domingo, 3 de novembro de 2019

Meditação/Nadia Malta/EFICAZMENTE CHAMADOS E ESCOLHIDOS PELA GRAÇA DE DEUS!


EFICAZMENTE CHAMADOS E ESCOLHIDOS PELA GRAÇA DE DEUS!
                                                                                   
Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”. Efésios 2: 8,9.
                                                                                

É preciso trazer à memória do povo de Deus aquilo que ele já recebeu em Cristo Jesus. Leiamos todo o contexto que vai do versículo primeiro até o versículo dez. O texto todo é uma evocação. O apóstolo Paulo traz à memória dos seus leitores aquilo que eles já haviam recebido em Cristo. Paulo procura mostrar aos efésios que eles não haviam recebido a salvação por causa de suas boas obras, ou por merecimento próprio, mas porque Deus é infinitamente gracioso e graça nada mais é que favor imerecido de Deus. Os irmãos de Éfeso ao que parece estavam “estufando” o peito e se achando o máximo espiritualmente esquecendo tanto do que foram no passado, quanto do que Cristo fizera por eles. Paulo tratou logo de chamá-los à razão. Em tempos de exigências de grandes desempenhos para se conseguir posições e reconhecimento no mundo secular, tentamos transportar isso para o mundo espiritual. Contudo, descobrimos que nenhuma obra meritória há em nós que suscite da parte de Deus tal amor apaixonado, mas ele nos ama e isto é fato. Graça de Deus é isto: favor imerecido de Deus. Ele nos amou primeiro e nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo. Como isto aconteceu? É a pergunta que muitos fazem, suscitando infindáveis discussões teológicas. Contudo, não compete a nós julgar ou conhecer os desígnios de Deus. Ele é soberano e tem misericórdia de quem quiser e se compadecerá de quem ele quiser. Por isso é tempo de evocar, de trazer à nossa memória o que nos pode dar esperança. Certo pensador cristão disse: que “o povo de Deus precisa ser mais lembrado que instruído”. Isto é fato, temos a memória curta. Andamos tanto atrás de bênçãos periféricas que nos esquecemos da maior de todas as bênçãos: A Salvação em Cristo Jesus! Por isso o próprio apóstolo Paulo falando aos filipenses diz: “A mim não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas”.

O apóstolo Paulo traz à nossa memória quatro verdades incontestáveis: Estávamos mortos, mas fomos vivificados; éramos filhos da ira e nos tornamos filhos do amor apaixonado de Deus; O Senhor nos alcançou apesar de nós e nos colocou em posição privilegiada; As boas obras são uma conseqüência da salvação, não a sua causa. A condição espiritual do homem sem Jesus é morto em seus delitos e pecados. Se o homem não for alcançado pela graça salvadora de Deus permanecerá encerrado na condenação e acabará experimentando a segunda morte, que é a eterna separação de Deus. Nada pode mudar isso, só o próprio Deus. Essa condição é partilhada por toda humanidade antes da conversão. Em Adão todos pecaram e morreram. O que aconteceu no Éden não foi um tropeço, ou uma queda, foi uma morte. Em Adão morremos todos. Contudo, em Cristo, o segundo Adão, os que creem são vivificados. O próprio apóstolo se coloca nesta posição antes da sua conversão. Mesmo tendo sido um religioso fervoroso dentro do judaísmo, ele mesmo fora um filho da ira, um filho da desobediência. Uma vez alcançado por esta graça salvadora, ele luta agora para que todos que um dia foram alcançados pela graça de Deus, não se esqueçam Daquele que os alcançou: JESUS CRISTO! Não são as obras que salvam, mas a graça de Deus mediante a fé em Cristo. A graça de Deus personificada em Cristo perdoa pecados, apaga transgressões, nos purifica de toda injustiça, nos fortalece e sustenta, nos fazendo perseverar até o fim.

