sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/UMA TRILHA SEGURA PARA A BEM-AVENTURANÇA!

 UMA TRILHA SEGURA PARA A BEM-AVENTURANÇA!

                                                                                      


Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido. Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa. Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos. Pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá”. Salmos 1:1-6. 


Será que é possível experimentar felicidade nesta terra? Do ponto de vista bíblico a resposta é sim, e o Caminho para essa felicidade chama-se Jesus Cristo. Aliás, o apóstolo Paulo diz que “Jesus Cristo em nós é a esperança da glória!”. O Espírito Santo hoje nos convida a nos posicionar para experimentarmos essa plenitude, essa bem-aventurança que está reservada para a nossa vida. De que lado queremos permanecer: do lado das bênçãos de Deus ou do lado dos prazeres mundanos contrários à sua vontade e que levam à maldição? Diante de nós tem sempre dois caminhos: céu ou inferno, bênção ou maldição. Cabe a nós escolher. Quem está apto a escolher? Os eficazmente chamados por Deus, aqueles que ouvem a sua voz. Um dia o grande general Josué se posicionou. Ele disse: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.  Josué disse aqui que preferia o Senhor. Ele se posicionou e foi abençoado. Gozou de altos privilégios, porque é isso que significa mais explicitamente ser bem-aventurado.

Este salmo apresenta o contraste entre o bendito e o maldito. Vejamos: O Justo, ou bendito, Aquele que recebe a bênção de Deus  e se torna uma bênção. Antes de mais nada precisamos deixar claro que a bênção de Deus está diretamente relacionada à obediência; assim como a maldição está para a desobediência. Por isso de nada adianta orar quebrando maldições e permanecer na desobediência. Maldição sem causa não se cumpre e a causa da maldição é a desobediência.Vele a pena refletir: Em que conselhos temos andado? Em que caminhos temos nos detido? E em que rodas temos nos assentado? Será que podemos responder a essas perguntas com sinceridade de coração? O homem bem-aventurado sente prazer na Lei do Senhor e nela medita de dia e de noite. Meditar significa falar de si para si mesmo em voz baixa e suave, até que essa Palavra de vida inunde todo o nosso ser. A leitura e a meditação das Escrituras devem andar juntas.

O Ímpio, ou maldito, Aquele que está longe de Deus precisa da bênção da salvação, mas a rejeita. A primeira parte do salmo refere-se a alguém temente a Deus. A segunda metade refere-se aos ímpios, os quais precisamos alcançar com a nossa pregação e, sobretudo com o nosso testemunho. Os ímpios são todos os que rejeitam ao Senhor. Eles erram deliberadamente o alvo estabelecido por Deus, são escarnecedores porque fazem pouco caso da Lei de Deus e ridicularizam o que é sagrado, por isso são chamados de pecadores. Contudo precisam ouvir a palavra do Senhor e isso é tarefa nossa. Eles precisam ser abençoados com a bênção da salvação. O Senhor termina o salmo afirmando que conhece o caminho do justo, mas o caminho do ímpio que o rejeita, perecerá. O que aprendemos aqui para nos tornar bem-aventurados? Rejeitemos as fórmulas e modelos do mundo: Não façamos concessão ao pecado. Não andemos no conselho do ímpio; Não nos detenhamos no caminho dos pecadores; Nem nos assentemos na roda dos escarnecedores. Procuremos nos perguntar: o que faria Jesus se estivesse em meu lugar? Tenhamos prazer na Lei do Senhor, procuremos meditar nela de dia e de noite. Sejamos como uma árvore plantada junto às águas: tornemo-nos  abençoadores, sejamos frutíferos! Nadia Malta

 

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/SIGAMOS NA TRILHA DA ORAÇÃO!

 SIGAMOS NA TRILHA DA ORAÇÃO!

                                                                                   


Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não te retardes, por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome”. Daniel 9.18,19. 


Esta oração do profeta é um clamor pela misericórdia de Deus por causa do pecado do povo. Aqui o profeta reconhece o pecado do povo e se inclui no meio dele e prostrado pede perdão. Como precisamos orar assim por nossa nação! Quando pensamos em oração, precisamos percorrer especialmente a trilha dos salmos, chamada de grande escola da oração, bem como, a vida de oração de homens e mulheres de Deus, mencionados nas Escrituras. O testemunho deles é digno de ser seguido. Oração é diálogo íntimo com o Senhor. E diálogo demanda intimidade relacional, que por sua vez é construída a partir de um andar diário com o Senhor. Esse relacionamento íntimo foi trocado por um toma lá da cá, que não nutre nem edifica o discípulo. Que possamos voltar às Escrituras e percorrer as trilhas da oração com o propósito de nos instruir nessa prática espiritual imprescindível na vida dos que dizem servir ao Senhor.

