim, nessas horas, tudo que queremos é dar um basta ao sofrimento, embora, ele nos embosque e enlace de maneira tal que não conseguimos enxergar mais nada além da própria dor! E esta não é uma crítica, mas a constatação de uma realidade que nos alcança a todos indistintamente, mais cedo ou mais tarde. Não existem gigantes emocionais! Em uma hora ou outra baqueamos, sim. A pior das dores é a que dilacera a nossa própria carne, por mais que tenhamos fé, que sejamos empáticos e compassivos com a dor do outro. Temos vivido dias assim, de muitas lutas, muitas ausências, múltiplos temores. Há um turbilhão de situações que tem nos assolado de maneira violenta. E nada mais consolador que buscar refúgio na Santa Palavra de Deus. Visitar momentos vividos pelos discípulos do passado com suas experiências peculiares com o nosso amado Senhor e Salvador, nos ajuda e fortalece a fé. É ali que somos além de impactados, também consolados e refeitos para enfrentar as nossas próprias vias dolorosas.

O episódio nos mostra pelos menos três verdades que emergem no meio das nossas dores: Primeira: Tendemos a fugir do local da dor; Segunda: Na hora da dor necessitamos falar sobre o assunto até que ele se esgote; E Terceira: A dor nos impede de enxergar aquele ou aquilo que nos foi enviado para consolar. Aqueles discípulos entristecidos e de certa maneira frustrados pela morte de Jesus, parece que haviam esquecido tudo que Ele dissera sobre aquele acontecimento. Às vezes nos deixamos aprisionar pelas dores de ontem e perdemos a dádiva do hoje! Jesus é a própria Boa Nova. Aqueles discípulos estavam atrasados quanto à ultima novidade. Assim como aquelas mulheres que haviam ido ao tumulo buscar dentre os mortos Aquele que vive pelos séculos dos séculos. A dor e a tristeza tiram a visão da bênção do hoje! Quantas vezes no meio das nossas jornadas dolorosas o próprio Senhor vem e se coloca em nosso meio, através de um amigo ou irmão amado que nos empresta seus ombros ou ouvidos, sem cobranças, para que possamos chorar e escoar a nossa dor! Outras vezes Ele vem silenciosa e invisivelmente nos inundando com a sua consolação, mas a tristeza e as lágrimas nos impedem de reconhecê-lo! Tento me transportar para aquela cena. Quase posso ver aqueles discípulos cabisbaixos, seguindo absolutamente sem esperança, pois a única que tinham havia morrido. Parecia fim da linha para eles! Quantas vezes já  não nos sentimos assim!

Jesus segue com eles e chega o inevitável momento do confronto! Depois de uma aula sobre as Escrituras, Jesus faz menção de seguir adiante, mas foi constrangido a permanecer com eles que lhe pediram: “Fique conosco, pois a noite já vem; o dia já está quase findando". E só pelo modo inconfundível de partir o pão eles o reconheceram. O que este episódio nos ensina hoje? De nada adianta tentar fugir do local da nossa dor, pois ela nos acompanhará. Sim, falemos das nossas dores e sofrimentos sem nos esquecer de que não estamos sozinhos Ele sempre encontra uma maneira de se colocar ao nosso lado. Tempo de abrir os olhos e enxergar o Cristo que está sempre conosco nos consolando e amparando, do contrário, nem estaríamos mais de pé! A queixa dos discípulos quanto aos últimos acontecimentos, estava desatualizada. Algo novo já havia acontecido: Jesus ressurreto é a grande Boa Nova. Não podemos permitir que nada nos roube a alegria da Ressurreição. Ele vive, nós viveremos! Há esperança para seu povo eleito apesar de todas as dores e perdas do tempo presente. Reflitamos! Nadia Malta

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