 O Senhor nos salvou nos resgatando do reino das trevas nos transportou para o Reino do Filho do seu amor e ainda nos fez assentar nos lugares celestiais com Cristo (isso significa autoridade). Este lugar é o lugar dos bem-aventurados, dos que gozam de altos privilégios. Não foi por obras para que não nos gloriássemos. Toda honra e toda glória por essa tão grande salvação só pode ser creditada, tributada ao Senhor Jesus Cristo, o Autor da nossa Salvação, visto que até o arrependimento para vida nos é dado por ele. “Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus”. A salvação pela graça tem também o propósito de testificar do amor, da bondade e da misericórdia de Deus. As obras são conseqüência e não causa da salvação, produto, não fator determinante. Por boas obras entendemos não apenas a caridade e a mutualidade, mas, sobretudo, o evangelismo, para que outros alcancem o que já alcançamos em Cristo. A nós foi confiado o ministério da reconciliação. Precisamos trazer à memória aquilo que Deus já fez por nós: A SALVAÇÃO em Cristo Jesus e não tratar desdenhosamente o AUTOR da Vida como muitos têm feito. O que fazer para ser salvo? “Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação”.  Romanos 10:9-10. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

sábado, 2 de novembro de 2019

Meditação/Nadia Malta/OS ESCOLHIDOS NÃO RESISTEM À GRAÇA DE DEUS!

OS ESCOLHIDOS NÃO RESISTEM À GRAÇA DE DEUS!
                                                                     
Vinde, pois e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse”. Isaías 1.18-20.



O texto lido mostra o profeta Isaías usado por Deus para trazer uma mensagem de salvação para uma nação rebelde e contenciosa. Isaías traz um convite profético da irresistível graça de Deus setecentos anos antes dessa Graça encarnar na pessoa de Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo. O texto de Isaías é extremamente contemporâneo e chama a atenção para o fato de que o Senhor é o Deus da oportunidade e ele espera que aqueles que o ouvem, sejam sensíveis à sua voz. Aqui, a depravação total do homem é confrontada com o juízo e a graça de Deus. A Palavra de Deus tem sido tão banalizada, tão mercadejada e tão negligenciada em nossos dias que nunca foi tão difícil anunciá-la. Mas, Deus não desiste! Glórias sejam dadas a Ele por isso. Creio mesmo que os anjos já desceram para a ceifa, os campos estão brancos para a grande colheita de almas dos últimos dias. E veremos se cumprir a promessa de Deus de que a sua “glória cobrirá a terra como as águas cobrem o mar”. Os que estão à nossa volta têm sede e fome, mas não de água e alimento. Sede e fome da Palavra do Senhor. Por isso, apesar do que vemos em termos de testemunhos negativos de muitos que professam o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, não podemos desistir de anunciar essa Palavra de Vida Eterna. Se nos recusarmos a anunciar, as próprias pedras clamarão. Aceitar o Convite da Graça e receber o Senhor Jesus Cristo como Senhor e Salvador pessoal é a única chance que o homem tem de zerar a sua história sobre a terra e adentrar a eternidade reconciliado com Deus. Hoje é muito comum as pessoas perseguirem e disputarem cargos, posições sociais, status, numa busca desenfreada por proeminência nessa terra. E há os que alcançam. Mas por quanto tempo? E Bíblia pergunta: “De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”. Hoje é dia de salvação, hoje é o dia aceitável do Senhor, portanto, você que tem ouvidos para ouvir, não rejeite o convite da Graça de Deus! A salvação é de graça e pela graça. A eleição é incondicional e o convite é irresistível apenas para os eficazmente chamados por Deus. E esses perseverarão até o fim.

