domingo, 15 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/POR MEIO DO CRISTO, OS QUE CREEM JÁ FORAM JUSTIFICADOS: O CASTIGO QUE NOS TROUXE A PAZ ESTAVA SOBRE CRISTO!

 POR MEIO DO CRISTO, OS QUE CREEM JÁ FORAM JUSTIFICADOS: O CASTIGO QUE NOS TROUXE A PAZ ESTAVA SOBRE CRISTO!  

https://youtu.be/_N6_r-kxoQ8

É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro )” Gálatas 3:6-13. 


Que não nos assombremos, o Senhor Jesus já levou sobre Ele as nossas maldições! O texto lido é dos mais ricos da epístola, pois traz à memória dos gálatas a obra completa de Cristo. Jesus sofreu os rigores da Lei, recebendo a sua penalidade para que não precisássemos experimentá-la. Ele se fez maldição em nosso lugar, para que nos tornássemos benditos. O castigo que nos trouxe a paz estava sobre Ele. Por suas feridas fomos sarados. Os irmãos daquelas igrejas por causa da ação nefasta dos judaizantes haviam esquecido dessa verdade central do Evangelho de Cristo e outra vez se deixavam atemorizar pelas exigências da Lei, há muito cumpridas em Cristo. Olhar para o Cristo, crer no Cristo e recebe- Lo como Senhor e Salvador pessoal é a maior, mais significativa e estratégica experiência que um ser humano pode vivenciar. Esta experiência pessoal é redentora, resgatadora e perdoadora. É salvífica! Não se trata aqui de uma religiosidade de aparência, mas algo que acontece na profundidade do coração do homem alcançado pela obra salvífica da Cruz, vivificando seu espírito morto em delitos e pecados. Só aqui, a partir dessa morte e vivificação temos oportunidade de zerar a nossa história.

Jesus vai além das expectativas humanas. Não havia meios do homem ser resgatado do seu vil procedimento adquirido em Adão. Jesus, então, toma o lugar do homem que merecia a morte e se oferece a si mesmo como maldição em nosso lugar. Ele é o Cordeiro de Deus sem defeito e sem mácula, prefigurado pelos animais sacrificados no passado que apontavam para Ele. Não há mais maldição sobre os que estão e são de Cristo, pois Ele se fez maldito por nós! Aleluia, que alívio! Cada vez que fazemos tolas orações quebrando as maldições dos que são de Cristo, estamos anulando a Graça e desdenhando do sacrifício vicário (substitutivo) de Cristo na cruz do Calvário. Éramos malditos por que em Adão nos tornamos filhos da ira. O único meio de anular tal maldição é receber Jesus Cristo como Senhor e Salvador pessoal e nascer outra vez da água e do Espírito. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas pisaduras já fomos sarados. Isto não significa que não teremos mais enfermidades físicas, mas fomos sarados da lepra, da cegueira, e de todos os aleijões espirituais que nos impediam de viver em plenitude. E ainda recebemos o carimbo do Céu: ESTÁ CONSUMADO!  Ou seja, a obra está absolutamente completa, nada a acrescentar! Contudo, precisamos crer e confessar Jesus como nosso Senhor e Salvador pessoal! Esta confissão quando é feita com integridade de coração nos fará andar em novidade de vida!

O próprio Senhor pregou as Boas Novas para Abraão, tirando-o da idolatria e transformando-o no pai da fé. E todos os que creem no Cristo são abençoados como o crente Abraão. Já não somos malditos, mas benditos de Papai! Que o Senhor nos faça enxergar essa verdade eterna e imutável! Quero chamar a atenção para alguns pontos do texto que nos garantem uma vida debaixo da benção do Senhor. Vejamos: O próprio Senhor toma a iniciativa e preanuncia o Evangelho a Abraão; O pacto da fé diz que o “Justo viverá pela fé” não pelas obras da Lei. Não a fé pela fé, mas a fé no Cristo; E Cristo mesmo sendo inocente a si mesmo se deu para sofrer a penalidade da Lei em nosso lugar! Assim, a obra de Cristo está completa, está CONSUMADO! Não somos mais malditos, mas benditos do Senhor! Creiamos nisto e não nos deixemos enredar por quaisquer outros ensinos que tentem  roubar a centralidade da obra do Cristo na Cruz do Calvário por nós. Que o Espírito da Graça aplique esta porção da Palavra aos nossos corações em nome de Jesus Cristo. Nadia Malta

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ E QUANTO A NÓS, SERÁ QUE NOSSAS CASAS ESTÃO EM ORDEM?

 E QUANTO A NÓS, SERÁ QUE NOSSAS CASAS ESTÃO EM ORDEM?

 Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; veio ter com ele o profeta Isaías, filho de Amoz, e lhe disse: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás”. Isaías 38.1(-17). 


O texto citado dá inicio a narrativa encontrada também em II Reis 20 e II Crônicas 32. Trata-se da doença do rei Ezequias e a sua cura maravilhosa. O registro triplo parece apontar para a ênfase que o Senhor deseja dar ao assunto, dada a importância do ensino ali contido. A ideia central aqui é tirada do versículo-chave (v.1). Esse versículo mostra que mesmo alguém servindo ao Senhor e fazendo o que é reto diante dEle, corre o risco de negligenciar determinadas áreas de sua vida. Podemos observar essa tendência na vida de muitos servos de Deus em todos os tempos. Podemos citar alguns deles como: Davi, Eli, Samuel, dentre outros. Esses homens de Deus foram fervorosos quanto a sua devoção, mas negligenciaram seus filhos e suas famílias. O nosso lar é o primeiro e maior campo missionário. O relato dá conta de que havia uma desordem na casa do rei Ezequias e precisava ser reparada, do contrário poderia levá-lo à morte. Aquela enfermidade do rei era o grande megafone de Deus para despertá-lo. Tem muito cristão andando desordenadamente.

O relato todo traz alguns pontos relevantes que podem nortear aqueles que desejam fazer os consertos necessários em suas casas (tanto físicas, quanto espirituais). Vejamos: Prestemos atenção aos avisos de Deus! O Senhor chama a atenção de Ezequias para o que está fora de ordem em sua casa e para isso usa um profeta; Reconheçamos e confessemos os nossos pecados! O rei reconheceu o seu pecado de negligencia e se quebranta diante de Deus; Clamemos, a resposta virá! Deus respondeu ao clamor de Ezequias e pode responder ao nosso; E Reconheçamos o propósito das provas, agradeçamos e glorifiquemos ao Senhor! Ezequias pode glorificar ao Senhor porque reconheceu o seu propósito naquela situação! O que faríamos se recebêssemos da parte de Deus o mesmo aviso que recebeu o rei Ezequias? Conosco Ele faz do mesmo jeito e usa vários de seus “profetas” para comunicar aquilo que está torto em nossas vidas. Mas parece que temos os ouvidos e o coração cauterizados para entender a linguagem de Deus. Até as pedras têm clamado para chamar a nossa atenção. São tantas as evidencias de nossas escolhas desastrosas: Relacionamentos conflituosos e doentios, criação de filhos complacente e conivente com o pecado; o mau uso das finanças; temperamentos rebeldes e obstinados. Têm muitos lares fora de ordem, famílias inteiras doentes por causa da negligencia daquele que é o cabeça da família. Pais que são mais gerentes do que pais.  Quando estudamos a história desse rei descobrimos que ele foi o pai do pior rei de Judá: o rei Manasses.

