quinta-feira, 5 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/CONFIEMOS, A VERDADEIRA ALEGRIA VIRÁ PELA MANHÃ E AMANHECERÁ!

 CONFIEMOS, A VERDADEIRA ALEGRIA VIRÁ PELA MANHÃ E AMANHECERÁ!

https://youtu.be/Taxjw-V2xSw

Cantem louvores ao Senhor, vocês, os seus fiéis; louvem o seu santo nome. Pois a sua ira só dura um instante, mas o seu favor dura a vida toda; o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria”. Salmos 30.4,5. 


Este salmo todo é um cântico de ações de graças pela libertação da morte. Na verdade, este deve ser sempre motivo de gratidão ao Senhor, sobretudo, em tempos modernos quando os perigos nos cercam de todos os lados. Naqueles dias o rei salmista enfrentou muitos inimigos que o assolavam. Ele experimentou também, semelhante a nós, muitas sensações internas que o levaram a grandes angustias: Medos, apreensões, tristezas profundas, rejeição, dentre outras. E quando lemos um relato desses, nos identificamos com as experiências vividas! Percebemos aqui o cuidado de Deus ao permitir o registro daquilo que foi vivenciado pelos seus servos do passado, para que fôssemos edificados e encorajados. Estamos todos carecidos de renovo! As lutas têm sido muitas e cada vez mais intensas, tanto pessoalmente como em termos de mundo! Tudo à nossa volta parece viver uma crise sem fim! Assustador sob todos os aspectos! Nunca foi tão imperioso tirarmos o olhar da crise e colocá-lo em Cristo! Só o Senhor, a Graça viva de Deus pode trazer paz aos nossos corações dilacerados pela realidade à nossa volta! Olhemos para a experiência do salmista e nos deixemos ministrar!

A experiência do salmista pode ser assim dividida: Primeiro: O salmista louva o Senhor por sua bondade que o livra e cura; Segundo: O salmista confessa seu pecado de autossuficiência; Terceiro: O salmista apresenta sua súplica; e Quarto: O salmista apresenta seu testemunho! Quantas vezes sentimos uma angustia de morte ao ponto de quase sucumbirmos! Contudo, Deus nos acode. Ele nos estende a sua poderosa mão que nos iça daquele abismo profundo nos resgatando da morte iminente. Muitos de nós temos experimentado um tempo indizível de choro copioso. São tantos os sobressaltos! São perdas irreparáveis e depressões esmagadoras. Os inimigos que nos perseguem muitas vezes estão na nossa própria casa, no meio da nossa parentela.  Como conviver com isto e manter a sanidade? Se não fora o Senhor que tem estado ao nosso lado já teríamos sido engolidos vivos, como diz em outro momento o salmista. Jesus também nos alerta acerca disso dizendo: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo!”. Viver neste mundo é peregrinar em um deserto abrasador com raros momentos de oásis. Aqui enfrentamos toda sorte de aflições e dificuldades, mas o Senhor promete livramento de tudo isso. Estamos indo pra casa e lá descansaremos! Há uma promessa gloriosa do Senhor em Apocalipse que nos aquece o coração nas horas de pranto e dor: “Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou".

Nos versículos citados no inicio o salmista conclama os fiéis a louvarem o Senhor. E ele diz a razão desse cântico de vitória: “Pois a sua ira só dura um instante, mas o seu favor dura a vida toda; o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria”. Sim, amanhecerá para nós. Mesmo que a noite escura da alma pareça demasiado prolongada, amanhecerá! Aleluia! O que nos acalenta é saber que todo o pranto cessará e a alegria virá, pois amanhecerá para nós! O que o salmista nos ensina aqui? Precisamos reconhecer mais a bondade e a fidelidade de Deus, assim como manifestar a nossa gratidão a Ele. Precisamos reaprender a reconhecer e confessar os nossos pecados. Apresentemos diante do Senhor a nossa súplica. Sejamos verdadeiros e gratos ao fazer isto. Testemunhemos mais sobre os feitos de Deus. Nadia Malta

quarta-feira, 4 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/MANIFESTEMOS O AMOR CARIDADE!