O texto lido traz convite por meio do profeta Isaías e duas conseqüências. Uma positiva e uma negativa. O Convite: “Vinde e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã”; A Conseqüência positiva para os que aceitam o convite: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra”; A conseqüência negativa para os que rejeitam o convite da graça de Deus: “Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse”. Os leitores de Isaías são chamados pelo profeta para arrazoar, ouvir a sua argumentação no que diz respeito à Graça de Deus. Essa argumentação é irrefutável, não tem o que discutir. A proposta aqui é zerar a vida e a história pessoal. A chance é imperdível, pois é presente de Deus, iniciativa de Deus e não do homem. Há um convite explícito. Se a Graça convida é sinal que alcançamos o favor de Deus, sem que haja nenhum merecimento de nossa parte. O mais encantador na Graça de Deus é que tudo que o pecador precisa fazer é dizer: SIM, EU ACEITO O CONVITE! E crerá e receberá esse convite todo o que foi destinado para a vida eterna. At.13.48. Esse pecador arrependido vem para o Senhor do jeito que está. A própria Graça se encarregará de fazer as transformações necessárias. O mesmo convite feito nos dias de Isaías é feito hoje para quantos tiverem ouvidos para ouvi-lo. O grande propósito deste convite é nos tirar da condição miserável em que vivíamos, apagar nossos pecados, por piores que tenham sido e nos restabelecer em honra. É uma nova e única chance. O próprio Senhor concede o arrependimento para a vida eterna. Os que aceitam este convite saem da condição de mortos em seus delitos e pecados, são vivificados pelo Espírito Santo e se tornam santuários das moradas do Altíssimo, filhos amados de Deus. Grande é o privilégio!

A Graça nos convida em primeiro lugar para a salvação e em seguida para a vitória.  Passamos a ser chamados de Filhos e herdeiros de Deus.  Saímos da condição de meras criaturas, para condição honrosa de filhos de Deus! O Senhor quer nos dar o melhor desta terra. E com toda certeza Ele não está falando de superficialidades, mas da Suficiência dessa Graça salvadora, libertadora, sustentadora, firmadora e fortalecedora vinda do próprio Deus. Passamos a viver na terra, mas na perspectiva do céu. Passamos a vibrar na freqüência de Deus como tabernáculos vivos da vida de Deus. Somos revestidos de um poder sobrenatural para vencer todas as demandas que nos sobrevém. Uma força desconhecida até então nos fortalece para a vitória. O que Deus requer de nós? Obediência. Ele deseja que os que ouvem seu convite respondam afirmativamente, tanto para a salvação quanto para a vitória. Se a nossa atitude for de rebelião, seremos devorados à espada. De que espada o Senhor está falando aqui? Da Sua Santa Palavra que é a Espada do Espírito. Os que rejeitam o convite da Graça sofrerão os efeitos dessa Espada. A Espada do Espírito é afiadíssima e tem dois gumes: um lado salva, liberta, instrui, corrige, disciplina; o outro julga, sentencia, destrói. Um lado aponta para o céu o outro para o inferno.               As ovelhas do Senhor ouvirão a sua voz e o seguirão, pois “são marcadas nas orelhas e nas patas”. 

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Meditação/Nadia Malta/NÃO DESPERDICE A SUA CURA!


NÃO DESPERDICE A SUA CURA!
                                                                         
Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse: Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior”. João 5:14. 

O texto todo vai do versículo 1 ao 14. Interessante lermos todo o relato que conta a história de um paralítico que padecia ha 38 anos dessa enfermidade. Ele jazia com seu leito próximo ao tanque de Betesda (casa de misericórdia), para receber a sua cura. Havia uma crença entre os judeus que afirmava que de tempos em tempos um anjo vinha e agitava as águas do tanque e quem se lavasse nessas águas seria curado. Havia ali uma multidão enorme de pessoas com as mais diversas enfermidades esperando a mesma coisa: CURA. Naquele dia específico, Jesus entra no pavilhão e encontra o paralítico e lhe faz uma pergunta: “Queres ser curado?”. O homem responde com uma queixa: “Não tinha quem o colocasse no tanque”, às vezes tendemos a transferir para os outros a responsabilidade por não conseguirmos ser abençoados, curados ou libertos. Jesus parece não se importar com a falta de objetividade da resposta do homem, ele sabia qual era a real situação ali e simplesmente dá a ordem para a cura. Tudo acontece muito rápido e a cura vem completa. O homem já saiu dali carregando o próprio leito. A história é muito conhecida e dá margem a uma série de mensagens com abordagens diferentes, mas gostaria hoje de me deter em apenas um versículo, o v. 14 lido no inicio. Aqui encontramos a idéia central do que quero abordar: “Precisamos nos manter Curados (libertos), do contrário, estaremos sujeitos a toda sorte de ataques”.