O rei Ezequias não foi arrogante como muitos crentes, ele se quebrantou diante de Deus e humilhou-se em sua presença. Façamos o mesmo agora! O que está torto em nossas vidas que precisa de conserto? A atitude de humilhação de Ezequias diante de Deus moveu a mão do Senhor ao seu favor e o Senhor lhe concedeu mais quinze anos de vida. O grande propósito de Deus era que ele tivesse tempo de fazer os consertos necessários em sua casa. Será que Deus não está requerendo isso de nós hoje? Deus requer de nós uma vida de santidade em todas as áreas. Não são as nossas palavras ou exterioridades que impressionam Deus, mas o que está em nosso coração e só ele vê. O que aprendemos aqui? É tempo de por em ordem a nossa casa, ainda há tempo, antes que a morte se instale. Às vezes essa morte não é literal, mas a ausência de vida em várias áreas da nossa existência.  Peçamos a Deus uma nova oportunidade e façamos tudo diferente. Reconheçamos o pecado da negligencia, da arrogância, da irresponsabilidade, da rebeldia e nos quebrantemos diante de Deus. Aguardemos a resposta de Deus, ela virá de forma profusa, abundante. Sejamos bons alunos e aprendamos com o sofrimento. Glorifiquemos a Deus por seus propósitos. Ele não desiste dos que são seus e muitas vezes Ele recorre a “megafones” para chamar a atenção dos que se ausentam de seus preceitos. Nadia Malta

 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO PERMITAMOS QUE A ANSIEDADE NOS ASSOMBRE E DOMINE, ELA APRISIONA A ALMA!

 NÃO PERMITAMOS QUE A ANSIEDADE NOS ASSOMBRE E DOMINE, ELA APRISIONA A ALMA!

A seguir, dirigiu-se Jesus a seus discípulos, dizendo: Por isso, eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Porque a vida é mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes. Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?”. Lucas 12.22, 23,25.                                                 


Temos sido desafiados pela Palavra de Deus a não andar ansiosos! São muitos os textos que falam sobre isso! É preciso estar alerta quanto às preocupações com aquilo que não aconteceu ainda e pode nem acontecer. A nossa fé precisa convencer as nossas emoções a não nos deixar assombrar PELO “MALASSOMBRO” QUE É A ANSIEDADE! Atentemos! Este capítulo do Evangelho de Lucas é cheio de advertências de Jesus. É comparado a uma estrada bem sinalizada que norteia quem a trafega. É interessante estudarmos todo o capítulo, no entanto, hoje gostaria de me deter em algo que tem aprisionado e paralisado muitos em nosso meio: A preocupação, também chamada de ansiedade é uma grande ladra da saúde emocional. Preocupar-se é ocupar-se antecipadamente com algo que não aconteceu e pode nem acontecer.  É interessante observarmos que o fazendeiro dos versículos anteriores ao contexto se preocupava por ter bens demais, enquanto a preocupação dos discípulos no contexto lido era por não ter o suficiente. As duas situações são repreendidas por Jesus. E quanto a nós, com o que nos preocupamos? O que será que o Senhor deseja ministrar a nós através desta palavra?

Há um cuidado constante que devemos ter para não nos deixar enredar nas teias da preocupação e da ansiedade. Essas teias têm nos emboscado em cada curva do caminho, quando somos surpreendidos por situações que nos deixam sobressaltados, com frio na alma e nós na garganta. Gostaria de deixar bem claro que quando trato deste assunto, não significa que estou livre de sentir preocupação ou ansiedade. Muito pelo contrário. Esta Palavra fala primeiro ao meu coração e depois aos corações daqueles que a recebem. Sei que este é um gigante do qual tenho que me livrar em nome de Jesus Cristo e chegarei lá na força que o Senhor supre. É terapêutico falar do que nos assombra. Estamos todos em pleno processo de libertação desse gigante pavoroso que tem assombrado os nossos dias e postergado as nossas vitórias. A preocupação tem sido a causa principal de muitas enfermidades físicas e emocionais.

Examinemos as Escrituras sobre este assunto: O texto nos instrui que o corpo é mais que os alimentos e as vestes. E a nossa ansiedade não muda o quadro. O que aprendemos aqui? Não podemos deixar que as úlceras, as gastrites e todas as síndromes que têm surgido em nosso tempo, deponham contra a nossa fé, como as grandes insígnias de nossas preocupações e ansiedades. Lutemos para não sermos associados com os incrédulos no que tange às preocupações deste mundo. Cuidado com o que temos escondido em nossos depósitos espirituais! Priorizemos o Reino de Deus e sua justiça e não permitamos que a preocupação destrua a nossa capacidade de pensar nas grandes e mui preciosas promessas do Senhor.  Impeçamos a todo o custo que ela engane as nossas emoções com pensamentos que não procedem de Deus, nem deforme a nossa perspectiva de vitória. Atentemos! Nadia Malta

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/UMA PRECIOSA LIÇÃO DE FIDELIDADE!

 UMA PRECIOSA LIÇÃO DE FIDELIDADE!

https://youtu.be/ebXf3luBuPg

Então, veio a palavra do SENHOR a Jeremias, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Vai e dize aos homens de Judá e aos moradores de Jerusalém: Acaso, nunca aceitareis a minha advertência para obedecerdes às minhas palavras? – diz o SENHOR. As palavras de Jonadabe, filho de Recabe, que ordenou a seus filhos não bebessem vinho, foram guardadas; pois, até ao dia de hoje, não beberam; antes, obedecem às ordens de seu pai; a mim, porém, que, começando de madrugada, vos tenho falado, não me obedecestes. Por isso, assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Nunca faltará homem a Jonadabe, filho de Recabe, que esteja na minha presença”. Jeremias 35.12-14,19. 


Este capítulo do livro do profeta Jeremias traz mais um sermão vivo de Deus pregado através da instrumentalidade de seu profeta. Aqui vimos o Senhor dando uma ordem estranha ao seu servo. O Senhor ordena a Jeremias convocar os recabitas. Eles formavam um clã de nômades descendentes dos queneus, da família do sogro de Moisés. Esse povo juntou-se ao povo de Israel na travessia do deserto por mais de dois séculos. Eles eram descendentes de Jonadabe, filho de Recabe. Jeremias os convida a irem a uma das câmaras do templo de Deus e ali lhes oferece vinho. Acontece que os recabitas receberam uma ordem, 300 anos atrás, de seu antepassado Jonadabe, filho de Recabe: Eles não deveriam plantar vinhas, deveriam habitar em Tendas e não deveriam beber vinho. Sempre que pensamos em fidelidade, logo os recabitas nos vem à mente! Jeremias além dos recabitas leva também alguns ministros do templo para testemunharem o que aconteceria naquele lugar. O povo de Deus estava prestes a receber uma das mais preciosas lições de sua vida sobre fidelidade. Quando o Senhor entende de falar conosco ou ministrar algo ao nosso coração, Ele usa os meios mais inusitados possíveis.

