TEMPO DE PERSEVERAR NA FÉ E NO CONHECIMENTO DE DEUS!
“E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram. Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!”. Mateus 14.27-30
O que
significa a palavra “porém”? É uma conjunção adversativa. O dicionário diz que:
“Inicia ou encerra uma oração ou um período cujo teor indica uma oposição ou
restringe o que foi proferido anteriormente”. Por que então, insistimos em
usá-la exatamente quando se trata da nossa fé? Onde há fé não cabe nenhum
“porém”! Não podemos levantar oposições ou restrições à nossa fé. Há um
pensamento atribuído a Charles Spurgeon que diz: “A Fé é a razão repousando em
Deus!”. Repousemos a nossa razão em Deus e nos aquietemos Nele! A experiência
daqueles discípulos nos ensina que mesmo em meio às tempestades da vida,
podemos contar com algumas certezas. Vejamos: Primeira Certeza: O próprio
Senhor os compeliu para a tempestade; Segunda Certeza: O Senhor se retira para
orar sozinho e certamente intercedia por eles e também intercede por nós;
Terceira Certeza: Assim como Jesus acudiu os discípulos, Ele nos acode também;
Quarta Certeza: Aquela situação foi a oportunidade de Deus para ajudá-los a
crescer e se fortalecer; E Quinta Certeza: O Senhor ajudou os discípulos até o
fim e fará assim conosco! Confiemos!
Há aqui lições preciosas que precisam ser
assimiladas: Seguir a Cristo, nem sempre significa navegar em águas tranquilas.
As tempestades têm seu papel na sofisticada pedagogia de Deus e ao contrário do
que muitos pensam, elas são ideia de Deus e não do Adversário. Os “poréns” sim,
são enviados pelo Maligno para minar a nossa fé. Portanto, cuidado com eles! As
tempestades vêm para nos corrigir ou para nos aperfeiçoar, cabe a nós nos
deixar ministrar por elas. Muitas vezes o centro da vontade de Deus é no meio
de uma tempestade (tribulação, perseguição, enfermidade, aflição, perda ou
provações de maneira geral) e Ele mesmo nos impele para lá. Quem sabe se não é
isto que está acontecendo com você agora? Que tal perguntar ao Senhor: O que o
Senhor deseja me ensinar no meio dessa tempestade? Clamemos por Jesus antes de
submergirmos em nossas tempestades e Ele certamente virá em nosso socorro. Não
podemos esquecer que as tempestades são apenas caminhos que nos levam para mais
perto do Cristo. Se as tempestades da vida nos fazem orar mais, elas fazem mais
bem do que mal. Alguém já disse que: “muitas vezes as bênçãos de Deus veem
estilhaçando as vidraças” ou parecendo um grande “malassombro”. São
acontecimentos que chegam com barulho assombroso para mudar a nossa realidade,
são bênçãos de Deus disfarçadas para nos sacudir e tirar da estagnação.
Aprendamos a discerni-las! Aleluia! Amém! Nadia Malta

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