Tanto os velhos quanto os novos cristãos, precisam permanecer vigilantes diante das astutas ciladas do maligno. Vigilância para nós é uma questão de sobrevivência, o próprio Jesus nos alerta sobre isto. As armadilhas à nossa volta são tão sutis, que custamos a acreditar que por trás dessas situações tenha o dedo maligno do nosso adversário. As Escrituras nos instruem que há duas situações em que somos atingidos pelo nosso inimigo: Por permissão de Deus, para nos provar, como no caso de Jó ou por permissão nossa quando lhe abrimos brecha através dos nossos pecados. O homem da nossa história, como a maioria de nós parece se enquadrar bem no segundo caso. Fica patente que ele pecou por isso lhe sobreveio àquela paralisia. Jesus veio para desfazer as obras do diabo. O Senhor veio com essa atribuição e nos concedeu autoridade também para tal. A nossa libertação, no entanto, depende do nosso andar: Andar em santidade, andar em amor uns com os outros e andar em dignidade. O homem em questão certamente tropeçou em uma dessas formas de andar, não sabemos qual foi, mas sabemos qual foi a conseqüência daquele tropeço: Uma paralisia de trinta e oito anos. Misericórdia!

Jesus diz duas coisas àquele homem: Uma proclamação e uma advertência que nos fazem parar para pensar: “Olha que já estás curado!” e “Não peques mais, para que não te suceda coisa pior”. Jesus simplesmente proclama: “Já estás curado!”. Ele apenas deu uma ordem e a cura se efetuou.  Aquele homem havia passado 38 anos de sua vida aprisionado por causa de uma enfermidade. Sua vida estivera estagnada, ele vivia de forma vegetativa e dependente. Quantos em nosso meio, embora não tenham uma paralisia visível, mas são paralíticos moral, espiritual e emocionalmente. Aprisionados a pecados que os tornam estagnados, vivendo uma vida miseravelmente infeliz.  Um dia aquele homem teve um encontro verdadeiro com Jesus que mudou radicalmente a sua história.  Aquilo tão desejado aconteceu, não porque ele entrou no Tanque chamado Betesda, mas porque ele teve um encontro com a própria Misericórdia encarnada: JESUS CRISTO. Naqueles cinco pavilhões havia muitos enfermos, mas a Bíblia só relata a cura de apenas um.  Hoje talvez seja o dia de sua cura, de sua libertação. A segunda coisa dita ao paralítico é uma advertência séria. Vale para ele e vale para nós. Aqui descobrimos que aquela enfermidade específica, era resultado de um pecado cometido pelo homem. Jesus é muito enfático: “Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior!”. O pecado concede ao adversário legalidade para agir contra nós em qualquer área de nossa vida: saúde física e emocional; bens e finanças; relacionamentos, especialmente os familiares (pais/filhos; marido/mulher; irmãos). Embora saibamos que as enfermidades são consequências da queda do homem, o texto não afirma que toda enfermidade específica é resultado de pecado. Contudo, pecados específicos podem gerar enfermidades específicas e até morte. A Bíblia diz que “o salário do pecado é a morte”. Analise agora a sua vida. Em que área você tem estado paralisado? Jesus deseja curá-lo dessa paralisia, receba a cura e abandone o pecado que o tem mantido paralítico, para que não lhe suceda coisa pior. O pecado pode ter várias faces: Sentimentos negativos represados no coração; vícios, maus hábitos; maledicência; falta de perdão; falta de temor de Deus; rebelião; mentiras; prostituição, impurezas, incredulidade, inveja, a lista é interminável. Mas Jesus veio para os doentes, os sãos não precisam de médico. Por isso, façamos uma auditoria espiritual, deixando que o Espírito de Deus faça uma varredura em nossa alma e nos revele as áreas que precisam ser limpas. Recebamos pela fé a cura de que tanto precisamos! E que possamos nos manter curados e libertos! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

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