Temos clamado ao Senhor que mude a história do seu povo. Que traga restituição, prosperidade (verdadeira), renovo, saúde e mudanças efetivas de vida. Mas parece que quanto mais clamamos, mais as coisas se tornam difíceis para muitos em nosso meio. E olhe que não estamos falando apenas de coisas materiais, mas de tudo que diz respeito a um viver em plenitude. O que tem nos acontecido? O que falta a nós ou em nós? Será que temos sido fiéis ao Senhor? Essas são perguntas que nos martelam a mente continuamente. Às vezes não se trata de grande pecados, mas de determinadas coisas ou atitudes que achamos de só menos importância e que insistimos em não nos libertar. São os nossos “pecadinhos” de estimação, guardados a sete chaves em nossos porões, que nos têm afastado do Deus Vivo. E o que mais assombra não são os pecados contumazes, mas a sua prática sem nenhum arrependimento ou pesar. A verdadeira regeneração traz à reboque um desejo enorme de fidelidade ao Senhor, que do ponto de vista bíblico é a soma da fé mais a obediência. Essa fidelidade não é um ato mecânico, mas a resposta ao amor apaixonado do Senhor por nós. Ela é manifesta pelo que o Senhor é não pelo que Ele faz ou pode fazer por nós.

Quantas vezes abandonamos o que está escrito para fazer valer as nossas inclinações! A fidelidade leva em conta o que foi ordenado, não aquilo que a nossa carne deseja.  Ao mesmo tempo, quanto mais nos aproximamos da Segunda Vinda do Cristo, mais se faz necessário passarmos por uma grande transformação em nossa natureza, em nosso caráter, em nossas ações e em nossas atitudes. Pessoalmente, acho que é isso que temos necessitado. O mesmo Sermão pregado a Israel com a fidelidade dos recabitas, serve também para nós hoje. Deus continua requerendo fidelidade. O que Deus quer nos ensinar em todas as épocas? O contraste entre a fidelidade a preceitos humanos e a infidelidade a preceitos divinos; O Senhor está constantemente nos dando oportunidades de rever as nossas atitudes e posturas; O Senhor castigará os infiéis; E Deus recompensará os fiéis. O que aprendemos aqui? O mesmo Sermão pregado a Israel com a fidelidade dos recabitas, serve também para nós hoje. Deus continua requerendo fidelidade. Que levemos a sério os mandamentos e preceitos de Deus; assim como os recabitas fizeram com os preceitos de seu pai Jonadabe. Meditemos  agora nessa pergunta de Jesus: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?”. Nadia Malta

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE NOS AQUIETEMOS, O SENHOR ESTÁ PREPARANDO A NOSSA VITÓRIA!

 QUE NOS AQUIETEMOS, O SENHOR ESTÁ PREPARANDO A NOSSA VITÓRIA!

https://youtu.be/qXlpNfT1PQw

Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar, não ando à procura de grandes coisas, nem coisas maravilhosas demais para mim. “Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo”. “Espera, ó Israel no Senhor, desde agora e para sempre!”. Salmo 131.1-3.                                        


Aprendamos com a experiência de quem descobriu o Descanso de Deus e nos encorajemos mutuamente a experimentar esse Descanso. Este curto poema de autoria de Davi trata de uma das inúmeras experiências do rei salmista. Neste texto, seu autor diz que é possível sim, experimentar uma confiança absoluta no Deus Todo Poderoso, ao ponto de poder descansar em seus braços amorosos, mesmo em meio às dificuldades. O Senhor tem falado aos nossos corações sobre isto, especialmente nos últimos tempos! E sempre que somos ministrados com uma ideia, doutrina ou princípio bíblico, Deus deseja que o pratiquemos. Proponho que aprendamos com quem experimentou o descanso preparado por Deus para todos os que Nele esperam e confiam verdadeiramente. A humanidade hoje vive em busca de uma fórmula mágica para se livrar de uma vez por todas da ansiedade, que tem sido a mãe das mais diversas patologias emocionais e físicas. Nos meios cristãos, essa tendência também tem dado lugar a um sem número de ministérios oportunistas, que caçam e aprisionam a alma do povo de Deus, ao invés de ensiná-lo a buscar refúgio no Senhor, confiar e descansar nEle.

E note que não estou falando aqui da necessidade lícita da busca de um profissional, quando se reconhece uma patologia. Será que existe essa fórmula? A Bíblia afirma que sim. E ainda nos assegura que na verdade, essa não é uma fórmula, mas uma pessoa: JESUS CRISTO. O grande problema é que não conseguimos nos entregar a Ele completamente. O recebemos como Salvador, mas não entregamos a Ele o senhorio das diversas áreas das nossas vidas. O autor de Hebreus diz: “Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas”. Precisamos entender que quando Jesus é Senhor de nossas vidas, os problemas não vão deixar de existir por causa disso, mas ao entregar a Ele nossos problemas e inquietações, conseguiremos superá-los sem desespero ou desequilíbrio. Ele é Aquele que tem o controle de tudo em suas mãos. O profeta Isaias diz: “Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras, tu as fazes por nós”.

O que aprendemos aqui? Olhemos para as três grandes lições do texto e atentemos para elas. Primeira lição: Pratiquemos a humildade reconheçamos as nossas fraquezas, incoerências, inadequações e limitações. Segunda lição: Rendamo-nos à vontade do Senhor. Essa vontade é sempre boa, agradável e perfeita! Tenhamos cuidado com a soberba, que é um agir autônomo, independente da vontade de Deus!  E Terceira lição: Disciplinemos a nossa alma inquieta e exigente! Procuremos domá-la para que ela se renda à vontade Deus! Confiemos Nele incondicionalmente. Lembremo-nos que o Descanso de Deus é uma pessoa chamada JESUS CRISTO e só nEle podemos confiar, descansar  e esperar. Aquietemo-nos! Nadia Malta.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/O SENHOR ESTÁ VINDO OU ESTAMOS INDO, QUE NOS PREPAREMOS PARA ESSE ENCONTRO!

 O SENHOR ESTÁ VINDO OU ESTAMOS INDO, QUE NOS PREPAREMOS PARA ESSE ENCONTRO!

 Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”. Lucas 16:19-31.                                


 O texto lido para muitos é uma parábola, no entanto, descobrimos que um dos personagens da história de Jesus era um conhecido mendigo chamado Lázaro. Entendemos aqui que o Senhor Jesus Cristo deseja abrir um pouco da cortina para o mundo espiritual, para que conheçamos ainda que superficialmente o que há do lado de lá. Duas das maiores heresias pregadas na atualidade que têm ganhado adeptos cada vez mais fervorosos é a doutrina do universalismo da salvação e a outra é a negação de um inferno literal, ambas absolutamente anti-bíblicas.  Só os que creem em Jesus recebendo-o como Senhor e Salvador serão salvos e o inferno é absolutamente real, por isso Jesus falou exaustivamente sobre ele em inúmeras passagens das Escrituras. As pessoas vivem se preocupando: Com quem casar, onde trabalhar, que concurso fazer, como investir o dinheiro, onde morar, onde passar as férias. Na verdade as preocupações são muitas. O que mais chama a atenção é o fato de que todas elas são voltadas para a vida na terra, como se ela jamais acabasse. Contudo, poucos são os que se preocupam onde passarão a eternidade. Só há dois lugares: Céu ou Inferno! Durante a nossa vida na terra carregamos uma só certeza: Um dia partiremos daqui!

