terça-feira, 3 de setembro de 2019

Meditação/Nadia Malta/REDESCUBRAMOS A ESPERANÇA!


REDESCUBRAMOS A ESPERANÇA! 
                                                                        
Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”. Lamentações 3:21. 

Lamentações do profeta Jeremias possivelmente é o livro bíblico que trata do sofrimento do povo de Deus da forma mais explícita que se possa imaginar. Em 587 a.C a cidade santa de Jerusalém caiu diante dos exércitos de Babilônia. Os líderes do povo e muitas pessoas comuns foram obrigados a caminhar novecentos quilômetros até o país vizinho. Não há como exagerar a intensidade e a abrangência do sofrimento decorrente da queda de Jerusalém. Ali a perda foi total. Cadáveres amontoados por todos os lados. Canibalismo e sacrilégio eram dois terrores gêmeos que agiam nas ruas da cidade destruída. O assassinato indiscriminado de crianças inocentes demonstrou a perda da esperança na reconstrução da dignidade humana, e os sacerdotes mortos evidenciava o desaparecimento do respeito pela vontade divina. O sofrimento atingiu ali o nível mais profundo e Lamentações é a cerimônia fúnebre da cidade morta. O profeta Jeremias que já havia sido inevitavelmente contaminado pelas circunstancias ao seu redor, pára diante do caos e redescobre a Esperança. Ele sabe que a ira de Deus tem um tempo de duração, enquanto a sua misericórdia e seu amor duram para sempre. Assim, aprendemos que mesmo quando Deus se ira ele nos ama. A própria disciplina de Deus é um ato de amor.

Pior que não ter esperança é ter uma falsa esperança. O Senhor enviou profetas para advertir o povo quanto a observância da aliança com ele. A quebra dessa aliança implicaria em cair nas mãos dos adversários, mas o povo obstinado e rebelde não quis ouvir. Depois enviou profetas durante o cativeiro para que o povo se arrependesse, mas ele preferia dar ouvidos aos falsos profetas que prometiam saídas mágicas e iminentes. Os falsos profetas procuravam trazer falsas esperanças ao povo com relação ao fim do cativeiro. No entanto, aquele cativeiro durou setenta anos. O Senhor usou o profeta Jeremias para enviar uma mensagem lúcida e verdadeira, embora não agradável, aos cativos em Babilônia. Muitos em nosso meio têm estado assim, desesperados, desesperançados achando que suas vidas não têm mais jeito. Acham que o Senhor os esqueceu e de certa maneira têm olhado para vários lugares tentando achar uma saída e até mesmo se apegado a falsas esperanças, como o povo de Deus do passado. Jeremias deixou de olhar para o caos vigente e olhou para dentro de si mesmo. Foi buscar em seus depósitos espirituais tudo que aprendera do próprio Deus.