 MANIFESTEMOS O AMOR CARIDADE!

https://youtu.be/a380_H795h4?si=Ay1XQ2miSW4LXnnL

Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor”. 1 Coríntios 13.13.                                       


Este capítulo é chamado de grande capítulo do amor. Quem não conhece este texto tão citado, cantado e decantado? Mas de que tipo de amor ele realmente está falando aqui? Certamente não se trata de um amor meramente humano, mas do amor indizível de Deus por nós seus filhos imperfeitos. Ele nos amou ao ponto de doar seu próprio Filho para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tem a vida eterna! Contudo, podemos perceber uma centelha desse amor caridade naqueles que foram regenerados pelo Espírito de Deus! A Caridade é o amor que se doa, pois se compadece da dor do outro! Esse amor permanece para sempre! O versículo citado é o desfecho do capítulo que fala do amor caridade ou amor ágape, o amor que se doa e se sacrifica pelo outro. Jesus viveu a realidade desse amor. O homem Jesus inaugurou esse tipo de amor doando-se a si mesmo. O apóstolo Paulo mostra aqui um caminho sobremodo excelente, o caminho do dom supremo: O amor Caridade. Acerca desse dom ele nos instrui: É o dom supremo que valida os demais dons; Ele tem características bem definidas; E Dos dons que permanecem ele é o maior.

Aquele que nasceu de novo da água e do Espírito, que foi verdadeiramente regenerado, além de habitação do Espírito Santo, tem uma santa compulsão por agradar ao Senhor. E esse amor mencionado aqui se torna credencial desse novo ser nascido de Deus. Esse amor é bandeira, estandarte é insígnia de identificação indicando que aquela pessoa pertence ao Senhor. Falar desse tipo de amor em nossos dias parece algo estranho, sobretudo, em um tempo em que o cuidado com o outro parece está desaparecendo de circulação. Falta empatia, a dor do outro já não incomoda. Parece que o que voga é o “Não tenho nada com isso!”. Triste, mas real! Nesses dias de tantas agonias em termos de saúde, com doenças letais cada vez mais terríveis, além das ações do tempo causando tanta destruição, tem havido uma enxurrada de “profetadas” que têm espalhado pânico como se as situações em si já não bastassem. Palavras proferidas até mesmo por aqueles mais próximos. Meu Deus! Custa dizer algo que amenize a dor do outro? Os antigos diziam que a caridade para ser boa começa em casa. Melhor permanecer em silêncio que vomitar “achismos” que machucam tanto! Graças a Deus tem aqueles que nasceram de Deus e possuem uma falar gracioso temperado com sal, que transmite graça e vida aos que ouvem. Aproveito para trazer uma orientação aos visitantes de hospitais ou a pessoas em crise de qualquer tipo: Falem pouco, ouçam mais. Não tem coisa mais irritante do que um pseudo-consolador tagarela. Com seus “achismos” inconvenientes. Silêncio, orações e presença, bastam! Vale muito Um: ESTOU AQUI, CONTE COMIGO!

Infelizmente há aqueles que envelhecem, mas não amadurecem! As profecias, as línguas, o conhecimento tudo isso cessará, mas permanecerão a fé, a esperança e o amor. Não um amor qualquer, mas o amor caridade, não a caridade de doar coisas e se ausentar, mas a caridade que se doa em prol do outro, mesmo com sacrifício próprio. E é a manifestação desse amor que precisamos ver mais vezes na aridez deste mundo cada vez mais desumano e indiferente!  O que aprendemos aqui? Esse amor mencionado aqui é a maior das três virtudes. Instrui o Dr. Shedd: “O amor é a raiz que produz a fé e a esperança!”. O Estandarte do Senhor sobre nós é o amor, esse tipo de amor! Levantemos esta bandeira bem no alto do mastro que é a nossa própria vida. Deixemos que essa bendita bandeira seja vista por todos que passam por nós. É precisamente esse estandarte bendito que identifica o Cristo em nós! Nadia Malta

terça-feira, 3 de março de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE SEJAMOS PRUDENTES, ATENTOS E CRITERIOSOS QUANTO ÀS NOSSAS ESCUTAS!