A oração do profeta Daniel  nos aponta algumas atitudes fundamentais para que experimentemos uma vida eficaz de oração: Ir à presença do Senhor com um coração quebrantado; Reconhecer e Confessar Pecados diante do Senhor; Reconhecer diante de Deus que as assolações sofridas são frutos da desobediência; e Clamar ao Senhor confiado nas misericórdias Dele. O espírito de humilhação toca o coração do Pai. Temos falado exaustivamente sobre o fato do Senhor não se impressionar com nossas exterioridades, pois, ele vê mentes e sonda corações. Por isso é necessário nos desnudarmos em sua presença e usar de toda sinceridade em nossos momentos de oração. Daniel percebeu este princípio e fez uso dele. A diferença entre nós e os pecadores que ainda não foram alcançados pela misericórdia de Deus é que nós somos pecadores justificados pela fé em Cristo, mas ainda pecadores. Outro dia ouvi certo pregador dizer que não precisamos mais pedir perdão por nossos pecados. Como não, se continuamos ainda a pecar por pensamentos, palavras e ações, todos os dias? Do pecado maior que era a inimizade contra Deus já fomos perdoados e hoje somos filhos e herdeiros, mas ainda pecadores, visto que a natureza pecaminosa ainda está em nós. A salvação nos livra da penalidade do pecado e do seu poder, não de sua presença. Daniel confessou pecado por pecado do povo ao qual ele pertencia e não se isentou da culpa.

Note que a oração aqui é feita por um servo de Deus fiel, que reconhece as suas transgressões e sabe que as assolações sofridas são frutos da desobediência. O povo conhecia a Lei do Senhor e mesmo assim se desviou dela. Maldição sem causa não se cumpre. Daniel sabe que não há mérito nenhum em nós e o que recebemos é por pura graça de Deus. Embora a Graça encarnada, Jesus, só se manifestaria tempos depois, ele profeticamente, já entende o princípio. Ele clama por amor do próprio Senhor, confiado em Sua misericórdia, não em seus méritos próprios.  E ainda chama a atenção de Deus para o fato de que o povo mesmo pecador era chamado pelo nome do Senhor. O que aprendemos aqui? Sigamos as trilhas da oração nas Escrituras Sagradas. Ouçamos os servos de Deus do passado orando. Sigamos seus exemplos. Um coração quebrantado e contrito agrada ao Senhor e ele não despreza. Devemos sim reconhecer e confessar pecados na presença do Pai. Reconheçamos que as assolações sofridas são frutos de nossas desobediências. Vamos ao Senhor confiados nos méritos de Jesus, não nos nossos, pois até as nossas justiças são como trapos de imundícia. Nadia Malta

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR É A NOSSA BENDITA ESPERANÇA!

 O SENHOR É A NOSSA BENDITA ESPERANÇA!

                                                                                      


Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade. Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus”. Salmos 145.18; 146.5. 


O Senhor não desampara os que o buscam com sinceridade de coração e considera bem-aventurados os que recorrem a ele em meio às lutas e têm nele a sua esperança. Quando pensamos em bem-aventuranças logo nos lembramos do Sermão do Monte proferido por Jesus, especialmente no Evangelho de Mateus. No entanto, a Palavra do Senhor está repleta de bem-aventuranças dirigidas aos eleitos de Deus. Aprendemos que, embora muitos traduzam esta expressão de um modo simplista, o seu significado vai muito além de “feliz”. Bem-aventurado significa aquele que goza de altos privilégios. Aqui acolá procuramos percorrer a trilha das Bem-aventuranças por toda a Palavra do Senhor. Será que aqueles que são chamados de eleitos de Deus conseguem perceber aquilo que já receberam da parte dele? Creio que não, do contrário, não haveria tantos vivendo uma vida miseravelmente infeliz por não desfrutar daquilo que é direito de filhos.

Precisamos despertar para as três verdades reveladas nesses dois versículos lidos: Primeira verdade: O Senhor está perto de todos os que o invocam com sinceridade de coração. Contudo, será que em nossas correrias frenéticas, pra lá e pra cá o temos buscado assim? Certamente que não. Segunda verdade: É Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó como seu auxílio. Nas agonias pelas quais passamos, acabamos recorrendo a seres humanos que são tão frágeis como nós e nos decepcionamos por eles não poderem ajudar como esperamos. Só o Senhor é o nosso auxílio, nosso refúgio e fortaleza, consolo presente em nossa tribulação. Recorramos a ele somente. Terceira verdade: É Bem-aventurado aquele cuja esperança está no Senhor seu Deus. A nossa esperança não é um sentimento é o Próprio Deus encarnado, Jesus Cristo. O profeta Jeremias diz em Jr.17.7, 8: “Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão não se perturba, nem deixa de dar fruto”.

Descobrimos que somos bem-aventurados, gozamos de altos privilégios da parte de Deus, porque o temos invocado com sinceridade de coração, confiamos somente nele e Ele é a nossa única Esperança. Nada temos a temer porque o Senhor está atento a cada um de nós. Ele é o Autor e Sustentador de todas as coisas. Ele é Fiel. Ele acode ao necessitado. Ele liberta os encarcerados. Ele é Deus de revelação. Ele levanta os abatidos. Ele ama os justos. Ele é o amparador dos desvalidos. Ele é o Juiz que julga as nossas causas. Ele reina de geração a geração e tem o controle soberano de todas as coisas em suas mãos. Só precisamos recorrer a ele e confiar tão somente nele. Que assim seja! Nadia Malta

 

 

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