sábado, 9 de fevereiro de 2019

Meditação/Nadia Malta/O AUXILIO DO CÉU ESTÁ CHEGANDO! CONFIEMOS!


O AUXILIO DO CÉU ESTÁ CHEGANDO! CONFIEMOS!

Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades. Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa. Ele dos céus me envia o seu auxílio e me livra; cobre de vergonha os que me ferem. Envia a sua misericórdia e a sua fidelidade”. Salmo 57.1-3.                                                                              

Levemos ânimo uns aos outros, pois todos nós estamos enfrentamos momentos difíceis!  .  Sabemos que são muitas as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra. O salmo citado é de autoria de Davi e foi inspirado no meio da experiência dramática da perseguição do rei Saul contra ele. Davi é chamado de homem segundo o coração de Deus. Escolhido e ungido por Deus rei legítimo de Israel. No texto mencionado o rei salmista louva o Senhor por sua benignidade, ele tem certeza que será livrado por Ele das perseguições que o assolam e os inimigos que o perseguem serão punidos pelo Senhor. Reconhecidamente vivemos dias maus sobre a terra. E esses dias têm sido de lutas e perseguições de todos os lados. Há momentos em que achamos que não vamos suportar tamanha investida do nosso adversário. Não sem causa nos sentimos abatidos e até deprimidos devido à intensidade dos embates. Contudo, em meio a essas batalhas precisamos nos lembrar do Deus ao qual servimos. Dele e só Dele vem o nosso socorro! É quando as lutas se tornam mais intensas que a nossa vitória se avizinha. O minar as nossas forças e a nossa fé é estratégia do nosso adversário para que esmoreçamos e não vejamos a glória de Deus na situação! Aquietemos a nossa alma exigente, pois Deus está trabalhando a nosso favor!

Sempre que estamos às voltas com essas lutas tão intensas é sempre bom olharmos para o passado e atentarmos para os feitos de Deus na vida de seus servos em todas as épocas. Quando fazemos assim somos revigorados para continuar a jornada mesmo em meio a essas investidas. Deus não muda. Livrou no passado, livra hoje! É sempre bom e inspirador olharmos para a vida de homens como Davi e o apóstolo Paulo, bem como de tantos outros guerreiros de Deus, heróis de fé, que venceram porque sabiam em quem criam.

Ao olharmos para este texto somos encorajados a esperar a ação de Deus em meio às nossas lutas. Deus é o nosso Alto Refugio. E as lutas passam. Não podemos perder de vista que o Senhor Deus é o nosso refúgio e fortaleza é o Consolo presente em nossa tribulação. Os atributos Dele são imutáveis e nos assistem. As nossas lutas são reais, não podemos banalizá-las, mas ao mesmo tempo não lutamos sozinhos. A resposta virá de modo perfeito. Os inimigos serão desbaratados. Rendamos graças mesmo antes do fim das batalhas, porque o Senhor por nós tudo executa. O que aprendemos aqui? Confiemos no Senhor e aquietemos a nossa alma. Embora essas lutas sejam reais e provoquem até enfermidades, Deus está conosco. A resposta virá de um modo assombrosamente maravilhoso. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Meditação/Nadia Malta/ABATIDOS SIM, MAS NÃO DERROTADOS!


ABATIDOS SIM, MAS NÃO DERROTADOS!
                                                                      
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo”. II Coríntios 1. 3-5.                               

Busquemos estratégias de Deus para atravessarmos as tribulações e não nos sentirmos derrotados! Olhemos para elas como um treinamento da parte de Deus para algo maior que Ele tem para nós. O apóstolo Paulo escreveu aos cristãos de Corinto por vários motivos: Gostaria de destacar o propósito de consolar aqueles que se encontravam abatidos. Paulo traz palavras de ações de graças e de conforto aos irmãos que atravessavam dificuldades, partilhando com eles a sua própria experiência. Paulo aqui em contraste com os falsos apóstolos se mostra fraco e inútil, mas através de sua fraqueza a graça e o poder de Deus são engrandecidos. Temos a tendência de achar que os servos de Deus muito consagrados a ele e a sua obra, não enfrentam lutas e pressões tanto internas, quanto externas. Contudo, esse é um grande engano. Por isso é sempre edificante e terapêutico fazermos releituras constantes de textos bíblicos que nos mostrem o contrário. É sempre bom e confortador observarmos o caminhar de homens de Deus como Jó, Davi, Jeremias, Isaías, e o próprio apóstolo Paulo, por exemplo. Qual o segredo da vitória de Paulo e dos demais ao passarem por lutas e pressões externas e internas? Só há uma resposta: Seu segredo: DEUS. Olhar para Ele, confiar Nele e esperar Nele!

No meio das nossas lutas somos encorajados a tomarmos algumas atitudes. Primeira Atitude: Olhar para Deus, depender de Deus, clamar a Deus, descansar em Deus, e nos refugiar em Deus. Essa é a grande diferença e o grande segredo da vitória dos seus escolhidos. Quando nos encontramos desanimados e prontos para desistir, devemos mudar o foco de nossa atenção de nós mesmos e dos problemas, para Deus.  Segunda Atitude: Não devemos desanimar. As lutas que enfrentamos não são só nossas. O desânimo não faz acepção de pessoas: Crente, descrente. Velho, moço. Homem, mulher. Rico, pobre. Todos nós estamos sujeitos a enfrentar momentos de desânimo de abatimento. Façamos como o salmista no salmo 42: Confrontemos a nossa alma abatida Terceira Atitude: Não devemos negar nossos sentimentos. Paulo não nega os seus e Deus também não deseja que neguemos as nossas emoções. O apóstolo no capítulo sete desta epístola diz: “Em tudo fomos atribulados: lutas por fora, temores por dentro”. O Senhor deseja que sejamos absolutamente sinceros com ele em oração.

