ATENTEMOS PARA O CAMINHO
DE DEUS E SEJAMOS BEM-AVENTURADOS!
“Bem-aventurado
o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos
pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na
lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore
plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas
folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. Não são assim os ímpios; mas
são como a moinha que o vento espalha. Por isso os ímpios não subsistirão no
juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. Porque o Senhor conhece o
caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá”. Salmos 1:1-6

O texto citado traz a
descrição do homem verdadeiramente feliz (bem-aventurado) em contraste com o
ímpio que está longe de Deus. Será que é possível experimentar felicidade nesta
terra? Do ponto de vista bíblico a resposta é sim e o Caminho para essa
felicidade chama-se Jesus Cristo. O Senhor hoje nos convida a nos posicionar e
experimentar essa plenitude, essa bem-aventurança que está reservada para
aqueles que o buscam de todo o coração! De que lado preferimos estar: Do lado
das bênçãos de Deus ou do lado dos prazeres mundanos contrários à sua vontade e
que levam à maldição? Diante de nós tem sempre dois caminhos: Céu ou inferno;
bênção ou maldição. Cabe a nós escolher. O salmo citado apresenta o contraste
entre o justo e o ímpio. Vejamos: O Justo - Aquele que recebe a bênção de Deus e
se torna uma bênção; O Ímpio - Aquele que está longe de Deus precisa da bênção
da salvação, mas a rejeita. Antes de qualquer coisa precisamos deixar claro que
a bênção de Deus está diretamente relacionada à obediência; assim como a
maldição está para a desobediência. Por isso de nada adianta orar quebrando
maldições e permanecer na desobediência. Maldição sem causa não se cumpre e a
causa da maldição é a desobediência.
Aquele que obedece a
Deus não compactua com o mundo; não faz concessões ao pecado, por isso recebe a
bênção reservada para ele (é bem-aventurado=goza de altos privilégios). Vele a
pena refletir: Em que conselhos temos andado? Em que caminhos temos nos detido? E em que rodas temos nos
assentado? Como podemos responder a essas perguntas? A primeira parte do salmo se
refere a alguém temente a Deus; a segunda metade refere-se aos ímpios, os quais
precisamos alcançar com a nossa pregação e, sobretudo, com o nosso testemunho. Os
ímpios são todos os que rejeitam ao Senhor; são pecadores porque erram deliberadamente
o alvo estabelecido por Deus; e são escarnecedores porque fazem pouco caso da
Lei de Deus e ridicularizam o que é sagrado. Contudo, precisam ouvir a Palavra
do Senhor e isso é tarefa nossa. Eles precisam ser abençoados com a bênção da
salvação. O estado espiritual do ímpio é morto em seus delitos e pecados. Esse
homem sem Deus é desarraigado e o salmista o compara com a palha que o vento
dispersa, a palha está destinada ao fogo. O Senhor termina o salmo afirmando
que conhece o caminho do justo, mas o caminho do ímpio que o rejeita, perecerá.
O salmo começa com a ideia de ser bem-aventurado e encerra com a sentença de
destruição para os que rejeitam a Deus.
O que aprendemos aqui
para nos tornar bem-aventurados? Rejeitemos
as fórmulas e modelos do mundo; não façamos concessão ao pecado. Não andemos no
conselho do ímpio; não nos detenhamos no caminho dos pecadores; nem nos assentemos
na roda dos escarnecedores. Procuremos nos perguntar: O que faria Jesus se
estivesse em meu lugar? Tenhamos prazer na Lei do Senhor, procuremos meditar
nela de dia e de noite. Procuremos repeti-la para nós mesmos em voz baixa e
suave até que essa Palavra de vida inunde o nosso ser inteiro. Sejamos como uma
árvore plantada junto às águas: Tornemo-nos abençoadores, sejamos frutíferos,
incansáveis em anunciar a Palavra de Deus para aqueles que estão sendo
dispersos pelos ventos contrários como a palha imprestável. Reflitamos! Nadia
Malta
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