As razões da esperança do profeta: Primeira razão: As misericórdias do Senhor não têm fim e se renovam a cada manhã. Jeremias parou e deixou de olhar para sua própria miséria para lembrar-se da misericórdia de Deus. Ele continuou sentindo dor e sofrimento, mas cria no amor compassivo de Deus, apesar da dureza da cerviz do povo. Isso lhe deu forças para continuar pela fé exercendo seu difícil ministério. O cativeiro de Judá não foi enviado por Deus, mas foi permitido por ele por causa da rebelião do povo. As misericórdias de Deus também são a causa de não sermos consumidos. Por isso não podemos perder de vista esse amor compassivo de Deus. Todas as vezes que o povo se rebelou e voltou-se para Deus arrependido, ele o recebeu e o acolheu com um amor desmedido. Foi assim no passado e é assim hoje. Segunda razão: A grandeza da fidelidade de Deus. Assim como as misericórdias de Deus se renovam a cada manhã, no final do dia podemos perceber a sua fidelidade. Já contou as bênçãos de hoje? A consciência da misericórdia e da fidelidade de Deus fez Jeremias redescobrir a Esperança Viva e isso lhe deu novo ânimo em meio a todo o caos. A própria alma do profeta brada das profundezas: “A minha porção é o Senhor”. Pelo fato do Senhor ser a porção do profeta, ele poderia esperar nele o quanto fosse necessário. Isso não era confissão de pensamento positivo, era certeza do agir de Deus. E é essa certeza que precisamos ter. Qual a sua porção? Terceira razão: A bondade do Senhor se manifesta aos que esperam nele.  Jeremias não se deixou levar pelas falsas esperanças dos falsos profetas. Deus é um Deus de revelação. E Revelação do Senhor se cumpre, nem que para isso seja preciso setenta anos! Às vezes a espera faz parte da resposta e é um treinamento de Deus. Precisamos reaprender a chorar por nossos pecados, do contrário, nos tornaremos cínicos e insensíveis. Sofrimento que não produz quebrantamento não é transformador e só produz revolta e murmuração. Que hoje possamos esquadrinhar os nossos caminhos, prová-los e voltarmos para o Senhor! Precisamos aprender a redescobrir a Esperança no meio da agonia olhando para os atributos eternos e imutáveis de Deus especialmente: Misericórdia, fidelidade e bondade! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Meditação/Nadia Malta/BUSQUEMOS A PORÇÃO DOBRADA!


BUSQUEMOS A PORÇÃO DOBRADA!
                                                                         
Tornou-lhe Elias: Dura coisa pediste. Todavia, se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará; porém, se não me vires, não se fará. Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros! E nunca mais o viu; e, tomando as suas vestes, rasgou-as em duas partes. Então, levantou o manto que Elias lhe deixara cair e, voltando-se, pôs-se à borda do Jordão. Tomou o manto que Elias lhe deixara cair, feriu as águas e disse: Onde está o Senhor, Deus de Elias? Quando feriu ele as águas, elas se dividiram para um e outro lado, e Eliseu passou”. 2 Reis 2:10-14.                                                      

O texto lido revela um episódio marcante na vida de dois servos de Deus: Elias e Eliseu. Elias tem a sua carreira completada pelo poder vivo do Espírito Santo de Deus que operava tremendamente através dele e Eliseu aqui inicia seu ministério. Esses profetas eram chamados de profetas de fogo. Elias era um homem de fé e obediência ao Senhor. Ele viveu para louvor da glória de Deus. Seu arrebatamento tipifica o arrebatamento da igreja do Senhor Jesus Cristo. Antes de ser arrebatado pelo Senhor num carro de fogo, ele passou seu ministério para Eliseu, que por sua vez já havia sido escolhido e comissionado por Deus. Aprendemos aqui que não basta chamado e comissionamento, ainda há um longo e árduo caminho de preparação a ser percorrido antes do exercício efetivo da vocação. Eliseu recebeu como herança a porção dobrada que cabe aos primogênitos. Olhar para este texto hoje nos faz pensar na responsabilidade da nossa eleição, comissionamento e revestimento do Espírito de Deus para podermos realizar a sua obra de forma eficaz. Fomos alcançados com um propósito: realizar a obra de Deus na terra. Se nós tivéssemos verdadeiramente a consciência do que se operou em nós e quem é Aquele que nos transportou do reino das trevas para o Reino da sua maravilhosa Luz, certamente faríamos com toda a ousadia aquilo para o qual fomos chamados para fazer: Anunciar o Cristo de Deus!