Ouvi certa vez que Charles Spurgeon, considerado um dos maiores pregadores de todos os tempos disse em um sermão: “Passo por depressões do espírito tão assustadoras, que peço a Deus que vocês jamais experimentem tais extremos de infelicidade”. O próprio Paulo diz no contexto lido que passou por tribulações acima das suas forças ao ponto de desesperar da própria vida, ou seja, ele sentiu desejo de morrer. Quantas vezes não nos sentimos assim também?  O que aprendemos aqui? Paulo era semelhante a nós. A Bíblia também diz que Elias era um homem semelhante a nós sujeito às mesmas fraquezas. Todos nós estamos sujeitos a atravessar desertos abrasadores.  De repente o que Deus quer com essa luta é trabalhar em nós, em nosso caráter. Firmar a nossa fé! É quando os estreitos se tornam absolutamente intransponíveis que a hora de Deus é chegada, para interferir na situação. Por isso Paulo recorre às ações de graças e procura trazer à memória o que lhe pode dar ânimo e esperança. É precisamente no momento do estreito que precisamos aprender a nos aquietar e nos refugiar em Deus. Só ele preenche o vazio. A nossa Fortaleza é o Senhor e Dele vem o nosso socorro. Se há algo a ser dito neste momento aos que atravessam estreitos e se acham desanimados, é: “Não percam Deus de vista!”. É possível sim, que nos sintamos Abatidos, mas derrotados jamais! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Meditação/Nadia Malta/MEDITEMOS QUANTO AOS PROPÓSITOS DE DEUS!


MEDITEMOS QUANTO AOS PROPÓSITOS DE DEUS!
                                                                      
Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens”. Mateus 16.23. 

Atentemos quanto aos propósitos de Deus nas situações, há sempre um propósito que não entendemos no momento. A repreensão de Jesus a Pedro é citada por três dos evangelistas: Mateus, Marcos e Lucas, dada a importância do ensino que Jesus queria ministrar. O episódio se deu logo após Jesus predizer a sua morte e ressurreição. Naquele momento Pedro foi repreendido por tentar dissuadir Jesus do propósito para o qual o Senhor havia vindo ao mundo. As palavras de Jesus a Pedro no versículo 23 ecoam ainda hoje em nossos ouvidos: “Arreda satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens”. Cogitar significa refletir, pensar à respeito, meditar. O erro de Pedro foi pensar como homem, instigado pelo adversário, desejando escapar do sofrimento e da morte. Na verdade, é isso que todos nós fazemos ante a perspectiva da dor ou da perda iminente 

Precisamos olhar para o texto que estamos examinando na perspectiva dessas palavras de Jesus a Pedro. Só assim, entenderemos a ideia central apresentada aqui, que é a percepção dos propósitos de Deus para as situações. O Espírito de Deus tem ministrado fortemente ao nosso coração sobre o discernimento espiritual, que devemos ter em relação aos desígnios de Deus nas situações adversas que enfrentamos e, diga-se de passagem, não têm sido poucas. Há momentos que tudo nos parece tão injusto, tão incompreensível, que humanamente ficamos sem ação, perplexos. A única explicação plausível é que infelizmente ainda não conseguimos cogitar das coisas de Deus. Todos nós somos míopes espirituais só conseguimos enxergar o que está perto! Confesso que não é fácil falar sobre provações e aflições num tempo em que a maioria dos pregadores, sobretudo, da igreja eletrônica, não cogita das coisas de Deus e sim das dos homens. Apregoam um triunfalismo ufanista absolutamente inconsequente. Quando as pessoas descobrem na prática, que mesmo os cristãos por viverem num mundo caído estão sujeitos a passar por aflições, se decepcionam com Deus. As pessoas procuram meios para fugir do sofrimento e resolver a qualquer custo os seus problemas. Esse contexto, no entanto, me ensina que o único meio de encararmos a vida e as dificuldades que nos acometem, é cogitar (refletir, meditar, pensar) das coisas de Deus. “Os pensamentos e Caminhos de Deus são infinitamente maiores que os nossos”. Percebemos uma ressurreição do hedonismo, aquela filosofia grega que apregoava a fuga do sofrimento a todo e qualquer custo e a busca do prazer pelo prazer. Esse caminho não procede de Deus.

A terra é a arena da nossa santificação, é lugar de lutas, de crescimento e de amadurecimento, não um parque de diversões ou colônia de férias. Ninguém escapa das dores do crescimento, nem física, nem emocionalmente e muito menos espiritualmente. Não há ressurreição sem cruz, nem vitória sem lutas. Foi assim com Jesus, o ungido de Deus, será assim conosco. As fórmulas mágicas que prometem nos livrar dos sofrimentos nesta vida não procedem de Deus, porque a cruz é uma realidade na vida do cristão para que ele alcance a ressurreição nas suas lutas e aflições diárias. Antes clamemos para que sejamos fortalecidos para enfrentar as dores provocadas pelo peso de nossas cruzes. Que possamos nos disciplinar para desconsiderar os ganhos e facilidades do mundo que tentam nos dissuadir do plano de Deus para nós. Muitas vezes no cenário desse plano tem uma cruz para ser encarada. Que possamos aprender com a ajuda do Espírito Santo a cogitar das coisas de Deus e não das dos homens.  Que Diante das situações que nos assolam, possamos perguntar: “Senhor, qual o teu propósito para isto?”. Que possamos nos empenhar para realizar as obras de Deus. Realizar obras de Deus é “crer naquele que por ele foi enviado”, Jesus Cristo. Encaremos com olhos espirituais os propósitos das lutas e AFLIÇÕES diárias. Meditemos sobre isto! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



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