 O profeta Amós diz (4.12): “Prepara-te, ó Israel para te encontrares com o teu Deus”. Será que temos nos preparado para esse encontro? Essa partida é absolutamente democrática, independe de sexo, raça, idade, condição financeira ou social, grau de instrução ou credo religioso. A realidade é que todos indistintamente um dia partiremos desta vida. O que aconteceria se hoje o Senhor o chamasse? Para onde você iria? Você sabe onde passará a eternidade? Embora este assunto não seja agradável, o texto lido nos leva a uma visão do mundo espiritual. A história de Jesus acerca do rico e do mendigo Lázaro, parabólica ou não, nos ajuda a ter uma idéia dessa realidade. Aliás, o nome Lázaro significa Deus ajuda. O texto aponta três verdades sobre essa realidade! Vejamos: Primeira Verdade: Mais cedo ou mais tarde partiremos desta terra; Segunda Verdade: Partir sem Cristo representa tormento eterno; Terceira Verdade: Hoje e agora é o tempo da oportunidade de entregarmos a nossa vida a Jesus!

 A realidade da morte alcançará a todos, ricos ou pobres, indistintamente. Resta saber se estamos prontos para essa viagem sem volta). Estamos no mundo, mas não mais pertencemos a ele e aguardamos o dia glorioso em que nos encontraremos com o Senhor seja através da morte física ou através do arrebatamento da igreja que CREMOS SER iminente.  Não sei de que maneira o homem rico via do inferno Lázaro ao longe sendo consolado no paraíso, contudo, ninguém poderia amenizar seu tormento. O inferno é real, é um lugar de tormento eterno é o lugar da eterna separação da presença favorável de Deus. O tempo da oportunidade é hoje. Queridos, depois da morte física não há mais oportunidade. O rico em tormentos clamava por misericórdia a Abraão. Além de sua oração ser desprovida de arrependimento e fé, foi mal endereçada e ainda fora de tempo. A petição por misericórdia deve ser feita antes da morte. Aquele homem na verdade, procurava alívio, não a glória de Deus! Há um grande abismo entre o mundo físico e o mundo espiritual. É impossível a comunicação entre esses dois mundos. O que esse texto nos ensina? A nossa vida sobre a terra é breve, todos indistintamente partiremos dela um dia. Já parou para pensar nisto? Só há dois caminhos a nossa frente céu ou inferno. Na eternidade não há território neutro.  Hoje e agora é o tempo da oportunidade de ouvir a Palavra do Senhor e entregar a vida a Jesus Cristo. Não há nada mais trágico que passar a eternidade longe da presença favorável de Deus e ser alvo de sua ira e justiça, além de ter preservada a memória das escolhas malditas que foram feitas. Você sabe onde passará a eternidade, no céu ou no inferno? Atentemos! Nadia Malta

 

 

 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ QUE NOS ARREPENDAMOS E VOLTEMOS AO CAMINHO!

 QUE NOS ARREPENDAMOS E VOLTEMOS AO CAMINHO!

Portanto, ó nação de Israel, eu os julgarei, a cada um de acordo com os seus caminhos; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se! Desviem-se de todos os seus males, para que o pecado não cause a queda de vocês. Livrem-se de todos os males que vocês cometeram, e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que deveriam morrer, ó nação de Israel? Pois não me agrada a morte de ninguém; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se e vivam”! Ezequiel 18:30-32.                               


O texto lido fala da responsabilidade pessoal em relação ao pecado. Se lermos todo o contexto veremos que ele coloca uma pá de cal sobre a questão complicada da maldição hereditária defendida por alguns. Deus não tem netos, só filhos! Assim como a salvação é pessoal e intransferível, o pecado também. Cada um responderá por suas ações e inclinações. Os filhos ceifam a sua própria semeadura, não a semeadura dos pais, ou seja, os filhos ceifam as punições dos pais se andarem em seus maus caminhos. Tem algo que não podemos perder de vista em nenhum momento da nossa caminhada, para a nossa própria saúde espiritual e emocional: A obediência está para a bênção, como a maldição está para a desobediência. As ações não salvam, mas testificam da salvação e  de um viver transformado. Em tempos de politicamente correto e de relativismos, a mensagem pregada hoje parece influenciada por essa tendência. O que foi feito da ousadia dos pregadores do passado? Pecado tem que ser chamado pelo nome, não podemos minimizá-lo usando termos como deslize, tropeço, falha ou coisa semelhante. Pecar é errar o alvo estabelecido por Deus e Ele vai pedir contas sim. O alvo de Deus é a obediência, o fim da Lei é Cristo para todo aquele que crê. Se somos verdadeiramente de Deus precisamos mudar a rota, mudar a mente, nos converter! Qual a direção a seguir? Deus! Qual o Caminho pra essa mudança radical? Cristo! Por isso é necessário que com ousadia proclamemos em tempo e fora de tempo que o inferno é real, que usar dois pesos e duas medidas não é de Deus e que o único Caminho que nos leva a Deus é Cristo.

 

 Jesus é o único mediador da Nova Aliança, é o Verbo de Deus, é o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores! Quem ainda não foi alcançado pela misericórdia de Deus e foi tocado por esta palavra tendo os seus olhos abertos precisa correr para Deus hoje e quem já foi precisa andar em novidade de vida, abandonar as velhas inclinações. O texto citado no inicio aponta quatro ordenanças para aqueles que já foram alcançados verdadeiramente por Deus e desejam andar em novidade de vida. Vejamos: Primeira Ordenança: Convertei-vos e Desviai-vos das vossas transgressões; Segunda Ordenança: Lançai de vós todas as vossas transgressões; Terceira Ordenança: Criai (alimentai, cuidai) em vós um coração novo e espírito novo; E Quarta Ordenança: Convertei-vos e Vivei! Aqui o profeta manda que nos desviemos daquilo que nos aprisiona, enfraquece e serve de tropeço. Não adianta brincar com fogo e tentar a Deus. A ordem aqui é fugir de tudo que o mundo insiste em nos oferecer, que o diabo nos estimula a fazer e a nossa carne clama.  Conversão é mudança de rota, para vencer um pecado ou inclinação maligna precisamos, depois de regenerados pelo Espírito de Deus, matar a carne de fome. Jejuar especificamente. Aqui somos advertidos a rejeitar de todo coração e não voltar às velhas práticas, vigiar para não cometer os mesmos pecados. Graça de Deus não é licença para pecar.

