sexta-feira, 3 de junho de 2022

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE RESISTIR ÀS ASTUTAS CILADAS DO MALIGNO!

 TEMPO DE RESISTIR ÀS ASTUTAS CILADAS DO MALIGNO!

Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês. Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração. Entristeçam-se, lamentem e chorem. Troquem o riso por lamento e a alegria por tristeza”. Tiago 4.7-9. 


Fujamos da impureza nos refugiando em Deus. É tempo de lamentação e choro pelas concessões feitas à nossa carne. Que busquemos fortalecimento no Senhor para não cairmos nessas ciladas! Tempo de quebrantar o coração pelos tempos que estamos vivendo. Há violência e promiscuidade por toda parte! É como se vivêssemos ao mesmo tempo os dias de Noé e os dias de Ló em Sodoma e Gomorra! Tempo de derramar o nosso coração diante do Senhor e clamar incessantemente por socorro do céu.  Que o amor tem esfriado dos corações é fato. Como também este é um sinal visível da Segunda Vinda de Cristo! Como diria o apóstolo Paulo: “Não nos conformemos com o presente século!”. O que tem acontecido efetivamente em nosso tempo? Para trazer uma explicação mais simples e objetiva possível, tem faltado Deus no coração das pessoas, mesmo naqueles que dizem tê-lo. Falta a presença de Deus enchendo os espaços vazios. Corações vazios de Deus se tornam oficinas do diabo e usinas de demônios de onde procedem todos os projetos iníquos que nem sequer ousamos imaginar.

O que Tiago nos ensina aqui? Ele no texto lido exorta seus leitores a se submeterem a Deus e a resistirem ao diabo. Só os que estão refugiados em Deus conseguem resistir às investidas do Maligno e às inclinações da própria carne. Quando nos aproximamos do Senhor Ele se deixa encontrar. Tiago também faz uma exortação severa aos pecadores de todos os tempos para que limpem as suas mãos de suas práticas pecaminosas. Mãos falam de atos, ações efetivas. A mídia tem publicado exaustivamente atos bárbaros cometidos por inúmeras bestas travestidas de seres humanos que estupram, matam e cometem todo tipo de vilezas. Até mesmo filhos recém nascidos são vitimas inocentes desses seres malignos. E como se ainda não bastasse eles filmam seus atos hediondos e publicam nas redes sociais se vangloriando da sua  bestialidade. Que mundo é este? Misericórdia!

O texto ainda chama a atenção dos cristãos divididos para limparem seus corações, entristecerem, lamentarem e chorarem. Que toda alegria irresponsável seja trocada por choro compulsivo de quebrantamento diante do Senhor. Choremos individualmente, choremos como nação e como igreja sobre a terra. Resistamos às ações e investidas do adversário. Coloquemo-nos no front da oração vigilante! Levemos o nosso pensamento cativo à obediência de Cristo. Jejuemos na área dos nossos apetites carnais. Não permitamos que a nossa mente divague, nem vivamos na fronteira do reino das trevas e do Reino da Luz! Essa postura é perigosa, pois nada pode ser pior que um coração dividido! Deus exige exclusividade! Deus requer de nós fidelidade! Submetamo-nos a Deus! Resistamos ao diabo e ele fugirá de nós! Nadia Malta

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR ENTRA CONOSCO NA FORNALHA E LÁ NOS LIVRA!

 O SENHOR ENTRA CONOSCO NA FORNALHA E LÁ NOS LIVRA!

                                                                                   


E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos? Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego ao rei: Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste. Então, Nabucodonosor se encheu de fúria e, transtornado o aspecto do seu rosto contra Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, ordenou que se acendesse a fornalha sete vezes mais do que se costumava”. Daniel 3.15b-19. 


Quando olhamos para a fé ousada dos amigos de Daniel coramos de vergonha por causa das nossas meninices espirituais e eclesiais contemporâneas. A condição de vulnerabilidade daqueles jovens levados cativos e vivendo em Babilônia na condição de escravos mesmo tendo do palácio uma posição privilegiada, digamos assim. Eles levavam à sério a sua fé.  O orgulho do rei ao desejar ser adorado tem sido o desejo de muitos ao longo da história. O Senhor resiste ao soberbo, mas concede graça ao humilde. A fidelidade dos amigos de Daniel ao Senhor os levaram a preferir agradar a Deus que aos homens. A firmeza da fé ousada mesmo com prejuízo próprio. Eles experimentaram a revelação pública do livramento. Deus faz assim, ele honra seus servos na hora da adversidade.

Qual seria a nossa desculpa se estivéssemos no lugar deles? O que faríamos? Correríamos o risco de perder a vida ou nos acomodaríamos à situação adulando o rei Nabucodonosor e nos curvando perante a sua estátua? Aqueles jovens cheios de Deus ousaram. Creram e esperaram contra a esperança. Não levaram em conta a própria vida. Para eles importava mais agradar a Deus que aos homens. O texto é minucioso, cheio de detalhes e quase conseguimos ser transportados para o local. Eles sabiam que seriam vitoriosos quer na vida quer na morte, contudo, nada era mais importante que agradar a Deus. Será que temos a consciência da verdadeira dimensão dessas palavras? Aqui inevitavelmente paramos para fazer uma comparação entre aquela situação e as nossas lutas diárias. Quantas concessões temos feito para fugir das aflições! Quanta transigência com o fim de salvar a nossa própria pele!  O acontecimento que envolveu aqueles jovens hebreus nos faz parar para pensar que nem sempre somos livrados das fornalhas ardentes para as quais somos enviados. Muitas vezes somos mandados para lá exatamente para que a nossa fé vá às últimas consequências. E não é para provar nada para Deus, mas para nós mesmos. E é só nos momentos finais que o Senhor entra em cena enviando o seu anjo para nos livrar na fornalha.

