terça-feira, 17 de agosto de 2021

Meditação/Nadia Malta/DISCERNIR É PRECISO!

 DISCERNIR É PRECISO!                          

                                                                                     


                             

“Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens. Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras”. Mateus 16:23-27. 


Nesses dias o Espírito de Deus tem ministrado fortemente ao nosso coração sobre a compreensão sobrenatural, que devemos buscar para os desígnios de Deus nas situações que enfrentamos. Há momentos que tudo nos parece tão injusto, tão incompreensível, que humanamente ficamos sem ação. A única explicação plausível é que infelizmente ainda não conseguimos cogitar das coisas de Deus. Parece que ainda não conseguimos discernir os propósitos de Deus, só enxergamos o que está perto como míopes espirituais. Confesso que não é fácil falar sobre provações e aflições num tempo em que os pregadores, assim como Pedro e a esmagadora maioria, não cogitam das coisas de Deus e sim das dos homens. As pessoas procuram meios para fugir do sofrimento e resolver a qualquer custo os seus problemas. Esse contexto, no entanto, me ensina que o único meio de encararmos a vida e as dificuldades que nos acometem, é cogitar (refletir, meditar, pensar) das coisas de Deus. “Os pensamentos e Caminhos de Deus são infinitamente maiores que os nossos”.

Percebemos uma ressurreição do hedonismo, aquela filosofia grega que apregoava a fuga do sofrimento a todo e qualquer custo e a busca do prazer pelo prazer. Esse caminho não procede de Deus. A terra é a arena da nossa santificação, é lugar de lutas, de crescimento e de amadurecimento, não um parque de diversões ou colônia de férias. Ninguém escapa das dores do crescimento, nem física, nem emocionalmente. Meditemos nisso! Jesus depois de repreender Pedro se volta para os demais discípulos e traz algumas revelações, as quais precisamos observar: Não dá para seguir Jesus e seguir as próprias inclinações; Aquilo que o mundo considera ganho é perda para Jesus e vice versa; e Cada um receberá segundo as suas obras.  Pedro não cogitou dos pensamentos de Deus, quanto ao que estava para acontecer. Seguir ao Cristo Vivo significa também aceitar a cruz que nos é imputada. E agir segundo as armas espirituais que nos foram concedidas pelo Senhor: Oração, santificação que nos confere autoridade, o nome e o sangue de Jesus, a armadura de Deus e a sua Santa Palavra. Essa cruz tem várias faces: ela vem na forma de uma enfermidade; da rebeldia de um filho; da incredulidade ou indiferença de um cônjuge através dos quais exercitamos graça e misericórdia; vem através das perseguições e ações demoníacas diretas ou indiretas.

O Reino de Deus e a sua justiça precisam estar sempre em primeiro lugar. Nada pode ter prioridade na vida do cristão a não ser o próprio Cristo. Muitos têm se empenhado em amealhar para esta vida, quando na verdade são pobres para com Deus. São míopes espirituais que enxergam só o que está perto. Até quando desfrutaremos daquilo pelo qual nos empenhamos tanto nesta vida? De nada adiantaria dizer que seguimos a Jesus e andarmos segundo o padrão do mundo. A Bíblia afirma que temos a mente de Cristo, se temos realmente a sua mente, devemos cogitar das coisas de Deus não das dos homens. Que Diante das situações que nos assolam, possamos perguntar: “Senhor, qual o teu propósito para isto?”. Nadia Malta

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Meditação/Nadia Malta/DEUS QUER NOS INUNDAR COM SUA PRESENÇA!

 DEUS QUER NOS INUNDAR COM SUA PRESENÇA!

                                                                                    


Depois disto, o homem me fez voltar à entrada do templo, e eis que saíam águas de debaixo do limiar do templo, para o oriente; porque a face da casa dava para o oriente, e as águas vinham de baixo, do lado direito da casa, do lado sul do altar. Ele me levou pela porta do norte e me fez dar uma volta por fora, até à porta exterior, que olha para o oriente; e eis que corriam as águas ao lado direito. Saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; mediu mil côvados e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos tornozelos. Mediu mais mil e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; mediu mais mil e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos lombos. Mediu ainda outros mil, e era já um rio que eu não podia atravessar, porque as águas tinham crescido, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar. E me disse: Viste isto, filho do homem? Então, me levou e me tornou a trazer à margem do rio. Tendo eu voltado, eis que à margem do rio havia grande abundância de árvores, de um e de outro lado. Então, me disse: Estas águas saem para a região oriental, e descem à campina, e entram no mar Morto, cujas águas ficarão saudáveis”. Ezequiel 47:1-8. 


O texto lido fala de uma visão gloriosa dada por Deus ao profeta Ezequiel em um tempo de cativeiro e dificuldade. O profeta é levado à entrada do templo e vê águas que saem do limiar do templo para o oriente. Ele é levado por um homem que se apresenta com um cordel de medir e começa a medir o nível das águas, cada vez que ele mede faz o profeta passar pelas águas, quanto mais ele entra, mais o nível da água sobe. Essas águas são purificadoras e brotam do Trono de Deus. Aqui podemos ter uma idéia da magnitude da obra do Espírito Santo. Nesses dias de muitas chuvas que trouxeram transtornos a muitos, gostaria de falar de outra enchente. Não de uma enchente qualquer, mas de uma enchente de águas purificadoras que descem do Trono de Deus, para inundar a vida dos fiéis. Quem de nós não gostaria de experimentar essa torrente do Rio de Deus? A visão de Ezequiel nos dá conta, que por onde essa torrente passou tudo ganhou vida. O próprio profeta parece não ter compreendido muito bem aquela visão.