 

A liberdade dos filhos de Deus está em fazer a vontade de Deus, assim como a liberdade do pecador antes de ser regenerado, está na esfera do pecado em suas várias modalidades. O pecado na vida do servo deve ser um acidente de percurso não uma prática contínua e deliberada. Quem tem o Espírito se constrange diante de uma inclinação ou de um pecado consumado e se arrepende. Depois de regenerados pelo Espírito Santo de Deus, somos capacitados a mudar a rota. Somos ordenados a uma transformação pela renovação da nossa mente e isso só é possível pela Palavra de Deus. Precisamos aproveitar a nova oportunidade que o Senhor nos concede. O Senhor ordena aqui uma mudança dos padrões de pensamentos, tudo tem que se fazer novo para nós. O caminho da santificação é árduo e não há atalhos para ele. O que tem ocupado efetivamente os nossos pensamentos? Conversão também leva a verdadeira Vida que é o próprio Cristo. A condição do homem sem Deus é legal e espiritualmente morto em seus delitos e pecados. Só através de Cristo Jesus somos vivificados e habilitados para fazer a vontade de Deus. O que o texto nos ordena a fazer? Que nos arrependamos e nos desviemos do mal. Que não voltemos às velhas práticas do passado. Que busquemos viver em novidade de vida de acordo com o coração novo e o espírito novo que recebemos. Que nos arrependamos e vivamos em plenitude. Nadia Malta

 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/TEMPO DE VOLTAR PARA O SENHOR, ENQUANTO HÁ TEMPO!

 TEMPO DE VOLTAR PARA O SENHOR, ENQUANTO HÁ TEMPO!

https://youtu.be/-Z9DHdtWfCw

Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas”. Ap. 2.4,5. 


Éfeso é a primeira das sete igrejas da Ásia Menor para as quais foram enviadas cartas da parte do Senhor, por intermédio do apóstolo João. Cada igreja descrita em todo esse contexto traz em si mesma uma radiografia de suas entranhas, bem como retrata a história eclesiástica em todas as épocas. Nunca foi tão não necessário um despertamento espiritual da igreja, quanto em nosso tempo de tantas invencionices e tanta falta de reverencia no meio dos que se dizem cristãos! Aquilo que tem sido chamado de igreja por muitos, em vários lugares não passa de um arremedo cheio de blasfêmia e permissividade, para assegurar a frequência sem nenhum compromisso com o Cristo e sua Santa Palavra! É tempo de voltarmos ao Senhor, de voltarmos às práticas das primeiras obras e deixar de dar ouvidos aos muitos pseudo-pregadores que servem aos seus próprios ventres e não ao Cristo! Acordemos, enquanto há tempo! O Senhor está às portas e pedirá contas tanto da liberdade quanto dos recursos desperdiçados na satisfação carnal, que deveriam ser usados para que o Evangelho chegasse aos confins da terra!

O texto citado traz uma acusação, um conselho e uma advertência! Vejamos: A Acusação: A igreja havia abandonado o primeiro amor; O Conselho: A igreja precisava voltar à prática das primeiras obras; E A Advertência: Caso não haja arrependimento o Senhor moverá do lugar o candeeiro da igreja. A luz da igreja se apagará. A palavra Éfeso, por exemplo, significa desejável. No entanto, aquela igreja tornou-se descuidada, mecânica sem entusiasmo. O Senhor fala a igreja como um todo, mas fala também a indivíduos. E é como indivíduos que definimos a temperatura espiritual da congregação. Tem faltado entusiasmo verdadeiro. Deixamos de adorar, perdemos o viço! E essa falta de entusiasmo apaixonado pelo Senhor tem se refletido em nossas vidas pessoais e relacionamentos em todos os níveis. Parecemos autômatos agindo mecanicamente quando Deus continua procurando adoradores apaixonados. Despertemos e voltemos ao primeiro amor, manifestando entusiasmo com o Senhor e a sua obra. O que temos visto em nossos dias? Crentes tristes, abatidos, sem viço, carregando a obra de Deus como se fosse um fardo, misericórdia! Sem falar na associação demoníaca da igreja com a politicagem mundana e abjeta!

Precisamos voltar ao primeiro amor e amar o Senhor apaixonadamente. O Senhor está às portas e precisamos nos preparar para aquele Dia glorioso quando nos encontraremos com Ele nos ares. Essa preparação passa por um autoexame: Será que têm se achado íntegras as nossas obras perante o Senhor? O Senhor deseja que trabalhemos em sua obra, que sejamos perseverantes na fé, firmes na doutrina, mas tudo isso deve ser feito em genuína adoração.  A nossa verdadeira motivação deve ser o amor pelo Senhor, qualquer outra fere a santidade de Deus! Deixemos que o calor do Santo Espírito derreta o gelo espiritual e nossos corações sejam libertos para adorar outra vez como antes! Lembremo-nos de onde caímos e voltemos à prática das primeiras obras! O que aprendemos aqui? Reconheçamos que o amor pelo Senhor e sua obra esfriou. Lembremo-nos de onde caímos. Tomemos a atitude a partir dessa descoberta de voltar à prática das primeiras obras. Não nos esqueçamos da advertência: Nosso candeeiro pode ser removido. Atentemos! Nadia Malta

 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/NÃO PERMITAMOS QUE A VERDADEIRA ESPERANÇA SE PERCA!

 NÃO PERMITAMOS QUE A VERDADEIRA ESPERANÇA SE PERCA! 

 Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca”. Lm 3.21-25                                                 


 Lamentações trata de uma tragédia a nível nacional. A assolação atingira a todos indiscriminadamente. O povo de Deus fora levado cativo para Babilônia. Não há como exagerar a intensidade e a abrangência do sofrimento decorrente da queda de Jerusalém. Ali a perda foi total.  O sofrimento atingiu o nível mais profundo.  Lamentações é o cântico fúnebre de uma nação morta. O profeta Jeremias para diante do caos e redescobre a verdadeira Esperança. Ele sabe que a ira de Deus tem um tempo de duração, enquanto a sua misericórdia e seu amor duram para sempre. Assim, aprendemos que mesmo quando Deus se ira Ele nos ama. A própria disciplina de Deus é um ato de amor. Quero trazer dois textos que são bálsamos no meio das nossas angustias mais profundas: “Tu és o meu abrigo e o meu escudo; e na tua palavra coloquei a minha esperança. Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo, o Salvador de todos os homens, especialmente dos que creem”. Salmos 119.114; 1 Timóteo 4.10. Os textos se fundem numa harmonia que impressiona! Passados remoto e mais recente se unem para nos encorajar a continuar. Uma parceria do Espírito Santo com o salmista e com o apóstolo Paulo nos dá o tom para a marcha. E o tom é a esperança! Glórias sejam dadas ao Senhor por isto. Não estamos sozinhos. Não navegamos à deriva! Há Piloto em nossa embarcação e é nada menos que Jesus, o Filho do Deus Vivo, o Capitão da nossa Salvação!

 Assim como os servos do passado busquemos abrigo no único Refúgio perfeito: Jesus, o Cristo de Deus. Ele é Abrigo e Escudo. Só refugiados Nele conseguimos escapar dos efeitos devastadores dos embates da vida. Temos falado de maneira recorrente sobre este assunto e iremos até a exaustão se for preciso até vermos a Palavra inundar os corações e as mentes desesperançadas em nosso meio. Às vezes manifestamos esta esperança mesmo em meio às lágrimas que insistem em correr, mas isto não significa que não cremos, apenas que somos humanos! Por esta Esperança Viva que nos acena com as saídas impensáveis e com as possibilidades não cogitadas pela nossa humanidade limitada é que tenho insistido com este tema dia após dia! O povo de Deus precisa aprender a buscar o Senhor de todo o coração. É necessário que saiamos da nossa racionalidade e adentremos o sobrenatural das riquezas insondáveis de Deus. Conservemos firmes a confissão da nossa esperança, pois quem fez a promessa é fiel e não falha nunca! Aprendamos com o profeta Jeremias pelo menos três razões para a confissão da nossa esperança. Vejamos: Primeira razão: As misericórdias do Senhor não têm fim e se renovam a cada manhã; Segunda razão: A grandeza da fidelidade de Deus; E Terceira razão: A bondade do Senhor se manifesta aos que esperam nEle!