 A pergunta é: “Por que cremos e ainda assim, sofremos?”. Somos instados pelo apóstolo Pedro a não estranhar o fogo ardente que surge em nosso meio com o propósito de nos provar. Se não há nenhuma dívida com homens como causa do nosso sofrimento, há uma razão da parte de Deus para que o experimentemos: a prova da nossa fé.  Somos também exortados a sermos participantes do sofrimento de Cristo. Cada um deve tomar a sua cruz e segui-lo. E vamos combinar que cada um de nós carrega um tipo especifico de Cruz! Fomos capacitados pelo Santo Espírito para carregá-la até o fim. Aqui o texto fala do batismo de fogo, que ao contrário do que muitos pensam, não é grito ou histeria, mas as provas pelas quais passamos.  O Senhor Jesus é o que nos batiza com o Espírito Santo e com fogo (as provas). Sofrer direta ou indiretamente por amor a Cristo é privilégio, não castigo. Enfrentar esse tipo de sofrimento pressupõe uma preparação por parte do Espírito Santo, do contrário, ninguém suportaria. Nem sempre seremos livrados do sofrimento, mas no sofrimento, quer na vida quer na morte!  Nadia Malta

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Meditação/Nadia Malta/VIVAMOS NA SUFICIÊNCIA DO SENHOR!

 VIVAMOS NA SUFICIÊNCIA DO SENHOR!

                                                                                     


Pediram, e ele fez vir codornizes e os saciou com pão do céu. Fendeu a rocha, e dela brotaram águas, que correram, qual torrente, pelo deserto. Porque estava lembrado da sua santa palavra e de Abraão, seu servo”; “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”. Salmos 105.40-42; Mateus 6.34. 


O salmista no texto citado evoca os feitos de Deus do passado durante a travessia do deserto saindo do Egito, rumo a terra Prometida. Aquela travessia era um tipo da que empreendemos hoje rumo a Pátria Celestial. Tudo será devidamente providenciado. Nada do que realmente necessitarmos nos faltará, nem tribulação se esta for um meio de nos ensinar algo. O Senhor no Sermão do Monte também adverte seus ouvintes a não se preocupar com o futuro! Os textos citados nos levam a algumas verdades em meio às angustias que nos assaltam hoje: Lembrar das provisões de Deus do passado; Deus não esquece a sua Aliança; E Atentar para a advertência de não sofrer de véspera. O Senhor é o nosso Pastor e nada nos faltará diz o salmista com muita propriedade! Ele fala experiencialmente, não apenas de ouvir falar. Quando olhamos para o passado no meio das nossas agonias presentes nos confrontamos com as verdades eternas vivenciadas por muitos servos do Senhor. O Senhor além de todos os seus infinitos atributos, Ele é Também o nosso provedor. Ele é o Senhor de toda Suficiência e Senhor da Aliança feita com seus servos do passado! Esta Aliança alcançará toda posteridade espiritual.

O Salmista se alegra nas promessas do Senhor como alguém que encontra grandes despojos. Sim, é verdade. Dia a dia somos enriquecidos com aquilo que nos é revelado pela Santa e gloriosa Palavra de Deus. Por que cremos que as Promessas do Senhor se cumprirão? Porque Deus é Fiel e jamais falha! Aquietemo-nos! O Senhor está agindo por nós! Esperar pelas promessas de Deus demanda perseverança constante. Os que são da fé esperam pela promessa, pois confiam na Aliança! Não vamos falar aqui da prosperidade rasa que muitos apregoam em nossos dias. Mas da suficiência providenciada pelo Senhor em tudo que necessitarmos para a travessia por esta terra. Por que então nos desesperamos tanto? Inquietamo-nos tanto com o amanhã antecipando angustias por algo que não está acontecendo e talvez nem aconteça! Sofremos por antecipação. Adoecemos de véspera, que coisa mais louca! O interessante que por conhecer o nosso coração medroso e atribulado, o Senhor providencia pelo menos 366 vezes sua advertência para não temer. Descobrimos aqui que a preocupação é filha do medo. E esse o pai das muitas patologias.

Escutem só isto aqui: Nada nos faltará, pelo menos, nada do que realmente necessitarmos para completar a travessia repetindo! Assim poderíamos ter uma vida abundante, aquela prometida pelo Senhor. Ele disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundancia!”.  Por que não desfrutamos dessa promessa gloriosa? Por causa da ação nefasta do velho ladrão e homicida que nos persegue desde tempos ancestrais. Aquele que veio para “roubar, matar e destruir!”. Roubar a fé confiante, matar a esperança perseverante e destruir em nosso coração a capacidade de enxergar a glória de Deus nas situações. Tempo de acordar para esta realidade! Tempo de abraçar a promessa gloriosa de uma vida interior abundante. Tempo de dar um basta em tanta morte, em tanto roubo e em tanta destruição em nossas vidas! O Senhor quer que desfrutemos com alegria da sua Abundancia! Aprendamos a olhar para o passado, não numa perspectiva saudosista, mas para evocar os grandes feitos de Deus do passado. Ele agiu, age e agirá. Confiemos e nos aquietemos porque Deus não esquece a sua Aliança com o seu povo escolhido. Nada nos faltará daquilo que realmente necessitarmos para completar a jornada nesta terra. Busquemos a vida abundante que o Senhor prometeu. Ele está falando de interioridade. Não nos inquietemos, deixemos de “aperreio”! Aprendamos a viver na suficiência de Deus. Nadia Malta

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