sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Meditação/Nadia Malta/ FÉ: VISÃO E AUDIÇÃO ALÉM DO ALCANCE!

 FÉ: VISÃO E AUDIÇÃO ALÉM DO ALCANCE!

A voz de Deus troveja maravilhosamente; ele faz coisas grandiosas, acima do nosso entendimento. Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”. Jó 37.5; Hebreus 11.1.                                


O nosso Deus é Deus de milagres e faz tudo de modo assombrosamente maravilhoso. A voz de Deus troveja maravilhosamente; ele faz coisas grandiosas, acima do nosso entendimento. A fé genuína é uma firme convicção, apesar de nós e de todos os pesares. Ela nos concede visão e audição espiritual. “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que ainda não vemos”. Estamos sempre falando da dádiva da fé! Sem ela não agradamos ao Senhor. Ela é a certeza daquilo que esperamos, a firme convicção de fatos que ainda não são vistos com os olhos físicos, mas já são uma realidade no mundo espiritual. Diz o autor de Hebreus. O apóstolo Paulo diz que a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus. Cada vez mais precisamos regar esse canteiro da fé através da leitura da Palavra, da oração e das nossas lágrimas. É vital para nós cristãos o cultivo dessa semente bendita. Outro dia li: “Quem Planta fé, colhe milagres”! Assim, para os que cultivam essa bendita semente, o milagre é uma possibilidade real! Contudo, há aqueles momentos em que a emoção nos faz baquear. O choro vem compulsivo. A insônia nos angustia! Mas, a fé é insistente e faz uma boa dobradinha com a Esperança. Ambas trabalham para aquietar a emoção. Por isso não nos assustemos com o choro e a insônia, não é falta de fé, é humanidade á flor da pele! O autor da nossa fé é especialista em aparar as nossas lágrimas e nos fazer companhia nas noites insones. E tudo ficará bem!

Precisamos fazer leituras consecutivas de textos como a Galeria dos Heróis da fé de Hebreus 11. Ali encontramos homens e mulheres dos quais o mundo não era digno. Contudo, essa Galeria tem crescido através dos séculos com o acréscimos daqueles que não tiveram a sua vida como preciosa e se deram pela causa do Reino. Quantos cristãos martirizados em nosso tempo pelo extremismo religioso de muitos. E mesmo diante da face austera da morte não negaram o Senhor Jesus Cristo! A voz do Senhor troveja maravilhosamente para os seus como diz Jó, o velho sofredor! O Senhor acena para os seus fiéis de modo assombrosamente maravilhoso pela via da fé que a eles foi dada. A graça opera por meio da fé. E a esse respeito diz Paulo falando aos Romanos: “Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: "O justo viverá pela fé" (Romanos 1.17). Falando aos Coríntios ele diz: “Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos” (II Coríntios 5.7). Precisamos da fé no Cristo para viver e morrer. Apeguemo-nos a fé com a consciência limpa como aconselhou o apóstolo a Timóteo.

Quantas vezes já não nos sentimos assolados, acuados e prestes a esmorecer. Por que não sucumbimos? Porque a boa mão do Senhor nos sustentou. Como ousamos fazer tal asseveração?  Pela fé, é claro! Não vivemos pelo que vemos, mas pelo que cremos! Não a fé pela fé, mas a fé no Cristo. É a profunda confiança nos seus agires que nos mantém de pé, apesar de nós e de todos os pesares. Ousemos crer! Pela fé alcançamos as infinitas possibilidades de Deus! Que o Senhor aumente a nossa fé durante o tempo que nos resta sobre a terra! Nadia Malta

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

Meditação/Nadia Malta/CUIDADO COM OS QUE ANDAM DESORDENADAMENTE!

 CUIDADO COM OS QUE ANDAM DESORDENADAMENTE!

                                                                              


Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos”. Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes”. I Tessalonicenses 5.14; II Tessalonicenses 3.6.                                                                             

Segundo um relatório trazido por Timóteo, alguns irmãos na igreja em Tessalônica andavam desordenadamente sem observar a sã doutrina, deixando de trabalhar e explorando uns aos outros. Paulo escreve de Corinto para aquela comunidade, exortando-a a manter uma conduta digna e ordeira tanto na comunhão dos santos quanto na vida pessoal. O apóstolo traz algumas ordenanças ao final da primeira epístola com o propósito de levar aqueles irmãos a um andar digno da vocação a que foram chamados, especialmente no que diz respeito ao cuidado e responsabilidade de uns para com os outros. O apóstolo não está ensinando segregação, acepção ou distinção entre uns e outros. Ele está falando de um tipo específico de pessoas que se infiltram nas comunidades com o fim de tirar a paz e minar a comunhão. Esses não querem o Cristo, mas apenas aquilo que podem aproveitar dos irmãos. Fiquemos atentos.