 Jeremias parou e deixou de olhar para sua própria miséria para lembrar-se da misericórdia de Deus. E é essa certeza que precisamos ter. Jeremias não se deixou levar pelas falsas esperanças dos falsos profetas. Deus é um Deus de revelação e revelação do Senhor se cumpre, nem que para isso seja preciso setenta anos! Às vezes a espera faz parte da resposta e é um treinamento UMA PREPARAÇÃO de Deus. O que aprendemos aqui? Por mais difíceis que sejam as nossas adversidades e assolações, elas poderiam ser ainda piores, à semelhança do que aconteceu a toda a nação de Judá nos dias do cativeiro de Babilônia! Quando Deus entende de nos consertar e trazer as mudanças pelas quais clamamos, Ele usará todos os recursos, até mesmo as adversidades, dores e perdas. Precisamos aprender a redescobrir a VERDADEIRA Esperança no meio da agonia, do caos olhando para os atributos eternos e imutáveis de Deus especialmente: Misericórdia, fidelidade e bondade. Aprendemos em Lamentações que mesmo no meio do sofrimento mais atroz Deus se manifesta ao seu povo dando-lhe oportunidade de mudança e crescimento. Pensemos nisso! Deus é a nossa fonte de cura e plenitude, busquemos, pois, a Ele! O cativeiro em Babilônia durou setenta anos, enquanto não se cumpriu o tempo não houve resposta de Deus. Por isso, aguardemos o agir de Deus, a resposta vem, não desistamos! Nadia Malta

 

 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE REFLITAMOS A LUZ QUE É O CRISTO!

 QUE REFLITAMOS A LUZ QUE É O CRISTO!

Ninguém, depois de acender uma candeia, a põe em lugar escondido, nem debaixo do alqueire, mas no velador, a fim de que os que entram vejam a luz. São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas, se forem maus, o teu corpo ficará em trevas.  Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas. Se, portanto, todo o teu corpo for luminoso, sem ter qualquer parte em trevas, será todo resplandecente como a candeia quando te ilumina em plena luz. Ao falar Jesus estas palavras, um fariseu o convidou para ir comer com ele; então, entrando, tomou lugar à mesa. O fariseu, porém, admirou-se ao ver que Jesus não se lavara primeiro, antes de comer. O Senhor, porém, lhe disse: Vós, fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade. Insensatos! Quem fez o exterior não é o mesmo que fez o interior? Antes, dai esmola do que tiverdes, e tudo vos será limpo. Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas. Ai de vós, fariseus! Porque gostais da primeira cadeira nas sinagogas e das saudações nas praças. Ai de vós que sois como as sepulturas invisíveis, sobre as quais os homens passam sem o saber!”. Lucas 11.33-44.                                                    


Neste capítulo Jesus traz ilustrações sobre a repercussão da Palavra de Deus no coração de quem a ouve. O texto citado mostra Jesus extraindo da vida cotidiana o exemplo da candeia, que deve ser colocada no alto do velador para iluminar toda a casa. Em seguida Ele aplica a ilustração dada à vida de um religioso que o convida para jantar e se choca por Jesus não obedecer ao ritual de purificação antes de comer. Que lição aquele religioso recebeu! Jesus lança aqui três “AIS” sobre os religiosos que se achavam iluminados pela Palavra de Deus. Vejamos: Primeiro Ai: Contra os que colocam a religiosidade exterior acima da justiça ou do amor de Deus; O Segundo Ai: Contra os que valorizam o prestígio, o aplauso e a honra dos homens mais que a glória de Deus; E Terceiro Ai: Contra Aqueles que são fontes de contaminação ao invés de instrumentos da graça salvífica. Prestemos atenção ao poder revelador da Palavra de Deus. Não, não estou falando desse poder na vida do outro, mas em nossa própria vida. Sejamos luz! Façamos a diferença com atos concretos de amor! O Senhor não está preocupado com o cerimonialismo de fachada, antes Ele deseja que o glorifiquemos com atos concretos de amor em nosso viver diário!

 O grande desafio para os cristãos de todas as épocas é fazer com que aquilo que falamos se reflita no que fazemos. Do contrário, somos grandes farsas como cristãos! O Senhor sempre coloca em nosso caminho  oportunidades de fazer brilhar a sua luz! Essas oportunidades são como fotômetros de Deus para ver quanto de sua luz há em nós, que dizemos ser cristãos! Que a luz que dizemos que há em nós não seja trevas! O poder revelador da Palavra de Deus, semelhante ao poder da luz se revela sem esforço. Nada fica oculto diante dela.  A Palavra de Deus é luz que brilha neste mundo escuro e expõe as obras ocultas das trevas, principalmente as que estão ocultas no coração do homem. Não é de se admirar que as palavras mais duras do Senhor foram dirigidas aos religiosos de sua época. E o que nos faz pensar que seria diferente com os religiosos de nosso tempo? Outro dia li um artigo muito bem escrito que falava do pior pecado e no início o articulista trazia algumas perguntas instigantes para fazer o leitor imaginar qual seria o pior dos pecados. E ao final ele revelava que o pior dos pecados é aquele sem arrependimento. Assim, o pior pecado é achar que não temos pecados!

O que este texto nos leva a refletir? Fomos chamados para fazer a diferença, temos feito? Cada um de nós é controlado pela Luz ou pelas trevas. Não há meio termo, o destino do filho de Deus é a Aurora não o crepúsculo. Muitas pessoas até começam a andar na Luz, mas com o passar do tempo retrocedem, endurecem o coração, tornam-se opacas, resistentes à penetração da luz e as trevas acabam prevalecendo. Outros acreditam estar seguindo a Luz, mas a sua religiosidade é tão repulsiva que na realidade estão seguindo a escuridão, como os religiosos dos dias de Jesus e acabam afastando aqueles que querem seguir ao Senhor. Felizmente há os que são verdadeiros luzeiros no meio de uma geração pervertida e corrupta, brilham como candeias em lugar tenebroso, e aonde quer que estejam revelam a Luz do Cristo, não com palavras apenas, mas em atos concretos de amor. Reflitamos sobre isto! Quanto da Luz que é o Cristo tem brilhado em nós e através de nós? Nadia Malta

 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE OS NOSSOS OLHOS VEJAM!

 QUE OS NOSSOS OLHOS VEJAM!

https://youtu.be/IWiSlXMrYh8

E foram para Jericó. Quando ele saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado à beira do caminho e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora.”.  Marcos 10.46-52. 


