sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Meditação/Nadia Malta/OFEREÇA-SE! NÃO SE CONFORME! TRANSFORME-SE!


OFEREÇA-SE!  NÃO SE CONFORME! TRANSFORME-SE!

Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Romanos12. 1,2. 

Temos falado muito sobre a necessidade de pregarmos com o nosso testemunho. Talvez esta seja a maneira mais difícil de pregação, pois implica em regeneração e transformação genuína. O contexto desses versículos nos leva a compreender que o Senhor tem uma maneira segura de nos fazer conhecer a sua vontade para nós, mas para isto, algumas ordenanças precisam ser observadas. O Senhor aqui nos traz três ordens inegociáveis. Primeira Ordem: Ofereça-se! O Senhor ordena uma consagração contínua. Um jejum ininterrupto, não de comida, mas das velhas práticas. Um Culto racional, que passa por nossa vontade. O que o Senhor está requerendo de nós aqui? Entreguemo-nos a Deus sem reservas. Paremos de resistir a esse trabalhar. Ele não deseja que lhe sacrifiquemos coisas, mas que nos entreguemos a nós mesmos a cada dia como um sacrifício vivo numa consagração contínua. O padrão de Cristo é altíssimo e vai alem da religiosidade exterior dos escribas e fariseus. Fomos alcançados pela graça salvadora para uma santificação progressiva. Com essa obra sendo completada dia a dia em nós, poderemos desfrutar da plenitude que ele planejou para nós.

Ler a palavra, meditar nela, fazendo que ela ocupe o nosso pensamento nos fará praticá-la.  Os nossos atos são sempre, o resultado do que temos armazenado no nosso coração (mente). A boca sempre fala do que está cheio o coração. Contudo, o que efetivamente tem ocupado a nossa mente? Entreguemos os membros do nosso corpo no altar do sacrifício, especialmente aquelas áreas de vulnerabilidade. Que os nossos membros sejam instrumentos de graça e justiça de Deus, não de desgraça e iniquidade. Se os nossos membros nos fazem pecar, os ofereçamos sem reservas no altar do sacrifício! Matemos a nossa carne de fome no tocante aos seus desejos. A salvação em Jesus é uma obra completa e ele deseja que a desfrutemos como um todo. Ele morreu a nossa morte e ressuscitou para que andemos em novidade de vida! Novidade de vida significa transformação real. Aqui o apóstolo propõe que nos entreguemos ao Senhor num sacrifício vivo e contínuo. Será que estamos dispostos? Temos andado assim ou somos só religiosos de fachada como os fariseus do passado? Segunda Ordem: Não se conforme! Jesus nos ordena a não nos amoldar ao mundo. Não imitemos o mundo ou nos conformemos com ele, somos cidadãos do Céu e apenas peregrinos e forasteiros nesta terra.

O mundo tem se revelado cada vez mais insalubre com suas práticas cada vez mais contrárias à Palavra e vontade de Deus. Aqui está cada vez mais irrespirável. Não podemos usar os métodos, armas e estratégias do mundo. O grande perigo é que tendemos a nos conformar, nos amoldar. Contudo, o conformismo com o mundo cheira a morte! Por isto, Paulo ordena um não conformismo com o sistema vigente! Terceira Ordem: Transforme-se! Uma transformação pela renovação da nossa mente. Renovemos a nossa mente através da Santa Palavra de Deus. Leiamos a Bíblia, meditemos nela e a pratiquemos. Substituamos aquele velho lixo, adotando o padrão de santidade proposto pelo Senhor e só então veremos manifestação da vontade boa, agradável e perfeita do Pai Celestial. Ele planejou para nós uma vida plena, abundante. Mas, será que temos experimentado essa plenitude? O que tem nos faltado? Vamos à igreja, lemos superficialmente a Palavra de Deus para cumprir uma disciplina espiritual, jejuamos, dizimamos, oramos, no entanto, temos dificuldade de experimentar a vontade de Deus em nossas vidas.  É fato que estamos distantes de experimentar a plenitude que Jesus prometeu. De quem é a culpa? Nossa, é claro! O maior problema para a maioria esmagadora dos cristãos, é que a Palavra de Deus não é uma regra de fé e prática. Acatemos as três ordenanças: Ofereçamo-nos! Não nos conformemos ao mundo! Transformemo-nos! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Meditação/Nadia Malta/VOLTEMOS A ANSIAR PELOS ÁTRIOS DO SENHOR!