 Se crermos que estamos em Cristo e Cristo está em nós daremos passos ousados de fé como aconteceu com esses dois profetas de fogo: Clamaremos e o Senhor dirá: “Eis-me aqui!”, ministraremos e pessoas serão salvas, saquearemos o inferno e povoaremos o céu para a glória do Pai. O grande problema é que não cremos naquilo que já recebemos por direito de herança ou somos tímidos para dar passos ousados de fé. Há uma curiosidade nos nomes desses dois profetas que nos ajuda a compreender melhor o relato. Elias significa “cujo Deus é Jeová” e Eliseu significa “Deus é salvação”. Pela proximidade da partida de Elias, Eliseu não o abandonou, nem o perdeu de vista. Eliseu sabia exatamente o que estava faltando para completar seu ministério capacitando-o para a obra. Faltava a unção, o revestimento de poder e autoridade. Ele precisava disso, e não abriu mão, ele desejou, perseguiu até conseguir. Eliseu deu quatro passos de fé para vencer a tentação de se acomodar e perder a bênção da primogenitura. Primeiro Passo: Eliseu precisava vencer a tentação de permanecer em Gilgal. O velho profeta começa a testar seu jovem discípulo e tenta deixá-lo em Gilgal, que significa circulo, acampamento, lugar onde cessou o maná. Gilgal não era suficiente para ele em sua busca de revestimento do Alto. Muitos param em Gilgal, acampam-se ali e acham que as primeiras migalhas de alimento espiritual já são suficientes e acabam estagnados. Recebem a salvação, mas nunca passarão de uma espiritualidade medíocre. Eliseu venceu a oposição, passou na primeira prova e seguiu em frente. Muitos estão estagnados aqui. Segundo Passo: Eliseu venceu a tentação de permanecer em Betel. Mais uma vez o velho profeta e pai espiritual prova seu jovem discípulo e tenta deixá-lo em Betel que significa casa de Deus. Ali era lugar de altares, lugar da visão de Jacó, lugar onde Samuel julgava. Muitos avançam até Betel. São adoradores, tem a visão de Deus, possuem consciência de pecados, mas se assombram facilmente e recuam ou se contentam com o que já receberam. Cessam a busca achando que sua espiritualidade já está de bom tamanho. A nossa busca continua enquanto estivermos vivos sobre a terra. Eliseu entendeu isto e foi em frente.

Terceiro Passo: Eliseu venceu a tentação de permanecer em Jericó. Mais um teste para o obstinado profeta. Desta vez Elias tenta deixá-lo em Jericó, que significa lugar de fragrância e fala de testemunho, também é o lugar da prova, da experiência. As provas conferem autenticidade ao nosso testemunho. Muitos chegam até ali, mas diante do furor da batalha retrocedem. Deus não se agrada desses. Eliseu não desiste mais uma vez e avança em direção a sua bênção. Quarto Passo: Eliseu venceu a tentação de permanecer no Jordão. Elias faz aqui o último teste e mais uma vez experimenta seu discípulo, fazendo-o retroceder antes da travessia do Jordão que significa o que desce. Descer fala de humilhação, de humildade, de esvaziamento. Até este ponto Eliseu tem a aprovação do seu mestre e pai espiritual, mas as provas ainda não acabaram. E No v.9 é como se Elias dissesse: “Muito bem, você chegou até aqui agora me peça o que quer que eu lhe faça, aquilo que é mais importante para você”. E Eliseu sem parar para pensar diz de pronto: “Quero que me toque por herança porção dobrada do teu espírito”. Ele sabia o que queria! E você, sabe o que quer? A porção dobrada não significava ter duas vezes mais poder que Elias, mas refere-se ao relacionamento estreito entre pai e filho que confere o direito de primogenitura.  Em Israel o filho primogênito recebia a parte dobrada da herança do pai, pois cuidaria dos pais quando envelhecessem e aquela família seria chamada pelo seu nome (Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó). Elias lhe diz: “Dura coisa pediste. Todavia, se me vires quando for tomado de ti, assim se fará; porém, se não me vires, não se fará”. Por mais que avancemos na fé não podemos tirar os olhos do Senhor, pois sem ele nada podemos fazer. Eliseu fez isso, manteve os olhos fitos naquele cujo Deus é Jeová. Quando a unção é derramada o poder de Deus é evidenciado. Eliseu como escolhido e comissionado por Deus precisava estar preparado para alcançar a bênção da primogenitura e receber porção dobrada da herança de seu pai espiritual. Nós à semelhança desse profeta precisamos desejar isso ardentemente. É necessário à semelhança de Eliseu não permitir que nada nos detenha. Ele não se deteve em lugar nenhum, mas atravessou ousadamente o Jordão que é o lugar da humilhação, da entrega total, do esvaziamento e do enchimento do poder do céu. Só seremos enchidos por Deus depois de esvaziados de nós mesmos. Somos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. O que cabe a Jesus cabe a nós. Podemos até pensar: “Como vou receber algo que pertence exclusivamente a Jesus como primogênito do Pai Celestial?”. Em Hb.12.23 a Bíblia diz que somos : “A igreja dos primogênitos arrolada nos céus”. Deste modo, somos um com Jesus, o que cabe a ele cabe também a nós. Meditemos sobre isto e não desistamos da busca! Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/