Marcos, mesmo sendo o menor dos evangelhos, consegue trazer detalhes sobre determinados assuntos em seus textos que os outros evangelistas não conseguem. Coisas do Espírito Santo, já falamos sobre isto outras vezes! O texto é dos mais conhecidos e conta a história do cego de Jericó. Não sabemos a razão que o fizera perder a visão. Havia outros cegos, inclusive de nascença, mas este, um dia havia enxergado e por alguma razão que desconhecemos perdera a visão e à beira do caminho esmolava. Também não sabemos por quanto tempo estivera naquela situação. A história deste cego é para mim inspiradora por várias razões. Gosto da sua consciência do real senso de necessidade. Gosto da prontidão e da rapidez com que busca o Cristo. E mais ainda da rapidez de sua resposta objetiva ao ser indagado sobre o que queria que o Senhor lhe fizesse. Alguns aspectos dessa narrativa chamam a nossa atenção de modo especial. Vejamos: Aquele cego era alguém conhecido e deveria fazer parte do povo da aliança; Ele não era cego de nascença. Ele pede para tornar a ver; E Ele não perde a chance de clamar pelo Filho de Davi e é objetivo quanto à sua real necessidade. E ainda larga aquilo que era a sua aparente segurança!

O texto diz que ele se chamava Bartimeu e era filho de certo Timeu. Ou seja, era alguém conhecido, além do que deveria ser um filho da Aliança, pois conhecia o Título messiânico de Jesus: Filho de Davi! Era alguém da vizinhança. Certa vez perguntei a um jovem oftalmologista porque determinadas pessoas perdem a visão. Aquele jovem médico me trouxe uma lista enorme de razões, mas duas delas me chamaram a atenção: O excesso de determinados tipos de luz incidindo sobre os olhos sem proteção (a luminosidade produzida pelas soldas, por exemplo) e a ausência total de luz. Aqui cabem algumas perguntas: Por que muitos são atraídos por determinados tipos de luminosidade, mesmo sabendo que elas podem lhes tirar a visão? Por que a verdadeira Luz, que é o Cristo é repulsiva para outros que preferem permanecer na escuridão? Por que outros ainda, mesmo tendo andando por certo tempo no Caminho Luminoso preferem o caminhar marginal e trôpego das sombras? A resposta para todas as perguntas é uma só: O prazer fugaz do pecado pede escuridão, anonimato. Esses esquecem que a Verdadeira Luz é reveladora! Nada lhe fica oculto!

Aquele cego por alguma razão perdera a visão, mas ao ouvir que Jesus se aproximava não perdeu tempo e clamou por Ele. Felizmente há os que mesmo tendo perdido momentaneamente a visão, têm a chance de ouvir Jesus passar e conseguem gritar por Ele! E o que é melhor, são ouvidos por Ele! Perderam a visão física para a ganhar a espiritual. É inevitável aqui não compararmos esta situação com a de muitos que até “Corriam bem, mas do Senhor, longe agora vão!”. O que aconteceu? O que os levou à miopia e consequentemente à cegueira? Na situação que chegara a sua única segurança era a sua capa e ele a lança de si e de um salto vai ter com o Senhor. Que aqueles que perderam a visão, possam ouvir o Cristo, lançar de si as suas velhas e surradas capas. Que de um salto possam ir ter com o Cristo e tenham sua visão restaurada! O que aprendemos aqui?  Não importa a razão da nossa cegueira, clamemos pelo Cristo e Ele nos ouvirá. Resistamos à oposição da multidão, o propósito dela  é nos desviar do Cristo. Sejamos objetivos quanto à nossa real necessidade e digamos isto a Jesus. Larguemos as nossas capas e o sigamos! Nadia Malta

 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR ESTÁ ÀS PORTAS!

 QUE NOS PREPAREMOS, O SENHOR ESTÁ ÀS PORTAS!

https://youtu.be/sCpOPxQvu84

 Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa;  porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.  Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios”. I Tessalonicenses 5.1-6.   


Este é mais um dos textos escatológicos do apóstolo Paulo que nos instrui quanto à necessidade de despertarmento para àquele dia glorioso QUANDO O Senhor virá para buscar os seus. Há aqui mais uma das inúmeras chamadas do apóstolo à preparação e à vigilância! O texto nos lembra de que relativo aos tempos e épocas, já fomos inteirados que este acontecimento tão esperado pelos cristãos de todas as épocas virá num de repente. Aqueles que são de Cristo devem viver como se Ele viesse já. Aqui o apóstolo aponta a forma e um sinal que antecederá aquele dia glorioso: A Forma: É dito que o Senhor virá como ladrão à noite; O Sinal: Quando estiverem falando de paz e segurança. A menção do ladrão à noite aponta para algo repentino. Sem aviso prévio! Façamos uma pausa nas nossas lutas diárias para olharmos para o horizonte sobrenatural e contemplarmos com os olhos da fé a Vinda do Senhor que é certa e repentina!

O que estamos vivendo e vendo é o princípio das dores. Aqui cabem algumas perguntas quanto à nossa própria vida espiritual: Como tem sido o nosso andar enquanto cristãos professos? Será que o nosso testemunho tem impactado positivamente os que estão à nossa volta? Se Cristo viesse hoje, onde estaríamos nós, dentre os que estão acordados e atentos ou dentre os que dormem? Somos chamados como filhos da Luz a andar em vigilância e sobriedade. Temos andado assim? Estejamos atentos, sobretudo, ao que deixamos de fazer. Invertemos prioridades. Machucamos com atitudes. Investimos no material em detrimento do que tem peso de eternidade. Corremos como malucos de um lado para o outro buscando bens e prazeres transitórios desta terra, enquanto o tesouro do céu continua em baixa, cada vez mais vazio! Ausentamo-nos do Cristo e das pessoas amadas, filhos, pais, irmãos, cônjuges numa busca desenfreada pelo ter em detrimento do ser.

A frase que mais ouvimos hoje é: “não tenho tempo!”. Tenhamos cuidado com as sementes plantadas, elas germinam, quer sejam boas ou más! E a colheita pode ser bem dolorosa! Aquele dia poderá ser de luz ou trevas, dependendo do lado em que estivermos! Que o Senhor nos fortaleça e prepare para aquele dia tão esperado. Nada daquilo que corremos tão avidamente para alcançar levaremos conosco, só o amor com que nos amarmos uns aos outros! Atentemos para isto! O que aprendemos aqui? O texto de Paulo nos chama ao despertamento, à prontidão, à santidade e à preparação! Que despertemos, nos aprontemos, nos santifiquemos e nos preparemos, enquanto há tempo! Nadia Malta

 

 

 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/ OS QUE SÃO VERDADEIRAMENTE DE CRISTO BUSCAM AS COISAS DO ALTO!

 OS QUE SÃO VERDADEIRAMENTE DE CRISTO BUSCAM AS COISAS DO ALTO! 

Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra!”. Colossenses 3:1-2.                         