 As palavras aqui trazidas também se aplicam aos cristãos contemporâneos de forma muito oportuna. Atentemos para elas. Peçamos ao Senhor que sonde o nosso coração e onde houver caminhos maus, Ele com toda liberdade os conserte, nos reconduzindo ao Caminho eterno. O apóstolo Paulo aqui traz severas exortações tanto aos cristãos do passado quanto em nosso tempo. Os textos pressupõem uma responsabilidade que devemos ter uns com os outros; O apóstolo torna-se prático em suas exortações dizendo o que deve ser feito por nós; e O apóstolo torna-se mais enfático ainda e mostra que infelizmente há aqueles que andam desordenadamente sem arrependimento ou mudança, dos quais devemos nos afastar. Entendemos que muitos agem como Caim, que ao ser perguntado por Deus onde estava seu irmão, respondeu: “Acaso sou eu tutor do meu irmão?”. Somos sim, responsáveis pelos nossos irmãos na fé. O dever de cuidar não é só do pastor, mas todos nós somos cuidadores e num certo grau pastoreamos. Contudo vale a pena refletir até onde deve ir a nossa responsabilidade com o outro? A igreja não é um museu de santos, mas um hospital de pecadores. Mas há os que não se deixam tratar e permanecem nas comunidades com o propósito de contaminar os outros com a sua amargura e malignidade disfarçada de vitimismo. A palavra aqui é: CUIDADO!

Somos exortados de maneira imperativa pelo apóstolo a: Aconselhar os insubmissos, consolar os desanimados, amparar os fracos e ser tolerantes para com todos. Creio que o apóstolo está ordenando essas práticas em relação aos irmãos em Cristo, que acatam esses cuidados e se dispõem a ser ministrados. Mas há muitos que não se deixam cuidar, são como pés de mandacaru cheios de espinhos, impossível abraçá-los! Neste caso, recuemos sem culpa e apenas oremos por eles. Precisamos buscar do Senhor discernimento para perceber quais são aqueles que se misturam em nosso meio, mas não são dos nossos. Infiltram-se com o propósito de tirar vantagem e, sobretudo, tirar a paz da comunidade semeando contendas. Querem as bênçãos, mas não compromisso com o Abençoador! São arrogantes, acusadores e ingratos. São maledicentes, caluniadores, encrenqueiros e espalham contendas. São usurpadores e exploradores dos irmãos. São como o Mar Morto que só recebe sem dar nada. Querem ser ajudados, mas não ajudam ninguém. Meu pai costumava dizer: “Um amigo bom ajuda o outro, tem gente que quer ser o outro a vida toda!”. Preservar a unidade nesses casos é ser conivente com o erro, FAVORECER OS QUE ANDAM DESORDENADAMENTE É PENALIZAR OS QUE ANDAM EM RETIDÃO. Estejamos atentos e sempre que necessário digamos BASTA! E sem culpa! Nadia Malta

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Meditação/Nadia Malta/QUE O SENHOR SONDE OS NOSSOS CORAÇÕES!

 QUE O SENHOR SONDE OS NOSSOS CORAÇÕES!

       https://www.youtube.com/watch?v=FjJdjGqQRxk

 Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados. Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o SENHOR”. Lamentações 3.39-40.                                                                 


O profeta Jeremias começa o contexto com uma pergunta: “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados”. A partir dessa pergunta ele propõe que esquadrinhemos e provemos os nossos caminhos para só então, voltarmos ao Senhor! O profeta Jeremias faz uma pergunta e a partir dela, dá uma resposta propondo a solução em três ações. Vejamos: Esquadrinhemos os nossos caminhos; Provemo-los; e Voltemos ao Senhor. Esquadrinhar pressupõe: “Examinar de maneira minuciosa; analisar detalhadamente”. Façamos um auto-exame de nossas próprias ações e suas consequências. Talvez assim encontremos explicações para aquilo que experimentamos hoje! Gostaria de fazer hoje a mesma pergunta feita pelo profeta ao povo de Deus do passado: De que temos nos queixado? Será que a razão dos nossos estreitos não seria aquelas coisas que insistimos em não confessar e continuamos a fazer deliberadamente? O nosso grande receio é que estejamos sendo cauterizados em nossa capacidade de julgar a nós mesmos.

Depois de examinar cuidadosamente nossos caminhos devemos provar a autenticidade das nossas intenções mais entranhadas. Estamos ficando craques em engolir camelos e nos engasgarmos com facilidade com pequenos mosquitos. Sobretudo, quando os camelos são nossos e os mosquitos são dos outros. Somos rápidos no gatilho para apontar os erros dos outros. Esses, os enxergamos com potentes lentes de aumento. E quanto aos nossos pecados, aqueles que escondemos à sete chaves nos porões da nossa insensatez? Esquecemos que toda acusação acontece sob a eficácia de satanás e sob as máscaras da nossa própria hipocrisia. Nada ficará oculto diante daquele que sonda mentes e corações. Hoje tendemos a extremos. Tende-se ao neofarisaismo ou ao liberalismo. Enquanto o primeiro enxerga pecado em tudo e em todos, o segundo diz que nada é pecado, tudo é permitido. Nem liberalismo, nem farisaísmo. Todo zelo cego é fanatismo, todo liberalismo é anárquico! Busquemos antes um andar equilibrado no Caminho que é Cristo!

Voltemos à pergunta inicial feita pelo profeta. Paremos de acusar os outros pelos reveses que sofremos! Queixemo-nos dos nossos próprios pecados! Antes de buscar saídas externas para as nossas encrencas pessoais, esquadrinhemos os nossos próprios caminhos. Façamos esse exame dentro de nós continuamente.  Assim como a casa de pedra e cal precisa ser faxinada rotineiramente, também a nossa a casa espiritual. Chequemos as intenções do nosso coração enganoso, submetendo-o a sondagem do Espírito Santo. Voltemos então, para Deus em arrependimento sincero de coração e oremos confessando a ele o nosso pecado.  O Senhor é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Que o Senhor sonde o nosso coração enganoso e nos quebrante para que voltemos para ele com o coração puro e as mãos limpas! Sermão/Nadia Malta

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