 QUE SEJAMOS PRUDENTES, ATENTOS E CRITERIOSOS QUANTO ÀS NOSSAS ESCUTAS!

 Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus”. Tiago 1.19,20.                                                                     


Escutas precipitadas levam à conclusões equivocadas! O texto citado no inicio está no contexto que fala da prática da Palavra de Deus. Tiago diz com muita propriedade: “Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus”. Para que e Palavra seja praticada precisa ser ouvida com a devida atenção. Esse princípio do ouvir prudente se aplica a absolutamente tudo! Atentemos! Nas minhas longas escutas tenho visto e ouvido de tudo. E algo fica muito claro ao meu coração: Quanta dor seria evitada se conseguíssemos corrigir a inclinação de um ouvir precipitado! No texto citado Tiago dá três instruções que podemos aplicar a absolutamente tudo! Vejamos: Primeira Instrução: Todo homem seja pronto para ouvir; Segunda Instrução: Seja tardio para falar; E Terceira Instrução: Seja tardio para se irar.

Vivemos em um mundo de velocidade, de altas tecnologias, quando as comunicações ocorrem de forma rápida fazendo uma informação percorrer a terra em questão de frações de segundos. Como se tudo isso não bastasse está ganhando terreno a tal da “Inteligência artificial”, que deveria ser usada para o bem, mas ao ser usada por mentes malignas pode ser capaz das mais absurdas formas de interpretação, causando estragos inimagináveis. Mais que em qualquer outra época, é necessário que tenhamos prudência e atenção com o que ouvimos e a maneira como fazemos as nossas leituras não só de textos, mas de palavras e situações. Um ponto, uma vírgula ou mesmo um ponto e vírgula podem mudar totalmente o sentido de uma frase. E não há velocidade ou tecnologia que substitua uma boa escuta e uma boa leitura e isto vale para qualquer área da vida humana. Atentemos! Lembro-me de uma amada irmã que passou uns dez anos com verdadeiro ódio de mim por causa de uma escuta e interpretação precipitada de algo que falei. Depois daquele longo tempo tive a oportunidade de esclarecer e fazê-la compreender que jamais dissera o que ela havia imaginado! Quanto tempo de comunhão perdido! Aquela irmã querida passou dez anos de sua vida cultivando uma ira desnecessária a meu respeito. Uma pena! Parece que o adversário é especialista em se interpor entre o que dizemos e o que é ouvido pelo outro. Por outro lado tem a nossa impulsividade que precisa ser tratada e só é possível através desses episódios tão dolorosos.

Lembrei-me  também de certa ocasião em que outra querida irmã me perguntou: “Jesus proibiu tomar a ceia, por que então, tomamos?”. Perguntei perplexa aonde ela havia visto essa proibição. Ela de pronto respondeu: Em Mateus 26.29. Vamos ao Texto: “Eu lhes digo que, de agora em diante, não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o vinho novo com vocês no Reino de meu Pai". Ela abriu a sua Bíblia e o leu para mim da seguinte forma: “Eu lhes digo que, de agora em diante, não bebereis deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o vinho novo com vocês no Reino de meu Pai". A irmã acrescentou um “s” ao verbo beber que mudou totalmente o sentido do texto. Pedi que ela lesse o texto repetidas vezes e devagar até que percebesse o equivoco. Graças a Deus, ela percebeu! Assim são as nossas percepções impulsivas sobre tantas coisas que ouvimos e ou lemos. As palavras de ordem para nós em relação à essas coisas são: Paciência, atenção e cuidado! E que Deus nos ajude e cure a nossa impulsividade!  O que aprendemos aqui? A escuta é excelente aliada de um falar e um agir prudente. A nossa ira por motivos precipitados gera muita ferida desnecessária! Sejamos cautelosos, pacientes e atentos! Nadia Malta

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