          

Nunca foi tão necessário ajustar o foco da nossa visão. É preciso ansiar, buscar e pensar nas coisas lá do Alto, não nas que são daqui da terra. Tudo aqui é tão passageiro, tão fugaz. Desgastamo-nos tanto para conquistar coisas e bens terrenos, quando tudo que vemos ficará aqui! Devemos olhar para a terra da perspectiva do céu, não o contrário. As palavras do apóstolo Paulo aqui soam tão encorajadoras hoje, quanto nos dias em que foram escritas por ele. Fomos alcançados pelo Senhor para um andar em novidade de vida e isto abrange a esfera dos nossos pensamentos, anseios, ações e aspirações. Nunca se viu tanta tentativa de moldar os que se dizem cristãos ao padrão do mundo! Que o Senhor tenha misericórdia de nós! É certo, que uma das maiores dificuldades do cristão é sem dúvida se desarraigar desta terra, por causa da velha natureza carnal que ainda não foi transformada completamente e clama pelo pecado. A nossa carne mortal só se converterá verdadeiramente na Vinda do Senhor! Aliás, é bom que nos lembremos de que como a nossa carne não se converte precisa ser domada e levada dia após dia ao altar do sacrifício. Paulo chama essa entrega de culto racional. Somos exortados por ele a uma transformação mediante a renovação da nossa mente. Em outras palavras, ele nos manda focar no que eterno, em detrimento daquilo que é terreno e temporal.

O que devemos fazer diante desse quadro segundo o apóstolo Paulo? Vejamos: Primeiro: Buscar as coisas do Alto, onde Cristo vive assentado à direita de Deus; E Segundo: Pensar nas coisas lá do Alto, não nas que são aqui da terra! A ordem aqui é buscar um novo padrão, um novo paradigma, se é que verdadeiramente ressuscitamos com Cristo. A sobrenaturalidade tem sido obscurecida pelo que é natural e tangível. Vivemos em um mundo do ver para crer. Quando o Senhor ordena a crer para ver. Em nosso tempo parece que o certo é o torto e vice versa. Parece que a tortuosidade tem ocupado o lugar da retidão e isto para muitos é politicamente correto. Tentam relativizar até os absolutos de Deus! Se não quisermos enlouquecer ou sair do Caminho, precisamos aprender a mudar a nossa perspectiva de visão e matar a carne de fome no tocante aos seus apetites! Os cristãos carnais e os mal instruídos se debatem e se desesperam por causa dos anseios terrenos. Estamos no mundo, mas não pertencemos mais a ele. Somos cidadãos do céu, vivendo uma experiência terrena. 

Somos desafiados aqui a manter o pensamento nas coisas do alto! O nosso pensamento insiste em voar para longe. Com que temos alimentado os nossos pensamentos? Vale salientar que os verbos do texto apontam ações imperativas. Paulo não está simplesmente sugerindo ou apresentando uma bela ideia teológica, ele está dando uma ordem! O que aprendemos aqui? Busquemos ao Senhor continuamente! Que o Senhor nos capacite a aspirar o que é eterno! E por que devemos ansiar pelo que é eterno? Porque morremos com Cristo e a nossa verdadeira vida está oculta nEle! Reflitamos! Nadia Malta

 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Meditação/Nadia Malta/MESMO QUE TUDO SEJA CONSIDERADO LÍCITO, NEM TUDO CONVÉM AO VERDADEIRO CRISTÃO!

 MESMO QUE TUDO SEJA CONSIDERADO LÍCITO, NEM TUDO CONVÉM AO VERDADEIRO CRISTÃO!

 "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”. 1 Coríntios 6:12. 


Aqui somos chamados ao discernimento e à prudência! Nem tudo que é considerado lícito pelos homens convém aos discípulos de Cristo! Precisamos permanecer atentos às sutilezas apelativas do Adversário, sempre com o propósito de nos fazer cair da nossa posição em Cristo, sempre usando o velho e diabólico jargão do “NÃO TEM NADA DEMAIS”! O versículo lido encabeça o texto que fala da necessidade de domar o nosso corpo para que seus membros não sejam usados como instrumentos de iniquidade. É interessante ler todo o contexto. É certo que vivemos os últimos dias sobre a terra e mais que em qualquer outro tempo precisamos anunciar o Cristo, se preciso com palavras. Os discursos desprovidos de atitude boicotam a  santificação e o discernimento! Não é possível mais continuar com o padrão mundano de dois pesos e duas medidas. Existe um velho jargão que muitos têm abraçado em nosso meio é o tal do “Não tem nada demais”, já citado! Não são as exterioridades e as meras palavras que testificam de um andar com Deus, mas a interioridade verdadeiramente regenerada, transformada gerando atitudes. Fomos chamados a andar na contramão do mundo e em novidade de vida!  O Adversário não tira férias e continua semeando exaustivamente seus sofismas nos corações dos incautos. Parece que lamentavelmente, a esmagadora maioria dos que se dizem cristãos tem vestido a camisa do “Não tem nada demais”! É preciso acordar: Nem todas as coisas que são consideradas lícitas pelo mundo convêm aos cristãos!

Atentemos para as instruções paulinas em relação aos nossos agires por meio do corpo: Se verdadeiramente estamos unidos ao Senhor, somos um espírito com Ele; Nosso corpo é santuário de Deus; E Fomos comprados por preço de sangue. Não somos de nós mesmos, precisamos glorificar ao Senhor por meio do nosso corpo. Se o Senhor é o nosso dono realmente, então, entreguemos a Ele as chaves do santuário, o qual somos nós. Ele vai determinar o que nos convém ou não! Devemos nos apartar até da simples aparência do mal! Isto para não causar escândalo aos que estão ao nosso redor e são ainda Fracos na fé! Tenho pensado muito na falsa ideia de liberdade que permeia os meios cristãos dos nossos dias. Essa liberdade tem descambado para a libertinagem, para a licenciosidade que dá vazão às inclinações da carne. Usa-se tudo, vai-se a todos os lugares. Associa-se com todos, pratica-se de tudo! Qual a diferença, então, entre o cristão e o mundo? Para o mundo tudo é lícito, para nós, nem tudo o que é considerado lícito, nos  convém. Cabe a nós não permitir que nada nos domine, a não ser o próprio Senhor! Recebemos tudo sem questionar. Esquecemos que crer não nos isenta de pensar, de ponderar sobre as nossas escolhas e sobre aquilo que é tão “generosamente” oferecido a nós.  O Santo Espírito que habita no verdadeiro Cristão dá o tom das nossas decisões e inclinações. A questão é o quanto temos alimentado tanto a nova quanto a velha e teimosa natureza que insiste em permanecer. A mais bem alimentada será fortalecida e prevalecerá.

Esquecemos que a moderação em tudo é boa. Tem faltado sobriedade e vigilância! Tudo por falta de uma doutrina sólida e alicerçada na Rocha que é o Cristo. É certo que Cristo nos libertou para experimentarmos uma liberdade. Contudo, a liberdade dos filhos de Deus não é de modo algum licença para fazer aquilo que é contrário ao Senhor e entristece o Santo Espírito. O apóstolo Paulo ainda admoesta que a nossa liberdade não pode dar lugar a carne. A liberdade adquirida é, antes, na esfera espiritual, para que experimentemos livre acesso à presença do Pai.  Liberdade para servi-Lo, liberdade para adorá-Lo sem as amarras da religiosidade exterior. Liberdade para fazer a Sua vontade soberana. É certo que essa falsa ideia de liberdade tem encontrado amparo no mundanismo que tem adentrado a igreja contemporânea, com suas fórmulas e estratégias perigosamente malignas. O que aprendemos aqui? Que o Senhor nos dê discernimento para os nossos agires e escolhas. Que tudo que fizermos possa glorificar seu santo, excelso e glorioso nome! Nadia Malta

 

 

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