domingo, 1 de setembro de 2019

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR NOS PROMETE PROSPERIDADE!


O SENHOR NOS PROMETE PROSPERIDADE!
                                                                                
Assim diz o Senhor: No tempo aceitável te ouvi, e no dia da salvação te ajudei; e te guardarei, e te darei por pacto do povo, para restaurares a terra, e lhe dares em herança as herdades assoladas;  para dizeres aos presos: Saí; e aos que estão em trevas: Aparecei; eles pastarão nos caminhos, e em todos os altos desnudados haverá o seu pasto. Nunca terão fome nem sede; não os afligirá nem a calma nem o sol; porque o que se compadece deles os guiará, e os conduzirá mansamente aos mananciais das águas. Farei de todos os meus montes um caminho; e as minhas estradas serão exaltadas. Eis que estes virão de longe, e eis que aqueles do Norte e do Ocidente, e aqueles outros da terra de Sinim. Cantai, ó céus, e exulta, ó terra, e vós, montes, estalai de júbilo, porque o Senhor consolou o seu povo, e se compadeceu dos seus aflitos. Mas Sião diz: O Senhor me desamparou, o meu Senhor se esqueceu de mim. Pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos eu te gravei; os teus muros estão continuamente diante de mim. Os teus filhos pressurosamente virão; mas os teus destruidores e os teus assoladores sairão do meio de ti.  Levanta os teus olhos ao redor, e olha; todos estes que se ajuntam vêm ter contigo. Vivo eu, diz o Senhor, que de todos estes te vestirás, como dum ornamento, e te cingirás deles como a noiva.  Pois quanto aos teus desertos, e lugares desolados, e à tua terra destruída, serás agora estreita demais para os moradores, e os que te devoravam se afastarão para longe de ti. Os filhos de que foste privada ainda dirão aos teus ouvidos: Muito estreito é para mim este lugar; dá-me espaço em que eu habite”.   Is. 49.8-26.                          

O texto lido fala sobre a restauração prometida por Deus aos seus amados. As bênçãos do Senhor descem sobre os seus amados enquanto dormem. O Senhor diz em sua palavra que os que estão em Cristo experimentam uma nova vida. O assunto que mais ouvimos pela boca dos pregadores da palavra de Deus na atualidade é sem dúvida prosperidade. Mas o que seria a verdadeira prosperidade tão propagada nos meios cristãos dos nossos dias? Será que seria apenas conquistar bens materiais, tesouros que a traça corrói e a ferrugem destrói? A Bíblia nos manda ajuntar tesouros no céu e o Senhor nos promete os tesouros escondidos e as riquezas encobertas. Certamente ele não está falando do pão que perece, mas de bens eternos. Ele nos assegura que veio ao mundo para nos dar vida e vida em abundancia. Esta é a verdadeira prosperidade do ponto de vista de Deus. O texto que lemos fala de restauração que é devolver algo ao projeto original. Nesses dias ouvimos sobre restituição que é um dos aspectos dessa restauração. O que Deus tinha para seu povo, e que foi interrompido pela morte espiritual do homem no Éden, lhe é devolvido através do sacrifício completo, único e perfeito de Cristo na cruz do Calvário. Esta verdade precisa ser resgatada no meio da igreja. Quando somos encontrados pelo Senhor, passamos da morte para a vida, voltamos ao projeto original somos restaurados e alcançamos a verdadeira prosperidade.