Queridos, há um rio cujas águas estão subindo e trarão transformação a quantos crerem e se entregarem ao Deus Vivo. A visão do profeta nos traz quatro revelações: As águas do Rio do Espírito de Deus estão subindo e haverá uma grande enchente na vida do povo escolhido; As águas dessa torrente subirão ao nível mais alto, às vésperas do ARREBATAMENTO da igreja; Esse Rio de vida trará renovo por onde passar; Esse Rio de vida trará restauração para os que se voltam para Deus e morte aos que rejeitaram o Senhor. As águas estão subindo, já não haverá parte rasa, mas será um rio tão caudaloso, que precisaremos nos deixar levar pela força dessa torrente do céu em nome de Jesus Cristo. Essa inundação celestial já tem chegado a lugares longínquos da terra, mas é desejo do Senhor que esse aguaceiro do céu venha sobre todos os que têm ansiado por um transbordar de Deus.

 Tudo que você e eu experimentamos até aqui é pequeno demais em comparação ao que está porvir. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito fala a igreja! Embora à nossa volta haja assolação, morte e epidemias, por onde esse rio passar tudo viverá. O poder desse rio tem alcançado, mesmo no meio de perseguições, povos até então alheios e resistentes à Palavra de Deus. Infelizmente há  “crente pantanoso”, rebelde, avesso às mudanças que o Espírito deseja operar, não conhece esse fluir. Do seu interior só flui e com abundancia: queixas, lamentações, mexericos, críticas, acusações e amarguras. O que você escolhe ser hoje: um “crente pantanoso” ou um rio de água viva? Nadia Malta

domingo, 15 de agosto de 2021

Meditação/Nadia Malta/ORE! LOUVE! E A LIBERTAÇÃO VIRÁ!

 ORE! LOUVE! E A LIBERTAÇÃO VIRÁ!

                                                                                  


Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”. Atos 16:25,26. 


Depois de serem tremendamente usados por Deus e do Senhor operar maravilhas através deles, Paulo e Silas, por uma artimanha maligna, são açoitados e presos. Mas na prisão eles oravam e cantavam, porque sabiam em quem criam e sabiam também que de um jeito ou de outro seriam libertos. Quantos de nós estamos nos sentindo assim, necessitados de liberdade, de folga? Sentimo-nos aprisionados, feridos, perseguidos, encurralados desesperadamente necessitados de uma intervenção poderosa de Deus em nossas vidas. Muitas vezes as nossas cadeias não são físicas, mas emocionais ou espirituais. Muitos em nosso meio encontram-se presos ao medo, à intransigência, a jugos insuportáveis, à ansiedade, ou mesmo a vícios e inclinações.  Nesta hora, o Espírito Santo de Deus quer falar com todos os que ouvem esta palavra, se sentem assim e carecem de uma estratégia do Alto para sair da situação onde se encontram. Jesus veio para libertar todos os cativos. O desejo de Deus é que nos livremos de todas as cadeias e de todos os grilhões que nos têm aprisionado.

Observemos duas atitudes de fé daqueles homens, bem como seu resultado: Eles oravam e cantavam porque criam que Deus era a única saída possível para aquela situação. E muitos, por causa de suas cadeias fazem isso em lágrimas. Parece loucura? Como é possível orar e louvar quando o coração está pesado, ferido e até de certa forma decepcionado com Deus? Qual o segredo daqueles homens? Eles criam, tinham absoluta convicção que a sua saída só poderia vir de Deus e começaram a cantar um hino de vitória mesmo antes do final da batalha. Eles tinham duas opções: se rebelar e cheios de ira fomentar um motim ou exercitar uma fé viva no Deus Vivo que pode todas as coisas; eles preferiram a segunda opção; e você o que prefere? O cântico que ecoou naquela prisão escura, úmida e fedida foi tão impactante que os demais presos ficaram tão perplexos ao ponto de ficarem quietos e não esboçarem nenhuma reação contrária, apenas escutaram.

Qual o resultado da atitude de Paulo e Silas? A oração sincera e o sacrifício de louvor chegaram a Santa Habitação de Deus. A força do céu foi acionada; os poderes da terra foram abalados e o inferno recuou. Glória a Deus! Isso pode acontecer com você, agora mesmo. O Senhor mandou um terremoto e estremeceu, sacudiu as bases daquele lugar; de repente é isso que está faltando na sua vida: acionar a força do céu, a artilharia celestial ao seu favor através da oração e do louvor a Deus; tome uma atitude, comece agora mesmo; ofereça ao Senhor a sua oração e o seu sacrifício de louvor. Quando os alicerces daquela prisão foram sacudidos, abriram-se todas as portas e soltaram-se todas as cadeias; todos foram libertos. Aleluia! De repente, o que precisa ser sacudido são os seus alicerces espirituais, seus conceitos pré-concebidos; as velhas crenças cheias de teia de aranha precisam ser questionadas; talvez, tudo que você precise agora seja estreitar o seu relacionamento com o Cristo vivo. Comece a orar e louvar a Deus e não tema os terremotos, porque eles provocam quebra de cadeias e abertura de portas. Até os terremotos têm o seu lugar nos planos perfeitos de Deus, creia! Não importa o tipo ou o nome da sua prisão. A de Paulo se chamava Filipos; a sua pode ser o medo, um vício; uma rejeição; um relacionamento; uma enfermidade; uma situação ou circunstancia até mesmo espiritual, não importa; o Deus que operou nos dias de Paulo e Silas opera hoje; então ore e louve ao Deus que tudo pode e sua libertação virá. Nadia Malta

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