VOLTEMOS A ANSIAR PELOS ÁTRIOS DO SENHOR!
                                                                                 
Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!”. Salmo 84.1, 2.                                                             

Precisamos despertar como igreja à desfrutar com alegria da comunhão com o Senhor, sobretudo, em comunidade. Temos deixado que tudo roube este momento precioso. Este salmo tem sido muito apropriadamente chamado de “a pérola dos salmos” é a lamentação saudosa de um israelita que se encontrava distante de Jerusalém, por alguma causa desconhecida. “Embora seja atribuído aos filhos de Corá ou Coré, como diria Spurgeon, este salmo exala um perfume davídico”. Impossível não concordar com ele! Aqui encontramos as declarações de alguém que saudoso “suspira e desfalece pelos átrios do Senhor”. O salmista se sentia assim, por causa da distancia que se encontrava do seu local de adoração. A ausência involuntária daquele local levou-o a sentir uma profunda saudade do templo e da presença de Deus. O cerne deste texto é a necessidade profunda e vital que temos da comunhão contínua com o Senhor. Essa comunhão com Deus e com o irmão vai além do ativismo e da religiosidade de fachada. Ser cristão é uma das coisas que não podemos fazer sozinhos, isolados. A comunhão junto com a pregação da palavra e a oração são os pilares que sustentam a igreja. O salmista Davi diz no salmo 122.1: “Alegrei-me quando me disserem: vamos à cada do Senhor!”. Infelizmente a igreja ocidental tem sofrido de tédio e não tem se alegrado em ir à Casa do Senhor! Para a grande maioria o Senhor deixou de ser atraente. Tem que haver uma “atração circense” para que as pessoas queiram ir à igreja! Lamentável! O prazer do salmista está no Senhor. Precisamos aprender a viver na perspectiva de nos encontrar com o nosso amado Senhor e Salvador. Todo crente fiel sente um tipo de saudade inexplicável da casa do Pai, anseia por proteção e luz neste mundo de densas trevas. Inconformados por estarmos fora do nosso lugar de origem, voltar para casa é tudo que desejamos. E quanto a nós, onde está o nosso verdadeiro prazer?

A força do salmista está no Senhor. Aquele cuja força está no Senhor, mesmo quando precisa passar pelo Vale Árido (Vale de Baca), faz dele um manancial. Dali ele tira lições preciosas, porque seu coração cheio de fé é um caminho aplanado – v.5. Bom é receber uma bênção, mas melhor ainda é ser uma bênção. Aquele cuja força está em Deus, faz do deserto um jardim regado. Os verdadeiros peregrinos “vão indo de força em força”- v.7. Vão subindo de degrau em degrau, de glória em glória, de vitória em vitória até chegar ao lar celestial. Os olhos do peregrino não estão no tamanho, nem nos percalços da estrada, mas no seu final, na alegria da chegada. O combustível do peregrino é a sua vida de oração e a sua vida intima de comunhão com Deus. Onde ou em quem temos buscado nos fortalecer? A confiança do salmista está no Senhor. Quando caminhamos pela fé, colocamos o Senhor e sua vontade em primeiro lugar, só a partir daí, podemos alinhar nossas demais prioridades. Os filhos de Corá eram levitas encarregados de guardar as portas do santuário, um cargo importante e honrado. Na verdade o cartão de vistas da entrada ao templo. O salmista distante do templo sentia saudades daquela tarefa. Percebemos com tristeza que a igreja ocidental tem trocado a Casa do Senhor por qualquer coisa! Como é difícil encontrar almas que anseiem e desfaleçam pelos átrios do Senhor! A mesa do banquete tem estado posta, mas os convidados não têm sido dignos! Ainda há tempo de mudar essa triste realidade!

Busquemos ao Senhor e não nos conformemos com o mundo! O mundo definitivamente não é o nosso lugar, por isso, peregrinar aqui não é fácil. A jornada do peregrino não é linear, antes é cheia de curvas, obstáculos e segue ladeira acima. Livremo-nos dos pesos e do pecado que têm nos assediado! O crente fiel busca os altares do Senhor! Mais uma vez nos lembramos da igreja ocidental: desdenhosa, irreverente, vazia de conteúdo doutrinário, barulhenta, farta de liberdade e recursos, “fastiosa” das coisas de Deus e do próprio Deus. Temos nos contaminado com as fórmulas e estratégias de entretenimento do mundo e as importamos para a igreja. Esses “atrativos” servem de iscas, não para as verdadeiras ovelhas, mas para bodes insatisfeitos. Mas cadê o anseio e o desfalecimento das nossas almas pelos átrios do Senhor? Na verdade, o único remédio eficaz para os males que afligem a humanidade, chama-se JESUS CRISTO, que em nós precisa ser a esperança da glória! As pessoas lá fora, buscam avidamente fórmulas mágicas para atenuar o stress e seus efeitos. Tentam preencher o vazio da alma com tantas coisas, que não passam de paliativos. A maior dificuldade que enfrentamos hoje é a própria insensibilidade dos corações, sobretudo, para reconhecer que só JESUS é a esperança para todas as dores do homem!  E o pior é que percebemos isto dentro da própria igreja. Há muitos anos, mais de trinta, creio, a igreja experimentou um grande despertamento espiritual. Já falamos sobre isto algumas vezes. As pessoas buscavam os templos contavam os dias para a hora do culto! Naquela época se podia ver nos carros, nas casas e principalmente nos lábios dos crentes o seguinte lema: JESUS CRISTO É A ÚNICA ESPERANÇA! Era uma pequena faixa branca com as letras verdes. Que o Senhor nos ajude a ansiar pela sua gloriosa presença! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Meditação/Nadia Malta/CUIDADO, CARGAS SÃO ESTRATÉGIAS DO ADVERSÁRIO PARA QUE PERCAMOS A BÊNÇÃO!