O que a verdadeira prosperidade nos restitui? Restitui a Comunhão com o Senhor que se havia perdido. Esses versículos em primeira instância se aplicam a pessoa de Cristo, o Messias prometido, mas tem também uma aplicação aos escolhidos de Deus de todas as épocas. O Senhor promete restaurar a comunhão perdida desde o Éden. O Senhor promete ouvir e socorrer seus amados. Jesus nos proporcionou isto, como Mediador da Nova aliança. Na condição anterior de mortos em nossos delitos e pecados estávamos separados de Deus, a comunicação havia cessado, mas esta comunhão foi restaurada graças ao livre acesso aberto para nós por meio do Senhor Jesus Cristo. Restitui a Provisão e a Direção. O homem distante de Deus anda a esmo, não tem um norte e o Senhor promete ser o Caminho que o levará ao Pai. O Senhor também promete restituir a provisão de que o homem precisa para viver. E tudo de que precisamos é o próprio Senhor. O povo alcançado pela misericórdia do Senhor nunca mais sentirá fome nem sede, porque o nosso Cristo é a água que dessedenta e o verdadeiro Pão que veio do céu. A verdadeira sede e fome do homem não é de água e alimento, mas da presença de Deus. Restitui a Alegria e a Consolação. O Senhor é a Esperança de Israel. Em sua presença há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. Ele se compadece dos aflitos e abatidos de espírito que a ele clamam de dia e de noite! Restitui a presença constante de Deus no meio do seu povo. A presença de Deus nos assegura proteção, ele diz que escreveu nosso nome nas palmas de suas mãos e que os nossos muros estão sempre em sua presença. A grande notícia é que não estamos mais sozinhos em nossas lutas diárias, ele é conosco e não precisamos temer. Ele promete em Hebreus 13.5b: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei!”. Restitui os Filhos perdidos. A promessa de Deus é familiar. Ele alcançará todos os escolhidos. Não importa onde estejam voltarão ao convívio da família. Ele faz que a estéril seja alegre mãe de filhos. Assim como o maior ornamento da mulher israelita era ter os filhos ao redor de si, o Senhor chamará e alcançará todos os que são seus e que estavam aparentemente perdidos, para novamente se ajuntarem na casa do Pai. Restitui a Honra diante dos poderosos. O Senhor promete honrar seus amados na presença dos adversários, ele fará o nosso cálice transbordar. Ele mesmo pelejará por nós e nos restabelecerá em honra e nunca mais seremos envergonhados, porque esperamos no Senhor! Restitui o Livramento das ações inimigas. Ai daqueles que se levantam para contender e oprimir o povo amado de Deus! Em Jr.15.11 o Senhor diz: “Na verdade, eu te fortalecerei para o bem, e farei que o inimigo te dirija súplicas no tempo da calamidade e no tempo da aflição”. O próprio Deus se levantará contra eles e os destruirá com um sopro de sua boca.

O que aprendemos aqui? Restaurar é devolver algo ao projeto original e restituição é um dos aspectos dessa restauração. Para que o povo de Deus alcance a verdadeira prosperidade o Senhor promete restituir: a comunhão com ele; a provisão e direção; a alegria e a consolação; filhos que se haviam perdido; a honra diante dos adversários e o livramento das ações inimigas. O povo de Deus experimenta a paz que excede todo o entendimento. A tudo isto chamamos de verdadeira prosperidade. Nadia Malta. http://ocolodopai.blogspot.com.br/

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