CUIDADO, CARGAS SÃO ESTRATÉGIAS DO ADVERSÁRIO PARA QUE PERCAMOS A BÊNÇÃO!  

                                                                                 
Naquele mesmo dia, pois, deu ordem Faraó aos superintendentes do povo e aos seus capatazes, dizendo: Daqui em diante não torneis a dar palha ao povo, para fazer tijolos, como antes; eles mesmos que vão e ajuntem para si a palha. E exigireis deles a mesma conta de tijolos que antes faziam; nada diminuireis dela; estão ociosos e, por isso, clamam: Vamos e sacrifiquemos ao nosso Deus. Agrave-se o serviço sobre esses homens, para que nele se apliquem e não deem ouvidos a palavras mentirosas. Então, saíram os superintendentes do povo e seus capatazes e falaram ao povo: Assim diz Faraó: Não vos darei palha. Ide vós mesmos e ajuntai palha onde a puderdes achar; porque nada se diminuirá do vosso trabalho. Então, o povo se espalhou por toda a terra do Egito a ajuntar restolho em lugar de palha. Os superintendentes os apertavam, dizendo: Acabai vossa obra, a tarefa do dia, como quando havia palha”. Êxodo 5.6-13. 

Despertemos como povo de Deus para clamar por Ele e não nos impressionar com o aumento das cargas impostas à nós pelo adversário. O texto mostra o momento na história do povo de Deus, quando o Senhor levanta Moisés para libertá-lo. Sempre que algo grande da parte de Deus está vindo para o seu povo escolhido, o adversário entra em cena para tentar tirar o olhar das bênçãos de Deus e colocar nas cargas impostas por ele. O objetivo disso é nos fazer deixar de adorar e antes murmurar contra Deus! Estamos vivendo dias difíceis sobre a terra e especialmente em nossa nação. E o pior é que estamos distraídos e sobrecarregados com o acúmulo de cargas impostas pelo adversário para que não adoremos. Há enfermidades e tribulações muitas. Há ocupações que nos deixam de fora das assembleias solenes. Tudo e nada tem sido motivo para deixarmos de ajuntarmos para adorar ao Senhor. Enquanto isto na “sala da injustiça”, o adversário tem tramado projetos iníquos contra o povo do Senhor. Acordemos!

Gostaria de chamar atenção para alguns princípios do texto que nos servem de alerta. O adversário toma conhecimento dos planos de Deus para o seu povo e tenta boicotá-los. V.1: “Depois, foram Moisés e Arão e disseram a Faraó: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto”. O Adversário enfurecido começa a impor cargas e cargas ao povo escolhido, desafiando o Senhor: Vs. 2, 6-11: “Respondeu Faraó: Quem é o SENHOR para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o SENHOR, nem tampouco deixarei ir a Israel. Naquele mesmo dia, pois, deu ordem Faraó aos superintendentes do povo e aos seus capatazes, dizendo:  Daqui em diante não torneis a dar palha ao povo, para fazer tijolos, como antes; eles mesmos que vão e ajuntem para si a palha. E exigireis deles a mesma conta de tijolos que antes faziam; nada diminuireis dela; estão ociosos e, por isso, clamam: Vamos e sacrifiquemos ao nosso Deus. Agrave-se o serviço sobre esses homens, para que nele se apliquem e não dêem ouvidos a palavras mentirosas. Então, saíram os superintendentes do povo e seus capatazes e falaram ao povo: Assim diz Faraó: Não vos darei palha. Ide vós mesmos e ajuntai palha onde a puderdes achar; porque nada se diminuirá do vosso trabalho”.

O Alvo do adversário é atingido, o povo começa a se queixar do Senhor Vs.20,21: “Quando saíram da presença de Faraó, encontraram Moisés e Arão, que estavam à espera deles; e lhes disseram: Olhe o SENHOR para vós outros e vos julgue, porquanto nos fizestes odiosos aos olhos de Faraó e diante dos seus servos, dando-lhes a espada na mão para nos matar”. Moisés intercede pelo povo e o Senhor promete livrá-lo – Vs.22,23; 6.1: “Então, Moisés, tornando-se ao SENHOR, disse: Ó Senhor, por que afligiste este povo? Por que me enviaste? Pois, desde que me apresentei a Faraó, para falar-lhe em teu nome, ele tem maltratado este povo; e tu, de nenhuma sorte, livraste o teu povo. Disse o Senhor a Moisés: Agora, verás o que hei de fazer a faraó, pois, por mão poderosa, os deixará ir e, por mão poderosa, os lançará fora da sua terra”. Sempre que grandes cargas nos são impostas, tem bênção grande vindo para nós! Cuidado para não nos deixar sobrecarregar com essas cargas impostas pelo adversário com o fim de tirar a nossa atenção da grande bênção que se avizinha. Tribulações e grandes cargas são prenúncios de grandes bênçãos! O alvo do adversário é atingido quando começamos a nos queixar de Deus e em nossas murmurações o acusamos. O Senhor sempre vem em nosso socorro! Acordemos! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

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